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Sexta-feira, 25/03/2011, foi realizado na confraria do André, uma festa de confraternização entre os amigos, comemorando nossa partida para o Alasca no próximo sábado, 02/04/2011. Um belo churrasco, regado a muito chopps, e muito calor humano. Na ocasião o colega Maingué , fez o uso da palavra em nome de todos os amigos, enfatizando o feito, e nos desejando uma feliz viagem. Gostaria de deixar aqui registrado o nosso agradecimento, meu e da Ula, por esta demonstração de amizade e companherismo, e dizer que , momentos especiais como estes é que nos da alegria e vontade de viver, ficando aqui demonstrado que já estamos curtindo a viagem mesmo antes de sair, e os amigos podem estarem certos, que estarão juntos de nós durante todo o trajeto, mas acima de tudo estarão em nossos corações para sempre.
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Após várias viagens de moto, feitas por mim e minha esposa, pelo Brasil, Paraguai, Uruguai, Bolivia, Argentina, Chile, Peru, Alemanha, França, Suiça, Belgica, Holanda, Austria, Luchemburgo, Itália, e outros, agora surge a oportunidade de fazer uma grande viagem de moto até o Alasca Com saída prevista para 02/abril/2011, com uma previsão de rodar aproximadamente 70.000 kms, com uma duração estimada em 214 dias, cruzando a América do Sul,Central e do norte, cruzando todo o Alaska indo além do círculo polar, até atingir o Oceano Ártico. Neste itinerário esta previsto a saída do Brasil via Acre, cruzando a nova estrada Bioceanica, Através da Amazonia Peruana, cruzando as Cordilheiras dos Andes, até chegar no Pacífico em Nasca, subindo margeando o Oceano, entrando no Equador, Colombia, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, Honduras, El Salvador,Guatemala, México, sempre margeando o Pacifico (costa oeste) , incluindo no itineráris as ruínas incas e asteca, assim como os principais cidades e atrações turisticas. Entrando nos Estados Unidos por Tucson Arizona, indo em direção do Grand Canion, Monument Valley, situado na reserva dos indios navajos. Subindo posteriormente até Las Vegas, passando pelo Zion Park em Utah, subindo em direção ao Vale da Morte, Sequoteia Nacional Park, Yosemite Nacional Park, indo até o norte dos Estados Unidos no Yellowstone Nacional Park, deste para Monte Rushmore, dai rumando para Chicago em Illinois, para dai iniciar uma viagem pela Rota 66 em sua totalidade até Santa Monica na California, voltado praticamente no ponto inicial em que entramos nos Estados Unidos. De Los Angeles seguiremos pela highway 1 passando por San Francisco, indo rumo ao norte até entrar no Canadá em Vancouver. Nesta regão estão as Montanhas Rochosas, faremos varios passeios pela região, consideradas uma das mais belas do mundo. Posteriormente subiremos até o Alasca, até atingir Prudhoe Bay. No retorno cruzaremos o Canadá de oste para leste, costa a costa, do Pacífico ao Atlantico, passando por suas principais cidades, visitando Niagara Falls, e entrado novamente nos Estados Unidos pela costa leste, visitando suas principais cidades Boston/New York/Washigton/Miami etc., descento até o último ponto possivel, Key West. Dali, voltaremos a Miami, Orlando, terra da Disney, New Orleas, Houston, San Antonio, saído dos Estados Unidos, em direção ao México, por Laredo, via Monterrey/Cidade do México e Cancum. Do México entraremos em Belize, posteriormente na Guatemala para visitarmos Tikal, e descendo sempre que possível pela costa do Atlântico (Mar do Caribe), Honduras, Nicaragua, Costa Rica, Panamá, Venezuela, Trinidad e Tobago, Guiana, através das precarias estradas que cruzam a floresta amazonica, Surinme, Guiana Francesa, entrando no Brasil pelo Oiapoque, Macapá, Belém, Terezina, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Maceio, Aracajú, Salvador, Feira de Santana, saindo em Minas, São Paulo e finalmente no Paraná na cidade de Rolândia, onde moramos. “Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver” (AMYR KLINK)
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