Saúde É Comer Bem | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os 7 Pecados De Uma Dieta
São mais de 10 milhões de pessoas fazendo dieta para emagrecer
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Alimentos funcionais: histórico e benefíciosPosted: 09/07/2010 ás 12:01
Não é de hoje que o ser humano busca nos alimentos, principalmente nos vegetais, a fonte de saúde e longevidade. Há 2.500 anos, Hipócrates já dizia: “Que o seu alimento seja seu medicamento, e seu medicamento seja seu alimento”. Com o passar dos tempos, foi observado que determinadas populações, cada uma com um tipo de alimentação diferente, apresentavam uma menor incidência de certas doenças. Isso levou a diversos estudos com o objetivo de identificar o mecanismo de defesa de cada dieta. Essa contribuição da ciência foi muito importante, e com os avanços tecnológicos ao longo dos anos, foi possível comprovar a existência de certas substâncias extremamente benéficas à saúde, e a relação positiva entre o consumo delas e a redução de agravos como: tumores, diabetes, doenças cardiovasculares, entre outras. Alimento Funcional é aquele que apresenta em sua formulação uma ou mais substâncias que comprovadamente, além de nutrir tenham alguma função benéfica ao organismo. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) ainda complementa dizendo que este alimento tem que ser seguro para o consumo sem que seja necessária supervisão médica. O Alimento Funcional pode se apresentar em 3 formas: - Natural: quando está pronto para o consumo, como nas frutas cítricas, ricas em vitamina C; - Industrializados: quando são produzidos pela indústria, como cápsulas de Ômega 3; - Adicionados: quando a substância funcional é incluída na formulação de um produto, como os leites fermentados com Lactobacillus. Vale lembrar que não é suficiente que o alimento contenha determinada substância com propriedades funcionais, sendo necessário que ele contenha quantidades suficientes para produzir o efeito desejado. Dentre as funções atribuídas aos Alimentos Funcionais destaco aqui: - Atividade antioxidante: impede a ação dos radicais livres. Ex.: Selênio, Zinco, Vitaminas A, C e E, entre outros. Encontrados em castanhas, frutas e verduras. - Alteração no metabolismo do colesterol: interferem na formulação da molécula do colesterol, reduzindo assim sua presença na corrente sanguínea. Ex.: Ômega 3, encontrado principalmente em peixes de água salgada. Entretanto, é preciso se atentar ao fato que pouco se sabe sobre possíveis efeitos tóxicos dessas substâncias, decorrentes de consumo em excesso. A sugestão é que se faça uma alimentação variada e nutricionalmente balanceada, pois assim é possível atingir a maioria das recomendações. Escolha sempre alimentos frescos, e na hora de montar seu prato, faça ele bem colorido, lembrando sempre que o nutricionista é o profissional habilitado à prescrição de planos alimentares adequados a cada indivíduo, podendo ainda suplementar determinados nutrientes, quando achar necessário. |
Escolhas saudáveis |
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Posted: 09/07/2010 ás 11:44
Antes de iniciar qualquer dieta ou programa de reeducação alimentar o principal estimulo deve ser a determinação na mudança. Serão mudanças de hábitos, alimentos, horários e principalmente mudança nas escolhas. Dar o primeiro passo é muito importante, porém ser perseverante é essencial. Essas mudanças não serão nenhum tipo de tortura mas sim descobrimento de um novo prazer: sentir-se bem consigo mesmo. Na experiência que tenho com reeducação alimentar observo que o mais difícil entre os pacientes é fazer a escolha certa, ou seja a escolha mais saudável. E a principal pergunta: Por onde devo começar minha dieta ou minha reeducação alimentar? Para esse pergunta sempre aponto que os detalhes fazem toda a diferença e ofereço algumas orientações para o dia a dia. Segue alguma dessas orientações: Nas compras:
Nas refeições:
O que acaba acontecendo com os pacientes é a pouca noção do que realmente ingere durante o dia e a quantidade. Uma forma prática que ajuda você a observar o seu consumo é fazer um registro diário do que consome da seguinte maneira: Em um papel anote tudo que ingere e a quantidade, não esqueça de anotar uma bala sequer, lembre-se também dos líquidos (suco, refrigerante, café) e e ao final do dia observe a qualidade da sua alimentação. Desta maneira fica fácil reconhecer suas escolhas e assim mudar o comportamento para uma alimentação mais saudável. O acompanhamento com uma nutricionista pode ajudar nessas escolhas, mas não se esqueça que a sua determinação na mudança faz toda a diferença! Um grande abraço e até o nosso próximo encontro. |
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Alimentação e doenças crônicas Posted: 09/07/2010 ás 11:44 Uma alimentação equilibrada fornece ao organismo energia e nutrientes para o bom desenvolvimento das atividades de cada pessoa, bem como a manutenção da saúde. Desta forma, sabe-se que prejuízos também podem ocorrer devido a alimentação, seja pelo excesso – obesidade – ou pela carência total ou parcial dos alimentos – desnutrição. Vários estudos demonstram a relação entre alimentação e Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) – hipertensão, diabetes, câncer, etc. Um exemplo clássico, é uma aliementação rica em gordura saturada e o aparecimento de problemas cardiovasculares. Diante de todos os perigos que uma alimentação inadequada pode trazer à população, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu guias que definem limites seguros para o consumo de determinados alimentos e ou nutrientes. De alguns anos pra cá, campanhas envolvendo alimentação e nutrição surgem cada vez mais. Entretanto, percebe-se facilmente que todas as informações veiculadas não são devidamente seguidas. Atualmente, a alimentação carateriza-se pelo grande consumo de alimentos muito calóricos e industrializados - ricos em sódio, gorduras e açúcares simples – e reduzido consumo de frutas, verduras e legumes – fonte de vitaminas, minerais e fibras. As DCNT são uma das maiores causas de morte, principalmente em países desenvolvidos e grandes cidades brasileiras. As DCNT não possuem uma única causa, geralmente seu surgimento se dá pela combinação de fatores genéticos com hábitos de vida, como atividade física e alimentação. As recomendações dietéticas, para diabetes, hipertensão, colesterol elevado e demais problemas cardiovasculares, podem ser facilmente seguidas. Destaca-se que as recomendações são formuladas por órgãos competentes como a Sociedade Brasileira de Diabetes e Sociedade Brasileira de Cardiologia, por exemplo. As principais recomendações são: - Realizar de 5 a 6 refeições por dia, ou seja, comer pequenas quantidades várias vezes ao dia; - Preferir alimentos integrais (pão, arroz, macarrão, bolachas); - Aumentar consumo de frutas, verduras e legumes (variando sempre para se obter diferentes vitaminas e minerais); - Ingerir diariamente leite e/ou derivados (uma das principais fontes de cálcio). A alimentação é uma forte aliada na prevenção, entretanto, quando diagnosticada a doença, a alimentação deve ser encarada como um tratamento auxiliar ao tratamento medicamentoso, proposto pelo médico. Portanto, comece a cuidar da sua alimetação o quanto antes, ainda mais se existem casos de diabetes, hipertensão, entre outras, na sua família. Cuidar da sua saúde é o melhor presente que você pode se dar. |
postado em: 13/06/2010
Bom! Antes de falar dos ômegas, precisamos conhecer os tipos de gorduras existentes. A gordura saturada (chamada de gordura ruim), gordura insaturada (divida em monoinsaturada e poliinsaturada) e a gordura trans (gordura formada por processo químico, no qual o óleo vegetal líquido é transformado em ácido graxo trans, uma gordura sólida).
Gordura Saturada: É encontrada principalmente em produtos de origem vegetal e que em temperatura ambiente ficam sólidos.
Fontes: Carnes vermelhas e brancas, leites e derivados integrais, bacon, óleo de algodão e azeite de dendê.
Gorduras Monoinsaturada e Poliinsaturada: Essas gorduras tem efeitos positivos na saúde. O consumo de alimentos com gorduras insaturadas controlam o nível de colesterol ruim no sangue e ajudam a absorver a vitaminas A, D, E e K (vitaminas solúveis em gordura).
Então quer dizer que agora eu vou indicar as pessoas a consumirem gordura, estranho né? Não é bem assim! As gorduras são essenciais para o nosso organismo e algumas delas, as chamadas Ácidos Graxos Essenciais, são importantes, pois o nosso organismo não produz, portanto precisamos adquiri-las através da alimentação.
Os ácidos graxos essenciais são:
Na gordura monoinsatura temos: Ácido oleico (ômega 9) vital na construção das membranas, estando presente nas epidermes (camada mais externa da pele), tendo como função proteção e barreira contra uma desidratação. O ômega 9 também tem grande importância na formação dos hormônios.
Fonte: Óleo de oliva, canola, azeitona, abacate, amêndoas, amendoim, castanha e nozes.
Na gordura poliinsaturada temos: Ácido linoleico (ômega 6), um importante antiinflamatório, ajuda na defesa do organismo, melhora o sistema imunológico e reduz o colesterol no sangue.
Fonte: Óleo de soja, milho, girassol, linhaça e castanhas.
Ácido Linolênico (ômega 3), o mais importante dos ômegas. Ajuda no desenvolvimento do sistema nervosos central e sistema visual, atua na formação e regenegação de neurônios, diminui o risco de doenças cardiovasculares, colesterol ruim e açúcar no sangue, além de também ser antiinflamatório.
O Cerebro é um tecido principalmente lipídico (gordura), representando cerca de 60% de seu peso seco, dos quais 40% são ácidos graxos poliinsaturados e desses, 10% são os ômegas 3 e 6.
Fonte: Plantas e animais marinhos, principalmente os fotoplanctos, algas e peixes de água profunda (atum, sardinha, cavala, salmão, truta) oleo vegetal de linhaça e canola.
“A gordura nem sempre é vilã, ela até tem calorias, mas os benefícios podem nos proporcionar bens maiores”
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