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Saúde É Comer Bem

Os 7 Pecados De Uma Dieta

{ 01:57 AM, 11/12/2010 } { Postado em Vitaminas } { 0 comentários } { Link }

 

 

São mais de 10 milhões de pessoas fazendo dieta para emagrecer
no Brasil. Um número bastante significativo para um país com 190 milhões de habitantes.
Porém quantas dessas pessoas você conhece, que realmente alcançaram seus objetivos? Esse duelo contra a balança, geralmente só da certo quando estas pessoas deixam de cometer os “pecados” mais comuns da dieta. Veja quais são eles:
1) Dar preferência aos congelados – A pessoa tem a ilusão de estar controlando sua dieta, lendo as calorias que estão na embalagem. Porém, as pessoas calculam errado, já que no rótulo está descrito as calorias de UMA fatia ou porção, e geralmente consideramos essas calorias como um todo. No fim, comemos a mais porque pensamos estar diante de um prato leve que acaba se revelando uma bomba calórica
2) Fazer jejum – A menos que você vá fazer algum tipo de exame que exija jejum, em nenhum outro caso ele é recomendado. Com o jejum o seu organismo passa a gastar calorias em um ritmo mais lento, pois o corpo acredita estar em uma situação de “perigo”. As pessoas que fazem jejum também costumam comer 30% mais do que as outras, logo, é uma ação que estraga a dieta completamente.
3) Exagerar na carne vermelha – Carnes vermelhas são campeãs em gorduras saturadas. Geralmente chegam à mesa com 450 calorias, três vezes a mais do que um bife grelhado. O segredo é saber dosar. Carne vermelha deve conter na dieta sim, mas sem ultrapassar 400 gramas por semana, o que seria equivalente a 3 bifes médios
4) Comer frituras – Nem precisa de muita explicação, pois todo mundo sabe que frituras não são saudáveis e prejudicam a batalha de quem quer emagrecer. Como elas demoram a ser digeridas provocam lentidão no metabolismo. De novo, o corpo queima calorias em ritmo menos acelerado.
5) Fazer dieta sem a supervisão médica – Procure sempre o médico do seu Plano de Saúde antes de submeter-se a períodos de privação à mesa.Só ele será capaz de considerar informações individuais – como peso, altura, idade e hábitos de vida –e potencializar e monitorar os efeitos da dieta, evitando perdas drásticas na balança, processo em geral seguido de novo ganho de peso.
6) Não comer verduras, legumes e frutas – Sem esses tipos de alimento você não terá quantidade suficiente de fibras solúveis no seu organismo. Esses alimentos garantem sensação de saciedade por mais tempo e absorvem o açúcar do corpo. Portanto, não fuja deles!
7) O mais mortal de todos – Não fazer exercícios físicos! Meia hora de exercício é suficiente para acelerar o metabolismo, o corpo passa a queimar calorias em ritmo 30% mais veloz ao longo do dia. Comece já!
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Alimentação de Fim De Ano

{ 01:04 AM, 11/12/2010 } { 0 comentários } { Link }

 



Alimentos funcionais: histórico e benefícios

{ 11:57 AM, 10/7/2010 } { 1 comentários } { Link }

Alimentos funcionais: histórico e benefícios

Posted: 09/07/2010 ás 12:01

Alimentação funcional

Não é de hoje que o ser humano busca nos alimentos, principalmente nos vegetais, a fonte de saúde e longevidade. Há 2.500 anos, Hipócrates já dizia: “Que  o seu alimento seja seu medicamento, e seu medicamento seja seu alimento”.

Com o passar dos tempos, foi observado que determinadas populações, cada uma com um tipo de alimentação diferente, apresentavam uma menor incidência de certas doenças. Isso levou a diversos estudos com o objetivo de identificar o mecanismo de defesa de cada dieta.

Essa contribuição da ciência foi muito importante, e com os avanços tecnológicos ao longo dos anos, foi possível comprovar a existência de certas substâncias extremamente benéficas à saúde, e a relação positiva entre o consumo delas e a redução de agravos como: tumores, diabetes, doenças cardiovasculares, entre outras.

Alimento Funcional é aquele que apresenta em sua formulação uma ou mais substâncias que comprovadamente, além de nutrir tenham alguma função benéfica ao organismo. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) ainda complementa dizendo que este alimento tem que ser seguro para o consumo sem que seja necessária supervisão médica.

O Alimento Funcional pode se apresentar em 3 formas:

- Natural: quando está pronto para o consumo, como nas frutas cítricas, ricas em vitamina C;

- Industrializados: quando são produzidos pela indústria, como cápsulas de Ômega 3;

- Adicionados: quando a substância funcional é incluída na formulação de um produto, como os leites fermentados com Lactobacillus.

Vale lembrar que não é suficiente que o alimento contenha determinada substância com propriedades funcionais, sendo necessário que ele contenha quantidades suficientes para produzir o efeito desejado.

Dentre as funções atribuídas aos Alimentos Funcionais destaco aqui:

- Atividade antioxidante: impede a ação dos radicais livres. Ex.: Selênio, Zinco, Vitaminas A, C e E, entre outros. Encontrados em castanhas, frutas e verduras. 

- Alteração no metabolismo do colesterol: interferem na formulação da molécula do colesterol, reduzindo assim sua presença na corrente sanguínea. Ex.: Ômega 3, encontrado principalmente em peixes de água salgada.

Entretanto, é preciso se atentar ao fato que pouco se sabe sobre possíveis efeitos tóxicos dessas substâncias, decorrentes de consumo em excesso. A sugestão é que se faça uma alimentação variada e nutricionalmente balanceada, pois assim é possível atingir a maioria das recomendações.  Escolha sempre alimentos frescos, e na hora de montar seu prato, faça ele bem colorido, lembrando sempre que o nutricionista é o profissional habilitado à prescrição de planos alimentares adequados a cada indivíduo, podendo ainda suplementar determinados nutrientes, quando achar necessário.



Saúde é Benefícios

{ 11:52 AM, 10/7/2010 } { 0 comentários } { Link }

 



Comer bem é comer com qualidade

{ 11:41 AM, 9/7/2010 } { 0 comentários } { Link }

                 Escolhas saudáveis

 

Escolhas saudáveis

Posted: 09/07/2010 ás 11:44

Escolhas Saudáveis

Antes de iniciar qualquer dieta ou programa de reeducação alimentar o principal estimulo deve ser a determinação na mudança. Serão mudanças de hábitos, alimentos, horários e principalmente mudança nas escolhas.

Dar o primeiro passo é muito importante, porém ser perseverante é essencial. Essas mudanças não serão nenhum tipo de tortura mas sim descobrimento de um novo prazer: sentir-se bem consigo mesmo.

Na experiência que tenho com reeducação alimentar observo que o mais difícil entre os pacientes é fazer a escolha certa, ou seja a escolha mais saudável. E a principal pergunta: Por onde devo começar minha dieta ou minha reeducação alimentar? Para esse pergunta sempre aponto que os detalhes fazem toda a diferença e ofereço algumas orientações para o dia a dia. Segue alguma dessas orientações:

Nas compras:

  • Faça uma lista de compras antes de sair de casa, nesta lista só entra o que é saudável e necessário.
  • Saia descansado(a) para as compras, e faça uma refeição antes de sair de casa pois, ir as compras com fome estimula o consumo de alimentos que não são necessários e acabam sendo uma “tentação” dentro de casa.
  • Vá sozinho(a) as compras, não leve criança ou adolescente, pois eles certamente  vão escolher alimentos pelo próprio paladar ou pelo estímulos das propagandas.
  • Seja objetivo, evite ficar passeando pelos corredores das guloseimas.

Nas refeições:

  • Faça em desjejum completo com cereais integrais ou pão integral, frutas, uma porção de leite ou derivado.
  • Coma entre o desjejum e o almoço uma fruta com a casca , pois a casca é rica em fibras que conferem saciedade reduzindo aquela “fome de leão” na hora do almoço.
  • Comece o almoço pelas saladas cruas, utilize azeite de oliva para o tempero. Mastigue bem e sinta o sabor dos alimentos. Descubra esse novo prazer.
  • Após a salada monte seu prato escolhendo sempre alimentos coloridos e variados. Observe bem para que em uma refeição você tenha no prato pelo menos 5 cores diferentes, por exemplo: Arroz (branco); feijão (preto); folhosos (verde); carne (vermelho), e um legume (laranja). Cuidado com as quantidades.
  • Caso sinta necessidade de comer doce substitua por uma fruta ou picolé simples de fruta.
  • Tempere o alimento enquanto estiver cozinhando, prefira temperos naturais como alho, cebola, ervas e reduza o sal, pois em excesso pode causar retenção hídrica, edema e hipertensão. Retire também o saleiro da mesa.

O que acaba acontecendo com os pacientes é a pouca noção do que realmente ingere durante o dia e a quantidade. Uma forma prática que ajuda você a observar o seu consumo é fazer um registro diário do que consome da seguinte maneira:

Em um papel anote tudo que ingere e a quantidade, não esqueça de anotar uma bala sequer, lembre-se também dos líquidos (suco, refrigerante, café) e  e ao final do dia observe a qualidade da sua alimentação. Desta maneira fica fácil reconhecer suas escolhas e assim mudar o comportamento para uma alimentação mais saudável.

O acompanhamento com uma nutricionista pode ajudar nessas escolhas, mas não se esqueça que a sua determinação na mudança faz toda a diferença!

Um grande abraço e até o nosso próximo encontro.

Alimentação e doenças crônicas

Posted: 09/07/2010 ás 11:44

Uma alimentação equilibrada fornece ao organismo energia  e nutrientes para o bom desenvolvimento das atividades de cada pessoa, bem como a manutenção da saúde. Desta forma, sabe-se que prejuízos também podem ocorrer devido a alimentação, seja pelo excesso – obesidade – ou pela carência total ou parcial dos alimentos – desnutrição.

Vários estudos demonstram a relação entre alimentação e Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) – hipertensão, diabetes, câncer, etc. Um exemplo clássico, é uma aliementação rica em gordura saturada e o aparecimento de problemas cardiovasculares. Diante de todos os perigos que uma alimentação inadequada pode trazer à população, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu guias que definem limites seguros para o consumo de determinados alimentos e ou nutrientes.

De alguns anos pra cá, campanhas envolvendo alimentação e nutrição surgem cada vez mais. Entretanto, percebe-se facilmente que todas as informações veiculadas não são devidamente seguidas. Atualmente, a alimentação carateriza-se pelo grande consumo de alimentos muito calóricos e industrializados - ricos em sódio, gorduras e açúcares simples – e reduzido consumo de frutas, verduras e legumes – fonte de vitaminas, minerais e fibras.

As DCNT são uma das maiores causas de morte, principalmente em países desenvolvidos e grandes cidades brasileiras. As DCNT não possuem uma única causa, geralmente seu surgimento se dá pela combinação de fatores genéticos com hábitos de vida, como atividade física e alimentação.

As recomendações dietéticas, para diabetes, hipertensão, colesterol elevado e demais problemas cardiovasculares, podem ser facilmente seguidas. Destaca-se que as recomendações são formuladas por órgãos competentes como a Sociedade Brasileira de Diabetes e Sociedade Brasileira de Cardiologia, por exemplo.

As principais recomendações são:

- Realizar de 5 a 6 refeições por dia, ou seja, comer pequenas quantidades várias vezes ao dia;

- Preferir alimentos integrais (pão, arroz, macarrão, bolachas);

- Aumentar consumo de frutas, verduras e legumes (variando sempre para se obter diferentes vitaminas e minerais);

- Ingerir diariamente leite e/ou derivados (uma das principais fontes de cálcio).

A alimentação é uma forte aliada na prevenção, entretanto, quando diagnosticada a doença, a alimentação deve ser encarada como um tratamento auxiliar ao tratamento medicamentoso, proposto pelo médico. Portanto, comece a cuidar da sua alimetação o quanto antes, ainda mais se existem casos de diabetes, hipertensão, entre outras, na sua família. Cuidar da sua saúde é o melhor presente que você pode se dar.



Qual a importância dos Ômegas na alimentação?

{ 12:54 AM, 14/6/2010 } { 0 comentários } { Link }

Ômega3

postado em: 13/06/2010

                                                                 óleos              

Bom! Antes de falar dos ômegas, precisamos conhecer os tipos de gorduras existentes. A gordura saturada (chamada de gordura ruim), gordura insaturada (divida em monoinsaturada e poliinsaturada) e a gordura trans (gordura formada por processo químico, no qual o óleo vegetal líquido é transformado em ácido graxo trans, uma gordura sólida).

Gordura Saturada: É encontrada principalmente em produtos de origem vegetal e que em temperatura ambiente ficam sólidos.

Fontes: Carnes vermelhas e brancas, leites e derivados integrais, bacon, óleo de algodão e azeite de dendê.

Gorduras Monoinsaturada e Poliinsaturada: Essas gorduras tem efeitos positivos na saúde. O consumo de alimentos com gorduras insaturadas controlam o nível de colesterol ruim no sangue e ajudam a absorver a vitaminas A, D, E e K (vitaminas solúveis em gordura).

Então quer dizer que agora eu vou indicar as pessoas a consumirem gordura, estranho né? Não é bem assim! As gorduras são essenciais para o nosso organismo e algumas delas, as chamadas Ácidos Graxos Essenciais, são importantes, pois o nosso organismo não produz, portanto precisamos adquiri-las através da alimentação.

Os ácidos graxos essenciais são:

Alimentos ricos  em Ômega 3Na gordura monoinsatura temos: Ácido oleico (ômega 9) vital na construção das membranas, estando presente nas epidermes (camada mais externa da pele), tendo como função proteção e barreira contra uma desidratação. O ômega 9 também tem grande importância na formação dos hormônios.

Fonte: Óleo de oliva, canola, azeitona, abacate, amêndoas, amendoim, castanha e nozes.

Na gordura poliinsaturada temos: Ácido linoleico (ômega 6), um importante antiinflamatório, ajuda na defesa do organismo, melhora o sistema imunológico e reduz o colesterol no sangue.

Fonte: Óleo de soja, milho, girassol, linhaça e castanhas.

Ácido Linolênico (ômega 3), o mais importante dos ômegas. Ajuda no desenvolvimento do sistema nervosos central e sistema visual, atua na formação e regenegação de neurônios, diminui o risco de doenças cardiovasculares, colesterol ruim e açúcar no sangue, além de também ser antiinflamatório.

O Cerebro é um tecido principalmente lipídico (gordura), representando cerca de 60% de seu peso seco, dos quais 40% são ácidos graxos poliinsaturados e desses, 10% são os ômegas 3 e 6.

Fonte: Plantas e animais marinhos, principalmente os fotoplanctos, algas e peixes de água profunda (atum, sardinha, cavala, salmão, truta) oleo vegetal de linhaça e canola.

“A gordura nem sempre é vilã, ela até tem calorias, mas os benefícios podem nos proporcionar bens maiores”



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