8/1/2008 - Primeira Seção parte 1

Lá estava ela sentada no canto vazio e remoto da igreja, tal como fôra combinado anteriormente. Já havia se passado mais de um mês desde que nos conhecemos na sala de bate papo e nesse prazo conversáramos tardes inteiras sobre como somos, pensamos e sentimos. Falamos de nossas experiências no bdsm e também dos nossos fetishes.
Ao me ver sua primeira reação foi olhar-me profundamente nos olhos como que procurando conhecer-me o intimo profundamente num só momento. Seus olhos brilhavam de ansiedade, mas ela percebeu minha desaprovação e baixou o olhar.
Sentei ao seu lado calado apenas observando se ela estava de acordo a roupa, cabelo, maquilagem e a “calcinha” (sem é claro). Ordenei que levantasse a saia, e lá estava sua xana desnuda e depilada tal como eu havia ordenado.
- Vim aqui tomar posse de você. A partir de hoje és minha propriedade protegerei e zelarei pelo teu bem estar e também pelo seu desejo e prazer em servir-me. – disse-lhe eu.
Ela ajoelhou-se, colou o rosto em meus pés depois os beijou. Ainda ajoelhada tomou minha benção e fez o juramento:
- Prometo a Ti Meu Senhor, que sendo Sua a partir de agora, me coloco em Suas mão meu corpo, coração e alma para servi-lo, e para Vosso prazer. Tens minha lealdade, respeito, obediência e o Honrarei sendo Tua porque mereces ser perante TODOS admirado pela escrava que possuis. Seu prazer vem de mim, o meu do Meu Senhor. Prometo a Ti o empenho na superação para servi-lo ao modo a que lhe faça feliz. Sua aos teu pés em imensa admiração, devoção e entrega recebo vossa coleira. {Karoly} MAGNO.
Ordenei que se levantasse e caminhei a sua frente até a sala onde encontramos as velas acesas. Lá chegando ordenei que se ajoelhasse e estendesse as mãos com as palmas voltadas p/ cima. Com uma vela palito acesa pronunciei:
- A partir deste ato teu corpo, sentidos, sentimentos e pensamentos me pertencem nesta encarnação até que um de nós não mais deseje que seja assim. Isso é nossa vontade e de mais ninguém, assim sendo ninguém mais terá poderes sobre esta relação, nem aqui ou em outro plano.
Coloquei a coleira em seu pescoço e em seguida pinguei 3 gotas de cera em cada pulso de {Karoly}, que suspirou e não sei como não gritou, pois percebi que era esse seu desejo.Coloquei a vela onde deveria continuar queimando junto às outras e aproximei-me de seu rosto, {Karoly} colou o rosto em mim e senti o calor de sua boca louca mordendo-me voluptuosamente como que querendo engolir-me ali mesmo
Saímos da igreja e caminhamos pelas calçadas movimentadas. Não usei do recurso da humilhação em público; não que porque me desagradasse ou não me despertasse interesse, mas não há necessidade de escandalizar o meio baunilha; mas {Karoly} caminhava atrás de mim enquanto eu esboçava um ar superior apenas com o objetivo de constrangê-la um pouco.
Entramos em um café e sentei-me a mesa do fundo de costas para a porta; não gosto de sentar-me nessa posição, mas queria que ela ao sentar ficasse exposta para quem ali estivesse ou viesse a entrar. Ela já ia se sentar quando eu sinalizei com a cabeça que não.
- Quero um café expresso puro e uma água sem gelo, e voce peça o que quiser. Disse-lhe como que me dirigisse ao garçom.
Ela foi ao balcão e fez o pedido. Infelizmente a balconista não sabia que minha intenção em manda-la buscar o café era de fazer que sentisse que me servia em todos os sentidos, e como era de praxe, disse que {Karoly} poderia aguardar sentada que ela serviria assim que estivesse pronto.
{Karoly} sentou-se e ficou meio encabulada com a condição de estar com aquela saia curta e sem calcinha e exposta a quem quisesse ver. Cruzou cuidadosamente as pernas puxando a saia para baixo tentando cobrir sua nudez.
- Descruze. Observei friamente.
Ela prontamente descruzou as pernas e serrou os joelhos, ainda na tentativa de esconder a nudez, enquanto esboçou um sorriso pálido tentando disfarçar o quanto ficou sem jeito.
Coloquei delicadamente meu pe direito entre suas pernas e sutilmente a fiz entreabrir as pernas, o que levou-a a ficar totalmente corada.
A garçonete chegou com o café e vi que {Karoly} havia pedido o mesmo que eu. Ensinei-lhe que eu gostava do meu café expresso com 2 saquinhos de açúcar e um pouquinho de água. Ela adoçou colocou a água serviu-me e ficou aguardando que eu provasse.
- Esta de seu gosto Sir
- Sim perfeito.
{Karoly} sorriu satisfeita e so então serviu-se.
Eu, para criar um clima de suspense e mistério, mantinha o silencio quase que total, limitando-me as ordens e comentários necessários.
Entreguei o dinheiro a {Karoly} e mandei-a pagar a conta. Quando ela retornou levantei-me e caminhei em direção a saída seguido de perto por ela.
Chegamos à porta de um hotel, entrei e {Karoly} seguiu-me calada e sem conseguir disfarçar o rubor em suas faces. Era um hotel simples, não é o tipo de ambiente que costumo freqüentar. Queria deixa-la desconcertada e humilhada afinal {Karoly} era uma mulher de modos e gostos refinados.
Após 2 lances de uma escada antiga de madeira, que rangia a cada degrau, e um corredor sombrio encontramos a porta; não menos sombria; do quarto. Entreguei as chaves à {Karoly} e aguardei que ela a abrisse, entrei e sentei-me em uma cadeira que devia ter no mínimo a mesma idade da escada. {Karoly} permanecida estática na soleira porta, não era difícil saber o que se passava em sua mente, pois eu mesmo sentia vontade de sair correndo dali, mas queria humilhá-la e quebrar-lhe aquele orgulho que eu sabia que ela tinha e também fazê-la sentir que não tinha nenhum domínio da situação, coisa que eu sabia lhe tiraria o chão. Ordenei que entrasse e fechasse a porta.
{Karoly} ajoelhou-se e aninhou sua cabeça em meu colo em busca de proteção e carinho, deixei-a ficar ali por uns minutos enquanto eu aproveitava para sentir o calor de seu rosto e os sentimentos de dedicação e submissão daquele momento.
- Agora quero inspecionar-lhe. Disse eu secamente. Uma palidez tomou conta imediata de sua face desfazendo aquele ar sereno e angelical de segundos antes.
- Já Sir? Por favor, deixe-me aproveitar mais um pouco este momento. Questionou-me ela com voz meiga.
- Já. Respondi secamente.
{Karoly} levantou-se e foi despindo-se timidamente, a cada peça que despia um tom mais avermelhado tomava conta de seu rosto. Nua e sem jeito disse quase sem voz:
- Estou pronta Sir.
Demorei a levantar e quando a inspecionei o fiz demoradamente apenas para aumentar sua ansiedade.
Quando acabei ordenei-lhe que me despisse. E ela o fez bem devagar e de maneira suave, aproveitando para acariciar minha pele a cada peça que tirava e pendurava no mancebo.
Eu me encontrava nu esforçando-me inutilmente não demonstrar minha excitação. Aqueles afagos e beijos aplicados por {Karoly} em meu corpo, deixaram-me louco. Já que parte do mim não conseguia esconder o tesão resolvi saborear mais os afagos. Sussurrei em seu ouvido no momento em que ela colou seu corpo ao meu e deu longo suspiro:
- Venha, vamos nos banhar.
Confesso que foi o banho mais prazeroso que já tive. Ela me ensaboava aproveitando para me acariciar e apertar saboreando cada parte do meu corpo, eu também aproveitei-me daquele momento para satisfazer minha vontade de toca-la sem dar bandeira do quanto eu estava gostando. Tive que ordenar rudemente que parasse. Se não tivesse feito isso teria gozado em seus seios ensaboados, os quais ela esfregava contra meu membro. Era algo que ambos queríamos, mas meu objetivo era deixa-la ainda mais desejosa, por isso resolvi parar.
Após me secar, ato que ela fez sem que eu nada tivesse que dizer, ela secou-se em um ritual sensual que mais parecia uma dança.
- Ajoelhe-se e prenda os cabelos para traz num rabo de cavalo com isto. Ordenei entregando um elástico de cabelos.
Depois de cumprida a ordem entreguei-lhe uma venda preta e ordenei que a colocasse.
Certifiquei-me que ela nada enxergava. Segurei-a pelo rabo de cavalo e a fiz engatinhar pelo quarto parando aos pés da cama. Mandei que esticasse as mãos e amarrei cada pulso com um pedaço de corda de seda na já qual havia preparado um nó de algemas com um pedaço grande sobrando. Conduzi c/ cuidado {Karoly} para cima da cama e mandei-a virar de barriga para cima, em seguida amarrei a sobra das cordas uma em cada pé da cama. Repeti o procedimento em cada perna deixando atada e imobilizada.
Se existe sensação melhor que ter uma mulher entregue ao comando de seus desejos, eu ainda não conheço. A cena de {Karoly} vendada e amarrada nua à cama merecia uma foto a ser colocada em uma galeria de arte bdsm, mesmo que ainda faltassem velas e rosas vermelhas para ornar ainda mais o quadro. Ela tinha um ar de ansiedade, tal qual uma criança que desembrulha calmamente uma grande caixa de presente. Parecia que seus pensamentos voavam longe, talvez imaginando o que havia dentro da caixa.
Sentei na cama ao seu lado e fiquei saboreando aquele momento sem nada falar. Aquele corpo de pele alva arrepiada era deveras atraente e sedutor sentia vontade de acaricia-lo, morde-lo e beijá-lo inteiro tanto quanto aquela boca rosada. Se fosse uma relação baunilha com certeza já estaria fazendo isso com voraz apetite, mas ali naquele momento era diferente, tinha que mostrar que eu era dono daquele corpo e podia usa-lo como quizesse e ao mesmo tempo fazer com que {Karoly} sentisse prazer nisso. Ela já tinha tido seções com outro dom e deveria estar esperando Antes de tudo eu queria despertar nela o sentimento de ansiedade, assim sendo, acendi um cigarro. {Karoly} também tem o habito de fumar, percebi que seguia a fumaça, deve ter sido uma tortura para ela, pois desde a hora em que nos encontramos não havíamos fumado, eu mesmo já não agüentava mais de vontade, e ela ali imobilizada sentindo o cheiro. Eu já tinha fumado metade do cigarro quando coloquei o cigarro em sua boca, {Karoly} deu um longo trago e agradeceu-me:
-Obrigada Sir eu já não agüentava mais de vontade.
Deixei-a dar ainda mais dois tragos antes do cigarro acabar.
( CONTINUA )
|