SIR MAGNO

Minhas Musicas

30/1/2008 - Tinto

O tinto na taça servido

Rubro como a vela que ardia

E com seu brilho o transpassava

Ele com um rubi se parecia

 

Seu Buquê era sentido

Ao das rosas se fundia

Esse perfume despertava

Um clima de magia

 

Seu sabor proibido

Finalmente degustado

Maravilhado percebi

O quanto é encorpado

 

O néctar ali contido

Me deixou embriagado

O prazer que eu senti

Me deixou extasiado

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12/1/2008 - Moldando Você

O metal bruto ao fogo

Aquecido até incandescer

Açoitado tanto que logo

A forma se fez aparecer

 

Tornado a fornalha então

Para que em brasa açoitado

Em bela peça fosse moldado

A mais pura perfeição

 

Carinho no acabamento

Polimento para brilhar

Um diamante no centro

Para sua beleza valorizar

 

É linda a jóia reluzente

Ao  meu cetro adornar

Exibo pra todos admirar

O que só a mim pertence

a taça servido

Rubro como a vela que ardia

E com seu brilho o transpassava

Ele com um rubi se parecia

 

Seu Buquê era sentido

Ao das rosas se fundia

Esse perfume despertava

Um clima de magia

 

Seu sabor proibido

Finalmente degustado

Maravilhado percebi

O quanto é encorpado

 

O néctar ali contido

Me deixou embriagado

O prazer que eu senti

Me deixou extasiado

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12/1/2008 - Segunda Seção parte 2

(continuação)
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8/1/2008 - Primeira Seção parte 1

 Lá estava ela sentada no canto vazio e remoto da igreja, tal como fôra combinado anteriormente. Já havia se passado mais de um mês desde que nos conhecemos na sala de bate papo e nesse prazo conversáramos tardes inteiras sobre como somos, pensamos e sentimos. Falamos de nossas experiências no bdsm e também dos nossos fetishes.

 

Ao me ver sua primeira reação foi olhar-me profundamente nos olhos como que procurando conhecer-me o intimo profundamente num só momento. Seus olhos brilhavam de ansiedade, mas ela percebeu minha desaprovação e baixou o olhar.

Sentei ao seu lado calado apenas observando se ela estava de acordo  a roupa, cabelo, maquilagem e a “calcinha” (sem é claro). Ordenei que levantasse a saia, e lá estava sua xana desnuda e depilada tal como eu havia ordenado.

- Vim aqui tomar posse de você. A partir de hoje és minha propriedade protegerei e zelarei pelo teu bem estar e também pelo seu desejo e prazer em servir-me. – disse-lhe eu.

Ela ajoelhou-se, colou o rosto em meus pés depois os beijou. Ainda ajoelhada tomou minha benção e fez o juramento:

- Prometo a Ti Meu Senhor, que sendo Sua a partir de agora,  me coloco em Suas mão meu corpo, coração e alma para servi-lo, e para Vosso prazer. Tens minha lealdade, respeito, obediência e o Honrarei sendo Tua porque mereces ser perante TODOS admirado pela escrava que possuis. Seu prazer vem de mim, o meu do Meu Senhor. Prometo a Ti o empenho na superação para servi-lo ao modo a que lhe faça feliz. Sua aos teu pés em imensa admiração, devoção e entrega recebo vossa coleira. {Karoly} MAGNO.

Ordenei que se levantasse e caminhei a sua frente até a sala onde encontramos as velas acesas. Lá chegando ordenei que se ajoelhasse e estendesse as mãos com as palmas voltadas p/ cima. Com uma vela palito acesa pronunciei:

- A partir deste ato teu corpo, sentidos, sentimentos e pensamentos me pertencem nesta encarnação até que um de nós não mais deseje que seja assim. Isso é nossa vontade e de mais ninguém, assim sendo ninguém mais terá poderes sobre esta relação, nem aqui ou em outro plano.

Coloquei a coleira em seu pescoço  e em seguida pinguei 3 gotas de cera em cada pulso de {Karoly}, que suspirou e não sei como não gritou, pois percebi que era esse seu desejo.Coloquei a vela onde deveria continuar queimando junto às outras e aproximei-me de seu rosto,  {Karoly}  colou o rosto em mim e senti o calor de sua boca louca mordendo-me voluptuosamente como que querendo engolir-me ali mesmo

Saímos da igreja e caminhamos pelas calçadas movimentadas. Não usei do recurso da humilhação em público; não que porque me desagradasse ou não me despertasse interesse, mas não há necessidade de escandalizar o meio baunilha; mas {Karoly}  caminhava atrás de mim enquanto eu esboçava um ar superior apenas com o objetivo de constrangê-la um pouco.

Entramos em um café e sentei-me a mesa do fundo de costas para a porta; não gosto de sentar-me nessa posição, mas queria que ela ao sentar ficasse exposta para quem ali estivesse ou viesse a entrar. Ela já ia se sentar quando eu sinalizei com a cabeça que não.

- Quero um café expresso puro e uma água sem gelo, e voce peça o que quiser. Disse-lhe como que me dirigisse ao garçom.

Ela foi ao balcão e fez o pedido. Infelizmente a balconista não sabia que minha intenção em manda-la buscar o café era de fazer que sentisse que me servia em todos os sentidos, e como era de praxe, disse que {Karoly}  poderia aguardar sentada que ela serviria assim que estivesse pronto.

{Karoly}  sentou-se e ficou meio encabulada com a condição de estar com aquela saia curta e sem calcinha e exposta a quem quisesse ver. Cruzou cuidadosamente as pernas puxando a saia para baixo tentando cobrir sua nudez.

- Descruze.  Observei friamente.

Ela prontamente descruzou as pernas e serrou os joelhos, ainda na tentativa de esconder a nudez, enquanto esboçou um sorriso pálido tentando disfarçar o  quanto ficou sem jeito.

Coloquei delicadamente meu pe direito entre suas pernas e sutilmente a fiz entreabrir as pernas, o que levou-a a ficar totalmente corada.

A garçonete chegou com o café e vi que {Karoly}  havia pedido o mesmo que eu. Ensinei-lhe que eu gostava do meu café expresso com 2 saquinhos de açúcar e um pouquinho de água. Ela adoçou colocou a água  serviu-me e ficou aguardando que eu provasse.

- Esta de seu gosto Sir

- Sim perfeito.

{Karoly}  sorriu satisfeita e so então serviu-se.

Eu, para criar um clima de suspense e mistério,  mantinha o silencio quase que total, limitando-me as ordens e comentários necessários.

Entreguei o dinheiro a {Karoly}  e mandei-a pagar a conta. Quando ela retornou levantei-me e caminhei em direção a saída seguido de perto por ela.

Chegamos à porta de um hotel, entrei e {Karoly}  seguiu-me calada e sem conseguir disfarçar o rubor em suas faces. Era um hotel simples, não é o tipo de ambiente que costumo freqüentar. Queria deixa-la desconcertada e humilhada  afinal {Karoly}  era uma mulher de modos e gostos refinados.

Após 2 lances de uma escada antiga de madeira, que rangia a cada degrau, e um corredor sombrio encontramos  a  porta; não menos sombria;  do quarto. Entreguei as chaves à {Karoly}  e aguardei que ela a abrisse, entrei e sentei-me em uma cadeira que devia ter no mínimo a mesma idade da escada. {Karoly}  permanecida estática na soleira porta, não era difícil saber o que se passava em sua mente, pois eu mesmo sentia vontade de sair correndo dali, mas queria  humilhá-la e quebrar-lhe aquele orgulho que eu sabia que ela tinha e também fazê-la sentir que não tinha nenhum domínio da situação, coisa que eu sabia lhe tiraria o chão. Ordenei que entrasse e fechasse a porta.

{Karoly} ajoelhou-se e aninhou  sua cabeça em meu colo em busca de proteção e carinho, deixei-a ficar ali por uns minutos enquanto eu aproveitava para sentir o calor de seu rosto e os sentimentos de dedicação e submissão daquele momento.

- Agora quero inspecionar-lhe. Disse eu secamente. Uma palidez tomou conta imediata de sua face desfazendo aquele ar sereno e angelical de segundos antes.

- Já Sir? Por favor, deixe-me aproveitar mais um pouco este momento. Questionou-me ela com voz meiga.

- Já. Respondi secamente.

{Karoly} levantou-se e foi despindo-se timidamente, a cada peça que despia um tom mais avermelhado tomava conta de seu rosto. Nua e sem jeito disse quase sem voz:

- Estou pronta Sir.

Demorei a levantar e quando a inspecionei o fiz demoradamente apenas para aumentar sua ansiedade.

Quando acabei ordenei-lhe que me despisse. E ela o fez bem devagar e de maneira suave, aproveitando para acariciar minha pele a cada peça que tirava e pendurava no mancebo.

Eu me encontrava nu esforçando-me inutilmente não demonstrar minha excitação. Aqueles afagos e beijos aplicados por {Karoly}  em meu corpo, deixaram-me louco. Já que parte do mim não conseguia esconder o tesão resolvi saborear mais os afagos. Sussurrei em seu ouvido no momento em que ela colou seu corpo ao meu e deu longo suspiro:

- Venha, vamos nos banhar.

Confesso que foi o banho mais prazeroso que já tive. Ela me ensaboava aproveitando para me acariciar e apertar saboreando cada parte do meu corpo, eu também aproveitei-me daquele momento para satisfazer minha vontade de toca-la sem dar bandeira do quanto eu estava gostando. Tive que ordenar rudemente que parasse. Se não tivesse feito isso teria gozado em seus seios ensaboados, os quais ela esfregava contra meu membro. Era algo que ambos queríamos, mas meu objetivo era deixa-la ainda mais desejosa, por isso resolvi parar.

Após me secar, ato que ela fez sem que eu nada tivesse que dizer, ela secou-se em um ritual sensual que mais parecia uma dança.

- Ajoelhe-se e prenda os cabelos para traz num rabo de cavalo com isto. Ordenei entregando um elástico de cabelos.

Depois de cumprida a ordem entreguei-lhe uma venda preta e ordenei que a colocasse.

Certifiquei-me que ela nada enxergava. Segurei-a pelo rabo de cavalo e a fiz engatinhar pelo quarto parando aos pés da cama. Mandei que esticasse as mãos  e amarrei cada pulso com um pedaço de corda de seda na já qual havia preparado um nó de algemas  com um pedaço grande sobrando. Conduzi c/ cuidado {Karoly}  para cima da cama e mandei-a virar de barriga para cima, em seguida amarrei a sobra das cordas uma em cada pé da cama. Repeti o procedimento em cada perna deixando atada e imobilizada.

Se existe sensação melhor que ter uma mulher entregue ao comando de seus desejos, eu ainda  não conheço. A cena de {Karoly}  vendada e amarrada nua à cama merecia uma foto a ser colocada em uma galeria de arte bdsm, mesmo que ainda faltassem velas e rosas vermelhas para ornar ainda mais o quadro. Ela tinha um ar de ansiedade, tal qual uma criança que desembrulha calmamente uma grande caixa de presente. Parecia que seus pensamentos voavam longe, talvez imaginando o que havia dentro da caixa.

Sentei na cama ao seu lado  e fiquei saboreando aquele momento sem nada falar. Aquele corpo de pele alva arrepiada era deveras atraente e sedutor sentia vontade de acaricia-lo, morde-lo e beijá-lo inteiro tanto quanto aquela boca rosada. Se fosse uma relação baunilha com certeza já estaria fazendo isso com voraz apetite, mas ali naquele momento era diferente, tinha que mostrar que eu era dono daquele corpo e podia usa-lo como quizesse e ao mesmo tempo fazer com que {Karoly}  sentisse prazer nisso. Ela  já tinha tido seções com outro dom e deveria estar esperando Antes de tudo eu queria despertar nela o sentimento de ansiedade, assim sendo, acendi um cigarro. {Karoly}  também tem o habito de fumar, percebi que seguia a fumaça, deve ter sido uma tortura para ela, pois desde a hora em que nos encontramos não havíamos fumado, eu mesmo já não agüentava mais de vontade, e ela ali imobilizada sentindo o cheiro. Eu já tinha fumado metade do cigarro quando coloquei o cigarro em sua boca, {Karoly}  deu um longo trago e agradeceu-me:

-Obrigada Sir eu já não agüentava mais de vontade.

Deixei-a dar ainda mais dois tragos antes do cigarro acabar.

( CONTINUA )

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8/1/2008 - Primeira seção parte 2

( CONTINUAÇÃO )

A relação Dominador e subimissa e uma relação a dois, ambos tem desejos, fetishes e expectavivas. Imaginei que naquele momento ela esperava que eu utilizasse uma técnica sado (Realmente ela imaginava que eu fosse usar gelo, velas, prendedores, spank ou alguma outra técnica , confidenciou-me mais tarde) tudo lhe passou pela cabeça, menos o que se seguiu.

 Não era questão de satisfazer apenas meus desejos e fetishes, eu realmente estava disposto a superar todas as expectativas dela conquistando-lhe tanto a admiração, quanto tornar seu corpo meu escravo pelo prazer.Afinal nenhuma sub serve verdadeiramente a quem não admira ou se isso não lhe da prazer. Não existe lugar para o egoísmo ou egocentrismo na relação Dom e sub. O maior prazer para o dominador e antes de tudo o orgulho em dominar, ser servido e de sentir que sua sub coloca em suas mãos o domínio de seu corpo e sentimentos, prazer que traz consigo enorme responsabilidade pela saúde física e mental da mesma. O maior prazer para a submissa e o orgulho em servir a alguém que confia e admira e de entregar a ele sem medo seu corpo e sentimentos.

Se há uma coisa que eu sempre tive e a criatividade e a facilidade de improvisar. Eu não havia trazido nenhum tipo de acessório para a seção, por isso antes passei em uma perfumaria e comprei um pincel de maquilagem daqueles que as mulheres usam para passar blush e uma sandália havaiana.

Peguei o pincel e fui passeando suavemente pelo seu corpo, comecei pelos lábios, passei para a  face, pescoço e para o ombro direito. Desci pela parte externa do braço ate as mãos e voltei ao ombro pela parte interna do braço. Percorri o dorso do seu corpo e perna esquerda, demorei-me um pouco mais nos pés, não deixei nenhum dedinho, nem a sola nem o peito sem cuidados. Subi pela parte interna da perna ate sua virilha, tomei cuidado especial para não tocar em seus lábios ou clitóris. Retornei ao pescoço percorrendo o caminho inverso desta vez pela parte do corpo que ainda não havia sido acariciada.

Agora era a vez dos seios, barriga e por fim da xana. Comecei percorrendo por entre os seios e indo de um ao outro acariciando seus mamilos, depois foi descendo pela barriga ate o monte de vênus. Quando toquei em seu lábios, {Karoly}  que ate então se derretia em suspiros, soltou um grito de prazer tao forte e gostoso que percebi que ela ia gozar.

- Contenha-se {Karoly}  não lhei deu permiçao para gozar ainda.

- Eu não agüento mais Sir, por favor.

- Ainda não.

Parei imediatamente com a estimulação e fiquei esperando que ela parasse de se debater e arfar.Quando ela conseguiu se conter, desamarrei-a, a fiz virar de bruços e tornei a imobiliza-la.

Recomecei a estimulação pelo pescoço refazendo os caminhos que havia percorrido na frente, por ultimo desci pela coluna ate chegar em sua bunda, a qual abri com uma das mãos para poder estimular seu anus demoradamente, em seguida bem devagar fui descendo ate sua xana.

Depois de acariciar com as cerdas seus lábios e clitóris, inverti a posição do pincel e tornei a acariciar desta vez com o cabo. Eu dava propositalmente um demorado trato em seu clitóris quando percebi novamente que estava perto de gozar. E novamente interrompi abruptamente as caricias proibindo-a de gozar.

Desta vez ela demorou ainda mais a se recompor. Se remexendo, arfando e implorando que eu a deixasse gozar.

- Ainda não e ponto final. Disse eu secamente, visando esfriar seu tesão por aquele momento. Mal sabe ela, mas se ela gozasse naquele momento eu também não consiguiria me conter e explodiria em gozo sobre ela.

Ambos acalmados, eu peguei as sandálias e o gel canforado. Comecei uma seção de spank light, apos cada chinelada eu passava um pouco de gel que eu sabia que inicialmente refrescava mais depois a cânfora fazia seu papel de arder e causar a sensação de gelar a região. Tomei o cuidado de não deixar marcarda sua bunda pois {Karoly}  e casada. Havia feito ela esperar por esse spank mais ou menos por uma hora e fiz que valesse a pena esperar, so parei para evitar que ela gozasse novamente.

Dessamarrei-a e retirei sua venda e pelo rabo de cavalo fiz que descesse da cama ficando de quatro ajoelhada em frente de mim. Ainda segurando-a pelo rabo de cavalo penetrei sua boca com meu membro o mais fundo que consegui, tirei e recoloquei por varias vezes. Aquilo causava um ar de satisfação e prazer indiscretivel no rosto de {Karoly}  o que aumentava ainda mais o meu tesao.

Puxei-a para cima fazendo que ficasse em pe e colei nossos corpos e começamos a nos esfregar loucamente. Quando dei por mim estávamos rolando na cama. Abri suas pernas e fiquei passando meu membro em sua xana ensopada. Ela rebolou e gritou de tesão ate que não agüentando mais e pediu:

- Sir quero senti-lo dentro mim.

Gargalhei gostosamente.

-O senhor não se esquece de nada ! Espantou-se ela mostrando que também se lembrava de nossa primeira conversa na sala de bate papo, onde eu lhe disse que ela imploraria que eu a possuisse.

Mesmo não agüentando mais prolonguei aquele momento ate onde pude e quando senti que iria gozar levantei-me e disse que precisava ir ao banheiro. Meu membro doía e latejava, sentei-me no vaso e aguardei uns instantes para dar a ele tempo de se acalmar.

Quando retornei encontrei {Karoly}  de pernas sensualmente abertas, seu corpo irradiava uma energia de tesão e luxuria e aqueles lábios rosados e molhados pronunciaram com uma voz sedutora:

- Sir vai me possuir agora

Como resposta atirei-me sobre ela e contrariando meu desejo de penetra-la de uma vez, fui introduzindo meu membro lentamente centímetro a centímetro ate que ela me engoliu por inteiro e la fiquei parado saboreando o calor daquela xana que se contraia e relaxava num ritmo delicioso.

Comecei num vai e vem lento e compassado e fui aumentando o ritmo e a força da penetração, já estávamos num compaço frenético quando {Karoly}  deu um grito prolongado e gozou longamente. Esperei com dificuldade para conter meu goze ate que ela parasse com as fortes contrações e sai dela e explodi em gozo em seus seios. Ela agarrou meu membro e o esfregou em seus mamilos e por todo os seios lambuzando-os com meu esperma.

Deite-me amolecido ao seu lado e ela aproveitou para aninhar-se em meu ombro, ficamos assim calados relaxando por um bom tempo.

Foi {Karoly}  quem quebrou o silencio descrevendo detalhadamente tudo o que sentiu desde o primeiro momento em que nos encontramos na igreja.

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8/1/2008 - Segunda Seção

O dialogo e um fator fundamental em qualquer relação e num relacionamento D S não é diferente. Após a primeira seção k e eu conversamos diariamente, fosse pela net ou pelo telefone e eu ia aproveitando para fazê-la falar sobre coisas relacionadas ao bdsm e assim saber quais eram seus limites e seus desejos. Foi assim que descobri que ela não era tão light como havia me dito em nossas longas conversas antes da primeira seção, já tinha desconfiado disso durante a seção, cheguei a pensar em usar o cinto para substituir o chinelo, mas como ela é muito branca e iria direto para casa preocupei-me com a vermelhidão ou até algum vergão, então contive meu desejo. Foi através de nossas conversas que vim a saber que ela prefere o couro em lugar das cordas, isso me agradou pois também gosto de ver minha submissa com algemas e tornozeileiras de couro.

Muitos podem achar estranho um dominador preocupando-se com os desejos de sua submissa. Eu pelo menos acho isso importante, pois meu prazer vem do fato de ter uma mulher que entregue confiante e sem medo seu corpo ao meu comando e  meus desejos, alguém que se esforça ao máximo para agradar-me e servir-me. Porem não deixa de ser uma relação a dois e não basta só ela buscar me dar prazer, ela também precisa ter prazer, não só o prazer de servir e agradar, mas a seção toda tem que ser prazerosa.

Preparei as algemas e tornozeileiras de couro, as correntes, as velas e o chicote e me dirigi ao local do encontro.

Eu já estava atrasado propositalmente dez minutos e me contive ainda por aproximadamente mais cinco observando-a sentada ansiosa no café do shopping. Ao me ver seus lábios esboçaram um sorriso lindo e indescritível e o brilho de seus olhos demonstraram sua alegria.

Comprimentei-a e sentei-me de frente para ela.

- O Senhor demorou, pensei que não viria.

Limitei-me a sorrir sarcasticamente apenas.

- Eu já conhecia o som desse sorriso malvado, mas é a primeira vez que o ouço e vejo ao mesmo tempo. Comentou K num tom sensual.Percebi um copo com um fundinho de água e uma xícara de café vazia na frente dela.

- Vejo que voce adquiriu o habito de tomar água junto com seu café. Falei com ironia.

- Sim, dessa forma sinto sua presença Senhor.

Como ela não se manifestou em servir-me, recostei na cadeira e encarei-a sério e disse:

-Voce não esta se esquecendo de nada

- Seria o seu café Senhor

- O que é que voce acha

Ela fez menção de chamar o garçom, mas a corrigi.

- Quem me serve é voce.

K levantou-se foi ao balcão e retornou com meu café e minha água. Adoçou e aguardou que eu o provasse para perguntar se estava ao meu gosto.

Repeti o ritual de entregar-lhe o dinheiro e mandá-la pagar a conta e sai da cafeteria aguardando-a do lado de fora.

Eu sabia que por de baixo da saia ela não usava calcinha, isso já tinha sido instituído como prática. Caminhamos um pouco pelo shopping, desta vez permiti que o fizesse ao meu lado. Percebi que nos degraus abaixo do nosso na escada rolante um rapaz de seus vinte e poucos anos estava hipnotizado pelo quadro desnudo a sua frente. Sorri e sinalizei para, k que ao perceber ruborizou-se na hora.

No elevador panorâmico fiz questão que posicionarmos no fundo bem junto ao vidro. K esboçou um sorriso malicioso demonstrando que estava começando a gostar da brincadeira.

Aproveite que estávamos no shopping e levei-a ao cinema. Fomos os primeiros a entrar e sentamo-nos num dos cantos bem no fundo. Tomei seus pulsos e ia colocar as algemas quando k assustada encolheu os braços e perguntou:

- Mas aqui Sir

- Vai questionar um ato meu. Interroguei-a rispidamente.

Ela timidamente esticou os braços para que eu completasse o ato. Coloquei as algemas de couro em seus pulsos e depois corri a mão por sua perna até chegar ao tornozelo, puxei-o para cima e posei seu pé sobre minha coxa. Acariciei sua perna por um breve  instante e coloquei um parte da algema também de couro que e havia preparado para as pernas. Terminado ordenei segurando a perna já algemada:

- dê-me a outra agora.

Ela teve que se posicionar meio desconfortavelmente para manter ambas as pernas pousadas em minha coxa enquanto eu afivelava a ultima algema. Enquanto eu o fazia sentia o tremor de seu corpo.

Não coloquei as correntes dos tornozelos, só as dos pulsos.

Parecia que tudo havia sido cronometrado, mal ela abaixou as pernas e entrou um expectador e sentou-se a distancia.  A sorte estava mesmo a meu favor, as luzes se apagaram e só estávamos nós três na sala de projeção.

Mesmo na penumbra pude perceber o ar de espanto de k quando ela viu em minhas mãos a coleira. Como ela demorou a colocar-se na posição de encoleiramento, interroguei-a:

- Devo ligar para o canil para ver se me mandam uma cadela mais obediente

Surpreendi-me com a gostosa risada que ela deu.

- Isso o Sir não faria. Mas tenho certeza que se ligar para uma daquelas cadelas com as quais conversa elas viriam correndo. Eu é que não vou correr esse risco meu Senhor amado.

Ditas essas palavras colocou-se na posição.

-Voce esta ficando abusada. Vou fazer isso mesmo e agora.

- Não Sir, por favor. Foi apenas uma brincadeira. Fiz isso apenas para me descontrair, eu estou um pouco sem jeito no momento.

- Pois agora agüente as conseqüências de brincar em hora errada.

Encoleirei-a, coloquei a corrente guia e a fiz vir atrás de mim de mim, quase tive de arrastá-la, ela me seguia com passos lentos e pesados. Quando chegamos a porta de saída retirei a corrente e mandei-a ir até o banheiro que ficava a uns 10 metros pelo corredor bem iluminado.

- Mas assim Sir

- Sim. Enquanto vai e volta terá tempo de pensar em seu erro. Espero-te aqui na porta, e não demore, pois os trailers já estão acabando e não quero perder o começo do filme.

- Por favor, Sir. Não faça isso comigo, afinal foi apenas uma brincadeira.

Ela sabia muito bem que aquele momento não era hora de brincadeiras, eu tinha certeza absoluta que ela havia feito tudo aquilo propositalmente, ela queria me testar. Fez de caso pensado, me desafiou para ver se eu teria força para dobrá-la ou me dobraria ao seu dengo e seu charme.

- Esta bem. Dou-te outra opção.

- Qual Sir perguntou ela com um sorriso sarcástico nos lábios se sentindo vitoriosa.

- Seis meses de suspensão, sem nenhum tipo de toque, afago ou seção.

Foi um belo banho de água fria, pois aquele sorriso sarcástico desapareceu tão rapto quanto a cor do seu rosto. Eu nunca havia visto k tão pálida e sem graça.

Ela abaixou a cabeça e murmurou com voz embargada:

- Com sua licença Sir.

Virou-se e caminhou em direção ao banheiro.

Para aumentar ainda mais sua tortura soltei uma gostosa gargalhada.

Enquanto ela estava no banheiro entrou um casal na sala de projeção. Observei-os e eles sentaram-se quase no fundo da sala, mas para minha sorte na posição oposta de onde estávamos sentados.

Quando k retornou recoloquei a corrente na coleira e a guiei de volta ao nosso acento. Percebi que todos os presentes nos observavam a medida que caminhávamos pelo corredor. Ignorei-os e acho que k nem percebeu os  olhares pois mantinha-se de cabeça baixa.

O filme já havia começado e a humilhação de k ainda não acabara. Perguntei-lhe docemente:

- Quer pipoca

E ela respondeu que sim toda feliz. Retirei da mala o ultimo item que trazia para aquela seção, um pote próprio para ração e água. A expressão em seu rosto quando ela viu o tal pote me surpreendeu. Não demonstrava susto, embaraço ou prazer. A única forma que pode descrevê-la é imaginar a frase que ela pensou na hora< como voce é filho da puta >.

Coloquei um pouco de pipoca já fria no local apropriado para ração e guaraná no outro e posicionei-o ao lado dos meus pés.

K ajoelhou-se e comeu e bebeu um pouco. Depois acomodou sua cabeça em minhas coxas e murmurou:

- Obrigada. O Senhor cuida muito bem de sua cadela.

Entreguei um guardanapo para que ela limpasse a boca.

- Sim cuido. Agora esta na hora de voce mostrar sua gratidão ao seu dono. Afirmei enquanto abria o zíper da calça.

(continua)

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