Sabe o que acontece quando a gente reclama das coisas? Nada de bom! E pior, ouvi dizer que Deus tira tudo aquilo que a gente reclama.
Por isso, no dia que você tiver bastante trabalho, não reclame, isso não vai ajudar você a terminar o seu trabalho antes, provavelmente, vai atrapalhar, pois sua mente libera mensagens para o seu corpo de que não é legal fazer aquilo…. aí você trava…
É melhor a gente estar com uma fila de trabalhos a fazer do que na fila do seguro desemprego.
Uma pessoa que vai ao médico e verifica um problema pode dizer: “droga de vida, porque Deus fez isso comigo”, mas, na verdade, não se dá conta de que não é DEUS que se alimentou mal, que não praticou exercícios, que bebeu e fumou, que transou sem camisinha….
Ela poderia dizer: “Deus, quanta coisa errada tenho feito hein? Me desculpe…me dá uma mão que vou fazer a minha parte. Obrigado por eu ter visto isto a tempo”…
Além de tudo isso, quando a gente reclama atrapalha a vida dos outros. Pessoas que se preocupam conosco ficam tristes, deprimidas quando reclamamos de tudo.
Então não posso reclamar de nada? Isso mesmo, em vez de reclamar, gaste suas energias MENTALIZANDO coisas boas e tendo atitude de gente GRANDE…
Se for gastar um minuto de reclamação, prefira um segundo de agradecimento…
Vejo gente ruminando na fila do supermercado, com o carrinho cheio, só porque está demorando um pouco. Parece que preferiam estar na fila de um posto de saúde, doentes… ou na fila para receber uma cesta básica porque não conseguem nem se sustentar…
Friso, isto está acontecendo o tempo todo à nossa volta… nós é que não nos damos conta e sempre achamos um jeito de reclamar, seja da vida, dos amigos, dos serviços…
Agradeço todo dia por ter bastante trabalho e por ter pessoa especiais ao meu lado…. Isso é sinal de que estamos prosperando…
Portanto, não gaste tempo e energia reclamando de nada… dê um jeito de agradecer…porque quando você agradece, Deus diz: “Opa, esse (a) é dos bons…vamos dar uma chuva de coisas boas pra ele (a)”..
Excelente dia de hoje!
Forte abraço, fique com Deus, sucesso e felicidades sempre!
Como o Gerente Deve Recompensar as Equipes? Como Estabelecer e Delegar as Metas aos Colaboradores?
Especialistas em Gestão Empresarial vêm afirmando que o Gerente moderno deve aprender a desenvolver sua equipe, encarando essa tarefa como um verdadeiro “modo de vida”. Para eles, as equipes aumentam a unidade e o sentimento de luta pelo objetivo organizacional comum. E o trabalho em equipe acaba oferecendo maior censo de identidade entre os colaboradores e um orgulho coletivo e contagiante, em relação a seu desempenho.
As pessoas se sentem gratificadas e recompensadas quando são membros de equipes vencedoras. Sendo assim, veremos abaixo algumas regras básicas que certamente ajudarão o Gerente moderno a desenvolver equipes eficazes:
Estabeleça metas como uma equipe: esse enfoque coletivo assegura que todos aceitem e apóiem as decisões do grupo. As pessoas sentem que têm um interesse e um compromisso pessoal com as metas que ajudaram a estabelecer. Quanto mais precisa for a meta melhor os membros acompanharão e avaliarão o progresso .
Recompense o desempenho do grupo e não o desempenho individual: as recompensas ao grupo encorajam os membros a fiscalizarem-se uns aos outros, sedimentam as lealdades e motivam cada um a não se tornar um elo fraco da corrente. O sistema de recompensa em grupo inclui freqüentes feedback’s sobre o desempenho da equipe, para que seus membros possam acompanhar seu progresso coletivo e agir corrigindo rumos. Essas recompensas podem ser elogios públicos, bonificação compartilhada pelos membros ou um troféu rotativo, por exemplo.
Faça o treinamento multifuncional dos membros da equipe sempre que possível: isso permitirá que os membros troquem suas responsabilidades, reduzindo o tédio e a monotonia.
Torne-se uma caixa de ressonância, um crítico construtivo e um conselheiro: alguns Gerentes têm dificuldades em aceitar que não são mais “o chefe”, mas isso é vital para o sucesso da equipe. O Gerente moderno deve se transformar em um “facilitador”, assegurando-se que cada equipe tenha todas as informações e recursos que precisar para realizar sua missão. O Gerente não controla mais o grupo porque todos se tornaram responsáveis por resultados; e o Gerente se torna um orientador de grupo, um sábio no centro das atenções.
Não deixe que as equipes fiquem isoladas umas das outras: Certifique-se que elas sincronizam seus esforços com outras áreas e grupos, dentro e fora de seu departamento. Dessa forma, um sentimento de unidade contagiará não apenas os membros da equipe, mas se espalhará entre todas as equipes da organização.
Mantenha as equipes relativamente pequenas: elas apresentam menores problemas de coordenação e comunicação, consegue-se a concordância e o consenso mais facilmente e interligam seus membros.
Incentive a identidade da equipe: distintivos, bonés, jaquetas, boton’s, ou outras insígnias encorajam a coesão e o sentimento de objetivos comuns.
Selecione membros que tenham pontos de vista e capacidades complementares, e que se harmonizem mutuamente: isso pode significar a combinação de pessoas de mente aberta, positiva, e de pessoas céticas, inovadoras e de pragmáticos, sonhadores e realizadores. Tal mistura proporciona à equipe um sistema de verificações e compensações sobre as ações e decisões de seus membros
Proporcione treinamento: esteja atento à necessidade de treinamento da equipe em áreas como : tomada de decisões / evitar o pensamento grupal (a tendência de alguns de se curvarem à opinião da maioria, em vez de desafiar suas posições) / reconhecer e respeitar os pontos de vista opostos / aceitar diferenças entre os membros, na experiência, nas personalidades e outros fatores que podem desviar da missão da equipe.
Seja paciente: leva tempo para uma equipe transformar-se numa unidade produtiva e auto gerenciável.
Sobre o autor:
Julio Cesar S. Santos: Professor, Consultor, Palestrante e Co-Autor do Livro: “Trabalho e Vida Pessoal – 50 Contos Selecionados”. Graduado em Administração com MBA em Marketing. Elaborou o curso de “Gestão Empresarial” e atualmente ministra Palestras e Treinamentos Sobre Marketing, Administração, Técnicas de Atendimento ao Cliente, Secretariado e Recursos Humanos.
Dizer “não” não é simples! É preciso assertividade, certeza do que é importante, coragem mas principalmente respeito ao seu próprio tempo! Selecionei 6 dicas que podem ajudar:
1) Nunca se acanhe em dizer não. Você não precisa ser bonzinho para os outros nem parecer sempre disponível. Na verdade, todo mundo tem problemas em dizer não. A capacidade de dizer essa palavra costuma ser vista com admiração inclusive pela pessoa que a ouve. Ela, na verdade, gostaria de ter a mesma disciplina.
2) Não adie: vá direto ao ponto. Pode doer, mas é melhor. Atrasar a comunicação do não quando a decisão já está tomada apenas prolonga o sofrimento. Um não bem dito logo no início do processo pode poupar muitos aborrecimentos (e dores!).
3) Evite inventar desculpas ou dizer mentiras na hora de dizer o não. Se tiver uma justificativa fundamentada em fatos, você deve utilizá-la, com certeza. Mas lembre-se de que você não deve aos outros explicações nem precisa se desculpar por suas escolhas. Você está no comando! Forneça uma resposta amigável, com sorriso. E evite entrar em um debate ou discussão sobre as razões de sua decisão.
4) Use o corpo para dizer não. Quando a pessoa estiver fazendo aquele convite que você não pretende aceitar, comece a torcer o nariz, contorcer a boca e franzir a testa de forma discreta antes que ela termine de falar. Esses movimentos já dão a entender para o seu interlocutor que você não está de acordo com a proposta. Isso tornará o “não” uma palavra natural e até mesmo esperada.
5) Faça um acordo mental com você. A partir do momento que você decidiu que não quer algo, prometa para você mesmo que manterá essa posição. Essa pequena atitude reafirma para você mesmo a importância da sua resposta e evita os conflitos internos.
6) E se o não tiver de ser dito ao seu superior? A melhor forma, nesse caso, é mostrar para ele sua lista de prioridades profissionais e deixar que ele resolva o que mais é importante. Se o que ele estiver propondo for algo pessoal (um convite para uma festa, para uma happy hour ou, em casos mais extremos, até mesmo uma insinuação ou uma cantada) você terá de avaliar a situação. E dizer seu não da forma mais direta possível.
Um rei submeteu sua corte à prova para preencher um cargo importante. Um grande número de homens poderosos e sábios reuniu-se ao redor do monarca.
"Ó vós, sábios", disse o rei, "eu tenho um problema e quero ver qual de vós tem condições de resolvê-lo."
Ele conduziu os homens a uma porta enorme, maior do que qualquer outra por eles já vista.
O rei esclareceu:
"Aqui vedes a maior e mais pesada porta de meu reino. Quem dentre vós pode abri-la?
"Alguns dos cortesãos simplesmente balançaram a cabeça. Outros, contados entre os sábios, olharam a porta mais de perto, mas reconheceram não ter capacidade de fazê-lo.
Tendo escutado o parecer dos sábios, o restante da corte concordou que o problema era difícil demais para ser resolvido. Somente um único vizir aproximou-se da porta.
Ele examinou-a com os olhos e os dedos, tentou movê-la de muitas maneiras e, finalmente, puxou-a com força. E a porta abriu-se.
Ela tinha estado apenas encostada, não completamente fechada, e as únicas coisas necessárias para abri-la eram a disposição de reconhecer tal fato e a coragem de agir com audácia.
O rei disse: "Tu receberás a posição na corte, pois não confias apenas naquilo que vês ou ouves; tu colocas em ação tuas próprias faculdades e arriscas experimentar."
Extraído do livro: O Mercador e o Papagaio - Histórias orientais como ferramentas em psicoterapia
Nossrat Peseschkian - Papirus Editora
Nem sempre saímos de uma reunião com a sensação de que ela foi produtiva. Outras vezes, um encontro leva mais tempo do que o previsto. "Existem erros que são sistematicamente cometidos e que consomem o tempo em reuniões e, pior, geram outras reuniões", diz o consultor carioca Fernando Henrique da Silveira Neto.
A postura em reuniões é tema de palestras e consultorias do profissional, especialista em desenvolvimento gerencial há mais de 20 anos. E, pasmem, os principais erros continuam os mesmos. E isso independe se você é homem, mulher, chefe ou subordinado.
Para saber se você sabe conduzir uma reunião (ou se comportar nela), marque as respostas que considerar corretas entre as 20 opções abaixo. Em seguida, confira o resultado.
1. Compareça à reunião, mesmo sem conhecer previamente a agenda da mesma. 2. Só comece a reunião quando todos chegarem. 3. A agenda é apenas uma orientação, não um dogma. 4. Minha memória é meu mais fiel cobrador. 5. Convoque uma reunião quando uma decisão envolver muitas pessoas. 6. A reunião deve durar até o assunto ser esgotado. 7. Não há regras a serem seguidas, pois as reuniões acontecem naturalmente. 8. Numa reunião, todos participam do início ao fim. 9. Após tudo ser discutido, a reunião é encerrada. 10. Vamos decidir: convoque uma reunião. 11. Convoque uma reunião mesmo que você já tenha uma opinião formada e tomada sobre o assunto. 12. O local não é importante e sim o que será discutido. 13. Permita que as secretárias transfiram ligações para o local da reunião. 14. Deixe a secretária abrir a porta e anunciar para todos que alguém o chama. 15. As conversas em paralelo devem ser feitas com bastante discrição. 16. Uma agenda de convocação e uma ata no final apenas contribuem para mais papel e mais burocracia. 17. Vamos comer um sanduíche e continuar a reunião, pois não vai dar para almoçar hoje. 18. Se o diretor chamá-lo com urgência durante uma reunião, atenda imediatamente e diga a todos que já volta. 19. Reuniões não necessitam de condução nem de liderança. 20. As reuniões na minha empresa são tão improdutivas que decidimos acabar com elas de vez.
Confira as respostas segundo o livro Outra Reunião?, de Fernando Henrique. E não estranhe: todas estão erradas, sim, apesar de muitas delas retratarem comportamentos tão comuns em reuniões de trabalho. Afinal, quem já não participou de conversas paralelas ou não atendeu ao celular durante o encontro?
1- Compareça à reunião, mesmo sem conhecer previamente a agenda da mesma
ERRADO. Esta receita é excelente para quem quer ouvir o que não deseja. A reunião começa, discute-se o planejamento da nova conta, delibera-se sobre necessidades de investimentos, e no final você se levanta e diz para você mesmo: o que vim fazer aqui se nenhum dos meus assuntos foi discutido?
2- Só comece a reunião quando todos chegarem
ERRADO. Esta receita penaliza os que chegaram no horário. Comece a reunião no horário, com quem estiver presente, e não volte a debater assuntos já vistos só porque alguém acabou de chegar.
3- A agenda é apenas uma orientação, não um dogma
ERRADO. Cuidado para não transformar a reunião em um evento social. A pauta não pode ser interrompida por acontecimentos da vida pessoal dos presentes, palpites pessoais etc. Quando isso acontece, assuntos extras são discutidos e os assuntos mais importantes são deixados de lado. Provavelmente para outra reunião.
4- Minha memória é meu mais fiel cobrador
ERRADO. As pendências e decisões das reuniões devem sempre ser anotadas se não por você por alguém encarregado de fazer esse registro. Não confie 100% na memória correndo o risco de perder prazos ou não cumprir com pontos acordados na reunião.
5- Convoque uma reunião quando uma decisão envolver muitas pessoas
ERRADO. Reuniões com mais de 6 pessoas não são recomendadas, pois isso incentiva conversas paralelas, os assuntos em geral não interessam a todos os presentes e as alçadas de decisões são diferentes. Duas ou mais reuniões com menos pessoas seriam mais produtivas. Outra dica importante é: em reuniões grandes quem fala sempre deve estar em pé para garantir que será o foco da atenção no momento.
6- A reunião deve durar até o assunto ser esgotado
ERRADO. Toda reunião deve ter horário de início e de fim, produzindo discussões mais organizadas e objetivas.
7- Não há regras a serem seguidas, pois as reuniões acontecem naturalmente
ERRADO. Existem regras a serem seguidas, como em qualquer outro evento. Coloque uma bola num campo e apite: possivelmente alguém chutará, outro rebaterá com as mãos, outro estará procurando uma cesta e talvez outro sente na bola.
8- Numa reunião, todos participam do início ao fim
ERRADO. Não mantenha pessoas sentadas numa reunião, quando apenas poucos minutos de discussão são relevantes para elas. Uma agenda deve ser elaborada prevendo essas contribuições.
9- Após tudo ser discutido, a reunião é encerrada
ERRADO. A reunião apenas está encerrada quando todos os participantes ou demais pessoas envolvidas recebem uma ata com os assuntos discutidos, os responsáveis pelas tarefas, prazos etc.
10- Vamos decidir: convoque uma reunião
ERRADO. Uma reunião nem sempre é necessária. É importante sempre avaliar isso.
11- Convoque uma reunião mesmo que você já tenha uma opinião formada e tomada sobre o assunto
ERRADO. Normalmente participamos de reuniões decisórias, durante as quais assuntos são debatidos e toma-se uma decisão durante a mesma. Se a reunião for informativa, avise a todos com antecedência.
12- O local não é importante e sim o que será discutido
ERRADO. A eficácia das reuniões é beneficiada quando elas são realizadas em ambientes apropriados, como em salas equipadas para reuniões, com acesso controlado e sem telefones para interrupções.
13- Permita que as secretárias transfiram ligações para o local da reunião
ERRADO. Se a sala tiver telefone, não permita a transferência ou chamadas durante a reunião. Caso receba uma ligação urgente, saia com discrição para atendê-la. Se estiver aguardando uma ligação importante que deve interromper a conversa, avise a todos antes de a reunião começar.
14- Deixe a secretária abrir a porta e anunciar para todos que alguém o chama
ERRADO. O correto é que ela lhe entregue um bilhete dizendo quem o chama e qual o assunto e aguardar a resposta com discrição.
15- As conversas em paralelo devem ser feitas com bastante discrição
ERRADO. Não deve haver conversas paralelas. Além de significar indelicadeza com quem está falando, cria uma reunião paralela e abre caminho para dispersões.
16- Uma agenda de convocação e uma ata no final apenas contribuem para mais papel e mais burocracia
ERRADO. Concisas e bem-feitas tornam-se instrumentos de acompanhamento e controle, dispensando avisos e follow-ups. Devem ser escrita de maneira objetiva, clara e sintética.
17- Vamos comer um sanduíche e continuar a reunião, pois não vai dar para almoçar hoje
ERRADO. Em primeiro lugar, isso significa que a reunião não seguiu o horário pré-determinado para começar e acabar. Caso seja extremamente necessário continuar as discussões, procure fazer uma pausa para almoçar, prosseguindo a reunião depois.
18- Se o diretor chamá-lo com urgência durante uma reunião, atenda imediatamente e diga a todos que já volta
ERRADO. Chefes, diretores e outros superiores devem respeitar o horário das suas reuniões, pois estamos considerando que elas são necessárias e estão sendo produtivas na definição de importantes assuntos da empresa. Caso seja extremamente importante que você saia, analise se não é o caso de dispensar os participantes em vez de fazê-los esperar muito tempo.
19- Reuniões não necessitam condução nem liderança
ERRADO. Liderança garante a boa condução da reunião. Ele coordena, modera, busca o consenso e busca os melhores resultados.
20- As reuniões na minha empresa são tão improdutivas que decidimos acabar com elas de vez
ERRADO. Se suas reuniões não estão sendo úteis, é importante rever a metodologia de condução, pois as reuniões têm valor para a administração das empresas na boa condução de seus negócios.
Prezados, mais um capítulo do livro Empregabilidade que eu achei muito interessante e compartilho com você:
“Pratique a Teoria dos 5c´s: CLARO, CORRETO, CONSISTENTE, CONCISO E COMPLETO.
CLARO: Não deixe transparecer dúvidas em seus trabalhos. Elabore e apresente-o de forma clara. Que seja fácil de entender.
CORRETO: Evite erros. Prepare com muito cuidado e confira o seu trabalho rigorosamente antes de entregá-lo. Que ele seja certo, apropriado, adequado.
CONSISTENTE: Apresente ou execute o seu trabalho com objetividade, sem deixar margem a outras interpretações. Faça o melhor trabalho e sempre com informações adequadas e seguras.
CONCISO: Preocupe-se com a precisão do trabalho. Não considere o fato de quanto maior melhor. Adote a prática da síntese. Vá direto ao assunto!
COMPLETO: Não se esqueça de nada, quando da execução, elaboração e apresentação de trabalhos. Sua imagem se prejudica quando aumentam as falhas, surgem dúvidas ou faltam informações. O trabalho deve estar inteiro, exato”.
Fonte: 5ª Edição Ampliada e Atualizada.
Empregabilidade, A competência necessária para o sucesso no novo milênio.
Uma brilhante metáfora criada por Dudley Lynch e Paul Kordis do Brain Technologies Institute - do tubarão, da carpa e do golfinho.
Existem três tipos de animais: as carpas, os tubarões e os golfinhos. A carpa é dócil, passiva e que quando agredida não se afasta nem revida. Ela não luta mesmo quando provocada. Se considera uma vítima, conformada com seu destino.
Alguém tem que se sacrificar, a carpa se sacrifica. Ela se sacrifica porque acredita que há escassez. Nesse caso, para parar de sofrer ela se sacrifica. Carpas são aquelas pessoas que numa negociação sempre cedem, sempre são os que recuam; em crises, se sacrificam por não poderem ver outros se sacrificarem. Jogam o perde-ganha, perdem para que o outro possa ganhar.
Declaração que a carpa faz para si mesmo:
• "Sou uma carpa e acredito na escassez. Em virtude dessa crença, não espero jamais fazer ou ter o suficiente. Assim, se não posso escapar do aprendizado e da responsabilidade permanecendo longe deles, eu geralmente me sacrifico."
Nesse mar existe outro tipo de animal: o tubarão. O tubarão é agressivo por natureza, agride mesmo quando não provocado. Ele também crê que vai faltar. Tem mais, ele acredita que, já que vai faltar, que falte para outro, não para ele!
"Eu vou tomar de alguém!" O tubarão passa o tempo todo buscando vítimas para devorar porque ele acredita que podem faltar vítimas. Que vítimas são as preferidas dos tubarões? Acertou, as carpas. Tanto o tubarão como a carpa acabam viciados nos seus sistemas. Costumam agir de forma automática e irresistível. Os tubarões jogam o ganha-perde, eles tem que ganhar sempre, não se importando que o outro perca.
Declaração que o tubarão faz para si mesmo:
• "Sou um tubarão e acredito na escassez. Em razão dessa crença, procuro obter o máximo que posso, sem nenhuma consideração pelos outros.
• Primeiro, tento vencê-los; se não consigo, procuro juntar-me a eles."
O terceiro tipo de animal: o golfinho. Os golfinhos são dóceis por natureza.
Os "Verdadeiros" golfinhos são algumas das criaturas mais apreciadas das profundezas. Podemos suspeitar que eles sejam muito inteligentes - talvez, à sua própria maneira, mais inteligentes do que o Homo Sapiens.
O comportamento dos golfinhos em volta dos tubarões é legendário e, provavelmente, eles fizeram por merecer essa fama.
Escolhemos o golfinho para simbolizar as nossas idéias sobre como tomar decisões e como lidar com épocas de rápidas mudanças devido às habilidades naturais desse mamífero para pensar construtiva e criativamente.
Os golfinhos pensam? Sem dúvida. Quando não conseguem o que querem, eles alteram os seus comportamentos com precisão e rapidez, algumas vezes de forma engenhosa, para buscar aquilo que desejam. Golfinhos procuram sempre o equilíbrio, jogam o ganha-ganha, procuram sempre encontrar soluções que atendam as necessidades de todos.
Declaração que o golfinho faz para si mesmo:
• "Sou um golfinho e acredito na escassez e na abundância potenciais. Assim como acredito que posso ter qualquer uma dessas duas coisas - é esta a nossa escolha - e que podemos aprender a tirar o melhor proveito de nossa força e utilizar nossos recursos de um modo elegante, os elementos fundamentais do modo como crio o meu mundo são a flexibilidade e a capacidade de fazer mais com menos recursos."
Se os golfinhos podem fazer isso, por que não nós?
Achamos que podemos.
Adaptado de: "A Estratégia do Golfinho"
6 Passos para Estimular um Liderado a Mudar o Comportamento
6 Passos para Estimular um Liderado a Mudar o Comportamento
2 de maio de 2010 por: Fred Graef
Você às vezes se irrita com o comportamento de um liderado? Já falou para ele mudar e nada aconteceu? Você sente ansiedade por estar micro gerenciando as atividades de suas equipe? Talvez você precise pensar em como está se comunicando.
É frequente nos atendimentos individuais de coaching que faço para líderes, executivos e empresários este tipo de desafio. Muitos falam “perdi a calma”. Percebo que o problema de muitos desses clientes é dizer “o que deve ser feito” em vez de estimular o liderado a mudar. E qual a alternativa para este problema? Para que você fique mais confortável e despenda menos esforço siga os passos abaixo.
Em primeiro lugar, se aproxime mais das pessoas. Quando você conversa mais com seu liderado você passa a conhecê-lo melhor. E o que significa conhecê-lo melhor? Descubra seus valores, o que é importante para ele na vida. O que ele deseja e tem medo. Quais os sonhos e temores. Seja mais gente e menos “corporativo”. Conheça genuinamente a pessoa. É muita conversa e dá trabalho, mas é fundamental para a liderança: você se conecta. Organizações são feitas de gente e gente gosta de conexão, envolvimento e emoção. Este passo vai te ajudar no futuro a trabalhar os comportamentos do liderado. Além disso, saiba que se aproximar é mais do que um passo, é um processo sem fim.
Em segundo lugar, pare de julgar e fale apenas do comportamento. É difícil. A gente fala o tempo inteiro em dar feedback e na verdade julgamos, emitimos nossa opinião. Quando você julga, você distancia a pessoa de você e a coloca na defensiva. Para você focar no comportamento, aja como um repórter ou cientista. Apenas fatos e dados, sem advérbios nem adjetivos. Reporte o que aconteceu. Foco apenas na descrição do comportamento.
Em terceiro lugar, ligue o comportamento da pessoa às consequências. Analise todos os efeitos que podem surgir do comportamento do liderado. Fale dos impactos no cliente, na imagem da empresa ou na equipe, no clima organizacional, no que o outro setor pode pensar, no exemplo para outras pessoas e por aí vai. Expanda a consciência da pessoa e leve-a a ver o quadro mais amplo. Muitos líderes, executivos e empresários não percebem que às vezes as pessoas não se dão conta dos efeitos de seus comportamentos.
Em quarto lugar, traga-o para a mesma freqüência que você. Aqui você estimula a pessoa a mudar pelos motivos dela. Pergunte “o que estou dizendo faz sentido?”. “Alguém pode pensar como eu estou pensando?”. “Eu sei que você não fez por mal, mas concorda que este tipo de consequência pode ocorrer”? Você estimula o liderado a elevar a consciência. Caso você perceba que a luz não acende, faça a pessoa refletir sobre os seus próprios motivos. Aqui entra o que você fez no primeiro passo. Convide a pessoa a pensar sobre os valores dela. O que ela ganha por mudar o comportamento e o que ela perde por não mudar. Esta etapa é a chave para uma pessoa mudar: ela encontra seus próprios motivos. É seu liderado que deve querer mudar. Ele percebe um ganho pessoal.
Em quinto lugar, vem talvez uma grande mudança de como muitos líderes fazem. Aqui, não diga o que o liderado deve fazer. Convide-o a criar a alternativa. Faça uma pergunta poderosa do tipo: “muito bem, o que você vai fazer de diferente a partir de agora?”. Caso ele responda “vou mudar, vou melhorar, vou ficar atento”, pergunte: “o que especificamente você vai fazer e quando”?. Mudanças não vêm com intenções, apenas com ações. Assim, estimule a pessoa a definir uma ação e uma data. Este passo cria o comprometimento do liderado. Ele é o pai da idéia, portanto se responsabiliza, se compromete e percebe mais valor na ação.
Em sexto lugar, acompanhe. Combine com a pessoa uma data para falarem sobre os resultados e os aprendizados da mudança de comportamento. Ele se compromete e valoriza a tarefa. E por favor, faça o acompanhamento. Converse sobre o que ele aprendeu na mudança.
“O bom é inimigo do ótimo” Jim Collins Pode parecer um mistério obter a fórmula perfeita do desempenho de sucesso absoluto numa equipe. Enquanto não encontrar essa fórmula você pode dar uma nova chance a sua equipe ao assegurar o seguinte: Unidos por um propósito. A maioria das equipes são formadas como resultado de uma seleção aleatória. Para trabalhar em conjunto e de forma eficaz os membros da equipe precisam se unir em torno de um propósito significativo de forma que eles adotem como seus próprios. Um mix de competências complementares. É perigoso para uma equipe quando todos tem as mesmas habilidades e pontos de vista. Procure pessoas com diferentes conhecimentos técnicos e experiências que tragam diferentes ideáis e abordagens para a resolução de problemas e tomada de decisão. Responsabilidade mútua. Você não pode forçar o comprometimento. O processo de chegar a um acordo sobre uma meta juntos irá forjar a confiança e estimular a responsabilidade da equipe um para com o outro.
George Carlin
Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde,
acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito;
escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação,
produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande,
de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas,
dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame...se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado, sempre.
Boa semana!
As 10 + Importantes Competências Não-Técnicas P/ Gerentes
Como gerente, nunca é o suficiente estar apto tecnicamente. É necessário dominar competências não-técnicas também. Elas se refletem nos traços de personalidade, nas atitudes, nos hábitos e nos comportamentos que você apresenta trabalhando com os demais. Enquanto boas competências não-técnicas são igualmente importantes para os funcionários, elas são fundamentais para os gerentes (e para aqueles que desejam ser gerentes). Aqui seguem as 10 mais importantes competências não-técnicas que precisam fazer parte do seu portfolio de habilidades.
As 10 + Competências Não-Técnicas P/ Gerentes
Confiabilidade
Pode-se confiar que você estará onde tem que estar? Que fará o que precisa ser feito? Que cumprirá o que diz que vai fazer? Seu chefe tem que poder confiar em você, caso contrário você não irá longe. E é igualmente importante que seus pares e seus subordinados também acreditem que podem confiar. Sem isso, não irão dar o apoio que você necessita para ter o êxito almejado.
Franqueza
Diga as coisas como elas realmente são. Não floreie. Não diga o que acha que o chefe gostaria de ouvir. Particularmente respeito aquelas pessoas, tanto acima quanto abaixo de mim, que são diretas. Afinal, com elas não preciso perder tempo tentando descobrir o que realmente querem dizer.
Ética Profissional
Você foi contratado para realizar um trabalho. É isso o que faz ou fica sentado vendo os demais trabalharem? Você é o cara que dá mais duro no grupo? Se não é, deixo claro: devia ser.
Habilidades de Comunicação
O quão bem você se comunica com o seu chefe, seus pares e seus subordinados? Você se comunica tão bem escrevendo quanto verbalmente? Se tem alguma oportunidade nesta área, precisa trabalhar para aprimorá-la ou para eliminá-la.
Interatividade Colaborativa
Um bocado já se escreveu sobre a necessidade de demonstrar sua habilidade de trabalhar bem com os demais integrantes do seu time. É uma habilidade que está se tornando cada vez mais importante na medida em que nos apoiamos intensamente em times inter-departamentais. Mas também é importante que um gerente construa amplas redes colaborativas. Não faça apenas parte do seu time, mas compreenda como ele se encaixa na organização como um todo e trabalhe para fortalecer essas conexões.
Habilidades na Gestão de Tempo
O único recurso que o gerente nunca vai ter o suficiente é tempo. Para ter êxito nesta função, é de vital importância desenvolver e continuamente aprimorar as suas habilidades na gestão do tempo. Adicionalmente à habilidade de priorizar e delegar, as quais reduzem a quantidade de coisas que tem que fazer, você tem que ser capaz de otimizar o que tem que ser realizado dentro do tempo estipulado.
Definição de Metas
Bons gerentes são capazes de determinar o que necessita ser feito e a definir metas claras para chegar lá. Não fique ao longo do dia apenas lidando com aquilo que cai na sua mesa. Priorize. Descubra o que necessita ser feito e estabeleça metas específicas para você e para a sua equipe.
Agilidade Mental
Quando recruto, procuro sempre por candidatos que estão um passo à minha frente na entrevista, pois estas pessoas agirão assim quando contratadas. Elas “pescam” as coisas rapidamente. Entendem o negócio como um todo e a indústria em particular. Têm raciocínio crítico e são solucionadores de problemas.
Flexibilidade
Encaramos mudanças diariamente. Leis e normas mudam. Concorrentes lançam novos produtos e serviços. Desastres acontecem… Mas bons gerentes têm a flexibilidade necessária para lidar com mudanças constantes. Eles já esperam possíveis mudanças e planejam levando-as em conta. Como resultado, estão melhor preparados para o imprevisível. Sua flexibilidade permite com que reajam mais rapidamente e minimizem as rupturas que as mudanças podem trazer.
Assimilam Bem Direcionamento
Mesmo que valorizados pela sua capacidade de descobrir o precisa ser feito e “correr atrás”, ainda existem momentos em que é necessário dizer ao gerentes o que tem que fazer. Seja uma mudança na direção estratégica ou um coaching em relação ao seu desempenho, um bom gerente tem que ser capaz de não apenas a aceitar direcionamentos mas de fazê-lo com uma atitude positiva e de aprender com eles.
Em Suma
Pode ser que as suas habilidades técnicas colocaram você em evidência e provocaram sua promoção. Mas elas não são o suficiente. Para ter êxito como gerente, você precisa ser igualmente talentoso nas suas competências não-técnicas. Naquelas áreas em que você tem uma habilidade bem desenvolvida, mantenha-a. Nas outras áreas, dê duro para melhorar. É assim que você vai aumentar consideravelmente suas chances de sucesso. Com mais de 20 anos no universo corporativo, posso garantir isso.
Marketing Pessoal - Dicas fundamentais para se tornar reconhecido e valorizado, obtendo assim a realização profissional.
Quando falamos de um produto, sabemos que existem esforços para que ele seja notado, apreciado e adquirido. São os esforços de marketing. Meios que visam potencializar as vendas dos produtos, utilizando a divulgação através da promoção, propaganda, embalagem etc.
O marketing pessoal é a mesma coisa, porém em benefício de sua própria carreira. É fazer-se notado! Não simplesmente ser notado, mas ser notado por suas qualidades, habilidades e competências. Não é ser o chamado “puxa- saco”.
Ser notado desnecessariamente e por suas “aparições” tolas é péssimo, uma vez que será lembrado, com freqüência, que não é um bom profissional. Neste caso, aquele ditado: “falem mal, mas falem de mim” não é um bom lema, uma vez que falar mal significa comentar que você não é a pessoa ou o profissional ideal.
Então, o que devemos fazer para termos um bom marketing pessoal e sermos reconhecidos e valorizados, obtendo assim o sucesso e a realização profissional?
Seguem algumas dicas:
1. Você deve ter lideranca, desenvolvendo assim habilidades de influenciar pessoas e ser um formador de opinião.
2. Deve transmitir confiança aos seus chefes e companheiros de trabalho. Deve ser a pessoa que todos sabem que se algo precisa ser bem feito, tem que ser feito por você.
3. Precisa saber o que está fazendo e porque está fazendo. Fuja de fazer apenas algo que mandam fazer, sem saber do que se trata. Diferencie-se, torne-se um especialista em suas atividades e o motivo para a execução delas.
4. Saiba trabalhar em equipe e administrar conflitos. Mesmo que você tenha mais habilidades em determinadas atividades, colabore para o desenvolvimento de seus colegas de trabalho. Afinal, uma equipe coesa produz mais, melhor e com maior satisfação.
5. Saiba valorizar seu trabalho e apresente bons resultados. Tenha uma boa visibilidade. Sempre que tiver oportunidade, além dos resultados apresente seus projetos e idéias, mesmo que informalmente.
6. Seja uma pessoa otimista e bem-humorada. Ninguém gosta de rabugentos, aqueles profissionais cuja presença faz murchar até o pequeno cacto ao lado da mesa. Pessoas otimistas e bem humoradas proporcionam um ambiente agradável e irradiam bem- estar a todos à sua volta.
7.Faça um bom planejamento de onde pretende chegar. Qual situação que almeja profissionalmente, e tenha paciência. Tudo acontecerá ao seu tempo desde que, obviamente, você direcione seus esforços para realizar-se, conforme o planejado.
E lembre-se: se estiver participando de um processo seletivo ou de seu primeiro emprego através de um estágio, saiba o que você pode oferecer para a empresa. Não vá para aprender, mas para contribuir. A empresa quer resultados e não é uma escola. Com certeza você aprenderá muito na organização e obterá excelentes experiências, mas isso deverá ser conseqüência de seu trabalho e não apenas um processo de aprendizado.
Aproveite o começo do ano para fazer um balanço da sua carreira profissional.
É mais comum estabelecer objetivos longos, como comprar uma casa um dia, terminar a faculdade após quatro anos, querer ser diretor no máximo em cinco anos, conquistar uma carreira internacional em determinado tempo.
Todavia, faça um planejamento bem mais apurado de seus objetivos de curto prazo também e analise se os mesmos são factíveis de serem realizados.
Confira algumas dicas que podem ajudar você a realizar suas metas :
- Seja proativo, energético, focado, dedicado e disciplinado. Isso é fundamental para um bom resultado em 2011;
- Faça uma lista de tudo que acha necessário e fundamental para melhorar seu resultado em 2011, desta lista, escolha todas as ações que acredita que realmente possa fazer;
- Esteja atento ao mercado e aos acontecimentos, principalmente aqueles que afetarão a sua área de atuação e função;
- Seja flexível para prover mudanças em seus planos e objetivos, caso seja necessário. Tenha cuidado para não se fechar em uma única opção, pois, se naquele momento o mercado não estiver favorável a ela, você ficará perdido;
- Amplie sua rede de relacionamentos. Bons contatos podem determinar mais oportunidades para colocações futuras;
- Busque informações sobre sua função e cargo no mercado. Observe o que é exigido e verifique se você está atualizado com tudo que é solicitado;
5 Maneiras de Ser Notado por Lideres e Headhunters
5 Maneiras para Ser Notado pelos Lideres Industriais e Executivos de Empresas de Recrutamento e Seleção
Encontrar um novo emprego no nível Sênior pode ser uma batalha. Fazer com que você se torne visível para as empresas de recrutamento (headhunters) é um caminho positivo de avançar sua carreira para o próximo nível.
Ser Notado
Assumindo que você já conseguiu se destacar dentro da sua própria organização, você precisa ganhar visibilidade e tornar-se conhecido na sua área e na sua profissão. Isso equivale a um programa pessoal de relações públicas, o qual não é tão difícil quanto aparenta ser. Como um programa de relações publicas corporativo, um programa pessoal de relações publicas acontece acumulando menções e aparições ao longo do tempo. Impressões repetidas geram o reconhecimento do seu nome. Portanto use pelo menos algumas das próximas abordagens e não espere resultados instantâneos. Um artigo ou duas aparições em conferencias, não irão colocar seu nome na boca de todos e em uma rede confiável de consultores de ‘executive search’ (headhunters) e empresas de recrutamento de seleção. Quanto mais dessas táticas você usar e quanto mais você usá-las, mais elas reforçam a si mesmas, trazendo a atenção de varias pessoas de várias maneiras.
Participar de Organizações
Para ser reconhecido em sua profissão, participe da associação da sua área, e da associação da sua profissão. Sua empresa sem duvidas pertence a uma organização comercial ou associação. Se não for o caso, você deve participar de alguma dessas associações; então se torne um representante ativo em sua empresa. Existe uma associação para praticamente todos os setores profissionais. Participe de encontros e conferencias, e aproveite o máximo dessas oportunidades de network, formando uma rede de contatos. Melhor ainda, é participar dessas conferencias como um palestrante ou moderador, explorando a sua área de especialização.
Simplesmente por ter seu nome apresentado no caderno da conferencia, gerará uma exposição positiva para você. Sendo também voluntário para a próxima comissão que se abrir. As comissões das conferencias, sempre desejam por uma ajuda. É uma grande maneira de conhecer pessoas que estão envolvidas profundamente com suas organizações e suas áreas. Essas são as pessoas que você quer conhecer, e por quem quer ser conhecido. Além disso, é amplamente sabido que aquelas consultores de recrutamento (também conhecidos como headhunters ou consultores de Executive Search), regularmente usam as associações de executivos, e saídas publicas para buscar os lideres dos cargos executivos.
Oportunidade dentro da mídia impressa e dos meios de comunicação
Quando você é promovido, tenha certeza de que é anunciado nas publicações da sua área comercial. Escreva artigos para o jornal da sua organização, ou revista da sua área comercial. Se você puder manter uma coluna em uma revista profissional por um período de tempo, melhor ainda. Publicações de negócios sempre precisam de recursos, noticias e informações, e eles ficarão felizes de conseguir isso de alguém com opinião e autoridade. Melhor ainda se você for capaz de se expressar de uma maneira articulada para apresentar e explicar complicadas questões de maneira simples. Os headhunters usam a mídia impressa e online como fonte de novos talentos executivos diariamente, tenha certeza que seu nome e o perfil de sua carreira, captem a atenção deles incluindo uma pequena biografia na parte inferior de todos os artigos (se possível).
Esteja visível online e construa a sua marca pessoal
Ter uma presença online é uma obrigação para executivos seniores hoje. Estabelecer uma visibilidade online influenciará e estenderá a credibilidade profissional, e aumentando a sua própria reputação assim como a da sua empresa. Desenvolva também a imagem profissional que você busca, levando você mais perto de alcançar seus objetivos. O objetivo aqui é ser visto de uma maneira brilhante para as pessoas que importam – lideres de mercado e os mais altos consultores de recrutamento e seleção. Se as associações de ex alunos e profissionais da industria alimentarem a base de dados pessoais ou de informações profissionais, considere anunciar os seus dados. Volte a olhar sua universidade e tire vantagem de qualquer ferramenta de gerenciamento de carreira que você encontrar lá.
Também tenha certeza de ser representado no web site da sua empresa (assumindo que sua posição garanta destaque) e, se existir, no diretório online da empresa. Em todos os casos, apresente o seu currículo, biografia e perfil profissional em sites que tenham credibilidade e respeitem a confidencialidade, assim como a BlueSteps. Sites que publicam ou vendem seu nome e suas informações provavelmente lhe trarão mais transtornos do que oportunidades.
Esteja Acessível para os Profissionais de Executive Search
Um profissional de Executive Search (headhunter / consultor de recrutamento) tipicamente entra em contato com base em pesquisas que podem indicar a perspectiva de ser qualificado para grandes responsabilidades. Porque alguém evita as chamadas telefônicas? Lidar com um profissional de Executive Search é uma situação de negócios, assim como lidar com um empregador. Um consultor de recrutamento e seleção (headhunter) ira respeitar sua confidencialidade e seu tempo. Se você preferir, um headhunter vai ligar para você em sua casa, em seu horário de folga, e não irá pressioná-lo a divulgar informações ou prosseguir em uma oportunidade de emprego como executivo contra seus desejos. Ele ou ela não irá apresentar seu currículo a ninguém sem a sua permissão.
É fato, que, simplesmente retornando as ligações de uma empresa de recrutamento de seleção pode colocá-lo nas telas dos radares deles. Melhor ainda, oferecer sua especialidade como fonte para outros executivos talentosos que eles também podem manter contato. Logo eles podem através de uma oportunidade de emprego, encaixar seu perfil naquela tão cobiçada posição executiva.
Uma das redes de Executive Search que você pode considerar é a Association of Executive Search Consultants (AESC). A AESC é a associação global para consultores de Executive Search. Ela desenvolveu e opera um serviço mundial de gerenciamento de carreiras chamada BlueSteps.com.
Ganhe Visibilidade Internacional
Associe-se, cadastre seu currículo e seja considerado para posições executivas por mais de 6.000 consultores de executive search em mais de 70 países. BlueSteps é um serviço exclusivo da reconhecida Association of Executive Search Consultants (AESC), a associação mundial de empresas de executive search.
Um Livro que lhe marcou?
“O código da inteligência”, de Augusto Cury.
Um Filme que lhe fez a diferença?
“O Fazendeiro”.
Descreva o Ser Humano
Um Ser maravilhoso, misterioso, fantasticamente apaixonante.
O que pode limitar uma Pessoa?
Ela mesma, por suas crenças e paradigmas internos.
Qual é o sonho que vale a pena?
O sonho do equilíbrio de valores internos consigo mesmo (autoconhecimento), com os outros (nos diversos papéis que representamos), e com DEUS ( desenvolvendo nossa espiritualidade). Os bens materiais ???….são uma conseqüência!!!!
O que outras pessoas diriam que é a sua maior Qualidade?
Verdadeiro!
O que é a Família para você?
É o maior presente que recebi de DEUS.
É a “Vela Mestra” que norteia a minha vida.
O que é o Trabalho para você?
Para mim é uma ferramenta pela qual eu tenho a possibilidade oportuna de realizar os meus sonhos e de outros, contribuindo para que as pessoas sejam mais felizes sejam as mais próximas ou distantes, seja direta ou indiretamente.
Que tipo de música você ouve em seu carro?
Sou eclético! Gosto desde musicas instrumental/clássicas ao sertanejo universitário.
Aproveito muito as minhas viagens para ouvir um bom áudio-livro.
Qual a manchete que gostaria de ver nos jornais?
“A paz e a sobriedade tomaram conta do mundo. É o fim das desigualdades sociais”.
"Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"
Few days ago, I listed eleven things employees should never say to bosses. A look at the various comment threads shows that a few bosses out there could also benefit from a review of the basics of good workplace relations not to mention a quickie refresher of what constitutes good leadership.
So, bosses, are you listening? Here are seven things you, as a boss, should never say to your employees:
1. "I pay your salary. You have to do what I say." Have you not heard? It's the 21st century. Threats and power plays just do not cut it anymore (and they were always a terrible way to manage). Yes, you pay people's salaries but that doesn't mean you're their lord and master. You are their leader, however. Leaders lead by inspiring, teaching, encouraging, and, yes, serving their employees. Good leaders never need to threaten. So keep your word, set a good example, praise in public, criticize in private, respect your employees' capabilities, give credit where credit is due, learn to delegate, and when you ask for feedback don't forget to respond to it. (Another sentence to be avoided: "Do what I say, not what I do.")
2. "I don't want to listen to your complaints." Hey, boss, you have this backwards. You do want to listen to employees' complaints. That's part of your job. You should be actively seeking feedback, even negative feedback. It may be annoying, even painful, but that's why you get the big bucks. Complaints point to where your processes and practices need improvement. And even if a problem absolutely can't be helped, allowing your employees to vent can go a long way toward restoring morale and building loyalty.
3. "I was here on Saturday afternoon. Where were you?" This kind of "subtle" pressure to work 24/7 is a good way to burn out your employees. You won't get that much more productivity out of them, and you will destroy morale. You may choose to work seven days a week. That's your call. But your employees shouldn't have to. If you observe that they are working way more than their job descriptions call for, consider that maybe it's because you're overloading them. Look for ways to fix this problem.
4. "Isn't your performance review coming up soon?" Maybe you're trying to motivate an employee to do a better job. Maybe this is just a ham-handed way to remind underlings of who has the power. Who knows. Either way, a statement like this is not only tacky and passive-aggressive, it's ineffective. If you really want to motivate people, consider giving them a stake in the success of your enterprise. Show employees you value them. Let them know what they have to gain by doing a good job. The results may surprise you.
5. "We've always done it this way." Want to crush your employees' initiative? This is a good way. News flash: Your employees may actually have a pretty good idea of how to do their jobs. Maybe they know even more than you. Your job as boss is to encourage them to have the energy and motivation to be innovative. In fact, employees who come up with better ways to do things should be celebrated and rewarded. (Hint: Cash is nice.)
6. "We need to cut costs" (at the same time you are, say, redecorating your office). Nothing breeds resentment more than asking employees to tighten their belts while you, to their eyes, are living it up. Even if the office redecoration can be totally justified in business terms, or the budget for it was a gift from your uncle, it still looks hypocritical and is demoralizing. Being sensitive to other people's feelings is good karma. Leading by example is the best way to lead.
7. "You should work better." Managers need to communication expectations clearly, to give employees the tools they need to do a good job, to set reasonable deadlines, and to offer help if needed. When giving instructions, ask if they understand your instructions. Don't assume. You may not be the stellar communicator you think you are. If your employees are making mistakes, or not performing up to par, consider that maybe it's because you're giving them vague instructions like "you should work better."
The bottom line is that in the workplace respect, a little tact, and a good attitude go both ways.
Depois de questionar muitos executivos sobre quais características fazem de um líder um sucesso, criei uma lista de 20 tópicos. Você está seguindo todos eles? E com quais experiências podem todos executivos aprender a serem líderes?
1- Responsabilidades ética e social corporativa: liderança firma modelos e cultura para o comportamento ético.
2- Um líder está pronto para servir: um líder de sucesso, entende que, ele deve servir sua equipe,ao invés de ser servido.
3- Uma visão de comprometimento com a organização: liderança é criar uma visão que os que trabalham para você e estão à sua volta, possam participar ativamente nos objetivos,resultados e na visão da missão como um todo.
4- De cima para baixo: líderes deve estar aptos a detectar ‘gaps’ entre a alta gerência e o grupo de trabalho, e pensar em inovações de como encorajar o grupo a agir e se sentir satisfeito como vencedores ou colaboradores para o sucesso da empresa.
5- Excelente Comunicação: líderes devem ter clareza na expressão, comunicação totalmente sincronizada com as mensagens recebidas e “entregues”.
6- Habilidade para ouvir e saber falar: muito mais que simplesmente “jogar” idéias, ele deve estar pronto para colocá-las em debate e realmente ouvir cada sugestão.
7- Trabalho em equipe: É absolutamente essencial para criar e manter o respeito rápida e efetivamente entre os membros da equipe. Um líder deve ser capaz de detectar problemas e encontrar soluções para os mesmos.
8- Delegar: um líder executivo sênior deve ter confiança para delegar tarefas para sua equipe e “voltar atrás”- líderes são para encorajar os outros a se tornarem líderes e gerenciá-los.
9- Gerenciamento não é o mesmo que liderança: conforme sua liderança cresce, sua necessidade de gerenciar diminui consideravelmente, pois as pessoas já sabem o que devem fazer. Liderança em si, não é só sobre procedimentos operacionais, métricos ou estilos de trabalho, e sim sobre prever e delegar.
10- Entretanto, muitas posições de liderança requerem habilidade gerenciais: muitos executivos devem casar líderes (prever) e gerentes (habilidades de definir estratégias e executá-las)
11-Ser um líder, não um micro-gerente: Dar aos colaboradores tempo para respirar enquanto monitora-os nos bastidores. Encorajar gerentes e colaboradores a se ajudarem mutuamente, sendo responsáveis por seus planos e focando alcançar resultados coletivos.
12- Gerenciar talentos: habilidade para inspirar equipes e salientar o que há de melhor nas pessoas. Reconhecer de longe onde treinamento e educação devem ser usados para desenvolver habilidades em membros da equipe.
13- Gerenciar mudança: adaptar rapidamente às mudanças no mercado e comunicar isto a todos os membros da organização.
14- Raciocinar antecipadamente: além de adaptar às mudanças, um líder deve reagir a elas próprias-um líder-executivo deve estar apto a enxergar presentes e futuras tendências, aplica-las em sua organização e estar à frente da competição.
15- Resiliência, perseverança e motivação gerencial: particularmente no cenário de hoje, os líderes devem estar aptos a combater resultados insatisfatórios e ainda motivar sua equipe. Isto requer um comprometimento positivo mesmo em momentos de dificuldade-líderes devem encorajar sua equipe a pensar e agir positivamente e colocar paixão no que fazem.
16- Honestidade e integridade: Lideres devem ser positivos mesmo quando as coisas não vão bem, mas a verdade deve ser comunicada. Subsequentemente deve fornecer a visão e o encorajamento para fazer a organização seguir em frente.
17- Um solucionador de problemas: líderes devem sempre achar soluções ou (ao menos) sugerir uma resolução para cada problema.
18- Ter foco: manter a equipe no caminho certo dos objetivos e estratégias -pedir lembretes de projetos/objetivos e manter foco nos objetivos críticos apesar dos muitos obstáculos.
19- Confiança sem arrogância: executivos seniores devem ser exemplos, não apenas nas palavras.
20- Aprender e envolver: posições de liderança requerem um constante processo de aprendizado para adaptar aos últimos desenvolvimentos. Programas de educação executiva aliado a treinamento devem ser contínuos.
Patrícia Bispo
Formada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco/Unicap. Atuou durante dez anos em Assessoria Política, especificamente na Câmara Municipal do Recife e na Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco. Atualmente, trabalha na Atodigital.com, sendo jornalista responsável pelos sites: www.rh.com.br, www.portodegalinhas.com.br e www.guiatamandare.com.br.
As ações para o desenvolvimento de competências comportamentais ganha mais espaço a cada dia, no dia a dia das empresas. Vale lembrar que essas ações não estão apenas focadas às equipes, mas também aos gestores. Afinal, as lideranças exercem um papel fundamental nos resultados das equipes. Se um líder não consegue, por exemplo, administrar bem suas emoções, dificilmente conseguirá manter um bom relacionamento com os seus liderados.
Para falar especificamente sobre o desenvolvimento comportamental dos líderes, o RH.com.br conversou com Luis Marino, psicólogo, especialista em processos de coach e diretor da LMCoaching. "Observo que os treinamentos são mais aceitos quando se demonstram objetivamente o programa, os resultados que os líderes irão obter, as razões e a forma como o trabalho será feito", diz, ao ser indagado sobre os cuidados ao se implantar um programa comportamental focado para gestores. Na oportunidade, ele foca outros pontos fundamentais para desenvolver competências comportamentais que farão o diferencial para a atuação das lideranças. Boa leitura!
RH.COM.BR - O desenvolvimento de competências comportamentais geralmente torna-se delicado porque mexe com a quebra de paradigmas das pessoas e as fazem sair da zona de conforto. Com os profissionais que atuam como gestores, esse fato também é evidenciado com frequência? Luis Marino - Sim, o trabalho com as competências comportamentais também é delicado para os gestores. Para responder a esta pergunta de maneira mais objetiva, vamos definir primeiramente como surge o comportamento. O comportamento manifesta-se na conduta do indivíduo de acordo com aquilo que somos internamente. Então, é um reflexo dos nossos valores e das nossas crenças. Ao trabalharmos o lado comportamental das pessoas sempre encontraremos algum nível de resistência. Resistência esta advinda do nosso modelo mental, ao qual já estamos condicionados. Além disto, é difícil para as pessoas aceitarem uma verdade que ainda não está inserida dentro delas.
RH - Quais os principais fatores que levam as lideranças a apresentarem resistências ao desenvolvimento de competências comportamentais, mesmo tendo consciência de que isso já é uma exigência do mercado? Luiz Marino - Existem diversos fatores, pois cada pessoa vivencia diferentemente esta questão. Inclusive, existem aqueles líderes que se movimentam estrategicamente através de um coach para estar à frente no mercado, com suas competências comportamentais altamente desenvolvidas. Agora, especificamente neste caso, onde o líder sabe que é uma exigência de mercado e não tem uma ação em busca de seu desenvolvimento, vejo isto de duas maneiras. A primeira, mencionada anteriormente, envolve o reflexo dos nossos valores e das nossas crenças. A segunda diria que se trata de uma "visão adolescente" do mundo, em achar que o pior nunca acontecerá com ele e só com os outros, pois ele já está empregado. Infelizmente, a maioria das pessoas move-se apenas quando a situação chega ao extremo.
Era uma vez um bando de ratos que vivia num buraco.
Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade.
Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso. Comer o queijo seria a maior felicidade...
O sonhado queijo estava muito próximo do bando de ratos, mas entre o queijo e os ratos, havia um gato...
O gato era malvado, tinha dentes afiados e não dormia nunca. Por vezes fingia dormir. Mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse para fora do buraco para que o gato desse um pulo e... era uma vez um ratinho!!!
Os ratos odiavam o gato. Quanto mais o odiavam, mais unidos eles ficavam. O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato
morresse ou sonhavam com um cachorro...
Diziam que um dia os gatos seriam abolidos e os ratos iriam governar.
"Quando se estabelecer a ditadura dos ratos", diziam os camundongos, "então todos serão felizes"...
- O queijo é grande o bastante para todos, dizia um.
- Socializaremos o queijo, dizia outro.
Todos batiam palmas e cantavam as mesmas canções. Era comovente ver tanta fraternidade. Como seria bonito quando o gato morresse!
Sonhavam... Nos seus sonhos comiam o queijo.
E, quanto mais comiam o queijo, mais ele crescia. Porque esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminue nunca; cresce sempre.
Um dia, sem que ninguém pudesse explicar como, numa bela manhã, o gato tinha sumido.
Olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era. O gato havia desaparecido mesmo.
Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum.
E foi então que a transformação aconteceu.
Bastou a primeira mordida.
Compreenderam, repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados.
Quando comidos, em vez de crescer, diminuem.
Assim, quanto maior o número dos ratos a comer o queijo, menos será a porção para cada um.
Os ratos começaram a olhar uns para os outros como se fossem inimigos.
Olharam, cada um para a boca dos outros, para ver quanto do queijo haviam comido.
E os olhares se enfureceram. Arreganharam os dentes.
Esqueceram-se do gato. Eram seus próprios inimigos. A briga começou.
Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato contínuo, começaram a brigar entre si.
Alguns ameaçaram chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem.
O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos:
"Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono".
Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar esperando...
Os ratinhos magros e fracos, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido.
O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo.
Tinham todo o jeito do gato, o olhar malvado, os dentes à mostra. Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora.
Os ratos fortes se tornavam cada vez mais fortes. Diziam mentiras para enganar os outros ratos.
Os ratos fracos acreditavam nas mentiras por ignorância ou por medo. Por medo, muitos ratos fracos defendiam os ratos fortes, na esperança ganhar alguma migalha de queijo.
Os ratos fortes criaram impostos. Sempre aumentavam estes impostos. Precisavam arrecadar dinheiro para poder ficar mais fortes e assim poder cuidar do queijo. Criaram mais e mais impostos, porque só eles poderiam cuidar da saúde dos ratos fracos!
"Agora você consegue compreender o que está ocorrendo hoje no Brasil?"