SÃO CONRADO TAXI AÉREO LTDA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Resolução 131 de 26/05/2011![]()
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| Documento será apresentado no momento do embarque a partir de 1º de março |
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Procedimento, chamado de Identificação Positiva de Passageiros, é usado também na Europa e na América do Norte Brasília, 8 de fevereiro de 2010 – A partir do dia 1º de março, todos os passageiros que embarcarem nos aeroportos brasileiros deverão apresentar ao funcionário da companhia aérea o documento de identificação, com foto, no portão de embarque da aeronave. A medida é chamada de Identificação Positiva de Passageiros e já é praticada nos aeroportos da Europa e da América do Norte. Os passageiros que fazem check-in sem bagagem ou somente com bagagem de mão pela Internet, nos totens de autoatendimento, ou por celular, não mais serão obrigados a carimbar seu cartão de embarque nos balcões das companhias aéreas antes da entrada na sala de embarque do aeroporto.
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Assessoria de Comunicação Social da ANAC
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Fonte: www.anac.gov.br/index.asp
| 12/11/2009 - 16:26:00 |
| Super Puma no offshore |
| de: Da Redação |
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A BHS, empresa especializada no transporte de passageiros para plataformas de petróleo, anunciou a aquisição de dez novos helicópteros EC-225 Super Puma para operações offshore nas Bacias de Santos (SP) e Campos (RJ). As aeronaves, fabricadas pela Eurocopter, podem levar 18 passageiros, dois pilotos e um comissário, e devem entrar em operação em janeiro de 2010. Os investimentos para a compra somaram US$ 225 milhões e a empresa já recebeu os dois primeiros helicópteros do lote. Atualmente, a BHS possui uma frota de 20 helicópteros em operação, três de grande porte e 17 de médio porte. Entre seus principais clientes estão a Petrobras, a Devon, a Exxon Mobil, a ENI Oil do Brasil, a Hess e a Saipen, entre outros. |
Como Fazer
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Disque o código de acesso do país de onde você está ligando*. |
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Escolha o idioma no qual deseja ser atendido. |
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Escolha uma das opções de ligação: |
| 1- Ligações Automáticas 2- Ligações com cartão telefônico 3- Ligação com auxílio de operador |
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Após escolher a opção 2, escolha a opção cartão Pré-Pago. |
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Digite o número do cartão. |
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Escolha o idioma. |
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Digite 0 + DDD + telefone desejado. |
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Fique atento à informação sobre o tempo disponível de conversação. |
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Após escolher a opção 2, escolha a opção cartão Acesse Fácil. |
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Digite o número do seu cartão. |
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Digite a senha. |
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Digite o número do telefone de destino: |
| - Se for no Brasil: 0 + DDD + número de destino - Se for no Exterior: 00 + DDI + Código da Cidade + Número de destino |
| Ligação a cobrar no telefone de destino Basta informar ao operador o nome ou o código DDD da cidade brasileira e o número do telefone para o qual você quer ligar. |
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| Ligação para pessoa específica Nessa opção, além de informar ao operador o código DDD da cidade e o número do telefone, você dirá o nome da pessoa com quem quer falar. A ligação só será completada - e cobrada - se a pessoa indicada estiver presente para atender a ligação. |
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| Ligação com cobrança em um terceiro número no Brasil Informe ao operador o código DDD ou nome da cidade e o número do telefone fixo no qual será cobrada a ligação. O operador irá confirmar a aceitação da cobrança no telefone indicado. Após a confirmação, informe ao operador o código DDD ou nome da cidade e o número do telefone para o qual você quer ligar. |
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| Ligação com cartão Embratel Informe ao operador o número do cartão Pós-Pago AcesseFácil da Embratel e digite sua senha. Depois de validado, informe o código DDD ou nome da cidade e o número de telefone para o qual você quer ligar. Para saber mais sobre o cartão Pós-Pago AcesseFácil da Embratel, clique aqui. |
Meterologia Aeronáutica
informação meteorológica é vital para a segurança das operações aéreas, contribuindo para o conforto dos passageiros e facilitando o estabelecimento de rotas mais rápidas, econômicas e de vôos regulares.
Embora os avanços da tecnologia aeronáutica tenham tornado as viagens menos sensíveis a determinados aspectos do estado do tempo, a meteorologia continua, e sempre continuará, a ser essencial para a eficiência das operações de vôo. Cada vez mais, além da segurança, busca-se um melhor aproveitamento do espaço aéreo, e, nesse contexto, as informações meteorológicas são decisivas.
O conhecimento das condições meteorológicas reinantes nos aeródromos de partida e destino é imprescindível para a realização ou não do seu vôo. Além disso, ele precisa saber se a operação dos aeródromos vai sofrer alterações por motivos meteorológicos, necessitando, então, de informações precisas relativas ao teto, à visibilidade, ao tempo presente, ao vento, bem como a que horas deverão ocorrer essas mudanças e por quanto tempo prevalecerão.
É imprescindível conhecer as condições em rota: direção e velocidade do vento ao longo da mesma, ocorrência de formação de gelo, de turbulência e tempestades de trovoadas associadas a nuvens cúmulus-nimbus (CB), que possam acarretar desvios de rota e, por conseqüência, maior consumo de combustível.
Além da visibilidade, é importante saber se a variação do vento interferirá na cabeceira da pista em uso e a que horas isto ocorrerá, bem como se a sua intensidade poderá comprometer a operação.
A formação de trovoadas associadas a nuvens CB requer a previsão da hora de início, duração e sua extensão. Assim será possível avaliar o comprometimento operacional em virtude da limitação do espaço aéreo, ou seja, se o número de aeronaves na área terminal deverá ser reduzido.
É imprescindível, para um ACC, saber quais as rotas aéreas que estão sob a influência de condições meteorológicas adversas, interferindo na operação. Ter a perfeita noção do momento em que novas rotas serão afetadas operacionalmente, qual volume do espaço aéreo será comprometido e o desvio mais seguro nestas condições.
A meteorologia destaca-se, também, pelo apoio específico aos diversos tipos de operações. O nível em que ocorrerá a trilha de condensação é fundamental para o desenvolvimento de operações estratégicas e para a Aviação de Transporte, o vento nas camadas da atmosfera sobre a Zona de Lançamento de carga e de pára-quedistas. Nas missões de infiltração aérea, em terreno inimigo, o lançamento de pára-quedistas com velame aberto requer da meteorologia a distância e a radial de salto, para que, sob o planeio do vento, se atinja o alvo proposto.
A necessidade de se obter informações precisas e atualizadas sobre as condições meteorológicas locais nos aeródromos e ao longo das rotas aéreas, torna-se ainda mais essencial com o aumento do fluxo de tráfego aéreo. Desse modo, instrumentos e equipamentos de observação meteorológicos modernos e atualizados, bem como prognósticos meteorológicos cada vez mais confiáveis, desempenham um papel de vital importância operacional.
No DECEA a atividade de Meteorologia Aeronáutica é executada pelo Subdepartamento de Operações (SDOP), que atua alicerçado pela seguinte estrutura:
Esta rede opera incorporando todos os dados observacionais e prognosticados. É responsável pela divulgação das informações meteorológicas para toda a navegação aérea. A prestação desse serviço está associada aos subsistemas de visualização, tratamento e difusão dos dados meteorológicos (REDEMET). Compõem essa rede:
O Serviço de Meteorologia Aeronáutica opera duas bases de dados. O Banco OPMET visa a atender às necessidades imediatas da navegação aérea, por intermédio do fornecimento de boletins meteorológicos rotineiros (METAR, TAF, SPECI, SIGMET), nacionais e internacionais. O Banco de Climatologia Aeronáutica destina-se a prover os sumários climatológicos dos diversos aeródromos do País e a manter uma base estatística de dados climatológicos aplicáveis à aviação e ao planejamento estratégico, técnico e operacional.
As informações meteorológicas são divulgadas pela Rede de Telecomunicações Fixas Aeronáuticas (AFTN) e pelo Website de Meteorologia Aeronáutica (REDEMET).
A REDEMET é o principal meio de veiculação das informações operacionais. Visa a integrar os produtos meteorológicos, a fim de tornar o acesso a essas informações mais rápido, eficiente e seguro. É também o meio oficial do Comando da Aeronáutica para divulgá-las, interligando os órgãos de meteorologia do SISCEAB, por meio da Internet (http://www.redemet.aer.mil.br). Além disso, possibilita a consulta e inserção de informações meteorológicas no Banco OPMET e disponibiliza produtos gerados pela rede de radares e satélites meteorológicos.
Fonte: www.decea.gov.br/
GERENCIAMENTO DO TRÁFEGO AÉREO
O principal objetivo do Gerenciamento do Tráfego Aéreo é garantir vôos seguros, regulares e eficazes, respeitando as condições meteorológicas reinantes e as limitações operacionais da aeronave. O provimento deste serviço no País está baseado nas normas e nos métodos recomendados pela Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), a fim de manter o Brasil no patamar de segurança desejado para a navegação aérea e garantir a prestação de um serviço eficiente a todas as aeronaves que utilizam o nosso espaço aéreo.
O Brasil tem a responsabilidade de administrar o espaço aéreo territorial (8.511.965 km²) e o espaço aéreo sobrejacente à área oceânica, que se estende até o meridiano 10º W, perfazendo um total de 22 milhões de Km².
Nesse espaço, existem diversos eventos acontecendo ao mesmo tempo, tais como: vôos comerciais, vôos militares, ensaio de vôo, lançamentos de sondas e foguetes, vôos de asa-delta, salto de pára-quedas, treinamento de tiros antiaéreos, entre outros.
Para garantir a convivência segura desses eventos, visando a estabelecer estruturas, procedimentos e regras de utilização do espaço aéreo, deve se conhecer:
Da análise dessas informações estabelecem-se:
O Gerenciamento de Tráfego Aéreo não e uma atividade única. Ramifica-se nos três segmentos especializados relacionados abaixo:
As ações desse segmento buscam o uso flexível dos espaços aéreos, com o objetivo de aumentar a capacidade, eficiência e flexibilidade das operações aeronáuticas.
Para organizar o espaço aéreo, existem três conceitos específicos: Espaço Aéreo Controlado, Espaço Aéreo Não-Controlado e Espaço Aéreo Condicionado.
Além disso, o espaço aéreo também é dividido em classes. Essa estruturação é fundamental para a ordenação do tráfego. A partir dela, controladores, pilotos e demais usuários têm responsabilidades e deveres discriminados de acordo com suas classes.
É implementado quando se excede a capacidade da infra-estrutura, aeronáutica ou aeroportuária, instalada. Consiste em adotar ações necessárias, levando-se em conta três fases de planejamento: a estratégica, a pré-tatica e a de operações táticas.
Consiste na inter-relação entre o operador de um órgão de tráfego aéreo e o piloto da aeronave, por meio de recursos de comunicação, possibilitando que os objetivos sejam entendidos e atendidos. O nível da complexidade do cenário de tráfego aéreo determina o tipo de serviço a ser oferecido.
Para se definir qual órgão atuará em determinada área, há de se considerar diversos fatores relacionados ao tipo de serviço a executar. Mesmo em uma localidade na qual exista pouco movimento de tráfego aéreo, é fundamental que se dê garantias de segurança para os usuários.
A troca de informações entre controladores e pilotos é feita por meio de expressões padronizadas (fraseologia) e tem como principal objetivo o entendimento mútuo, por meio de breves contatos. Quando é necessário soletrar, utiliza-se alfabeto fonético conhecido internacionalmente - “alfa” para letra A, “bravo” para a letra B, etc.
Fonte: www.decea.gov.br/
O Serviço de Informação Aeronáutica (Aeronautical Information Service - AIS) é o conjunto de atividades executadas com o objetivo de gerar, coletar, processar e divulgar as informações necessárias à segurança, à regularidade e à eficiência da navegação aérea.
Sua principal responsabilidade é a de colocar nas mãos dos usuários toda a informação para o planejamento e a execução de um vôo seguro. Afinal, uma omissão, ou a disponibilização de alguma informação incorreta, implica grave perigo para a segurança.
Há uma característica muito singular do profissional especialista em AIS: ele é o primeiro contato do usuário com o Sistema de Controle do Espaço Aéreo. É por intermédio dele que o usuário recebe a informação aeronáutica necessária ao desempenho de sua atividade específica.
No DECEA, o Subdepartamento de Operações (SDOP) é responsável pela produção e processamento das informações relacionadas ao Serviço de Informação Aeronáutica.
As publicações técnicas de AIS reúnem-se em coletâneas - padronizadas pela OACI - destinadas a orientar os profissionais da aviação civil e militar. A Documentação Integrada de Informações Aeronáuticas (IAIP) é um exemplo de coletânea de publicações do gênero. Ela contém documentos como a AIP, o Suplemento AIP, o NOTAM, o PIB e a AIC.
Há também uma publicação brasileira criada para auxiliar os aeronavegantes no planejamento do vôo e na navegação dentro do território nacional: o ROTAER.
Veja, abaixo, a relação das principais publicações técnicas de AIS fornecidas pelo DECEA aos usuários do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro.
Contém informações de caráter permanente, essenciais à navegação aérea. Seu objetivo é o intercâmbio internacional das informações aeronáuticas essenciais. Por meio dela, os pilotos e usuários podem obter informações relativas às instalações, aos procedimentos e aos serviços de navegação aérea que poderão utilizar. Divide-se em três partes: Generalidades (GEN), Rotas (ENR) e Aeródromos (AD).
As modificações temporárias das informações contidas na AIP são divulgadas através de páginas especiais, denominadas Suplemento AIS. Organizam-se na publicação do seguinte modo:
É o documento que contém informações relativas ao estabelecimento, à condição ou à modificação de qualquer instalação aeronáutica, serviço, procedimento ou perigo, cujo conhecimento oportuno seja essencial para o pessoal encarregado das operações de vôo. Os NOTAM, por sua natureza, complementam as informações divulgadas em AIP, ROTAER, Suplemento AIP e Cartas Aeronáuticas.
Publica-se um NOTAM quando é necessário divulgar informação apropriada para a publicação em AIP, mas que necessite de divulgação imediata, ou uma informação essencial de caráter temporário.
É um boletim impresso dos NOTAM em vigor, de uma determinada área de abrangência, dentro de um período especificado, preparado pela Sala AIS ou emitido pelo Banco de NOTAM, visando a atender às necessidades de planejamento de vôo dos pilotos.
É a publicação de caráter técnico, operacional ou administrativo, destinada a estabelecer recomendações ou informações de interesse de uma área específica, bem como a orientar sobre a execução de serviços.
Publicação brasileira criada com a intenção de auxiliar os aeronavegantes para o planejamento do vôo e a navegação dentro do território nacional. Este manual tem como objetivo atender às necessidades dos aeronavegantes que usam pequenas aeronaves e voam de acordo com as regras de vôo visual.
O DECEA disponibiliza as informações AIS, em tempo real, através da Internet no endereço eletrônico: http://www.aisweb.aer.mil.br
Em todo o mundo cresce a demanda por informações mais precisas, de fácil acesso e obtidas em tempo real por companhias aéreas e usuários em geral. As informações aeronáuticas devem acompanhar essas evoluções para darem conta do crescimento do fluxo de tráfego aéreo.
Com a implantação dos Sistemas de Comunicação, Navegação, Vigilância e Gerenciamento de Tráfego Aéreo (CNS/ATM), o AIS será, necessariamente, uma de suas partes integrantes, permitindo uma maior eficácia no fornecimento de serviços precisos e dinâmicos.
Fundamentar o futuro AIS numa base de dados única, ou seja, composta por NOTAM, Suplemento AIP, AIP, ROTAER e Cartas, permitirá maior flexibilidade na manutenção de informação diante dos dados recopilados e dará suporte basilar ao serviço, que, por sua vez, será o disseminador da doutrina AIS.
Fonte: www.decea.gov.br/

OFÍCIO GP/CM Nº 164 EM 7 DE JANEIRO DE 2002.
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Senhor Presidente, |
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Dirijo-me a Vossa Excelência para comunicar que, nesta data, sancionei o Projeto de Lei n.º 305, de 2001, de autoria do Ilustre Senhor Vereador Paulo Mello, que “Proíbe depósito no caso que menciona”, cuja segunda via restituo-lhe com o presente. |
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Aproveito o ensejo para reiterar a Vossa Excelência meus protestos de estima e distinta consideração. |
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CESAR MAIA |
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Ao |
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| LEI Nº 3359 DE 7 DE JANEIRO DE 2002 | ||||
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| Proíbe depósito no caso que menciona. | ||||
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Autor: Vereador Paulo Mello |
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O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: |
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Art. 1.º Fica proibida a exigência de depósito de qualquer natureza, para possibilitar internamento de doentes em situação de urgência e emergência, em hospitais da rede privada. |
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Art. 2.º Comprovada a exigência de depósito, o hospital será obrigado a devolver em dobro o valor depositado ao responsável pelo internamento. |
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Art. 3.º Ficam os hospitais da rede privada obrigados a fixarem em local visível e dar publicidade da presente Lei. |
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Art. 4.º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. |
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CESAR MAIA |
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Fonte: www.rio.rj.gov.br/
DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA EMBARQUE DE ANIMAL VIVO EM VÔO DOMÉSTICO EXECUTIVO:
ATESTADO SANITÁRIO DE TRANSITO - Emitido pelo Veterinário
CARTEIRA DE VACINAÇÃO ANIMAL - COM TODAS AS VACINAS EM DIA
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA - POSTO AEROPORTO INTERNACIONAL ANTONIO CARLOS JOBIM (GALEÃO) - TELEFONES: (21) 3398-3773 OU (21) 3398-6275


Franz Stigler

Charles "Charlie" Brown
Charles "Charlie" Brown, de 21 anos, era um piloto de Boeing B-17 do 379º Grupo de Bombardeio em Kimbolton, Inglaterra.
Seu B-17 era chamado "Ye Olde Pub" e estava em terrível estado, após ser atingido diversas vezes por flak e caças durante
uma missão de bombardeio de uma fábrica em Bremen, na Alemanha, em 20 de dezembro de 1943. A bússola estava quebrada
e eles estavam voando para dentro do território alemão ao invés de voltar para Kimbolton. Sete dos seus tripulantes estavam
feridos e ele próprio sangrava, com um estilhaço fincado no ombro.
Após voar a baixa altitude sobre um aeródromo inimigo, Charlie Brown disse que seu coração gelou.
Um piloto chamado Franz Stigler tinha sido ordenado a decolar e derrubar o B-17. Quando aproximou-se do quadrimotor,
o alemão não pôde acreditar em seus olhos. Nas suas palavras, ele "nunca tinha visto uma aeronave em estado tão ruim".
Da cauda e da sessão traseira pouco restava, e o artilheiro de cauda estava ferido. O artilheiro de dorso tinha seus restos
espalhados pela fuselagem. O nariz estava esmagado, e havia furos por toda parte.
Apesar de ter munição, Franz voou para o lado do B-17 e olhou para Charlie Brown, o piloto. Brown estava aterrorizado
e lutando para controlar seu danificado e ensangüentado avião.
Brown disse que notou o caça de Stigler voando ao seu lado: pareceu incrível que aquele B-17 tão danificado permanecesse no ar.
Mas permaneceu, e Brown esperou que assim ficasse até atingir as costas da Inglaterra a 400 quilômetros dali.
Ainda parcialmente inconsciente, o Tenente Brown começou uma lenta subida com somente um motor funcionando a pleno.
Com três tripulantes seriamente feridos a bordo, ele rejeitou a alternativa do salto ou pouso forçado. A sua alternativa era a frágil chance
de atingir a Inglaterra. Enquanto guiava o agonizante bombardeiro de volta para casa, Brown olhou para a janela direita e viu o Me 109
voando junto à sua asa.
Ciente de que os americanos não tinham idéia de onde estavam indo, Franz balançou as asas para Charlie, indicando que virasse 180 graus.
Franz escoltou e guiou o bombardeiro ferido até sobre o Mar do Norte na direção da Inglaterra. Então ele saudou Charlie Brown e fez a volta,
de volta ao continente.
Quando Franz pousou, ele disse ao seu comandante que tinha derrubado o avião sobre o mar, e nunca disse a verdade a ninguém.
Charlie Brown e seus colegas disseram toda a verdade no relatório, mas receberam ordens de não comentar o incidente com ninguém.
Mais de 40 anos depois, Charlie Brown queria encontrar o piloto da Luftwaffe que tinha salvado sua tripulação. Franz nunca falou sobre
o incidente, nem mesmo em reuniões no pós-guerra.
Eles se encontraram numa reunião do 379º Grupo nos EUA em 1989, junto com outros cinco tripulantes do B-17 – tudo porque Franz não
disparou suas armas naquele dia.
Após a guerra, Brown permaneceu na Força Aérea, servindo em diversos postos até aposentar-se em 1972 como Tenente-Coronel e
mudar-se para Miami como gerente de uma empresa de pesquisa de combustíveis. Mas o episódio do alemão que recusou-se a atacar
um adversário ferido o perseguia. Ele estava determinado a encontrar o piloto inimigo que tinha poupado sua tripulação.
Ele escreveu numerosas cartas para fontes militares alemãs, com pouco sucesso. Finalmente, uma nota num jornal de ex-pilotos da Luftwaffe
exibiu uma resposta de Franz Stigler, um ás de 28 vitórias aéreas. Ele, descobriu-se, foi o anjo misericordioso nos céus da Alemanha
naquele fatídico dia antes do natal de 1943.
Levou 46 anos, mas em 1989 Brown encontrou o misterioso homem do Me 109. Questionando cuidadosamente Stigler sobre detalhes,
não restou dúvida sobre sua identidade.
Stigler, após a guerra, emigrara para o Canadá e vivia perto de Vancouver, na Columbia Britânica. Após uma troca de cartas,
Brown voou para lá para uma reunião. "Quase quebrou minhas costelas, ele me deu um grande abraço de urso", disse Brown.
Os dois homens se visitaram com freqüência desde aquele dia, e apareceram juntos em eventos militares nos EUA e Canadá.
No Air Force Ball de Miami em 1995, os dois receberam honrarias.
Na primeira carta para Brown, Stigler escreveu: "Após todos esses anos, imagino o que aconteceu com o B-17, ele sobreviveu?"
Sobreviveu, por pouco. Mas porque o alemão não destruiu sua presa, virtualmente indefesa?
"Não tive coração para aniquilar aqueles bravos homens", disse Stigler. "Voei ao lado deles por um longo tempo. Eles tentavam desesperadamente
voltar para casa, e eu ia permitir que o fizessem. Eu não podia ter atirado neles. Seria a mesma coisa que atirar num homem num pára-quedas".
Franz Stigler faleceu no dia 22 de março de 2008, aos 92 anos de idade.
Fonte: Pat Dollard, 28 de maio de 2008.

Franz Stigler, Sir Ernie Boyette e Charles Brown, com um quadro do B-17 "Ye Olde Pub".
VIAJAR É PRECISO - VIVER TAMBÉM
Para quem está doidinho para viajar mas fica perdido entre tantas opções de hotéis, destinos e tarifas, eis uma boa notícia: foi lançado o buscador de viagens Mundi - www.mundi.com.br. O portal reúne mais de 50 mil destinos e 130 mil hotéis espalhados ao redor do mundo. O serviço é gratuido. A versão que já está no ar é a Beta, e até o final do ano outros recursos estarão disponíveis.
Um dos destaques da versão atual é o uso do Google Maps para mapas e imagens de satélite que são combinadas com a localização geográfica dos hotéis e pousadas. Outra novidade é o uso de ferramenta Click-to-call, que permite conexão gratuita por telefone entre os internautas e um dos 15 mil hotéis disponíveis no site, além das agências de viagens.
Fonte: Caderno O Globo Digital - 20 de outubro de 2008.