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O que é mais difícil não é escrever muito; é dizer tudo, escrevendo pouco. "Júlio Dantas"


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Apostila Professor PEB I Prefeitura de São Bernardo do Campo

  

APOSTILA CONCURSO PROFESSOR SÃO BERNARDO DO CAMPO PEB I – PEB II EDUCAÇÃO FÍSICA – PEB II ARTES CONCURSO 2014

 

CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS (Todos os cargos)

A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino fundamental de Nove Anos, orientações para o trabalho com linguagem escrita em turmas de crianças de seis anos de idade/Francisca Isabel Pereira Maciel, Mônica Correia Baptista e Sara Mourão Monteiro(orgs.) – Belo Horizonte: UFMG/FaE/CEALE.2009.

ARROYO, Miguel. Educação em tempos de exclusão. In: GENTILI, Pablo, GAUDÊNCIO. Frigotto [orgs]. A cidadania negada: políticas de exclusão na educação e no trabalho. 2ª edição, São Paulo: Cortez, 2001.

_____________. Formar educadores e educadoras de Jovens e Adultos. In: SOARES, L.(org) Formação de Educadores de Jovens e Adultos. Belo Horizonte. Autentica. 2006

Conselho Escolar e Direitos Humanos – Brasília: Presidência da Republica, Secretaria Especial dos Direitos Humanos; Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008. Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares.

CORTELLA, Mário Sergio. Escola e conhecimento. Fundamentos epistemológicos e políticos. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire. (coleção Prospectiva 5 )

FARIA A. L. G. & Mello. S. A. (org.) Territórios da Infância: linguagens, tempos e relações para uma pedagogia para as crianças pequenas. 2ª ed. Araraquara, SP: Junqueira & Marin Editores, 2009.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática pedagógica. São Paulo: Paz e Terra, 2002.

GALVÃO, Izabel. Cenas do Cotidiano Escolar – Conflito sim violência não. Petrópolis: Vozes, 2004.

HADDAD, Sergio (coord.). Novos caminhos em Educação de Jovens e Adultos - EJA. São Paulo. Global. 2007

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO/ SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA. A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino fundamental de Nove Anos. 2009.

MOLL, Jaqueline. Caminhos da Educação Integral no Brasil Direito a Outros Tempos e Espaços Educativos. Editora Artmed, 2012.

MORAIS, Artur Gomes. Ortografia: ensinar e aprender. SP: Ática, 2000.

MORCHIDA, T. PINAZZA, M. A. e FORMOSINHO, J. O. Pedagogias da Infância – Dialogando com o passado construindo o futuro. Porto Alegre: Artmed, 2007.

NEGRÃO, R. F. - O Corpo Humano na Educação. In: Helena Machado de Paula Albuquerque; Maria Anita Viviani Martins. (Org.). Fazendo Educação Continuada. 1ªed.São Paulo: Avercamp, 2005, v. 01, p. 131-140.

OLIVEIRA, Marta Khol. Vygotsky Aprendizado e desenvolvimento: Um processo sócio histórico. São Paulo: Editora Scipione.10. PARRA, C. e SAIZ, I. Didática da Matemática – Reflexões Psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

PADILHA, Paulo Roberto. Currículo intertranscultural. São Paulo: Cortez e Instituto Paulo Freire, 2004.12.

POSSANI, Lourdes de Fátima P. Educação de Jovens e Adultos: um olhar sobre a exclusão. São Paulo: Articulação, 2007.

POSSANI, Lourdes de Fátima P. Educação de Jovens e Adultos: om olhar sobre a exclusão. São Paulo. Articulação. 2007

RIOS, Terezinha A. Ética e competência. São Paulo: Cortez. 1997.

RODRIGUES, David [org.]. Inclusão e educação: Doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus,2006.

ROPOLI, Edilene Aparecida [et al.]. A Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva: a escola comum inclusiva. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010.

SAVIANI, D. Escola e Democracia, polêmicas do nosso tempo. Campinas. SP: Autores Associados, 2006.

SOARES, Leoncio.GIOVANETTI, Mª Amélia. GOMES, Nilma Lino (orgs) - Diálogos na Educação de Jovens e Adultos. Belo Horizonte. Autentica. Coleção Estudos da EJA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO: Diretrizes Curriculares, 1ª edição – 2011

TAILLE, Yves de LA. PIAGET, VYGOTSKY E WALLON - TEORIAS PSICOGENÉTICAS

 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

PROFESSOR II - ARTES

FUSARI, Maria F. de Rezende; Ferraz, Maria H. C. de T. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 2003.

MARTINS, Miriam C.; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, Maria T. Didática do ensino da arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer a arte. São Paulo: FTD, 1998.

PILLAR, Analise D.(org). a Educação do Olhar no Ensino das artes. Porto Alegre: mediação,2001.

BARBOSA, Ana M. A Imagem no Ensino da Arte: Anos 80 e Novos Tempos. 6ª Ed. São Paulo: Perspectiva, 2008.

 

PROFESSOR II - EDUCAÇÃO FÍSICA

NEIRA, Marcos Garcia. Educação Física: por dentro da sala de aula: conversando sobre o corpo. São Paulo: Phorte, 2004.

NEIRA, M. G. e Nunes, M.L.F. Educação Física, currículo e Cultura, São Paulo: Phorte, 2009.

GONÇALVES, Maria A. S. Sentir , Pensar, Agir: Corporeidade e Educação. 11ª Ed. Campinas: Papirus, 2008.

 

CONHECIMENTOS DE LEGISLAÇÃO (todos os cargos)

- BRASIL 2008, Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva.

- Constituição Federal de 1988 – artigos 205 a 214 e artigo 60 das ‘Disposições Constitucionais Transitórias’. Emenda 14/96

- Lei Federal nº 9.394, de 20/12/96 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

- Lei Federal nº 8.069, de 13/07/90 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Livro I: Título I; Título II – arts. 7o a 24 e 53 a 59; Livro II: Título I; TítuloII; Título III

- Lei Orgânica do Município – (área de Educação) – Título VI – DA ORDEM SOCIAL – Capítulo I – Da Educação, da Cultura e dos Esportes, Lazer e Turismo.

- Lei Federal nº 9.424, de 24 de dezembro de 1996 – Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério

-Marcos legais, políticos e pedagógicos que orientam para a implementação de sistemas educacionais inclusivos:

- Decreto n 6.949/2009, que ratifica a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência/ONU.

- Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), que estabelece diretrizes gerais da Educação Especial.

- Resolução CNE/CEB n 4/2009, que institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado AEE, na educação básica.

- Lei nº 10.639, de 09 de janeiro de 2003. Que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”.

- Lei nº 11.645, de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

- Lei Federal nº 11.274, de 06 de fevereiro de 2006, sobre o ensino fundamental de 09 anos.

- Ensino Fundamental de 09 anos. Orientações para inclusão da criança de 6 anos de idade e a Criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de 9 anos.

BRASIL. Convenção sobre a proteção e promoção da Diversidade das Expressões Culturais. Texto oficial ratificado pelo Brasil por meio do Decreto Legislativo 485/2006.

BRASIL. Decreto nº 3.956, de 08/10/2001. Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência.

Convenção da Guatemala

 

PARA MAIORES INFORMAÇÕES ACESSE NOSSO SITEWWW.LIDERAPOSTILAS.COM.BR OU ENTRE EM CONTATO ATRAVÉS DO FONE (11) 4636-3044

 


Postado em: 09:24 AM, 31/3/2014 by Liderapostilas
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Apostila Concurso Professor São Bernardo do Campo 2014

  

APOSTILA CONCURSO PROFESSOR SÃO BERNARDO DO CAMPO PEB I – PEB II EDUCAÇÃO FÍSICA – PEB II ARTES CONCURSO 2014

 

CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS (Todos os cargos)

A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino fundamental de Nove Anos, orientações para o trabalho com linguagem escrita em turmas de crianças de seis anos de idade/Francisca Isabel Pereira Maciel, Mônica Correia Baptista e Sara Mourão Monteiro(orgs.) – Belo Horizonte: UFMG/FaE/CEALE.2009.

ARROYO, Miguel. Educação em tempos de exclusão. In: GENTILI, Pablo, GAUDÊNCIO. Frigotto [orgs]. A cidadania negada: políticas de exclusão na educação e no trabalho. 2ª edição, São Paulo: Cortez, 2001.

_____________. Formar educadores e educadoras de Jovens e Adultos. In: SOARES, L.(org) Formação de Educadores de Jovens e Adultos. Belo Horizonte. Autentica. 2006

Conselho Escolar e Direitos Humanos – Brasília: Presidência da Republica, Secretaria Especial dos Direitos Humanos; Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008. Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares.

CORTELLA, Mário Sergio. Escola e conhecimento. Fundamentos epistemológicos e políticos. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire. (coleção Prospectiva 5 )

FARIA A. L. G. & Mello. S. A. (org.) Territórios da Infância: linguagens, tempos e relações para uma pedagogia para as crianças pequenas. 2ª ed. Araraquara, SP: Junqueira & Marin Editores, 2009.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática pedagógica. São Paulo: Paz e Terra, 2002.

GALVÃO, Izabel. Cenas do Cotidiano Escolar – Conflito sim violência não. Petrópolis: Vozes, 2004.

HADDAD, Sergio (coord.). Novos caminhos em Educação de Jovens e Adultos - EJA. São Paulo. Global. 2007

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO/ SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA. A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino fundamental de Nove Anos. 2009.

MOLL, Jaqueline. Caminhos da Educação Integral no Brasil Direito a Outros Tempos e Espaços Educativos. Editora Artmed, 2012.

MORAIS, Artur Gomes. Ortografia: ensinar e aprender. SP: Ática, 2000.

MORCHIDA, T. PINAZZA, M. A. e FORMOSINHO, J. O. Pedagogias da Infância – Dialogando com o passado construindo o futuro. Porto Alegre: Artmed, 2007.

NEGRÃO, R. F. - O Corpo Humano na Educação. In: Helena Machado de Paula Albuquerque; Maria Anita Viviani Martins. (Org.). Fazendo Educação Continuada. 1ªed.São Paulo: Avercamp, 2005, v. 01, p. 131-140.

OLIVEIRA, Marta Khol. Vygotsky Aprendizado e desenvolvimento: Um processo sócio histórico. São Paulo: Editora Scipione.10. PARRA, C. e SAIZ, I. Didática da Matemática – Reflexões Psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

PADILHA, Paulo Roberto. Currículo intertranscultural. São Paulo: Cortez e Instituto Paulo Freire, 2004.12.

POSSANI, Lourdes de Fátima P. Educação de Jovens e Adultos: um olhar sobre a exclusão. São Paulo: Articulação, 2007.

POSSANI, Lourdes de Fátima P. Educação de Jovens e Adultos: om olhar sobre a exclusão. São Paulo. Articulação. 2007

RIOS, Terezinha A. Ética e competência. São Paulo: Cortez. 1997.

RODRIGUES, David [org.]. Inclusão e educação: Doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus,2006.

ROPOLI, Edilene Aparecida [et al.]. A Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva: a escola comum inclusiva. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010.

SAVIANI, D. Escola e Democracia, polêmicas do nosso tempo. Campinas. SP: Autores Associados, 2006.

SOARES, Leoncio.GIOVANETTI, Mª Amélia. GOMES, Nilma Lino (orgs) - Diálogos na Educação de Jovens e Adultos. Belo Horizonte. Autentica. Coleção Estudos da EJA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO: Diretrizes Curriculares, 1ª edição – 2011

TAILLE, Yves de LA. PIAGET, VYGOTSKY E WALLON - TEORIAS PSICOGENÉTICAS

 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

PROFESSOR II - ARTES

FUSARI, Maria F. de Rezende; Ferraz, Maria H. C. de T. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 2003.

MARTINS, Miriam C.; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, Maria T. Didática do ensino da arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer a arte. São Paulo: FTD, 1998.

PILLAR, Analise D.(org). a Educação do Olhar no Ensino das artes. Porto Alegre: mediação,2001.

BARBOSA, Ana M. A Imagem no Ensino da Arte: Anos 80 e Novos Tempos. 6ª Ed. São Paulo: Perspectiva, 2008.

 

PROFESSOR II - EDUCAÇÃO FÍSICA

NEIRA, Marcos Garcia. Educação Física: por dentro da sala de aula: conversando sobre o corpo. São Paulo: Phorte, 2004.

NEIRA, M. G. e Nunes, M.L.F. Educação Física, currículo e Cultura, São Paulo: Phorte, 2009.

GONÇALVES, Maria A. S. Sentir , Pensar, Agir: Corporeidade e Educação. 11ª Ed. Campinas: Papirus, 2008.

 

CONHECIMENTOS DE LEGISLAÇÃO (todos os cargos)

- BRASIL 2008, Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva.

- Constituição Federal de 1988 – artigos 205 a 214 e artigo 60 das ‘Disposições Constitucionais Transitórias’. Emenda 14/96

- Lei Federal nº 9.394, de 20/12/96 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

- Lei Federal nº 8.069, de 13/07/90 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Livro I: Título I; Título II – arts. 7o a 24 e 53 a 59; Livro II: Título I; TítuloII; Título III

- Lei Orgânica do Município – (área de Educação) – Título VI – DA ORDEM SOCIAL – Capítulo I – Da Educação, da Cultura e dos Esportes, Lazer e Turismo.

- Lei Federal nº 9.424, de 24 de dezembro de 1996 – Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério

-Marcos legais, políticos e pedagógicos que orientam para a implementação de sistemas educacionais inclusivos:

- Decreto n 6.949/2009, que ratifica a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência/ONU.

- Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), que estabelece diretrizes gerais da Educação Especial.

- Resolução CNE/CEB n 4/2009, que institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado AEE, na educação básica.

- Lei nº 10.639, de 09 de janeiro de 2003. Que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”.

- Lei nº 11.645, de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

- Lei Federal nº 11.274, de 06 de fevereiro de 2006, sobre o ensino fundamental de 09 anos.

- Ensino Fundamental de 09 anos. Orientações para inclusão da criança de 6 anos de idade e a Criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de 9 anos.

BRASIL. Convenção sobre a proteção e promoção da Diversidade das Expressões Culturais. Texto oficial ratificado pelo Brasil por meio do Decreto Legislativo 485/2006.

BRASIL. Decreto nº 3.956, de 08/10/2001. Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência.

Convenção da Guatemala

 

PARA MAIORES INFORMAÇÕES ACESSE NOSSO SITEWWW.LIDERAPOSTILAS.COM.BR OU ENTRE EM CONTATO ATRAVÉS DO FONE (11) 4636-3044

 


Postado em: 09:23 AM, 31/3/2014 by Liderapostilas
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Apostila para Concurso S. Bernardo do Campo Professor PEB 2014

  

APOSTILA CONCURSO PROFESSOR SÃO BERNARDO DO CAMPO PEB I – PEB II EDUCAÇÃO FÍSICA – PEB II ARTES CONCURSO 2014

 

CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS (Todos os cargos)

A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino fundamental de Nove Anos, orientações para o trabalho com linguagem escrita em turmas de crianças de seis anos de idade/Francisca Isabel Pereira Maciel, Mônica Correia Baptista e Sara Mourão Monteiro(orgs.) – Belo Horizonte: UFMG/FaE/CEALE.2009.

ARROYO, Miguel. Educação em tempos de exclusão. In: GENTILI, Pablo, GAUDÊNCIO. Frigotto [orgs]. A cidadania negada: políticas de exclusão na educação e no trabalho. 2ª edição, São Paulo: Cortez, 2001.

_____________. Formar educadores e educadoras de Jovens e Adultos. In: SOARES, L.(org) Formação de Educadores de Jovens e Adultos. Belo Horizonte. Autentica. 2006

Conselho Escolar e Direitos Humanos – Brasília: Presidência da Republica, Secretaria Especial dos Direitos Humanos; Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008. Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares.

CORTELLA, Mário Sergio. Escola e conhecimento. Fundamentos epistemológicos e políticos. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire. (coleção Prospectiva 5 )

FARIA A. L. G. & Mello. S. A. (org.) Territórios da Infância: linguagens, tempos e relações para uma pedagogia para as crianças pequenas. 2ª ed. Araraquara, SP: Junqueira & Marin Editores, 2009.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática pedagógica. São Paulo: Paz e Terra, 2002.

GALVÃO, Izabel. Cenas do Cotidiano Escolar – Conflito sim violência não. Petrópolis: Vozes, 2004.

HADDAD, Sergio (coord.). Novos caminhos em Educação de Jovens e Adultos - EJA. São Paulo. Global. 2007

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO/ SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA. A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino fundamental de Nove Anos. 2009.

MOLL, Jaqueline. Caminhos da Educação Integral no Brasil Direito a Outros Tempos e Espaços Educativos. Editora Artmed, 2012.

MORAIS, Artur Gomes. Ortografia: ensinar e aprender. SP: Ática, 2000.

MORCHIDA, T. PINAZZA, M. A. e FORMOSINHO, J. O. Pedagogias da Infância – Dialogando com o passado construindo o futuro. Porto Alegre: Artmed, 2007.

NEGRÃO, R. F. - O Corpo Humano na Educação. In: Helena Machado de Paula Albuquerque; Maria Anita Viviani Martins. (Org.). Fazendo Educação Continuada. 1ªed.São Paulo: Avercamp, 2005, v. 01, p. 131-140.

OLIVEIRA, Marta Khol. Vygotsky Aprendizado e desenvolvimento: Um processo sócio histórico. São Paulo: Editora Scipione.10. PARRA, C. e SAIZ, I. Didática da Matemática – Reflexões Psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

PADILHA, Paulo Roberto. Currículo intertranscultural. São Paulo: Cortez e Instituto Paulo Freire, 2004.12.

POSSANI, Lourdes de Fátima P. Educação de Jovens e Adultos: um olhar sobre a exclusão. São Paulo: Articulação, 2007.

POSSANI, Lourdes de Fátima P. Educação de Jovens e Adultos: om olhar sobre a exclusão. São Paulo. Articulação. 2007

RIOS, Terezinha A. Ética e competência. São Paulo: Cortez. 1997.

RODRIGUES, David [org.]. Inclusão e educação: Doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus,2006.

ROPOLI, Edilene Aparecida [et al.]. A Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva: a escola comum inclusiva. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010.

SAVIANI, D. Escola e Democracia, polêmicas do nosso tempo. Campinas. SP: Autores Associados, 2006.

SOARES, Leoncio.GIOVANETTI, Mª Amélia. GOMES, Nilma Lino (orgs) - Diálogos na Educação de Jovens e Adultos. Belo Horizonte. Autentica. Coleção Estudos da EJA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO: Diretrizes Curriculares, 1ª edição – 2011

TAILLE, Yves de LA. PIAGET, VYGOTSKY E WALLON - TEORIAS PSICOGENÉTICAS

 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

PROFESSOR II - ARTES

FUSARI, Maria F. de Rezende; Ferraz, Maria H. C. de T. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 2003.

MARTINS, Miriam C.; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, Maria T. Didática do ensino da arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer a arte. São Paulo: FTD, 1998.

PILLAR, Analise D.(org). a Educação do Olhar no Ensino das artes. Porto Alegre: mediação,2001.

BARBOSA, Ana M. A Imagem no Ensino da Arte: Anos 80 e Novos Tempos. 6ª Ed. São Paulo: Perspectiva, 2008.

 

PROFESSOR II - EDUCAÇÃO FÍSICA

NEIRA, Marcos Garcia. Educação Física: por dentro da sala de aula: conversando sobre o corpo. São Paulo: Phorte, 2004.

NEIRA, M. G. e Nunes, M.L.F. Educação Física, currículo e Cultura, São Paulo: Phorte, 2009.

GONÇALVES, Maria A. S. Sentir , Pensar, Agir: Corporeidade e Educação. 11ª Ed. Campinas: Papirus, 2008.

 

CONHECIMENTOS DE LEGISLAÇÃO (todos os cargos)

- BRASIL 2008, Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva.

- Constituição Federal de 1988 – artigos 205 a 214 e artigo 60 das ‘Disposições Constitucionais Transitórias’. Emenda 14/96

- Lei Federal nº 9.394, de 20/12/96 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

- Lei Federal nº 8.069, de 13/07/90 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Livro I: Título I; Título II – arts. 7o a 24 e 53 a 59; Livro II: Título I; TítuloII; Título III

- Lei Orgânica do Município – (área de Educação) – Título VI – DA ORDEM SOCIAL – Capítulo I – Da Educação, da Cultura e dos Esportes, Lazer e Turismo.

- Lei Federal nº 9.424, de 24 de dezembro de 1996 – Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério

-Marcos legais, políticos e pedagógicos que orientam para a implementação de sistemas educacionais inclusivos:

- Decreto n 6.949/2009, que ratifica a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência/ONU.

- Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), que estabelece diretrizes gerais da Educação Especial.

- Resolução CNE/CEB n 4/2009, que institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado AEE, na educação básica.

- Lei nº 10.639, de 09 de janeiro de 2003. Que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”.

- Lei nº 11.645, de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

- Lei Federal nº 11.274, de 06 de fevereiro de 2006, sobre o ensino fundamental de 09 anos.

- Ensino Fundamental de 09 anos. Orientações para inclusão da criança de 6 anos de idade e a Criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de 9 anos.

BRASIL. Convenção sobre a proteção e promoção da Diversidade das Expressões Culturais. Texto oficial ratificado pelo Brasil por meio do Decreto Legislativo 485/2006.

BRASIL. Decreto nº 3.956, de 08/10/2001. Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência.

Convenção da Guatemala

 

PARA MAIORES INFORMAÇÕES ACESSE NOSSO SITEWWW.LIDERAPOSTILAS.COM.BR OU ENTRE EM CONTATO ATRAVÉS DO FONE (11) 4636-3044

 


Postado em: 09:22 AM, 31/3/2014 by Liderapostilas
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Livros para Concursos Professor PEB I São Bernardo do Campo 2014

  

APOSTILA CONCURSO PROFESSOR SÃO BERNARDO DO CAMPO PEB I – PEB II EDUCAÇÃO FÍSICA – PEB II ARTES CONCURSO 2014

 

CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS (Todos os cargos)

A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino fundamental de Nove Anos, orientações para o trabalho com linguagem escrita em turmas de crianças de seis anos de idade/Francisca Isabel Pereira Maciel, Mônica Correia Baptista e Sara Mourão Monteiro(orgs.) – Belo Horizonte: UFMG/FaE/CEALE.2009.

ARROYO, Miguel. Educação em tempos de exclusão. In: GENTILI, Pablo, GAUDÊNCIO. Frigotto [orgs]. A cidadania negada: políticas de exclusão na educação e no trabalho. 2ª edição, São Paulo: Cortez, 2001.

_____________. Formar educadores e educadoras de Jovens e Adultos. In: SOARES, L.(org) Formação de Educadores de Jovens e Adultos. Belo Horizonte. Autentica. 2006

Conselho Escolar e Direitos Humanos – Brasília: Presidência da Republica, Secretaria Especial dos Direitos Humanos; Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008. Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares.

CORTELLA, Mário Sergio. Escola e conhecimento. Fundamentos epistemológicos e políticos. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire. (coleção Prospectiva 5 )

FARIA A. L. G. & Mello. S. A. (org.) Territórios da Infância: linguagens, tempos e relações para uma pedagogia para as crianças pequenas. 2ª ed. Araraquara, SP: Junqueira & Marin Editores, 2009.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática pedagógica. São Paulo: Paz e Terra, 2002.

GALVÃO, Izabel. Cenas do Cotidiano Escolar – Conflito sim violência não. Petrópolis: Vozes, 2004.

HADDAD, Sergio (coord.). Novos caminhos em Educação de Jovens e Adultos - EJA. São Paulo. Global. 2007

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO/ SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA. A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino fundamental de Nove Anos. 2009.

MOLL, Jaqueline. Caminhos da Educação Integral no Brasil Direito a Outros Tempos e Espaços Educativos. Editora Artmed, 2012.

MORAIS, Artur Gomes. Ortografia: ensinar e aprender. SP: Ática, 2000.

MORCHIDA, T. PINAZZA, M. A. e FORMOSINHO, J. O. Pedagogias da Infância – Dialogando com o passado construindo o futuro. Porto Alegre: Artmed, 2007.

NEGRÃO, R. F. - O Corpo Humano na Educação. In: Helena Machado de Paula Albuquerque; Maria Anita Viviani Martins. (Org.). Fazendo Educação Continuada. 1ªed.São Paulo: Avercamp, 2005, v. 01, p. 131-140.

OLIVEIRA, Marta Khol. Vygotsky Aprendizado e desenvolvimento: Um processo sócio histórico. São Paulo: Editora Scipione.10. PARRA, C. e SAIZ, I. Didática da Matemática – Reflexões Psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

PADILHA, Paulo Roberto. Currículo intertranscultural. São Paulo: Cortez e Instituto Paulo Freire, 2004.12.

POSSANI, Lourdes de Fátima P. Educação de Jovens e Adultos: um olhar sobre a exclusão. São Paulo: Articulação, 2007.

POSSANI, Lourdes de Fátima P. Educação de Jovens e Adultos: om olhar sobre a exclusão. São Paulo. Articulação. 2007

RIOS, Terezinha A. Ética e competência. São Paulo: Cortez. 1997.

RODRIGUES, David [org.]. Inclusão e educação: Doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus,2006.

ROPOLI, Edilene Aparecida [et al.]. A Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva: a escola comum inclusiva. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010.

SAVIANI, D. Escola e Democracia, polêmicas do nosso tempo. Campinas. SP: Autores Associados, 2006.

SOARES, Leoncio.GIOVANETTI, Mª Amélia. GOMES, Nilma Lino (orgs) - Diálogos na Educação de Jovens e Adultos. Belo Horizonte. Autentica. Coleção Estudos da EJA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO: Diretrizes Curriculares, 1ª edição – 2011

TAILLE, Yves de LA. PIAGET, VYGOTSKY E WALLON - TEORIAS PSICOGENÉTICAS

 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

PROFESSOR II - ARTES

FUSARI, Maria F. de Rezende; Ferraz, Maria H. C. de T. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 2003.

MARTINS, Miriam C.; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, Maria T. Didática do ensino da arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer a arte. São Paulo: FTD, 1998.

PILLAR, Analise D.(org). a Educação do Olhar no Ensino das artes. Porto Alegre: mediação,2001.

BARBOSA, Ana M. A Imagem no Ensino da Arte: Anos 80 e Novos Tempos. 6ª Ed. São Paulo: Perspectiva, 2008.

 

PROFESSOR II - EDUCAÇÃO FÍSICA

NEIRA, Marcos Garcia. Educação Física: por dentro da sala de aula: conversando sobre o corpo. São Paulo: Phorte, 2004.

NEIRA, M. G. e Nunes, M.L.F. Educação Física, currículo e Cultura, São Paulo: Phorte, 2009.

GONÇALVES, Maria A. S. Sentir , Pensar, Agir: Corporeidade e Educação. 11ª Ed. Campinas: Papirus, 2008.

 

CONHECIMENTOS DE LEGISLAÇÃO (todos os cargos)

- BRASIL 2008, Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva.

- Constituição Federal de 1988 – artigos 205 a 214 e artigo 60 das ‘Disposições Constitucionais Transitórias’. Emenda 14/96

- Lei Federal nº 9.394, de 20/12/96 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

- Lei Federal nº 8.069, de 13/07/90 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Livro I: Título I; Título II – arts. 7o a 24 e 53 a 59; Livro II: Título I; TítuloII; Título III

- Lei Orgânica do Município – (área de Educação) – Título VI – DA ORDEM SOCIAL – Capítulo I – Da Educação, da Cultura e dos Esportes, Lazer e Turismo.

- Lei Federal nº 9.424, de 24 de dezembro de 1996 – Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério

-Marcos legais, políticos e pedagógicos que orientam para a implementação de sistemas educacionais inclusivos:

- Decreto n 6.949/2009, que ratifica a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência/ONU.

- Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), que estabelece diretrizes gerais da Educação Especial.

- Resolução CNE/CEB n 4/2009, que institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado AEE, na educação básica.

- Lei nº 10.639, de 09 de janeiro de 2003. Que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”.

- Lei nº 11.645, de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

- Lei Federal nº 11.274, de 06 de fevereiro de 2006, sobre o ensino fundamental de 09 anos.

- Ensino Fundamental de 09 anos. Orientações para inclusão da criança de 6 anos de idade e a Criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de 9 anos.

BRASIL. Convenção sobre a proteção e promoção da Diversidade das Expressões Culturais. Texto oficial ratificado pelo Brasil por meio do Decreto Legislativo 485/2006.

BRASIL. Decreto nº 3.956, de 08/10/2001. Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência.

Convenção da Guatemala

 

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Apostila Concurso - Professor São Bernardo do Campo - Liderapostilas

  

APOSTILA CONCURSO PROFESSOR SÃO BERNARDO DO CAMPO PEB I – PEB II EDUCAÇÃO FÍSICA – PEB II ARTES CONCURSO 2014

 

CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS (Todos os cargos)

A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino fundamental de Nove Anos, orientações para o trabalho com linguagem escrita em turmas de crianças de seis anos de idade/Francisca Isabel Pereira Maciel, Mônica Correia Baptista e Sara Mourão Monteiro(orgs.) – Belo Horizonte: UFMG/FaE/CEALE.2009.

ARROYO, Miguel. Educação em tempos de exclusão. In: GENTILI, Pablo, GAUDÊNCIO. Frigotto [orgs]. A cidadania negada: políticas de exclusão na educação e no trabalho. 2ª edição, São Paulo: Cortez, 2001.

_____________. Formar educadores e educadoras de Jovens e Adultos. In: SOARES, L.(org) Formação de Educadores de Jovens e Adultos. Belo Horizonte. Autentica. 2006

Conselho Escolar e Direitos Humanos – Brasília: Presidência da Republica, Secretaria Especial dos Direitos Humanos; Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008. Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares.

CORTELLA, Mário Sergio. Escola e conhecimento. Fundamentos epistemológicos e políticos. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire. (coleção Prospectiva 5 )

FARIA A. L. G. & Mello. S. A. (org.) Territórios da Infância: linguagens, tempos e relações para uma pedagogia para as crianças pequenas. 2ª ed. Araraquara, SP: Junqueira & Marin Editores, 2009.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática pedagógica. São Paulo: Paz e Terra, 2002.

GALVÃO, Izabel. Cenas do Cotidiano Escolar – Conflito sim violência não. Petrópolis: Vozes, 2004.

HADDAD, Sergio (coord.). Novos caminhos em Educação de Jovens e Adultos - EJA. São Paulo. Global. 2007

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO/ SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA. A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino fundamental de Nove Anos. 2009.

MOLL, Jaqueline. Caminhos da Educação Integral no Brasil Direito a Outros Tempos e Espaços Educativos. Editora Artmed, 2012.

MORAIS, Artur Gomes. Ortografia: ensinar e aprender. SP: Ática, 2000.

MORCHIDA, T. PINAZZA, M. A. e FORMOSINHO, J. O. Pedagogias da Infância – Dialogando com o passado construindo o futuro. Porto Alegre: Artmed, 2007.

NEGRÃO, R. F. - O Corpo Humano na Educação. In: Helena Machado de Paula Albuquerque; Maria Anita Viviani Martins. (Org.). Fazendo Educação Continuada. 1ªed.São Paulo: Avercamp, 2005, v. 01, p. 131-140.

OLIVEIRA, Marta Khol. Vygotsky Aprendizado e desenvolvimento: Um processo sócio histórico. São Paulo: Editora Scipione.10. PARRA, C. e SAIZ, I. Didática da Matemática – Reflexões Psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

PADILHA, Paulo Roberto. Currículo intertranscultural. São Paulo: Cortez e Instituto Paulo Freire, 2004.12.

POSSANI, Lourdes de Fátima P. Educação de Jovens e Adultos: um olhar sobre a exclusão. São Paulo: Articulação, 2007.

POSSANI, Lourdes de Fátima P. Educação de Jovens e Adultos: om olhar sobre a exclusão. São Paulo. Articulação. 2007

RIOS, Terezinha A. Ética e competência. São Paulo: Cortez. 1997.

RODRIGUES, David [org.]. Inclusão e educação: Doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus,2006.

ROPOLI, Edilene Aparecida [et al.]. A Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva: a escola comum inclusiva. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010.

SAVIANI, D. Escola e Democracia, polêmicas do nosso tempo. Campinas. SP: Autores Associados, 2006.

SOARES, Leoncio.GIOVANETTI, Mª Amélia. GOMES, Nilma Lino (orgs) - Diálogos na Educação de Jovens e Adultos. Belo Horizonte. Autentica. Coleção Estudos da EJA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO: Diretrizes Curriculares, 1ª edição – 2011

TAILLE, Yves de LA. PIAGET, VYGOTSKY E WALLON - TEORIAS PSICOGENÉTICAS

 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

PROFESSOR II - ARTES

FUSARI, Maria F. de Rezende; Ferraz, Maria H. C. de T. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 2003.

MARTINS, Miriam C.; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, Maria T. Didática do ensino da arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer a arte. São Paulo: FTD, 1998.

PILLAR, Analise D.(org). a Educação do Olhar no Ensino das artes. Porto Alegre: mediação,2001.

BARBOSA, Ana M. A Imagem no Ensino da Arte: Anos 80 e Novos Tempos. 6ª Ed. São Paulo: Perspectiva, 2008.

 

PROFESSOR II - EDUCAÇÃO FÍSICA

NEIRA, Marcos Garcia. Educação Física: por dentro da sala de aula: conversando sobre o corpo. São Paulo: Phorte, 2004.

NEIRA, M. G. e Nunes, M.L.F. Educação Física, currículo e Cultura, São Paulo: Phorte, 2009.

GONÇALVES, Maria A. S. Sentir , Pensar, Agir: Corporeidade e Educação. 11ª Ed. Campinas: Papirus, 2008.

 

CONHECIMENTOS DE LEGISLAÇÃO (todos os cargos)

- BRASIL 2008, Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva.

- Constituição Federal de 1988 – artigos 205 a 214 e artigo 60 das ‘Disposições Constitucionais Transitórias’. Emenda 14/96

- Lei Federal nº 9.394, de 20/12/96 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

- Lei Federal nº 8.069, de 13/07/90 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Livro I: Título I; Título II – arts. 7o a 24 e 53 a 59; Livro II: Título I; TítuloII; Título III

- Lei Orgânica do Município – (área de Educação) – Título VI – DA ORDEM SOCIAL – Capítulo I – Da Educação, da Cultura e dos Esportes, Lazer e Turismo.

- Lei Federal nº 9.424, de 24 de dezembro de 1996 – Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério

-Marcos legais, políticos e pedagógicos que orientam para a implementação de sistemas educacionais inclusivos:

- Decreto n 6.949/2009, que ratifica a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência/ONU.

- Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), que estabelece diretrizes gerais da Educação Especial.

- Resolução CNE/CEB n 4/2009, que institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado AEE, na educação básica.

- Lei nº 10.639, de 09 de janeiro de 2003. Que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”.

- Lei nº 11.645, de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

- Lei Federal nº 11.274, de 06 de fevereiro de 2006, sobre o ensino fundamental de 09 anos.

- Ensino Fundamental de 09 anos. Orientações para inclusão da criança de 6 anos de idade e a Criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de 9 anos.

BRASIL. Convenção sobre a proteção e promoção da Diversidade das Expressões Culturais. Texto oficial ratificado pelo Brasil por meio do Decreto Legislativo 485/2006.

BRASIL. Decreto nº 3.956, de 08/10/2001. Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência.

Convenção da Guatemala

 

PARA MAIORES INFORMAÇÕES ACESSE NOSSO SITEWWW.LIDERAPOSTILAS.COM.BR OU ENTRE EM CONTATO ATRAVÉS DO FONE (11) 4636-3044

 


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Apostila Preparatória Professor PEB São Bernardo do Campo

  

APOSTILA CONCURSO PROFESSOR SÃO BERNARDO DO CAMPO PEB I – PEB II EDUCAÇÃO FÍSICA – PEB II ARTES CONCURSO 2014

 

CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS (Todos os cargos)

A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino fundamental de Nove Anos, orientações para o trabalho com linguagem escrita em turmas de crianças de seis anos de idade/Francisca Isabel Pereira Maciel, Mônica Correia Baptista e Sara Mourão Monteiro(orgs.) – Belo Horizonte: UFMG/FaE/CEALE.2009.

ARROYO, Miguel. Educação em tempos de exclusão. In: GENTILI, Pablo, GAUDÊNCIO. Frigotto [orgs]. A cidadania negada: políticas de exclusão na educação e no trabalho. 2ª edição, São Paulo: Cortez, 2001.

_____________. Formar educadores e educadoras de Jovens e Adultos. In: SOARES, L.(org) Formação de Educadores de Jovens e Adultos. Belo Horizonte. Autentica. 2006

Conselho Escolar e Direitos Humanos – Brasília: Presidência da Republica, Secretaria Especial dos Direitos Humanos; Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008. Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares.

CORTELLA, Mário Sergio. Escola e conhecimento. Fundamentos epistemológicos e políticos. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire. (coleção Prospectiva 5 )

FARIA A. L. G. & Mello. S. A. (org.) Territórios da Infância: linguagens, tempos e relações para uma pedagogia para as crianças pequenas. 2ª ed. Araraquara, SP: Junqueira & Marin Editores, 2009.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática pedagógica. São Paulo: Paz e Terra, 2002.

GALVÃO, Izabel. Cenas do Cotidiano Escolar – Conflito sim violência não. Petrópolis: Vozes, 2004.

HADDAD, Sergio (coord.). Novos caminhos em Educação de Jovens e Adultos - EJA. São Paulo. Global. 2007

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO/ SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA. A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino fundamental de Nove Anos. 2009.

MOLL, Jaqueline. Caminhos da Educação Integral no Brasil Direito a Outros Tempos e Espaços Educativos. Editora Artmed, 2012.

MORAIS, Artur Gomes. Ortografia: ensinar e aprender. SP: Ática, 2000.

MORCHIDA, T. PINAZZA, M. A. e FORMOSINHO, J. O. Pedagogias da Infância – Dialogando com o passado construindo o futuro. Porto Alegre: Artmed, 2007.

NEGRÃO, R. F. - O Corpo Humano na Educação. In: Helena Machado de Paula Albuquerque; Maria Anita Viviani Martins. (Org.). Fazendo Educação Continuada. 1ªed.São Paulo: Avercamp, 2005, v. 01, p. 131-140.

OLIVEIRA, Marta Khol. Vygotsky Aprendizado e desenvolvimento: Um processo sócio histórico. São Paulo: Editora Scipione.10. PARRA, C. e SAIZ, I. Didática da Matemática – Reflexões Psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

PADILHA, Paulo Roberto. Currículo intertranscultural. São Paulo: Cortez e Instituto Paulo Freire, 2004.12.

POSSANI, Lourdes de Fátima P. Educação de Jovens e Adultos: um olhar sobre a exclusão. São Paulo: Articulação, 2007.

POSSANI, Lourdes de Fátima P. Educação de Jovens e Adultos: om olhar sobre a exclusão. São Paulo. Articulação. 2007

RIOS, Terezinha A. Ética e competência. São Paulo: Cortez. 1997.

RODRIGUES, David [org.]. Inclusão e educação: Doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus,2006.

ROPOLI, Edilene Aparecida [et al.]. A Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva: a escola comum inclusiva. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010.

SAVIANI, D. Escola e Democracia, polêmicas do nosso tempo. Campinas. SP: Autores Associados, 2006.

SOARES, Leoncio.GIOVANETTI, Mª Amélia. GOMES, Nilma Lino (orgs) - Diálogos na Educação de Jovens e Adultos. Belo Horizonte. Autentica. Coleção Estudos da EJA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO: Diretrizes Curriculares, 1ª edição – 2011

TAILLE, Yves de LA. PIAGET, VYGOTSKY E WALLON - TEORIAS PSICOGENÉTICAS

 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

PROFESSOR II - ARTES

FUSARI, Maria F. de Rezende; Ferraz, Maria H. C. de T. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 2003.

MARTINS, Miriam C.; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, Maria T. Didática do ensino da arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer a arte. São Paulo: FTD, 1998.

PILLAR, Analise D.(org). a Educação do Olhar no Ensino das artes. Porto Alegre: mediação,2001.

BARBOSA, Ana M. A Imagem no Ensino da Arte: Anos 80 e Novos Tempos. 6ª Ed. São Paulo: Perspectiva, 2008.

 

PROFESSOR II - EDUCAÇÃO FÍSICA

NEIRA, Marcos Garcia. Educação Física: por dentro da sala de aula: conversando sobre o corpo. São Paulo: Phorte, 2004.

NEIRA, M. G. e Nunes, M.L.F. Educação Física, currículo e Cultura, São Paulo: Phorte, 2009.

GONÇALVES, Maria A. S. Sentir , Pensar, Agir: Corporeidade e Educação. 11ª Ed. Campinas: Papirus, 2008.

 

CONHECIMENTOS DE LEGISLAÇÃO (todos os cargos)

- BRASIL 2008, Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva.

- Constituição Federal de 1988 – artigos 205 a 214 e artigo 60 das ‘Disposições Constitucionais Transitórias’. Emenda 14/96

- Lei Federal nº 9.394, de 20/12/96 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

- Lei Federal nº 8.069, de 13/07/90 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Livro I: Título I; Título II – arts. 7o a 24 e 53 a 59; Livro II: Título I; TítuloII; Título III

- Lei Orgânica do Município – (área de Educação) – Título VI – DA ORDEM SOCIAL – Capítulo I – Da Educação, da Cultura e dos Esportes, Lazer e Turismo.

- Lei Federal nº 9.424, de 24 de dezembro de 1996 – Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério

-Marcos legais, políticos e pedagógicos que orientam para a implementação de sistemas educacionais inclusivos:

- Decreto n 6.949/2009, que ratifica a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência/ONU.

- Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), que estabelece diretrizes gerais da Educação Especial.

- Resolução CNE/CEB n 4/2009, que institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado AEE, na educação básica.

- Lei nº 10.639, de 09 de janeiro de 2003. Que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”.

- Lei nº 11.645, de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

- Lei Federal nº 11.274, de 06 de fevereiro de 2006, sobre o ensino fundamental de 09 anos.

- Ensino Fundamental de 09 anos. Orientações para inclusão da criança de 6 anos de idade e a Criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de 9 anos.

BRASIL. Convenção sobre a proteção e promoção da Diversidade das Expressões Culturais. Texto oficial ratificado pelo Brasil por meio do Decreto Legislativo 485/2006.

BRASIL. Decreto nº 3.956, de 08/10/2001. Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência.

Convenção da Guatemala

 

PARA MAIORES INFORMAÇÕES ACESSE NOSSO SITEWWW.LIDERAPOSTILAS.COM.BR OU ENTRE EM CONTATO ATRAVÉS DO FONE (11) 4636-3044

 


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Apostila para Concurso Professor S. B. Campo 2014

 

APOSTILA CONCURSO PROFESSOR SÃO BERNARDO DO CAMPO PEB I – PEB II EDUCAÇÃO FÍSICA – PEB II ARTES CONCURSO 2014

 

CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS (Todos os cargos)

A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino fundamental de Nove Anos, orientações para o trabalho com linguagem escrita em turmas de crianças de seis anos de idade/Francisca Isabel Pereira Maciel, Mônica Correia Baptista e Sara Mourão Monteiro(orgs.) – Belo Horizonte: UFMG/FaE/CEALE.2009.

ARROYO, Miguel. Educação em tempos de exclusão. In: GENTILI, Pablo, GAUDÊNCIO. Frigotto [orgs]. A cidadania negada: políticas de exclusão na educação e no trabalho. 2ª edição, São Paulo: Cortez, 2001.

_____________. Formar educadores e educadoras de Jovens e Adultos. In: SOARES, L.(org) Formação de Educadores de Jovens e Adultos. Belo Horizonte. Autentica. 2006

Conselho Escolar e Direitos Humanos – Brasília: Presidência da Republica, Secretaria Especial dos Direitos Humanos; Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008. Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares.

CORTELLA, Mário Sergio. Escola e conhecimento. Fundamentos epistemológicos e políticos. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire. (coleção Prospectiva 5 )

FARIA A. L. G. & Mello. S. A. (org.) Territórios da Infância: linguagens, tempos e relações para uma pedagogia para as crianças pequenas. 2ª ed. Araraquara, SP: Junqueira & Marin Editores, 2009.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática pedagógica. São Paulo: Paz e Terra, 2002.

GALVÃO, Izabel. Cenas do Cotidiano Escolar – Conflito sim violência não. Petrópolis: Vozes, 2004.

HADDAD, Sergio (coord.). Novos caminhos em Educação de Jovens e Adultos - EJA. São Paulo. Global. 2007

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO/ SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA. A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino fundamental de Nove Anos. 2009.

MOLL, Jaqueline. Caminhos da Educação Integral no Brasil Direito a Outros Tempos e Espaços Educativos. Editora Artmed, 2012.

MORAIS, Artur Gomes. Ortografia: ensinar e aprender. SP: Ática, 2000.

MORCHIDA, T. PINAZZA, M. A. e FORMOSINHO, J. O. Pedagogias da Infância – Dialogando com o passado construindo o futuro. Porto Alegre: Artmed, 2007.

NEGRÃO, R. F. - O Corpo Humano na Educação. In: Helena Machado de Paula Albuquerque; Maria Anita Viviani Martins. (Org.). Fazendo Educação Continuada. 1ªed.São Paulo: Avercamp, 2005, v. 01, p. 131-140.

OLIVEIRA, Marta Khol. Vygotsky Aprendizado e desenvolvimento: Um processo sócio histórico. São Paulo: Editora Scipione.10. PARRA, C. e SAIZ, I. Didática da Matemática – Reflexões Psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

PADILHA, Paulo Roberto. Currículo intertranscultural. São Paulo: Cortez e Instituto Paulo Freire, 2004.12.

POSSANI, Lourdes de Fátima P. Educação de Jovens e Adultos: um olhar sobre a exclusão. São Paulo: Articulação, 2007.

POSSANI, Lourdes de Fátima P. Educação de Jovens e Adultos: om olhar sobre a exclusão. São Paulo. Articulação. 2007

RIOS, Terezinha A. Ética e competência. São Paulo: Cortez. 1997.

RODRIGUES, David [org.]. Inclusão e educação: Doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus,2006.

ROPOLI, Edilene Aparecida [et al.]. A Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva: a escola comum inclusiva. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010.

SAVIANI, D. Escola e Democracia, polêmicas do nosso tempo. Campinas. SP: Autores Associados, 2006.

SOARES, Leoncio.GIOVANETTI, Mª Amélia. GOMES, Nilma Lino (orgs) - Diálogos na Educação de Jovens e Adultos. Belo Horizonte. Autentica. Coleção Estudos da EJA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO: Diretrizes Curriculares, 1ª edição – 2011

TAILLE, Yves de LA. PIAGET, VYGOTSKY E WALLON - TEORIAS PSICOGENÉTICAS

 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

PROFESSOR II - ARTES

FUSARI, Maria F. de Rezende; Ferraz, Maria H. C. de T. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 2003.

MARTINS, Miriam C.; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, Maria T. Didática do ensino da arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer a arte. São Paulo: FTD, 1998.

PILLAR, Analise D.(org). a Educação do Olhar no Ensino das artes. Porto Alegre: mediação,2001.

BARBOSA, Ana M. A Imagem no Ensino da Arte: Anos 80 e Novos Tempos. 6ª Ed. São Paulo: Perspectiva, 2008.

 

PROFESSOR II - EDUCAÇÃO FÍSICA

NEIRA, Marcos Garcia. Educação Física: por dentro da sala de aula: conversando sobre o corpo. São Paulo: Phorte, 2004.

NEIRA, M. G. e Nunes, M.L.F. Educação Física, currículo e Cultura, São Paulo: Phorte, 2009.

GONÇALVES, Maria A. S. Sentir , Pensar, Agir: Corporeidade e Educação. 11ª Ed. Campinas: Papirus, 2008.

 

CONHECIMENTOS DE LEGISLAÇÃO (todos os cargos)

- BRASIL 2008, Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva.

- Constituição Federal de 1988 – artigos 205 a 214 e artigo 60 das ‘Disposições Constitucionais Transitórias’. Emenda 14/96

- Lei Federal nº 9.394, de 20/12/96 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

- Lei Federal nº 8.069, de 13/07/90 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Livro I: Título I; Título II – arts. 7o a 24 e 53 a 59; Livro II: Título I; TítuloII; Título III

- Lei Orgânica do Município – (área de Educação) – Título VI – DA ORDEM SOCIAL – Capítulo I – Da Educação, da Cultura e dos Esportes, Lazer e Turismo.

- Lei Federal nº 9.424, de 24 de dezembro de 1996 – Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério

-Marcos legais, políticos e pedagógicos que orientam para a implementação de sistemas educacionais inclusivos:

- Decreto n 6.949/2009, que ratifica a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência/ONU.

- Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), que estabelece diretrizes gerais da Educação Especial.

- Resolução CNE/CEB n 4/2009, que institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado AEE, na educação básica.

- Lei nº 10.639, de 09 de janeiro de 2003. Que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”.

- Lei nº 11.645, de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

- Lei Federal nº 11.274, de 06 de fevereiro de 2006, sobre o ensino fundamental de 09 anos.

- Ensino Fundamental de 09 anos. Orientações para inclusão da criança de 6 anos de idade e a Criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de 9 anos.

BRASIL. Convenção sobre a proteção e promoção da Diversidade das Expressões Culturais. Texto oficial ratificado pelo Brasil por meio do Decreto Legislativo 485/2006.

BRASIL. Decreto nº 3.956, de 08/10/2001. Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência.

Convenção da Guatemala

 

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Postado em: 09:08 AM, 31/3/2014 by Liderapostilas
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Tristana, Uma Paixão Mórbida - Luis Buñuel

 

 

Tristana  -  França/Espanha/Itália  -  1970

Gênero - Drama

Duração - 95 minutos

Roteiro -  Julio Alejandro (roteiro), Luis Buñuel (história para a tela), Benito Pérez Galdós (romance).

Elenco - Catherine Deneuve, Franco Nero, Fernando Rey, Lola Gaos.

Sinopse - Após a morte da mãe, a órfã Tristana é entregue aos cuidados do respeitado Don Lope. O relacionamento da jovem com o tutor vai se modificando, ele a seduz e os dois logo se tornam amantes. Com a chegada do jovem Horacio, no entanto, o relacionamento do casal é abalado. Tristana é realmente livre como Don Lope sempre fez questão de frisar?

Curiosidades - Adaptação do romance "Tristana", de Benito Pérez Galdós.

                        - Indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 1971.

                        - Em 1996, no centenário do cinema espanhol, foi votado por críticos e profissionais como o 10º melhor filme espanhol de todos os tempos.

Comentário - Buñuel voltou a filmar na Espanha sem abandonar seu teor crítico e irônico. Novamente ele não perdoa a hipocrisia da sociedade espanhola e faz ácidas críticas à igreja, família e às convenções da sociedade. Com uma narrativa lenta, cansativa em alguns momentos, Buñuel nos mostra uma história de dor, sofrimento e vingança. A passagem do tempo é mostrada de maneira impressionante graças ao trabalho de maquiagem e grandes atuações dos protagonistas. Catherine Deneuve, sempre bela, mostra que o talento também sempre a acompanhou.

Nota - 8,5

 

 

                                 

 

 

Luis Buñuel no Cinecool:

http://blog.clickgratis.com.br/cinecool/379086/Viridiana+-+Luis+Bu%F1uel+++%2B+++Surrealismo.html



-  http://blog.clickgratis.com.br/cinecool/541670/A+Adolescente++-++Luis+Bu%F1uel.html#ixzz2dfbSiI7D

http://blog.clickgratis.com.br/cinecool/555838/Di%E1rio+de+Uma+Camareira++-++Luis+Bu%F1uel.html#ixzz2yQjl8jpG

 

 


Postado em: 10:34 PM, 18/3/2014 by eduardo scutari
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Canhões Históricos

 

 

Em 1932 com a eclosão da Revolução Constitucionalista, o Coronel comandante da Fábrica de Pólvora de Piquete mandou esconder os canhões Krupp de 75mm e 120mm nas matas da serra da Mantiqueira para que não fossem levados pelos revolucionários.

Hoje eles estão expostos dentro da Fábrica Presidente Vargas (IMBEL).


Postado em: 11:13 AM, 16/3/2014 by pqdt1970
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Heróis de 1932, sempre lembrados

 

José Maria de Azevedo Paiva, veterano paraquedista militar e o Sr. Willian Mascarenhas comandante do Exécito Constitucionalista em SP.


Postado em: 11:08 AM, 16/3/2014 by pqdt1970
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Herói Para Sempre

 Visitei no dia 14/03/2014 na cidade de Lorena, o último combatente da Revolução de 32 nesta cidade. O senhor Antenor de Azevedo Figueira com seus 99 anos de idade lembra-se perfeitamente de quando jovem se alistou nas tropas revolucionárias e lutou por São Paulo.

Ele combateu no fundo do Vale até a retirada para Engenheiro Neiva, a última trincheira.

Após o término da Revolução o Sr. Antenor foi para a cidade de Piquete, ingressou na Fábrica de Pólvora onde prestou relevantes serviços por mais de trinta anos.

Pelos seu feitos recebeu dezenas de condecorações.

Meu carinho e minha respeitosa continência a esse eterno herói de 1932.

 


Postado em: 06:35 PM, 14/3/2014 by pqdt1970
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Despedida do Cel Hallak da IMBEL

 

Coronel Vladimir Gabriel Halak passa o comando da Fábrica Presidente Vargas "IMBEL".
Na foto seu amigo o Veterano Paraquedista Militar, José Maria de Azevedo Paiva, que o prestigiou nesta data. 14/03/2014

 


Postado em: 06:24 PM, 14/3/2014 by pqdt1970
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Condecoração do Comandante Chefe da IMBEL

 O veterano paraquedista militar José Maria de A. Paiva, com licença da CNO (Central Nacional de Outorgas) com sede no Rio Grande do Sul, condecorou o Coronel Vladimir Hallak Gabriel - QEM/QUI - Chefe da FPV/IMBEL, com a medalha Mérito dos Pacificadores Cód. DCEM B-12.

 

O Coronel foi para a reserva após 30 anos de relevantes serviços prestados Pátria.
 
Parabéns!
 

 


Postado em: 07:13 PM, 13/3/2014 by pqdt1970
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Apostila Auxiliar de Enfermagem do Trabalho Banco do Brasil BB - Liderapostilas

 

Apostila Concurso Auxiliar de Enfermagem do Trabalho Banco do Brasil 2014

Língua Portuguesa

Ortografia oficial. Pontuação. Emprego das classes de palavras. Pronomes: emprego, formas de tratamento e colocação. Concordância nominal e verbal. Regência nominal e verbal. Crase. Construção frasal. Emprego de conectores. Compreensão de textos.

Cultura Organizacional

Cultura Organizacional: Conceito de Cultura Organizacional. Preceitos da Cultura Organizacional. Vantagens e desvantagens da cultura organizacional. Características da Cultura Organizacional. Cultura Empresarial. Ética aplicada: ética, moral, valores e viturdes; noções de ética empresarial e profissional. A gestão da ética nas empresas públicas e privadas. Código de Ética do BANCO DO BRASIL. Código de conduta da alta administração pública. Gestão da sustentabilidade

Conhecimentos Específicos

Fundamentos de Enfermagem: técnicas básicas. Biossegurança. Assistência de enfermagem na saúde da mulher, do adulto e do idoso. Assistência de enfermagem em agravos clínicos e cirúrgicos. Assistência de enfermagem em doenças transmissíveis. Notificação Compulsória de Doenças. Programa Nacional de Imunizações. Psicologia nas relações humanas no trabalho. Assistência de Enfermagem à saúde do trabalhador. Assistência de Enfermagem em situações de urgência e emergência.

Legislação de Saúde e Previdência aplicável à saúde do trabalhador.

  • Educação para a Saúde:

Campanhas de Prevenção: SIDA, Tabagismo, Alcoolismo e outros agravos à saúde. Dinâmica de Grupo. Humanização na assistência. Higiene e Segurança do trabalho. Acidente do trabalho, doenças profissionais e do trabalho.

  • Psicopatologia do trabalho:

organização do trabalho e sofrimento psíquico no trabalho. Normas regulamentadoras (NR) aprovadas pela Portaria nº 3.214, de 08/06/1978, especialmente as NR-05, NR-06, NR-07, NR-09 (ênfase em Programa de Conservação Auditiva) NR-17 e NR-32.

Ética profissional.

Atribuições profissionais do auxiliar de enfermagem.

Conhecimentos de Informática:

Conceitos básicos e modos de utilização de tecnologias, ferramentas, aplicativos e procedimentos associados a Internet/Intranet. Ferramentas e aplicativos de navegação, de correio eletrônico. Aplicativos para edição de textos e planilhas eletrônicas (Microsoft).

Questões  com gabaritos em todas as matérias

 

Para maiores informações acesse nosso sitewww.liderapostilas.com.br ou entre em contato conosco pelo

fone (11) 4636-3044


Postado em: 09:23 AM, 13/3/2014 by Liderapostilas
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Apostila Auxiliar de Enfermagem do Trabalho AET Banco do Brasil

 

Apostila Concurso Auxiliar de Enfermagem do Trabalho Banco do Brasil 2014

Língua Portuguesa

Ortografia oficial. Pontuação. Emprego das classes de palavras. Pronomes: emprego, formas de tratamento e colocação. Concordância nominal e verbal. Regência nominal e verbal. Crase. Construção frasal. Emprego de conectores. Compreensão de textos.

Cultura Organizacional

Cultura Organizacional: Conceito de Cultura Organizacional. Preceitos da Cultura Organizacional. Vantagens e desvantagens da cultura organizacional. Características da Cultura Organizacional. Cultura Empresarial. Ética aplicada: ética, moral, valores e viturdes; noções de ética empresarial e profissional. A gestão da ética nas empresas públicas e privadas. Código de Ética do BANCO DO BRASIL. Código de conduta da alta administração pública. Gestão da sustentabilidade

Conhecimentos Específicos

Fundamentos de Enfermagem: técnicas básicas. Biossegurança. Assistência de enfermagem na saúde da mulher, do adulto e do idoso. Assistência de enfermagem em agravos clínicos e cirúrgicos. Assistência de enfermagem em doenças transmissíveis. Notificação Compulsória de Doenças. Programa Nacional de Imunizações. Psicologia nas relações humanas no trabalho. Assistência de Enfermagem à saúde do trabalhador. Assistência de Enfermagem em situações de urgência e emergência.

Legislação de Saúde e Previdência aplicável à saúde do trabalhador.

  • Educação para a Saúde:

Campanhas de Prevenção: SIDA, Tabagismo, Alcoolismo e outros agravos à saúde. Dinâmica de Grupo. Humanização na assistência. Higiene e Segurança do trabalho. Acidente do trabalho, doenças profissionais e do trabalho.

  • Psicopatologia do trabalho:

organização do trabalho e sofrimento psíquico no trabalho. Normas regulamentadoras (NR) aprovadas pela Portaria nº 3.214, de 08/06/1978, especialmente as NR-05, NR-06, NR-07, NR-09 (ênfase em Programa de Conservação Auditiva) NR-17 e NR-32.

Ética profissional.

Atribuições profissionais do auxiliar de enfermagem.

Conhecimentos de Informática:

Conceitos básicos e modos de utilização de tecnologias, ferramentas, aplicativos e procedimentos associados a Internet/Intranet. Ferramentas e aplicativos de navegação, de correio eletrônico. Aplicativos para edição de textos e planilhas eletrônicas (Microsoft).

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Concurso BB Banco do Brasil - Auxiliar de Enfermagem do Trabalho

 

Apostila Concurso Auxiliar de Enfermagem do Trabalho Banco do Brasil 2014

Língua Portuguesa

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Cultura Organizacional

Cultura Organizacional: Conceito de Cultura Organizacional. Preceitos da Cultura Organizacional. Vantagens e desvantagens da cultura organizacional. Características da Cultura Organizacional. Cultura Empresarial. Ética aplicada: ética, moral, valores e viturdes; noções de ética empresarial e profissional. A gestão da ética nas empresas públicas e privadas. Código de Ética do BANCO DO BRASIL. Código de conduta da alta administração pública. Gestão da sustentabilidade

Conhecimentos Específicos

Fundamentos de Enfermagem: técnicas básicas. Biossegurança. Assistência de enfermagem na saúde da mulher, do adulto e do idoso. Assistência de enfermagem em agravos clínicos e cirúrgicos. Assistência de enfermagem em doenças transmissíveis. Notificação Compulsória de Doenças. Programa Nacional de Imunizações. Psicologia nas relações humanas no trabalho. Assistência de Enfermagem à saúde do trabalhador. Assistência de Enfermagem em situações de urgência e emergência.

Legislação de Saúde e Previdência aplicável à saúde do trabalhador.

  • Educação para a Saúde:

Campanhas de Prevenção: SIDA, Tabagismo, Alcoolismo e outros agravos à saúde. Dinâmica de Grupo. Humanização na assistência. Higiene e Segurança do trabalho. Acidente do trabalho, doenças profissionais e do trabalho.

  • Psicopatologia do trabalho:

organização do trabalho e sofrimento psíquico no trabalho. Normas regulamentadoras (NR) aprovadas pela Portaria nº 3.214, de 08/06/1978, especialmente as NR-05, NR-06, NR-07, NR-09 (ênfase em Programa de Conservação Auditiva) NR-17 e NR-32.

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Apostila Banco do Brasil - Auxiliar de Enfermagem do Trabalho 2014

 

Apostila Concurso Auxiliar de Enfermagem do Trabalho Banco do Brasil 2014

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Cultura Organizacional

Cultura Organizacional: Conceito de Cultura Organizacional. Preceitos da Cultura Organizacional. Vantagens e desvantagens da cultura organizacional. Características da Cultura Organizacional. Cultura Empresarial. Ética aplicada: ética, moral, valores e viturdes; noções de ética empresarial e profissional. A gestão da ética nas empresas públicas e privadas. Código de Ética do BANCO DO BRASIL. Código de conduta da alta administração pública. Gestão da sustentabilidade

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Fundamentos de Enfermagem: técnicas básicas. Biossegurança. Assistência de enfermagem na saúde da mulher, do adulto e do idoso. Assistência de enfermagem em agravos clínicos e cirúrgicos. Assistência de enfermagem em doenças transmissíveis. Notificação Compulsória de Doenças. Programa Nacional de Imunizações. Psicologia nas relações humanas no trabalho. Assistência de Enfermagem à saúde do trabalhador. Assistência de Enfermagem em situações de urgência e emergência.

Legislação de Saúde e Previdência aplicável à saúde do trabalhador.

  • Educação para a Saúde:

Campanhas de Prevenção: SIDA, Tabagismo, Alcoolismo e outros agravos à saúde. Dinâmica de Grupo. Humanização na assistência. Higiene e Segurança do trabalho. Acidente do trabalho, doenças profissionais e do trabalho.

  • Psicopatologia do trabalho:

organização do trabalho e sofrimento psíquico no trabalho. Normas regulamentadoras (NR) aprovadas pela Portaria nº 3.214, de 08/06/1978, especialmente as NR-05, NR-06, NR-07, NR-09 (ênfase em Programa de Conservação Auditiva) NR-17 e NR-32.

Ética profissional.

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Apostila para Concurso Auxiliar de Enfermagem do Trabalho - Banco do Brasil

 

Apostila Concurso Auxiliar de Enfermagem do Trabalho Banco do Brasil 2014

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Cultura Organizacional

Cultura Organizacional: Conceito de Cultura Organizacional. Preceitos da Cultura Organizacional. Vantagens e desvantagens da cultura organizacional. Características da Cultura Organizacional. Cultura Empresarial. Ética aplicada: ética, moral, valores e viturdes; noções de ética empresarial e profissional. A gestão da ética nas empresas públicas e privadas. Código de Ética do BANCO DO BRASIL. Código de conduta da alta administração pública. Gestão da sustentabilidade

Conhecimentos Específicos

Fundamentos de Enfermagem: técnicas básicas. Biossegurança. Assistência de enfermagem na saúde da mulher, do adulto e do idoso. Assistência de enfermagem em agravos clínicos e cirúrgicos. Assistência de enfermagem em doenças transmissíveis. Notificação Compulsória de Doenças. Programa Nacional de Imunizações. Psicologia nas relações humanas no trabalho. Assistência de Enfermagem à saúde do trabalhador. Assistência de Enfermagem em situações de urgência e emergência.

Legislação de Saúde e Previdência aplicável à saúde do trabalhador.

  • Educação para a Saúde:

Campanhas de Prevenção: SIDA, Tabagismo, Alcoolismo e outros agravos à saúde. Dinâmica de Grupo. Humanização na assistência. Higiene e Segurança do trabalho. Acidente do trabalho, doenças profissionais e do trabalho.

  • Psicopatologia do trabalho:

organização do trabalho e sofrimento psíquico no trabalho. Normas regulamentadoras (NR) aprovadas pela Portaria nº 3.214, de 08/06/1978, especialmente as NR-05, NR-06, NR-07, NR-09 (ênfase em Programa de Conservação Auditiva) NR-17 e NR-32.

Ética profissional.

Atribuições profissionais do auxiliar de enfermagem.

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Conceitos básicos e modos de utilização de tecnologias, ferramentas, aplicativos e procedimentos associados a Internet/Intranet. Ferramentas e aplicativos de navegação, de correio eletrônico. Aplicativos para edição de textos e planilhas eletrônicas (Microsoft).

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Apostila Auxiliar de Enfermagem do Trabalho Banco do Brasil

Apostila Concurso Auxiliar de Enfermagem do Trabalho Banco do Brasil 2014

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Cultura Organizacional

Cultura Organizacional: Conceito de Cultura Organizacional. Preceitos da Cultura Organizacional. Vantagens e desvantagens da cultura organizacional. Características da Cultura Organizacional. Cultura Empresarial. Ética aplicada: ética, moral, valores e viturdes; noções de ética empresarial e profissional. A gestão da ética nas empresas públicas e privadas. Código de Ética do BANCO DO BRASIL. Código de conduta da alta administração pública. Gestão da sustentabilidade

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Fundamentos de Enfermagem: técnicas básicas. Biossegurança. Assistência de enfermagem na saúde da mulher, do adulto e do idoso. Assistência de enfermagem em agravos clínicos e cirúrgicos. Assistência de enfermagem em doenças transmissíveis. Notificação Compulsória de Doenças. Programa Nacional de Imunizações. Psicologia nas relações humanas no trabalho. Assistência de Enfermagem à saúde do trabalhador. Assistência de Enfermagem em situações de urgência e emergência.

Legislação de Saúde e Previdência aplicável à saúde do trabalhador.

  • Educação para a Saúde:

Campanhas de Prevenção: SIDA, Tabagismo, Alcoolismo e outros agravos à saúde. Dinâmica de Grupo. Humanização na assistência. Higiene e Segurança do trabalho. Acidente do trabalho, doenças profissionais e do trabalho.

  • Psicopatologia do trabalho:

organização do trabalho e sofrimento psíquico no trabalho. Normas regulamentadoras (NR) aprovadas pela Portaria nº 3.214, de 08/06/1978, especialmente as NR-05, NR-06, NR-07, NR-09 (ênfase em Programa de Conservação Auditiva) NR-17 e NR-32.

Ética profissional.

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Conceitos básicos e modos de utilização de tecnologias, ferramentas, aplicativos e procedimentos associados a Internet/Intranet. Ferramentas e aplicativos de navegação, de correio eletrônico. Aplicativos para edição de textos e planilhas eletrônicas (Microsoft).

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Apostila Susam Assistente Social - Concursos Públicos 2014

 

Apostila Concurso Público SUSAM Assistente Social 2014

 

CONHECIMENTOS BÁSICOS

► LÍNGUA PORTUGUESA: Leitura, compreensão e interpretação de textos. Estruturação do texto e dos parágrafos. Articulação do texto: pronomes e expressões referenciais, nexo, operadores sequenciais. Significação contextual de palavras e expressões. Equivalência e transformação de estruturas. Sintaxe: processos de coordenação e subordinação. Emprego de tempos e modos verbais. Pontuação. Estrutura e formação de palavras. Funções das classes de palavras. Flexão nominal e verbal. Pronomes: emprego, formas de tratamento e colocação. Concordância nominal e verbal. Regência nominal e verbal. Ortografia oficial. Acentuação gráfica.

► PRINCÍPIOS E ORGANIZAÇÃO DO SUS - CONSTITUIÇÃO FEDERAL: Artigos 196 a 200; Art. 77 - Ato das Disposições Constitucionais Transitórias - ACDT; Lei nº 8080, de 19/09/90, e Lei nº 8.142, de 28/12/90; Lei Complementar nº 141/2012; Decreto Federal nº 7.508, de 28 de julho de 2011.

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Ambiente de atuação do assistente social. Instrumental de pesquisa em processos de investigação social: elaboração de projetos, métodos e técnicas qualitativas e quantitativas. Proposta de intervenção na área social: planejamento estratégico, planos, programas, projetos e atividade de trabalho. Avaliação de programas e políticas sociais. Estratégias, instrumentos e técnicas de intervenção: sindicância, abordagem individual, técnicas de entrevista, abordagem coletiva, trabalho com grupos, em redes e com famílias, atuação na equipe interprofissional (relacionamento e competências). Diagnóstico. Estratégias de trabalho institucional: conceitos de Instituição. Estrutura brasileira de recursos sociais. Uso de recursos institucionais e comunitários. A prática profissional do Assistente Social na Instituição: possibilidades e limites. A Instituição e as Organizações Sociais. Análise e fundamentação das relações sociais no âmbito das Instituições. Prática profissional x prática social x prática institucional. Metodologia do Serviço Social: métodos utilizados na ação direta com indivíduos, grupos e segmentos populacionais, técnicas e entrevistas utilizadas na prática do Serviço Social. Redação e correspondências oficiais: laudo e parecer (sociais e psicossociais), estudo de caso, informação e avaliação social. Atuação em programas de prevenção e tratamento: uso do álcool, tabaco e outras drogas: questão cultural, social e psicológica. Doenças sexualmente transmissíveis. AIDS. Atendimento às vítimas. Políticas sociais: relação Estado/sociedade. Contexto atual e o neoliberalismo. Políticas de seguridade e previdência social. Políticas da assistência brasileira, Lei Orgânica de Assistência Social (LOA). Políticas de saúde brasileira, Sistema Único de Saúde (SUS) e agências reguladoras. Política Nacional do Idoso. Legislação de Serviço Social: níveis, áreas e limites de atuação do profissional de Serviço Social. Ética profissional. Políticas, diretrizes, ações e desafios na área da família, da criança e do adolescente: Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A defesa de direitos da criança e do adolescente. O papel dos conselhos, centros de defesa e delegacias. A adoção e a guarda: normas, processo jurídico e psicossocial, adoção à brasileira e adoção internacional. Novas modalidades de família: diagnóstico, abordagem sistêmica e estratégias de atendimento e acompanhamento. Alternativas para resolução de conflitos: conciliação e mediação. Balanço social. Pesquisa em Serviço Social do Trabalho: metodologias aplicadas e técnicas de pesquisa. Política social e planejamento: a questão social e a conjuntura brasileira; a instituição e técnicas de pesquisa; a Instituição e o Estado; movimentos sociais; a prestação de serviços e a assistência pública; projetos e programas em Serviço Social; saúde, habitação, criança/adolescente, trabalho, assistência pública. Administração e Serviço Social: concepção burocrática. O Serviço Social e a administração de benefícios

Questões  em cada matéria

Edição 2014

Material impresso

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Postado em: 09:04 AM, 12/3/2014 by Liderapostilas
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