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MarkusBrasileiro2012's Perfil

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Nome: MARKUS BRASILEIRO
Sexo: Masculino
Aniversário: 15/7/1968 (Idade: 43)
Localização: UBERLANDIA, MINAS GERAIS, Brazil

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MARKUS BRASILEIRO1 postagens, 0 comentários
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GUERRA DOS DEUSES I – A BATALHA DE ABSOLUN Prologo Rei Kratum procurou repousar, mas o sono lhe era impossível, ainda não havia conseguido entender porque a deusa Kera a rainha dos sonhos lhe visitara na noite anterior trazendo lhe visões indecifráveis. Tudo que pressentia que a espada de Odyz estava ameaçada e não poderia saber como, mas não conseguiria dormir naquela noite. -Tudo que quero é a paz de meu reino! - Serviu se um cálice de vinho de frutas partynas procurando relaxar. Foi até a sacada de seu aposento e ali permaneceu por um longo tempo observando do alto o silencio da noite pairando sobre a cidade de Kalyzur. Seus pensamentos absortos no limite da preocupação com a paz de seu reino ameaçada. Sua longa cabeleira vermelha como fogo do vulcão Atunis, esvoaçava pelo vento frio e implacável daquela noite , mais parecia uma bandeira hasteada no alto da torre do palácio real. Seu manto prateado como a lua de tundra agitava como vida própria tivesse. Seu semblante permanecia gélido devido á decisão que estava prestes a tomar. Dali do alto poderia avistar parte sul da cidade de cristal. De onde descia o Rio Droryum, conhecido por todos como o Rio de ouro , pois suas aguas sagradas ostentava a cor dourada e só poderia ser tocada no grande dia de Selum. O dia este que é comemorado pelos magos á cada cem anos quando uma estrela desce do mundo dos deuses de ônix e aquece as aguas onde os magos vêem de todas as partes do reino para banhar nas aguas sagradas e renovar todos seus poderes mágicos. - O dia de Selum esta próximo.! Ao centro da cidade avistava o espada de Odyz encravada na pedra Tunix, ali esperava pelo prometido semideus que a arrancaria e reinaria sobre todos os todos os reinos. A espada de Odyz brilhava ao longe naquela cintilação azul das estrelas da constelação Ozion. Diferentemente do brilho intenso que um dia brilhou quando ali foi cravada pelas mãos do próprio deus Odyz quando fez o pacto com Zagurion deus supremo das batalhas. A partir daquele dia nenhum deus poderia interver nas guerras travada entre terras altas e terras baixas de Absolun. Sentia que uma grande ameaça pairava sobre todas terras de absolum, pois não lhe era permitido receber a deusa Kera nem mesmo em sonhos e ela parecia querer revelar lhe algo mesmo sem permissão de Odyz o grande deus dos magos. Ainda intrigado pelos sonhos sentiu naquele momento uma aproximação oculta. Uma tensão nervosa lhe apoderava inevitavelmente, percebeu uma sombra que se aproximava no mais completo silencio, mas não o bastante para surpreender o grande rei Kratum. Desembainhou sua espada e virou se repentinamente como esperando um ataque. -Grandes deuses! - Sobressaltou se com a visão que formava diante de si .-Uma Hitran!- foi o que conseguiu balbuciar antes da aproximação da deusa das sombras. Saltou bruscamente para o lado com sua espada em riste como simples instinto de defesa, pois o aço de sua arma nada poderia ferir uma deusa das sombras. Uma Hitran se tocar um mortal levaria seu espírito para o vale das sombras . Kratum não pode impedir o frio mórbido das sombras ameaçadora congelando lhe as pernas subindo lhe pelo corpo. Tentou alarmar os homens que a porta de seus aposentos montavam guarda. Mas sua voz tornou se subitamente sufocada e inaudível. -Não tenha medo grande Kratum - com um som da grande cachoeira a voz dela ecoava sinistramente ironizando, pois seria impossível o medo não percorrer as veias de quem a encarasse. Tomava forma feminina mas seu aspecto negro e sombrio permaneceu assustadoramente, como se estivesse de um manto negro de sombras e sua calda de serpente procurava envolver o rei. -Hitran! a que devo a honra á visita de uma deusa? - perguntou a ela cautelosamente, nem precisava alertá-la que quebrava o pacto sagrado de se manifestar aos mortais até chegar o grande dia de Selun. -Não seja tão cauteloso Rei Kratum!- ameaça ela pois ele recuava para dentro do aposento real com os olhos procurava por ali a sua manta sagrada de adrarion. A manta era a única forma de proteger se de ataque de deuses baixos, como uma Hitran -Venho buscar a estrela ônix, ela não lhe servirá mais... -O colar? - Tocou no colar certificando que ainda estava com ele e segurou firme pois era o guardião daquela estrela.-Não! Jamais tocará neste colar. Ela certamente não lhe pouparia de enviá lo para o vale das sombras mesmo se entregasse seu colar com a estrela Ônix. Só não poderia entender porque desafiaria seu supremo deus Zagurion para roubar lhe o colar? -Mas o que uma simples pedra serviria á uma deusa de poderes tão supremos? - ganha tempo, talvez quisesse mesmo entender. A estrela de seu colar era espécie de chave que poderia libertar as feras titãs do calabouço de adromid. Mas foram os próprios deuses que aprisionaram-as, pois representa perigo até mesmo ao sgrandes deuses. -Está confuso Nobre kratum? Pergunta salientando nobreza do rei, pois no mundo de absolun sabe se que Kratum é o preferido do supremo Odyz.- esta batalha não é sua, entregue a o colar de ônix ou seu espírito perpetuará no vale das sombras. -Esqueceste do pacto sagrado ? Até mesmo seu deus supremo Zagurion pactuou aos deuses manifestar aos mortais há milhares de anos, o que houve? -As profecias de kalel não mentem jamais. Até o grande dia de selun ele surgirá e trará paz entre os reinos. -Mas os deuses do submundo não permitirá que o prometido chegue... -Mas a paz ou guerra dos mortais não importa para os deuses ou importa agora? -Não é momento para indagações mortal, o prometido jamais virá. Saiba que o grande deus Zagurion não vive mais! -O que? - Kratum se espanta a ponto de ficar imóvel ante aquela declaração. -Zagurion não vive mais? - Tenta acalmar ante a deusa Hitran, pois os deuses das sombras são enganosos. -Como um deus soberano com Zagurion poderia morrer? pelas mãos de quem? -Isto logo todos saberão - foi a ultima frase antes dela avançar sobre Katrum com um sopro gélido da morte. Um forte impacto como um raio interrompe seu salto Antes de tocar o coração do rei, pois levaria seu espirito para o vale das sombras. Ela solta um urro, não de dor mas por ser interrompida em seu ataque. Lorde Makron , surgiu repentinamente , sempre estava pois era como a própria sombra de Kratum como seu guarda costa real. Ele não hesita em dar lhe o segundo golpe antes que ela revidasse. Empunha sua espada Relyn forjada á relâmpagos. O segundo golpe desfaz a silhueta feminina da sombra em uma nuvem espalhada pelos aposentos deixando um cheiro de cinzas no ar. Ela toma uma forma de uma grande serpente negra com olhos flamejantes e avança sobre Lorde Makron assegurando que seria ele o primeiro a descer o vale. Seu salto é interrompido pelo rei que joga se sobre ela agora já protegido pelo manta sagrada de Adrarion. Ele atravessa lhe garganta com sua espada de cristal tirando lhe mais um urro, agora de dor, pois agora vestido a manta seus golpes poderiam ferí la. Makron não hesita em desfechar lhe mais um golpe frontal que as faíscas poderiam ser vistas a quilômetros de distancia. Ela desaparece pela janela em meio as sombras do telhado deixando apenas aquele mesmo cheiro de cinzas. Kratum respira aliviado. Certifica que o colar ainda está ali, junto consigo, protegido das forças negras. -Eu também perdi o sono meu Rei- Lord Makron fez uma pausa momentânea, de olhos fixos na janela, respira procurando folego e conclui para seu rei - não dormiria pressentindo que o mal está rondando Kalyzur. Kratum também com os olhos fixos á distancia nas sombras lá fora agradece - Obrigado pela intervenção meu bravo amigo. -Como pode uma Hitran estar aqui no castelo, isto não é proibido pelos deuses?- interroga como se Kratum soubesse a resposta. -Algo terrível aconteceu lord - sussurra sua resposta - deus zagurion não vive mais . -Como? - é inacreditável se deus Zagurion não vive mais- se isto aconteceu os deuses baixos trarão desordem e as guerras multiplicarão... -E o mais terrível que ela queria me tomar o colar com a estrela de onix. _Mas porque? -Possivelmente libertar as feras.. -Seria loucura pois até mesmo os deuses não tem controle sobre os titãs de Adromid. -É o que queria saber...- ainda exausto, encerra a janela - mas ainda bem que invertestes pois ela não responderia, apenas levaria a estrela e meu espírito para o vale das sombras. -Isto jamais acontecerá - garante com bravura lord Makron, pois seu juramento somente com sua morte seu rei poderia ser tocado por um inimigo. -Precisamos visitar os magos de Kalel, talvez tenham a resposta para esta ameaça desconhecida. -Meu rei as montanhas geladas de Dirkin estão intransponíveis neste inverno. Kratum desconhecem obstáculos para defender seu reino e era preciso consultar os sábios. -Temos que ir Lord! -Mas precisa se recolher, e descansar um pouco -.Aproximou se trazendo lhe um manto espesso de pele de Ucrah, um animal gigantesco nativo do vale de Kadarian, sua carne era apreciada e a pele felpuda aproveitada para vestes ou selas para montarias aladas dos guerreiros. -Se aqueça!- ajustou aos ombros do rei e relata de sua viagem minas de Draskan e que havia aliado aos barbas de fogo. Os bárbaros conhecido "barbas de fogo" possuíam armas com poderes do vulcão Hariun. Eram respeitados e temidos pois somente eles conseguem montar nos poderosos dragões das terras baixas de Abronion. -Obrigado Lord Makron - agradeceu se agasalhando um pouco mais, Sabia que seu exército se fortalecia cada vez mais, mas se os deuses das sombras intervesse seria uma destruição de kalyzur. Franziu a testa formulando uma pergunta que saberia a vaga resposta. - Se deus Zagurion não vive mais, quem poderia ter tamanha força para combate-lo? -Meu rei! Os deuses maiores sem suas contendas que não cabe a nós. Mas sabemos que os filhos de Zagurion invejaram os mortais e um dia quebrariam o pacto. Com certeza foi traído por suas proprias criaturas. -Os magos poderão nos esclarecer, vamos montar os Darkcrows e poderemos passar pelas frias montanhas de Dirkin. Lord Makron concorda com Kratum e ambos se preparam para voar até a torre mais alta do mundo de absolun. As torres de Kalel onde todas as respostas os esperavam... GUERRA DOS DEUSES I – A BATALHA DE ABSOLUN Prologo Rei Kratum procurou repousar, mas o sono lhe era impossível, ainda não havia conseguido entender porque a deusa Kera a rainha dos sonhos lhe visitara na noite anterior trazendo lhe visões indecifráveis. Tudo que pressentia que a espada de Odyz estava ameaçada e não poderia saber como, mas não conseguiria dormir naquela noite. -Tudo que quero é a paz de meu reino! - Serviu se um cálice de vinho de frutas partynas procurando relaxar. Foi até a sacada de seu aposento e ali permaneceu por um longo tempo observando do alto o silencio da noite pairando sobre a cidade de Kalyzur. Seus pensamentos absortos no limite da preocupação com a paz de seu reino ameaçada. Sua longa cabeleira vermelha como fogo do vulcão Atunis, esvoaçava pelo vento frio e implacável daquela noite , mais parecia uma bandeira hasteada no alto da torre do palácio real. Seu manto prateado como a lua de tundra agitava como vida própria tivesse. Seu semblante permanecia gélido devido á decisão que estava prestes a tomar. Dali do alto poderia avistar parte sul da cidade de cristal. De onde descia o Rio Droryum, conhecido por todos como o Rio de ouro , pois suas aguas sagradas ostentava a cor dourada e só poderia ser tocada no grande dia de Selum. O dia este que é comemorado pelos magos á cada cem anos quando uma estrela desce do mundo dos deuses de ônix e aquece as aguas onde os magos vêem de todas as partes do reino para banhar nas aguas sagradas e renovar todos seus poderes mágicos. - O dia de Selum esta próximo.! Ao centro da cidade avistava o espada de Odyz encravada na pedra Tunix, ali esperava pelo prometido semideus que a arrancaria e reinaria sobre todos os todos os reinos. A espada de Odyz brilhava ao longe naquela cintilação azul das estrelas da constelação Ozion. Diferentemente do brilho intenso que um dia brilhou quando ali foi cravada pelas mãos do próprio deus Odyz quando fez o pacto com Zagurion deus supremo das batalhas. A partir daquele dia nenhum deus poderia interver nas guerras travada entre terras altas e terras baixas de Absolun. Sentia que uma grande ameaça pairava sobre todas terras de absolum, pois não lhe era permitido receber a deusa Kera nem mesmo em sonhos e ela parecia querer revelar lhe algo mesmo sem permissão de Odyz o grande deus dos magos. Ainda intrigado pelos sonhos sentiu naquele momento uma aproximação oculta. Uma tensão nervosa lhe apoderava inevitavelmente, percebeu uma sombra que se aproximava no mais completo silencio, mas não o bastante para surpreender o grande rei Kratum. Desembainhou sua espada e virou se repentinamente como esperando um ataque. -Grandes deuses! - Sobressaltou se com a visão que formava diante de si .-Uma Hitran!- foi o que conseguiu balbuciar antes da aproximação da deusa das sombras. Saltou bruscamente para o lado com sua espada em riste como simples instinto de defesa, pois o aço de sua arma nada poderia ferir uma deusa das sombras. Uma Hitran se tocar um mortal levaria seu espírito para o vale das sombras . Kratum não pode impedir o frio mórbido das sombras ameaçadora congelando lhe as pernas subindo lhe pelo corpo. Tentou alarmar os homens que a porta de seus aposentos montavam guarda. Mas sua voz tornou se subitamente sufocada e inaudível. -Não tenha medo grande Kratum - com um som da grande cachoeira a voz dela ecoava sinistramente ironizando, pois seria impossível o medo não percorrer as veias de quem a encarasse. Tomava forma feminina mas seu aspecto negro e sombrio permaneceu assustadoramente, como se estivesse de um manto negro de sombras e sua calda de serpente procurava envolver o rei. -Hitran! a que devo a honra á visita de uma deusa? - perguntou a ela cautelosamente, nem precisava alertá-la que quebrava o pacto sagrado de se manifestar aos mortais até chegar o grande dia de Selun. -Não seja tão cauteloso Rei Kratum!- ameaça ela pois ele recuava para dentro do aposento real com os olhos procurava por ali a sua manta sagrada de adrarion. A manta era a única forma de proteger se de ataque de deuses baixos, como uma Hitran -Venho buscar a estrela ônix, ela não lhe servirá mais... -O colar? - Tocou no colar certificando que ainda estava com ele e segurou firme pois era o guardião daquela estrela.-Não! Jamais tocará neste colar. Ela certamente não lhe pouparia de enviá lo para o vale das sombras mesmo se entregasse seu colar com a estrela Ônix. Só não poderia entender porque desafiaria seu supremo deus Zagurion para roubar lhe o colar? -Mas o que uma simples pedra serviria á uma deusa de poderes tão supremos? - ganha tempo, talvez quisesse mesmo entender. A estrela de seu colar era espécie de chave que poderia libertar as feras titãs do calabouço de adromid. Mas foram os próprios deuses que aprisionaram-as, pois representa perigo até mesmo ao sgrandes deuses. -Está confuso Nobre kratum? Pergunta salientando nobreza do rei, pois no mundo de absolun sabe se que Kratum é o preferido do supremo Odyz.- esta batalha não é sua, entregue a o colar de ônix ou seu espírito perpetuará no vale das sombras. -Esqueceste do pacto sagrado ? Até mesmo seu deus supremo Zagurion pactuou aos deuses manifestar aos mortais há milhares de anos, o que houve? -As profecias de kalel não mentem jamais. Até o grande dia de selun ele surgirá e trará paz entre os reinos. -Mas os deuses do submundo não permitirá que o prometido chegue... -Mas a paz ou guerra dos mortais não importa para os deuses ou importa agora? -Não é momento para indagações mortal, o prometido jamais virá. Saiba que o grande deus Zagurion não vive mais! -O que? - Kratum se espanta a ponto de ficar imóvel ante aquela declaração. -Zagurion não vive mais? - Tenta acalmar ante a deusa Hitran, pois os deuses das sombras são enganosos. -Como um deus soberano com Zagurion poderia morrer? pelas mãos de quem? -Isto logo todos saberão - foi a ultima frase antes dela avançar sobre Katrum com um sopro gélido da morte. Um forte impacto como um raio interrompe seu salto Antes de tocar o coração do rei, pois levaria seu espirito para o vale das sombras. Ela solta um urro, não de dor mas por ser interrompida em seu ataque. Lorde Makron , surgiu repentinamente , sempre estava pois era como a própria sombra de Kratum como seu guarda costa real. Ele não hesita em dar lhe o segundo golpe antes que ela revidasse. Empunha sua espada Relyn forjada á relâmpagos. O segundo golpe desfaz a silhueta feminina da sombra em uma nuvem espalhada pelos aposentos deixando um cheiro de cinzas no ar. Ela toma uma forma de uma grande serpente negra com olhos flamejantes e avança sobre Lorde Makron assegurando que seria ele o primeiro a descer o vale. Seu salto é interrompido pelo rei que joga se sobre ela agora já protegido pelo manta sagrada de Adrarion. Ele atravessa lhe garganta com sua espada de cristal tirando lhe mais um urro, agora de dor, pois agora vestido a manta seus golpes poderiam ferí la. Makron não hesita em desfechar lhe mais um golpe frontal que as faíscas poderiam ser vistas a quilômetros de distancia. Ela desaparece pela janela em meio as sombras do telhado deixando apenas aquele mesmo cheiro de cinzas. Kratum respira aliviado. Certifica que o colar ainda está ali, junto consigo, protegido das forças negras. -Eu também perdi o sono meu Rei- Lord Makron fez uma pausa momentânea, de olhos fixos na janela, respira procurando folego e conclui para seu rei - não dormiria pressentindo que o mal está rondando Kalyzur. Kratum também com os olhos fixos á distancia nas sombras lá fora agradece - Obrigado pela intervenção meu bravo amigo. -Como pode uma Hitran estar aqui no castelo, isto não é proibido pelos deuses?- interroga como se Kratum soubesse a resposta. -Algo terrível aconteceu lord - sussurra sua resposta - deus zagurion não vive mais . -Como? - é inacreditável se deus Zagurion não vive mais- se isto aconteceu os deuses baixos trarão desordem e as guerras multiplicarão... -E o mais terrível que ela queria me tomar o colar com a estrela de onix. _Mas porque? -Possivelmente libertar as feras.. -Seria loucura pois até mesmo os deuses não tem controle sobre os titãs de Adromid. -É o que queria saber...- ainda exausto, encerra a janela - mas ainda bem que invertestes pois ela não responderia, apenas levaria a estrela e meu espírito para o vale das sombras. -Isto jamais acontecerá - garante com bravura lord Makron, pois seu juramento somente com sua morte seu rei poderia ser tocado por um inimigo. -Precisamos visitar os magos de Kalel, talvez tenham a resposta para esta ameaça desconhecida. -Meu rei as montanhas geladas de Dirkin estão intransponíveis neste inverno. Kratum desconhecem obstáculos para defender seu reino e era preciso consultar os sábios. -Temos que ir Lord! -Mas precisa se recolher, e descansar um pouco -.Aproximou se trazendo lhe um manto espesso de pele de Ucrah, um animal gigantesco nativo do vale de Kadarian, sua carne era apreciada e a pele felpuda aproveitada para vestes ou selas para montarias aladas dos guerreiros. -Se aqueça!- ajustou aos ombros do rei e relata de sua viagem minas de Draskan e que havia aliado aos barbas de fogo. Os bárbaros conhecido "barbas de fogo" possuíam armas com poderes do vulcão Hariun. Eram respeitados e temidos pois somente eles conseguem montar nos poderosos dragões das terras baixas de Abronion. -Obrigado Lord Makron - agradeceu se agasalhando um pouco mais, Sabia que seu exército se fortalecia cada vez mais, mas se os deuses das sombras intervesse seria uma destruição de kalyzur. Franziu a testa formulando uma pergunta que saberia a vaga resposta. - Se deus Zagurion não vive mais, quem poderia ter tamanha força para combate-lo? -Meu rei! Os deuses maiores sem suas contendas que não cabe a nós. Mas sabemos que os filhos de Zagurion invejaram os mortais e um dia quebrariam o pacto. Com certeza foi traído por suas proprias criaturas. -Os magos poderão nos esclarecer, vamos montar os Darkcrows e poderemos passar pelas frias montanhas de Dirkin. Lord Makron concorda com Kratum e ambos se preparam para voar até a torre mais alta do mundo de absolun. As torres de Kalel onde todas as respostas os esperavam...