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Painel climático da ONU começa a ser revisadoPostado em 14/5/2010 em 200810 arquivado em Geografia - 0 Comentários - Incluir Comentário - LinkUm grupo de academias de ciências de diversos países do mundo começa a revisar nesta sexta-feira a atuação do painel climático da ONU, a fim de restaurar sua confiança, abalada pela descoberta de erros em um relatório de 2007 sobre o aquecimento global. Este é o primeiro encontro do comitê, que continua reunido até sábado. Os membros vêm de países que incluem Brasil, África do Sul, China, Índia, Alemanha, Grã-Bretanha, Holanda e Malásia. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, anunciou a revisão em março, depois de toda a polêmica em torno de erros do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês). Colocou-se em dúvida a ideia de que o aquecimento global seja causado pela ação do homem. Os críticos dizem que os relatórios foram enviesados de maneira a excluir pontos de vista alternativos. Segundo Rajendra Pachauri, cientista indiano e presidente do IPCC, o pedido de revisão foi feito pelo próprio painel. "É preciso escutar e aprender o tempo todo e encontrar um jeito de unir as diferentes necessidades das sociedade espalhadas pelo mundo", afirmou. Pachauri reluta às críticas e defende que a ameaça representada pela mudança climática é real e está se acelerando com as emissões humanas de gases do efeito estufa. Ele alega que o número de erros no chamado Quarto Relatório de Avaliação, documento publicado em 2007 com mais de 3.000 páginas e já citado em mais de 10.000 trabalhos científicos, é mínimo. Exageros - Em janeiro, os autores do relatório admitiram que o painel exagerava o ritmo de derretimento das geleiras do Himalaia. Em abril, reconheceram outro exagero, na sua avaliação de quanto a Holanda está abaixo do nível do mar. Porém, Ki-moon reafirmou as conclusões do IPCC de que o painel tem 90% de certeza de que a ação do homem é a principal causa de mudanças climáticas ocorridas nas últimas décadas e que elas vão levar a mais ondas de calor, enchentes, secas e a alta dos níveis do mar. O comitê de revisão do relatório foi nomeado pelo Conselho InterAcadêmico (IAC). Robbert Dijkgraaf, copresidente do Conselho, disse que, embora bancada pela ONU, ela será completamente independente. As questões a serem revistas incluem "garantias e controle de qualidade de informações; o tipo de literatura que pode ser citado em relatórios do IPCC; revisão especializada e governamental de materiais do IPCC; a inclusão de uma gama completa de visões científicas, e a correção de erros", segundo o comitê. As conclusões devem ser entregues até o fim de agosto. O IPCC dividiu o Prêmio Nobel da Paz de 2007 com o ex-vice-presidente dos EUA Al Gore, dedicado à causa climática. Seus relatórios são a principal base para as decisões políticas relativas à mudança climática global. http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/painel-climatico-onu-comeca-ser-revisado-559603.shtml
Stephen Hawking: "Há vida extraterrestre, mas devemos ignorá-la"Postado em 27/4/2010 em 080849 arquivado em Você atualizado! - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link |
| Arte/Folha | ||
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A erupção, que já lançou uma coluna de fumaça de seis quilômetros de altura, ainda não deu sinais de redução após 40 horas de atividade, informou Pall Einarsson, geofísico da Universidade da Islândia.
"Os sismográficos mostram que desde hoje de manhã a erupção parece estar aumentando", disse.
O material expelido pelo vulcão já tinha derretido um terço do gelo que cobre a cratera, causando a inundação de um rio próximo à área, e explosões frequentes no solo sob a região pareciam bombas, disse o especialista.
As inundações já estão em retração, no entanto, e alguns dos moradores vizinhos já retornam às suas casas.
Outro cientista indicou que a erupção é dez vezes mais poderosa do que a que ocorreu no mês passado no mesmo vulcão.
Vigilância
Os cientistas que monitoram a região haviam detectado movimentações sísmicas no vulcão desde o ano passado e aguardavam a erupção para qualquer momento, disse Einarsson, da Universidade da Islândia.
Esta é considerada a erupção mais forte na Islândia desde 1996, quando movimentos similares ocorreram sob o lago Grimsworth, causando enchentes no país.
O especialista disse que há preocupação entre a comunidade científica islandesa, de que a erupção atual possa desencadear atividades no Monte Katla, um vulcão mais poderoso coberto por uma capa glacial mais espessa, mas ainda não há indicações neste sentido.
Obstrução no tráfego aéreo
Uma interrupção total como a de hoje, nos voos em países como Reino Unido, Irlanda, Noruega, Dinamarca e Suécia, não era vista desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, em Nova York.
Milhares de voos foram cancelados, deixando dezenas de milhares de passageiros no solo, e ainda não há um consenso entre as autoridades de tráfego aéreo na Europa sobre quando será seguro liberar as aeronaves novamente.
De acordo com especialistas em aviação, esta é a primeira vez na história que uma coluna de fumaça tenha afetado o tráfego aéreo mais movimentado do mundo.
No Reino Unido, cinco aeroportos de Londres foram fechados, incluindo o de Heathrow, uma grande base de voos para todo o mundo que opera cerca de 1.200 voos e mais de 180 mil passageiros por dia.
Aeroportos foram fechados também na França, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Irlanda, Suécia, Finlândia e Suíça, com efeitos em todo o mundo.
Na França, voos para Paris e outros 23 aeroportos foram cancelados, e companhias aéreas nos EUA cancelaram alguns voos para a Europa.
Holanda
Segundo o jornal britânico "The Guardian", o Aeroporto Schiphol, em Amsterdã, na Holanda, anunciou que o espaço aéreo do país também será fechado gradualmente nas próximas horas até o encerramento completo do tráfego aéreo às 19h (14h no horário de Brasília).
"Eu não posso dizer quanto tempo vai durar. O quanto for necessário", disse Marjolein Wenting, da Agência de Controle de Tráfego Aéreo da Holanda, à rede de TV RTL. "Isto é inédito para a Holanda".
| Cathal McNaughton/Reuters | ||
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| Aviões ficam no chão após fechamento de espaço aéreo britânico até a manhã desta sexta-feira |
Irlanda
A partir das 8h desta quinta-feira, todas as operações foram encerradas no aeroporto de Dublin, na Irlanda, informaram fontes oficiais.
Segundo a Autoridade de Aviação Irlandesa (IAA, na sigla em inglês), parte do espaço aéreo nacional permanecerá fechada até as 19h (16h no horário de Brasília), tempo durante o qual nenhum voo irá decolar ou pousar nos demais aeroportos do país.
Um porta-voz da IAA assinalou em comunicado que "não é seguro" para os aviões voar entre nuvens de cinzas vulcânicas já que estas podem provocar o colapso de seus motores e outras panes elétricas.
"A situação está sendo acompanhada de perto e será atualizada", acrescentou a nota.
Os voos no aeroporto internacional de Belfast e no aeroporto George Best, na capital da Irlanda do Norte, também foram cancelados.
"A situação escapa de nosso controle. Nos 26 anos de trabalho no aeroporto nunca vi algo igual. Isto representa um grande risco para a segurança", indicou uma porta-voz do aeroporto de Dublin.
Noruega
As cinzas da erupção do vulcão no sul da Islândia obrigaram também a Noruega a fechar todo o tráfego aéreo.
Avinor, o órgão estatal que controla o tráfego aéreo e os aeroportos noruegueses, decretou o fechamento total do tráfego aéreo às 10h (5h no horário de Brasília), embora horas antes quase todos os aeroportos do país já estivessem paralisados e o principal, o aeroporto de Gardermoen (em Oslo), funcionasse parcialmente.
Dinamarca
Já as autoridades dinamarquesas anunciaram a paralisação total dos voos no país para as 18h (13h no horário de Brasília).
Segundo o órgão que contra o espaço aéreo na Dinamarca, o Naviair, as últimas previsões sobre a expansão das cinzas obrigam ao fechamento progressivo do tráfego aéreo.
O maior aeroporto dinamarquês ficará fechado inicialmente até as 17h (12h no horário de Brasília), mas há possibilidade de que o tráfego aéreo continue paralisado até amanhã.
Finlândia
Na Finlândia, as autoridades anunciaram o fechamento de oito aeroportos no norte do país até as 15h (9h no horário de Brasília).
Islândia
Curiosamente, na própria Islândia, só os voos internos na parte leste e norte foram atingidos, enquanto o aeroporto internacional de Keflavik continua funcionando normalmente.
Keflavik está ao oeste da geleira Eyjafjalla, onde entrou em erupção ontem o vulcão, e as cinzas seguem em direção contrária.
Suécia
O "Guardian" noticia ainda que o espaço aéreo da suécia foi completamente fechado esta manhã, sem previsão de retorno à atividade normal.
França
No país, os voos do Aeroporto Charles de Gaulle de Paris para Islândia, Reino Unido, Suécia, Dinamarca e Noruega foram cancelados nesta quinta-feira, informou a operadora do aeroporto francês.
Passageiros foram aconselhados a entrar em contato com as companhias aéreas porque os voos para outros destinos estavam em operação, segundo uma porta-voz da operadora ADP.
"A nuvem de fumaça vindo da Islândia está atualmente sobre o Reino Unido, o que está prejudicando um grande número de voos", disse a porta-voz.
21 de março de 2010
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INTERIOR DA TERRA
Crosta: (silicatos - rígida e de espessura fina, comparada ás camadas subjacentes), parte oceânica 7 e 10 quilômetros e a continental 20 e 100 quilômetros.
Manto: (rochas semilíquidas e gases), aproximadamente 2.900 km. Temperatura: 3800 graus.
Núcleo externo: (Ferro e oxigênio em forma líquida), com 2270 km. Temperatura 3800 a 4300 graus.
Núcleo interno: (Ferro e níquel em estado sólido devido à pressão e à alta temperatura), com 1200 km. Temperatura: 4300 a 5000 graus.
OBS: A perfuração mais profunda feita pelo homem atingiu 12,3 km, apenas 12,3% da crosta.
A TERRA
A Terra tem cerca de 4,5 bilhões de anos. Para determinar a idade da Terra, foram criados métodos preciosos que, através do estudo das rochas, determinaram a idade do nosso planeta. Assim, surgiu a GEOCRONOLOGIA, ciência que estuda os métodos para determinar o tempo geológico, registrado nas rochas. Os cientistas sabem que, sem conhecer o passado do nosso planeta, não se pode compreender o presente, nem tão pouco antever o futuro, por isso, os estudos sobre a idade da Terra são tão relevantes.
AS PLACAS TECTÔNICAS
A observação e os estudos acerca do formato dos continentes, das rochas, da vegetação e outras semelhanças encontradas entre terras que hoje são separadas e localizam a centenas e milhares de quilômetros umas das outras fizeram com que o cientista alemão ALFRED WEGENER, levantasse a hipótese de que os continentes já haviam sido unidos no passado geológico da Terra. A TEORIA DA DERIVA CONTINENTAL, onde os continentes estariam unidos num grande continente PANGEIA (terra única) que era formada por dois grandes blocos GODWANA E LAURÁSIA. Segundo ele a separação dos continentes teria se iniciado há 200 milhões de anos, e as partes que se separaram começaram a se mover, até chegar ao que conhecemos hoje. Supõe – se que as placas irão encontrar-se novamente em outra direção.
Foi o geólogo americano HARRY HESS que apresentou a teoria da ação do magma, no processo chamado CORRENTES DE CONVECCÃO, comprovando assim a teoria de WEGENER.
A crosta terrestre é dividida em doze grandes placas tectônicas que movem sobre o magma. O nosso planeta está em constante mudança desde quando surgiu. Algumas mudanças podem demorar milhões de anos, e em alguns casos, são radicais e podem acontecer após a atuação das forças monumentais que duram apenas alguns segundos, como acontecem com as áreas atingidas por terremotos.
Para os cientistas da atualidade, um imenso calor existente no interior da Terra, movimenta grandes contingentes de massa pastosa, chamadas de correntes de convecção. Esse movimento é que acaba deslocando as placas.
O MOVIMENTO DAS PLACAS
As áreas próximas do encontro, ou deslocamento e afastamento das placas são os locais onde podemos ver mais nitidamente, os efeitos das forças endógenas de formação do relevo. Os movimentos internos das placas são responsáveis pela existência dos terremotos, vulcões, tsunamis e pela formação das cordilheiras.
MOVIMENTOS CONVERGENTES: encontro das placas (formam-se as cadeias de montanhas).
Principais elevações do planeta:
Ásia: HIMALAIA
América do Sul: ANDES (Nazca e Sul-Americana)
Europa: ALPES (Africana e Eurásia)
América do Norte: MONTANHAS ROCHOSAS (Pacífico w Norte- Americana)
África: KILIMANJARO
As CADEIAS DE MONTANHAS são denominadas deslocamentos modernos ou recentes, pois, todas elas apareceram no período Terciário da era Cenozóica. São elevadas porque são recentes, ainda não houve tempo de serem erodidas (ação exógena).
MOVIMENTOS DIVERGENTES: afastamento das placas (expansão do assoalho oceânico, formação de dorsais, como a DORSAL MESOATLÂNTICA placa Sul- Americana e Africana).
MOVIMENTOS TRANSFORMANTES: as placas raspam lateralmente (presença de falhas como a falha de SANTO ANDRÉAS na Califórnia.
*São nos limites entre as placas tectônicas (nas bordas), onde se localizam as áreas de choques entre placas.
*O Brasil não possui vulcões ativos e nem grandes terremotos, porque se encontra no centro de uma placa, região considerada de relativa estabilidade tectônica.
TERREMOTOS OU ABALOS SÍSMICOS: são tremores de terra, produzidos pelo choque ou pelo movimento transformante entre duas placas que podem durar alguns segundos, mas, dependendo de sua intensidade podem causar danos irreversíveis.
*HIPOCENTRO: é o ponto onde se inicia a ruptura e a liberação das tensões. *EPICENTRO: é a projeção, propagação na superfície do terremoto.
Google Maps é um serviço de pesquisa e visualização de mapas e imagens de satélite da Terra gratuito na web fornecido e desenvolvido pela empresa estadunidense Google.
Atualmente, o serviço disponibiliza mapas e rotas para qualquer ponto nos Estados Unidos, Canadá, na União Europeia, Austrália e Brasil, entre outros. Disponibiliza também imagens via satélite do mundo todo, com possibilidade de um zoom nas grandes cidades, como Nova Iorque, Paris e São Paulo.
Juntamente com o lançamento da versão brasileira do Google Maps, a empresa introduziu o Local Business Center, ferramenta que permite com que qualquer empresa faça seu cadastro e seja então encontrada no Google Maps por qualquer usuário. No cadastro as empresas podem preencher seus dados cadastrais, horário de atendimento, formas de pagamento, logotipo e fotos, sendo necessária confirmação do cadastro através de uma ligação telefônica, SMS ou carta.
Com uma conta Google, já é possível destacar as suas próprias rotas, pontos e áreas, gerar comentários e compartilhar os respectivos links de acesso ao mapa criado. Também é possível gerar um arquivo KML para integração com o Google Earth.
Em evento recente, a Google.org, organização humanitária da gigantesca empresa de tecnologia e informática, alertou as empresas de todo o mundo para o uso de avanços com a Google Mapas para ajudar em políticas públicas, com o auxílio do mapeamento das áreas que sofrem com o aquecimento global. Outro exemplo foi o das doenças, já que o recurso pode localizar a área de abrangência de uma epidemia.
saibatudo.net/tag/google-maps/
Associada aos diversos climas, relevos e solos existentes no Brasil há uma variedade de formações vegetais. A vegetação brasileira pode ser classificada em floresta Amazônica, mata Atlântica (florestas costeiras), caatinga, pantanal mato-grossense, cerrado, campos, mata de araucária, mata de cocais, mangue e restinga.
Explorada desde a colonização, a vegetação original é a primeira fonte de riqueza do país. A extração de pau-brasil representa o início de um processo desordenado de utilização da cobertura vegetal, que persiste até hoje em diferentes níveis, e levou, praticamente, à extinção da mata Atlântica. Atualmente o desmatamento atinge sobretudo a Amazônia.

Floresta Amazônica–Ocupa cerca de 40% do território brasileiro – em uma área que abrange a totalidade da Região
Norte, o norte de Mato Grosso e o oeste do Maranhão –, estendendo-se ainda pelos países vizinhos (SuFloresta Amazônica–Ocupa cerca de 40% do território brasileiro – em uma área que abrange a totalidade da Região Norte, o norte de Mato Grosso e o oeste do Maranhão –, estendendo-se ainda pelos países vizinhos (Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia), além da Guiana Francesa. É uma floresta latifoliada (do latim, lati, que significa "largo"), ou seja, com predominância de espécies vegetais de folhas largas. Com características próprias de clima equatorial, tipicamente quente e superúmido, é também conhecida como hiléia. Apresenta grande heterogeneidade de espécies animais e vegetais e caracteriza-se por três diferentes matas: de igapó, várzea e terra firme. A mata de igapó corresponde à parte da floresta onde o solo se encontra inundado. Ocorre principalmente no baixo Amazonas e reúne espécies como liana, cipó, epífita, parasita e vitória-régia. A mata de várzea é própria das regiões que são periodicamente inundadas, denominadas terraços fluviais. Intermediárias entre os igapós e a terra firme, as espécies da mata de várzea têm formações variadas, como seringueira, palmeira, jatobá e maçaranduba. A altura dessas espécies aumenta à medida que se distanciam dos rios. As matas de terra firme correspondem à parte mais elevada do relevo. Com solo seco, livre de inundação, as árvores podem chegar a 65 m de altura. O entrelaçamento de suas copas, em algumas regiões, impede quase totalmente a passagem de luz, o que torna seu interior muito úmido, escuro e pouco ventilado. Em terra firme encontram-se espécies como o castanheiro, o caucho e o guaraná.
Os principais produtos extraídos da floresta são o guaraná, o látex e a castanha-do-pará. Embora sua exploração econômica possa ocorrer de forma a não interferir no equilíbrio ecológico e a garantir a sobrevivência de comunidades da floresta, ela continua acontecendo de maneira predatória na maioria dos casos. Os impactos ambientais de maior escala em toda a Amazônia têm sido provocados pela extração ilegal de madeira e pela destruição de extensas áreas, por meio de desmatamentos e queimadas, para a prática da agricultura e da pecuária. A floresta já perdeu uma área de 512.400 km², cerca de 12,8% de seu total de origem.
riname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia), além da Guiana Francesa. É uma floresta latifoliada (do latim, lati, que significa "largo"), ou seja, com predominância de espécies vegetais de folhas largas. Com características próprias de clima equatorial, tipicamente quente e superúmido, é também conhecida como hiléia. Apresenta grande heterogeneidade de espécies animais e vegetais e caracteriza-se por três diferentes matas: de igapó, várzea e terra firme. A mata de igapó corresponde à parte da floresta onde o solo se encontra inundado. Ocorre principalmente no baixo Amazonas e reúne espécies como liana, cipó, epífita, parasita e vitória-régia. A mata de várzea é própria das regiões que são periodicamente inundadas, denominadas terraços fluviais. Intermediárias entre os igapós e a terra firme, as espécies da mata de várzea têm formações variadas, como seringueira, palmeira, jatobá e maçaranduba. A altura dessas espécies aumenta à medida que se distanciam dos rios. As matas de terra firme correspondem à parte mais elevada do relevo. Com solo seco, livre de inundação, as árvores podem chegar a 65 m de altura. O entrelaçamento de suas copas, em algumas regiões, impede quase totalmente a passagem de luz, o que torna seu interior muito úmido, escuro e pouco ventilado. Em terra firme encontram-se espécies como o castanheiro, o caucho e o guaraná.
Os principais produtos extraídos da floresta são o guaraná, o látex e a castanha-do-pará. Embora sua exploração econômica possa ocorrer de forma a não interferir no equilíbrio ecológico e a garantir a sobrevivência de comunidades da floresta, ela continua acontecendo de maneira predatória na maioria dos casos. Os impactos ambientais de maior escala em toda a Amazônia têm sido provocados pela extração ilegal de madeira e pela destruição de extensas áreas, por meio de desmatamentos e queimadas, para a prática da agricultura e da pecuária. A floresta já perdeu uma área de 512.400 km², cerca de 12,8% de seu total de origem.
Mata Atlântica–É uma floresta de clima tropical quente e úmido. Predomina na costa brasileira, onde planaltos e serras impedem a passagem da massa de ar, provocando chuva. Entre as florestas tropicais, é a que apresenta a maior biodiversidade por hectare do mundo, com espécies como ipê, quaresmeira, cedro, palmiteiro, canela e imbaúba. É a mais devastada das florestas brasileiras. No passado estendia-se do litoral do Rio Grande do Norte ao de Santa Catarina. No período colonial foi intensamente destruída para dar lugar à cultura canavieira no Nordeste e, posteriormente, no Sudeste, à cultura cafeeira. Os 7% restantes da mata original, que ocupava 1.290.692,4 km², encontram-se nas regiões Sul e Sudeste, preservados graças à presença da serra do Mar, obstáculo à ação humana. Atualmente, mesmo essa área se encontra em situação de risco, especialmente para espécies como jacarandá, cedro e palmito. Contribuem ainda com a devastação o turismo predatório e o elevado índice de poluição da costa brasileira.

Caatinga–Ocupa a região do sertão nordestino, de clima semi-árido, o que corresponde, aproximadamente, à décima parte do território brasileiro. É composta de plantas xerófilas, próprias de clima seco, adaptadas à pouca quantidade de água: os espinhos das cactáceas, por exemplo, têm a função de diminuir sua transpiração. O solo da caatinga é fértil quando irrigado. Essas plantas podem produzir cera, fibra, óleo vegetal e, principalmente, frutas. Por causa do baixo índice pluviométrico da região sertaneja, as plantas dependem de irrigação artificial, possibilitada pela construção de canais e açudes.

Pantanal mato-grossense–É a maior planície inundável do mundo. Ocupa uma área de 150.000 km², englobando do sudoeste de Mato Grosso ao oeste de Mato Grosso do Sul até o Paraguai. Nessa formação podem ser identificadas três diferentes áreas: as alagadas, as periodicamente alagadas e as que não sofrem inundações. Nas áreas alagadas, a vegetação de gramíneas desenvolve-se no inverno e é usada para o gado bovino. Nas de eventuais alagamentos encontram-se, além de vegetação rasteira, arbustos e palmeiras como o buriti e o carandá. E nas que não sofrem inundações predominam os cerrados e, em pontos mais úmidos, espécies arbóreas da floresta tropical. Em razão da regularidade e da alternância de períodos de cheia e de seca, existe grande variedade de espécies animais e vegetais.
A princípio, a criação de gado não causou danos ambientais, mas, recentemente, com o investimento de grandes capitais e a excessiva proliferação do gado, o equilíbrio vem sendo ameaçado. Há também contaminação por causa de agrotóxicos utilizados na agricultura, nos garimpos irregulares, na caça e na pesca predatórias. Tudo isso prejudica a qualidade da água, elemento-base de todo o ecossistema pantaneiro.

Cerrado–Formação típica de área tropical com duas estações marcadas, um inverno seco e um verão chuvoso. Sua área de ocorrência é o Brasil central. O solo, deficiente em nutrientes e com alta concentração de alumínio, dá à mata uma aparência seca. As plantas têm raízes capazes de retirar água e nutrientes do solo a mais de 15 m de profundidade. A vegetação caracteriza-se principalmente pela presença de pequenos arbustos e árvores retorcidas, com cortiça (casca) grossa e folhas recobertas por pêlos. Encontram-se, ainda, gramíneas e o cerradão, um tipo mais denso de cerrado que já abriga formações florestais. Tradicionalmente utilizado pela pecuária, o cerrado tem sido ocupado pela monocultura da soja, responsável pela descaracterização dessa cobertura, que já representou cerca de 25% do território brasileiro.

Campos–Formados por herbáceas, gramíneas e pequenos arbustos, ocupam áreas descontínuas do país e possuem características diversas. São denominados campos limpos quando predominam as gramíneas. Se a estas se somam os arbustos, são denominados campos sujos. Quando ocupam áreas de altitude superior a 100 m são chamados de campos de altitude, como na serra da Mantiqueira e no planalto das Guianas. Já os campos da hiléia se referem às formações rasteiras que se encontram na Amazônia. Os campos meridionais, quase sem espécie arbustiva, como a Campanha Gaúcha, no Rio Grande do Sul, são ocupados principalmente pela pecuária.

Mata de araucária–Própria do clima subtropical, é encontrada na Região Sul e em trechos do estado de São Paulo. É uma floresta aciculifoliada (folhas em forma de agulha, finas e alongadas) e tem na Araucaria angustifolia, ou pinheiro-do-paraná, a espécie dominante, cujo fruto é o pinhão. Atingem mais de 30 m de altura e possuem formação aberta, oferecendo certa facilidade à circulação. Seu principal produto, o pinho, tem ampla e variada aplicação econômica na indústria de móveis, na construção civil e na indústria de papel e celulose. As florestas dessa formação são a principal fonte produtora de madeira do país, o que levou a seu desaparecimento quase total. As áreas de reflorestamento voltam-se principalmente para o pinus e os eucaliptos, menos nobres, porém mais exploráveis em curto intervalo de tempo.

Mata de cocais–Situada entre a floresta Amazônica e a caatinga, a mata de cocais está presente nos estados do Maranhão e do Piauí e norte do Tocantins. No lado oeste, onde a proximidade com o clima equatorial da Amazônia a torna mais úmida, é freqüente o babaçu: palmeiras que atingem de 15 a 20 m de altura. Dos cocos do babaçu extrai-se o óleo, muito utilizado pelas indústrias alimentícia e de cosméticos. No lado mais seco, a leste, domina a carnaúba, que pode atingir até 20 m de altura. Das folhas da carnaúba é extraída a cera. A mata de cocais é utilizada por várias comunidades extrativistas que exercem suas atividades sem prejudicar essa formação vegetal. A destruição, no entanto, acontece com a criação de áreas de pasto para a pecuária, principalmente no Maranhão e no norte do Tocantins.

Mangue–É uma formação vegetal composta de arbustos e espécies arbóreas que ocorrem em áreas de lagunas e restingas ao longo de todo o litoral. Nessa formação vegetal predominam troncos finos e raízes aéreas e respiratórias (ou raízes-escora), adaptadas à salinidade e a solos pouco oxigenados. Por ser rico em matéria orgânica, tem papel muito importante na reprodução e no abrigo de espécies da fauna marinha. Tradicionalmente, no mangue se realiza, como atividade econômica, a pesca de caranguejo. Sofre a ação destrutiva do turismo predatório, da ocupação imobiliária e da poluição provocada por esgotos.

Restinga–É uma vegetação própria de terrenos salinos, formada por ervas, arbustos e árvores. Predomina no litoral da Bahia ao Rio de Janeiro e no do Rio Grande do Sul. Os destaques são a aroeira-de-praia e o cajueiro. Recebe os efeitos da mesma ação destrutiva a que está exposto o mangue.
A palavra “fundamentalismo” aparece ligada a diversos contextos, podendo ser usada em uma reportagem sobre o islamismo, mas também em um artigo sobre sistemas econômicos. De fato, o fundamentalismo, embora esteja originalmente vinculado à religião, não diz respeito somente a ela.
Podemos localizar a origem do fundamentalismo no século XIX, entre os protestantes, quando o termo era utilizado para designar a crença nos princípios bíblicos fundamentais como o
criacionismo Explicação Bíblica para a criação do mundo. e a ressurreição de Cristo.
Por estar baseado, inicialmente, nas questões da fé, o fundamentalismo acabou por se tornar vinculado ao aspecto religioso.
Entretanto, podemos considerar como fundamentalista não apenas a crença, mas também toda prática radical e intolerante baseada na interpretação única e literal de um documento ou de uma tradição.
As porções do espaço geográfico possuem características singulares, formadas tanto por seus aspectos naturais ( tipo de clima, relevo, vegetação, etc) quanto pelos econômicos e culturais ( tipos de atividades desenvolvidas, condições de vida da população, etc).
A combinação desses vários aspectos cria as diferenciações entre as diversas porções do espaço, dando origem também a regiões diferentes.
REGIÃO: corresponde a uma determinada porção da suerfície terrestre, de extensão variada, cujas características a distinguem das áreas vizinhas, ando-lhe uma certa idensidade.
O tamanho de uma região varia conforme a área que seus elementos ocupam na superfície terrestre, estendendo-se por aspectos.
Algumas regiões, por exemplo, podem ocupar áreas pouco extensas da superfície terrestre, estendendo-se por apenas alguns municípios de um determinado estado, como é o caso da região do Vale do Jaquitinhonha, em Minas Gerais. Outras regiões, no entanto, ocupam porções bem mais extensas da superfície, abrangendo a área de vários estados ou até mesmo parte de vários países, como é o caso da região dos Pampas, na Amárica do Sul.
AS CINCO GRANDES REGIÕES DO IBGE
Em 1940, foi elaborada a primeira proposta oficial de regionalização do país, levando em consideração apenas os aspectos naturais do território.
No entanto, desde aquela época, o Brasil passou por muitas transformações, decorrentes principalmente da urbanização e da industrialização, que produziram mudanças significativas no espaço geográfico brasileiro, fato que obrigou o IBGE a redefinir a regionalização com base em critérios sociais e econômicos.
Atualmente, o IBGE propõe uma divisão do país em cinco grandes regiões: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.
NORTE: é a mais extensa das regiões brasileiras, ocupando quase a metade do território, e a menos povoada, com cerca de 3 hab/km². Tem como principal característica a presença da floresta Amazônica.
NORDESTE: região caracterizada pela existência de grandes contrastes naturais e socioeconômicos. Por razões históricas, grande parte da população encontra-se na faiza litorânea. O interior, dominado pelo clima semiárido, é bem menos povoado.
CENTRO-OESTE: é a região menos populosa, concentrando apenas cerca de 7% da população brasileira. Caracteriza-se por ser umaa região de fronteira econômica, impulsionada pelo desenvolvimento de uma agricultura moderna.
SUDESTE: carcteriza-se por ser a região mais populosa, desenvolvida e industrializada do país. É também a região mais urbanizadaa, com cerca de 90% da população vivendo em cidades.
SUL: região menos ectensa do país, apresentando como características marcantes o clima subtropical, a agropecuária diversificada e uma importante produção industrial.
AS REGIÕES GEOECONÔMICAS
Em 1960, Pedro Pinchas Geiger criou as regiões geoeconômicas, observando as disparidades socioeconômicas, áreas industrializadas e modernizadas e áreas menos desenvolvidas economicamente e tecnologicamente. Diferente da regionalização do IBG, esta não coincide exatamnete com os limites dos estados, pois, como sabemos, os aspectos econômicos e naturais, nem sempre coincidem com os limites político - administrativo. As regiões geoeconômicas são três:
AMAZÔNIA: abrange quase a metade do território brasileiro, compreendendo as áreas ocupadas pela imensa floresta Amazônica. Sua ocupação efetiva ocorreu mais recentemente, mas, ainda hoje, é pouco povoada. É também a região menos desenvolvida economicamente, apesar do seu imenso potencial ecológico mineral.
NORDESTE: região por onde os portugueses deram início à ocupação e ao povoamento do país. Caracteriza-se, atualmente, pelos grandes contrastes naturias e socioeconômicos, sobretudo entre as áreas do interior e a porção litorânea. Sua economia ainda é pouco desenvolvida se comparada à do Centro - Sul.
Centro- Sul: é a região mais urbanizada, industrializada e economicamente desenvolvida do país. Concetra a maior parte da população brasileira, os principais centros urbanos e a maior parte da produção industrial e agropecuária do país.
Continua
Os fusos horários servem para organização da vida social e econômica do mundo contemporâneo. É uma convenção estabelecida que se refere a uma área abrangida por dois meridianos, dentro da qual, a hora é a mesma para todos os lugares nela inseridos.
Como a Terra gira de oeste para leste, o Sol, para nós observadores, nasce no leste e se põe no oeste. Consequentemente, quando amanhece num ponto do hemisfério leste, é noite em lugares situados no hemisfério oeste. Por isso, a hora solar é adiantada a leste.
Foi feito o seguinte cálculo:
Ø Como a Terra é quase uma esfera perfeita, apresenta 360° que foram divididos por 24 (tempo de rotação), obtendo 15°, ou seja, um fuso. Portanto, a Terra está dividida em 24 fusos horários de 15° cada um que equivale 1 hora.
O fuso horário é um horário legal (limite teórico) e além dele existe o horário oficial (limite prático) que é uma hora adotada pelos países adaptando-se as suas necessidades, não formando linhas retas para manter um horário unificado num mesmo país, estado ou província. No entanto, nem todos os locais situados no mesmo meridiano terão a mesma hora, pois, são utilizados os limites práticos.
ü O horário oficial do Brasil é Brasília. E o fuso principal é o de Greenwich
Meridiano zero, marcado no Observatório de Greenwich,
a leste de Londres, atras da porta envidraçada
percebe-se a base do eixo (garfo) do telescópio
de monitoramento da passagem meridiana
ü Se cada estado brasileiro fosse livre para determinar sua hora seria um verdadeiro caos, devido aos transportes, comunicação, etc.
ü A linha internacional de mudança de data LID não coincide com o meridiano 180°, porque procurou-se evitar os transtornos provocados pela diferença de dia.
ü O horário de verão tem por objetivo, reduzir a demanda de energia nos momentos de maior consumo do dia, chamado horário de “ponta” ou horário de “pico”, que geralmente acontece entre 18 e 21 horas.
ü O Brasil não adota o horário de verão em todos os estados, porque, nas proximidades do Equador a variação de foto período (período exposto aos raios solares) ao longo do ano é desprezível e a adoção da medida nessas localidades não proporciona economia de energia elétrica.
ü A Rússia é o país com maior número de fusos horários, porque é muito extenso de leste a oeste.
CARTOGRAFIA: ciência que tem por objetivo construir e interpretar as cartas geográficas ou mapas.
Desde os tempos remotos, os homens registraram o espaço conhecido e explorado nas paredes de grutas e nos paredões de pedras. Neles, eram desenhados os caminhos percorridos para se chegar aos alimentos e abrigos. Essa sempre foi uma justa preocupação dos homens na luta pela sobrevivência e pela manutenção de suas conquistas.
As novas terras descobertas pelos grandes navegadores tornaram o mundo maior e criavam novas demandas e, assim, outras necessidades foram surgindo. Além de registrar os caminhos percorridos, era preciso localizar as terras recém-descobertas, suas riquezas e as novas rotas comerciais. A solução encontrada por esses homens foi a elaboração de desenhos que indicam rotas, caminhos e pontos de referência.
Para se orientar no espaço é preciso que você conheça a Rosa-dos-ventos e os pontos de orientação. Além de saber que, devido o movimento de rotação da Terra, o Sol se mostra sempre no lado do horizonte que denominamos LESTE; e que pode-se tomar como referência tanto o Sol como a Constelação do Cruzeiro do Sul, a bússola e outros equipamentos.
Pontos cardeais Pontos colaterais
Pontos subcolaterais
foi convencionado substituir o "O - oeste por W" em inglês, e o "L - leste por E" também em inglês. Em qualquer lugar do mundo você encontrará a Rosa-dos- ventos assim e será capaz de se localizar.
SIGLAS
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Nos primeiros quatro dias de fevereiro, já choveu em São Paulo o equivalente a mais de 60% da média histórica (235,4 milímetros) esperada para todo o mês, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
A medição, feita no Mirante de Santana, na zona norte da cidade, aponta que a precipitação chegou a 145,6 milímetros até quinta-feira.
O Inmet afirmou que o fevereiro mais chuvoso da história foi registrado em 1995, quando foram registrados 445,5 milímetros. A previsão dos meteorologistas é que a cidade acumule cerca de 300 milímetros neste mês, porque a tendência é que o volume de chuvas comece a diminuir.
Mas, segundo a previsão do Inmet, o tempo na capital paulista deve seguir instável até a próxima quarta-feira, com sol forte o dia todo, e chuva à tarde. A chuva de quinta-feira - pelo 44º dia consecutivo - fez transbordar córregos na cidade, deixando mais de 30 pontos de alagamento e complicando ainda mais o trânsito.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010 | 6:26

Para dificultar o trabalho dos falsificadores, o Banco Central brasileiro lançou esta semana uma nova famílias de cédulas de real. Com tamanho variável - quanto maior o valor, maior a nota - o dinheiro terá vários elementos de segurança. A novidade, no entanto, significa apenas uma mudança na aparência da moeda que circula no país e está longe de sinalizar uma mudança na política econômica brasileira. Caso ocorresse, a mudança não seria surpresa para boa parte da população brasileira, que nos últimos 40 anos viu seu dinheiro mudar de nome - e de valor - seis vezes.
Em 1970, o cruzeiro novo, criado em 1967, passava a se chamar simplesmente cruzeiro. Além do nome, a novidade estava também no formato. Como no anúncio da quarta-feira, as mudanças vinham para dar mais segurança. O formato era mais moderno e simples, com cores suaves e atraentes. Uma das grandes novidades eram as estrias e tramas de linhas no fundo da cédula (em um desenho que se parece a um impressão digital) que eram calculados automaticamente e evitavam cópias. Com as novas cédulas, outra novidade: o Brasil deixava de ser um dos dois únicos países no mundo com mais de 50 milhões de habitantes na época que não fabricava seu próprio dinheiro.
Nas décadas seguintes, o fantasma da inflação assombraria a vida dos brasileiros, inchando os preços e corroendo os salários. Numa tentativa de frear o processo, em 1986 o então presidente José Sarney assinou “a mais revolucionária reforma econômica dos últimos 20 anos”, como destacou VEJA na ocasião. Naquele ano, morria o cruzeiro e nascia o cruzado. “Iniciamos uma guerra de vida ou morte contra a inflação. A decisão está tomada. Agora, cumpre executá-la e vencer”, anunciou na TV a milhões de brasileiros o presidente. Mas essa guerra ainda se estenderia por muitos anos e muitas batalhas ainda estavam por vir.
Três anos depois, o mesmo Sarney voltou à TV para anunciar que entrava em vigor mais um plano para a economia brasileira tentar outra vez driblar o dragão da inflação, que queimava empregos e derretia salários em todo o país. Em 1989, entrava em vigor o Plano Verão e passava a circular o cruzado novo marcando o início de uma “guerra total” contra uma inflação que subia 1% ao dia e esfrangalhava a economia nacional. A nova moeda era nominalmente 1.000 vezes mais forte que a anterior, que faleceu três anos depois de nascer, moída por uma inflação de 5.800%.
O cruzado novo foi mais uma batalha perdida e outra moeda veio em 1990, o cruzeiro, que vigorou apenas três anos. Em 1993, a equipe econômica encontrou a solução para parte do problema que afligia o bolso dos brasileiros e criou o cruzeiro real cortando três zeros do antigo cruzeiro. A medida não tinha nenhum impacto imediato sobre a inflação, mas acabou com um tremendo problema contábil, que estava levando as pessoas ao nervosismo e inviabilizando as operações com quantias muito grandes. A plástica no velho cruzeiro – que havia sido criado primeiramente pelo governo de Getúlio Vargas em 1942 – foi a medida encontrada para que o Brasil não se afogasse em tantos zeros.
Um ano mais tarde, a mesma equipe econômica por trás do cruzeiro real anunciou outra novidade: o Plano Real. Com uma inflação que batia na casa dos 45%, o anúncio foi recebido com ceticismo. “As chances de fracasso do real são maiores que a possibilidades de sucesso. Mesmo assim, o país está diante da maior oportunidade de acabar com a inflação que teve na última década”, publicou VEJA em 1994. Em vigor desde então, o real provou-se eficaz e tornou-se o cabo eleitoral número um do então ministro da economia, Fernando Henrique Cardoso, que elegeu-se a presidente naquele ano, reelegendo-se para um segundo mandato em 1998 .
Oceania |
Antártica |
Os continentes são grandes extensões de terra emersas, cercadas por oceanos, e correspondem a 29,3% da superfície total do planeta. A atual configuração foi estabelecida há 60 milhões de anos, pelo processo de deslocamento da crosta.
Temos: África, América, América do Norte, América Central, América do Sul, Ásia, Europa, Oceania e Antártida.
Continentes diferentes em número de países, área, população, desenvolvimento e problemas.

O continente americano está dividido em América do Norte, Central e do Sul, mas com relação à ocupação, o continente americano pode ser dividido em:
Essas duas maneiras foram colonizadas de maneira diferente pois, a colonização inglesa não surgiu do desejo de construir um império centralizado, como no caso da Espanha ou da França. Em vez disso, a Coroa inglesa oferecia títulos coloniais a uma larga variedade de comercientes, idealistas religiosos e aristocratas aventureiros que estabeleciam colônias separadas e profundamente diferentes. Foi nesse ambiente que prosperaram toda a sorte de prática religiosas, instituições políticas e estilos econômicos. Era então, uma colônia de povoamento, o colonizador investiu no país.
Várias eram as razões que levavam os colonos a atravessar o Atlântico. A busca por uma forma mais pura de religião, o sonho de possuir terras, e alguns escaparam de perseguições e casamentos mal feitos. No entanto, os ingleses emigraram para a América no século XVII, trazendo consigo ideias, crenças e convicções. No caso da América Latina a exploração dos recursos naturais foi intensa, era uma colônia de exploração.
Na américa Central nos chama a atenção:

O território brasileiro já era habitado e explorado muito antes de os portugueses aportarem nessas terras. Embora não existam registros históricos da vida e da história dos nossos indígenas ou dos povos que habitavam o Brasil antes da chegada de Pedro Álvares Cabral por aqui; a presença de povos de diferentes etnias e culturas, antes do que chamamos erroneamente de "descobrimeto", ficou evidente com a descoberta do esqueleto de uma mulher entre 20 e 25 anos de idade, que recebeu o nome de Luzia, no ano de 1975, no município de Lagoa Santa, licalizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais.

A partir das pesquisas feitas pelo cientista Walter Neves, da Universidade de São Paulo, é que se soube a época em que Luzia teria vivido. As pesquisas revelam que essa mulher viveu a mais de 10000 anos, em Minas Gerais, numa área onde encontramos um relevo bastante característico, denominado, relevo cárstico. O carste é um tipo de paisagem comum em regiões de calcário( rocha sedimentar encontrada em diversas regiões do Brasil). É um tipo de rocha que se dissolve com a ação da água da chuva ou dos rios, formando cavernas e rios subterrâneos.


A presença do relevo cárstico favorece a formação de grutas e cavernas que serviram de abrigo aos homens e ás mulheres que viveram nessa região. O homem primitivo fazia desenhos nas paredes de calcário do relevo carste de Lagoa Santa, que ainda hoje podem ser observados. Esses povos se alimentavam preferencialmente por meio da caça de animais menores e da coleta de frutos e tubérculos e se abrigavam nas inúmeras cavernas que podem ser encontradas na região.
Como você pode observar, o território já era conhecido e explorado (subsistência das tribos) muito antes da chegada dos portugueses em nosso solo. Os indígenas, assim como os homens primitivos, exploravam os recursos disponíveis e necessários à manutenção dos grupos aos quais pertenciam.


O Brasil é localizado na porção leste da América do Sul, sendo o 5° maior país em extensão territorial, ficando atrás dos EUA quando se soma a área do Alasca e do Havaí. Em áreas contínuas, o nosso país é o quarto maior país do mundo.
Há vantagens e desvantagens em ter um território tão grande. Ter um território grande é sempre melhor do que ter um território pequeno, especialmente se esse território for rico como o nosso, em diversidades naturais e culturais. No entanto, só isso é insuficiente para garantir o desenvolvimento de um país. Tudo vai depender da forma como esse território é explorado. As desvantagens estão ligadas às dificuldades de se administrar e promover uma integração nacional. Além disso, o território é sempre alvo da cobiça de outros países que querem explorar seus recursos. Há também o risco de se achar, como no caso brasileiro, que os recursos são infinitos e que não precisam ser explorados de forma racional, já que o território é grande e sempre vai oferecer mais e mais à ganância de meia dúzia de pessoas.
É comum ouvirmos as pessoas se referirem ao Brasil como um país-continente e de fato a extensão territorial é enorme, igual a um continente.

A geografia tornou-se ciência no século XIX e foi, durante muito tempo, definida a partir do significado do seu nome GEO Terra, GRAFIA escrita, sendo responsável pela descrição da Terra. Hoje, seus objetivos centram-se na compreensão da sociedade e sua relação vom o espaço.
Geografia: ciência que estuda o espaço em que o homem vive, constrói e destrói. Os estudos geográficos nos ajudam a entender melhor a sociedade em que vivemos e as relações que estabelecemos entre nós, seres humanos, e a natureza. O estudo desta disciplina permite a percepção diferente do espaço e das transformações sofridas por esse espaço, as causas e os efeitos de cada mudança para a vida de cada um de nós e para o planeta.
Há muitas formas de perceber o lugar em que vivemos e, com certeza, as pessoas não veem os lugares da mesma maneira. O "lugar" só se torna um espaço para a ciência geográfica se tivermos uma relação de afetividade. Para geografia, lugar é um espaço conhecido que tem algum significado para a pessoa que a ele se refere.
O espaço geográfico sofre transformações porque precisa ser adaptado às novas necessidades, às novas tecnologias. A ciência geográfica nos permite compreender as relações que nós, seres humanos, estabelecemos com o nosso lugar, com o espaço em que vivemos e construímos nossa vida , ou seja, com o nosso espaço de vivência. É através da Geografia que podemos analisar e entender as transformações sofridas pelo espaço sob a ação das pessoas que nele vivem para que possamos gerenciar as mudanças futuras, fazendo com que elas sejam benéficas para as pessoas e a natureza.
Nós somos grandes trasnformadores do espço natural e a essa ação causada pelo homem na natureza, denominamos ação antrópica. É importante compreender as transformações ocorridas no espaço em que vivemos, para melhor utilizá-lo.
" A ação antrópica, ao transformar o espço natural, produz grandes e graves problemas ambientais"
Quando modificamos o espaço, estamos fazendo geografia e este espaço não é estático (parado), ao contrário, ele muda de acordo com a forma como os homens vão se relacionando entre si e se apropriando do espaço natural.
O espaço natural começou a sofrer alterações desde que os seres humanos apareceram em nosso planeta. No início, eram menos agressivas e limitadas a espaços pequenos, pois os homens viviam em tribos ou em pequenos grupos que caçavam e coletavam alimentos presentes na Natureza, viviam em cavernas, ou, como ocorreu posteriormente, contruíam palhoças, as mudanças eram lentas, gradativas e bem menos danosas, mas não deixaram de existir. Quando colhe um fruto, caça um animal ou abre uma clareira para construir uma aldeia, o homem está transformando o espaço natural em um espaço geográfico.
Atualmente, as alterações espaciais são rápidas e, em geral, bastante agressivas. O espaço geográfico é permanentemente transformado para atender aos anseios da sociedade na sua busca por soluções para tornar a vida mas confortável para a humanidade. Entretanto, nem sempre essa busca produz uma vida qualitativamente confortável para todos.
A Geografia é a ciência que lhe dará ferramentas para compreender as mudanças que ocorrem em seu espaço de vivência e os benefícios e malefícios que essas mudanças podem trazer.
No site da TV Escola, você assiste online 24 horas por dia, os melhores documentários e sites nacionais e internacionais. É uma fonte de conhecimento e aprendizagem sobre: Geografia, História, Ciências, Matemática, Língua Portuguesa e todas outras áreas curriculares da Educação básica.
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