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Educação é matéria-prima de mudanças, em que a pesquisa faz a sua parte.
Planeta Sustentável - 21/04/2010.
Natália Mello
O pedagogo brasileiro Moacir Gadotti trabalhou na redação da Carta da Terra - tratado internacional que contém princípios éticos para a vida no século 21 - e defende seu uso nas escolas e universidades. Para o diretor do Instituto Paulo Freire e conselheiro do movimento Carta da Terra Internacional, o documento é uma ferramenta essencial para a transformação do mundo em um lugar justo e pacífico.
Quando trabalhou ao lado de Paulo Freire – o maior especialista em educação que o Brasil já teve – o pedagogo Moacir Gadotti conheceu de perto a “Pedagogia do Oprimido”, segundo a qual o sistema de ensino impõe os valores das classes dominantes ao menos favorecidos. Hoje, é um ativista da educação para a sustentabilidade e afirma com ênfase que “o planeta é um grande oprimido”.
Com 42 títulos publicados, o educador lecionou na USP, Unicamp, PUC-SP e PUC-Camp, e hoje dirige o Instituto Paulo Freire – IPF*, que ajudou a fundar em 1992.
O IPF participou da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Rio-92, quando surgiu a proposta de um tratado de ética que norteasse a criação de um mundo sustentável. “Faltava uma declaração que incluísse todos os seres do planeta - os humanos e os não humanos - e indicasse a melhor forma de relacionamento entre eles. A Carta da Terra, lançada em 2000, solucionou essa questão”, comenta Gadotti. (Conheça o texto integral da Carta e leia a entrevista com Mirian Vilela, diretora executiva do movimento internacional).
Durante o processo de redação da Carta, Gadotti ajudou a coordenar os textos relativos à educação e, hoje, é um dos conselheiros da organização Carta da Terra Internacional. No ano passado, o pedagogo foi um dos responsáveis pelo Guia para usar a Carta da Terra na Educação* (disponível para download em inglês, português e espanhol; ver link no final do texto). Sua vasta experiência com a Carta o levou a escreveu seu 43º. Livro - A Carta da Terra na Educação – que será lançado em maio, mas foi resenhado pelo Planeta Sustentável para sua Estante.
“No mundo, há cerca de 2.5 bilhões de estudantes. Se a Carta da Terra fosse adotada por todas as escolas, seria muito mais fácil melhorar o planeta”, afirma Gadotti, que nos recebeu para falar sobre como o documento pode ser aplicado na educação.
Qual é a importância da Carta da Terra para a educação?
A sustentabilidade foi eleita o conceito-chave na renovação da educação do século 21 pela UNESCO; e a Carta da Terra é reconhecida como o documento orientador dessa “Nova Educação”. É preciso deixar de lado a pedagogia da era industrial, que tem uma visão produtivista e exploratória do planeta. A Carta é um documento fundamental nesse processo de mudança de paradigma: a Terra tem de ser vista não apenas como um corpo astronômico, mas como um ser vivo.
Os educadores estão conscientes de seu papel nessa “Nova Educação”?
O nível de consciência dos educadores é muito melhor do que quando começamos a trabalhar a ideia da sustentabilidade na Rio 92. Naquela época, quem estava ligado a esse tema era chamado de chato e radical. Hoje, isso mudou e aqueles que não se preocupam com o tema são considerados alienados. Eu posso afirmar que a Rio 92 não trouxe todos os resultados que esperávamos, mas, do ponto de vista da conscientização, ela foi um marco.
Qual a melhor metodologia de aplicação da Carta da Terra?
Valores não se ensinam, eles são partilhados e construídos juntos. A metodologia deve ser não impositiva, sempre baseada no diálogo. A ideia é trabalhar pelo exemplo, seguindo aquilo que chamo de “contaminação virótica”. Os alunos vão se contaminando pela vivência, pela discussão e observação de experiências. A merenda escolar, por exemplo, é uma ótima maneira de ensinar sobre a origem dos alimentos, o uso da água, o desperdício e a questão do lixo.
Como é a aceitação do documento pelas crianças?
Elas são extremamente motivadas e têm muito mais sensibilidade que os adultos. Entendem a seriedade do tema, mas sem se assustar. Isso porque a Carta é um alerta que não é feito de forma catastrófica: ela traz soluções e esperança. E essa característica do documento tem tudo a ver com o espírito alegre e inventivo das crianças.
E quais são as dificuldades de implantar a Carta na educação?
Aqui no Brasil, principalmente, existe uma mentalidade muito forte de que são os governos que devem mudar o que está errado. Algumas crianças falam: “Mas quem tem que tirar esse lixo daí é o prefeito”. Então, trabalhamos para ensinar a eles que a mudança é social, mas também é pessoal. Todos somos responsáveis pelo planeta.
Além de despertar a consciência ecológica, o documento ajuda a formar crianças mais cidadãs, então...
Exato. Educar para a sustentabilidade é diferente de educar para a ecologia. A Carta da Terra também se refere aos direitos humanos. Conceitos como justiça social e econômica e paz estão contemplados. A Carta é importante para que se construa os princípios e valores do planeta e do ser humano. Ela mostra que é possível mudar a vida na Terra para uma vida mais digna para todos.
As diferenças culturais e religiosas – tanto entre alunos, como também professores - interferem no processo de educação?
O respeito à diversidade é um ponto muito forte do documento, que nos ensina a não só aceitar e reconhecer a diversidade, mas também a valorizá-la. Por outro lado, a Carta da Terra enfatiza o que todos os habitantes do planeta têm em comum. Temos que analisar primeiro o que nos une e não o que nos separa. A Carta é um grande consenso entre os povos.
Compare o uso da Carta na educação infantil, no ensino médio e universitário.
As crianças estão naturalmente mais abertas a novos conceitos, mas os valores são aplicáveis desde a infância até o doutorado. A Universidade de São Paulo utiliza conceitos de sustentabilidade em seu ensino desde a década de 1980.
Aqui no Brasil, cite um modelo exemplar de aplicação de Carta da Terra na educação.
Em Osasco, na rede ensino da prefeitura, o Instituto Paulo Freire desenvolveu um projeto chamado “Sementes de Primavera”. Nele, as crianças, com sua própria linguagem, desenham declarações de amor à terra, mostram como gostariam que fosse o bairro onde moram, visitam o entorno da escola e fazem uma “eco-auditoria”, identificando problemas, como lixo jogado no chão, e pensando nas soluções. Os projetos, em geral, são baseados em ideias simples. Eu acredito que as ideias revolucionarias são simples e fáceis de fazer.
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/educacao/moacir-gadotti-carta-terra-sustentabilidade-paulo-freire-551785.shtml

Estamos no terceiro trimestre de 2010.
Encontrar novas formas de se educar populações (em sua maioria) desprovidas de informações fundamentais à qualidade de vida no planeta é sempre desafiador. Em muitos lugares, a escola é a maior referência da comunidade, é o centro de convivência local que acolhe alunos, suas famílias e até seus amigos, oferecendo-lhes atividades de cultura, educação e entretenimento. Nesse sentido, que tal aproveitarmobilizar e sensibilizar a comunidade sobre A NECESSIDADE DE TER ATITUDES SUSTENTÁVEIS, a partir de nossa ESCOLA?
É momento de fazer acontecer, de TRANSFORMAÇÃO.
Professora Claudecira Bottoli - Língua Portuguesa
TURMA 78 - É possível reduzir o CONSUMO DE PAPEL?

Você sabia que um funcionário de escritório utiliza em média 10.000 folhas de papel por ano?
Para a produção do papel são necessárias duas a três toneladas de madeiras, além da utilização de produtos químicos tóxicos, altamente prejudiciais a saúde humana e ao meio ambiente, assim como a qualidade da água, do solo e dos alimentos.
Faça sua parte e reduza o desperdício de papel sulfite - FOLHAS DE OFÍCIO!
Passos
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Utilize papel reciclado.
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Reduza o uso de papel o máximo possível;
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Utilize os dois lados do papel;
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Só imprima se for realmente necessário. Reveja sempre os textos antes de imprimir;
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Não utilize papel cujo branqueamento seja feito com cloro;
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Evite jogar fora os papéis que entregam a você nas ruas: use o verso para fazer rascunho;
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Dê preferência a produtos reciclados.
Importante
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O consumo de água e energia é muito na fabricação de uma tonelada de papel, a partir de papel usado. São economizados 20 mil litros de água e 1.200 litros de óleo combustível!
Turma 78 - O PAPEL
Papel, papel em toda a parte…
O papel é um material que muitas pessoas em países industrializados dão totalmente por certo. Milhões de árvores são cortadas, polpadas, transformadas em papel, impressas e depois botadas no lixo sem sequer ser lidas. Por que é que tratamos o algodão, o linho e outros tecidos feitos com fibras vegetais com grande respeito, lavando-os com cuidado, até consertando-os quando se rasgam – e no entanto jogamos folhas de papel quase não usadas na lixeira que são obtidas das árvores, os organismos vivos mais velhos no planeta?
Parte da razão é porque grande parte do papel que achamos é entregue gratuitamente para nós, às vezes sem pedi-lo. Consumimos papel principalmente como um efeito colateral da compra de outros bens que realmente queremos: revistas, jornais e livros que são fontes de informação, a embalagem mantém as mercadorias que queremos limpas ou não esmagadas, etc. Comparativamente, pouco de nosso consumo de papel é o resultado de comprar produtos de papel diretamente; cadernos e papel higiênico são a exceção em vez de a regra. O correio não solicitado, catálogos e jornais gratuitos nos incentivam a perceber o papel como um material com pouco ou nenhum valor; você não entregaria 4 milhões de jornais em Londres ao dia se isso não tivesse alguma recompensa, não é?
O baixo valor do papel se associa com um sentido de que é um produto natural, seguro e bastante benigno. Não é exatamente urânio, mas a simples escala desse produto o transforma em um sério problema ambiental e social. O consumo de papel se quadruplicou nas quatro décadas passadas e sua produção usa quase a metade da madeira obtida industrialmente do planeta, mais água que qualquer outro produto industrial e tanta energia por tonelada quanto o aço. Cada tonelada de papel requer 98 toneladas de outros recursos para sua fabricação e é o maior contribuinte único para o fluxo de lixo da maioria dos países consumidores. Reduzir nossos impactos no planeta usando menos papel é um bom ponto de partida.
A indústria global da celulose e do papel está promovida por dinheiro daqueles que compram seus produtos e a maioria de nós estamos nos países de grande consumo do Norte global. Portanto, nosso poder de compra é uma importante alavanca para fazer surgir a mudança sistêmica na indústria. A redução na demanda de seus produtos deveria reduzir porção do fornecimento de dinheiro que está incentivando sua expansão no Sul global. Pelo menos, causar uma redução na demanda de papel na Europa ajudaria a compensar o crescimento na demanda que é provável em outras partes do mundo. Se um quinto da população do mundo que atualmente usa a maioria do papel do mundo reduzisse seu uso de papel pela metade, isso criaria muito espaço para aquelas pessoas cujo uso atual de papel é muito baixo para aumentar seu consumo sem necessidade de qualquer expansão global da capacidade de produção de papel.
Identificar formas de reduzir o uso de papel é fácil. O novo site na web www.shrinkpaper.org convida pessoas a comprometer-se para adotar diferentes sugestões, desde usar um lenço de algodão até passar para um sistema eletrônico de arquivamento. As organizações e negócios podem poupar papel facilmente também. Muitos já tem avançado na direção correta –depois de tudo, podem poupar dinheiro reduzindo seus custos com papel e despesas associadas (impressão, postagem, armazenagem, etc.). Muitas companhias acham que podem reduzir rapidamente o uso de papel em 30% ou mais através de mudanças simples a práticas de escritório.
Então se é tão fácil, por que a redução no consumo de papel não tem estado no coração de cada agenda de campanha florestal durante anos? Há resistência a fazer campanhas sobre a redução do consumo, o que está expresso às vezes em termos de ‘não querer dar a impressão de que o papel é pior que outros materiais como os plásticos’ ou ‘não querer que as pessoas se sintam culpadas sobre seus estilos de vida’ ou ‘preocupação sobre parecer anti-crescimento’. Em decorrência disso, muitas campanhas de papel parecem implicar que o uso de papel feito com fibras obtidas de fontes mais sustentáveis é o que realmente importa, independentemente da quantidade que é usada. Na realidade, tanto as fontes de fibra quanto a quantidade importam.
Uma pergunta chave é por que nosso consumo de papel continua crescendo. Uma sugestão é que está arraigado na insegurança cultural: nossa falta de confiança de um com o outro leva nossa sociedade à rotina inútil, à burocracia e até à expansão das trilhas do papel; nosso medo da poluição produz excessiva embalagem; nossas preocupações sobre as doenças causam níveis fetichistas de uso de lenços de papel para higiene; nossas identidades culturais debilitadas nos fazem susceptíveis a publicidade de marcas. Talvez, portanto, a promoção da poupança de papel poderia ter efeitos culturais benéficos?
O debate sobre a mudança climática global significa que pela primeira vez na minha vida, possivelmente desde o começo da revolução industrial, é possível falar com uma companhia educada sobre usar menos de algo –energia- sem ser considerado anti-progresso. Isso cria uma grande oportunidade de promover um etos que é positivo sobre a redução, faz da economia uma virtude e trata ‘menos’ como um conceito positivo. Espero que a promoção da poupança de papel contribua um pouco para promover uma mudança cultural que valorize a eficiência mais que o crescimento e leve às pessoas a hábitos mentais para perceber que usar menos das coisas é uma boa coisa a ser feita.
Por Mandy Haggith, hag@worldforests.org Seu livro Paper Trails: from trees to trash, the true cost of paper, será publicado pela Virgin Books em 3 de julho de 2008.
Turma 88 - E-BOOKS (Livros Ecológicos)

Não se pode folhear, nem sentir o cheiro do livro ou tocá-lo; não se pode ter o autógrafo do autor, nem tirar fotocópia; não tem como decorar uma parede da casa, nem precisa de uma bonita estante … Mas eles são interativos, ecológicos, você pode editar em qualquer momento, não acumulam poeira e você pode ter milhares de livros, no bolso de sua jaqueta.
Os livros eletrônicos e seu complemento natural, o leitor de livro eletrônico, ainda não são um fenômeno de massa e não representam uma grande dor de cabeça para os editores tradicionais, mas já não são tão raros e apenas para colecionadores. O mercado está aceitando cada vez mais e segundo muitos especialistas do setor, não há como voltar atrás.
A perfeição do livro tradicional como um objeto (apenas mudou ao longo dos séculos) tornou mais complicado o salto para o mundo digital, como aconteceu, por exemplo, com a música. No entanto, o avanço da tecnologia e a expansão da internet está facilitando a superação dos obstáculos e, pela primeira vez desde que Gutenberg inventou a imprensa escrita 559 anos atrás, os livros de papel podem ter seus dias contados, embora ainda em longo prazo (de 95.000 livros publicados na Espanha em 2008, apenas cerca de 8.500 eram versões digitais, de acordo com o Ministério da Cultura).
O mercado já aceita os e-books com naturalidade. A loja online da Amazon está superando a crise econômica graças às vendas do Kindle, o leitor de livros eletrônicos. Na sexta-feira a empresa anunciou que seus lucros cresceram 23,3% e lembrou que a empresa é a maior vendedora, tanto em número de unidades, quanto no faturamento em dólares.
Arnold Schwarzenegger já disse que quer que os estudantes do estado que governa (Califórnia) comecem a substituir seus livros escolares por outros eletrônicos.
Essencialmente, a chave parece ser a mesma que foi encontrada na transição de qualquer dispositivo analógico para o digital: o conteúdo digital acaba ganhando a batalha no continente. Em 2004, havia apenas um modelo de leitor de livros eletrônicos. Em 2006, havia três; em 2007, meia dúzia. Em 2009, já existem cerca de 20.
O que é exatamente um eBook? Como e onde você lê? Quais as vantagens e desvantagens? Quais são os atuais modelos de leitores? Quem os fabrica e quantos livros oferecem? Será que vão mudar os nossos hábitos de leitura? Será que vai também mudar a forma como escrevemos? E o que acontece com os direitos autorais? Estas são algumas das chaves para a penúltima revolução tecnológica:
UMA OLHADA
Uma definição
Um livro eletrônico (e-book, ou ebook, ou eletronic book, para aqueles que preferem Inglês) é a versão digital de um trabalho escrito. A obra pode ter sido escrita diretamente em formato digital ou ter sido digitalizada. A definição, porém, é ambígua, já que muitas vezes os dispositivos usados para a leitura (lectores electrónicos, o e-readers, em inglês) são também denominados de e-books.
Embora em sua primeira concepção a Real Academia Espanhola define a palavra “livro” como um conjunto de muitas folhas de papel ou outro material similar encadernado, formando um volume. A segunda definição fala sobre “obra científica, literária ou de qualquer outra espécie com extensão suficiente para formar volume que pode aparecer impresso ou em outro suporte.”
Suporte iPhone Para a leitura de um livro eletrônico é necessário um dispositivo formado, basicamente, por uma tela e memórias podem ser lidos em um computador pessoal,em um celular, um PDA (Agenda Eletrônica), um leitor especialmente projetado para esta finalidade.
Os livros eletrônicos podem ser armazenados em cartões de memória, disquetes, CD-ROMs, Internet … Permitem incorporar elementos multimídia (vídeo, áudio) e links se o aparelho estiver ligado na rede.
Formatos
Existem dois formatos principais para ler um livro eletrônico: o PDF (da Adobe) e LIT (da Microsoft). Outros formatos utilizados são FictionBook ou APO (Mobipocket).
Oferecendo o Kindle
O e-Reader têm o tamanho semelhante a um livro tradicional, pesam pouco, suportam todos os tipos de documentos de texto (não apenas livros), a bateria pode durar até uma semana, permitem a leitura em plena luz do dia e não cansam a vista como acontece com a tela do computador.
Dependendo do modelo, é possível fazer anotações e adicionar marcadores, ler jornais e blogs, aumentar ou diminuir a fonte, lembrar a página onde a leitura foi interrompida, organizar a biblioteca, buscar definição de palavras em um dicionário.
Elas são especialmente úteis para os viajantes, estudantes, profissionais que lidam com muitos documentos, para acessar livros raros, já fora de catálogos, e só disponíveis na internet.
A aceitação
Os leitores eletrônicos ainda são caros (cerca de R$ 700), embora existam alguns mais baratos). Segundo uma pesquisa realizada por The Cocktail Analysisl, 52% dos usuários da Internet demonstrou interesse em adquirir algum dispositivo, mas apenas por um valor de cerca de 71 euros, em média.
Por outro lado, a maioria dos livros ainda está disponível apenas em Inglês. Para muitos leitores, além disso, o livro eletrônico elimina o prazer físico e estético, que é o formato e a sensação de um livro tradicional. Eles também são mais frágeis.
Livros ecológicos
Uma das principais vantagens de livros eletrônicos, em relação ao meio ambiente, é que não são feitos de papel. Não é necessário derrubar árvores para fazê-los.
No entanto, ao contrário dos livros tradicionais, os livros eletrônicos necessitam consumir energia, enquanto forem usados. Neste sentido, a empresa LG apresentou, há poucos dias, o Solar Cell protótipo de e-Book, um painel solar projetado para ficar na capa do eBook e fornecer energia. Mas ainda são apenas protótipos.
Blindado
Os livros eletrônicos dispõem de sofisticados sistemas contra cópia. Assim, para tranquilizar o mundo editorial ante a possível perda de direitos sobre o conteúdo de suas obras, a Adobe criou um complexo sistema de segurança para e-books no âmbito da gestão de direitos digitais (DRM).
No entanto, muitos especialistas dizem que, como acontece no mundo da música, sistemas de segurança normalmente demoram pouco para ser burlados.
O meio é a mensagem
Em 1965, o filósofo e visionário da sociedade da informação, Marshall McLuhan previu o impacto que teria no futuro, a combinação de produtos eletrônicos e livros.
Projeto Gutenberg

A origem do livro do ebook é do ano de 1971, quando americano Michael Hart lançou, na Universidade de Illinois, o Projeto Gutenberg, uma biblioteca digital gratuita composta por obras clássicas e isentas de direitos autorais.
Em 2006, eles tinham digitalizado mais de 19.000 livros, com uma média de 400 novos títulos adicionados a cada mês por voluntários ao redor do mundo. A meta é um milhão.
Um dicionário
O primeiro livro eletrônico publicado com fins comerciais foi um dicionário, lançado pela editora Random House, em 1981.
No discman
Em 1991, a Sony Discman possibilitou a visualização de livros em CD-Rom em uma tela de 8 cm.
Rocket ebook, Livro brando
Os dois primeiros leitores de ebook foram lançados em 1998: Rocket e os Softbook (Livro mole). Naquele ano surgiram os primeiros sites da Internet comercializando livros: eReader e eReads.
… e um livro aberto
Para unificar o formato de saída usado pelos editores de vários eletrônicos, apareceu na primeira Feira do Livro Eletrônico, realizada em 1998, em Gaithersburg, E.U.A, o. Standard Open eBook (padrão de livro eletrônico aberto). Em 1999, as plataformas foram identificadas como HTML e padrões XML para livros eletrônicos.
Stephen King e Vladimir Putin
Em março de 2001, o famoso escritor Stephen King, com a eletrônica editora Simon & Schuster, lançou exclusivamente pela Internet o seu romance Riding The Bullet. Em apenas 48 horas, vendeu 500.000 exemplares, cada um por $ 2 e meio. Um mês depois, Vladimir Putin, então presidente russo, publicou suas memórias em rede.
Em castelhano
Naquele mesmo ano, começa o primeiro provedor de livros eletrônicos em espanhol: todoebook.
Os Giantes no vagão
Em 2002, a Random House e a HarperCollins Publishers começar a vender na Internet versões de seus títulos.
O grande salto
O milagre da tinta eletrônica

A verdadeira revolução do livro eletrônico chega com a chamada tinta eletrônica (o papel eletrônico) ou uma tecnologia que cria um “efeito papel” devido ao seu elevado contraste e não precisa, ao contrário de uma tela de computador, iluminação própria e, portanto, também tem um baixo consumo de energia.
Por enquanto, a maioria destas telas pode mostrar apenas as informações em preto e branco (um problema, por exemplo, para um tipo de livro digital mais popular na internet: os quadrinhos). Também não pode exibir imagens em movimento.
Sony Reader, Reader, iLiad, Kindle, Papyrer …
Baseado nesta tecnologia, a Sony lançou, em 2006, seu leitor Reader. A última versão incorpora agora uma tela de toque. Também nesse ano o iLiad reader será comercializado na Espanha.
Um ano depois. a Amazon lança seu primeiro leitor de livros eletrônicos com o nome de Kindle. A segunda versão, o Kindle 2, começou a ser distribuída em fevereiro de 2009. É, provavelmente, o leitor mais popular. Tem o tamanho de um livro de bolso, pesa 300 gramas e inclui conexão à Internet sem fios que permite descarregar volumes de loja online da Amazon (mais de 230.000 títulos).
Na Espanha, a empresa Grammata, com sede em Granada, entrou no mercado em 2007, lançando o leitor Papyrer 6.1, uma versão do Hanlin V3.
PapyreGoogle
O Google, maior site de pesquisa da internet, anuncia que em 2010 os usuários do iPhone e de celulares com software Android terão acesso a 1,5 milhão de livros de sua Biblioteca Virtual Google Book Search. O serviço será gratuito, mas não inclui os best-sellers.
Antes, porém, o Google irá mudar os termos do acordo com os autores e editores americanos para garantir os direitos autorais sobre livros digitais.
Os usuários da Sony Reader agora podem acessar livremente uma infinidade de livros com direitos autorais livres e disponíveis no Google.
NookNook
No dia 21, a cadeia de livrarias Barnes & Noble introduziu o seu primeiro leitor eletrônico, um dispositivo chamado de Nook e que custa $ 259. As principais novidades: tem uma tela colorida que permite aos usuários emprestar livros. O catálogo: mais de um milhão de títulos.
HP, ao contrário
No auge da febre do ebook, o grupo de tecnologia HP anunciou esta semana o lançamento de uma tecnologia de impressão para livros eletrônicos on demand.
Este serviço denominado BookPrep permite a pessoa requisitar cópias em papel, no formato de bolsilivro, de cerca de 500.000 títulos da biblioteca da Universidade de Michigan, a maioria dos quais foram impressos antes de 1923 e é praticamente impossível encontrar nas livrarias.

Dicas gerais na compra de um leitor eletrônico
* Focar o tamanho da tela, a vida da bateria e formatos para serem lidos.
* Verificar se é confortável tocar os botões do dispositivo.
* Veja se dispõe de conexão de internet sem fio.
* Verifique seu peso.
* Avaliar os prós e contras (o Kindle, por exemplo, que começa a ser comercializado fora dos Estados Unidos, é um dos meios de comunicação mais atraentes, mas a sua maior vantagem é o fato de o catálogo da Amazon está disponível em Inglês; a iLad (holandez ) tem wi fiy e uma tela de alta qualidade, mas é mais pesado, pode ser um pouco lento e muito caro …)
* consultar tabelas comparativas cos diferentes modelos. Podem ser encontradas em muitos sites da Internet, por exemplo, ZonaEbook, Soitu, TodoPocketPC …
ESTANTES VIRTUAIS
As novas bibliotecas
Alguns sites onde podemos ler e-books:
* Projeto Gutenberg, Biblioteca Virtual de Literatura, Fundação Biblioteca Nacional, Biblioteca Cervantes Virtual.
Existe uma relação completa de bibliotecas digitais em português que você pode consultar.
O FUTURO
Metade dos negócios

Editores, livreiros e profissionais envolvidos na indústria editorial e das novas tecnologias preveem que o livro eletrônico, em 2015, representará 50% do negócio dos editores, embora atualmente o volume de tais livros seja de apenas 1%.
A empresa de tecnologia iSuppli prevê que o benefício dos livros eletrônicos crescerá de 3,5 milhões (2,6 milhões de euros) em 2007 para alcançar $ 291 milhões em 2012.
Mudança radical
O editor de Magda Polo Pujadas considera que a generalização do livro eletrônico irá produzir grandes mudanças no mundo editorial já que desaparecerão impressoras e encadernadores. O editor além de cumprir suas funções atuais deverá também se envolver na criação dos originais.
Por outro lado, qualquer pessoa pode, em princípio, editar seu próprio livro. O fenômeno do “boca a boca” na internet (cada vez mais poderoso, graças a sites como o YouTube ou as redes sociais) envolve mudanças importantes em relação a os modelos tradicionais de comercialização e marketing.
Oportunidade para as pequenas
O livro eletrônico pode dar visibilidade global para os pequenos editores, que terão uma oportunidade comercial importante, caso se incorporem ao mundo digital.
Novas formas de escrita e leitura
Em alguns casos, e em alguns gêneros, é possível incluir links no texto ou interagir com o leitor. Os formatos literários tradicionais poderiam estar mais próximos de outros usados atualmente, por exemplo, nos blogs.
Os envolvidos
Algumas opiniões recolhidas pela agência de notícias EFE em Feira Internacional do Livro (Liber 2009) Madrid:
* “O livro eletrônico é uma grande oportunidade de negócios, mas de nenhuma maneira implicará a morte do papel (Grêmio de Editores).
* “Pela primeira vez há um movimento enorme no mundo editorial, mas também muita preocupação, porque ninguém sabe o que vai acontecer” (Leer-e, uma empresa especializada na comercialização de e-books).
* “Os editores têm de mudar seus padrões de trabalho e adaptar-se a um processo que não tem marcha-atrás” (Ulzama Digital).
(Baseado no texto original de MIGUEL MÁIQUEZ: 20minutos)
www.obrasileirinho.com.br/.../ebooks-–-livros-ecologicos-versus-livros-tradicionais
TURMA 68 - RESPONSABILIDADE SOCIAL
Acessem o site: www.tudodecorparavoce.com.br

Após um ano de projeto, “Tudo de cor para você” chega a Porto Alegre
Pôr-do-sol do Guaíba inspira a pintura de 71 casas da Rua João Alfredo, na Cidade Baixa. Mais de 2 mil litros de tintas serão usados na transformação

São Paulo, agosto de 2010 – O “Tudo de cor para você” completa um ano neste mês de agosto com mais de 50 mil metros quadrados de áreas pintadas em todo o Brasil. O projeto socioambiental que transforma comunidades já passou por diversas cidades, colocando em prática a missão da Coral de levar cor para a vida das pessoas. São Paulo, Salvador, Olinda, Rio de Janeiro, Santarém, Campo Grande são alguns dos locais que tiveram casas e imóveis renovados pela iniciativa. O próximo destino será Ouro Preto (MG), em outubro.
Atualmente, a Coral, da AkzoNobel, finaliza o processo de pintura em Porto Alegre. As cores do pôr-do-sol do Rio Guaíba inspiraram a transformação da paisagem da Rua João Alfredo, na Cidade Baixa. Desta vez, entretanto, o programa teve uma iniciativa inédita: a indicação de locais por internautas. As sugestões de áreas a serem renovadas foram enviadas pelas redes sociais, como Twitter e Facebook, e pelo hotsite www.tudodecorparavoce.com.br.
A pintura das 71 casas teve início no fim do mês de junho e, a partir do dia 12 de agosto, moradores e visitantes da cidade poderão passear pela região e contemplar as cores de um dos cartões-postais da capital gaúcha. Para simular a paisagem do Rio Guaíba nas casas da rua, foi definida uma paleta a partir da observação do pôr-do-sol local. Estão sendo usadas 66 cores, representadas por 12 tons principais: Sombra de Cedro, Azul Céu, Rio de Cascalho, Flauta de Madeira, Calor do Deserto, Outono Quente, Flor do Deserto, Sombra Mística, Porção de Amora, Malva de Inverno, Canção da Cidade e Noite Estrelada.
“Por onde passa, o projeto ‘Tudo de cor para você’ tem a preocupação de manter as características da arquitetura de forma a preservar as peculiaridades regionais. Justamente por isso, buscamos sempre referências locais e com as comunidades, respeitando seus desejos e renovando edifícios históricos”, reforça Marcelo Abreu, Gerente de Relacionamento da AkzoNobel e Coordenador do projeto.
Para a ação em Porto Alegre, estão sendo usados mais de 2 mil litros de Decora, produto que pode ser tingido por 2.016 cores do leque da Coral. Quinze pintores, dentre eles oito moradores da região, foram treinados para exercer a atividade. Outros, no entanto, vieram de Olinda e do Rio de Janeiro, onde receberam aulas e adquiriram experiência em outras edições do “Tudo de cor para você”. “Estamos promovendo o intercâmbio desses pintores que, a partir da ação da Coral, estão sendo qualificados para ingressarem em um novo mercado. Assim, a marca também contribui para a geração de renda nas localidades por onde passa”, comenta Carlos Piazza, Diretor de Comunicação da AkzoNobel para América Latina. Amanhã (12), os pintores se juntarão a um mutirão de 50 funcionários, cerca 100 clientes e integrantes da comunidade para finalizar a pintura.
Iniciado em agosto de 2009, o “Tudo de cor para você” é o principal projeto socioambiental da AkzoNobel, a maior empresa de tintas e revestimentos do mundo. Mais de 25 mil litros de tintas já foram usados para renovar a paisagem de comunidades em diferentes regiões do país. A iniciativa, entretanto, não se restringe a levar cores para praças do Brasil inteiro. O combate à degradação de áreas promove alegria, descontração e, o mais importante, leva cidadania a todos os membros das comunidades. O projeto une moradores, voluntários e funcionários em uma grande onda de pintura e conservação da área, criando um ciclo sustentável que resulta no aumento da autoestima e na qualidade de vida da comunidade. Desta forma, a Coral desperta o senso de conservação nas localidades por onde passa, capacita pintores e dá o exemplo para outras vizinhanças também cuidarem de seus espaços.
Turma 68 - AS CORES E A AUTOESTIMA

A cor afeta nossa vida diretamente. Ela é o elemento na roupa de maior impacto visual porque ela é energia, ela não é estática, ao contrário dos outros elementos visuais. Ela afeta diretamente a percepção que os outros tem de você.
O ser humano sempre teve obsessão por cores - tv em cores, fotografia colorida, os simbolismos (“bandeira branca”). A cor está sempre presente e sempre tem algo a dizer.
Só para se ter uma idéia, alguns dados:
. a cada duas páginas de um livro menciona-se uma cor;
. nós nos locomovemos com ajuda das cores (semáforos);
. as placas de transito;
. o sistema de cores dos metrôs utilizado no mundo inteiro;
. as faixas (níveis) de esportes como o judô.
As cores nos remetem a infância (que criança nunca falou, “eu quero o vermelho!”). As criancas percebem as cores de uma maneira mais espontânea que os adultos, a ponto de alguns decoradores defenderem que as crianças deveriam escolher as cores das paredes de uma casa, já imaginaram?
Na natureza as cores também comunicam. As cores das flores atraem os insetos que vão polinizá-las. Entre os animais, as cores levam ao ritual de acasalamento. As cores perpetuam a espécie.
Em nosso dia-a-dia, sempre escolhemos cores: do nosso partido político, do nosso time, do nosso cabelo, nosso carro.
A cor influencia também nossos hábitos de compra. A cor chega a ser mais importante para a marca do que o próprio logo. Como exemplo temos as embalagens de garrafas de água azuis, ou a garrafa de Coca-Cola sempre com vermelho.
Em países do ocidente, muitas pessoas gostam de se vestir de cores neutras, como cinza e preto. Isto é um reflexo da cor da cidade, refletindo a cor dos prédios, “a cor do clima” de inverno, fechado. No Brasil, o hábito de usar cores sóbrias, especialmente no inverno, é herdado, ou melhor, copiado, dos europeus, o que não faz o menor sentido num país tão colorido como o nosso.
E quantos de vocês já observaram personagens de filmes e novelas? O bem e o mal são comumente retratados através das cores. Normalmente é o branco para o mocinho, preto para o bandido – a citação mais antiga e óbvia é o lado negro da força de Guerra Nas Estrelas. Para os noveleiros de plantão, basta lembrarem de grandes confrontos como Maria Clara (Malu Mader) e Laura (Cláudia Abreu) em Celebridade e, mais recentemente, Flora (Patrícia Pilar) e Donatella (Cláudia Raia), em A Favorita. Neste último caso, curiosamente a mocinha Donatella usou preto e a vilã Flora usou branco em um dos encontros. Vale lembrar que falamos aqui da cultura ocidental – no oriente, muitos países associam o branco à morte e luto.
Outra combinação comum é o azul x vermelho. Nos quadrinhos, o traje do super herói é baseado nas cores primárias (vermelho, azul e amarelo ou dourado), enquanto o do vilão é baseado nas cores secundárias (verde, lilás e laranja). Vejam Lex Luthor e Superman.
A revista Science publicou recentemente um estudo chamado Blue or Red? Exploring the Effect of Color on Cognitive Task Performances (Azul ou Vermelho? Explorando o efeito das cores em performances de tarefas cognitivas), onde é explicado o efeito das cores de nossa casa ou escritório na forma como trabalhamos. Só para se ter uma idéia, foi comprovado que o vermelho favorece os trabalhos que requerem mais precisão, enquanto o azul favorece a criatividade. Em jogos, o vermelho sugere dominância, sendo uma ótima cor para uniformes de jogadores (eles também fizeram testes com jogadores olímpicos). Este estudo também não levou em consideração países como a China, onde o vermelho simboliza prosperidade e sorte.
Isto tudo para lembrar que da mesma forma que estamos rodeados pela cores em nossa vida, a importância delas na nossa aparência é vital. Esse assunto é realmente fascinante e tudo que citei aqui serve para dar uma pequena dimensão de tudo que julgamos e absorvemos inconscientemente mas que possui grandes efeitos. Mas na aparência, antes mesmo de analisarmos o que a cor que usamos está causando ao nosso redor, começamos com uma análise das cores que nos favorecem. Isso porque as cores de nossa coloração pessoal valorizam a aparência, iluminando e afinando o rosto, deixando um aspecto corado, suavizando a textura da pele e valorizando os traços. Comecem a pensar nisso na próxima vez em que forem provar uma roupa e prestem atenção ao seu visual naqueles dias em que receberem um elogio (ou, por que não, um comentário menos elogioso) de seus amigos.
http://www.teias.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=120:o-simbolismo-e-a-importancia-das-cores&catid=4:autoestima&Itemid=7
A influência psicológica das cores:
Nosso mundo é um mundo de polaridades: dia e noite, quente e frio, alegria e tristeza, entre outras. A influência das cores pode ser notada não somente na decoração, mas também na maneira de vestir, na expressão artística, traduzindo o estado de ânimo das pessoas e a maneira como gostariam de ser vistas.
Vermelho
É uma cor que tem bastante energia. Faz a pessoa se sentir intrépida, ousada, poderosa, corajosa. Todos nós precisamos de um pouco de vermelho em nossa aura para motivar-nos. Seus tons e matizes sugerem muitas características. Desde a determinação e vontade de cuidar dos outros à insensibilidade, violência e egoísmo. Quando esta cor é usada com equilíbrio, seu efeito é muito positivo. Para isso, devemos usar o verde, o amarelo-dourado que significa sabedoria ou o azul, que vai esfriar um pouco o vermelho. Locais como teatros, restaurantes, bares e cassinos podem ser deliberadamente decorados com vermelho, pois esta cor estimula o apetite e nos faz perder a noção do tempo.
Tons de Rosa
Mistura de branco com o vermelho. Tons rosados proporcionam calor, afeto e podem ser relaxantes. Os tons róseos mais quentes têm efeito positivo, pois tornam as pessoas mais ativas e desejosas de progresso. Ideal para serem colocados em casas ou asilos de pessoas idosas, pois não vão permitir que essas pessoas fiquem apáticas ou percam o interesse pela vida, ao contrário, vão causar uma mudança de personalidade onde essas ficaram mais ativas e vigorosas.
Laranja
Ajuda a pessoa a despertar seu potencial, defender seu próprio ponto de vista e ser mais confiante. Os tons mais pálidos desta cor estimulam a comunicação das pessoas, bem como a descoberta e o desenvolvimento da criatividade. É uma cor de grande vitalidade e pode ser usada em lanchonetes, restaurantes, etc. O laranja-escuro deve ser usado com moderação, pois pode causar uma sensação de desamparo e insegurança. O laranja-claro proporciona uma sensação de conforto, alegria e expressividade. Todos os artistas criadores deveriam usar esta cor, principalmente acompanhada do azul.
Amarelo
Também uma cor de grande energia, pois é associada com a luz do Sol. É quente, expansiva, ativa a mente a abrir para novas idéias. Ajuda na aprendizagem, pois afeta o plexo solar (núcleo do sistema nervoso central que é um dos principais centros provedores de informação do cérebro). Essa cor alimenta o ego, mas em demasia pode tornar a pessoa "egocêntrica". O amarelo e o branco juntos devem ser usados com parcimônia, pois podem causar uma sensação de insegurança e instabilidade. Devemos usar com moderação os tons de amarelo-escuro, como o mostarda, pois em demasia podem exercer um efeito negativo como pessimismo e negatividade. Pode ser usado em halls, corredores e lugares onde têm pouca luz, pois dá uma sensação do espaço. Esta cor é associada com o intelecto, as idéias e a inquirição mental.
Verde
É a cor do equilíbrio e da harmonia. Ajuda a reduzir o estresse e a tensão, pois é um meio de baixar a pressão arterial. É uma cor que está associada com a auto-estima e nos ajuda a fluir com os acontecimentos, dando uma sensação de liberdade e fluidez. É relaxante e repousante, mas não deve ser usada sozinha, pois pode deixar o ambiente estático. O verde-escuro proporciona uma sensação de força e estabilidade. O verde-claro é ótimo para crianças, que geralmente o adora. Ele afeta a área do coração e nos ajuda a ser mais afetuosos. O verde-maçã indica uma casa onde se dá importância 'às crianças, 'à família e aos animais. Pode indicar também pessoa que tende a acumular posses e não jogar nada fora. O verde usado com cores mais claras irradia uma energia de relaxamento e paz. É uma cor que está ligada 'à auto-estima.
Azul
O azul é uma cor terapêutica, que relaxa, acalma e esfria. Pode ser associdado à lealdade, integridade, respeito, responsabilidade e autoridade. Mas usado em demasia, pode deixar o ambiente frio, pode fazer com que a pessoa fique indiferente, retraída e com sono. O índigo pode trazer à tona velhos medos, portanto deve ser usado com o rosa. O azul-escuro e profundo é uma cor que remete a integridade e honestidade. As pessoas que se entregam à mentira e são desleais não costumam se sentir bem em um ambiente com esta cor, pois ela tende a fazê-las se sentir culpadas. Ele pode ser usado com amarelo para ativar a mente e a intuição, com o vermelho para manifestar as emoções, com o rosa para trazer à tona o lado afetuoso e com o pêssego para estimular a criatividade.
Violeta
Ou as pessoas odeiam ou elas amam... Essa cor tem uma vibração muito rápida e estimula o lado artístico. Ela é associada a ideais nobres, como devoção e lealdade. Quando usado com o amarelo estimula a introspecção para encontrar nosso eu. Quando usado com o verde estimula a generosidade e caridade. De todas as cores, a violeta é a mais poderosa, afeta muito as pessoas, portanto devemos usá-la com critério. Violeta-claro não deve ser usado sozinho, pois pode causar um desinteresse da pessoa pelo mundo.
Púrpura
Ativa as emoções básicas e, para não causar desequilíbrio, deve ser usada com o verde.
Magenta
Cor muito animadora. É viva e dramática e estimula as pessoas a tomarem decisões. Deve ser usada, pelo menos nos detalhes, em empreendimentos comerciais. Grande harmonia quando usada com o verde.
Turquesa
É uma cor extremamente repousante e relaxante, mas deve ser usada sempre acompanhada de uma cor quente. Na cromoterapia, é usada como meio de acalmar o sistema nervoso.
Marrom
Cor que nos proporciona a sensação de que tudo é permanente, sólido e seguro. É a cor da estabilidade quando usada no seu estado natural, tal qual nos móveis, etc. Transmite uma energia positiva.
Cinza
Embora muitos digam que é uma cor de neutralidade, seu efeito não passa desapercebido. É uma cor associada ao medo e negatividade, portanto devemos usar seus tons mais claros e sempre acompanhados com cores quentes.
Branco
Realça todas as cores. Pode fazer com que elas ganhem luminosidade e vida. Um ambiente todo branco pode dar a sensação de falta de força e profundidade.
Preto
É imponente, mas só quando usado com outra cor. Do contrário, pode nos deixar indiferentes, inacessíveis e prepotentes ao extremo.
http://www.webtelas.xpg.com.br/psicologia_cor.htm
Turma 58 - SER ECOPRÁTICO

Simples, direto e prático.
Ecológico e econômico.
Uma mistura entre o interesse planetário e o caseiro.
Um pouco de rotina e um pouco do eterno.
Cuidar da casa e cuidar do planeta.
Ecoprático é divertido, simples e leve. Não Eco-Chato! Sustentabilidade tem que ser prazerosa.
Ser Ecoprático é abordar os grandes problemas a partir de uma atitude simples, direta e possível.
Filosofia para sétima e oitava séries
Leiam que nós já falamos em aula.
Os pré-socráticos
A Filosofia Grega caracterizou-se, até o advento de Sócrates, pelas idéias a respeito da natureza e pelo desenvolvimento das técnicas de argumentação filosófica. Os primeiros filósofos, devido à preocupação de explicar racionalmente o mundo natural, são também chamados de Filósofos da Natureza ou de físicos (do grego phýsis, "natureza").
Eis uma pequena lista dos pré-socráticos mais importantes: Tales de Mileto (625-547 a.C.), Anaxímenes de Mileto (585-525 a.C.), Pitágoras de Samos (570-495 a.C.), Xenófanes de Cólofon (570-475 a.C.), Heráclito de Éfeso (c. 500 a.C.), Parmênides de Eléia (c. 515 a.C.), Empédocles de Acragás (492-432 a.C.) e Demócrito de Abdera (460-370? a.C.).
Sócrates, Platão e Aristóteles
No final do século V a.C. o interesse primordial dos filósofos desviou-se do mundo natural para a compreensão do homem, do seu comportamento e de sua moral.
Sócrates (469-399 a.C.), um dos maiores pensadores de todos os tempos, pretendia nada saber e dizia que todos já possuíam o conhecimento do que era correto dentro de si. Para trazer esse conhecimento à tona ele fazia perguntas bem dirigidas e questionava sistematicamente seus interlocutores afim de que a sabedoria aflorasse. A suprema sabedoria seria, aparentemente, o conhecimento do bem, ou pelo menos o reconhecimento honesto da própria ignorância.
Platão (429-347 a.C.), admirador e discípulo de Sócrates, fundou a Academia de Atenas, famosa escola de Filosofia em que mestre e discípulos viviam em comum, debatendo constantemente os mais variados temas. Ao lado de idéias fundamentalmente teóricas, como a contraposição das aparências à realidade, a crença na existência de uma alma eterna e na vida após a morte, Platão propunha, de forma eminentemente prática, que a cidade ideal deveria ser governada por um rei-filósofo.
Aristóteles (384-322 a.C.) foi o mais importante dos discípulos de Platão. Ao contrário de seu mestre, mais preocupado com questões transcedentais, Aristóteles acreditava que o conhecimento devia ser procurado no mundo material e real. Fundou, para isso, o Liceu de Atenas, escola em que ele e seus discípulos dedicaram suas vidas à discussão filosófica, estudo, ensino e pesquisas em larga escala, abrangendo praticamente todo o conhecimento da época. A lógica, uma das mais importantes disciplinas filosóficas, foi estabelecida por Aristóteles.
A Bíblia e os outros livros Sagrados
![[Religião] Os livros sagrados A Bíblia, o Alcorão, Talmud e muito mais! Leandro Calçada Imagem](http://img219.imageshack.us/img219/4926/michelangelojt4wa2.jpg)
Veremos aqui alguns Livros Sagrados:
Para os Cristãos: Bíblia
Para os Islâmicos: Alcorão
Para os Judeus: Talmud ou Pentateuco
Para os Espiritistas: Evangelho Segundo o Espiritismo
Cidades sustentáveis
Desafiando a 8ª série a conhecer as práticas sustentáveis pelo mundo.
Dá certo. Vamos continuar. Depende de nós.
Profª Rosângela.
Ler e comentar...
Faça as leituras necessárias para comentar sobre o que mais lhe chamou atenção no site visitado. Adicione imagens. Use sua criatividade.
Profª Rosângela.
Conhecendo um pouco sobre as Leis Ambientais
http://www.santamaria.rs.gov.br/
Cidades Sustentáveis no Mundo
UM BOM COMEÇO
Os desafios de uma cidade sustentável são muitos: implantar uma boa malha de transporte público, reduzir as emissões de CO2, ter prédios verdes, controlar a qualidade do ar e da água, gerenciar os resíduos, preservar a vegetação e estimular negócios sustentáveis. Veja as iniciativas de alguns centros urbanos.
Copenhague, Dinamarca
Venceu o Prêmio Europeu de Gestão Ambiental em 2006 pela ótima qualidade da água de sua enseada.
Curitiba, Brasil
Conhecida mundialmente, subiu na escala da sustentabilidade ao redesenhar o sistema de transporte público, na década de 90, aumentar as áreas verdes e ser pioneira na coleta seletiva de lixo, a partir dos anos 80.
Freiburg, Alemanha
É chamada de cidade solar por causa dos aquecedores de água e placas fotovoltaicas que reinam nas coberturas de casas e prédios comerciais desde a década de 80.
Londres, Inglaterra
Destacou-se em 2007 ao lançar um plano ambicioso de combate ao aquecimento global. Em 20 anos, a meta da cidade é reduzir 60% das emissões de CO2.
Portland, Estados Unidos
Dona do título de cidade mais sustentável do país, foi a primeira a diminuir as emissões de gases de efeito estufa, em 1993. Além disso, reúne boa quantidade de prédios verdes per capita e uma economia sustentável que inclui empresas de energia limpa e produção orgânica de alimentos.
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cidade/conteudo_267314.shtml
Faça a leitura sobre cada uma das cidades e procure uma imagem de cada uma delas para postar. Identifique-as.
PORTFÓLIO DIGITAL
SUSTENTABILIDADE: O desafio do bem viver.
Qual o significado de PORTFÓLIO?
Portfólio ou Portefólio resulta da junção de duas palavras: Porte + Fólio
Porte = do verbo PORTAR = Ato de trazer consigo
Fólio = folha
Portfólio – Invólucro, envelope ou encadernação, onde são guardados papéis, desenhos, trabalhos, fotografias, documentos que fizeram parte de um trabalho, pesquisa ou projeto (In Nova Enciclopédia Larousse, Vol.18, pág. 5626).
Qual o significado de Portfólio DIGITAL?
É um recurso multimídia onde podemos colocar não só os documentos em Word, mas também fotos, PowerPoint,
vídeos ou outros, e onde é possível fazer uma reflexão pessoal sobre o seu desempenho.
É um instrumento:
• de identificação da qualidade do ensino-aprendizagem mediante a avaliação do desempenho do aluno e do professor;
• e que compreende a compilação dos trabalhos realizados pelos alunos, durante um curso ou disciplina.
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