DÚVIDA

DÚVIDA
Eu não vivo a vida,
deixo a vida me levar.
Vou pelo vento, vou pelo ar
nos degraus desta incoesão,
buscando por inúteis respostas,
seguindo esta melodia remota,
palavras tristes, destoantes notas
que já bem longe estão de ser canção.
Minha vida não segue: perdura.
Eu, antes humano, hoje, vil criatura,
batendo às portas da minha loucura,
que estão caladas... emudecidas.
pondero...
o que é agora minha vida?
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