Bill Gates, criativo,

agressivo e lindo também!!
Bill Gates, chama o mundo empresarial para a importância em se adotar o capitalismo criativo ou seja a criação de negócios que beneficiem ao mesmo tempo a população pobre e as empresas.A proposta do meu Bill é amparada na pesquisa do indiano C. K. Prahalad, professor da Universidade de Michigan, responsável por popularizar no mundo corporativo a teoria da “base da pirâmide”.

Bill Gates é sem dúvida um homem que enxerga longe, usa o seu escasso tempo e seu dinheiro para incansavelmente buscar alternativas para acabar com o sofrimento do mundo pobre e de quebra, lucrar com isso.

Enquanto alguns, pesquisam formas de embelezar aparelhos celulares e tocadores de musica com trezentas e tantas funções,a maioria sem utilidade,nunca serão usadas por seus consumidores.Produtos caros, mas nem por isso inovador.Similares no mercado e alguns com funções semelhantes, foram lançados bem pouco tempo.
Os consumidores dessas manias caras, são disputadíssimos pelas grandes empresas,onde contamos nesse grupo, esnobes e bobos,usuários de grifes e outras bobagens desse mundo insípido dos fúteis.
Pois bem, acabo de falar do iphone do senhor Steve Jobs,um produto aclamado com alarde e ao meu ver sem tanto brilho assim.
Steve Jobs,brinca e se diverte em criações para o mundo dos endinheirados, meu Bill por sua vez, investe no desenvolvimento de soluções de tecnologia que alcance os cinco bilhões de pessoas excluídas do mercado de tecnologia. A Microsoft criou a Unlimited Potential Group, para dar andamento naquilo que chamam de capitalismo criativo, uma bandeira que ele defende e conclama as grandes multinacionais a levantarem e a marcharem, juntos, na luta contra a pobreza e porque não afirmar, da própria sobrevivência.
Bill Gates is perfect, that man!
His generosity and sensitivity is not only larger than its charm!
Bill Gates, under the gaze of a fan
Bill Gates, um gênio, O homem!!

Sua genialidade só não é maior que o seu charme
Depois dizem que O homem, monopoliza!

Bill Gates, sob o olhar de uma fã
“Num artigo que data de 2002 escrito em parceria com Stuart Hart, professor da Univer-sidade Cornell, Prahalad chamou a atenção das empresas para as 4 bilhões de pessoas que sobrevivem com uma renda anual de até US$ 1,5 mil. (Um estudo do WRI/IFC de 2007 apontou 4 bilhões de pessoas com renda anual de US$ 3 mil.) Segundo Prahalad, o poder de compra dessa população – sem acesso a produtos e serviços que caibam nos seus bolsos – é expressivo e representa uma enorme oportunidade de negócios para as grandes corporações, que enfrentam mercados cada vez mais saturados nas classes altas e têm voltado suas atenções para os países emergentes. Ao vender para os pobres, as empresas – especialmente as multinacionais, com seus pesados investimentos em pesquisa e desenvolvimento e suas enormes redes de distribuição – ajudariam a aliviar a pobreza. As referências usadas por Prahalad no livro A Riqueza na Base da Pirâmide tornaram-se famosas. Entre elas, estão a brasileira Casas Bahia, que se transformou numa potência do varejo ao concentrar seus negócios nas classes C e D, e a Hindustan Lever, subsidiária da Unilever na Índia, que desenvolveu, entre outros produtos, um sabonete antibacteriano especialmente para a baixa renda.” |