Mistérios | |
Templários I
4:26 PM, 28/12/2010
.. 0 comentários
.. Link
A história dos templarios com certeza é a mais oculta e mais difusa e apresentada em livros e estudos ou romances como vamos atualmente. Alguns afirmam que eles eram mágicos, alquimístas e bruxos.
A primeira informação histórica sobre os templários, amplamente conhecida, foi feita por um historiador frâncico, Guillaume de Tyre, que descreveu em 1175 a 1185. Foi a época do ápice das cruzadas, quando os exércitos ocidentais já haviam conquistado a Terra santa e estabelecido o reino de Jerusalém - ou como era chamado pelos templários reino de Ultramar, A terra além do mar (esse termo foi ainda muito utilizado em outros contextos). Quando Guillaume de Tyre, inicio os seus escritos a ocupação da Palestina já tinha se iniciado a 7 anos e a existencia dos Templários a mais de 50. Tudo que ele relatou foi tento como base testemunhas sempre em segunda ou terceira pessoa. Pois só houve cronista em Ultramar depois de 1144. Portanto não existe registro das épocas cruciais. E como não sabemos muito sobre as fontes de Guillaume de Tyre, isso nos lança algumas dúvidas, mas ele nos forncene algumas informações básicas. Segundo o mesmo a Ordem do pobres cavaleiros de Cristo do Templo de Salomão foi fundada em 1118 por Hugues de Payen um nobre da região de Champagne, vassalo do conde de Champagne. - Runciman history of the crusades v2 p. 477 (Payen nasceu no baixo Reno seu registro de nascimento foi encontrado e a data é 9 de fevereiro de 1070) Segundo a narrativa Payen na compania de 8 cavaleiros se apresentou no palácio de Bouillon I rei de Jerusalém, ao qual o recebeu cordialmente , e o mesmo o fez líder religioso local e emissário do Papa. O Objetivo declarado do, continua Guillaume, era tanto quanto permiti-se suas forças, manter as estradas e vias seguras (...) Era um objetivo um tanto meritório, tendo em vista que o rei destacou uma ala inteira do seu exército a disposição dos cavaleiros, que mesmo mediante a seu voto de pobreza se instalaram na luxuosa casa. Segundo a tradição o quartel dos templários foi erguido sobre as ruinas do antigo templo de Salomão. Daí o nome da ordem
Durante 9 anos conta Guillaune os 9 cavaleiros, não aceitaram que outras pessoas entrassem na ordem, e a pobreza era tamanha que várias ilustrações mostrarm 2 cavaleiros montados em um único cavalo, que mostra a fraternidade mas a penúria de se andar em 2 cavalos separados, completa o narrador - que essa cela existe des do inicio da ordem, contudo ele data de um século depois, quand os templários não eram nada pobres - se é que eles um dia foram. Escrevendo meio século depois Guillaune diz que os templários se estabeleceram em 1118 e mudaran-se para o palacio do rei a fim de proteger os peregrinos, mas o rei tinha o seu próprio biógrafo Fulk Chatres, e ele não escreveu 50 anos após a fundação da ordem mas durante os anos em questão. Curiosamente ele não mensionada Hugues de Payen ou seus companheiros ou qualquer outra coisa mesmo que remotamente falando sobre os templários. Na realidade existe é um enorme silencio sobre os primeiros anos da ordem, e nem mais tarde se tem relatos de peregrinos sendo protegidos pela ordem. E não podemos deixar de admirar tão poucos homens darem cabo de tarefa tão gigantesca. 9 homens para proteger os peregrinos de todos os cantos da terra santa? só 9? Não podemos esquecer que durante muito tempo não foi admitido mais ninguem além dos 9. A despeito disso, uma década depois a fama dos templários correu por toda Europa. Autoridades Eclesiáticas falavam deles com louvor e aplaudiam seu trabalho cristão. Por volta de 1128, um panfleto elogiando suas virtudes e qualidade foi produzido por ningu[em menos que São Bernado . O panfleto e Elogio á nova cavalaria declara os templários a apoteose de valores cristãos. Nove anos depois em 1127, os 9 cavalereios retornam a europa e recebem uma acohida triunfal , orquestrada por São Bernado. Em Janeiro de 1128 um conselho doi criado, e os templários foram incorporados e reconhecidos como uma ordem militar religiosa com a benção do Papa, e Hugues de Payen recebeu o título de Grão mestre, e seus monjes seriam os soldados de Cristo combinando diciplina militar, com a vida austera e zelo por Cristo.
Os templários faziam votos de santidade castidade e obediencia, eram obrigados a cortar os cabelos mas deixar as barbas, sua diéta e rotinas eram regulados. Todos eram obrigados a usar hábito ou sobretuto toga branca. A lei era: Somente os cavaleiros de Cristo podem usar habitos e togas brancas. Assim em forma simbólica poderiam mostrar para o mundo que abandonaram um mundo negro, para lutar e morrer na Luz de pura e branca de Cristo Em 1139 uma encíclica seria enviada ao Papa Inocencia II, antigo monje protegido de São Bernardo, afirmando que os templários não obedeceriam ninguém além do Papa. Tocando em miúdos: eles eram independentes de país, reino, ou ordem sendo um conjunto e organismo internacional Quando Hugues de Payen visitou a inglaterra foi acolhido como Herói nacional o rei Henrique I quase o "adorou em "1128. Filhos de nobres e ricos se enfileiravam para entrar na ordem, e o dinheiro ia para os cofres da ordem de forma exorbitante. Ao adentrar a ordem todos os homens eram compelidos a doar seus bens para a ordem, 12 meses após a visita a Inglaterra a ordem adquiriu terras na: França, Escócia, Alemanha, Hungria, Espanha, Portugal, Flandres. Embora os cavaleiros estivem presos a um voto de probreza, a ordem não estava a abarcava cada vez mais posses. Em contra partida a ordem não podia se desfazer de nada, nem que seja para resgatar um líder. Então quando o seu líder voltou para Palestina em 1130 deixou na europa vários pedaços de terras para a ordem. Em 1146 os templários adotaram a curz vermelha (pattée) com esse simbolos eles decorarm seus mantos, e acompanharam o rei Luiz VII a segunda cruzada estabelcendo sua reputação de zelo marcial insano. ![]() Todos os cavaleiros eram impelidos a lutar até a morte, só lhes era permitido bater em retirada caso os cavaleiros enfrentassem um grupo que fosse o triplo do seu contingente. Caso capturados não poderiam pedir clemencia e nem resgate.
Nos 100 anos seguintes após a formação da ordem os templários se tornaram um organismo internacional (semelhante hoje a ONU), e acabaram se engajando em diplomacia de alto nivel entre monarcas e cléricos vários reis ingleses incluindo o rei João residiram durante alguns anos na preceptoria dos templários de Londres, é possivel encontrar a assinatura do Grão mestre dos templários jundo a assinatura do monarca na carta Mágna ( o Rei Ricardo I quando partiu para Jerusalém o fez disfarçado de templário em 1192 - history of knights p. 148). Ligações de amor e ódio tbm se estabeleceram no mundo mulsumano - Sendo que a ordem durante um certo período de tempo conseguio a admiração dos Sarracenos é creditado também a ordem liações secretas com os Hashishins (Assassinos), a famosa seita de assassinos profissionais e frequentemente fanáticos era o equivalente mulsumano da ordem dos templários. [Quem jogou Assassins Creed sabe do que eu to falando - kkk] Assim os templários foram colocados como arbítros oficiais nas mais diversas disputas. Henrique III da Inglaterra ousou desafia-los em 1252, ameaçando confiscar algumas terras que estavam aos cuidados da ordem. Argumentando: "Vocês templários (...) tem tantas liberdades e tantas concessões que as suas enormes posses fazem com que esnobem com orgulho e insolencia. Aquilo que foi imprudentemente dado, deve portanto, ser prudentemente retomado, e aquilo que foi desconsideradamente oferecido, deve consideravelmente ser recuperado" - Daraul History of secret socities p. 46 [Tradução minha].
Quanto a essa provocação o Grão Mestre da ordem rebate: [ao leitor mais desatento, apartir daqui comece a reparar nos: termos, números, datas e formas de tratamento e já inicie uma contextualização para os nossos tempos; a exemplo do termo acima utilizado, pois o ajudará a dar saltos no entendimento da história que se segue nesse estudo] "Que dizeis vós tu ó rei! Longe esteja a vossa boca a pronunciar tão desagradaveis palavras. Enquanto exercer justiça reinará. Mas se vós infringir injustiça cessareis de reinar" O Grão mestre estava implicitamente chamando para sim e para sua ordem um poder que nem mesmo os Papas ousavam reclamar para si, o poder de coroar de depor monarcas (Objetivo esse alcançado na revolução Francesa). Com os recursos que ficaram a disposição da ordem os templários criaram as primeiras instituições bancárias, através de impréstimos de várias somas em dinheiro para coroas endividadas, até por fim se tornarem os grandes financiadores dos tronos europeus. o primeiro empréstimo esta registrado em 1315, como a usura [juros sobre juros] era uma prática ilegal na época os juros eram cobrados em frente ao solicitante e colocados no valor total do emprétimo só para depois serem dividios em parcelas, se acaso o emprétimo era para ajudar em uma eventual safra, o pagamento era feito através dos frutos da terra. - The Monks of War p .213 Como as preceptoras estavam espalhadas em toda Europa era possivel depositar o dinheiro em uma cidade e retira-lo em outra, por meio de notas promissórias com intrincados códigos, dando assim inicio aos cheques. A ordem não só vendia e emprestava dinheiro eles tbm vendiam idéias, pois estando em contato com as culturas: Judaícas, Arabes e Cristãs.
Eles extrairam um pouco de cada, e diluiram na metalurgia, artesãos em couro, pedreiros, arquitétos e engenheiros [repare bem no que esta em negrito] Tendo a nescessidade de cuidar de ferimentos causados em batalhas eles a ordem também foi uma das primeiras a utilizar drogas em seus tratamentos. Com a grande prosperidade do Templo, seus cavaleiros eram cada vez mais arrogantes e despretenciosos a expressão: "Beber como um templário" se tornou cliche na época. Mas enquanto a ordem atingia notoriedade na Europa a mesma ia perdendo em Jerusalém em 1185 morreu o rei Baudon I, ao qual antes de morrer fez um pedido de suceção ao Grão Mestre Rideford ao qual não a cumprio levando o reino a beira de guerra civil pela suceção, o que levou a um enfraquecimento interno do mesmo, abrindo assim uma porta para o ataque dos sarracenos. Além do mesmo tratar a Saladino rei dos sarracenos com um certo desdém; rompendo assim uma antiga trégua entre os grupos, levando ao que culminou a um novo ciclo de hostilidades e terminando com a aniquilição dos cristãos e a retomanda de Jerusalém ao controle sarraceno, um século depois de sua tomada. Por volta 1291, quase todo o Ultramar já havia sido tomado somente o Acre resistia sendo perdido em Maio desse mesmo ano, na batalha que culminou entre os atos mais heróicos da ordem, evacuando em galeses (navios) mulheres e crianças enquanto todos os cavaleiros até os feridos resolveram ficar até a morte, quando o ultimo estandarte caiu, as paredes ao redor do Acre ruiram por causa da gravidade do ataque dos sarracenos, ao qual acabou desmoronando, matando defensores e atacantes soterrados. Com a queda dos reinos na tera santa a ordem se voltou para Europa, mas um século antes o Templo ajudou na criação de outra Ordem "os cavaleiros teotonicos" Que criou um principado, independente para si, situado no leste europeu, longe do controle eclesiástico (lá os estudos secretos da ocorreram sem a presença da Igreja).
Os templários sempre invejaram a autonomia desssa ordem irmã, e após a queda das terras santas, mais do que nunca eles sonhavam com um estado templário, mas diferente dos teotonicos, os templários estavam acostumados a opulencia, não pela "rude e salvagem" Europa do leste. A ordem absorveu muitas coisas de outras culturas, muitos dos seus cavaleiros eram fluentes em arabe, era comum um Grão mestre ter um secretário arabe ou Judeu, com o incio da Cruzada Albigense (que será tratada mais a frente se assim Deus permitir) Muitos catáros ingressaram na ordem, trazendo com sigo a dualidade e a Gnósis sobre o pensamento cristão. Além do fato obscuro que iremos tratar sobre os 9 anos de silencio a respeito da fundação da ordem. Por volta de 1306 Felipe o Belo, que esta em dívida com a ordem, se sentiu humlhado pela mesma, pois fugindo de uma revolta em Paris ele se viu obrigado a pedir refúgui na Preceptoria da Paris, tendo assim contato com os tesouros da ordem, a ponto de ele pedir para engressar na mesma, mas mantendo-se como rei, pedido esse que foi negado. Além disso juntando ao fato de que estava mais cada vez claro que ele teria um estado templário vizinho ao seu reino foi o suficiente para induzi-lo a agir e tirar o seu trono do endividamento e aumentar suas terras. ______________ Mas primeiro Felipe precisaria do apoio do Papa ao qual a ordem devia obediencia . Entre 1304 e 1305 o rei frances e seus ministros engredaram o sequestro e a morte do Papa Bonifácio VIII e muito provalvelmente a morte do seu sucessor Benedito XI por evenenamento. Então em 1305, Felipe consegue assegurar a eleição do seu propeio candidato o arcebispo de Bordeaux, para o trono Papal vago. O novo pontífice tomou o nome de Clemente V. Comprometido com a influência Felipe, ele não podia recusar as solicitações do mesmo. E essas solicitações incluiam a supressão dos templários.
Felipe planejou cada movimento cuidadosamente antes do bote. Uma lista de acusações foram copiladas, em parte por espiões em parte por supostas confissões voluntária de um suposto templário renegado. Armado dessas acusações, Felipe, podia agir. Quando atacou, o fez de modo contundente e letal. Numa operação digna da SS ou da Guestapo, o rei enviou ordens secretas e seladas aos seus homens eu todo o império. Elas deveriam ser abertas simultaneamente e suas ordens acatadas imediatamente. Na madrugada do dia 13 de outubro de 1307, todos os templários na França deveriam ser capturados e presos pelos homens do rei e as preceptorias deveriam ser colocadas sobre guarda real e os bens conficados. O objetivo de surpreender foi alcançado, mas o principal interesse - a imensa fortuna da ordem - lhe escapou entre os dedos. Ela jamias foi encontrada. O que aconteceu com o fabuloso tesouro dos templários é um mistério. [que será descortinado nesse estudo] Na realidade o ataque surpresa de Felipe contra a ordem não foi tão surpresa, evidencias consideráveis nos levam a crer que os templários receberam algum tipo de aviso, Logo após o inicio das prisões, por exemplo o grão metre Jaques De Molay, requisitou muitos livros e regulamentos vigentes e mandou queima-los. Um cavaleiros que deixou a ordem nessa época ouvio de um tesoureiro que era de sabedoria de todas que o fim era iminente. Uma nota oficial circulou por todas as perceptorias enfatizando que nada da ordem poderia ser informado sob pena de morte. De qualquer modo, tendo eles sido avisados ou se eles presentiram que o fim era eminente as precauções foram tomadas.
Uma das quais a ordem pode ter sido avisada sobre a catástrofe pode ter sido através de Jean de Joinville. Senescal de Champangne, ele pode ter recebido as ordem de Felipe para efetuar as prisões. O mesmo era abertamente simpatizante das idéias dos templários. Seu tio André havia sito preceptor da ordem em Payns em 1206 [ Leonard Introducion au catulaire p 145 ] Outras evidencias que apontam o fato da ordem ter sido avisada é que os cavaleiros parecem que foram instruídos a terem uma posição passiva sobre as ordens do rei, pois nem um registro de resistencia contra os homens de Felipe, ainda existem evidencias de uma fuga organizada, virtualmente todos os cavaleiros que tiveram relações com o tesoureiro escaparam. Segundo rumores os tesouros da ordem foi levado para a base naval da ordem em La Rochelle - e carregado em 18 navios das quais nunca mais se ouviram falar. Mas é fato que nem um navio da ordem foi confiscado pela coroa Francesa e os mesmos parecem ter simplesmente sumido do mapa. Na França os templários foram capturados e julgados e muitos torturados. Confissões foram arrancadas e acusações ainda mais pesadas foram feitas. Os templários adoravam o demonio Baphomet, em suas cerimonias secretas, supostamente eles falavam com uma cabeça barbada, que lhes dava poderes. Ainda foram acusados de cometer: Infanticídio, ensinar mulheres a abortar, homosexualidade, dar beijos obcenos na iniciação de postulantes, ainda foram acusados de tripudiar, e negar a cristo e cuspir na cruz
[Jean escreveu um juramento na qual mencionava o ato de cuspir na cruz, na época em que os templários estavam sendo acusados de o fazerem, e o mesmo afirmou que São Luís sabia disso a 50 anos antes e o mesmo não os censurou (Jean Joinville lifes Saint Lois p 254). Jean também organizou uma liga para tentar acabar com os abusos de Felipe porém com a morte do monarca a mesma se motrou supérful] Sobre a última acusação talvez isso não deve ser extendida a todos os templários, pois estamos falando de pessoas que abandonaram seus lares, abandonaram a chanse de se casarem, até para poderem lutar com um manto no qual eles acreditavam ter o proteção de Cristo; ou seja morreu muito inocente também Na França o destino da Ordem foi selado, e o rei cada vez mais pedia ao Papa medidas mais rigorosas, a ponto de queimarem cavaleiros de forma industrial, em 1312 o papa declarou a Ordem oficialmente dissolvida, sem um veredicto conclusivo se a ordem era culpada ou inocente das acusações,mas nos domínios de Felipe os julgamentos e mortes continuou até 1314, o grão mestre Jaques De Molay e Geoffroi Charnay, preceptor da Normandia , foram queimados em fogo lento. Tirando assim os templários de cena. Felipe tentou influenciar ainda outros monarcas, é até compreensivel da parte de Felipe que ele tenta-se acabar com a ordem, mas tentar extermina-la em todas as partes do mundo, beira a uma tentativa de não sofrer vingança ou teria algo mais que ele tentou se apoderar? pois Felipe não era um exemplo de virtude pois o mesmo acabou com a vida de dois Papas. Em todo caso a tentiva de Felipe de eminiar a ordem fora da França não deucerto por exemplo Eduardo II da Inglaterra que era genro de Felipe saiu em defesa da ordem, quando foi pressionado pelo Papa e pelo rei da França o mesmo tomou atitudes lentas, e parciais. A maioria dos templários acusados foram absolvidos, e os que foram condenados pegaram penas brandas, ficando alguns anos servindo em abadias e monastérios, tendo condições de vida confortaveis, bem diferente de uma cela. As terras na Inglaterra foram finalmente cedidas ao hospital dos cavaleiros da ordem de São João, mas os templários mesmo escaparam da morte, diferente dos seus compatriotas de ordem na França.
"Um Cavaleiro Templário é verdadeiramente, um cavaleiro destemido e seguro de todos os lados, para sua alma, é protegida pela armadura da fé, assim como seu corpo está protegido pela armadura de aço. Ele é, portanto, duplamente armado e sem ter a necessidade de medos de demônios e nem de homens."
Bernard de Clairvaux, c. 1135, De Laude Novae Militae—In Praise of the New Knighthood Em outros locais da Europa a eliminação dos templários foi ainda mais difícil.
A Escócia, por exemplo estava em guerra com a Inglaterra, e o caos daí resultante deixava poucas oportunidades para implementação da Lei. A dissolução da ordem a mando da encíclica Papal nunca foi promulgada na Escócia, onde a ordem tecnicamente nunca foi dissolvida. Muitos templários ingleses e Franceses encontraram refúgio na Escócia e um contingente enorme parece ter lutado ao lado de "Robert Bruce" e Wiliam Walace. Na batalha de Bannockburn 1314 - Existem evidencias que apóiam a idéia de que a ordem se manteve como um corpo coerente na Escócia por mais de 4 séculos . Na luta de 1668-91 Jaime II da Inglaterra foi deposto por Willian Orange. Na Escócia aliando do monarca Stuart sitiado ergueram-se em revolta e na batalha de Killiecrankie em 1668, Jhon Claverhouse visconde de Dundee, foi morto no campo de batalha. Quando seu corpo foi resgatado, ele estava uando uma grande cruz da Ordem do Templo - não era nem um modelo novo, mas um datado de antes de 1307. [Parzival p. 208] No principado de Lorraine que na época fazia parte da Alemanha e não da França, os templários eram apoiados por Duques locais, a maioria obedeceu as ordens das preceptorias e cortaram as barbas e começaram a usar hábito seculares e integraram-se na comunidade. Na Prússia os templários desafiaram o poder local abertamente e intimidaram, os Juízes e ameaçaram pegar em armas alegando inocência. Quando a ordem foi dissolvia na Alemanha todos os templários migraram para a Ordem Teotonica ou para o Hospital de São João. Na Espanha também os templários resistiram aos seus perseguidores e encontraram refúgio em outras ordens. Em Portugal é onde esta o fato mais curioso para não perder a linha de raciocínio por Ora vou contar a história de frente para trás, mas Portugal nos afeta diretamente e também é o local que tem suas terras mais marcadas pelas ordem do que qualquer outra e até hoje o país é mandado e desmandado pelos sucessores da ordem até sua história e seu nascimento esta obscuro nas histórias das entranhas da Ordem
Em Portugal a ordem foi "purificada" por uma investigação e simplesmente modificou de nome [O Jeitinho Brasileiro, não é tão brasileiro assim kkk] então a Ordem dos Templários passou a se chamar Ordem dos Cavaleiros de Cristo. Com esse novo títulos eles passaram a continuar funcionando a pleno vapor mesmo no século XVI. Em Portugal a Ordem se dedicou as atividades marítimas [Pois o sonho de ter um Estado Templário ainda não havia morrido].
Vasco da Gama era um cavaleiro de Cristo o infante Navegador Henrique, o Navegador era grão mestre da ordem. Os Navios da Ordem dos cavaleiros de Cristo [O Nome Genérico dos templários na península Ibérica] Eram adornados com a mesma Cruz vermelha em um fundo Branco igual a ao Manto da ordem dos templários, E foi Sob essa mesma cruz vermelha que as 3 Caravelas de Colombo Cruzaram o Atlântico, para a descoberta do novo mundo. ![]() Reprodução Artística das caravelas de Colombo
O Próprio Colombo era casado com a filha de Ex Cavaleiro de Cristo, tendo tido acesso aos mapas e diários do seu sogro. Assim em 1500 Pedro Álvares Cabral, [ Que também era um cavaleiro de Cristo ] Atravessa o Atlântico e descobre o Brasil. [ Interessante notar o primeiro nome ao qual nosso país foi Batizado vejamos:
Neste mesmo dia, a horas de véspera, houvemos vista de terra! A saber, primeiramente de um grande monte, muito alto e redondo; e de outras serras mais baixas ao sul dele; e de terra chã, com grandes arvoredos; ao qual monte alto o capitão pôs o nome de O Monte Pascoal e à terra A Terra de Vera Cruz! Terra de Vera Cruz, ou terra da verdadeira Cruz. Advinha qual era a verdadeira Cruz? (a pergunta foi retórica eu respondo kkk) A cruz templária Assim de diferentes maneiras os templário sobreviveram ao ataque de 13 de outubro de 1307. Assim em 1522 a ordem dos cavaleiros tectônicos, se secularizou e repudiou sua lealdade a Roma e lançou apoio incondicional as idéias e a uma causa de um "rebelde" chamado Martin Lutero. Dois séculos depois da dissolução da Ordem a mesma se viu na chance de poder se vingar contra a mesma Roma que os dissolveu embora de forma indireta.
Mas mesmo das sombras a ordem ainda maquina algumas coisas, é o que veremos mais adiante, onde iremos adentrar as entranhas da ordem e seus ideais no passado e os planos para o futuro ao qual nos afeta diretamente Atualização
ACABEI DE DE SER INFORMADO QUE TERRA DA VERDADEIRA CRUZ PODE SER UM ANAGRAMA, NO QUAL O VERDADEIRA SEJA VERMELHA, ENTÃO SERIA DE MODO DISFARÇADO TERRA DA VERMELHA CRUZ...
Continuando.....
De forma bastante resumida essa é a história oficial do inicio e fim da ordem dos templários, muitos Historiadores, a reconhecem como a versão final, porém nossas pesquisas nos levaram a caminhos diferentes apartir de agora meu caro leitor tudo o que for escrito aqui para muitos terá uma nova dimensão. Pois a história se torna mais difusa, e mais provocativa e agora o leitor será apresentando com mais profundidade sobre temas, como Bafhomet e Graal.
Ainda durante a existencia da ordem dos templários, os mesmos vivam sobre o mito de serem, magos, feticeiros e adeptos dos segrdos da alquimía. Muitas pessoas os repreendiam como no caso do Papa Inocêncio III, que os reprendeu explicitamente por práticas de necromancia (Lembram do Gole?). Por outro lado haviam pessoas que os elogiavam como os mais detemidos e fanáticos guerreiross.No fim do sec XII, Wolfran von Eschenbach visitou o Ultramar, a fim de conhecer a ordem em ação, e por volta de 1195 e 1220 o maior dos romancistas, compos um romance épico "Parzival", na qual ele exalta a ordem como detentora do cálice sagrado. O mito que envolveu a ordem sobreviveu a mesma, segundo os ultimos registros sobre a ordem enquanto o ultimo Grão Mestre era queimado Jacques de Molay em Março de 1314, dizen-se que enquanto o fogo e a fumaça o consumiam - de acordo com a tradição ele chamou seus acusadores Clemente o Papa e o rei Felipe- para se juntarem com ele e se apresentarem diante de Deus para ver quem teria razão, naquele mesmo ano.
O Papa Clemente morreu um mes depois de diarréia aguda, e no fim daquele mesmo ano o rei Felipe morreu também de causas obscuras até hoje. Não há motivos para explicações sobrenaturais nesse caso [porém até caberia]. Pois era conhecido de todos que os templários aprenderam muitas técnicas de venenos para serem utilizados em flexas, a durante essa perseguição haviam pessoas simpáticas as causas templárias em diversas camadas da sociedade, para executar a vingança. Entretanto a aparente concretização da praga do grão mestre deu crédito a crença geral nos poderes ocultos da ordem. Mas a praga de Jacques de Molay não parou ai, projetando ainda infortunos, nas gerações futuras de toda a linhagem real da França e seus ecos ainda encotram poderes miticos através dos séculos. No séculos seguintes muitas fraternidades secretas e seme-secretas adoravam os templários como magos e iniciados mistícos. Muitos maçons se consideram os próprios predecessores dos templários (sendo que muitos afirmam que eles descendiam da parte de construtores dos mesmos). Algumas afirmações são absurdas, porém tem uma certa validade pois a ordem se mateve muito coesa na Escócia (e em Portugal).
TempláriosII
4:25 PM, 28/12/2010
.. 0 comentários
.. Link
Em 1789 as lendas sobre a ordem tinha adquirido proporções místicas e sua realidade histórica foi obscurecida por uma aura romantica e mística. Eles eram conhecidos como adptos do oculto das artes alqumícas "iluminados"magos e sabios além de mestres construtores e verdadeiros conhecedores do oculto- quase super homens ímbuidos de um incrivel e misterioso arsenal de poder e conhecimento. Eram tidos também como heróis e martires, anunciadores do espírito anti-clerical da época muitos maçons ao conspirarem contra Luix XVI sentian-se ajudando a implementar a praga lançada por Jacques de Molay sobre a linhagem real francesa.
Dize-se que uando a cabeça do rei caiu dentro do cesto após sua decaptação pela guilhotina, um homem desconhecido subiu ao cadafalso. E ele teria mergulhado sua ão no sangue do monarca e respingado sangue na multidão e gritando aos berros: "Jacques de Molay! tu estais vingado", Após os eventos da revolução francesa muitas lojas maçonicas adotaram o grau templário e afirmam possuir uma genealogia que remonta desde 1314 [por motivos óbivios eu não vou postar, mas acaso desejem ver eu posto] No fim do sec XIX uma sinistra ordem que reclamava para si o título de Ordem dos novos templários se estabeleceu na Alemanha e na Aústria e de dentro desse movimento nasceu um partido ao qual seu emblema era uma cruz suástica como um de seus emblemas ao qual conhecemos como partido NAZI. Figuras como H.O Blasvatsky fundadora da teosofia e Rudolf Steiner Afirmavam que uma antiga tradição esotérica que retrocedia através dos séculos pelos rosas cruzes até os catáros e os templários. Nos EUA adolescentes são admitidos na Sociedade Molay, sem eles ou seus mentores, tenham grandes noções sobre a origem do nome. Na Inglaterra assim como em outros lugares no Ocidente Rotary Clubes reconditos se dignificam com o nome templário e incluem figuras públicas eminentes.
Lá no reino celeste que sonhou conquistar com sua espada, o mundo Hugues de Payen deve agora olhar com certa perplexidade para os cavaleiros de hoje - calvos, barrigudos de óculos - que ele engredou. Deve também estar impressionado com a durabilidade e a vitalidade do seu legado. Baphomet
Agora vamos tomar em um ponto da história bastante intrigante, Baphomet, essa figura dualista conhecida de muitos, chama a atenção pelo enorme número de relatos e confissões [retiradas sob tortura]. Para ser algo inventado por uma preceptoria ou por outra. Vale lembrar que se o estudo fosse somente focado na figura de Baphomet o mesmo daria um estudo igual ou maior do que esse ensaio que se segue.
Segue a transcrição dos documentos do relatório do processo contra os templários
“- ... (Informa-se) que em cada província a ordem tinha ídolos, nomeadamente cabeças, das quais algumas tinham três faces e algumas uma, e outras tinham uma caveira humana. - que eles adoravam estes ídolos ou esse ídolo, e especialmente nos seus grandes capítulos e assembleias. - que eles (os) veneravam. - que (eles os veneravam) como Deus. - que (eles os veneravam) como o seu Salvador... - que eles diziam que a cabeça os podia salvar. - que [ela podia] fazer riquezas. - que ela fazia as árvores florescer. - que [ela fazia] a terra germinar.” “Uma cabeça de um homem com uma grande barba, cabeça que eles beijavam e veneravam em
todos os seus capítulos provinciais, mas isto nem todos os irmãos sabiam, excepto apenas o Grão- Mestre e os antigos.” – instruções de Filipe aos seus senescais. Durante o Julgamento dos Templários em 1307 o Irmão Jean Taillefer de Genay deu testemunho. Ele "foi recebido na ordem em Mormant, uma das três perceptorias sob a jurisdição do Grande Priorado de Champagne em Voulaine. Ele disse que na sua iniciação ‘um ídolo representando uma cara humana’ foi colocado no altar à sua frente. Hughes de Bure, outro Burgundiano de uma casa-filha de Voulaine, descreveu como a ‘cabeça’ foi tirada de uma bandeja na capela, e que lhe parecia ser de ouro ou prata, e representar a cabeça de um homem com uma longa barba. O Irmão Pierre d’Arbley suspeitou que o ‘ídolo’ tinha duas caras, e o seu parente Guillaume d’Arbley garantiu que o próprio ‘ídolo’, ao contrário de outras cópias, era exibido em capítulos gerais, implicando que só era mostrado aos membros séniores da ordem em ocasiões especiais.” “O tesoureiro do templo de Paris, Jean de Turn, falou de uma cabeça pintada na forma de um retrato, que ele tinha adorado num destes capítulos.” De acordo com o testemunho mais consistente, o ídolo era: “... mais ou menos do tamanho natural da cabeça de um homem, com uma face de aspecto muito feroz, e barba.” – Depoimento de Jean Tallefer. INQUISIDOR: Agora fala-nos sobre a cabeça. IRMÃO RAOUL: Bem, a cabeça. Eu vi-a em sete capítulos presididos pelo Irmão Hugh de Peraud e outros. INQUISIDOR: O que era preciso fazer para a venerar?
IRMÃO RAOUL: Bem, era assim. Ela era apresentada, e todos se prostravam, retiravam os seus capuchos, e veneravam-na. INQUISIDOR: Como era a (sua) face? IRMÃO RAOUL: Terrível. Parecia-me ser a face de um demónio, de um maufé [espírito maligno]. Cada vez que eu a via, ficava aterrorizado de maneira que quase não conseguia olhar para ela, tremendo em todos os meus membros.” – – retirado de M. Michelet, Processo dos Templários. Caput Algol, ou a Cabeça do Demónio, é normalmente vista como uma das mais maléficas estrelas
no céu e tradicionalmente ‘afligia a face e cabeça ao ponto de decapitação ou estrangulamento’. É a estrela Beta de Perseu, astrologicamente colocando-a no signo de Touro [Minha nota: curiosamente, o signo Touro rege o pescoço...]. A sua natureza é de Júpiter e Saturno. A pedra de Algol é o diamante, e as plantas são o heléboro negro e a artemísia. Algol é chamada "o Demónio", "a Estrela-Demónio" e é também conhecida como "o Demónio que pisca" porque faz parte de um sistema estelar binário no qual uma estrela menos brilhante eclipsa periodicamente a sua parceira mais brilhante. Algol tem uma reputação muito má entre os astrólogos. Vivian Robson diz, “É a estrela mais maligna nos céus.” – As Estrelas Fixas e as Constelações na Astrologia (Sun Books 1995) página 124. Na magia cerimonial, a estrela Algol era simbolizada por uma cabeça decepada, uma cabeça de um homem com barba, com aspecto demoníaco; dizia-se que a cabeça protegia contra o mal, trazia boa- sorte, fertilidade e abundância. Lembrem-se que o nome ALGOL vem da expressão árabe «Ras al- Ghul» [Quem conhece o Batman já viu esse nome antes], que significa "Cabeça do Demónio".
A cabeça ("Baphomet") venerada pelos Templários era também uma cabeça com barba e aspecto demoníaco. Dizia-se que trazia boa-sorte, fertilidade e abundância, e que "salvava" (isto é, protegia contra o mal). ![]() Origem da expressão "Baphomet"
A origem da palavra Baphomet ficou perdida, e muitas especulações podem ser feitas, desde uma corruptela de Muhammad (Maomé - o nome do profeta do Islã), até Baph+Metis do grego "Batismo de Sabedoria". Outra teoria nos leva a uma composição do nome de três deuses: Baph, que seria ligado ao deus Baal; Pho, que derivaria do deus Moloch; e Met, advindo de um deus dos egípcios, Set. A palavra "Baphomet" em hebraico é como segue: Beth-Pe-Vav-Mem-Taf. Aplicando-se a cifra Atbash (método de codificação usado pelos Cabalistas judeus), obtém-se Shin-Vav-Pe-Yod-Aleph, que soletra-se Sophia, palavra grega para "sabedoria". Todavia ainda existem fontes que afirmam uma outra origem do termo. Segundo alguns, o nome veio da expressão grega Baph-Metra( mãe-Metra ou Meter-submersa; Baph-em sangue. Ou seja, a Mãe de sangue, ou a Mãe sinistra. Grande parte dos historiadores que afirmam essa versão se baseiam no fato que o culto á cabeça esta relacionada com conjurações de entidades femininas. Origem da expressão "Baphomet"
A origem da palavra Baphomet ficou perdida, e muitas especulações podem ser feitas, desde uma corruptela de Muhammad (Maomé - o nome do profeta do Islã), até Baph+Metis do grego "Batismo de Sabedoria". Outra teoria nos leva a uma composição do nome de três deuses: Baph, que seria ligado ao deus Baal; Pho, que derivaria do deus Moloch; e Met, advindo de um deus dos egípcios, Set. A palavra "Baphomet" em hebraico é como segue: Beth-Pe-Vav-Mem-Taf. Aplicando-se a cifra Atbash (método de codificação usado pelos Cabalistas judeus), obtém-se Shin-Vav-Pe-Yod-Aleph, que soletra-se Sophia, palavra grega para "sabedoria". Todavia ainda existem fontes que afirmam uma outra origem do termo. Segundo alguns, o nome veio da expressão grega Baph-Metra( mãe-Metra ou Meter-submersa; Baph-em sangue. Ou seja, a Mãe de sangue, ou a Mãe sinistra. Grande parte dos historiadores que afirmam essa versão se baseiam no fato que o culto á cabeça esta relacionada com conjurações de entidades femininas. Mas sabemos por documentos e cartas da época que alguns elementos da ordem estavam envolvidos com o Hermetismo o que nos leva a pensar que toda a filosofia hermética se baseia nos segredos ocultos da Natureza e, assim como Baphomet, era inegavelmente um talismã cabalístico. O nome de Pã era de grande virtude mágica naquilo que Eliphas Levi chamava de “Conjuração dos Elementais”. Outra teoria nos leva a uma composição do nome de três deuses: “Baph”, que seria ligado ao deus Baal; “Pho”, que derivaria do deus Moloc; e “Met”, advindo de um deus dos egípcios, Set. Para conhecê-los, sugiro a leitura do livro Maçonaria – Escola de Mistérios – Seus Símbolos e Tradições p.128, de Wagner Veneziani Costa, lançamento da Madras Editora.
A palavra “Baphomet” em hebraico é como segue: Beth-Pe-Vav-Mem-Taf. Aplicando-se a cifra Atbash (método de codificação usado pelos cabalistas judeus), obtem-se Shin-Vav-Pe-Yod-Aleph, que se soletra Sophia, palavra grega para Sabedoria. O símbolo do Baphomet é fálico, haja vista que em uma de suas representações há a presença literal do falo, devidamente inserido em um vaso (símbolo claro da vulva). O Baphomet de Levi possui mamas de mulher, e o pênis é metaforicamente representado por um caduceu (símbolo de Mercúrio, usado hoje na Medicina). Esse tipo de simbologia sexual aparece com freqüência na alquimia (o coito do rei e da rainha), com a qual o ocultismo tem relação. O Sol e a Lua ou, até mesmo, o Sol e Vênus, a Estrela matutina e vespertina, Phosforus, Lúcifer, o Portador da Luz… Pode ser interpretado em seu aspecto metafísico, no qual pode representar o espírito divino que “ligou o céu e a terra”, tema recorrente na literatura esotérica. Isso pode ser visto no Baphomet de Eliphas Levi, que aponta com um braço para cima e com o outro para baixo (em uma posição muito semelhante a representações de Shiva na Índia). No ocultismo, isso representaria o conceito que diz: “Assim é em cima, como é embaixo”. Agora quero apresentar um personagem muito importante: Eliphas Levi Zahed é tradução hebraica de Alphonse Louis Constant, abade francês, nascido no dia 8 de fevereiro de 1810 em Paris. O maior ocultista do século XIX, como muitos o consideram, era filho do modesto sapateiro Jean Joseph Constant e da dona de casa Jeanne-Agnès Beaupurt. Tinha uma irmã, Paulina-Louise, quatro anos mais velh
a que ele. Apesar de mostrar desde menino aptidão para o desenho, seus pais o encaminharam para o ensino religioso. Foi assim que, aos 10 anos de idade, ingressou na comunidade do presbitério da Igreja de Saint-Louis em L´lle, onde aprendeu o catecismo sob a direção do abade Hubault, que selecionava os garotos mais inteligentes que demonstravam alguma inclinação para a carreira eclesiástica. Desse modo, Eliphas foi encaminhado por ele ao seminário de Saint-Nicolas du Chardonnet, para concluir seus estudos preparatórios. A vida familiar cessou para ele a partir desse momento. No seminário, teve a oportunidade de se aprofundar nos estudos lingüísticos e, aos 18 anos, já era capaz de ler a bíblia em seu texto original. Após 15 anos de estudos, Eliphas Levi deixou o grande seminário para ingressar no mundo; tinha então 26 anos de idade. Sua mãe, ao saber disso, suicidou-se. Abalado e sem nenhuma experiência do mundo, teve muitas dificuldades para encontrar um emprego. Essa barreira aumentava ainda mais pelo boato que correu, segundo o qual ele teria sido expulso do seminário. Após ter percorrido o interior da França, trabalhando em um circo, Eliphas encontrou em Paris alguns trabalhos como pintor e jornalista. Fundou, com seu amigo Henri-Alphonse Esquirros, uma revista intitulada As Belas Mulheres de Paris, na qual se aplicava como desenhista e pintor, e Esquirros atuava como redator. Eliphas Levi passou por vários empregos, sempre perseguido pelo clero que via nele um apóstata. Foi então que escreveu sua Bíblia da liberdade, desejando dividir com seus irmãos as alegrias de suas descobertas (1841). Essa publicação lhe custou oito meses de prisão e 300 francos de multa! Foi acusado de profanar o santuário da religião, de atentar contra as bases da sociedade, de propagar o ódio e a insubordinação.
Ao sair da prisão, realizou pequenos trabalhos, principalmente pintura de quadros e murais de igrejas, e fez colaborações jornalísticas. Apesar dos contratempos materiais, não deixou jamais de aperfeiçoar seus conhecimentos e enriquecer sua erudição. Foi após Emanuel Swedenborg que encontrou os grandes magos da Idade Média, os quais o lançaram definitivamente no Adeptado: Guillaume Postel, Raymond Lulle, Henry Corneille Agrippa. Assim, em 1845, aos 35 anos de idade, escreveu sua primeira obra ocultista, intitulada O Livro das Lágrimas ou o Cristo Consolador. Em 1855, fundou a Revista Filosófica e Religiosa (cujos artigos principais se encontram em seu livro A Chave dos Grandes Mistérios. Nesse mesmo ano, publicou seu Dogma e Ritual da Alta Magia e o poema Calígula, identificando no personagem o imperador Napoleão III. Por causa disso, foi preso imediatamente. No fundo da prisão escreveu uma réplica, o Anti-Calígula, retratando-se. Foi então posto em liberdade. No dia 31 de maio de 1875, faleceu Eliphas Levi. Aqueles que o acompanharam até o último momento testemunharam sua grande coragem e resignação. No momento de expirar, estava bastante calmo. Sua vida tinha sido plena de realizações espirituais. Havia cumprido a missão de iniciado e de iniciador. “Toda intenção que não se manifesta por atos é uma intenção vã,
e a palavra que a exprime é uma palavra ociosa. É a ação que prova a vida, e é também a ação que prova e demonstra a vontade. Por isso está escrito nos livros simbólicos e sagrados que os homens serão julgados, não conforme seus pensamentos e suas idéias, mas segundo suas obras. Para ser é preciso fazer…” ilustração mais famosa de Eliphas Levi sobre Baphomet, que muitos conhecem, seja de cartas de Tarot, como o demônio, seja como símbolo ocultista, é esta: “Figura panteística e mágica do absoluto. O facho colocado entre os dois chifres representa a inteligência equilibrante do ternário; a cabeça de bode, cabeça sintética, que reúne alguns caracteres do cão, do touro e do burro, representa a responsabilidade só da matéria e a expiação, nos corpos, dos pecados corporais. As mãos são humanas, para mostrar a santidade do trabalho; fazem o sinal do esoterismo em cima e em baixo, para recomendar o mistério aos iniciados e mostram dois crescentes lunares, um branco que está em cima, o outro preto que está em baixo, para explicar as relações do bem e do mal, da misericórdia e da justiça. A parte baixa do corpo está coberta, imagem dos mistérios da geração universal, expressa somente pelo símbolo do caduceu. O ventre do bode é escamado e deve ser colorido em verde; o semicírculo que está em cima deve ser azul; as pernas, que sobem até o peito, devem ser de diversas cores. O bode tem peito de mulher e, assim, só traz da humanidade os sinais da maternidade e do trabalho, isto é, os sinais redentores. Na sua fronte e em baixo do facho, vemos o signo do microcosmo ou pentagrama de ponta para cima, símbolo da inteligência humana que, colocado assim, embaixo do facho, faz da chama deste uma imagem da revelação divina”.
Esse panteu deve ter por assento um cubo e, para estrado, uma bola e um escabelo triangular. É uma boa representação; no entanto, peca historicamente e não deve ser tomado como “verdadeiro” Baphomet, pois essa figura é muito parecida com a curiosa representação do Diabo, esculpida alguns anos antes da sua “tese”, em 1842, no pórtico da igreja de Saint-Merri, em Paris. Em relação aos Templários, encontramos uma gárgula que poderia ter servido de inspiração a Levi na comendoria de Saint Bris le Vineux que pertencia à Ordem. Spectrum nos dá alguns esclarecimentos: “…Em meio às diversas polêmicas que compõem o tema do satanismo, alguns pontos não ficam totalmente esclarecidos. Por exemplo, a representação de uma cabra com corpo humano encontrada nos cultos do satanismo religioso é denominada Baphomet, que já era conhecida desde os tempos pré-cristãos. Portanto, não possui nenhuma relação com o demônio conhecido no cristianismo. Para os satanistas, Baphomet é uma energia da natureza que os motiva a conseguir nossos objetivos. Nesse caso, a cabra com corpo humano e asas simboliza força, fertilidade e liberdade, características muito valorizadas pelos povos pagãos. Os chifres duplos simbolizavam a natureza bipolar da força que era tanto boa quanto má, luz e escuridão, beleza e terror, positivo e negativo. Ainda mais, a imagem do Deus Cornudo dava uma impressão da espantosa e temível natureza desse tipo de poder.
Blavatsky relaciona Baphomet a Azazel, o bode expiatório do deserto, de acordo com a Bíblia Cristã, cujo sentido original – segundo a célebre ocultista russa – foi deploravelmente deturpado pelos tradutores das Sagradas Escrituras. Ela ainda explica que Azazel vem da união das palavras Azaz e El, cujo significado assume a forma de um interessante “Deus da Vitória”. Não obstante a essa definição, Blavatsky vai além em seus preceitos, quando equipara Baphomet – O Bode Andrógino de Mendes – ao puro Akasha, a Primeira Matéria da Obra Magna. O Akasha é o princípio original, o espaço cósmico, o éter dos antigos, o quinto elemento cósmico. Ele é o substrato espiritual do Prakriti diferenciado. Segundo a Teosofia, ele está relacionado a uma força chamada Kundalini. Eliphas Levi o chamou de Luz Astral. Na Filosofia Hindu é um lugar, o elemento éter. Também significa ar, atmosfera, luz. Designa o espaço sutil onde estão armazenados todos os conhecimentos e feitos humanos, desde os primórdios. Ao longo das obras de Crowley, são fartas as referências a Baphomet, chamado por ele de “Mistério dos Mistérios”, no cânone central de sua religião, composto na forma de um missal denominado Liber XV – A Missa Gnóstica. Tal era sua identificação com Baphomet, que esse nome foi adotado como um de seus mais importantes pseudônimos, ou motes mágicos. O assunto é tão relevante que nos Rituais de Iniciação da Ordo Templi Orientis, uma das Ordens lideradas por Crowley, praticamente todas as consagrações são feitas em nome de Baphomet, não importando se os consagrados estejam conscientes ou não a respeito do sentido de tal ato e muito menos de suas implicações futuras. Tamanha é a proeminência do conceito implícito ao termo que no VI Grau da referida Ordem, a título de ilustração, numa clara referência a suas supostas raízes orientais, a palavra Baphomet é declarada como aquela que comporta os Oito Pilares (as oito letras que formam a palavra) que sustentam o Céu dos Céus, a Abóbada do Templo Sagrado dos Mistérios, no qual está o Trono do Rei Salomão.
Ainda em sua Missa Gnóstica, Crowley identifica Baphomet com um símbolo chamado “Leão-Serpente”, que, assim como Baphomet, é a representação do andrógino ou hermafrodita. Mais especificamente, ele é um composto que possui em si mesmo o equilíbrio das forças masculinas e femininas transmu-tadas num só elemento. O Leão-Serpente, na verdade, é uma forma cifrada de mencionar a concepção humana, a união dos princípios masculinos (Leão) com os femininos (Serpente), ou do espermatozóide com o óvulo, formando o zigoto. Há, seguindo com os preceitos de Crowley, diversos modos de mencionar essa dualidade: Sol e Lua, Fogo e Água, Ponto e Círculo, Baqueta e Taça, Sacerdote e Sacerdotisa, Pênis e Vagina, além de várias outras duplas de eternos polares. Originalmente, o símbolo representado pelo Leão-Serpente consta em alguns dos mais antigos documentos gnósticos, os quais remontam ao começo do século II d.C. Apresentado sob a forma de uma figura arcôntica com cabeça de leão e corpo de serpente, o Leontocéfalo era a própria imagem do Demiurgo do Mundo, sendo a versão gnóstica para o Jeová mosaico. Crowley, ao se utilizar desse mesmo simbolismo, pretendia resgatar os cultos de um cristianismo hoje considerado primitivo.
Crowley considerava Baphomet como o supremo Mistério Mágico dos Templários, segredo este que estaria concentrado nos graus superiores de sua Ordem. Da mesma forma, ele clamava que esse era o mesmo mistério oculto nos graus superiores da Maçonaria. Será que ele se enganou? Ou conhecia um outro rito na Maçonaria? Fontes
BANZHAF, Hajo e THELER, Brigitte. O Tarô de Crowley – Palavras-Chave. São Paulo: Madras Editora, 2006. BORGES, Jorge Luis. O Livro dos Seres Imaginários. Rio de Janeiro: Editora Globo, sd. CARROLL, Peter James, texto traduzido por Pássaro da Noite. CROWLEY, Aleister. O Livro de Thelema. São Paulo: Madras Editora, 2000. KING, Francis. Sexuality, Magic & Pervesion, p. 98. Los Angeles: Feral House, 2002. –. The Secrets Rituals of the O.T.O., p. 164. Nova York: Samuel Weiser, 1973. LEVI, Eliphas. Dogma e Ritual de Alta Magia. São Paulo: Madras Editora, 2004. –. A Chave dos Grandes Mistérios. São Paulo: Madras Editora, 2005. RAPOSO, Carlos. In: “Baphomet”, Revista Sexto Sentido. STANLEY, Michael (coordenação). Emanuel Swedenborg. São Paulo: Madras Editora, 2006. Templarios III
4:24 PM, 28/12/2010
.. 0 comentários
.. Link
A Cabala
Com todo o material coletado e explorado ao longo do estudo podemos concluir o seguinte: 1 - Hughues de Payen na compania de 8 cavaleiros se apresentou no palácio de Bouillon I rei de Jerusalém, ao qual o recebeu cordialmente , e o mesmo o fez líder religioso local e emissário do Papa. 2 - Durante 9 anos conta Guillaune os 9 cavaleiros, não aceitaram que outras pessoas 3 - existe é um enorme silencio sobre os primeiros anos da ordem, e nem mais tarde se tem relatos de peregrinos sendo protegidos pela ordem 4 - uma década depois a fama dos templários correu por toda Europa. 5 - O senhor de Hughues de Payen ao recebe-lo de volta na Europa se torna vassalo de Hughues de Payen. Fundação da Ordem O ordem só poderia ser estabelecida sua primeira preceptoria onde foi o antigo templo de Salomão dai vem o nome da ordem dos cavaleiros templários do templo de salomão. Onde sua primeira preceptoria, fundada.
Muitas fontes de locais diferentes também afirmam que os trabalhos dos templários se resumiam a escavar o templo, pois cai entre nós, 8 homens para tomar conta de todo o caminho que se segue da Europa ao oriente médio, é um pouco demais. Dessas escavações muitas coisas foram especuladas, como algumas fontes afirmam que os templários encontraram o corpo de cristo, outros afirmam que eles encontraram a linhagem de uma suposta família de Jesus com maria Madalena, outros afirmam que eles encontraram as chaves de Salomão (a Goétia) porém a mesma é de uma data bem posterior aos templários, uma outra linha afirma que os templários encontraram o cálice de cristo.... Mas vamos discorrer sobre isso continua ... Como vimos anteriormente o culto a cabeça, está relacionado com o paganismo, e a figura de Baphomet é uma figura andrógena que nos remete ao hermetismo e dualismo, uma outra antiga fonte, nos remete a seguinte explicação:
- As lendas medievais nos da época dos templários nos remete a um segredo que estava oculto na Palestina, e esse segredo segundo consta a tradição era o segredo da sabedoria de Salomão, que nos leva a cabala. Pois só temos relatos das mesmas dentro do círculo dos templários. Ou seja isso nos leva a pensar que: A instituição da ordem dos templários teve como plano de fundo, uma espécie de uma "carta branca" para que os mesmos pudessem praticar a cabala em baixo das fuças da Igreja católica, e protegido pela mesma. Vimos sobre a cabeça dos ao qual os templários veneravam e sobre o Baphomet, porém Baphomet nos leva frontalmente até a cabala, vejamos:
Os braços significam Chokmah (Misericórdia) e Geburah (Severidade) em perfeito equilíbrio na Árvore da Vida. Portanto o Facho de Luz na testa representa Kether, a ponta de cada chifre Binah (Compreensão) e Chesed (Sabedoria). No centro do peito esta Tiphareth (Beleza), representado em algumas figuras por uma “Rosa-Cruz”. O Caduceu é, claro, Yesod (Fundação) e cada joelho Netzch (Esplendor) e Hod (Vitória). História da cultura dos templos pagãos P. 450 Segundo o texto cada parte da figura de Baphomet esta relacionado as sephirots da cabala. Não é por acaso que uma das possíveis grafias de "Baphomet" em hebraico é Beth-Phe-Mem-Teth (2+80+40+9), que totaliza 131... o valor de PAN, já descrito acima.
Nem um outro conhecimento foi mantido por envolto em tanto mistério como o conhecimento cabalista, ao qual havia ainda não era conhecido dos Europeus, e o mesmo só foi adquirido após as cruzadas. Então temos o seguinte: 1 - após o inicio da segunda Cruzada um grupo de 8 homens vai até Jerusalém com a desculpa de proteger os viajantes (é impossivel 8 homens protegerem peregrinos vindo da Europa ate´Israel) 2 - Os 8 cavaleiros durante anos não tem nada sobre si relatados, 3 - Após seu retorno são recebidos como heróis 4 - O senhor dos cavaleiros se torna vassalo do líder dos seus cavaleiros e se integra a ordem 5 - Anos após a fundação da ordem, a mesma se ve em cultos e fuguras de Baphomet 6 - Baphomet ou Pam esta entrelaçado com o conhecimento cabalista 7 - A sede do templo esta sobre as ruinas do antigo templo de salomão 8- A ordem se auto proclamou a serviço somente da ICAR e do PAPA Conclusão
A ordem foi com um único propósito para Israel procurar pela Cabala e depois de reunir o conhecimento que precisavam escavando o templo, encontraram registros sobre a cabala e começaram a decifra-lo, é interessante notar que dos 8 cavaleiros todos eram bem letrados, após decifrar (os 3 facículos de 21 paginas cada). Eles regressaram a Europa onde foram aclamados como heróis (principalmente pelos clamores públicos de São Bernardo).
Após a declaração de que os cavaleiros seguiriam somente as ordens do PAPA, e tiveram a aprovação do mesm, a ordem conseguio uma licensa para estudar a cabala bem em baixo das fuças de Roma. Temos que salientar que estamos no ínicio da ascenção da Alquímia ao qual as chaves para o conhecimentos que alguns acreditavam pertencer a Salomão (A cabala), era uma enorme arma de barganha e que com a descoberta da mesma pelos templários, Roma a ganhou de "mão beijada". Bastava somente aceitar a ordem como uma ordem militar religiosa, assim Roma teria o controle das terras santasm asseguradas pela ordem e o controle do conhecimento cabalistico, é interessante notar, que a data do retorno dos templários a Europa, é muito proxíma com a criação do centro astronomico da Igreja católica ao qual não reconheceu séculos mais tarde o Gênio de Galileu. Antes de prosseguir gostaria de salientar o seguinte:
A partir desse ponto irei explicar um pouco sobre cabala, apenas uma coisa em mente: - TE AJUDAR LEITOR A VER SOBRE TUDO QUE O CERCA NÃO O CERCA POR ACASO. E APÓS LER AS LINHAS QUE SE SEGUEM NO ESTUDO VOCÊ FICARA DESCRENTE SOBRE CERTOS ASSUNTOS QUE TRATAM A NOSSA SOCIEDADE E HISTÓRIA PORÉM ISSO TEM SOMENTE UMA INTENÇÃO: - TE ABRIR OS OLHOS SOBRE PARA ONDE ESSE MUNDO ESTA CAMINHANDO A PASSOS LARGOS, E TE FAZER ENTENDER DE UMA VEZ POR TODAS QUE UMA GAMA ENORME DE GENTE ESTA INDO PARA O INFERNO A PASSOS LARGOS, E PRECISAM DA SUA E DA MINHA AJUDA Nem uma outra literatura foi tão bem guardada, e tão envolta em mistério quanto a cabala, ~~
Assim como a Wicca a bruxaria atual e até mesmo o satanismo, no nosso século receberam um cunho mais brando, e uma nova "maquiagem" ao qual promovem idéias de paz e coloca o cristianismo, como o gerador de todos os males, os cristãos que não obedecem ao seu mestre (Jesus), o cabala também recebeu uma nova "maquigem" no nosso século e como muitos rabinos afirmam já era hora de todo o mundo conhecer e poder praticar os mistérios da cabala, porém assim comko as sociedades secretas, tem muitos mistérios, a cabala tem mais ainda, é interessante notar a postura de cetos maçons ao afirmarem que a mesma não se trata de religião, mas tem suas iniciações e práticas cabalistas.
E todos os sefiroths são as condições que o homem deve trilhar para obeter essas bençãos ao longo dos 10 sefiroths e 22 caminhos.
O pensamente cabalalista ainda assume o carater de se tentar acessar os "mundos" ao qual cada caminho leva, segundo Alyster Crowley a cabala foi o caminho usado para ele poder acessar as mais diveras zonas do inferno, para poder conversar com o próprio Satanás, todas as datas de rituais são tiradas da cabala, ainda alguns cabalistas afirmam que cada sifiroth (as bolinhas da arvore da vida), podem ser comparadas aos planetas do nosso sistema solar, logo se alinharmos as posições dos astros para 21 de dezembro de 2012, a data do suposto fim do mundo e jogarmos as posições dos astros na cabala teremos o seguinte resultado:
Exato um pentagrama no céu!
Não podemos esquecer um principío básico que os egípicios usavam, e que a alquimía pegou emprestado, a terra é um espelho do céu. Contrariando frontalmente Exodo 20:4 "Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra." Logo podemos esperar mega-rituais, mas segundo aponta essa pesquisa nada de mega rituais de sacrifício e sim um mega ritual festivo. [Pois segundo Crowley muitos rituais são para trazer demonios para esse plano para os guiar, logo imaginem o tamanho do trambolho que esta por vir?? kkkk] A cabala na ciencia
Segundo Alyster Crowley: A ciência também é uma forma de magia
Causa uma certa estranhesa para muitos céticos que cientistas renomados se utilizem da cabala, os alquimístas já se utilizavam dela, para fazer a "grande obra" Inclusive Fulcanelli que nasceu em 1839 e muitos acreditam estar vivo até hoje (e olha que os indícios não são poucos), foi o primeiro homem a transmutar 100 gramas de chumbo em ouro em Setembro de 1922 na presença do pintor Julien Champagne e do químico Gaston Jean-Baptiste Sauvage o laboratório da fábrica de gás de Sarcelles. Uma frase interessante de Fulcanelli proxímo ao inicio da Era atomica foi a seguinte: O segredo da alquimia é o seguinte: existe uma maneira de manipular a matéria ea energia, de modo a produzir o que os cientistas modernos chamam de " um campo de força ". O campo atua sobre o observador e coloca-lo em uma posição privilegiada vis-à-vis o Universo . A partir desta posição, ele tem acesso a realidades que normalmente são ocultadas de nós pelo tempo e espaço , matéria e energia . Isto é o que nós chamamos a Grande Obra . " Albert Einstein que criou a equação da transformação de matéria em energia (como descrito por Fullcaneli) teve a idéia da equação segundo o mesmo imaginado como seria poder surfar em um raio de luz (a descrição bate também com o relato de Fullcaneli) P. A. Schilpp (Ed.). Albert Einstein — Autobiographical Notes. Open Court, 1979. pp.8–9 obs: Por ser um assunto muito complexo a vida e as obras de Fullcaneli não vou falar sobre isso nese estudo, sobre o fato de ele ainda estar vivo até hoje graças as seus conhecimentos cabalistas, estudando semem e óvulos, para assim prolongar sua vida, vale salientar que técnicas de estudo de células tronco (que não passam de gametas em alguns casos) se originaram das pesquisas de Fulcanlli.
Mas se você leitor quiser viver para sempre é muitos simples, basta aceitar Jesus como seu único e suficiente salvador ! TempláriosIV
4:23 PM, 28/12/2010
.. 0 comentários
.. Link
Muitos não entendem algumas sutilezas da cabala pelo fato de não entenderem que ela deve ser entendida como em esquema em 3D ao qual o obeservador da mesma tem que desenvolver uma visão panoramina no qual ele possa visualizar ela em todos os angulos possiveis.
Um outro aspecto da cabala é o fato de existirem arvores da vida , dentro das arvores da vida, ou seja cabalas nas cabalas, o documento abaixo foi extraído de um estudo cabalistico.
Repare que estamos vendo um esquema de arvores dentro das arvores, sabendo que a representação do universo é a arvore da vida, então podemos concluir que dentro de cada sefiroth temos universos tão bem esquematizados como o nosso (logo vem a idéia de multi-universos, dimensões paralelas)
Mais uma representação cabalística dos universos e micro e macro cosmos
Podemos concluir que:
1° A cabala foi uma das principais descobertas dos templários 2° A cabala foi utilizada por muitos cientístas e ainda é 3° Conceitos cabalísticos foram usados para explicar uma realidade (ou conceitos da realidade já estavam na cabala) 4° Durante os anos que seguiram antes da era atomica, muitos cientístas encontraram na cabala respostas para suas pesquisas, de Fullcaneli a Einstein. 5° Modelos atomicos foram comparados a modelos cabalísticos 6° E assim como uma alquimísta usava a cabala para modificar seus elementos os físicos se utilizaram da cabala para alterar o micro cosmos (Átomos) Atualmente o campo que mais cresce é o da engenharia genética seguido do campo da robótica sendo que o primeiro esta avaçando para dentro do microcosmos humano ou a arvore da vida que esta dentro de cada homem (a molécula de DNA), através de estudos com células tronco, os maiores resultandos estão sendo encontrados com célular tronco embrionárias (gametas ou como Fullcaneli preferia Óvulos e esperma) e o segundo ramo a robótica esta atrás da I.A inteligencia artificial ou seja o GÓLEM. TempláriosV
4:22 PM, 28/12/2010
.. 0 comentários
.. Link
Simbolismo cabalístico
Muitos simbolos usados atualmente foram criados inicialmente dentro da cabala no exemplo acima temos o selo de salomão (ESTRELA QUE NUNCA FOI DE DAVI) e o hexa unicursal criado por Alyster Crowle, segundo a magia do thelema os dois basicamente tem o mesmo significado a diferença é que o unicursal pode ser feito com um único golpe sem precisar levantar a mão da região ao qual ele esta sendo aplicado diferente do selo de Salomão. Os atuais dententores dos títulos dos templários os maçons também gostam de usar as alegorias da cabala, e assim como Crowley tem seu simbolismo usando os sefirots que mais lhe convem os atuais detendores do título de templários também o fazem.
Até mesmo algumas obras conhecidas como o homem renascentista de Leonardo da Vince foi atribuído semetria com o arvore da vida, porém o mesmo fica mais no ramo da expeculação do que de provas concretas, mas não podemos esquecer que a morfologia da arvore da vida, é semelhante a forma humana logo a mesma pode ser usada em qualquer figura humama.
Outra coisa que é interessante notar sobre os atuais dententores do título de templários é o fato de que os mesmos também se utilizam de alguns elementos da arvore da vida.
O que nos leva a pensar que o homem renascentista não é nada mais nada menos que uma representação cabalística do homem é o fato das posições dos membros serem os mesmos ao qual apontam os caminhos da arvore da vida da cabala
Ainda existe uma ligação dos templários com o santo graal ao qual, pretendo abordar no nosso proxímo e último assunto sobre esse estudo até lá
Fontes:
DEMURGER, Alain. Os Cavaleiros de Cristo: templários, teutônicos, hospitalários e outras ordens militares na Idade Média (sécs. XI-XVI). Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2002. 348p RUNCIMAN, Steven. História das Cruzadas (v. 1: A 1a. Cruzada e a Fundação do Reino de Jerusalém). São Paulo: Imago, 2002. 340p Malcolm Barber, The New Knighthood: A History of the Order of the Temple. Cambridge University Press, 1994.
TempláriosVI
4:21 PM, 28/12/2010
.. 0 comentários
.. Link
Vamos voltar agora aos últimos anos da ordem
Apesar de não encontrarmos nada a respeito dos documentos da inquisição que liga os templários ao graal muito se tem falado sobre a ligação dos dois, e não é pelo fato de não encontrarmos um documento que o mesmo não posso existir, o mesmo aconteceu com o livro de Daniel tido por muitos como escrito após os eventos e professias do mesmo, mas após descobertas como a Pedra Moabita e os rolos do mar morto muita coisa foi esclarecida.
A etimologia da palavra Graal é um tanto duvidosa, mas costuma-se considerá-la como oriunda do latim gradalis - cálice. Durante a pequisa descobrimos que ao Graal foi atribuido os seguinte substantivos: O Graal-pedra, O Graal-livro, Um Graal científico, O Graal uma Linhagem [Como Dan Brow mostra em seu livro] A primeira referência literária ao Graal é O Conto do Graal, do francês Chrétien de Troyes, em 1190, mas muitos alegam que o universo medieval já era dominado por esses contos, muito antes disso. Porém é muito interessante notar que o carater do que o Graal pode ter significado tanto como pedra [Filosofal] livro [Um livro com 3 fasículos de 7 pag] ou cíentifico [sabedoria]. Nos remete a alquímia e a alquíma nos remete a cabala [Procurem saber sobre Nicolas Flamel e Fullcaneli] Sendo assim podemos deduzir facilmente sobre o que era o graal. Obs: Não levei em conta a possibidade do Graal ser uma linhagem pois quem defendia esse ponto de vista era o Priorado de Sião ao qual se mostrou ser uma farça, sobre o priorado de Sião e os Os Protocolos dos Sábios de Sião leiam meu meu livro... [To de onde kkkkk depois eu posto se alguém pedir] Agora vamos nos situar no tempo, o ano é 1291 a igreja Romana detem em suas mãos 1/4 [Um quarto] de toda a riquesa do mundo, ou seja se fosse possivel dividir a riquesa do mundo em 4 partes iguais somente a Igreja Romana só teria uma. Além disso ela também detinha 1/10 de todos os ganhos de todos os Cristãos na face da terra [É dízimo não foi algo exclusivo do protestantismo e nem do Judaísmo].
Vamos tratar da ida dos templários a Península Ibérica, pois é o que mais nos interessa. OS TEMPLÁRIOS DA PALESTINA E CHIPRE VÃO PARA A PENÍNSULA IBÉRICA Enquanto viveram na Palestina, houve sempre uma rivalidade entre os Templários e os Hospitalários, que não poucas vezes se traduziu em lutas armadas que muito enfraqueceram as posições cristãs na Terra Santa. Após a queda de S. João de Acra em 1291 ambas as Ordens transferiram-se para Chipre que Ricardo Coração de Leão tinha dado ao rei de Jerusalém. Essa rivalidade prolongou-se até à extinção da Ordem dos Templários pelo Papa Clemente V a instâncias do rei de França Filipe o belo. Mas enquanto os Cavaleiros do Hospital se conservavam no Mediterrâneo Oriental, os Templários, na linha da sua missão universal expandiram as suas implantações no Ocidente da Europa. Os seus templos constituíam verdadeiras fortalezas, inexpugnáveis, que subsistem ainda hoje em Portugal. PORTUGAL PAÍS TEMPLÁRIO
Foi principalmente na Península Hispânica, e em particular em Portugal, nas campanhas de reconquista contra os mouros, que os Templários mantiveram a sua acção de luta pela propagação da fé cristã. Como em França e na Inglaterra não tinham as mesmas condições, dedicaram-se sobretudo à actividade financeira, o que os tornou odiosamente vítimas da inveja dos grandes senhores feudais e mesmo de reis. Para tal, contornavam as disposições da igreja que proibiam os cristãos de exercer tal actividade. Foram até banqueiros do Papa, de reis, de príncipes e de particulares. O seu grande poderio financeiro pô-los mais tarde em conflito com a maioria dos soberanos, ao pretenderem estes defender os seus interesses e dos seus vassalos, que com jactância cobiçavam as suas riquezas, denunciavam publicamente as mais altas instâncias eclesiásticas, a duvidosa origem lícita dos bens dos Templários. Por assim dizer, eram um estado dentro doutro estado, que originavam muitas vezes graves perturbações de prosperidade económica no entender dos ditos soberanos. Os Templários na Península Ibérica tiveram uma actuação benemérita que foi reconhecida e recompensada pelos reis com benefícios importantes. Estavam isentos de impostos e da jurisdição episcopal como os censos eclesiásticos gerais. Ao contrário do que ocorria em França e na Inglaterra, na Península Ibérica os reis concediam-lhes privilégios e doações de territórios muitos dos quais situados nas fronteiras, de preferência em zona de combate e de vanguarda cristã contra os mouros. O NOBRE CRUZADO BORGONHÊS HENRIQUE FUNDA A DINASTIA TEMPLÁRIA DO CONDADO ‘’PORTUGALENSIS ‘’
Sabe-se que os condes borgonheses D. Henrique e D. Raimundo chegaram à Península Ibérica nos finais do século XI a convite de Afonso VI de Leão e Castela, como fronteiros e em espírito de cruzada para o auxiliar na defesa e na reconquista contra os almorávidas. O Conde D. Henrique, 4° filho de Henrique de Borgonha, bisneto de Roberto I de França, irmão dos duques Hugo e Eudes de Borgonha, e sobrinho-neto de S. Hugo, abade de Cluny, foi no seu tempo na Península um dos representantes mais activos do espírito europeu da época. É natural que os reis de França quisessem que os duques de Borgonha concretizassem a sua vassalagem, e como em teoria eram sujeitos da coroa, fruíam de uma independência que não era vista com bons olhos pelos reis de França. Revelada a expansão do Catarismo no Languedoc que se estendeu pela Borgonha, Provença, e por Aragão, os borgonheses viram-se envolvidos nas campanhas albigenses. D. Henrique, como cruzado foi atraído por zonas de combate contra os infiéis e quis ligar à Terra Santa a sua posição de fronteiro do Ocidente. Durante a queda da Ordem em toda a europa Jacques de Molay, deu a famosa ordem a seus homens: Protejam a todo Custo o Graal, da expressão protejam o Graal nasceu Portugal ainda outra fonte nos diz: Baseados nas ordens de seu grão mestre os templários criaram um Condado chamado Portu Calixis (Porto do Cálice) que mais tarde veio a se chamar Porto do Graal e por fim Portugal. Para compensar D. Henrique dos serviços prestados na sua luta contra os mouros, o rei Afonso VI, no ano de 1095 dá-lhe em casamento a sua filha D. Tareja, oferecendo como dote o ‘fronteiro’ condado Portugalensis, integrado nos estados do rei de Leão, no que restava da antiga Lusitânia. Este condado surge em meados do século IX abrangendo ao norte o Alto Minho, para o oriente a hoje província de Trás-os-Montes, Douro, e Coimbra. O distrito de Coimbra abrangia o Douro, Mondego, até ao Tejo; no ano de 1097 D. Henrique dominava o território do Minho a Santarém.
Os sucessos militares ocorridos na primavera de 1095 moveram Afonso VI a acentuar mais a separação do condado portugalensis dos outros territórios peninsulares, sem a qual era mais difícil continuar a fazer a guerra na fronteira com os sarracenos. Segundo o testemunho da Crónica Lusitana, muitos franceses tinham passado os Pirenéus para participar na batalha de Zalaca, e ainda depois desta. Nada indica que o Conde D. Henrique tivesse abraçado a doutrina cátara, mas decerto como Bolonhês perfilharia as razões da luta do Languedoc contra as hordas capetianas, e condenaria as medidas repressivas tomadas pela Cúria Romana. Foi ‘cruzado’ e em Jerusalém contactara com os Templários a quem tinham sido revelados os princípios da religião ‘dualista’, com origem na antiga doutrina de Zoroastro. A primeira referência a D. Henrique é de 1072, (Chartes de Cluny) e em 1082 num documento de Molesme é considerado ‘puer’. Na data do seu casamento em 1095 andaria pelos seus 30 anos de idade, pelo que se conclui que deveria ter nascido em 1065. Usava o manto de Cruzado pelo que se supõe ter estado na Terra Santa, e é entre estas duas datas que se distingue na fronteira sudoeste da Península Ibérica contra os almorávidas. Formou a sua corte de fidalgos, artistas e sábios predominantemente borgonhesca e provençal, que continuou durante a dinastia de seu filho o rei Afonso Henriques. Note-se a coincidência de algumas datas significativas :
1115 – Fundação por D. Hugo, Conde de Troyes, do Mosteiro de Claraval, de que o Primeiro Abade foi S. Bernardo de Claraval. 1119 - Fundação da Ordem dos Templários ou Ordem da Cavalaria do Templo de Salomão por Hugo de Payens. 1124 – No dia do seu aniversário natalício, dia consagrado ao Espírito Santo, D. Afonso Henriques, tendo envergado ele próprio as suas vestes de guerreiro, como era atributo das pessoas reais, foi armado cavaleiro ao pé do altar da igreja de S. Salvador, em Zamora. 1126 – Primeira doação aos Templários em Portugal : Fonte Arcada. 1128 – Doação aos Templários, também por D. Teresa, do Castelo de Soure e das terras entre Leiria e Coimbra. Confirmação da Ordem dos Templários no Concilio de Troyes. 1128 – Vitória do Infante D. Afonso Henriques sobre a sua mãe na batalha de São Mamede. 1131 – Redacção definitiva, por S. Bernardo de Claraval, da Regra Templários. 1140 – Vitória de D. Afonso Henriques sobre os mouros na batalha de Ourique. 1143 – Reconhecimento do título de Rex, usado por D. Afonso Henriques, com o apoio do Papa Eugénio III, que fora discípulo de Bernardo de Claraval. O Mosteiro de S. João de Tarouca passa à obediência de Claraval, seguido dos Mosteiros de Lafões, Salzedas, Sever, Fiães, S. Pedro das Aguias. 1147 – Conquista, por D. Afonso Henriques, de Santarém e de Lisboa. Cedência aos Templários das possessões e dos rendimentos das igrejas de Santarém.
1153 – Fundação do Convento de Santa Maria de Alcobaça, que passa a ser a cabeça e o centro espiritual e intelectual dos Cisterciences em Portugal, sob a jurisdição de Claraval. 1157- Concessão aos Templáros, por D. Afonso Henriques, de privilégios extraordinários: inviolabilidade de propriedades e de pessoas; isenção de tributo e de serviços; isenção de portagens; isenção de pagamento do dízimo dos terrenos que eles próprios cultivavam ou mandavam cultivar à sua custa ; os Templários não podiam ser capturados, nem se lhes podia exigir penalidades por crimes cometidos, sendo os pleitos decididos pele sentença de « homens bons ». 1158 – Tomada de Alcácer do Sal. Gualdim Pais é investido 6° Mestre dos Templários portugueses. 1159 – Doação aos Templários do vasto território de Cêras. 1160 - Construção, neste território, do Castelo de Tomar, com a sua igreja e Charola, projecção arquitectónica da Cruz Templária, a Cruz das oito beatitudes. 1185 – Morte de Gualdim Pais, o Mestre que mais consolidou os domínios Templários em Portugal, os quais possuíam nessa altura os Castelos de Tomar, Almourol, Zêzere, Pombal, Idanha-a-Velha, Cêras, Cardiga, Sousa e Monsanto, entre outros, além de muitas propriedades em Lisboa, Sintra, Santarém, Leiria, Évora e Beja. Este sincronismo de datas indica perfeitamente a realidade histórica : durante a soberania do Conde D. Henrique o território está sujeito ao Mosteiro de Cluny ; depois de D. Afonso Henriques é com o apoio moral e religioso dos Cisterciences e com o auxílio decisivo dos Templários que se faz a conquista, a ocupação e a cristianização do território português.
A independência de Portugal é pois marcada e qualificada pela convergência da aliança borgonhesa - lusitana e do espírito cristão, segundo o ideal Cistercience e Templário, sob o magistério de S. Bernardo de Claraval. É no triângulo Guimarães/Braga, Tomar e Alcobaça que assenta a nova nação europeia. O 1° rei de Portugal é um cavaleiro templário, o que explica a sua total identificação com a Ordem. Portugal será a ponta de lança afiada contra o Islão ao mesmo tempo que o espaço exemplar de um país missionado. Um reino cristão concebido e espiritualmente organizado, desde a origem, segundo os princípios do cristianismo trinitarista, ético, cruzado e apostólico de idealidade cavalheiresca, mariana e bernardina. Nesse sentido, a grande nave despojada, de Alcobaça e a charola octogonal do Convento de Cristo em Tomar simbolizam visivelmente a dupla consagração das palavras de Cristo a D. Afonso Henriques antes da batalha de Ourique, que constituem uma revelação prémonitória de toda a vocação da história de Portugal. O ímpeto cruzado e templário de D. Afonso Henriques, não só conduziria à conquista total do território português, como levaria a Cruz de Cristo aos confins da África, à Índia, ao Extremo Oriente e às Américas: « Porque eu sou o fundador e o distribuidor dos impérios do mundo, e em ti, e a tua geração, quero fundar para mim um reino, para cuja indústria será meu nome notificado a gentes estranhas » Frei Bernardo de Brito na Crónica de Cister Nesse tempo verificava-se um elo espiritual entre o Sanjoanismo (doutrina do Evangelho de S. João), o Templarismo e o Graalismo; ou seja, a devoção ao Espírito Santo (Divino Parácleto) e a S. Bernardo de Claraval. A própria arquitectura do Convento de Tomar reflecte-nos essa mesma confluência do Templo de Salomão, do Mosteiro de Caraval, e da Demanda do Santo Graal.
Roma sempre suspeitou de desvios da ortodoxia por parte dos nobres cavaleiros portugalensis que considerava « Terra dos Templários » (Tempreiros) apesar desta ter sido extinta no resto da Europa, e ter-se prolongado no seio da Ordem de Cristo. Assim, a Cúria Romana criou durante séculos dificuldades e decisões injustas na arbitragem de pleitos ao reino de Portugal. E durante séculos até ao último rei português, desde o filho bastardo do rei Afonso Henriques que foi Grão-Mestre não da ‘’Ordem do Templo ‘’ mas da ‘’religião de São João’’ conforme se indica na lápide do seu túmulo na Igreja de São João do Alporão em Santarém, imbuída na devoção ao Espírito Santo, passando pelos rei D. Dinis e Isabel que foram os repropulsores do culto do Espírito Santo. Mas quando o Ouro e o lucro das especiarías começou a chegar no Vaticano as suspeitas acabaram. O Conde D. Henrique nunca deixou de fazer viagens à Síria e à Terra Santa em Cruzadas. E como Cruzado morreu em 1112, na terra que tinha libertado dos infiéis. Seu filho, D. Afonso Henriques escolheria a Cruz de Cristo das Cruzadas de seu pai e templária como símbolos do escudo de armas que imortalizou na bandeira portuguesa. Interessante notar que ao fundo do Brasão de armas de Portugal em sua atual bandeira se encontra uma esfera armilar (Antigo modelo da terra)
Que não tem muito haver com uma autentica esfera armilar como vemos abaixo
10 sefiroths e 22 caminhos que os laços fazem
O TEMPLO DE CRISTO E O GRAAL
Se na sua primeira fase a acção templária em Portugal foi principalmente de combate, no apoio a D. Afonso Henriques e na luta contra os mouros, terá sido a partir de 1160, com a construção do Castelo e da Igreja de Tomar, que iniciou a sua fase por assim dizer espiritual. Gualdim Pais era um velho companheiro de D. Afonso Henriques, que aos 21 anos tomara parte na batalha de Ourique, onde foi armado cavaleiro. Pouco depois, partiu como cruzado para a Palestina, onde permaneceu cinco anos e onde se distinguiu em várias batalhas. Foi na Palestina que ingressou na Ordem do Templo, sendo de crer que os seus feitos e a sua personalidade o tenham elevado até à mais alta hierarquia. Aí foi certamente iniciado na doutrina joanina da Ordem, tendo aí compreendido que a acção dos monges cavaleiros de Deus visava muito mais do que a defesa física dos lugares santos. Ao regressar a Portugal, está compenetrado da missão que lhe cabe, se é que dela não foi conscientemente incumbido. Em 1158 foi investido no cargo de 6° Mestre da Ordem Templária portuguesa. Pouco depois, a 1 de Março de 1160, D. Gualdim Pais lança os fundamentos do Castelo de Tomar, que será a Sede dos Templários. O templo que foi construído não tem, na sua forma, tradição conhecida em Portugal. É um templo octogonal, tendo no interior uma capela igualmente octogonal, quase circular pela disposição dos pilares, no centro da qual está o altar. Havia primitivamente uma única porta, que dava directamente para o Convento, sendo a única serventia dos cavaleiros. Tal como outras igrejas templárias, teve por modelo a igreja do Santo Sepulcro de Jerusalém.
As colunas que sustentam a cobertura, marcando o espaço da capela interior são encimados por capiteis de inspiração orientalista ou fitomórfica, tendo um deles, hoje voltado para a nave aberta por D. Manuel I, a cruz templária gravada e realçada a vermelho. Nas cerimónias litúrgicas ou quando em oração, os templários dispunham-se em circulo, segundo o arquétipo dos cavaleiros da Távola Redonda, buscadores do Graal. A Charola de Tomar forma como que um circulo, sendo o central, o do altar, da mesa ou da távola, em redor do qual se alinhavam os cavaleiros; é uma Távola Redonda. Como se sabe, nos romances da Demanda do Santo Graal, os Templários são os guardiões do Graal, que usavam uma cruz vermelha sobre uma túnica branca ou uma veste branca com uma cruz vermelha ao peito. Como vimos anteriormente Felipe o Belo junto com o Papa Tramaram contra a ordem mas o rei de Portugal usou uma estratégia a favor dos templários vejamos Avisados os reis da Península para irem a esse concílio ao qual acabaria com a ordem, alguns deles se fizeram representar, menos o rei de Portugal, que fez saber que nunca tivera motivos de queixa dos Templários, e graças a eles combatera os infiéis alargando e prosperando o País. Para evitar que fossem perseguidos, e ao mesmo tempo como o Papa pretendia dispor dos bens da Ordem por esta lhe estar directamente subordinada, os reis de Portugal, Castela e Aragão, para obstar à sua alienação, alegaram que esses bens tinham sido outorgados com o intuito de favorecer a sua acção missionária. Por esse motivo desaparecendo a Ordem, desaparecia a causa da doação devendo os bens regressar à Coroa. Seja como for, parece demonstrado que o Papa acreditou, nomeando comissões de inquérito, cujas conclusões não foram definitivas, mas que levaram à extinção da Ordem. Daí conclui-se a atroz cumplicidade do Papa com Filipe IV, que doravante tinha condições de foro jurídico-eclesiástico para prender, julgar e condenar à fogueira o Grão-Mestre Jacques Molay e todos os cavaleiros que se encontravam em França. OPERACÃO DE FACHADA NA ORDEM DO TEMPLO REALIZADA PELO REI D. DINIS.
IGREJAS CIRCULARES E OCTOGONAIS QUE OS ‘’TEMPLÁRIOS PORTUGUESES ‘’CAVALEIROS DA ORDEM DE CRISTO’’ IMPLANTARAM NO MUNDO Com a metamorfose dos Cavaleiros do Templo em Cavaleiros da Ordem de Cristo o estandarte albi-negro dos Templários, que o acusador françês Guillaume de Nogaret malignamente denunciara como símbolo dualista do Reino da Luz e do reino das Trevas, Deus e Bafomé, é substituída pela cruz vermelha sempre de identificação templária com a qual os portugueses levariam a mensagem na descoberta do mundo. Como é notório e histórico, o rei português D. Dinis cuja casa real e base da nobreza, assim como grande parte da população eram formados por templários, cátaros, e judeus, (os qual os havia até na Ordem) que desde a fundação da nacionalidade vieram com o conde D. Henrique, popularam e constituiram a maior parte da região, mudou-lhes o nome para ‘’Cavaleiros da Ordem de Cristo’’ evitando assim a perseguição às componentes templárias- cátaras – judias da Ordem. A ‘’Ordem’’ continuou através dos séculos levando a Cruz de Cristo de um outro Henrique Infante, Grão-Mestre da Ordem (Templária) de Cristo por entre terras e mares desconhecidos, evangelizando, gentes na infância da civilização, guerreando o islão, e levando messiânica mente o Espírito Santo mensageiro a toda a parte, desenvolvendo e colocando Portog(ra)al no cume das nações, casta de valores fundidos no universo.
No acesso à Ordem entravam os que tivessem ganho ‘’Gentileza’’ condição primordial para ser Cavaleiro. Nas ‘Ordenações Afonsinas’ mandadas reunir por D. Afonso V, definia-se a entrada para a Ordem de Cavalaria, o 1° grau da nobreza dizendo ‘’ esta Gentileza vem de três maneiras : a primeira por linhagem, (origem familiar); a segunda por Saber; a terceira por bondade; bons costumes e habilidade. O saber e a habilidade levaram também muitos judeus conversos à Gentileza e à Cavalaria do mar (cavaleiros – navegadores). Com D. João II intensificar-se-ia a divisa templária ‘’Sigillum Militum Christi’’ « Política de Sigilo ». Sábios, navegadores e descobridores, e muitos outros foram irmãos da Ordem de Cristo. Mas não só a cavaleiros e marinheiros era permitido pertencer à Ordem. Também se achavam ligados a ela matemáticos, cartógrafos e médicos e entre eles havia-os de ascendência judaica. Pela história, pela arqueologia, pela epigrafia, e genética, ciências exactas, prova-se que tesouros, do que restou e particularmente o Santo Graal, que velado ‘através do Tempo’ encontra-se sigilosamente guardado na terra Portusgalensis, nome proveniente do Cálice Sagrado que o acolheu : Portus Calixis – o mesmo que Porto Graal. Graal que, segundo a memória colectiva das gentes portuguesas, terá sido guardado algures ‘’ no Altar-mor ‘’ do Convento de Cristo de Tomar. Ao qual com o dinheiro da ordem, Elegeu posteriormente 2 papas oriundos dos resquícios da ordem
Até aqui foi onde com as minhas forças pude chegar daqui para frente fica a cargo de cada um que leu esse artigo até o fim procurar e quem sabe até aumentar o conhecimento exposto aqui sobre esses assuntos, envolvidos, durante essa caminhada vi pessoas reclamando sobre a extenção dos textos e que o assunto era somente teoria, porém não se funda assuntos complexos como os tais em poucas linhas e nem existe teoria com tantas fontes e detalhes como os expostos aqui, quem completou essa jornada até o fim meus parabéns creio que Deus me permitiu viver até aqui para que lhe você possa ter chegado até aqui tambem, ma agora se inicia uma nova etapa com a qual você ganhou a responsabilidade de partilhar esse conhecimento para frente... Em nem um outro lugar tenha certeza você vai encontrar tanto em um lugar aberto como aqui e eu mesmo paguei um preço alto por passar isso. E com um pouco de melancolia no peito e olhos molhados terminamos essa viajem
Saúde Graça e Paz Cristo nos une cada vez mais. FIM
Mas é facinantes quando colocamos um pingo em cada "Nó" da suposta esfera armiliar e encontramos um padrão interessante vejamos:
|
Sobre MimPerfil Arquivos Amigos Álbum de Fotos LinksCategoriasÚltimos PostsTemplários ITempláriosII Templarios III TempláriosIV TempláriosV TempláriosVI Amigos |