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O Adestrador de cães

Ai... Como Este Filhote Morde! Isso é Normal?

10:41 PM, 13/8/2010 .. 1 comentários .. Link
Se tem uma mensagem que a gente recebe todos os dias é de gente perguntando como é que faz para o filhote parar de morder, mãos, pés, móveis, roupas, tudo enfim que aparece pela frente.

O que muita gente não sabe é que filhotes trocam os dentes exatamente como nós (bem, não EXTAMENTE, pois eles trocam de dentes muito mais rápido do que os humanos).

Os dentes de leite começam a cair por volta dos 3 meses e meio, e a troca se estende até os 5 ou 6 meses. Os dentes definitivos continuam “crescendo” até os 7 meses de idade, e tudo isso é doloroso para o filhote.

Brincar com um filhote é extremamente importante para que ele se desenvolva plenamente, tanto física quanto psicologicamente, mas deveriam existir certas regras para evitar problemas sérios mais tarde. Além de tentar aliviar a dor da gengiva por causa dos dentes que estão nascendo, filhotes mordem, principalmente, para testar a autoridade e força dos “irmãozinhos”.

É brincando de lutas e batalhas que os filhotes se preparam para ocupar a posição deles na hierarquia do grupo. Se nós humanos permitirmos que nossos filhotes brinquem de morder a nossa mão, mais do que alguns pequenos cortes doloridos, vamos incentivar nossos cãezinhos a ocupar a posição hierárquica mais alta da família quando eles estiverem adultos.

Um filhote que aprende que é permitido morder, pois não há nenhum tipo de represália contra seus ataques, não hesitará em “defender-se” de qualquer contragosto com dentadas poderosas mais tarde em sua vida.

Um cachorro adulto jamais tolerará que um filhote fique mastigando suas patas. O cão adulto emitirá imediatamente um rosnado de aviso e se o filhote continuar insistindo vai acabar tomando uma dentada de correção bem na cabeça.

Nós, humanos, devemos ensinar esta mesma lição para os nossos filhotes e evitar problemas no futuro. A técnica de colocar o polegar na língua do cachorro e fazer pressão para baixo até que ele tente empurrar nosso dedo para fora da boca dele é bastante efetiva e, se executada de forma adequada, não irá machucar seu filhote.

Ele até pode ser bastante insistente e tentar te morder várias vezes, mas se você for persistente, o cachorrinho irá aprender logo que não é agradável abocanhar a mão de quem o alimenta. Não se esqueça de dizer sempre NÃO MORDE, enquanto aplica a correção e não permita que nenhum outro membro da família ou amigos deixe o seu filhotinho morder.

Outra parte importante na abordagem do problema das mordidas, é ensinar ao seu filhote que é bom morder os brinquedos dele, e que o brinquedo correto também vai ajudar a massagear a gengiva e diminuir o incomodo da dentição infantil.
Os brinquedos que eu recomendo para este problema são:

Osso de Corda
Feito de puro algodão, não machuca a boca e a gengiva já sensível do seu bicho. Ótimo para ajudar no massageamento da gengiva, melhorando a dor local. As pontas são desfiadas e funcionam como fio-dental, o meio e os nós são mais firmes, mas ainda assim ideais para o seu filhote cravar os dentes.

Femur Pequeno
Com as extremidades mais porosas e macias, este é um aperitivo especial para os caninos mordedores. Aproveite para ensinar o seu filhote a deixar que você retire ossos e outras coisas gostosas da boca dele, sem protestar ou se mostrar agressivo.

Casco de Vaca
Um dos "best-sellers" que os cães adoram roer e os donos não cansam de elogiar. Mantenha o seu peludo ocupado, roendo o que lhe convém, sem estragar a sua mão nem os seus móveis.

Orelha de Porco
Principalmente os pequenuchos vão adorar ficar roendo a pontinha destas orelhas. Mais macio do que o casco de vaca, muito mais seguro do que os ossos de couro.

Goodie Ball
Este é outro dos nossos “best-sellers”. Não tem filhote que resista ao desafio de ficar tentando tirar as gostosuras que esta bola pode conter. Ideal para aqueles momentos que você é atacada ao falar no telefone, ou ao receber uma visita.

Manual do Cachorro
Um livrinho com a dicas mais completas sobre como fazer o seu filhote parar de morder e muitas outras coisas importantes para você desvendar os “mistérios” do comportamento canino.

Dazer - Afastador de Cães
Para quando for preciso corrigir o seu filhote e a técnica de segurar a língua não estiver funcionando ou for difícil de ser aplicada.


Acupuntura veterinária

10:39 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link

A acupuntura não é uma especialidade recente na Veterinária. Há quatro mil anos atrás já se ouviam histórias acerca de tratamento de cavalos na China Antiga. Contudo, em cães e gatos, a acupuntura vive um renascimento bastante atual. Não devemos utilizar somente o termo acupuntura para nos referirmos à especialização. O mais correto seria falarmos em Medicina Tradicional Chinesa, que engloba:

A acupuntura (ou estimulação de precisos pontos da pele por finíssimas agulhas metálicas), a moxabustão (aquecimento desses mesmos pontos), a fitoterapia energética chinesa (ingestão de compostos preparados a base de ervas), e outras técnicas não tão empregadas na Medicina Veterinária (exercícios respiratórios, massagens e outros). 

Podemos tratar basicamente qualquer doença com a Medicina Tradicional Chinesa. Porém, aquelas em que os resultados são maiores e seu emprego mais difundido são: doenças do aparelho locomotor (hérnias de disco, "bicos de papagaio", artrites, artroses), doenças do sistema nervoso (sequelas de cinomose, sequelas de "derrames", encefalites, convulsões), doenças reprodutivas, respiratórias, cardíacas e urinárias

O tratamento se baseia na consulta, onde se estabelece o diagnóstico do desequilíbrio energético do paciente, e em sessões desde semanais (na maioria dos casos) até diárias. Isto, além da prescrição (receita) de medicamentos fitoterápicos (ervas) para serem administrados em casa pelos próprios donos. A maioria dos animais permite que façamos o tratamento (inserir agulhas). Quando o animal é muito agitado ou bravo, não permitindo o tratamento, lançamos mão da fitoterapia, com ótimos resultados. Nunca devemos pensar em anestesiar ou sedar um animal para tratá-lo com acupuntura, pois os resultados não seriam satisfatórios.

O número de sessões varia de caso para caso. Quanto mais antiga a doença, precisaremos de um número maior de sessões para alcançarmos a cura. Podemos alcançar resultados em dias, semanas ou até vários meses. Muitas vezes, a Medicina Tradicional Chinesa é empregada junto com outras linhas de tratamento, seja a Medicina Tradicional Alopática ou a Homeopatia, com excelentes resultados destas combinações.

Sempre que formos procurar um médico veterinário para tratar nosso animal com a acupuntura, devemos lembrar que trata-se de uma especialização, ou seja, o mesmo deverá ter formação própria e adequada para efetuar tal terapia.



Métodos de tratamento utilizados em animais

10:38 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link

Nos últimos anos, têm surgido vários métodos de tratamento alternativos. Muitos animais, inclusive, não podem ser submetidos a determinados tratamentos alopáticos (medicamentos convencionais), por motivos diversos. Podemos hoje contar com outros métodos que auxiliam ou até substituem totalmente os tratamentos veterinários tradicionais.

(28 Tópicos)



Taxi- dog

10:35 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link
Você sabia que cães e gatos já têm um meio de transporte exclusivo e totalmente seguro? Que você não precisa mais se preocupar com o banco do seu carro toda vez que levar seu cãozinho doente para o veterinário ou para o banho semanal no Pet Shop do seu bairro?

Nos últimos anos vem crescendo o número de Táxi Dog, serviço de transporte de animais, principalmente cães e gatos, em São Paulo. Normalmente, na clínica veterinária ou no Pet Shop você encontra um anúncio de alguém disposto a transportar o seu bichinho.

No Táxi Dog, os animais, de qualquer raça ou tamanho, são transportados em gaiolas individuais (caixas de viagens) presas no automóvel com ou sem o acompanhamento do dono. Depois de cada viagem as gaiolas são esterilizadas e higienizadas, evitando o risco de que doenças sejam transmitidas de um animal para outro. O cão é levado com todo o conforto do canil para o veterinário, banhos e tosas, exposições ou para qualquer outro lugar do Estado ou País.


Sérgio Fonseca do Taxi-Dog

O veterinário Sérgio Fonseca, dono do Hotel para Cães Caudabanando, localizado na Casa Verde, zona norte de São Paulo, presta esse serviço há mais de 6 anos. Sérgio tem uma Towner equipada com três gaiolas (uma pequena, uma média e uma grande) e um celular com viva-voz. "Eu recebo três ou quatro chamadas por dia", diz Sérgio. "Já levei cachorro até para outros estados", acrescenta. Sérgio tem, atualmente, mais de 80 clínicas e Pet Shops que indicam seu serviço.


Caixas de transporte

Sérgio conta que já transportou coelhos e até galinhas. "Quando o estilista e apresentador Clodovil se mudou para Ubatuba, ele me chamou para eu levar seu pastor alemão e seis Pugs. Aproveitou a viagem para mandar também meia dúzia de galinhas que ele tinha", diz Sérgio. Uma outra viagem 'inesquecível' foi quando ele levou, de uma só vez, 10 cães e 14 gatos para Brasília. "Foi preciso alugar uma Besta para transportar todos os animais". Sérgio conta que essa viagem não poderia ser feita de avião, que no caso de transporte de um estado para outro é o mais recomendado, pois as companhias aéreas permitem apenas dois animais por vôo.

O 'dog driver' Eduardo Passeri, que mora em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, transporta cães e gatos há um ano e meio. Ele possui uma Ipanema e uma pick-up Strada e faz entregas na Grande São Paulo, no interior, no litoral e em outros estados. Como o transporte de um estado para outro encarece muito a viagem de carro, Eduardo aconselha a quem precisa levar seu cão a fazer o transporte de avião.

Eduardo começou com um anúncio na Revista Cães & Cia e hoje leva cães até para fazer campanhas publicitárias. Ele pegou dois Dogs de Bordeaux, um macho e uma fêmea, em São Carlos, interior de São Paulo, e levou para o Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. Os cachorros foram para o Rio para fazer um comercial para o Telecine. "Os cães não deram trabalho, apenas a fêmea estava um pouco brava e não quis descer do carro, no meio do caminho, para fazer xixi e beber água, disse". Eduardo costuma, em viagens muito longas, parar para os animais urinarem e se exercitarem um pouco.

A dona-de-casa Mirian Felippi utiliza o serviço de Táxi Dog pelo menos uma vez por mês. Sempre que ela precisa levar Dara e Yanka, duas cachorras Weimaraner, ao veterinário ou no Pet Shop para tomar banho, ela chama o transporte. "Eu não vou colocar duas cachorras grandes, que não param quietas, dentro do meu carro sendo que no Táxi Dog elas vão dentro da gaiola bem acomodadas", diz Mirian. "E elas gostam muito, precisa ver como elas ficam felizes".

E não é só Dara e Yanka que curtem uma mordomia. Samantha, uma labradora de três anos, também gosta. Tanto que sua dona, a comerciante Maria do Céu Mota, fica enciumada quando ela sai no Taxi Dog. "Eu utilizo o transporte do Sérgio Fonseca. A gente percebe que ele gosta mesmo dos animais, que ele não faz isso só por obrigação. Quando a Samantha vai para o veterinário, o Sérgio acompanha a cachorra durante a consulta", diz ela. Depois Sérgio passa todas as recomendações do médico veterinário para a dona da cachorra.

Na hora de contratar um serviço de Táxi Dog verifique as condições do veículo, se está equipado com as gaiolas de transportes, se a pessoa que presta o serviço vai acompanhar o animal etc. O melhor é procurar serviços que sejam recomendados pelo veterinário ou Pet Shop de sua confiança.



O que fazer com o animal após a morte?

10:34 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link
Perder um animal de estimação é muito triste. Alguns morrem de velhice, outros morrem jovens, vítimas de viroses ou outras doenças. Além do choque, o proprietário se depara com um problema: o que fazer com o animal após a sua morte? Alguns enterram seus animais, outros os deixam nas clínicas veterinárias e há até aqueles que jogam seu amigão no lixo, em rios ou em terrenos vazios...

Essa última alternativa, além de ser um grande desrespeito ao animal que foi amigo e fiel durante a vida, gera um problema de saúde pública, pois nos grandes centros são geradas toneladas de corpos de animais mortos, muitos deles com doenças que podem ser transmitidas ao homem.

Existem algumas alternativas para o problema:

1. Procurar uma clínica veterinária: o lixo gerado pelas clínicas é considerado lixo hospitalar. As prefeituras têm que recolher esse material e destiná-lo para a incineração ou para aterros sanitários. Isso inclui cadáveres de animais. Assim, deixando na clínica veterinária, o corpo do animal será encaminhado à prefeitura (Centro de Zoonoses) para ser incinerado (cremado) ou enterrado em aterros sanitários.

NOTA: o aterro sanitário não é a melhor opção para o destino de lixo ou cadáveres, uma vez que ele gera a contaminação do solo e dos lençóis de água subterrâneos (lençóis freáticos).

2. Cemitério de animais: em algumas cidades, existem cemitérios que abrigam animais. Esses locais devem ter permissão da prefeitura para o seu funcionamento, e devem seguir as exigências dos órgãos competentes (CETESB, Vigilância Sanitária e Centro de Zoonoses).

3. Crematórios: em alguns grandes centros como São Paulo, existem crematórios para animais Nele, os corpos são cremados separadamente e as cinzas colocadas em urnas que podem ser deixadas no local ou levadas pelo proprietário do animal.

4. Enterrar por conta própria: você pode optar por enterrar seu animal em um terreno conhecido ou num quintal. Para isso, procure embalar o corpo num saco plástico resistente e feche hermeticamente. Com isso você estará contribuindo para a não contaminação do solo.


Urna com cinzas de animal cremado.

Após a morte, qual o melhor destino para o seu amigão?

O que deve ser levado em conta, além da afetividade pelo animal e até princípios religiosos, é o bem estar e segurança da comunidade. Animais que morreram vítimas de doenças que podem ser transmitidas ao homem, como toxoplasmose, leptospirose, raiva, psitacose (em aves), etc., devem ser cremados, nunca jogados em rios ou enterrados em qualquer local. O cadáver desses animais é uma fonte de contaminação para o solo e lençóis freáticos.

Da mesma forma, animais que morreram de viroses transmitidas entre animais, ou de causa desconhecida, devem ser cremados. A cremação é a melhor opção, higiênica e segura para a comunidade.

Nos demais casos, você pode optar por outras alternativas.



Eutanásia (sacrifício)

10:33 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link
Alguns proprietários de cães, gatos e outros animais de estimação, já tiveram a dolorosa experiência de ter que optar pelo sacrifício de seus companheiros. Além de sofrida, é uma decisão bastante difícil, pois o vínculo entre o homem e o animal é muito forte para ser quebrado subitamente e, o que é pior, por uma escolha do dono. O profissional veterinário tem o dever de orientar quanto ao curso da doença.

Quando o prognóstico é desfavorável, ou seja, as chances de cura são mínimas ou inexistentes, ele pode sugerir o sacrifício. No entanto, a decisão final é sempre do proprietário e este é o grande dilema... Devo sacrificar meu animal ou não?

cão no andador
Andador para cães
(foto: revista Clínica Veterinária)

A decisão deve, na medida do possível, deixar de lado a "paixão" para que possamos enxergar e analisar a qualidade de vida que o animal terá. Mesmo assim, essa é uma análise bastante subjetiva. Quando um cão perde completamente a mobilidade das patas traseiras, muitos donos crêem que viver se arrastando ou atrelado a um "carrinho de rodas", não seja uma vida feliz para um animal. Outros consideram um crime o sacrifício e se dispõem a cuidar do cão, movendo-o sempre que preciso, levando-o para defecar e urinar, ou providenciando um "carrinho de rodas". São visões diferentes e temos que respeitar a opção de cada proprietário.

Devemos tomar cuidado, entretanto, para que o amor pelo animal não se transforme numa obsessão. E a obsessão leve o dono a ser cruel, sem perceber, mantendo o animal ao seu lado mesmo que isso custe a dor e sofrimento do cão...

Se um dia você se encontrar numa situação em que tenha que decidir pela vida do seu animal, converse com o veterinário e se informe sobre todas as possibilidades de tratamento, tempo de sobrevida e, principalmente, a qualidade de vida que o cão terá. Se ainda estiver em dúvida, consulte um outro profissional, até se sentir seguro da sua decisão. Devemos lutar até o fim pela vida, dar todas as chances a ela. Porém, quando isso não for possível, aliviar o sofrimento também é uma forma sublime de amor pelo animal.

Por lei, o sacrifício ou eutanásia não deve causar qualquer dor ou agonia no animal. Ele é anestesiado e, posteriormente, são aplicados medicamentos que provoquem parada cardíaca e/ou respiratória. O cão morre "dormindo"... Realizada por um bom profissional, dentro da ética, não há sofrimento para o animal. Inevitável é o sofrimento do dono, mas esse sentimento logo se transformará num grande alívio por ter livrado seu amigão da dor.



Eutanásia (sacrifício)

10:33 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link
Alguns proprietários de cães, gatos e outros animais de estimação, já tiveram a dolorosa experiência de ter que optar pelo sacrifício de seus companheiros. Além de sofrida, é uma decisão bastante difícil, pois o vínculo entre o homem e o animal é muito forte para ser quebrado subitamente e, o que é pior, por uma escolha do dono. O profissional veterinário tem o dever de orientar quanto ao curso da doença.

Quando o prognóstico é desfavorável, ou seja, as chances de cura são mínimas ou inexistentes, ele pode sugerir o sacrifício. No entanto, a decisão final é sempre do proprietário e este é o grande dilema... Devo sacrificar meu animal ou não?

cão no andador
Andador para cães
(foto: revista Clínica Veterinária)

A decisão deve, na medida do possível, deixar de lado a "paixão" para que possamos enxergar e analisar a qualidade de vida que o animal terá. Mesmo assim, essa é uma análise bastante subjetiva. Quando um cão perde completamente a mobilidade das patas traseiras, muitos donos crêem que viver se arrastando ou atrelado a um "carrinho de rodas", não seja uma vida feliz para um animal. Outros consideram um crime o sacrifício e se dispõem a cuidar do cão, movendo-o sempre que preciso, levando-o para defecar e urinar, ou providenciando um "carrinho de rodas". São visões diferentes e temos que respeitar a opção de cada proprietário.

Devemos tomar cuidado, entretanto, para que o amor pelo animal não se transforme numa obsessão. E a obsessão leve o dono a ser cruel, sem perceber, mantendo o animal ao seu lado mesmo que isso custe a dor e sofrimento do cão...

Se um dia você se encontrar numa situação em que tenha que decidir pela vida do seu animal, converse com o veterinário e se informe sobre todas as possibilidades de tratamento, tempo de sobrevida e, principalmente, a qualidade de vida que o cão terá. Se ainda estiver em dúvida, consulte um outro profissional, até se sentir seguro da sua decisão. Devemos lutar até o fim pela vida, dar todas as chances a ela. Porém, quando isso não for possível, aliviar o sofrimento também é uma forma sublime de amor pelo animal.

Por lei, o sacrifício ou eutanásia não deve causar qualquer dor ou agonia no animal. Ele é anestesiado e, posteriormente, são aplicados medicamentos que provoquem parada cardíaca e/ou respiratória. O cão morre "dormindo"... Realizada por um bom profissional, dentro da ética, não há sofrimento para o animal. Inevitável é o sofrimento do dono, mas esse sentimento logo se transformará num grande alívio por ter livrado seu amigão da dor.



O peso ideal

10:32 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link

Avaliar se um cão está gordo é algo muito subjetivo, em certos casos. Para que você não fique em dúvida, confira o peso do seu cão com a tabela abaixo. Se ele estiver muito acima ou abaixo da média de peso para a raça, converse com o seu veterinário.

Dica: para pesar seu animal, pegue-o no colo (desde que não seja um dogue alemão!) e suba na balança. Você pode utilizar uma balança simples de banheiro, ou pedir permissão para usar a balança da farmácia. Anote o valor. Suba na balança sozinho. Anote o seu peso.

Seu peso com seu animal no colo - seu peso = peso do seu animal (aproximado).

Algumas clínicas veterinárias possuem balanças específicas para animais.

Veja também:
obesidade

RAÇA MACHOS (kg) FÊMEAS (Kg)
Afghan Hound 27-32 23-30
Airedale Terrier 20-23 20-23
Basset Hound 18-27 16-23
Beagle 13-16 11-13
Bichon Frisè 8-9 7-8
Bloodhound 41-50 36-45
Borzoi 32-39 23-32
Border Collie 19-24 18-32
Boxer 30-32 25-27
Bulldog Francês 12-13 10-11
Bulldog Inglês 25 22-23
Bullmastif 50-59 41-50
Bull Terrier 18-23 18-23
Chow-Chow 23-32 18-32
Cocker Spaniel Inglês 12,7-14,5 12,7-14,5
Cocker Spaniel Americano 11-13 11-13
Chiuhauha 2-3 2-3
Dachschund (pêlo longo ou liso) 9-12 9-12
Dachschund miniatura 4,5 4,5
Collie (pêlo longo ou liso) 20-30 18-25
Dálmata 27 25
Dogue Alemão mín. 54 mín.46
Doberman 34-41 29,5-36
Fila Brasileiro mín. 55 mín. 50
Fox Paulistinha 5-8 5-8
Fox Terrier (pêlo liso ou duro) 7-8 7-8
Golden Retriever 32-36 27-31
Husky Siberiano 20-27 16-23
Irish Wolfhound 54,5 40,9
Greyhound 30-32 27-30
Kerry Blue Terrier 15-17 16
Keeshond 16-23 16-20,5
Labrador 27 25
Lhasa Apso 7 6-7
Lulu da Pomerânia 1,8-2 2-2,5
Maltês 2-4 2-4
Mastiff 57-89 57-89
Malamute do Alaska 38-56 38-56
Old English Sheepdog 27-41 23-27
Pastor Alemão 34-38,5 27-32
Pastor Belga (Groenendael) 24-25 22-24
Pequinês 5 5,5
Pinsher Miniatura 3-4 3-4
Pointer 23-25 23-25
Poodle Standard 9-13,5 9-13,5
Poodle Miniatura 5,5-7 5,5-7
Poodle Toy 3,5-5,5 3,5-5,5
Pug 6-8 6-8
Rodesian Ridgeback 34-38,5 29,5-34
Rottweiler 45,5-54,5 36-41
Saluki 20-27 16-23
Samoieda 20,5-25 16-20,5
São Bernardo 73-78 63,5-73,5
Schnauzer Gigante 41-50 41-50
Schnauzer Standard 16-20,5 16-20,5
Schanauzer Miniatura 7-8 7-8
Scottish Terrier 8,5-10,5 8,5-10,5
Shetland Sheepdog 8-10 8-10
Shi Tzu 4,5-8,1 4,5-8,1
Springer Spaniel Inglês 23 23
Setter (Gordon) 29,5 25,5
Setter Inglês 20,5-30 23-27,5
Setter Irlandês 27-30 25-27
Skye Terrier 11,3 10,5
Staffordshire Terrier 13-17 11-15,5
Terra Nova 64-69 50-54
Tibetan Terrier 11-13,5 11-13,5
Vizsla 20-30 20-30
Weimaraner 25-30 20-25
West Highland White Terrier 8-9 7-8
Whippet 10-13 8-11
Yorkshire Terrier 3 3


Planos de saúde para animais

10:31 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link

Em alguns países como Estados Unidos, os planos de saúde para animais existem a vários anos. Algumas empresas pagam planos de saúde para seus funcionários e dependentes, e nessa categoria estão incluídos até os animais de estimação da família.

No Brasil, os planos de saúde para animais já existem, alguns mais simples, oferecidos pelas clínicas veterinárias a seus clientes, outros mais sofisticados, cobrindo vários tipos de serviços, como nos planos de saúde para pessoas. O proprietário do cão ou gato pode optar pelo tipo de cobertura. Um plano básico dará direito a consultas, vacinação anual, atendimento de emergência 24 hs e serviço funeral. Para serviços de adestramento, hospedagem, banho, tosa e transporte ("taxidog"), o dono tem direito a descontos.

Os outros tipos de planos, um pouco mais caros, cobrem, além de todos esses serviços, exames laboratoriais, cirurgias, raio X, internações, etc..

O valor mensal do plano de saúde irá variar de acordo com o tipo de cobertura escolhido. A idade do animal não irá influenciar no valor, como acontece nos planos de saúde humanos. Animais acima de 8 anos, no entanto, terão uma cobertura especial, de valor anual, que lhes dará direito a descontos em todos os serviços, mas não à cobertura total. Há carência para usar o plano de saúde, porém, o tempo é bastante reduzido (30 dias).

O plano de saúde pode ser vantajoso, pois garante ao animal ser atendimento por serviços especializados como odontologia, ortopedia, oftalmologia e outros, a um preço bastante acessível. E para manter a saúde do cão ou gato, é importante o acompanhamento do veterinário e vacinação anuais, exames de fezes periódicos e check-ups, a partir de 6 anos de idade.

O plano de saúde pode ser uma saída econômica para dar ao cão ou gato acesso a todos os serviços que a veterinária oferece.


Roer é preciso...

10:30 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link

A grande queixa dos proprietários de filhotes é quanto ao hábito de seus animais roerem e, conseqüentemente, destruírem tudo o que vêem pela frente. Os cães adultos também adoram roer um bom osso, seja ele artificial (de couro) ou natural. Há cães que gostam de roer paredes... Mas qual o significado desse comportamento? Por que o cão rói tanto?

No caso de filhotes, os animais exploram seu novo mundo com a boca, o que não é diferente dos bebês humanos. Cheiram, lambem e engolem tudo o que lhes passa pela frente. Roer, além de ser uma brincadeira agradável para os animais, alivia o incômodo da troca de dentes, que começa a partir dos 3 meses e meio e vai até os 6 meses de idade. Nessa fase é importante ter cuidado com os cães novos, pois eles podem roer fios elétricos, o que causa sérias queimaduras na boca e língua, além do choque poder levar o animal a uma parada cardio-respiratória.

Roer vasos de jardim, pedras e paredes, nem sempre significa deficiências nutricionais causadas por verminoses. No entanto, sempre que o filhote ou mesmo o cão adulto tiver esse comportamento, é interessante realizar um exame de fezes do animal para tirar a dúvida.

Uma outra função bastante importante do ato de roer é a da limpeza dos dentes. A natureza, sempre muito sábia, improvisou uma escova de dentes natural para os animais. Assim, ao roer ossos e cartilagens, pelo atrito dos dentes com essas superfícies, os animais estão eliminando a placa bacteriana que forma o tártaro. Sim, animais também têm tártaro, e ele é o grande responsável pelo aparecimento de doenças periodontais, que causam a perda precoce dos dentes de cães e gatos.

Roendo ossos naturais, os animais também estão se abastecendo de minerais, principalmente de cálcio. Na natureza, os cães e lobos alimentavam-se apenas de carne, que é muito pobre desse mineral. Roendo os ossos da caça, essa necessidade era suprida. Hoje, com a facilidade das rações industrializadas, as necessidades de cálcio são todas supridas e o ato de roer, nos animais domésticos alimentados com ração, tem significado apenas de diversão e limpeza dentária.

Mas que tipo de ossos o animal pode roer? Existem os "ossos" sintéticos, feitos de couro de boi, e os ossos naturais. Os sintéticos têm formas variadas, e o animal os consome rapidamente. É contra-indicado apenas para cães que têm diarréias freqüentes por intolerância a esses produtos. Os ossos naturais podem ser dados, desde que GRANDES (joelho, fêmur ou canela) e COZIDOS. Do contrário, poderão causar perfurações intestinais e diarréia. Assim, jamais dê ossos de galinha para seu cão roer.

Roer é preciso, mas cuidado com o que o seu cão está roendo.



Cuidado com os ossos que você dá a seu animal!

10:29 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link
É muito comum os donos oferecerem aos seus cães ou gatos ossos de galinha ou costela, crendo que isso é bem prazeroso para seus animais. Eles não estão errados quanto ao prazer que o ato de roer proporciona a um carnívoro. No entanto, esse tipo de osso pode causar danos sérios e até a morte do animal. Roer é um hábito comum e saudável dos animais na natureza, e uma forma de suprir carências minerais.

Porém, ossos pequenos, como os de galinha e frango, ou aqueles que podem se partir em lascas, como os de costela, podem ferir gravemente o estômago e o intestino. Os ossos de galinha, principalmente, podem formar pontas muito afiadas ao se quebrarem, e causar perfurações no trato digestivo do animal. Essas lesões podem levar a hemorragias e infecções generalizadas, uma vez que a perfuração do intestino faz com que as bactérias presentes no interior desse órgão sejam levadas para dentro da cavidade abdominal. Lá, elas causarão uma infecção bastante grave (peritonite) que pode se generalizar e levar o animal à morte.

Sabendo disso, devemos evitar dar ossos de galinha, frango, costela de porco, assim como palitos de madeira, usados em churrascos, que também podem formar lascas pontiagudas e perigosas.

É importante estimular o cão a roer, mas devemos oferecer ossos arredondados e grandes, praticamente inquebráveis, como canela ou joelho bovino. Tome o cuidado de fervê-los previamente para que a gordura seja removida, ou certamente ela causará diarréia no animal. No mercado, existem ossos naturais tratados e até defumados, o que os torna bastante atrativos. Ossos sintéticos feitos de couro bovino suprem muito bem a necessidade do cão de roer.

Assim, quando estiver num churrasco acompanhado do seu cão, não dê e não deixe que ninguém ofereça ossos para ele roer. E cuidado redobrado com seu amigão, pois ele vai procurar a todo custo achar um ossinho perdido, e isso pode ser fatal para ele.



Por que a vacina falhou?

10:27 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link
A vacinação é a melhor forma de proteger os animais de doenças virais. No entanto, mesmo vacinados, alguns poucos cães ou gatos adoecem. Por que será que isso acontece?
Vários fatores influenciam na eficácia da vacina. Ela precisa ser aplicada por profissionais veterinários, ser bem conservada e o animal estar em boas condições de saúde para recebê-la.

As falhas vacinais podem estar relacionadas ao organismo ou ao produto (vacina):

Presença de anticorpos maternos
O efeito bloqueador dos anticorpos maternos é, sem dúvida, uma das maiores causas de falha vacinal. Os anticorpos recebidos pelos filhotes, via transplacentária ou via colostro, podem neutralizar os antígenos vacinais, impedindo com que o filhote desenvolva defesas suficientes para proteger-se. A idade ideal para se iniciar um programa de vacinação é variável, pois depende da quantidade de anticorpos recebida pela mãe e pelo nível de contaminação do ambiente em que o filhote se encontra.

Imunossupressão
A imunossupressão pode ser congênita ou adquirida. Em uma população, nem todos respondem da mesma forma à uma vacinação. Uma pequena parte dela, ao redor de 5%, independente de ter recebido um esquema de vacinação adequado, não produzirá uma resposta imune eficaz. Da mesma forma, outros 5% da população produzirá uma excelente resposta e a grande maioria da população, cerca de 90%, produzirá uma resposta imune satisfatória. A imunossupressão adquirida é, na maioria das vezes, desencadeada pelo uso de drogas imunossupressoras como corticóides e quimioterápicos. Estes medicamentos só interferem na resposta vacinal se estiverem sendo usados em altas doses e por um longo período de tempo (cerca de 15 dias).

Incubação de enfermidades no momento da vacinação
Animais que estão incubando qualquer enfermidade não conseguem promover uma resposta imune ideal à vacinação. Aqueles que estejam apresentando sinais clínicos não devem ser vacinados, o ideal é esperar que o animal se restabeleça para então ser vacinado.

Outros fatores individuais que podem levar à uma falha vacinal:
- presença de endoparasitos (vermes e protozoários)
- idade (animal jovem demais ou muito idoso)
- hormônios (cio e gestação diminuem a resposta do organismo à vacina)
- má nutrição
- estresse

Conservação da vacina
Temperaturas mais altas que a indicada podem influenciar na eficácia do produto, principalmente naqueles que possuem vírus vivo modificado. Quando produtos biológicos são conservados a temperaturas mais baixas que o indicado, ou sofrem congelamento, a sua eficácia pode ser comprometida. Os antígenos mais prejudicados são aqueles provenientes de bactérias ou vírus mortos. A conservação inadequada das vacinas é um dos maiores motivos de falha vacinal quando o animal não é vacinado por um profissional.

Manuseio e via de administração
Nunca se deve misturar duas vacinas diferentes na mesma seringa, a não ser que exista a indicação na bula do produto, pois é necessário que o laboratório fabricante tenha testes comprovando que a aplicação em conjunto não vai interferir na eficácia dos produtos. A via de aplicação de uma vacina também pode influenciar na resposta imunológica. Por exemplo: a vacina de raiva se administrada via intramuscular leva a uma resposta mais rápida e duradoura.

Qualidade da produção da vacina
Em relação à produção de vacina existem alguns pontos que podem influenciar na eficácia da vacinação. Entre eles estão: a massa antigênica utilizada (quantidade de vírus ou bactérias), a qualidade do adjuvante de imunidade (produto adicionado à vacina para estimular a resposta do organismo), a cepa vacinal (tipo de vírus e bactérias) e a atenuação das cepas (método usado para neutralizar os vírus e bactérias usados nas vacinas).

Para que a vacinação seja eficaz, diminua os riscos de falha levando seu cão ao veterinário, que é a pessoa mais capacitada para vacinar o animal.



Protetores solares

10:27 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link
Você já ouviu falar que cães e gatos precisam usar protetor solar? Para alguns, isso pode soar como um exagero, no entanto, já existem protetores solares específicos para animais e eles são realmente necessários em alguns casos.

Cães e gatos podem apresentar câncer de pele, assim como as pessoas. Da mesma forma que elas, existem alguns indivíduos mais susceptíveis. No caso de humanos, pessoas com pele e olhos muito claros são as mais atingidas.

O principal motivo para o aparecimento da doença: exposição, sem proteção e exagerada, ao sol. Nos animais, as coisas não são diferentes. Cães e gatos com pele e pelagem clara ou albinos, focinho despigmentado, e que ficam horas expostos ao sol (afinal, todo animal gosta de se esticar e tirar uma soneca num dia ensolarado), são sérios candidatos ao câncer de pele.

As áreas mais atingidas nos animais claros são: focinho, cabeça e as pontas das orelhas. O câncer de pele pode manifestar-se como uma ferida que não cicatriza, apesar das tentativas de tratamento. Quando isso ocorre, é necessário fazer uma biópsia da lesão, para saber do que se trata aquele ferimento.

Felizmente, cada vez mais os proprietários são orientados pelos veterinários sobre os riscos da exposição ao sol nesse grupo de animais mais sensíveis. Protetores solares da linha humana podem ser usados em cães e gatos, no entanto, é mais conveniente buscar produtos da linha veterinária para evitar processos alérgicos.

Animais predispostos ao câncer de pele, ou seja, claros, albinos ou despigmentados, não devem ficar muitas horas expostos ao sol, na medida do possível. Prefira passear com seu cão em horários antes das 11h e após as 15h. E não esqueça de aplicar protetor solar, em você e no seu animal.



Cães gostam de grama!

10:25 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link

Todo mundo já viu um cachorro, seja grande ou pequeno, vira-lata ou de raça, comendo grama. Há muitas razões para esse tipo de comportamento, mais do que normal, em nossos queridos cães.

Uma das explicações mais interessantes é apresentada pelo Dr. Holly Frisby, médico veterinário, na Carolina do Norte (EUA), do Hospital Veterinário Winston: Os parentes caninos selvagens de nossos cães domésticos, como os lobos, as raposas e os cachorros-do-mato, possuem como parte essencial de sua dieta a captura de animais herbívoros, sendo assim, indiretamente, esses animais selvagens acabam ingerindo muitas gramas e plantas que estavam nos intestinos daqueles herbívoros.

Portanto, cães domésticos podem comer grama e matinhos porque, na realidade, é uma parte normal da dieta deles... Segundo Dr. Frisby, comer grama está na natureza deles... Ou, simplesmente, nossos amigos cães domésticos estão procurando a mesma nutrição fresca e crua, que era desfrutada por seus antepassados selvagens, saudáveis e fortes.

Outra razão, bastante intrigante, é o fato de cachorros comerem grama quando estão correndo e caçando. Ocorre que na caçada o cachorro come a grama por onde a sua presa passou e, até mesmo urinou (um rato, um coelho, um tatu, uma cotia). Dessa maneira, o cão caçador junta informações através da sensação do cheiro e do gosto do animal a ser procurado e caçado...

E, finalmente, cachorros comem gramas e matinhos quando se sentem com o estômago "enjoado". A grama age como um irritante do estômago, fazendo o animal vomitar a comida "indesejada" ou o "veneno" ingerido... A grama, também, adiciona fibra à dieta do animal, melhorando o trato intestinal e reduzindo o risco de câncer de intestino.

O mais interessante é que o ato de comer grama faz com que nossos cães, mesmo involuntariamente, consumam um produto muito importante para a saúde: a clorofila. A clorofila inibe o crescimento bacteriano em feridas, combate as infecções de gengiva, de garganta e de úlceras gástricas e inflamações de intestino. É responsável pela renovação de tecidos, promove uma flora intestinal saudável e ativa enzimas para produzir vitaminas A, E e K.

Mas, cuidado, aquela graminha do jardim, do quintal ou da calçada pode estar contaminada com agrotóxicos e poluição, a ingestão desses "verdinhos" pode ser tóxica e, também, o que é muito preocupante, trazer vermes e parasitas para o seu animal. Mas a tecnologia aliada à natureza tudo pode e tudo providencia...

Há no mercado nacional um produto chamado Graminha Para Cães, para que os nossos amigos possam se abastecer de fibras vegetais e clorofila, sem qualquer tipo de aditivo químico... É um potinho com tampa, dentro há sementes de aveia, milheto e azevém, misturadas a um substrato inerte. Basta abrir o potinho, colocar água e em 6 a 8 dias obter brotos verdes, tenros e nutritivos.



Muitos donos não sabem que....

10:24 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link

Seu cão anda sobre os dedos e não sobre a planta dos pés como os humanos. As quatro almofadas dos dedos (coxins), servem como amortecedores, diminuindo o impacto nas corridas e saltos.

Membranas sensitivas situadas na parte interna do focinho do seu cão transmitem informações sobre o odor para uma região do cérebro muito desenvolvida, responsável pelo olfato. O focinho de um cão saudável é úmido devido à secreção de muco. Não deve ser muito seco ou extremamente molhado.

Seu cão pode ouvir freqüências de som que você não pode detectar. E ele não tem apenas uma audição aumentada, também possui uma habilidade quatro vezes maior que a sua de distinguir sons que podem parecer idênticos para você.

Seu cão, seja qual for a raça ou tamanho, possui 50 ossos em seu esqueleto.

Seu cão (macho) possui um osso localizado na base do pênis (osso peniano). Esse osso ajuda a manter o membro ereto e a direcioná-lo no momento do acasalamento. A separação forçada do macho e da fêmea durante o ato sexual poderá causar fratura do osso peniano, com grande inchaço e dor na região.

Se o cão possui orelhas grandes, caídas e peludas, ele terá muito mais chance de desenvolver otites (inflamação nos ouvidos), do que cães de orelhas pequenas e/ou eretas.

Se ele tiver focinho claro ou despigmentado (rosado ou esbranquiçado), terá que usar protetor solar durante longos períodos de exposição ao sol (passeios ou caminhadas). Essa região sem proteção poderá desenvolver uma queimadura solar e até câncer de pele.

Se a cadela acasalar com dois machos diferentes durante o cio, um da mesma raça que ela e outro vira-lata, terá uma ninhada com filhotes de raça pura e mestiços. Isso ocorre porque a cadela produz vários óvulos durante o cio, possibilitando a fecundação por machos diferentes.

Seu cão poderá desenvolver "dermatite psicogênica" se ficar muito tempo sem atividade ou exposto a uma mudança brusca em sua rotina (passeava muito e agora não passeia mais, por exemplo). Ele lamberá a pata insistentemente causando uma ferida que nunca cicatriza ou poderá arrancar os próprios pêlos.

Sua cadela, quando no cio, libera uma substância chamada ferormônio pela urina, capaz de atrair machos num raio de 1 km.

Seu cão come grama quando sente alguma indisposição digestiva (gases, má digestão). Com isso, ele provoca o vômito ou o aumento do trânsito intestinal, liberando os gases ou o alimento que o incomodam.

Seu cão possui duas glândulas próximas ao ânus responsáveis pela liberação de uma substância de cheiro muito desagradável (pelo menos do ponto de vista humano). Mas elas têm um papel importantíssimo no reconhecimento entre os cães. Daí a atitude do seu animal de cheirar o traseiro de outros cães, e vice versa. Isso significa um "aperto de mão" entre eles.

Há alguns anos atrás, antes de existir a vacina de cinomose, os cães eram imunizados com a vacina do sarampo humano. Embora o cão não contraia o sarampo ou o humano, a cinomose, descobriu-se que o cão vacinado contra o sarampo produzia anticorpos capazes de protegê-lo contra a cinomose.

Seu cão pode desenvolver algumas doenças iguais às dos humanos, como: diabetes, derrame, catarata, hepatite, "bico de papagaio", hipertireoidismo e outras.

Sua fêmea comerá as fezes dos filhotes até 15 dias de idade. Com isso, ela, sabiamente, manterá seu "ninho" higienizado. Os filhotes dependerão das lambidas da mãe (estimulação) na região perianal para poderem defecar e urinar, nos primeiros dias de vida.



A volta das férias

10:22 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link

Quando as férias chegam ao fim, quem viajou levando o animal de estimação deve observar alguns cuidados na volta para casa.

Aqueles que foram para o litoral, não devem esquecer de administrar um medicamento para prevenir o "verme do coração" (dirofilariose) em seus cães. Lembre-se que a doença é causada pela picada de mosquitos, assim, mesmo que você não tenha deixado seu cão ir à praia, ele pode ter sido infectado. O medicamento só pode ser indicado e comprado com receita veterinária.

Se você foi para o sítio ou fazenda, seu amigão pode trazer companhia: carrapatos e bernes. Se os carrapatos aparecerem, uma boa tosa e um banho carrapaticida (de preferência em um pet shop) ajudarão. Carrapatos são transmissores de doenças como Babesiose e Erlichiose. Nem todo o carrapato está infectado, mas se você notar seu animal apático, sem apetite e sonolento, após uma infestação por carrapatos, procure o veterinário.

Os bernes (larvas de moscas) devem ser retirados pelo veterinário. Para detectar a presença de um berne, basta observar um pequeno orifício na pele do animal e coceira insistente na região. Os bernes podem aparecer em qualquer local do corpo, mesmo entre os dedos, orelhas, etc.. São locais sensíveis, deixe para o veterinário a remoção das larvas.

Ao chegar em casa, após um período prolongado de ausência, os donos podem ter uma surpresa desagradável... as pulgas. Ovos de pulgas podem ser viáveis por um longo período e começarem a eclodir na época do calor e chuvas. De repente, a casa fica invadida pelas pulgas, cujos ovos estavam "adormecidos" entre os tacos, tapetes ou carpete... Se isso acontecer, e a quantidade de pulgas for grande, recorra à dedetização em duas etapas, com intervalo de 15 dias. Use também um antipulgas de ação prolongada em seu animal.

Não esqueça de dar vermífugo para o seu amigão. Ele passeou, lambeu e cheirou muitas coisas diferentes, até aquelas que você nem viu. O veterinário poderá prescrever um vermífugo adequado.

Observe também os ouvidos do seu animal. A presença de cera em excesso, cheiro desagradável, vermelhidão ou coceira, podem indicar otite. Consulte o veterinário para tratar corretamente.

Bem vindo na volta das férias!!



 





Cuidados com os cães em dias muito quentes

10:21 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link
Em dias muito quentes e abafados, as pessoas procuram aliviar a sensação de calor com roupas leves, banhos, bebidas geladas, etc.. Mas você já parou para pensar como se sentem os cães nesses dias? Recobertos pela pelagem, seria como se você estivesse vestindo um casaco de inverno em pleno verão... Por esse motivo, devemos tomar alguns cuidados com nossos animais durante as épocas quentes.

Cães e gatos, além da pelagem, que piora a sensação de calor, não possuem glândulas de suor, ou seja, eles não suam como as pessoas. O mecanismo da sudorese faz com que a temperatura do organismo diminua. Sem esse recurso, os animais ficam de boca aberta no calor, ofegando, isto é, fazendo com que o ar frio entre e resfrie seu corpo. Quanto mais ofegantes estão, mais calor estão sentindo.


foto: HARD FACE KENNEL

Com essas 'desvantagens', dá para concluir que os animais podem passar maus momentos com o calor extremo. As raças de cães muito peludas e adaptadas a invernos rigorosos sofrem ainda mais, pois além da pelagem e a falta de glândulas de suor, possuem uma camada de gordura sob a pele, para protegê-los do frio.

Para garantir o bem-estar dos animais no verão, passamos algumas dicas:

1. Deixe água fresca e, se possível, resfriada (não gelada), no bebedouro do cão. Vá trocando durante o dia. Alguns cachorros costumam bater as patas dentro do recipiente de água para se molharem quando está calor. Não há problemas nisso, mas observe sempre para que o cão não fique sem água.

2. Não passeie com o animal nos horários quentes do dia. Além do calor, ele pode queimar as patas no piso. Leve-o para a rua em momentos mais frescos (início e final da tarde) e ande em lugares sombreados.

3. JAMAIS deixe o cão preso dentro do carro, mesmo se os vidros ficarem semi abertos. O animal pode superaquecer e passar mal.

4. Não use focinheiras fechadas para passear com o cachorro. Se tiver que utilizá-las, opte por modelos arejados que permitam que o cão fique com a boca aberta em seu interior.

5. Se a raça de seu cão pode ser tosada, diminua bastante a pelagem dele durante o verão. Nessa hora é mais importante o bem-estar de seu animal do que a beleza.

6. Quem mora em regiões quentes nunca deve optar por raças adaptadas ao inverno (Husky siberiano, Malamute do alaska, Bernese, etc..). Mas se já fez essa escolha, seu cão pode necessitar de ar-condicionado ou ventilador no verão para suportar o calor, caso esteja extremamente ofegante. Aqui não se trata de "cuidar de bicho como gente" e sim adequar a temperatura ambiente àquela que o animal possa suportar.

7. Observe que o local onde o cachorro fica tenha sempre uma parte sombreada durante o dia, independente da casinha de cachorro. Esta é um local extremamente quente para o cão ficar sob o sol.

8. Atenção especial para cães que adoram a água, como os labradores. Eles podem entrar em piscinas para se refrescarem e não conseguirem sair depois, o que causa afogamento.

9. Se o seu cão estiver extremamente ofegante num dia quente, dê um banho frio para diminuir sua temperatura. Ou molhe seu corpo para refrescá-lo.

10. No caso das aves, deixe uma vasilha rasa com água, para que o pássaro possa tomar banho e se refrescar. A gaiola deve ficar sempre à sombra.

11. Pequenos roedores como hamsters podem sentir muito calor no verão. Deixe a gaiola num local fresco, sombreado e arejado durante o dia.

Os sinais que nos mostram que o animal está com muito calor são bem fáceis de observar: boca aberta e respiração ofegante, deitar-se em locais com piso frio com as patas traseiras abertas, beber muita água (nos dias quentes) e procurar sempre a sombra. Garanta que o verão seja uma época agradável para o seu melhor amigo.



Cuidados com o cão no inverno

10:19 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link
Quando a temperatura começa a baixar, não são só os humanos que sentem frio, os animais também. Os mais afetados são os de pelagem curta. Algumas raças, como o Husky Siberiano, o Malamute do Alaska e o São Bernardo, possuem características que os fazem mais resistentes ao frio (sub pelo e maior camada de gordura sob a pele). Podemos observar que no frio, algumas doenças aparecem com maior frequência. Assim, devemos preparar nossos animais para o inverno.

O cão pode apresentar sinais clínicos que lembram muito o resfriado humano, com tosse, espirros, febre, falta de apetite e coriza. Damos o nome a esse quadro de traqueobronquite ou "tosse dos canis". Essa doença pode aparecer em qualquer época do ano, porém, há uma maior predisposição nos meses frios, pela baixa temperatura. A doença pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos e é altamente contagiosa entre os cães através do contato direto entre os animais (leia mais sobre a doença).


Foto: Tuly preparada para o inverno

Além das doenças respiratórias, os animais idosos com problemas osteoarticulares como artrose, calcificações na coluna ou hérnia de disco, passam a sentir mais dor quando expostos a baixas temperaturas. 

Choques de temperatura, como dar banho, secar o cão com secador (em casa ou pet shop) e sair em seguida com ele na rua, será prejudicial, seja ele jovem ou não.  

Aconselhamos tomar os seguintes cuidados no inverno:

Evite banhos em dias muito frios e diminua a frequência de banhos no inverno (se possível);
Mantenha a pelagem do animal mais comprida no inverno, evitando tosas muito baixas;
Coloque roupa no cão de pelagem curta, caso ele se ressinta muito do frio. Existem animais que tremem de frio exageradamente! Cães grandes e gatos não toleram roupas; (leia artigo: roupinha: necessidade ou luxo?)
Se costuma nevar em sua região, sapatos protegem as patas do cão de queimaduras causadas pelo frio;
Há cães que, embora tenham casinha, preferem dormir ao relento ou ficar na chuva... Prenda esse animal num local abrigado nos dias muito frios ou chuvosos;
Vacine seu cão anualmente contra a traqueobronquite, se ele frequenta locais com outros animais (pet shops, hotéis para cães, exposições);
Quando der banho em seu cachorro, use água morna e seque-o bem. Não deixe que ele saia na rua, no mínimo por 30 minutos após o banho. Isso vale, principalmente, para cães que tomam banho em pet shop, pois o secador é extremamente quente e haverá um choque de temperatura se ele sair no frio;
Leve seu cão para passear na rua nos horários mais quentes do dia (das 11:00 as 15:00hs);
Aumente em 20 a 30% o alimento do seu cão no inverno. Isso não vale para cães e gatos obesos, sem atividade ou com grande tendência a ganhar peso.

Todo animal tem direito a um abrigo no inverno. Na natureza, os cães selvagens podem se abrigar em tocas durante o frio.

Providencie uma casinha para seu animal, caso ele viva em um quintal, ou deixe-o preso num local abrigado como garagem, lavanderia, ou mesmo dentro de casa, quando a temperatura estiver muito baixa.  Assim, quando você estiver quentinho, embaixo dos cobertores, poderá dormir tranquilo, com a certeza que seu amigão não está passando frio!

Se você também quiser ajudar a aquecer um animal sem dono neste inverno, localize uma entidade protetora perto de você e doe o que puder. Uma roupinha velha de seu cachorro e um pouco de jornal poderão fazer a diferença para um cão que está passando frio. Localize uma entidade protetora clicando AQUI.

Veja também:
- Cães na Patagônia
- Cães que vivem nos Alpes Suiços
- "Temperatura mínima - cães que vivem abaixo de zero graus"



Roupas para animais: é preciso?

10:19 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link

Algumas pessoas questionam sobre o uso de roupinhas em cães: é necessário ou trata-se apenas de um "luxo" dos donos?

O cão possui uma camada de pêlos que o aquece nos dias mais frios. Algumas raças como o Husky Siberiano, Terra Nova e outras, possuem duas camadas de pêlo, além de uma grossa camada de gordura sob a pele. Para esses cães, o frio não é problema e a roupa é dispensável. No entanto, as raças de pelagem curta e até mesmo raças com pêlos mais longos, mas que não possuem adaptação para o frio, sofrem com temperaturas baixas. Nesse caso, a roupinha é necessária para aquecer o animal e não é apenas um luxo do dono.

Na natureza, os cães selvagens e lobos têm as tocas para se abrigarem e dormem uns próximos aos outros para se aquecerem no frio. Além disso, estão naturalmente adaptados às baixas temperaturas, o que não ocorre com muitas das raças de cães criadas pelo homem.

O uso de capinhas de chuva pode parecer um grande supérfluo para alguns, no entanto, animais idosos e/ou com alterações de coluna, podem ter problemas ao se molharem nos dias frios e chuvosos. Isso sem contar com o odor da pelagem, o conhecido "cheiro de cachorro molhado"... Assim, se o cão tomar chuva, deve ser seco para não cheirar mal. Se usar uma capa (discreta...) para os passeios nos dias de chuva, melhor.

Em países com temperaturas muito baixas no inverno, o uso de sapatos evita que os cães queimem as patas na neve. Os sapatos também podem ser usados no verão, durante os passeios, para evitar queimaduras nas patas. Também servem para protegê-las da umidade, a maior causadora de dermatites. O sapato também pode ajudar a manter curativos e isolar a pata machucada do solo.

Devemos ter em mente que a roupa pode ser um grande incômodo para nossos amigos, quando o seu uso não passa de uma tentativa do dono de "humanizar" o animal. No mercado, existem todos os tipos de acessórios, de bonés e gravatas a fantasias para cães.


O exagero pode ridicularizar o animal

Nosso conselho: use em seu animal apenas o que é necessário (para aquecê-lo no inverno, por exemplo) ou em ocasiões especiais. Cuidado para não ridicularizá-lo. O que pode parecer "bonitinho" para você, pode ser detestável para ele. Não insista se o cão não quiser usar a roupinha, mesmo que seja para protegê-lo do frio. Dê-lhe o direito de escolher o seu próprio "guarda-roupa". Roupas de lã podem agravar o quadro de animais alérgicos e provocar muitos nós nos pêlos de raças de pelagem longa como yorkshire, maltês, lhasa apso, etc.. Roupas em gatos, nem pensar. Os bichanos são espertos e procuram lugares quentes no inverno. Detestam roupas ou qualquer outro acessório.




Vamos reciclar?

10:17 PM, 13/8/2010 .. 0 comentários .. Link
As mudanças climáticas são uma realidade e já podem ser sentidas por todos, inclusive os animais. Estações do ano que eram bem definidas agora já não são, e isso compromete o "relógio biológico" que orienta o reino animal. A época de acasalamento, as mudanças de pelagem e penas, todos esses ciclos estão se alterando. É mais do que hora de pararmos com a destruição! Ou teremos que conviver com o pesadelo da falta de recursos básicos, além de respostas drásticas da natureza em consequencia da ação do homem. Nenhum ser vivo ficará ileso se a devastação continuar.

Você já pensou no que poderia contribuir como cidadão e dono de animal de estimação? Além de nossa obrigação individual de não destruir ou poluir, somos consumidores e temos que começar a selecionar aquilo que compramos, até para os nossos animais. Muitas embalagens de produtos para "pets" podem ser recicladas!

Você pode adotar medidas simples para ajudar a preservar nosso planeta:

Quantos sacos de ração seu amigão consome por ano? Imagine durante toda a vida dele! O material usado na embalagem de ração é reciclável. Começa aí a sua participação: RECICLE as embalagens de ração!

Seu animal toma algum tipo de medicamento? A embalagem do vermífugo, antibiótico ou remédio contra pulgas é reciclável? Então: RECLICLE as embalagens dos remédios!

A loja, clínica veterinária e pet shop que prestam serviços para seu animal já aderiram à reciclagem? Se não aderiram ainda, oriente-os a reciclar. Afinal, imagine quantas embalagens plásticas de shampoo para animais, caixas de papelão e outros recicláveis esses estabelecimentos utilizam por mês.

Você lê alguma revista impressa sobre animais de estimação? Se não quiser colecionar, não jogue no lixo: RECICLE as revistas!

Evite imprimir sem necessidade. Todas as matérias sobre animais que são publicadas no webanimal/webanimal ficam disponíveis para consulta. Não é preciso imprimi-las e guardá-las! Basta marcar as páginas com os assuntos que lhe interessam na pasta "Meus favoritos" em seu navegador.

RECICLE o comedouro de seu cachorro, se for trocá-lo por um novo. Lembre-se que ele é feito de plástico e pode ser reutilizado também.

Observe se as empresas que fabricam produtos para o seu animal colaboram com o meio ambiente, implantando nas fábricas projetos que diminuam a poluição e preservem os recursos naturais. Não consuma produtos de empresas que não se preocupam com o meio ambiente e poluem!

Lembre-se que:

Sacolinhas plásticas demoram centenas de anos para se decompor. Jogadas no mar causam a morte de muitas tartarugas e golfinhos. Dispense as sacolinhas na hora da compra. Prefira caixas de papelão ou leve sua própria sacola para transportar os produtos.

1 tonelada de papel reciclado evita a derrubada de 15 a 20 árvores, além de economizar energia e água.
Para fazer uma folha de papel tamanho A4 são gastos 10 litros de água.
A reciclagem de plásticos economiza 95% da energia usada no processo de fabricação desse material.

E o mais importante: Divulgue a RECICLAGEM! Não esqueça de indicar esta matéria aos seus amigos que possuem animais de estimação. Recicle e ensine a reciclar.

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