O Adestrador de cães | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Ai... Como Este Filhote Morde! Isso é Normal?
10:41 PM, 13/8/2010
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Os brinquedos que eu recomendo para este problema são:
Acupuntura veterinária
10:39 PM, 13/8/2010
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A acupuntura (ou estimulação de precisos pontos da pele por finíssimas agulhas metálicas), a moxabustão (aquecimento desses mesmos pontos), a fitoterapia energética chinesa (ingestão de compostos preparados a base de ervas), e outras técnicas não tão empregadas na Medicina Veterinária (exercícios respiratórios, massagens e outros). Podemos tratar basicamente qualquer doença com a Medicina Tradicional Chinesa. Porém, aquelas em que os resultados são maiores e seu emprego mais difundido são: doenças do aparelho locomotor (hérnias de disco, "bicos de papagaio", artrites, artroses), doenças do sistema nervoso (sequelas de cinomose, sequelas de "derrames", encefalites, convulsões), doenças reprodutivas, respiratórias, cardíacas e urinárias.
O número de sessões varia de caso para caso. Quanto mais antiga a doença, precisaremos de um número maior de sessões para alcançarmos a cura. Podemos alcançar resultados em dias, semanas ou até vários meses. Muitas vezes, a Medicina Tradicional Chinesa é empregada junto com outras linhas de tratamento, seja a Medicina Tradicional Alopática ou a Homeopatia, com excelentes resultados destas combinações. Sempre que formos procurar um médico veterinário para tratar nosso animal com a acupuntura, devemos lembrar que trata-se de uma especialização, ou seja, o mesmo deverá ter formação própria e adequada para efetuar tal terapia. Métodos de tratamento utilizados em animais
10:38 PM, 13/8/2010
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Nos últimos anos, têm surgido vários métodos de tratamento alternativos. Muitos animais, inclusive, não podem ser submetidos a determinados tratamentos alopáticos (medicamentos convencionais), por motivos diversos. Podemos hoje contar com outros métodos que auxiliam ou até substituem totalmente os tratamentos veterinários tradicionais. Taxi- dog
10:35 PM, 13/8/2010
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Nos últimos anos vem crescendo o número de Táxi Dog, serviço de transporte de animais, principalmente cães e gatos, em São Paulo. Normalmente, na clínica veterinária ou no Pet Shop você encontra um anúncio de alguém disposto a transportar o seu bichinho. No Táxi Dog, os animais, de qualquer raça ou tamanho, são transportados em gaiolas individuais (caixas de viagens) presas no automóvel com ou sem o acompanhamento do dono. Depois de cada viagem as gaiolas são esterilizadas e higienizadas, evitando o risco de que doenças sejam transmitidas de um animal para outro. O cão é levado com todo o conforto do canil para o veterinário, banhos e tosas, exposições ou para qualquer outro lugar do Estado ou País.
O veterinário Sérgio Fonseca, dono do Hotel para Cães Caudabanando, localizado na Casa Verde, zona norte de São Paulo, presta esse serviço há mais de 6 anos. Sérgio tem uma Towner equipada com três gaiolas (uma pequena, uma média e uma grande) e um celular com viva-voz. "Eu recebo três ou quatro chamadas por dia", diz Sérgio. "Já levei cachorro até para outros estados", acrescenta. Sérgio tem, atualmente, mais de 80 clínicas e Pet Shops que indicam seu serviço.
Sérgio conta que já transportou coelhos e até galinhas. "Quando o estilista e apresentador Clodovil se mudou para Ubatuba, ele me chamou para eu levar seu pastor alemão e seis Pugs. Aproveitou a viagem para mandar também meia dúzia de galinhas que ele tinha", diz Sérgio. Uma outra viagem 'inesquecível' foi quando ele levou, de uma só vez, 10 cães e 14 gatos para Brasília. "Foi preciso alugar uma Besta para transportar todos os animais". Sérgio conta que essa viagem não poderia ser feita de avião, que no caso de transporte de um estado para outro é o mais recomendado, pois as companhias aéreas permitem apenas dois animais por vôo. O 'dog driver' Eduardo Passeri, que mora em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, transporta cães e gatos há um ano e meio. Ele possui uma Ipanema e uma pick-up Strada e faz entregas na Grande São Paulo, no interior, no litoral e em outros estados. Como o transporte de um estado para outro encarece muito a viagem de carro, Eduardo aconselha a quem precisa levar seu cão a fazer o transporte de avião. Eduardo começou com um anúncio na Revista Cães & Cia e hoje leva cães até para fazer campanhas publicitárias. Ele pegou dois Dogs de Bordeaux, um macho e uma fêmea, em São Carlos, interior de São Paulo, e levou para o Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. Os cachorros foram para o Rio para fazer um comercial para o Telecine. "Os cães não deram trabalho, apenas a fêmea estava um pouco brava e não quis descer do carro, no meio do caminho, para fazer xixi e beber água, disse". Eduardo costuma, em viagens muito longas, parar para os animais urinarem e se exercitarem um pouco. A dona-de-casa Mirian Felippi utiliza o serviço de Táxi Dog pelo menos uma vez por mês. Sempre que ela precisa levar Dara e Yanka, duas cachorras Weimaraner, ao veterinário ou no Pet Shop para tomar banho, ela chama o transporte. "Eu não vou colocar duas cachorras grandes, que não param quietas, dentro do meu carro sendo que no Táxi Dog elas vão dentro da gaiola bem acomodadas", diz Mirian. "E elas gostam muito, precisa ver como elas ficam felizes". E não é só Dara e Yanka que curtem uma mordomia. Samantha, uma labradora de três anos, também gosta. Tanto que sua dona, a comerciante Maria do Céu Mota, fica enciumada quando ela sai no Taxi Dog. "Eu utilizo o transporte do Sérgio Fonseca. A gente percebe que ele gosta mesmo dos animais, que ele não faz isso só por obrigação. Quando a Samantha vai para o veterinário, o Sérgio acompanha a cachorra durante a consulta", diz ela. Depois Sérgio passa todas as recomendações do médico veterinário para a dona da cachorra. Na hora de contratar um serviço de Táxi Dog verifique as condições do veículo, se está equipado com as gaiolas de transportes, se a pessoa que presta o serviço vai acompanhar o animal etc. O melhor é procurar serviços que sejam recomendados pelo veterinário ou Pet Shop de sua confiança. O que fazer com o animal após a morte?
10:34 PM, 13/8/2010
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Essa última alternativa, além de ser um grande desrespeito ao animal que foi amigo e fiel durante a vida, gera um problema de saúde pública, pois nos grandes centros são geradas toneladas de corpos de animais mortos, muitos deles com doenças que podem ser transmitidas ao homem. 1. Procurar uma clínica veterinária: o lixo gerado pelas clínicas é considerado lixo hospitalar. As prefeituras têm que recolher esse material e destiná-lo para a incineração ou para aterros sanitários. Isso inclui cadáveres de animais. Assim, deixando na clínica veterinária, o corpo do animal será encaminhado à prefeitura (Centro de Zoonoses) para ser incinerado (cremado) ou enterrado em aterros sanitários. 2. Cemitério de animais: em algumas cidades, existem cemitérios que abrigam animais. Esses locais devem ter permissão da prefeitura para o seu funcionamento, e devem seguir as exigências dos órgãos competentes (CETESB, Vigilância Sanitária e Centro de Zoonoses). 3. Crematórios: em alguns grandes centros como São Paulo, existem crematórios para animais Nele, os corpos são cremados separadamente e as cinzas colocadas em urnas que podem ser deixadas no local ou levadas pelo proprietário do animal. 4. Enterrar por conta própria: você pode optar por enterrar seu animal em um terreno conhecido ou num quintal. Para isso, procure embalar o corpo num saco plástico resistente e feche hermeticamente. Com isso você estará contribuindo para a não contaminação do solo.
Após a morte, qual o melhor destino para o seu amigão? O que deve ser levado em conta, além da afetividade pelo animal e até princípios religiosos, é o bem estar e segurança da comunidade. Animais que morreram vítimas de doenças que podem ser transmitidas ao homem, como toxoplasmose, leptospirose, raiva, psitacose (em aves), etc., devem ser cremados, nunca jogados em rios ou enterrados em qualquer local. O cadáver desses animais é uma fonte de contaminação para o solo e lençóis freáticos. Nos demais casos, você pode optar por outras alternativas. Eutanásia (sacrifício)
10:33 PM, 13/8/2010
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Quando o prognóstico é desfavorável, ou seja, as chances de cura são mínimas ou inexistentes, ele pode sugerir o sacrifício. No entanto, a decisão final é sempre do proprietário e este é o grande dilema... Devo sacrificar meu animal ou não?
A decisão deve, na medida do possível, deixar de lado a "paixão" para que possamos enxergar e analisar a qualidade de vida que o animal terá. Mesmo assim, essa é uma análise bastante subjetiva. Quando um cão perde completamente a mobilidade das patas traseiras, muitos donos crêem que viver se arrastando ou atrelado a um "carrinho de rodas", não seja uma vida feliz para um animal. Outros consideram um crime o sacrifício e se dispõem a cuidar do cão, movendo-o sempre que preciso, levando-o para defecar e urinar, ou providenciando um "carrinho de rodas". São visões diferentes e temos que respeitar a opção de cada proprietário. Devemos tomar cuidado, entretanto, para que o amor pelo animal não se transforme numa obsessão. E a obsessão leve o dono a ser cruel, sem perceber, mantendo o animal ao seu lado mesmo que isso custe a dor e sofrimento do cão... Se um dia você se encontrar numa situação em que tenha que decidir pela vida do seu animal, converse com o veterinário e se informe sobre todas as possibilidades de tratamento, tempo de sobrevida e, principalmente, a qualidade de vida que o cão terá. Se ainda estiver em dúvida, consulte um outro profissional, até se sentir seguro da sua decisão. Devemos lutar até o fim pela vida, dar todas as chances a ela. Porém, quando isso não for possível, aliviar o sofrimento também é uma forma sublime de amor pelo animal. Por lei, o sacrifício ou eutanásia não deve causar qualquer dor ou agonia no animal. Ele é anestesiado e, posteriormente, são aplicados medicamentos que provoquem parada cardíaca e/ou respiratória. O cão morre "dormindo"... Realizada por um bom profissional, dentro da ética, não há sofrimento para o animal. Inevitável é o sofrimento do dono, mas esse sentimento logo se transformará num grande alívio por ter livrado seu amigão da dor. Eutanásia (sacrifício)
10:33 PM, 13/8/2010
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Quando o prognóstico é desfavorável, ou seja, as chances de cura são mínimas ou inexistentes, ele pode sugerir o sacrifício. No entanto, a decisão final é sempre do proprietário e este é o grande dilema... Devo sacrificar meu animal ou não?
A decisão deve, na medida do possível, deixar de lado a "paixão" para que possamos enxergar e analisar a qualidade de vida que o animal terá. Mesmo assim, essa é uma análise bastante subjetiva. Quando um cão perde completamente a mobilidade das patas traseiras, muitos donos crêem que viver se arrastando ou atrelado a um "carrinho de rodas", não seja uma vida feliz para um animal. Outros consideram um crime o sacrifício e se dispõem a cuidar do cão, movendo-o sempre que preciso, levando-o para defecar e urinar, ou providenciando um "carrinho de rodas". São visões diferentes e temos que respeitar a opção de cada proprietário. Devemos tomar cuidado, entretanto, para que o amor pelo animal não se transforme numa obsessão. E a obsessão leve o dono a ser cruel, sem perceber, mantendo o animal ao seu lado mesmo que isso custe a dor e sofrimento do cão... Se um dia você se encontrar numa situação em que tenha que decidir pela vida do seu animal, converse com o veterinário e se informe sobre todas as possibilidades de tratamento, tempo de sobrevida e, principalmente, a qualidade de vida que o cão terá. Se ainda estiver em dúvida, consulte um outro profissional, até se sentir seguro da sua decisão. Devemos lutar até o fim pela vida, dar todas as chances a ela. Porém, quando isso não for possível, aliviar o sofrimento também é uma forma sublime de amor pelo animal. Por lei, o sacrifício ou eutanásia não deve causar qualquer dor ou agonia no animal. Ele é anestesiado e, posteriormente, são aplicados medicamentos que provoquem parada cardíaca e/ou respiratória. O cão morre "dormindo"... Realizada por um bom profissional, dentro da ética, não há sofrimento para o animal. Inevitável é o sofrimento do dono, mas esse sentimento logo se transformará num grande alívio por ter livrado seu amigão da dor. O peso ideal
10:32 PM, 13/8/2010
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Avaliar se um cão está gordo é algo muito subjetivo, em certos casos. Para que você não fique em dúvida, confira o peso do seu cão com a tabela abaixo. Se ele estiver muito acima ou abaixo da média de peso para a raça, converse com o seu veterinário. Dica: para pesar seu animal, pegue-o no colo (desde que não seja um dogue alemão!) e suba na balança. Você pode utilizar uma balança simples de banheiro, ou pedir permissão para usar a balança da farmácia. Anote o valor. Suba na balança sozinho. Anote o seu peso. Seu peso com seu animal no colo - seu peso = peso do seu animal (aproximado). Algumas clínicas veterinárias possuem balanças específicas para animais. Veja também:
Planos de saúde para animais
10:31 PM, 13/8/2010
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Em alguns países como Estados Unidos, os planos de saúde para animais existem a vários anos. Algumas empresas pagam planos de saúde para seus funcionários e dependentes, e nessa categoria estão incluídos até os animais de estimação da família.
Os outros tipos de planos, um pouco mais caros, cobrem, além de todos esses serviços, exames laboratoriais, cirurgias, raio X, internações, etc.. O valor mensal do plano de saúde irá variar de acordo com o tipo de cobertura escolhido. A idade do animal não irá influenciar no valor, como acontece nos planos de saúde humanos. Animais acima de 8 anos, no entanto, terão uma cobertura especial, de valor anual, que lhes dará direito a descontos em todos os serviços, mas não à cobertura total. Há carência para usar o plano de saúde, porém, o tempo é bastante reduzido (30 dias).
O plano de saúde pode ser vantajoso, pois garante ao animal ser atendimento por serviços especializados como odontologia, ortopedia, oftalmologia e outros, a um preço bastante acessível. E para manter a saúde do cão ou gato, é importante o acompanhamento do veterinário e vacinação anuais, exames de fezes periódicos e check-ups, a partir de 6 anos de idade. O plano de saúde pode ser uma saída econômica para dar ao cão ou gato acesso a todos os serviços que a veterinária oferece.Roer é preciso...
10:30 PM, 13/8/2010
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No caso de filhotes, os animais exploram seu novo mundo com a boca, o que não é diferente dos bebês humanos. Cheiram, lambem e engolem tudo o que lhes passa pela frente. Roer, além de ser uma brincadeira agradável para os animais, alivia o incômodo da troca de dentes, que começa a partir dos 3 meses e meio e vai até os 6 meses de idade. Nessa fase é importante ter cuidado com os cães novos, pois eles podem roer fios elétricos, o que causa sérias queimaduras na boca e língua, além do choque poder levar o animal a uma parada cardio-respiratória.
Roer vasos de jardim, pedras e paredes, nem sempre significa deficiências nutricionais causadas por verminoses. No entanto, sempre que o filhote ou mesmo o cão adulto tiver esse comportamento, é interessante realizar um exame de fezes do animal para tirar a dúvida. Uma outra função bastante importante do ato de roer é a da limpeza dos dentes. A natureza, sempre muito sábia, improvisou uma escova de dentes natural para os animais. Assim, ao roer ossos e cartilagens, pelo atrito dos dentes com essas superfícies, os animais estão eliminando a placa bacteriana que forma o tártaro. Sim, animais também têm tártaro, e ele é o grande responsável pelo aparecimento de doenças periodontais, que causam a perda precoce dos dentes de cães e gatos. Roendo ossos naturais, os animais também estão se abastecendo de minerais, principalmente de cálcio. Na natureza, os cães e lobos alimentavam-se apenas de carne, que é muito pobre desse mineral. Roendo os ossos da caça, essa necessidade era suprida. Hoje, com a facilidade das rações industrializadas, as necessidades de cálcio são todas supridas e o ato de roer, nos animais domésticos alimentados com ração, tem significado apenas de diversão e limpeza dentária. Mas que tipo de ossos o animal pode roer? Existem os "ossos" sintéticos, feitos de couro de boi, e os ossos naturais. Os sintéticos têm formas variadas, e o animal os consome rapidamente. É contra-indicado apenas para cães que têm diarréias freqüentes por intolerância a esses produtos. Os ossos naturais podem ser dados, desde que GRANDES (joelho, fêmur ou canela) e COZIDOS. Do contrário, poderão causar perfurações intestinais e diarréia. Assim, jamais dê ossos de galinha para seu cão roer. Roer é preciso, mas cuidado com o que o seu cão está roendo. Cuidado com os ossos que você dá a seu animal!
10:29 PM, 13/8/2010
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Porém, ossos pequenos, como os de galinha e frango, ou aqueles que podem se partir em lascas, como os de costela, podem ferir gravemente o estômago e o intestino. Os ossos de galinha, principalmente, podem formar pontas muito afiadas ao se quebrarem, e causar perfurações no trato digestivo do animal. Essas lesões podem levar a hemorragias e infecções generalizadas, uma vez que a perfuração do intestino faz com que as bactérias presentes no interior desse órgão sejam levadas para dentro da cavidade abdominal. Lá, elas causarão uma infecção bastante grave (peritonite) que pode se generalizar e levar o animal à morte.
Sabendo disso, devemos evitar dar ossos de galinha, frango, costela de porco, assim como palitos de madeira, usados em churrascos, que também podem formar lascas pontiagudas e perigosas. É importante estimular o cão a roer, mas devemos oferecer ossos arredondados e grandes, praticamente inquebráveis, como canela ou joelho bovino. Tome o cuidado de fervê-los previamente para que a gordura seja removida, ou certamente ela causará diarréia no animal. No mercado, existem ossos naturais tratados e até defumados, o que os torna bastante atrativos. Ossos sintéticos feitos de couro bovino suprem muito bem a necessidade do cão de roer. Assim, quando estiver num churrasco acompanhado do seu cão, não dê e não deixe que ninguém ofereça ossos para ele roer. E cuidado redobrado com seu amigão, pois ele vai procurar a todo custo achar um ossinho perdido, e isso pode ser fatal para ele. Por que a vacina falhou?
10:27 PM, 13/8/2010
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As falhas vacinais podem estar relacionadas ao organismo ou ao produto (vacina):
Para que a vacinação seja eficaz, diminua os riscos de falha levando seu cão ao veterinário, que é a pessoa mais capacitada para vacinar o animal. Protetores solares
10:27 PM, 13/8/2010
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O principal motivo para o aparecimento da doença: exposição, sem proteção e exagerada, ao sol. Nos animais, as coisas não são diferentes. Cães e gatos com pele e pelagem clara ou albinos, focinho despigmentado, e que ficam horas expostos ao sol (afinal, todo animal gosta de se esticar e tirar uma soneca num dia ensolarado), são sérios candidatos ao câncer de pele.
As áreas mais atingidas nos animais claros são: focinho, cabeça e as pontas das orelhas. O câncer de pele pode manifestar-se como uma ferida que não cicatriza, apesar das tentativas de tratamento. Quando isso ocorre, é necessário fazer uma biópsia da lesão, para saber do que se trata aquele ferimento. Felizmente, cada vez mais os proprietários são orientados pelos veterinários sobre os riscos da exposição ao sol nesse grupo de animais mais sensíveis. Protetores solares da linha humana podem ser usados em cães e gatos, no entanto, é mais conveniente buscar produtos da linha veterinária para evitar processos alérgicos. Animais predispostos ao câncer de pele, ou seja, claros, albinos ou despigmentados, não devem ficar muitas horas expostos ao sol, na medida do possível. Prefira passear com seu cão em horários antes das 11h e após as 15h. E não esqueça de aplicar protetor solar, em você e no seu animal. Cães gostam de grama!
10:25 PM, 13/8/2010
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Todo mundo já viu um cachorro, seja grande ou pequeno, vira-lata ou de raça, comendo grama. Há muitas razões para esse tipo de comportamento, mais do que normal, em nossos queridos cães.
Portanto, cães domésticos podem comer grama e matinhos porque, na realidade, é uma parte normal da dieta deles... Segundo Dr. Frisby, comer grama está na natureza deles... Ou, simplesmente, nossos amigos cães domésticos estão procurando a mesma nutrição fresca e crua, que era desfrutada por seus antepassados selvagens, saudáveis e fortes. Outra razão, bastante intrigante, é o fato de cachorros comerem grama quando estão correndo e caçando. Ocorre que na caçada o cachorro come a grama por onde a sua presa passou e, até mesmo urinou (um rato, um coelho, um tatu, uma cotia). Dessa maneira, o cão caçador junta informações através da sensação do cheiro e do gosto do animal a ser procurado e caçado... E, finalmente, cachorros comem gramas e matinhos quando se sentem com o estômago "enjoado". A grama age como um irritante do estômago, fazendo o animal vomitar a comida "indesejada" ou o "veneno" ingerido... A grama, também, adiciona fibra à dieta do animal, melhorando o trato intestinal e reduzindo o risco de câncer de intestino. O mais interessante é que o ato de comer grama faz com que nossos cães, mesmo involuntariamente, consumam um produto muito importante para a saúde: a clorofila. A clorofila inibe o crescimento bacteriano em feridas, combate as infecções de gengiva, de garganta e de úlceras gástricas e inflamações de intestino. É responsável pela renovação de tecidos, promove uma flora intestinal saudável e ativa enzimas para produzir vitaminas A, E e K. Mas, cuidado, aquela graminha do jardim, do quintal ou da calçada pode estar contaminada com agrotóxicos e poluição, a ingestão desses "verdinhos" pode ser tóxica e, também, o que é muito preocupante, trazer vermes e parasitas para o seu animal. Mas a tecnologia aliada à natureza tudo pode e tudo providencia... Há no mercado nacional um produto chamado Graminha Para Cães, para que os nossos amigos possam se abastecer de fibras vegetais e clorofila, sem qualquer tipo de aditivo químico... É um potinho com tampa, dentro há sementes de aveia, milheto e azevém, misturadas a um substrato inerte. Basta abrir o potinho, colocar água e em 6 a 8 dias obter brotos verdes, tenros e nutritivos. Muitos donos não sabem que....
10:24 PM, 13/8/2010
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A volta das férias
10:22 PM, 13/8/2010
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Cuidados com os cães em dias muito quentes
10:21 PM, 13/8/2010
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Cães e gatos, além da pelagem, que piora a sensação de calor, não possuem glândulas de suor, ou seja, eles não suam como as pessoas. O mecanismo da sudorese faz com que a temperatura do organismo diminua. Sem esse recurso, os animais ficam de boca aberta no calor, ofegando, isto é, fazendo com que o ar frio entre e resfrie seu corpo. Quanto mais ofegantes estão, mais calor estão sentindo.
Com essas 'desvantagens', dá para concluir que os animais podem passar maus momentos com o calor extremo. As raças de cães muito peludas e adaptadas a invernos rigorosos sofrem ainda mais, pois além da pelagem e a falta de glândulas de suor, possuem uma camada de gordura sob a pele, para protegê-los do frio. Para garantir o bem-estar dos animais no verão, passamos algumas dicas: 1. Deixe água fresca e, se possível, resfriada (não gelada), no bebedouro do cão. Vá trocando durante o dia. Alguns cachorros costumam bater as patas dentro do recipiente de água para se molharem quando está calor. Não há problemas nisso, mas observe sempre para que o cão não fique sem água. 2. Não passeie com o animal nos horários quentes do dia. Além do calor, ele pode queimar as patas no piso. Leve-o para a rua em momentos mais frescos (início e final da tarde) e ande em lugares sombreados. 3. JAMAIS deixe o cão preso dentro do carro, mesmo se os vidros ficarem semi abertos. O animal pode superaquecer e passar mal. 4. Não use focinheiras fechadas para passear com o cachorro. Se tiver que utilizá-las, opte por modelos arejados que permitam que o cão fique com a boca aberta em seu interior. 5. Se a raça de seu cão pode ser tosada, diminua bastante a pelagem dele durante o verão. Nessa hora é mais importante o bem-estar de seu animal do que a beleza. 6. Quem mora em regiões quentes nunca deve optar por raças adaptadas ao inverno (Husky siberiano, Malamute do alaska, Bernese, etc..). Mas se já fez essa escolha, seu cão pode necessitar de ar-condicionado ou ventilador no verão para suportar o calor, caso esteja extremamente ofegante. Aqui não se trata de "cuidar de bicho como gente" e sim adequar a temperatura ambiente àquela que o animal possa suportar. 7. Observe que o local onde o cachorro fica tenha sempre uma parte sombreada durante o dia, independente da casinha de cachorro. Esta é um local extremamente quente para o cão ficar sob o sol. 8. Atenção especial para cães que adoram a água, como os labradores. Eles podem entrar em piscinas para se refrescarem e não conseguirem sair depois, o que causa afogamento. 9. Se o seu cão estiver extremamente ofegante num dia quente, dê um banho frio para diminuir sua temperatura. Ou molhe seu corpo para refrescá-lo. 10. No caso das aves, deixe uma vasilha rasa com água, para que o pássaro possa tomar banho e se refrescar. A gaiola deve ficar sempre à sombra. 11. Pequenos roedores como hamsters podem sentir muito calor no verão. Deixe a gaiola num local fresco, sombreado e arejado durante o dia. Os sinais que nos mostram que o animal está com muito calor são bem fáceis de observar: boca aberta e respiração ofegante, deitar-se em locais com piso frio com as patas traseiras abertas, beber muita água (nos dias quentes) e procurar sempre a sombra. Garanta que o verão seja uma época agradável para o seu melhor amigo. Cuidados com o cão no inverno
10:19 PM, 13/8/2010
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O cão pode apresentar sinais clínicos que lembram muito o resfriado humano, com tosse, espirros, febre, falta de apetite e coriza. Damos o nome a esse quadro de traqueobronquite ou "tosse dos canis". Essa doença pode aparecer em qualquer época do ano, porém, há uma maior predisposição nos meses frios, pela baixa temperatura. A doença pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos e é altamente contagiosa entre os cães através do contato direto entre os animais (leia mais sobre a doença). Foto: Tuly preparada para o inverno Além das doenças respiratórias, os animais idosos com problemas osteoarticulares como artrose, calcificações na coluna ou hérnia de disco, passam a sentir mais dor quando expostos a baixas temperaturas. Choques de temperatura, como dar banho, secar o cão com secador (em casa ou pet shop) e sair em seguida com ele na rua, será prejudicial, seja ele jovem ou não.
Aconselhamos tomar os seguintes cuidados no inverno:
Providencie uma casinha para seu animal, caso ele viva em um quintal, ou deixe-o preso num local abrigado como garagem, lavanderia, ou mesmo dentro de casa, quando a temperatura estiver muito baixa. Assim, quando você estiver quentinho, embaixo dos cobertores, poderá dormir tranquilo, com a certeza que seu amigão não está passando frio! Se você também quiser ajudar a aquecer um animal sem dono neste inverno, localize uma entidade protetora perto de você e doe o que puder. Uma roupinha velha de seu cachorro e um pouco de jornal poderão fazer a diferença para um cão que está passando frio. Localize uma entidade protetora clicando AQUI. Veja também: Roupas para animais: é preciso?
10:19 PM, 13/8/2010
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Algumas pessoas questionam sobre o uso de roupinhas em cães: é necessário ou trata-se apenas de um "luxo" dos donos?
Na natureza, os cães selvagens e lobos têm as tocas para se abrigarem e dormem uns próximos aos outros para se aquecerem no frio. Além disso, estão naturalmente adaptados às baixas temperaturas, o que não ocorre com muitas das raças de cães criadas pelo homem.
O uso de capinhas de chuva pode parecer um grande supérfluo para alguns, no entanto, animais idosos e/ou com alterações de coluna, podem ter problemas ao se molharem nos dias frios e chuvosos. Isso sem contar com o odor da pelagem, o conhecido "cheiro de cachorro molhado"... Assim, se o cão tomar chuva, deve ser seco para não cheirar mal. Se usar uma capa (discreta...) para os passeios nos dias de chuva, melhor. Em países com temperaturas muito baixas no inverno, o uso de sapatos evita que os cães queimem as patas na neve. Os sapatos também podem ser usados no verão, durante os passeios, para evitar queimaduras nas patas. Também servem para protegê-las da umidade, a maior causadora de dermatites. O sapato também pode ajudar a manter curativos e isolar a pata machucada do solo. Devemos ter em mente que a roupa pode ser um grande incômodo para nossos amigos, quando o seu uso não passa de uma tentativa do dono de "humanizar" o animal. No mercado, existem todos os tipos de acessórios, de bonés e gravatas a fantasias para cães.
Nosso conselho: use em seu animal apenas o que é necessário (para aquecê-lo no inverno, por exemplo) ou em ocasiões especiais. Cuidado para não ridicularizá-lo. O que pode parecer "bonitinho" para você, pode ser detestável para ele. Não insista se o cão não quiser usar a roupinha, mesmo que seja para protegê-lo do frio. Dê-lhe o direito de escolher o seu próprio "guarda-roupa". Roupas de lã podem agravar o quadro de animais alérgicos e provocar muitos nós nos pêlos de raças de pelagem longa como yorkshire, maltês, lhasa apso, etc.. Roupas em gatos, nem pensar. Os bichanos são espertos e procuram lugares quentes no inverno. Detestam roupas ou qualquer outro acessório. Vamos reciclar?
10:17 PM, 13/8/2010
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Você já pensou no que poderia contribuir como cidadão e dono de animal de estimação? Além de nossa obrigação individual de não destruir ou poluir, somos consumidores e temos que começar a selecionar aquilo que compramos, até para os nossos animais. Muitas embalagens de produtos para "pets" podem ser recicladas!
Você pode adotar medidas simples para ajudar a preservar nosso planeta:
Lembre-se que:
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