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metodologia para o ensino de línguasMETODOLOGIA PARA O ENSINO DE LÍNGUAS
Vocabulary Visual
Ponto de partida
Objetivos
1) Ampliar o vocabulário dos alunos;
2) Agilizar a fixação desse vocabulário.
Estratégias
1) Dividir a classe em grupos;
2) Selecionar, a partir dos interesses de cada grupo, os campos semânticos cujos vocábulos eles irão pesquisar, por exemplo, nome de ferramentas, de flores, de animais, de partes de um veículo ou de um microcomputador, de gêneros alimentícios, etc.;
3) Cada grupo deverá procurar de 10 a 20 imagens dos objetos cujos nomes em inglês vão pesquisar em seguida.
Atividades
1) Uma vez encontrados imagens e vocábulos, os alunos podem confecionar cartazes com eles. Podem-se fazer cartazes com uma ou mais imagens, que depois poderão ser usados para decorar a sala de aula;
2) Cada integrande do grupo deve ler em voz alta as palavras que pesquisaram, procurando pronunciá-las corretamente.
3) Havendo possibilidade, em vez de cartazes, podem-se organizar um livro em que cada página contenha quatro imagens e seus respectivos nomes ingleses. O livro pode ser dividido em capítulos, cujo número será o mesmo dos grupos que participaram do trabalho e dos campos semânticos por eles pesquisados.
Comentário
Atividade simples de se realizar, a organização de um vocabulário visual é muito eficiente para o conhecimento de novos vocábulos e sua fixação. Por um lado, reproduz o modo como aprendemos as palavras de nossa língua materna, pela associação imagem/vocábulo.
Por outro, a pesquisa das imagens e de seus nomes ingleses exige um esforço intelectual dos alunos. De qualquer modo, o fato de estarem atuando em grupo, atenua esses esforços por torná-lo mais equilibrado e, simultaneamente, lúdico.
Lição 1
![]() Desenho de Leonardo da Vinci, de 1492. Trata-se de um estudo anatômico baseado num texto do arquiteto latino Vitruvius. Daí o desenho ser conhecido como "O homem vitruviano".
Lição 2
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Lição 3
![]() ![]()
Tema Resenha
![]() Objetivos
1) Ampliar o conhecimento da língua inglesa por meio da elaboração de resenhas literárias;
2) estimular os alunos a ler e a expressar seu ponto de vista sobre a obra lida;
3) elaboração de resenhas de textos literários (que podem ser adaptados ou originais);
4) difundir obras da literatura de língua inglesa.
Objetivos específicos
1) Uso do presente simples para tematizar a obra;
2) Utilização da 3ª pessoa do singular e da voz passiva como marcas de impessoalidade;
3) Uso de organizadores descritivo-narrativos para tematizar a obra, tais como: first... second, first of all, to begin with, also, in the end, finally, for example, to get back to the point, buscando dirigir o olhar do leitor para aspectos significativos do texto;
4) Utilização de marcadores lógico-argumentativos, como: but, however, although, on the other hand, even so, no sentido de convencer o destinatário de que sua posição a respeito da obra é plausível.
Estratégias
1) Levantamento das obras que os alunos gostariam de ler (professor pode fazer sugestões, pode propor uma visita à biblioteca da escola, pode pedir que os alunos tragam os livros que têm em casa);
2) Escolha de obras a serem lidas sob orientação do professor. Critérios bastante significativos para orientar essa escolha são: dar preferência a livros clássicos e a textos originais ou que não sejam redutores, quer dizer, cuja adaptação tenha destituído a obra de suas características temáticas, lingüísticas ou textuais mais marcantes;
3) Levantamento do conhecimento prévio dos alunos acerca das características do gênero (resenha de obra literária) e das expectativas de leitura;
4) Leitura de uma resenha (escolhida pelo professor e de uma obra que não consta da lista de leituras da classe). Essa leitura visa colocar o aluno em contato com o gênero para que sejam identificadas suas características;
5) Pesquisa sobre a biografia do autor. A pesquisa pode ser feita em inglês, se o professor der orientações de leitura de textos biográficos. O professor pode fornecer ou compor com a classe uma lista de dados que os alunos devem pesquisar e que devem figurar numa apresentação oral em roda de conversa. As fontes de pesquisa podem ser variadas (internet, enciclopédias, dicionários, etc.), mas o professor sempre deve dar sugestões ou estimular que os alunos socializem o conhecimento já adquirido;
6) Pesquisa sobre o contexto de produção da obra. Essa pesquisa visa ampliar o repertório do aluno sobre o momento histórico em que a obra foi escrita, o gênero literário a que pertence e suas características. Os alunos podem apresentar os resultados da pesquisa (de forma oral ou escrita), ou simplesmente mantê-los registrados no caderno para, posteriormente, serem usados para compor a resenha;
7) Enquanto os alunos lêem a obra em casa, o professor orienta a tomada de notas sobre a obra. Essas anotações podem versar sobre o nome dos personagens e suas características, a descrição do espaço, a seqüência da narrativa, etc. É fundamental que o aluno aprenda a fazer esses registros, que não precisam ser muito longos ou detalhados, mas que serão importantes durante o processo de textualização;
8) Concluída a leitura da obra, é tempo de escrever. Nessa fase, é fundamental estimular o aluno a planejar seu texto, escolhendo os dados que usará para compô-lo e como vai estruturá-lo. É significativo, também, que o aluno volte aos textos de referência, os analise novamente e faça escolhas estilísticas com as quais mais se identifica;
9) Ao fim da textualização, o professor lê cada resenha e propõe atividades de revisão. Essas atividades podem versar sobre os elementos de coerência ou coesão e, principalmente, sobre os conteúdos que se propõe a ensinar. As atividades de revisão podem ser feitas a partir da tematização coletiva de uma resenha em particular ou de sugestões dadas para a classe de modo geral ou para os alunos individualmente;
10) Os alunos são estimulados a reescreverem seus textos com base nas atividades de revisão. Nesse processo de reescrita, o professor não pode perder de vista que todos os elementos que compõem o gênero devem ser revisados: a adequação do gênero à situação comunicativa, a estrutura do texto (texto argumentativo, mas marcado por momentos descritivo-narrativos) e os mecanismos lingüísticos (sintáticos, lexicais, etc.) que asseguram a coesão do texto.
Comentários
O projeto pode ter duração de dois a três meses. No que se refere ao tratamento didático, este projeto apóia-se na criação de uma situação comunicativa, uma situação que reúna características das situações reais de comunicação e em que os alunos se vejam realmente engajados na elaboração de textos (orais ou escritos) e apóia-se, também, na criação de seqüências didáticas que visem possibilitar aos alunos aproximações sucessivas em relação ao gênero textual em questão que será, ao mesmo tempo, meio de concretização das intenções comunicativas e objeto de estudo.
Tema: Halloween![]() Projeto: Halloween
Objetivos Conceituais
· Conhecer biografias de personalidades ligadas a Paz Mundial
· Compreender a importância das ações individuais na construção da paz mundial
· Conhecer a estrutura do texto biográfico
· Ampliar vocabulário
· Saber ouvir
· Refletir sobre os conflitos no mundo e a importância das pessoas que buscam a paz
· Revisar estruturas de uso dos tempos verbais e dos pronomes
· Refletir sobre o que foi escutado, lido e debatido.
Objetivos Procedimentais
· Ler Biografias
· Selecionar informações
· Resumir textos
· Elaborar biografia de Personalidades ligadas a Paz Mundial
· Expor oralmente
· Escutar o que os outros têm a dizer
· Desenvolver a habilidade de trabalhar em grupo
Objetivo Atitudinal
· Valorizar ações pacificadoras
· Valorizar a apresentação dos colegas
· Empreender ações que favoreçam a paz em seu meio e na escola
· Ter opiniões diferentes e, mesmo assim, respeitar os colegas.
· Valorizar o trabalho em grupo
Roteiro para desenvolvimento da Atividade
Além das ilustrações e legendas das fotos em Inglês e Português, o painel deverá conter:
a) Um título
b) Biografia elaborada pelo grupo
c) Nome dos participantes do grupo
d) Referências bibliográficas.
SOBRE AS LEGENDAS DAS FOTOS OU ILUSTRAÇÕES
As legendas deverão informar sobre o momento da foto ou ilustração selecionada pelo grupo.
Exemplo:
Lennon o mais famoso dos Beatles.
Polêmico em suas entrevistas e comportamento, tornou-se ativista em favor da paz.
Lennon, the most famous of the Beatles. Controversial in its interviews and behavior, one became activist for the peace.
Etapas da Atividade / Prazo de entrega
· Divisão das equipes e sorteio dos biografados: 03/04
· Apresentação dos painéis: 10/04
Pontuação / Critérios
· Elaboração da Biografia de acordo com a orientação: 0,75 ( setenta e cinco centésimos)
· Seleção de fotos ou ilustrações e elaboração de legendas – mínimo de quatro fotos legendadas em Português e Inglês: 1,0 ( um ponto)
· Apresentação oral em Português por todos os participantes do grupo: 0,5 (meio ponto)
· Organização do painel de acordo com a orientação: 0,25 (vinte cinco centésimos)
As apresentações não poderão exceder o tempo de 8 minutos
Lista de Personalidades a serem biografadas
Þ Jesus Cristo
Þ Mahatma Gandhi
Þ John Winston Lennon
Þ Martin Luther King
Þ Madre Tereza de Calcutá
Þ João Paulo II
Þ Nelson Mandela
Þ Tenzin Gyatso - Dalai Lama
Þ Sidarta Gautama – Buda
Þ Maomé
Þ Muhammad Yunus – Prêmio Nobel da Paz 2006
04:44 PM - 27/4/2012 - comments {0} - post commentBiomas litorâneos
- Biomas Litorâneos – com um litoral muito extenso, o Brasil possui diversos tipos de biomas nestas áreas. Na região Norte destaca-se as matas de várzea e os mangues no litoral Amazônico. No Nordeste, há a presença de restingas, falésias e mangues. No Sudeste destacam-se a vegetação de mata Atlântica e também os mangues, embora em pouca quantidade. Já no sul do país, temos os costões rochosos e manguezais. - Floresta Amazônica – é considerada a maior floresta tropical do mundo com uma rica biodiversidade. Está presente na região norte (Amazonas, Roraima, Acre, Rondônia, Amapá, Maranhão e Tocantins). É o habitat de milhares de espécies vegetais e animais. Caracteriza-se pela presença de árvores de grande porte, situadas bem próximas umas das outras (floresta fechada). Como o clima na região é quente e úmido, as árvores possuem folhas grandes e largas. - Mata dos Pinhais – também conhecida como Mata de Araucárias, em função da grande presença da Araucária angustifólia neste bioma. Presente no sul do Brasil caracteriza-se pela presença de pinheiros, em grande quantidade (floresta fechada). O clima característico é o subtropical. - Mata Atlântica – neste bioma há a presença de diversos ecossistemas. No passado, ocupou quase toda região litorânea brasileira. Com o desmatamento, foi perdendo terreno e hoje ocupa somente 7% da área original. Rica biodiversidade, com presença de diversas espécies animais e vegetais. A floresta é fechada com presença de árvores de porte médio e alto. - Mata de Cocais – presente, principalmente, na região norte dos estados do Maranhão, Tocantins e Piauí. Por se tratar de um bioma de transição, apresenta características da Floresta Amazônica, Cerrado e da Caatinga. Presença de palmeiras com folhas grandes e finas. As árvores mais comuns são: carnaúba, babaçu e buriti. 08:51 AM - 16/3/2012 - comments {0} - post commentprojeto ensino fundamental II GeografiaProjeto Ensino Fundamental II
Qualidade de vida nas cidades: como aferir?
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Territorialidades e Temporalidades Conteúdo
O Urbano Introdução
"Rio, 40 graus / Cidade maravilha / Purgatório da beleza e do caos." Assim inicia a canção elaborada por Fernanda Abreu, cantora e compositora carioca. Mais adiante, a letra traz a seguinte passagem: "Capital do sangue quente / Do melhor e do pior / Do Brasil." O título da canção – Rio, 40 graus – é o mesmo do filme de Nelson Pereira dos Santos, que inovou na linguagem e na temática na época em que foi produzida, no ano 1955. A obra de Nelson, que influenciaria uma geração de cineastas do Cinema Novo, entre eles Glauber Rocha, conta a história de cinco garotos vendedores de amendoim em seu percurso pela cidade, apresentando situações no "morro" e no "asfalto". Por que a compositora afirma que o Rio de Janeiro traz o melhor e o pior do Brasil? Há muitas respostas, mas certamente podemos considerar entre elas que a Cidade Maravilhosa ficou conhecida, de um lado, por sua singular beleza: um ambiente de maciços cristalinos entremeados por inúmeras praias à entrada de uma baía, onde se ergueu a segunda metrópole brasileira; nos morros, barracos, casebres e casas de alvenaria terminadas nos finais de semana; no asfalto, edifícios cercando o mar. Mas assim como outras cidades brasileiras, o Rio de Janeiro vive um cotidiano em que se combinam, entre outros problemas, a falta de saneamento básico e moradias dignas para todos, precariedade dos transportes coletivos, congestionamentos, segregação espacial e um permanente clima de insegurança e violência em zonas da cidade – atingindo especialmente os mais pobres. Esse quadro indica um tema interessante e bastante relevante para um projeto coletivo de trabalho na escola: como medir e avaliar a qualidade ou condições de vida nas cidades brasileiras? Sob quais critérios? Existe um único entendimento do que seja qualidade de vida, extensivo a todos? O que se espera que uma cidade deva oferecer aos seus habitantes? A relevância do tema vincula-se também ao ritmo e estrutura da urbanização brasileira referida aqui ao aumento da população urbana e a expansão ou crescimento de cidades (o que não esgota as concepções de urbanização; esta pode ser entendida também como a expansão do modo de vida urbano para além dos limites da cidade). Segundo dados da PNAD 2007 (ano-base 2006), o país conta hoje com 83% de sua população vivendo em cidades, algo em torno de 140 milhões de habitantes. O Censo demográfico de 1940, realizado pelo IBGE, o primeiro a fazer a distinção entre população rural e urbana, registrou que apenas 1/3 da população nacional vivia em cidades no período. Portanto, a maior parte dos brasileiros passou a experimentar diariamente a "dor" e a "delícia" de viver na cidade. Entre outras perspectivas, a idéia de urbanidade oferece uma ferramenta para refletir sobre a vida nos núcleos urbanos. Antes de tudo, é preciso fazer algumas considerações sobre a cidade. Conforme o geógrafo francês Jacques Lévy, ela é um objeto essencialmente geográfico marcado pela conjunção de diversidade e densidade e concentração de pessoas e atividades. Ela foi criada em praticamente todas as sociedades humanas para superar ou eliminar as distâncias espaciais e permitir as interações sociais. Elas se constituíram, assim, no berço principal da filosofia, da política, das ciências e das artes. Trata-se de um ambiente de evidente artificialidade, uma obra humana por excelência. Assim, a urbanidade refere-se ao que a cidade deve ser e deve ter. Portanto, deve ser avaliada em relação ao que ela pode oferecer, tal como ela é, e não em relação ao que não é próprio dela. Uma cidade com bom potencial de urbanidade reúne um grande número de pessoas com diversidade de tipos, o que propicia relações sociais múltiplas e diversificadas (contrariando concepções do planejamento urbano moderno, que buscavam, ao contrário, a homogeneidade social). Além disso, a idéia de urbanidade assinala que uma cidade deve, antes de tudo, assegurar a todos os seus moradores o acesso aos recursos disponíveis. Isso começa pela existência de um bom sistema de mobilidade e existência de espaços públicos. Como ressalta o recente estudo do Fundo de População da ONU, "O estado da população urbana mundial em 2007", trata-se de resguardar o direito à cidade que todos têm, inclusive os recém-chegados. Essa proposta de projeto didático tem o objetivo de oferecer aos estudantes instrumentos e critérios para que possam avaliar as condições ou qualidade de vida nas cidades e propor soluções e alternativas. Nesse sentido, a cidade em que vivem será o laboratório principal para desenvolver um projeto dessa natureza. a) Utilizar recursos da leitura, escrita, observação e registro em diferentes linguagens em procedimentos de pesquisa. b) Construir e organizar critérios de avaliação da qualidade ou condições de vida em cidades utilizando quadros-síntese, textos ou esquemas gráficos. c) Compreender e avaliar processos de organização do espaço da cidade por meio de pesquisas, entrevistas e leitura e produção de textos e imagens. Conteúdos - Cidade - Urbanização - Urbanidade - Qualidade de vida Ano 8º e 9º Tempo estimado Variável Material necessário Textos e esquema em anexo Desenvolvimento das atividades 1ª etapa Para organizar um projeto de trabalho na escola, o ponto de partida é a escolha do tema. O tema pode proceder de um fato da atualidade, de uma experiência comum, de um episódio ocorrido na escola, pode pertencer ao currículo oficial ou surgir a partir de uma proposição inicial do professor. Em geral, para proceder a essa escolha, os alunos partem do que já sabem, de suas experiências anteriores, de outros projetos já realizados na escola. Alunos e professor deverão se interrogar a respeito de sua relevância, interesse e se efetivamente atende às necessidades de aprendizagem da turma. Dessa forma, é decisiva para a realização do projeto a participação dos estudantes na definição do tema, focos, metodologias e planejamento das etapas (ver quadro-síntese em anexo), mesmo que a idéia inicial tenha surgido de outras fontes.Proponha que os estudantes reflitam em torno da questão da cidade, de sua qualidade de vida e da extensão dos eventuais benefícios da vida urbana a todos os habitantes. Para uma sensibilização inicial, você pode propor que os estudantes coletem, selecionem e organizem letras de canções sobre a cidade criadas por artistas brasileiros. A turma pode promover uma audição das canções selecionadas e debater perspectivas e focos para o projeto a partir delas (ver sugestões em anexo). Esse trabalho pode ser feito também com notícias, frases sobre cidades e vida urbana ou textos de apoio. É essencial finalizar essa etapa com uma questão ou conjunto de questões e hipóteses que deverão nortear o projeto e serem respondidas por ele, além de permitir a elaboração de objetivos gerais e específicos. 2ª etapa Definido o tema geral, é preciso definir o que os estudantes já sabem e o que precisam saber para a consecução do projeto. Trata-se de uma avaliação diagnóstica inicial no âmbito do projeto, que dará a partida para criar seqüências e ordenar os conteúdos, definindo quais as principais fontes de informação a serem buscadas. Nesse momento, pode-se definir a abrangência do projeto e quais sub-temas, processos e conceitos ele vai envolver no seu percurso de realização, cabendo aqui ao professor um importante papel na definição dos principais conteúdos e procedimentos. O que pode ser verificado para avaliar a qualidade de vida da cidade? Considere em primeiro lugar que as cidades são espaços construídos sobre uma base natural em que podem aparecer morros, fundos de vale, cursos d’água, solos e coberturas vegetais. Uma cidade em que os solos estão impermeabilizados, por exemplo, está sujeita a enchentes, face à dificuldade de infiltração e ao aumento do escoamento superficial da água. Um segundo quesito diz respeito ao ambiente construído, envolvendo as edificações e seus usos, as atividades econômicas e as infra-estruturas (redes técnicas de água, energia, saneamento) e serviços urbanos (coleta de lixo, transportes, varrição e limpeza de ruas etc.). Especial atenção deve ser dada ao sistema viário, aferindo as condições e funcionamento do transporte coletivo, organização da malha viária, o peso da circulação de automóveis individuais, existência ou não de alternativas de deslocamento (ciclovias, passeios e caminhos para marcha pedestre etc.). Outro dado imprescindível é a existência de espaços públicos de acesso irrestrito, que pode ser utilizado pelos moradores. Neles, é importante verificar a disponibilidade de equipamentos (como brinquedos para crianças) e serviços. As cidades podem ser avaliadas em sua condição estética (por exemplo, se há poluição visual, preservação de fachadas e outros) e se os ambientes são aprazíveis, convidando ao convívio social. Do mesmo modo, pode-se verificar se há diversidade ou homogeneidade social. É importante atentar aqui para o zoneamento da cidade, que normalmente restringe alguns usos e pode provocar verdadeiros "desertos" urbanos (zonas comerciais com muito movimento durante o dia e desertas à noite, ou bolsões residenciais com pouco movimento durante o dia). Apresente esse conjunto de pontos aos estudantes e proponha que eles discutam e ampliem com outras sugestões. Eles poderão também criar indicadores, definindo uma escala de valoração das condições em que se encontram as edificações, infra-estruturas e equipamentos urbanos. 3ª etapa Uma vez organizados os campos para pesquisa e investigação, é importante definir responsabilidades individuais e coletivas para a coleta, seleção e tratamento das informações. É fundamental definir também de antemão o que deverá ser obtido por meio de pesquisas em livros, revistas especializadas, bancos de dados e documentos oficiais (tais como plantas e planos diretores do município) o que vai ser obtido em trabalhos de campo, com entrevistas, sondagens e visitas a órgãos públicos e outra instituições. Deve-se garantir tempos e espaços na sala de aula, biblioteca e laboratório de informática da escola para a organização e tratamento das informações. Vale a pena também detalhar quais serão as formas de registro utilizadas, como anotações (que podem ser feitas em planilhas ou quadros), gravação de voz ou filmagens. A organização desta etapa deve ser feita previamente, de modo a garantir os recursos técnicos e humanos necessários. 4ª e 5ª etapas Estas são as últimas etapas, momento de planejar os produtos finais, a apresentação dos resultados e a avaliação geral do projeto, enfocando um balanço, propostas e alternativas para a melhoria da qualidade de vida e dos níveis de urbanidade na cidade. Os produtos finais poderão ser preparados preliminarmente nas etapas anteriores. Por exemplo, recolhendo material áudio-visual para a elaboração de vídeos ou transparências, ou organizando informações em quadros, mapas, gráficos e tabelas que irão compor um documento escrito. Havendo possibilidade, os documentos áudio-visuais podem ser produzidos em programas especiais no laboratório de informática. Um relatório ou texto dissertativo do projeto deve contar com uma estrutura que contenha título, introdução, justificativa, objetivos, metodologias, resultados e conclusões e referências bibliográficas. Combine com os estudantes a forma de apresentação dos resultados, que podem envolver etapas com a própria turma e depois para grupos de turmas ou para toda a escola. Documentos, equipamentos, materiais, tempos e espaços para apresentações públicas devem ser organizados ou preparados previamente. Avaliação A avaliação final e auto-avaliação devem levar em conta os objetivos estabelecidos para o projeto e os processos e produtos com os quais os alunos estiveram envolvidos. Para tanto, podem ser organizadas sessões coletivas com toda a turma, retomando as etapas, os resultados e a participação e envolvimento dos estudantes. É importante que eles possam expressar livremente suas opiniões sobre o percurso percorrido. Para a avaliação de cada estudante, leve em conta as aprendizagens ocorridas ao longo do processo e toda a produção individual e coletiva no âmbito do projeto. Contam aqui os processos e os produtos e resultados. Se necessário, prepare avaliações individuais após o balanço final do trabalho desenvolvido. Quer saber mais?
BIBLIOGRAFIA
- Como usar a música na sala de aula, de Martins Ferreira. Contexto, 2002. - Olhar geográfico, de Fernanda P. Fonseca et al. IBEP, 2007 (Vol. 7 – A vida nas cidades). - A cidade e o urbano no mundo atual, de Roberto Giansanti. Global, 2004 (Viver, Aprender). O modo de vida no meu bairro ou na minha cidade
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Paisagem Local Conteúdo
Modos de Vida Introdução
Depois que uma criança faz, digamos, 5 ou 6 anos, se ela ainda não vai à escola, deve ir. Em nossa sociedade, trata-se de um direito da criança e uma obrigação dos pais ou dos adultos responsáveis. O trabalho infantil é proibido. Um jovem com mais de 18 anos, se ainda não estiver estudando, deverá procurar um emprego e deverá se inserir no processo produtivo de nossa sociedade. Por vezes, mesmo ainda estudando, nessa época de sua vida, ele também trabalharará. A vida, para nós, segue um rumo conhecido: na idade adulta as pessoas poderão constituir famílias ou não. Em geral constituem-na e continuam mantendo relações com a sua família de origem (pais, irmãos, tios, primos, avós). Onde as pessoas trabalhararão? Há muitas possibilidades, mas em geral procuramos empregos em empresas que possuem donos, que, por sua vez, ao contratar um trabalhador, devem respeitar leis. Trabalhadores recebem salários sustentam suas vidas, pagam aluguel ou compram casas, compram alimentos, sustentam seus filhos etc. Vivemos, a maioria de nós, em cidades, em países que possuem governantes, que decidem e realizam ações que interferem na vida social e econômica. Em sociedades democráticas, esses governantes foram eleitos para fazer o que fazem, desde que dentro das leis, dentro de regras. Leis, regras, direitos, obrigações, rumos de vida, passagem da vida infantil e da adolescência para a idade adulta, a busca do emprego, as formas de sustentação material, o processo produtivo, o patrão que emprega e obtém lucros, a ação do Estado... Em nosso mundo, o funcionamento disso tudo segue um certo padrão, que se reproduz ao longo do tempo. Mas será que era assim há 200 anos? Será que é assim em todas as partes do mundo, com todos os povos? Não, não era e não é sempre assim! Nós somos assim, esse é o nosso modo de vida, o modo de vida das sociedades contemporâneas, o modo de vida dominante no Brasil, que não necessariamente está presente em todo o território. Será que podemos construir uma descrição do modo de vida presente em nossas vidas a partir de elementos que a paisagem local de um bairro de nossa cidade apresenta? É justamente isso que será explorado nesta seqüência. Objetivos - Contribuir para a construção da percepção do modo de vida, com base em elementos presentes na paisagem local. - Trabalhar a competência de percepção das escalas geográficas dos fenômenos que se expressam na paisagem local, mas que possuem outra abrangência. Espera-se como desdobramento desse plano de aula que as seguintes expectativas de aprendizagem sejam alcançadas: - que os estudantes consigam progredir no processo de descentração espacial percebendo que seu modo de vida e sua paisagem podem se reproduzir para além de sua realidade geográfica local; - que os alunos percebam que no espaço local se estruturam elementos geográficos que indicam o modo de vida da sociedade; - que notem na paisagem local as marcas do modo de vida, mas também percebam que vários dos elementos estão presentes para além do seu lugar, o que indica que os modos de vida se estendem para além dos bairros, das cidades, para além da escala local. Conteúdos específicos - Modo de vida - Espaço humano e paisagem local - Escala dos fenômenos humanos - Escala geográfica dos modos de vida Ano 3º ou 4º Tempo estimado 2 aulas Material necessário Atlas Geográfico, fonte para mapas do Brasil que tenham reservas indígenas demarcadas; fotografias áreas indígenas; fotografias da paisagem de outras cidades do Brasil e do mundo, de outros bairros. Desenvolvimento 1ª aula Comece provocando um contraste entre o nosso modo de vida e outro bem diferente, digamos, o de um agrupamento indígena brasileiro. Não é preciso ser especialista em grupos indígenas. Basta assinalar para os estudantes o que há de mais evidente. A seguir um pequeno roteiro: Ver o espaço de outro modo vida Inicialmente ofereça aos alunos um mapa do Brasil, ou algum regional, com as áreas indígenas demarcadas. Esse mapa deve ser comparado com outro que mostre as características atuais do espaço brasileiro. Mostre aos alunos que as áreas indígenas estão pouco transformadas: não há cidades, não há infra-estrutura moderna, mas há florestas, rios etc. Além dos mapas (que são necessários como um exercício que introduz as representações cartográficas) mostre às crianças fotografias de áreas indígenas, dos aldeamentos e das paisagens locais desses lugares. O objetivo é o mesmo: que eles notem as características dominantes das paisagens locais com as quais os grupos indígenas se relacionam. Que notem o quanto essas paisagens são distintas das paisagens costumeiras da maioria dos brasileiros. A seguir, proponha que os estudantes reflitam sobre o modo de vida indígena. Abra uma reflexão com a seguinte pergunta: como eles fazem para sobreviver em termos materiais, como se alimentam? Lançada a pergunta, organize uma lista de respostas. É provável, considerando o que os alunos já tenham ouvido falar nessa idade, que eles venham se referir à caça, à pesca, à coleta de frutos e raízes na mata, a alguma agricultura. Outra questão pode se referir às crianças: elas vão à escola? Elas vão aprender profissões diferentes da dos pais? Quais são as profissões dos pais? São diferentes entre si? Todas as respostas, por mais diversas, possivelmente terão algo em comum: os estudantes não vão afirmar que as coisas se dão numa tribo indígena do mesmo modo como se dão em nossa sociedade. Aliás, deve-se zelar para que se chegue a esse entendimento. O importante é que essas perguntas os ajudem a notar que se trata de um outro modo de vida. O modo de vida e a paisagem local O que fazem mesmo os indígenas adultos para sobreviver? Caçam, pescam e coletam. Caso um grupo indígena viva dessa maneira, como é a paisagem do seu lugar? Faz sentido que eles pratiquem esse modo de vida e ao mesmo tempo derrubem as florestas? Ou eles precisam que suas áreas sejam florestadas para preservar o hábitat dos animais que serão caçados? E os rios e lagos podem ser poluídos ou transformados em outra coisa? Não, de um modo geral, as condições naturais, a natureza como ela era, deve ser preservada. Não fica claro que a paisagem do espaço de um grupo indígena tem características marcantemente naturais, porque isso se harmoniza com o modo de vida indígena? Que outras relações podem ser identificadas entre as paisagens dos aldeamentos indígenas e o modo de vida ali estabelecido? Tudo o que for notado será importante. E uma questão para o final dessa aula: tudo isso não é muito diferente do nosso modo de vida? Essa paisagem também não é muito diferente da nossa? 2ª aula Dirija o olhar dos estudantes para o nosso modo de vida e exercite com eles uma comparação com o modo de vida indígena trabalhado na primeira aula. Um comentário importante como elemento de desenvolvimento cognitivo, como elemento que contribui para construção de competências intelectuais: para se comparar o modo de vida indígena com o nosso é preciso que se usem os mesmos critérios de comparação, caso contrário, não será válida. Abaixo, um quadro dos critérios e métodos utilizados para analisar o modo de vida indígena. No quadro, aparece o que se concluiu sobre os grupos indígenas e também o que se pode concluir sobre as sociedades modernas. Coloque na lousa, dialogue com os estudantes e vá preenchendo com a participação de todos. Se achar mais adequado, organize os estudantes em grupos e inicialmente peça a eles que tente preenchê-lo, para que depois se faça a compilação de um só quadro, coletivo. Comparação dos modos de vida indígena x sociedade moderna
Não é necessário que se chegue a uma análise muito detalhada. O importante é que os alunos notem que modos de vida diversos implicam em paisagens diferentes: cada modo de vida → paisagem própria.
3ª aula Como conclusão desse plano de aula, um outro nível de comparação entre o modo de vida indígena com o modo de vida moderno (o nosso modo de vida) pode ser feito. E ele é de crucial importância. Diz respeito à escala geográfica de alguns fenômenos que marcam muito as paisagens locais. Selecione algumas fotos de lugares diferentes do mundo. De cidades diferentes, por exemplo. A idéia é pedir para que os estudantes, em grupo de até 4 alunos, comparem uma foto do seu bairro ou de sua cidade com a de outra cidade qualquer do mundo (comparar fotos é comparar paisagens). A mesma atividade pode ser feita com paisagens rurais. Pode-se pedir que ponham a atenção em alguns aspectos: a) na concentração do casario; b) na organização do sistema viário (ruas, avenidas); c) na presença de elementos da vida econômica (comércio, fábricas, escritórios); d) na presença de edifícios de órgãos públicos e de serviços (sedes de governo, hospitais, escolas etc.). O ideal seria que um grupo procurasse na foto da paisagem local (do bairro e da cidade) esses elementos e os descrevesse. Um outro grupo ficaria com a análise da foto de uma outra cidade (do Brasil). Outro, com uma cidade de um país da América do Sul. A idéia é que se varie bastante. Como poderia ser a descrição? Bem simples: estamos vendo casas baixas, casas pequenas, edifícios em altura, uma lanchonete etc. O efeito que se espera é que os alunos terminem percebendo que as paisagens das diferentes cidades têm todas as marcas nas suas paisagens do mesmo modo de vida que o nosso. Que, de certo modo, em termos gerais, a nossa paisagem local se repete em várias localidades do mundo. O nosso modo de vida tem uma escala geográfica maior do que nossa realidade local. É sempre importante dar acesso ao mundo à criança no início de sua escolarização e indicar que certas coisas vão para além de seu espaço. É fundamental essa descentração espacial, uma ampliação da visão de espaço que é ao mesmo tempo uma ampliação cognitiva. Comparando-se com o modo de vida indígena quantas realidades como as das áreas indígenas no Brasil existem? Quantos grupos sociais praticam aquele mesmo modo de vida? É algo parecido com o nosso que se espalha pelo mundo? Avaliação Nesse ciclo da escolarização já ficou estabelecido que a avaliação se dá no processo. Várias atividades sugeridas nesse plano de aula vão permitir isso. O importante é ter claro quais devem ser as expectativas de aprendizagem. A mais geral e fundamental é a questão da descentração espacial. Não é algo que se constrói num único plano de aula, ao contrário é uma construção lenta e paciente, mas é preciso avaliar o progresso dessa aquisição. Quer saber mais?
BIBLIOGRAFIA
A cartografia escolar, Rosangela Doin de Almeida (Org). São Paulo, Contexto, 2007, 224 págs. A questão indígena na sala de aula: subsídios para professores de 1º e 2º graus, Aracy Lopes da Silva (Org). São Paulo, Brasiliense, 1987, 253 págs. Rural e urbano: diferentes na paisagem, mas cada vez mais misturados
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Paisagens Urbanas e Rurais Conteúdo
Organizações Políticas Introdução
A paisagem é um conceito na geografia contemporânea que se convencionou definir como “o visível do espaço geográfico”. Assim não é o espaço integralmente, pois nesse há conteúdos, funções e significados que não são visualmente identificáveis e só o são por outros meios. Nesse segmento escolar o tema da paisagem é muito presente justamente para sua concretude, por sua palpabilidade para a criança. Embora a paisagem é uma expressão apenas das realidades geográficas ela pode ser é um meio de acesso à leitura do espaço, para se compreender fenômenos sociais e naturais. Esse raciocínio pode fazer sentido quando as referências são as paisagens urbanas e as paisagens rurais. Visualmente bem distintas, suas imagens podem servir de caminho para a distinção dos modos de vida, dos hábitos culturais, dos processos econômicos, das condições ambientais, tudo muito importante no desenvolvimento cognitivo da criança. Nesse plano de aulas o objetivo é propor atividades que contribuam para essas distinções, mas também que já avancem para uma percepção um pouco mais sofisticada, aquela que relaciona movimentos sociais e diferentes realidades geográficas, no caso voltado para a distinção entre urbano e rural. Mas, para se chegar a tal uma questão chave deverá ser trabalhada: a atualização da distinção do urbano e do rural, algo perfeitamente perceptível para uma criança. Objetivos - Trabalhar a distinção, de modo atualizado, entre realidades urbanas e realidades rurais, por intermédio da leitura da paisagem. - Identificar e relacionar os movimentos sociais às realidades geográficas urbanas e rurais, visando uma exposição simples da complexidade que envolve essas duas realidades. Espera-se como desdobramento desse plano de aula que as seguintes expectativas de aprendizagem sejam alcançadas: - que os estudantes sejam capazes de distinguir as paisagens rurais das paisagens urbanas, notando que elas são manifestações visuais do espaço de realidades sociais que comportam modos de vida, relativamente diferentes (já foram mais diferentes); - que adquiram noções sobre a existência de movimentos sociais e das relações existentes entre esses movimentos e os quadros de vida, que são também geográficos, que os abriga. Conteúdos - Paisagens rurais e paisagens urbanas - Movimentos sociais - Movimentos sociais nas diversas realidades geográficas Anos 4º e 5º Tempo estimado 3 aulas Material necessário Fotografias alusivas às paisagens rurais e às paisagens urbanas Desenvolvimento das atividades 1ª aula O professor poderia iniciar trabalhando a construção de um quadro simples, mas que serve para introduzir, de forma ajustada, algum raciocínio conceitual na questão da distinção entre paisagens rurais e paisagens urbanas:
A idéia é que o professor apresente o quadro vazio aos estudantes e que individualmente, ou em grupo ou ainda num diálogo aberto com questionamentos livres e problematizados com a classe o quadro vá sendo preenchido. Todos os elementos presentes no quadro têm expressão visual. Certamente essa lista pode ser aperfeiçoada com outros elementos. A sugestão é que não necessariamente o preenchimento se dê com sinais de mais e de menos. Os alunos podem preencher verbalmente, descrevendo como percebem. Se for preciso, caso os alunos demonstrem não ter tido experiência concreta com alguma dessas paisagens (provavelmente a rural), talvez seja adequado mostrar-se a eles fotografias das paisagens e pedir que olhem segundo os itens do quadro.
Com o quadro preenchido pode-se apresentar um segundo quadro que se refere a elementos que não têm necessariamente expressão visual, mas que ajudam a caracterizar as realidades sociais mais amplas presentes e representadas por essas paisagens. A idéia aqui é que eles consigam ir além do que a paisagem mostra, ou melhor, e principalmente, que por intermédio da paisagem eles consigam deduzir alguma do modo de vida, da cultura, das atividades econômicas ali desenvolvidas. A apresentação do quadro encerra essa aula, na próxima aula vai se desenvolver novamente uma dinâmica para o preenchimento.
2ª aula Como o novo quadro a ser preenchido foi apresentado no final da aula anterior, é possível que os alunos tenham tido tempo para construir respostas. Não importa, deve-se chegar ao preenchimento e introduzir agora algumas questões:
Que indicativos há na paisagem rural que permite afirmar que há poucos tipos de atividades? Que indicativos há que diga que a produção é grande? Que indicativos há que diga que há poucas profissões? Que indicativos há de que os trabalhadores moram nas fazendas? O objetivo desses questionamentos é estimular a enxergar as relações existentes entre a expressão visual e os significados possíveis. Exemplo: vastos campos agrícolas que aparecem tomando quase toda a paisagem rural indicam uma atividade econômica muito dominante: a agricultura, algo que não poderá ser depreendido ao se observar uma paisagem urbana, que visualmente pode dar indicativo de múltiplas atividades. Por outro lado não é o mais importante que os estudantes acertem e sim que façam as relações. Caso façam essa fase da atividade atingiu seu pleno objetivo e contribui para algo bastante produtivo. Depois dessa fase a sugestão agora é aproveitar as caracterizações e as relações feitas para introduzir uma pequena problematização que atualiza a clássica distinção entre campo e cidade. Não convém, porém, em nome da facilidade pedagógica criar estereótipos que separam o rural e o urbano de forma muito marcada. Talvez, tenha surgido nas caracterizações dúvidas a respeito do local onde moram os trabalhadores das duas realidades geográficas ou então sobre as práticas culturais e de lazer. Vale comentar com os estudantes esses dois exemplos. O professor pode fazer alusão à presença nas zonas rurais de indústrias (pode mostrar fotos inclusive). É cada vez mais comum a presença do que chama agroindústria para a produção de álcool, de suco de laranja embalado e congelado, de “tortas” e óleo de soja etc. Os trabalhadores dessas indústrias têm várias profissões (engenheiros, operadores de máquinas, técnicos de informática etc.) e na maioria dos casos moram nas cidades e trabalham na zona rural. Se têm várias profissões logo não são todos agricultores. E isso já é algo mais parecido com a cidade. Trabalhadores do rural morando na cidade indicam uma mistura dessas duas realidades. Os moradores do mundo rural desenvolvem atividades culturais típicas desse modo de vida: festas, música, brincadeiras e competições de destreza com animais etc. Mas é só isso? As coisas são assim atualmente? As pessoas da zona rural não vão às cidades com freqüência, não estudam nas cidades, não praticam lazeres urbanos, as ligações entre o campo e a cidade não bem mais intensas atualmente (mais meios de transporte, de comunicação etc.)? Esse não é mais um exemplo de mistura dessas duas realidades, que se mantêm as paisagens bem distintas, não é o mesmo com os modos de vida? Esses comentários vão fazer sentido junto aos estudantes visto todo o trabalho anterior de identificação, de classificação e caracterização das paisagens rurais e urbanas, que serviram também para ver algo mais amplo cujos indicativos estão nessas paisagens. E vão servir de cenário para a conclusão da seqüência didática, com a terceira aula. 3ª aula O professor pode começar com o seguinte comentário: as populações que vivem as realidades rurais e as urbanas podem encontrar muitas dificuldades para conseguir seu sustento, educar seus filhos, cuidar da saúde, lugar de moradia etc. No Brasil existe um bom número de pessoas nessas condições e eles não estão conformados e ninguém, nem quem está bem, pode se conformar com isso. É nesse cenário que surgem os chamados movimentos sociais. Grupos de pessoas de uma região, de um espaço, de uma profissão se organizam para reivindicar junto às autoridades melhores condições para suas vidas. Em nosso país existem movimentos sociais nas zonas rurais e existem movimentos sociais nas cidades. Algumas questões que o professor pode fazer (e dialogando com os estudantes promover a construção das respostas), podem agora encaminhar um levantamento que ajude os estudantes a identificar e classificar os movimentos sociais em associação com as realidades rurais e urbanas. Esses são procedimentos indispensáveis para se caminhar em direção à compreensão. Quando se fala em movimentos sociais rurais está se referindo a movimentos de trabalhadores que moram no campo e não daqueles novos trabalhadores das agroindústrias, por exemplo, que moram nas cidades. E o que fazem esses que moram no campo? Os quadros construídos anteriormente fornecem a resposta. São agricultores. E que podem estar reivindicando? O que agricultores normalmente reivindicam, antes de tudo? Terra para plantar, antes de tudo. Não há agricultor sem terra, sem acesso à terra. Ou como empregado de alguém ou como proprietário ou ainda outras formas. No Brasil existe problemas diversos de acesso à terra para um segmento importante de trabalhadores que se organizam em movimentos. Só para ilustrar, vale mencionar que um deles chama-se Movimentos dos Sem Terra (MST), o que demonstra qual o principal motivo para a organização desse movimento. E quando se fala em movimentos urbanos o que há de parecido? Alguma coisa, mas não muita coisa? As cidades são espaços bem mais complexos, com muito mais gente, mais diversidade de negócios, diversidade de interesses e os movimentos sociais podem ser organizar por muitos motivos diferentes, inclusive alguns relacionados à condição do espaço, à condições que podem ser notadas nas paisagens. Vários exemplos dessa modalidade de movimento social, relacionadas ao espaço, podem ser dados: a) Movimento por moradias; b) Movimento por moradias dignas (que envolvem pessoas que moram em favelas, figura marcante de nossas paisagens urbanas); c) Movimento por transportes, visto que em geral eles não são bons em nossas cidades e as pessoas têm muitas dificuldades para se locomover; d) Movimento por melhorias das condições ambientais do espaço, e essas podem ser bem visíveis na paisagem: rios poluídos, pequena arborização, derrubada de árvores, excesso de edificações etc. Não são somente esses os movimentos sociais urbanos, mas eles ilustram bem uma característica forte dos movimentos diversos que podem surgir nesse tipo de espaço. Para concluir essa seqüência vale mais um comentário que mostra como as realidades desses dois espaços (rural e urbano) se misturam. O comentário é o seguinte: o movimento social dos homens do campo reivindicando terras para trabalhar realiza várias ações, mas algumas delas se dão nas cidades. São manifestações, passeatas, atos públicos. Por que será? Se for preciso deve-se explicar ao estudante o que são esses atos públicos. Mas, voltando, por que nas cidades? O que há nas cidades que faz com que esses movimentos para elas se dirijam? Uma pista pode ser dada para que as reflexões das crianças encontrem uma referência para se apoiar: existe bastante gente para ver a manifestação, existem os governantes, a chamada opinião pública, a imprensa. Aqui o professor deve dar muitos exemplos, antes esperando o que vem por parte dos estudantes. A conclusão é a demonstração de novo da ligação que há entre esses dois mundos, que cada vez mais é o mesmo mundo. Avaliação Além da participação nas atividades propostas que servem para identificar distinções entre campo e cidade, mas também semelhanças e relações, algumas atividades complementares podem ser propostas e essas podem se constituir novas situações de avaliação. Pequenas pesquisas sobre movimentos sociais concretos da vida real em suas cidades e nas zonas rurais próximas podem ser exemplo. E/ou então expor os alunos a notícias ou pequenos textos referentes a movimentos sociais e pedir para que eles caracterizem esses movimentos segundo o que foi discutido nas diversas aulas: se são movimentos rurais ou urbanos, o que reivindicam etc. Quer saber mais?
BIBLIOGRAFIA
BRANDT, Vinicius Caldeira (1982) - “Da resistência aos movimentos sociais: A emergência das classes populares em São Paulo”, in Singer, P. e Brandt, V.C. (org.), São Paulo: O povo em movimento, Petrópolis, Vozes/CEBRAP. Fernando Portela / Bernardo Mançano Fernandes. Reforma Agrária. São Paulo: Ática. SADER, Eder, 1988. Quando novos personagens entraram em cena, São Paulo, Paz e Terra, 1988. Quem não se comunica...
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Paisagem Local Introdução
A comunicação consiste no ato de emitir, transmitir ou receber mensagens, seja por meio de sons, sinais, gestos ou por meio da linguagem oral e escrita. Para ser completa, é preciso haver um emissor, que produz e envia a mensagem, e um receptor, que recebe e decodifica essa mensagem, procurando apreender o seu conteúdo. A importância da comunicação para a vida humana pode ser dimensionada por meio de um exercício simples: listar todos os momentos em que ela ocorre durante um dia inteiro na vida de uma pessoa. A lista pode ser incrivelmente longa, desde o primeiro “bom dia” até a hora de ir dormir. A comunicação se confunde com a vida de todos nós, e tem sido assim desde o princípio da aventura humana. Vale lembrar que quem recebe a mensagem não é um ser passivo, que apenas absorve informações. Direta ou indiretamente, o receptor exerce influência sobre quem transmite a mensagem. Para ser compreendido, o emissor precisa saber em que condições sua mensagem será recebida. Isso vale também para meios de difusão de informações como o rádio e a TV: o ouvinte ou o telespectador não fala diretamente com o emissor, mas de alguma forma interfere na programação por meio de pesquisas de audiência. Com a internet, os sistemas interativos com o público tornam-se cada vez mais freqüentes. A mensagem é formada por uma estrutura organizada de sinais que viajam entre o transmissor e o receptor. Esse caminho é percorrido com a ajuda de um meio ou suporte, que pode ser a fala, a escrita impressa em um papel, um sinal sonoro, uma placa, um mapa, uma transmissão de rádio. Ao longo do tempo, os grupos humanos sempre buscaram meios para superar as distâncias espaciais e estabelecer interações sociais, levando cada vez mais longe as mensagens por meio de sinais sonoros, visuais ou escritos. Assim, a comunicação não existe separada da vida social. Não existe comunicação sem sociedade e vice-versa. A escrita mostrou ser um modo eficiente de levar mensagens a longa distância. Dependendo do desenvolvimento técnico da sociedade e dos recursos disponíveis, as mensagens escritas puderam viajar de barco, veículos automotores, avião, ondas eletromagnéticas ou no lombo de um animal. No mundo contemporâneo já existem à disposição sofisticados meios de comunicação e informação, baseados no extraordinário desenvolvimento científico-tecnológico desse campo nas últimas décadas: telégrafo, correios, telefones fixos e móveis, rádio, TV, satélites artificiais, internet e outros. Alguns deles atingem milhões de pessoas simultaneamente, como é o caso da TV. Esta seqüência didática propõe atividades que têm como objetivo permitir aos estudantes se aproximarem desses meios e saberem mais sobre sua estrutura e funcionamento. Visam também a possibilitar que exercitem livremente a elaboração e o envio de textos diversos, considerando os destinatários e os meios utilizados para circulação das mensagens. Objetivos - Reconhecer características internas e usos de diferentes meios de comunicação e informação disponíveis no mundo atual. - Ler e produzir textos em diversos gêneros orais e escritos, como cartas, avisos, comunicados, bilhetes, depoimentos e outros. Conteúdos específicos Meios de comunicação e informação Distância Leitura e produção de textos Ano 3º e 4º Tempo estimado 3 aulas Material necessário - jornais, revistas e internet - textos de apoio em anexo Desenvolvimento das atividades 1ª aula Para uma sensibilização inicial, converse com os estudantes sobre quais meios de comunicação eles já utilizaram em seu dia a dia para enviar e receber mensagens. Procure saber mais sobre as situações que provocaram o ato de comunicação e se ocorreram em co-presença, como ir a pé até a casa de um amigo para dar um recado, ou utilizando meios de comunicação a distância, como cartas e bilhetes enviados ou recebidos pelo correio ou pelo correio eletrônico, ou ainda conversação em ambientes digitais. Ouça todos os depoimentos e destaque que as próximas aulas serão dedicadas a se aprofundar um pouco mais sobre o tema. A seguir, proponha que a turma se organize em pequenos grupos, encarregando cada um deles da elaboração de um painel com textos e imagens que apresentem meios de comunicação diversos, incluindo os de períodos históricos distintos. Eles poderão coletar imagens e textos em revistas, em jornais e na internet (veja as indicações abaixo), escrevendo o título e as legendas. 2ª aula Converse com a turma sobre os resultados da atividade da aula anterior, ressaltando que os meios de comunicação vêm passando por inovações tecnológicas de forma acelerada, mudando de forma significativa a velocidade e o volume das mensagens emitidas e recebidas entre diferentes pessoas, grupos e lugares. É importante destacar também, como lembra o filósofo Pierre Lévy, que uma carta ou um telefonema permitiu ao longo do tempo a comunicação a distância de um para um, enquanto o e-mail ou a sala de bate-papo na internet permite a comunicação em tempo real de muitos com muitos. De outro lado, vale a pena lembrar que, embora ocorra de fato a substituição de alguns meios e técnicas por outros, há uma coexistência entre meios de comunicação de diferentes tipos e “idades”: por exemplo, ter um telefone ou correio eletrônico à disposição não elimina o contato pessoal e direto. Evidentemente, tal como em outras esferas da vida social, há desigualdade de acesso a esses recursos, já que depende bastante do poder aquisitivo de indivíduos e famílias. Por meio de pesquisas e com o seu apoio, os alunos poderão organizar uma cronologia com o advento de novas técnicas e meios de comunicação e o que essas inovações representaram para a vida social. Vejamos um exemplo: o rei de Portugal só soube do desembarque dos portugueses nas terras mais tarde chamadas de Brasil alguns meses depois que ele efetivamente ocorreu, no século XVI, com a carta de Pero Vaz de Caminha. Hoje, um evento qualquer pode ser conhecido por milhões de pessoas em tempo real em qualquer parte do mundo. Os alunos poderão pesquisar para saber mais também sobre a história postal de nosso país; a rapidez e eficiência dos correios brasileiros são reconhecidas internacionalmente (veja indicações abaixo). 3ª aula Com base no que foi visto nas aulas anteriores, proponha que cada aluno envie mensagens para amigos ou familiares. Em primeiro lugar, eles deverão escolher como será o texto: bilhete, carta, poema, adivinha, convite, desenhos, notícia, entre outros. A seguir, eles devem identificar claramente quem será o leitor da mensagem, o que gostariam de falar para a pessoa escolhida e de que modo o texto deve ser escrito (forma de tratamento, se o estilo de redação será mais ou menos informal, as informações que não podem faltar etc.). O passo seguinte é decidir sobre o meio que será utilizado para enviar a mensagem: pessoalmente, correio, e-mail, sala de conversação, fax, telegrama, por meio de um portador e outras possibilidades. Se o modo escolhido for o correio, eles deverão saber nome e endereço completo do receptor, incluindo o Código de Endereçamento Postal (CEP). No caso da internet, devem ter em mãos o endereço eletrônico do destinatário. Agora é só esperar a resposta! Avaliação Faça um registro organizado das atividades que serão desenvolvidas pelas crianças, definindo previamente produtos e processos que serão objeto de avaliação. Observe com especial atenção a participação de cada aluno tanto nos trabalhos individuais como nos coletivos. Acompanhe a elaboração dos textos e solicite quando necessário a sua re-elaboração. É fundamental que seja feita uma roda de conversa ao final das atividades para ouvir dos alunos o que acharam das atividades, quais dificuldades sentiram e o que pode ser melhorado nas próximas oportunidades. Aproveite essas informações para aperfeiçoar o seu planejamento de aulas e projetos didáticos. Articulando as diferentes áreas do conhecimento, o tema das comunicações poderá ser ampliado em atividades como jogos, seleção e recorte de notícias de jornal, enquetes sobre a TV na vida das crianças e outros. Anexos Textos de apoio ao professor O telégrafo e o telefone Na virada do século XIX para o XX, a aplicação da eletricidade à comunicação já não era nenhuma novidade. Não só as nações industrializadas tinham desenvolvido extensas redes telegráficas internas, como também já existiam sistemas internacionais viáveis. Desde os princípios do século XIX, uma série de experimentos e descobertas científi 06:09 PM - 10/3/2011 - comments {1} - post commentFunk na piaba09:59 AM - 11/12/2010 - comments {1} - post commentConsciência negra
Sou Negro
Negra, data de aniversário da morte de
Zumbi, um dos mais importantes líderes do
Quilombo dos Palmares, representante da
maior comunidade de escravos fugidos nas
Américas, com uma população estimada em
mais de 30 mil pessoas.
Ícone da resistência negra ao
escravismo e da luta pela liberdade, Zumbi
foi assassinado em 1695 numa emboscada
na Serra Dois Irmãos, em Pernambuco, após
liderar uma resistência que culminou também
com o início da destruição do Quilombo dos
Palmares.
Os movimentos sociais brasileiros
escolheram o dia 20 de novembro para
mostrar o quanto o país continua marcado por
diferenças e discriminações raciais.
Para o professor Aloísio Alves da Silva,
diretor do SINPRO ABC, o Dia Nacional da
Consciência Negra é mais importante que o
13 de maio, pois a sociedade precisa refletir
continuamente sobre a questão do negro no
Brasil.
“Não é apenas uma reflexão sobre o
negro, mas sobre sua exclusão. “É necessário
tomar consciência da necessidade
fundamental de criar condições para a
igualdade racial, gerando políticas públicas
voltadas ao mercado de trabalho e à
democratização da renda”, disse.
A estudante Camila Cristina da Silva diz
que o Dia Nacional da Consciência Negra é
um dia reflexão de todos os brasileiros que
acreditam numa sociedade de fato
democrática e igualitária.
“A diversidade histórica da situação de
opressão do povo é extremamente desfavorável
aos negros”, afirma, acrescentando que o Dia
da Consciência Negra é um momento de
visibilidade deste problema.
Questionados sobre as cotas para
negros em universidades, Camila e Aloísio
têm posições diferentes, como muitos
brasileiros. Enquanto alguns acreditam que
é mais uma forma de discriminação, outros
esperam diminuir as diferenças.
Mais informações sobre o assunto no
site www.portalafro.com.br.
Confira também a programação cultural
“Mês da Consciência Negra” na última página.
Dia Nacional da Consciência Negra
07:29 PM - 9/11/2010 - comments {0} - post commentLenbrancinha para o dia da criança.
Essa fofura estava no blog sonho lilás e eu peguei essa idéia maravilhosa pra postar aqui, pra voces meus visitantes, é um saquinho pra colocar guloseimas e dar de presente para as crianças. Material TNT (cor que preferir) EVA Fita decorativa feche um pedaço do tnt no formato de um saco, faça uma carinha com tnt pele ou rosa, pinte com guache vermelho de leve o rostinho, faça os olhinhos com tnt ou canetinha desenhe a boca com canetinha, decore o saco como preferir, faça o desenho de pernas braços cole com cola quente e pronto. Lindo! as crianças vão adorar. 01:09 PM - 8/10/2010 - comments {0} - post commentEscola e leituraescola e leitura A LEITURA
“A leitura é sempre apropriação, invenção, produção de significados. (...) Apreendido pela leitura, o texto não tem de modo algum – ou ao menos totalmente - o sentido que lhe atribui seu autor, seu editor ou seus comentadores. Toda história da leitura supõe, em seu princípio, esta liberdade do leitor que desloca e subverte aquilo que o livro lhe pretende impor.”
2.1 Origem e Importância da Leitura
Desde os primórdios da civilização o homem busca habilidades que lhe tornem mais útil a vida em sociedade e que lhe possam tornar mais feliz. A criação de mecanismos que possibilitassem a disseminação de seu conhecimento tornava-se um imperativo de saber/poder, que ensejava respeito e admiração pelos companheiros de tribo. Daí o surgimento das inscrições rupestres, simbologia, posteriormente e num estágio mais avançado das civilizações, os hieróglifos e as esculturas que denotavam sua própria e mais nobre conquista: a conquista de ser.
Nesse contexto surge a escrita e a leitura como imanentes à própria história da civilização.
A criação dessa disponibilidade, que chamamos escrita e leitura, cria outras disponibilidades, pois ela é a básica, dela provém as demais. Através da leitura e da escrita o homem conseguiu estreitar os laços de afetividade com seus semelhantes, harmonizar os interesses, resolver os seus conflitos e se organizar num estágio atual da civilização, com a abstração a que nominamos “Estado”. O homem se organizou politicamente.
Mas voltando-nos ao campo do conhecimento humano, que é o que por ora nos interessa, o mito poético que sempre embalou o homem, a fantasia dos deuses, descortinaram as portas do saber, originando a busca da informação, do saber humano, do seu prazer.
Com o desenvolvimento da linguagem, a força das mensagens humanas aperfeiçoou-se a tal ponto ser imprescindível à sua própria existência. A busca do conhecimento tornou-se imperativa para novas conquistas e para o estabelecimento do homem como ser social, como centro de convergência de todos os outros interesses.
Na busca desse conhecimento, que se perpetua ao longo da história da civilização, percebe-se que quanto mais cedo o homem iniciar, mais cedo germinará bons f resultados. Ou seja, a infância como uma fase especial de evolução e formação do ser, deve despertar-lhe para este mundo, o mundo da simbologia, o mundo da leitura.
No dizer de Bárbara Vasconcelos de Carvalho:
“O conto infantil é uma chave mágica que abre as portas da inteligência e da sensibilidade da criança, para sua formação integral. O que fez andersen o grande escritor universal e imortal foram as estórias ouvidas quando criança.”
Por outras palavras, a imaginação humana é imperiosa para a construção do conhecimento, e conhecimento também é arte, daí a importância da Educação Infantil para enriquecer essa imaginação da criança, oferecendo-lhe condições de liberação saudável, ensinando-lhe a libertar-se no plano metafísico, pelo espírito, levando-a a usar o raciocínio e a cultivar a liberdade e o hábito da leitura.
Nessa caminhada na construção do conhecimento humano, não é de se olvidar a relatividade da importância dos livros didáticos, muitas vezes o único acesso disponível para a maioria do público infantil, sobre o que passaremos a discorrer nas próximas linhas.
2.2 Escola e Leitura
No que se refere à Escola e aos objetivos da leitura ou ao “Para que ler na escola?”, pode-se afirmar que ainda não existe nos currículos conhecidos e analisados, uma concretização de um pressuposto geral básico, qual seja, o da articulação entre a função social da leitura e o papel da escola na formação do leitor. Se dimensionarmos essa função social como sendo a necessidade do conhecimento e a apropriação de bens culturais, a leitura funciona, em certa medida, um meio e não um fim em si mesma. Daí a importância do papel da escola em relação à leitura, que é o de oferecer aos alunos mecanismos e situações em que eles “aprendam a ler e, lendo, aprendam algo”.
Oportuna a citação:
“ A escola precisa ser um espaço mais amplamente aberto a todos os aspectos culturais do povo, e ir além do ensinar a ler e a fazer as quatro operações. Precisa investir em bons livros, considerando que a cultura de um povo se fortalece muito pelo prazer da leitura; e a escola representa a única oportunidade de ler que muitas crianças têm. É necessário propiciar nas salas de aula e na biblioteca a dinamização da cultura viva, diversificada e criativa, que representa o conjunto de formas de pensar, agir e sentir do povo brasileiro.” (BRAGA,1985,P.7)
O conceito básico de leitura, nesse contexto, passa ser então a “produção de sentido”. Essa produção de sentido, por consegüinte, é determinada pelas condições socioculturais do leitor, com os seus objetivos, seus conhecimentos de mundo e de língua, que lhe possibilitarão a leitura.
Nesse sentido, a construção do conhecimento, segundo entendimento de alguns autores como elemento principal, se efetivará pelo hábito da leitura, uma vez inserida e enfatizada no contexto escolar. Afinal, é principalmente através da leitura que os alunos poderão encontrar respostas aos seus questionamentos, dúvidas e indagações, mormente no que concerne aos caminhos por onde permeiam na construção do seu conhecimento, e não apenas vinculados e adstritos a uma metodologia tradicional.
3 A LEITURA NA ESCOLA: COMPROMISSO DE TODAS AS ÁREAS?
“Com as palavras não aprendemos senão palavras; antes, o som e o ruído das palavras, porque, se o que não é sinal não pode ser palavra, não sei também como possa ser palavra, aquilo que ouvi pronunciado como palavra enquanto não lhe conhecer o significado. Só depois de conhecer as coisas se consegue, portanto, o conhecimento completo das palavras.”
(Sto. Agostinho: De Magistro)
11:56 PM - 2/10/2010 - comments {0} - post commentA história do povoado de ( Km30) Caldeirão grande-Ba
Ruas tranquilas onde se brinca, senta nos bancos da praças...
Km-30 de ontem, Vila Cardoso de Hoje. Formação histórica As terras que deram origem a Vila Cardoso foram desbravadas por membros da família Cardoso. Em 1966, habitava na fazenda denominada poça da pedra, município de Anselmo da Fonseca, Caem, o senhor Apolinário Cardoso dos Santos, Já com a perspectiva voltadas para o futuro e por achar conveniente a idéia de ali se formar um comércio, o senhor Apolinário, juntamente com seu filho Emìdio abriram uma mercearia, e, a parti daí, surgiu mais um comerciante, o mesmo vendia gasolina e óleo, chamado de Zé Padre, o Br 407 começou a ser construída dando uma fundamental importãncia a nossa tão sonhada cidade, as famílias do campo foram se aproximando construíndo suas casas, e deixando suas fazendas para morar num sonhado povoado. Havendo a necessidade de comprar produtos o sr.Isidoro Cardoso deu inicio a uma pequena feira fazendo a limpeza do local, o juntamente com o Sr. Massapê começaram a vender carnes de porco e boi, e seu Osvaldo construiu um abrigo no meio da pracinha para comercializar bebidas e doces, a feira foi crescendo ganhando importância e chegando pessoas da região como Capim Grosso, barracas, pedras Altas e , já começando a dar nome ao local que hoje é conhecida como praça Liberaldina, em homenagem a falecida esposa do Sr. emídio, e hoje a mesmo funciona na praça Apolinário Cardoso, nome dado em homenagem ao pai do Sr. Emídio. Hoje Vila Cardoso está conta com uma estrutura de: 49 casas de comércio, um posto de gasolina, o que mais desenvolveu aqui em Vila Cardoso, tendo como dono o senhor Orlando, e família. A população é de 2.300 habitantes mais ou menos.. Tradições Religiosas e Folclóricas. A festa de nosso padroeiro é, entre todas que consegue mobilizar muitas pessoas da comunidade. É costume da comunidade católica fazer os encontros do mês de maio, cada dia tem os seus encarregados, no último dia é comemorada uma caminhada com procissão nas ruas e leilões de objetos oferecidos pelo povo. Na sexta-feira santa é realizada a procissão, percorrem de algumas ruas, muitas pessoas aproveitam para irem ao cemitério rezar por seus entes queridos já falecidos e também outros que acendem a suas velas ao pé da cruz pagando suas promessas. No domingo de ramos os fiéis fazem procissão com ramos de folhas relembrando a entrada de Jesus em Jerusalém. Ao chegarem a igreja, os ramos são abençoados com água benta. Ao se aproximar o natal, muitas pessoas ainda preservam uma importante tradição conhecida como “Lapinha”, representando o lugar humilde onde o menino Jesus nasceu. Ocorre anualmente, nos meses de julho a setembro, as devoções feitas pelos remeiros que vão para a cidade de Bom Jesus da Lapa, rezando e cantando para pagar promessas ou conhecer atrações daquela cidade. Ao retornarem, soltam muitos fogos de artifícios, comemorando aquele ato de caráter religioso. A festa em homenagem a São João também faz parte da nossa cultura popular e nela podemos destacar algumas particularidades, principalmente no que se refere a alguns hábitos alimentares e outras manifestações, como fogueiras, pau-de-sebo, barracas etc. O candomblé, cuja origem é atribuída, à vinda dos escravos da áfrica para o Brasil é também praticado por algumas pessoas em nosso povoado. EducaçãoHistória do povoado de Km 30 - Caldeirão grande -ba Em se tratando de educação temos o que conquistar, sendo isto confirmado em função de dois motivos; 1- O índice de analfabetismo- segundo fontes da secretaria municipal de Caém é de 15% da população Vila Cardosenses. A maior parte analfabeta do nosso município acontece por razão da grande pobreza que existe em nosso povo, esse grave problema social tem refletido bastante no desenvolvimento das crianças nas escolas, 2- O fracasso escolar apresenta da seguinte maneira; Ou os filhos trabalham na lavoura para se manter e ajudar a família ou deixam de freqüentar a escola. A pobreza da maioria de nossas crianças é tão perceptível nas escolas que, quando chega na época da merenda escolar, a freqüência dos alunos às salas de aula aumenta quantitativamente. Esta é uma prova de que a fome e a pobreza interferem diretamente no processo de intelectual de nossa gente. Ocorre também, na época das plantações, uma grande evasão nas escolas. Saiba que: A primeira professora a se atuar aqui foi a senhora Betinha, começando a ensinar em um deposito de senhor Emìdio e a segunda professora foi D.Placida que nesta época já tinha um grupo escolar. A comunidade possui um colégio a nível de 1 e 2 grau e oferecem apenas formação para magistério. A cidade conta com o seguinte estabelecimento de ensino: Centro Educacional de Vila Cardoso,Escola municipal João Anselmo de Lima, e os grupo escolar Bento Pereira, e vários grupos escolares da zona rural, perfazendo o total de 25 escolas municipais. Como vivi o nosso povo? A vida de nosso povo, ou seja, condições de moradia educação, saúde, trabalho etc., possui um padrão de vida inferior.Como conseqüência do desemprego, nota-se com muita freqüência,o abandono do campo em busca de melhores condições nas cidades originando, portanto, o êxodo rural onde os camponeses não encontrando terra para trabalharem ou quando a mesma não produz satisfatoriamente, os impede de assegurar a fixação em suas terras de origem. Religião Entre as religiões professadas pelo povo, a católica é a predominante. Contudo a pluralidade de grupos de protestantes que se faz presente em nosso povoado são variados. 02:32 PM - 1/10/2009 - comments {7} - post commentatividades rotineiras
05:58 PM - 10/9/2009 - comments {0} - post commentFolclore
Folclore Brasileiro
06:23 PM - 14/8/2009 - comments {1} - post commentDia dos pais
Atividade para o dia do papaiNeste domingo de agosto,
10:13 PM - 1/8/2009 - comments {0} - post commentTrava línguaTrava Línguas Podemos definir os trava línguas como frases folclóricas criadas pelo povo com objetivo lúdico (brincadeira). Apresentam-se como um desafio de pronúncia, ou seja, uma pessoa passa uma frase díficil para um outro indíviduo falar. Estas frases tornam-se difíceis, pois possuem muitas sílabas parecidas (exigem movimentos repetidos da língua) e devem ser faladas rapidamente. Estes trava línguas já fazem parte do folclore brasileiro, porém estão presentes mais nas regiões do interior brasileiro.
· Pedro tem o peito preto, O peito de Pedro é preto; Quem disser que o peito de Pedro é preto, Tem o peito mais preto que o peito de Pedro. · A vaca malhada foi molhada por outra vaca molhada e malhada. · Um ninho de mafagafos, com cinco mafagafinhos, quem desmafagafizar os mafagafos, bom desmafagafizador será. · Há quatro quadros três e três quadros quatro. Sendo que quatro destes quadros são quadrados, um dos quadros quatro e três dos quadros três. Os três quadros que não são quadrados, são dois dos quadros quatro e um dos quadros três. · Chupa cana chupador de cana na cama chupa cana chuta cama cai no chão. · Pinga a pipa Dentro do prato Pia o pinto e mia o gato. · O rato roeu a roupa do rei de Roma. · Pinga a pia apara o prato, pia o pinto e mia o gato. · O princípio principal do príncipe principiava principalmente no princípio principesco da princesa. · Quico quer quaqui. Que quaqui que o Quico quer? O Quico quer qualquer quaqui. · Três pratos de trigo para três tigres tristes. · Luzia lustrava o lustre listrado, o lustre listrado luzia. · Sabendo o que sei e sabendo o que sabes e o que não sabes e o que não sabemos, ambos saberemos se somos sábios, sabidos ou simplesmente saberemos se somos sabedores. · Fala, arara loura. A arara loura falará. · Se o Arcebispo-Bispo de Constantinopla a quisesse desconstantinoplizar, não haveria desconstantinoplizador que a desconstantinopllizasse desconstantinoplizadoramente. · Atrás da pia tem um prato, um pinto e um gato. Pinga a pia, para o prato, pia o pinto e mia o gato. · A vida é uma sucessiva sucessão de sucessões que se sucedem sucessivamente, sem suceder o sucesso... · O Tempo perguntou pro tempo quanto tempo o tempo tem, o Tempo respondeu pro tempo que o tempo tem o tempo que o tempo tem. 07:32 AM - 26/7/2009 - comments {0} - post commentFolclore brasileiro Lenda da Iara Também conhecida como a “mãe das águas”, Iara é uma personagem do folclore brasileiro. De acordo com a lenda, de origem indígena, Iara é uma sereia (corpo de mulher da cintura para cima e de peixe da cintura para baixo) morena de cabelos negros e olhos castanhos. A lenda conta que a linda sereia fica nos rios do norte do país, onde costuma viver. Nas pedras das encostas, costuma atrair os homens com seu belo e irresistível canto. As vítimas costumam seguir Iara até o fundo dos rios, local de onde nunca mais voltam. Os poucos que conseguem voltar acabam ficando loucos em função dos encantamentos da sereia. Neste caso, conta a lenda, somente um ritual realizado por um pajé (chefe religioso indígena, curandeiro) pode livrar o homem do feitiço.
07:32 AM - 26/7/2009 - comments {0} - post commentQuem é o Saci?Quem é o saci O Saci-Pererê é um dos personagens mais conhecidos do folclore brasileiro. Possuí até um dia em sua homenagem: 31 de outubro. Provavelmente, surgiu entre povos indígenas da região Sul do Brasil, ainda durante o período colonial (possivelmente no final do século XVIII). Nesta época, era representado por um menino indígena de cor morena e com um rabo, que vivia aprontando travessuras na floresta. Porém, ao migrar para o norte do país, o mito e o personagem sofreram modificações ao receberem influências da cultura africana. O Saci transformou-se num jovem negro com apenas uma perna, pois, de acordo com o mito, havia perdido a outra numa luta de capoeira. Passou a ser representado usando um gorro vermelho e um cachimbo, típico da cultura africana. Até os dias atuais ele é representado desta forma. O comportamento é a marca registrada deste personagem folclórico. Muito divertido e brincalhão, o saci passa todo tempo aprontando travessuras na matas e nas casas. Assusta viajantes, esconde objetos domésticos, emite ruídos, assusta cavalos e bois no pasto etc. Apesar das brincadeiras, não pratica atitudes com o objetivo de prejudicar alguém ou fazer o mal. Diz o mito que ele se desloca dentro de redemoinhos de vento, e para captura-lo é necessário jogar uma peneira sobre ele. Após o feito, deve-se tirar o gorro e prender o saci dentro de uma garrafa. Somente desta forma ele irá obedecer seu “proprietário”. Mas, de acordo com o mito, o saci não é voltado apenas para brincadeiras. Ele é um importante conhecedor das ervas da floresta, da fabricação de chás e medicamentos feitos com plantas. Ele controla e guarda os segredos e todos estes conhecimentos. Aqueles que penetram nas florestas em busca destas ervas, devem, de acordo com a mitologia, pedir sua autorização. Caso contrário, se transformará em mais uma vítima de suas travessuras. A crença neste personagem ainda é muito forte na região interior do Brasil. Em volta das fogueiras, os mais velhos contam suas experiências com o saci aos mais novos. Através da cultura oral, o mito vai se perpetuando. Porém, o personagem chegou aos grandes centros urbanos através da literatura, da televisão e das histórias em quadrinhos. Quem primeiro retratou o personagem, de forma brilhante na literatura infantil, foi o escritor Monteiro Lobato. Nas histórias do Sítio do Pica-Pau Amarelo, o saci aparece constantemente. Ele vive aprontando com os personagens do sítio. A lenda se espalhou por todo o Brasil quando as histórias de Monteiro Lobato ganharam as telas da televisão, transformando-se em seriado, transmitido nas décadas de 1970-80. O saci também aparece em várias momentos das histórias em quadrinhos do personagem Chico Bento, de Maurício de Souza. Dia do Saci 07:32 AM - 26/7/2009 - comments {0} - post comment
Lenda do Saci-Pererê
O que é Folclore Podemos definir o folclore como um conjunto de mitos e lendas que as pessoas passam de geração para geração. Muitos nascem da pura imaginação das pessoas, principalmente dos moradores das regiões do interior do Brasil. Muitas destas histórias foram criadas para passar mensagens importantes ou apenas para assustar as pessoas. O folclore pode ser dividido em lendas e mitos. Muitos deles deram origem à festas populares, que ocorrem pelos quatro cantos do país. As lendas são estórias contadas por pessoas e transmitidas oralmente através dos tempos. Misturam fatos reais e históricos com acontecimentos que são frutos da fantasia. As lendas procuraram dar explicação a acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. Algumas lendas, mitos e contos folclóricos do Brasil: Boitatá Boto Curupira Lobisomem Mãe-D'água Corpo-seco Pisadeira Mula-sem-cabeça Mãe-de-ouro Saci-Pererê Curiosidades: 07:00 AM - 26/7/2009 - comments {0} - post commentIndependencia do BrasilHistória da Independência do Brasil Era uma vez um principezinho que veio de uma terra muito distante chamado Portugal para morar no Brasil com sua família. Este príncipe era chamado de Pedrinho. Ele era um menino inteligente, corajoso e muito amoroso.O povo brasileiro gostava muito dele, por isso quanto sua família teve que regressar para Portugal com urgência, os brasileiros fizeram uma baixo-assinado e foram as ruas pedir que Pedro permanecesse aqui. O povo clamava: -Fica Pedro! - Fica Pedro! - Fica Pedro! -Fica Pedro! O príncipe vendo aquela multidão de brasileiros pedindo que ele ficasse, respondeu: - Se for para o bem de todos e felicidade geral da nação, eu fico. Os brasileiros ficaram super contente e comemoram sua primeira vitória: - Viva! Viva! Viva! Viva! O tempo passou e um dia a princesa Leopoldina recebeu uma carta do pai de Pedro, que era rei de Portugal. Ao ler a carta ela chamou seu conselheiro José Bonifácio e disse: - José, a corte portuguesa exige que Pedro volte imediatamente para Portugal. Naquele mesmo instante José Bonifácio teve uma idéia. - Alteza, escreva uma mensagem a vosso marido, peça que proclame a Independência do Brasil imediatamente. A princesa mais que depressa escreve uma carta e manda o mensageiro entregar a Pedro. -Vá rápido, encontre o príncipe Pedro e entregue esta carta a ele. O mensageiro encontrou o príncipe perto do Riacho Ipiranga, descansado com sua cavalaria. -Vossa alteza, eis uma mensagem da princesa Dona Leopoldina. Ao ler a mensagem Pedro diz aos soldados. -Soldados, a corte portuguesa quer nos escravizar. Laços fora, guerreiros! A partir de hoje não serviremos mais a Portugal. Ou o Brasil fica livre ou morremos por ele. Independência ou Morte! Todos os soldados gritaram em um só coro: -Independência! Independência! Independência! A partir daquele dia raiava a liberdade no horizonte do Brasil. Nosso país tinha ficado livre de Portugal. E hino brasileiro agora poderia ser cantado em todas as redondezas com mais força e garra.
07:00 AM - 26/7/2009 - comments {0} - post comment
Para trabalhar com a diferença entre as inúmeras formas de linguagem, podemos, inicialmente, comparar a linguagem verbal (que tem por unidade a palavra) e as linguagens não-verbais (que têm outros meios de expressão, como o gesto, o movimento, a imagem, a dança, a nota musical, o símbolo matemático, etc.) mostrando-as em atos concretos de comunicação:
10:35 AM - 24/7/2009 - comments {0} - post comment*AO PAPAI EU OFEREÇO*AO PAPAI EU OFEREÇO 10:44 AM - 20/7/2009 - comments {0} - post comment |
Perfil “Minha esperança é necessária, mas não é suficiente. Ela, só, não ganha a luta, mas sem ela a luta fraqueja e titubeia. Precisamos de esperança crítica, como o peixe necessita de água despoluída.” Home Perfil Arquivos Amigos Educar pra vida http://yahoo.com.br http://Km30.no.comunidades.net http://www.cursosgratis24horas.com.br/ pascoa http://caldeiraodamari http://@puccalorana http://marasousa30 http://Km30.no.comunidades.net http://buzzero.com http://inglesgratis Últimos Posts - metodologia para o ensino de línguas - Biomas litorâneos - Estatuto do PT ( Partido dos trabalhadores) - Presidente do nosso PT Ba - DEUS CONSTROI |
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