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Brasil das armas
06:41 PM, 1/1/2012
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Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR8) é uma organização política de ideologiasocialista que participou da luta armada contra a ditadura militar brasileira e tinha como objetivo a instalação de um Estadosocialista no Brasil. Surgida em 1964 no meio universitário da cidade de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, com o nome de Dissidência do Rio de Janeiro (DI-RJ)[1] foi depois rebatizada em memória à data da morte de Ernesto "Che" Guevara, na Bolívia, em 8 de outubro de 1967. HistóriaResultado de uma cisão de universitários com o Partido Comunista Brasileiro, a DI-RJ (a partir de 1967, MR-8) atuou em várias ações do movimento estudantil e do início da luta armada, em 1968. Desarticulada pela repressão do regime militar no início de 1969, seus sobreviventes ainda em liberdade juntaram-se aos integrantes da Dissidência Comunista da Guanabara (DI-GB), atuante desde 1966 nas manifestações políticas sob a liderança de Vladimir Palmeira, e juntas, reconstituíram um "novo" MR-8.[1] A organização, então já atuando como um grupo de guerrilha urbana, tornou-se nacional e internacionalmente conhecida com seu papel preponderante no sequestro do embaixador norte-americano no Brasil, Charles Burke Elbrick, em setembro de 1969, realizado em conjunto com a Aliança Libertadora Nacional (ALN), de São Paulo. A ação foi realizada, em princípio, para libertar seu líder, Vladimir Palmeira, preso desde o ano anterior, e fazer propaganda política, chamando a atenção internacional para o estado de exceção que ocorria no Brasil.[1] Foi para fins deste sequestro que a organização rebatizou-se como MR-8, de maneira a desmoralizar e confundir o regime militar, que meses antes havia anunciado publicamente a destruição do grupo (no caso, era a Dissidência de Niterói. Oito de Outubro era o nome de um jornal publicado por esta organização).[1] No rastro do sequestro do embaixador, os integrantes do grupo foram duramente perseguidos e reprimidos, resultando na morte e prisão de muitos militantes, que levou à quase extinção da organização. Mesmo assim, nos anos seguintes, as operações armadas do MR-8, com roubos, assaltos a bancos e supermercados, prosseguiram no Rio. No MR-8 militava Iara Iavelberg, então companheira do ex-capitão Carlos Lamarca e em 1971, com a quase completa desmantelação da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), da qual ele era um dos dirigentes, o MR-8 passou a contar com a militância do líder guerrilheiro. Em setembro daquele ano, porém,, Lamarca foi morto, no interior da Bahia,[2], seguindo-se à morte de Iara em Salvador, pouco menos de um mês antes.[3] A maioria dos militantes se retirou para o Chile em 1972, sendo o grupo reestruturado posteriormente com outras orientações.[1] A preferência por ações armadas deu lugar à atuação política, e o MR8 foi abrigado no MDB, tendo Orestes Quercia como principal liderança. O grupo passa a editar o periódico Hora do Povo.[4] Além de Carlos Lamarca e Iara Iavelberg, militaram no MR-8 Fernando Gabeira, Franklin Martins, Cid Benjamin, Cláudio Torres da Silva, Vera Silvia Magalhães, (todos participantes do sequestro de Elbrick), César Benjamin, Stuart Angel Jones, Daniel Aarão Reis Filho, Miguel Ferreira da Costa, João Lopes de melo Sobrinho(O pavão)João Lopes Salgado, Reinaldo Silveira Pimenta, Félix Escobar Sobrinho, Marilene Villas-Boas Pinto, Lucas Gregorio, Márcia Ferreira da Costa, Franklin de Matos, entre outros, vários deles mortos durante a luta contra a ditadura e alguns ainda vivos. O MR8 continua atuando até os dias de hoje, junto a diversas organizações políticas, como corrente no PMDB, sindicais (inicialmente na CGT, atualmente na CGTB; e estudantis, tendo seus militantes participado de diversas diretorias da UNE. O seu braço juvenil é a Juventude Revolucionária Oito de Outubro (JR-8). Atualmente, organiza-se como o Partido Pátria Livre. IdeologiaO projeto político do MR8 tinha semelhança com as idéias da ALN e do PCBR. Diferenciava-se por, ao contrário da ALN, defender a necessidade da construção de um novo partido marxista e, numa crítica ao programa do PCB, indicar que o chamado "caráter da revolução" no Brasil deveria ser visto como "socialista", e não "democrático-burguês" ou de "libertação nacional". Os objetivos eram chamar a atenção dos meios de comunicação e provocar a libertação de militantes presos.[
Guerrilha do Araguaia foi um movimento guerrilheiro existente na região amazônica brasileira, ao longo do rio Araguaia, entre fins da década de 1960 e a primeira metade da década de 1970. Criada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), uma dissidência armada do Partido Comunista Brasileiro (PCB), tinha por objetivo fomentar uma revolução socialista, a ser iniciada no campo, baseada nas experiências vitoriosas da Revolução Cubana e da Revolução Chinesa. Combatida pelo Exército a partir de 1972, quando vários de seus integrantes já haviam se estabelecido na região há pelo menos seis anos, o palco das operações de combate entre a guerrilha e o Exército se deu onde os estados de Goiás, Pará e Maranhão faziam divisa. Seu nome vem do fato de se localizar às margens do rio Araguaia, próximo às cidades de São Geraldo do Araguaia e Marabá no Pará e de Xambioá, no norte de Goiás (região onde atualmente é o norte do estado de Tocantins, também denominada como Bico do Papagaio).[1] Estima-se que o movimento, que pretendia derrubar o governo militar, tomar o poder, fomentando um levante da população, primeiro rural e depois urbana, e instalar um governo comunista no Brasil como havia sido feito em Cuba e na China[2], era composto por cerca de oitenta guerrilheiros sendo que, destes, menos de vinte sobreviveram, entre eles, o ex-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), José Genoíno, que foi detido pelo Exército em 1972, ainda na primeira fase das operações militares. A grande maioria dos combatentes, formada principalmente por ex-estudantes universitários e profissionais liberais, foi morta em combate na selva ou executada após sua prisão pelos militares, durante as operações finais, em 1973 e 1974.[1] Mais de cinquenta deles são considerados ainda hoje como desaparecidos políticos.[3] Desconhecida do restante do país à época em que ocorreu, protegida por uma cortina de silêncio e censura a que o movimento e as operações militares contra ela foram submetidos, os detalhes sobre a guerrilha só começaram a aparecer cerca de vinte anos após sua extinção pelas Forças Armadas, já no período de redemocratização.
uruguai tupamaro
06:34 PM, 1/1/2012
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O Movimento de Liberação Nacional - Tupamaros (MLN-T), ou simplesmente Tupamaros, foi uma organização de guerrilha urbana uruguaia, que operou nas décadas de 1960 e 1970, durante a ditadura civil-militar no Uruguai (1973-1985). O nome deriva da expressão pejorativa dos espanhóis, quando da dominação da Coroa Espanhola, para os seus insurgentes, ou mais provavelmente provem de Tupac Amaru I, cujo nome e história inspiraram o movimento revolucionário Tupamaro. Morto em 24 de setembro de 1572), foi o último líder indígena do povo inca da época da conquista espanhola, filho de Manco Inca Yupanqui (também conhecido como Manco Capac II), foi feito sacerdote e guardião do corpo de seu pai. Depois de seu meio irmão, o Inca Titu Cusi, morrer em 1570, Tupac Amaru assumiu o título de supa inca, na época em que o Império Inca já havia perdido a capital Cuzco e resumia-se apenas à região de Vilcabamba, dezenas de quilômetros ao norte de Cuzco.. Os tupamaros começaram com assaltos a bancos, clubes de armas e outros negócios, no início dos anos 1960. Costumavam distribuir comida e dinheiro roubados aos pobres em Montevideu. No final dos anos 1960, envolveram-se em sequestros políticos, "propaganda armada" e assassinatos. Em resposta, as Forças Armadas uruguaias lançaram uma campanha sangrenta de prisões em massa e "desaparecimentos", dispersando os guerrilheiros, muitos dos quais foram presos ou mortos. Apesar da ameaça diminuída, o presidente Juan María Bordaberry liderou um golpe de estado em 27 de junho de 1973, tornando-se de facto um ditador. Dissolveu o Parlamento - substituindo-o por um Conselho de Estado designado pelo Poder Executivo-, extinguiu organizações sociais e partidos políticos, suprimindo as liberdades civis. Os militares começaram, então, a ocupar cargos de responsabilidade no governo, segundo o que se chamou "processo cívico militar", ocorrendo um acirramento da repressão contra a população e as organizações de esquerda. Em 1975, Bordaberry propôs aos militares impor um novo sistema constitucional de inspiração fascista e franquista, eliminando definitivamente todos os partidos políticos e suprimindo direitos. Em 1976 as Forças Armadas substituíram Bordaberry pelo então presidente do Conselho de Estado, Alberto Demicheli.[1] Os Tupamaros retornaram à vida pública como um partido legal após a restauração da democracia no Uruguai, em 1985. Atualmente, o partido compreende o maior grupo da coalizão governamental Frente Amplio. Após a vitória eleitoral de 31 de outubro de 2004, dois antigos tupamaros, José Mujica e Nora Castro, tornaram-se presidentes das duas Câmaras do Congresso. Em 2009, Mujica foi eleito presidente da república. Existe uma saída pra qualquer problema, o seu enfrentamento de imediato para em um certo momento superar. As lições foram muitas e significativas, estas lutas em forma de guerrilha não são mecanismos novos de enfrentamento e derrubada do poder. A china abril o caminho com sua grande revolução triunfando nos campos chineses e nas cidades, anos antes a revolução ruça de 1905/17, mostravam o caminho que os países menos desenvolvidos, que se mostravam acuados perante os acontecimentos do mundo, viram na luta armada sua forma primordial de libertação do domínio. Os dias continuam sendo de luta, a historia continua sendo escrita, os mecanismos que utilizaremos são outros nestes primeiros momentos, que se mostram árduos na construção da base para a retomada da direção do desenvolvimento dos povos da America Latina, que ainda se encontra nas mãos das oligarquias controlada por washimton e seus interesses. Chute no Saco
06:19 PM, 1/1/2012
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Chegou em toda a parte o conhecimento, chegou em toda parte toda forma de informação, estamos vivenciando países desenvolvidos com problemas financeiros, éticos e morais, de crianças que não sabem viver sem seu interesse, sem sua ganância.O consumismo doentio gera a crise, quem sobrevive a crise são aqueles que merecem permanecer nela, assim a economia da crise capitalista torna o estilo de vida de alguns, mero fetiche do turbilhão de informações das novas revoluções industriais, informática, tecnológica e farmacêutica, vão criando as felicidades desta grande pequena burguesia que ocupa o ócio das rotinas das grandes cidades. Alguns países mais desenvolvidos como o Brasil, não conseguem oferecer para a juventude se quer as condições essenciais para o seu desenvolvimento, não existe políticas macro, com cada micro poder esta submetido a um poder maior sem ligação nenhuma, é na verdade a falta de legitimidade, quem governa não governa para as cidades, quanto menos para os municípios, mas sim para a sua região de interesse, onde seus projetos acontecem assim se formam núcleos paralelos de poderes, corruptos, mafiosos sem interesse nenhum com os interesses da população. É preciso varrer da mente do ser humano como os chineses fizeram em sua revolução cultural, o pensamento imperialista de que um pais controla economicamente outro, tirando o direito da soberania nacional, tirando o direito de um pais usufruir de suas riquezas naturais. Os povos que são impedidos de ter acesso as novas tecnologias, o avanço da medicina, são na verdade aqueles que trabalham para manter vivo alguma esperança, do filho passar no vestibular, ou trabalhar para o governo, podendo estabilizar sua vida. É preciso acabar com esse sonho!
el sandeiro luminoso, me persigue sin reposo
03:47 PM, 1/1/2012
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Columpiándome en mi hamaca
Sandeiro Luminoso
06:18 AM, 1/1/2012
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O Sendero Luminoso (é uma organização de inspiração maoista fundada na decada de 1960 pelos corpos discentes e docentes de universidades do Peru (especialmente da província de Ayacucho). Abimael Guzmán (professor de Filosofia da Universidade Nacional de San Cristóbal de Huamanga) é considerado seu fundador por excelência, e adota o codinome Presidente Gonzalo. A guerrilha foi quase considerada extinta no final da década de 1990, mas reapareceu na primeira década do século XXI. O Sendero Luminoso é considerado o maior movimento terrorista do Peru, e está entre os dois maiores grupos de ação da América do Sul (ao lado das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, FARC). O seu nome oficial é Partido Comunista do Peru (PCP), porém o nome Sendero Luminoso é mais popular por diferenciar o grupo dos diversos partidos comunistas no Peru. O seu objetivo era o de superar as instituições burguesas peruanas por meio de um regime revolucionário e comunista de base camponesa, utilizando-se do conceito maoísta de Nova Democracia. Desde a captura de seu líder, Abimael Guzmán em 12 de setembro de 1992, o Sendero Luminoso teve apenas atuações esporádicas. A ideologia e as táticas do Sendero Luminoso influenciaram outros grupos insurgentes de caráter maoísta como o Partido Comunista do Nepal e outras organizações relacionadas ao movimento revolucionário internacional. Após a prisão de Guzmán, vários líderes do Sendero também foram detidos nos anos seguintes, o que diminuiu bastante as atividades do grupo. Estas incluem principalmente ataques com bombas, além de assassinatos e possivelmente envolvimento com o comércio de pasta de coca. Digladiaram-se com os militares peruanos e grupos paramilitares supostamente treinados pelo Estados Unidos, os Sinchis. Além disso, opõe-se a outra grande força revolucionária do Peru, o Movimento Revolucionário Túpac Amaru. Estima-se que o Sendero Luminoso teve cerca de dois mil guerrilheiros, e um grande número de membros em outras funções. O grupo foi responsável pela morte de aproximadamente 31.000 pessoas, entre civis, camponeses, militares e militantes de esquerda rivais. O Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN), em espanhol Ejército Zapatista de Liberación Nacional, é uma organização armada mexicana de caráter político-militar e composição de maioria indígena. Sua inspiração política principal é o anarcossindicalismo, corrente principal de Zapata e Magón e sua estratégia militar é a guerrilha. Seu objetivo é "subverter a ordem para fazer a revolução socialista e criar uma sociedade mais justa"(indigenismo).[1] Foi a público no estado mexicano de Chiapas em 1 de janeiro de 1994, quando um grupo de indígenas encapuzados e armados atacaram e ocuparam várias cabeceras municipais no mesmo dia em que entrava em vigor o Tratado de Livre Comércio da América do Norte, durante o governo de Carlos Salinas de Gortari, desestabilizando o sistema político mexicano e questionando suas promessas de modernidade. Seu objetivo era derrubar o presidente eleito democraticamente e a implantação de um governo socialista no México, fazendo alusão ao estilo de Cuba, Vietnã ou Angola. Após o fracasso militar de sua revolução, decidiu empreender uma atividade política, mantendo as armas e um caráter de guerrilha de esquerda radical. Seu comando tem por nome Comité Clandestino Revolucionário Indígena - Comando Geral (CCRI-CG) do EZLN.[2] Atualmente sobrevive em algumas comunidades de Chiapas, frente à indiferença do governo mexicano e sustentando-se por meio do turismo, da população indígena local e com apoio financeiro estrangeiro.
Sandinismo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Sandinismo é um movimento político que teve por finalidade a derrubada da família Somoza do governo da Nicarágua. Durante o século XIX e começo do século XX, a Nicarágua passou por diversas invasões de tropas norte-americanas, dentro da política do Big Stick. A partir dos anos 30, o poder ficou com a família Somoza, proprietária de quase metade dos bens do país. Nos anos 70, grupos guerrilheiros de várias tendências políticas formaram a Frente Sandinista. Em 1979, a Revolução Sandinista saiu vitoriosa. Augusto César Sandino formou um exército de camponeses para combater os latifundiários e a intervenção militar dos EUA em seu país - de 1927 a 1933. Foi traído pelo ditador Anastasio Somoza (pai) e assassinado em 1934. Nos anos 70, os guerrilheiros que combatiam Anastasio Somoza (filho) assumiram o nome de sandinistas por se considerarem parte do movimento de luta popular iniciado por Sandino quarenta anos antes. Formaram a FSLN (Frente Sandinista de Libertação Nacional), que unia comunistas, social-democratas e liberais radicais.
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