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Tenho Um Deus Que Nunca Falha

Contra - Capa

10:29 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Contra - Capa

Serve para proteger a última folha do trabalho, é opcional e permanece em branco.

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.



Glossário

10:28 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Glossário

Palavras Utilizadas em Pesquisas

Agradecimento: É a manifestação de gratidão do autor da pesquisa às pessoas que colaboraram no seu trabalho. Deve ter a característica de ser curto e objetivo.

Amostra: É uma parcela significativa do universo pesquisado ou de coleta de dados.

Análise: É o trabalho de avaliação dos dados recolhidos. Sem ela não há relatório de pesquisa.

Anexo: É uma parte opcional de um relatório de pesquisa. Nele deve constar o material que contribui para melhor esclarecer o texto do relatório de pesquisa.

Apêndice: O mesmo que Anexo.

Bibliografia: É a lista de obras utilizadas ou sugeridas pelo autor do trabalho de pesquisa.

Capa: Serve para proteger o trabalho e dela deve constar o nome do autor, o título do trabalho e a instituição onde a pesquisa foi realizada.

Capítulo: É uma das partes da divisão do relatório de pesquisa. Lembrando que o primeiro capítulo será a Introdução e o último as Conclusões do autor. Entre eles o texto da pesquisa.

Ciência: É um conjunto organizado de conhecimentos relativos a um determinado objeto conquistados através de métodos próprios de coleta de informação.

Citação: É quando se transcreve ou se refere o que um outro autor escreveu.

Coleta de Dados: É a fase da pesquisa em que se reúnem dados através de técnicas específicas.

Conclusão: É a parte final do trabalho onde o autor se coloca com liberdade científica, avaliando os resultados obtidos, propondo soluções e aplicações práticas.

Conhecimento Científico: É o conhecimento racional, sistemático, exato e verificável da realidade. Sua origem está nos procedimentos de verificação baseados na metodologia científica. Podemos então dizer que o Conhecimento Científico:

"É racional e objetivo. Atém-se aos fatos. Transcende aos fatos. É analítico. Requer exatidão e clareza. É comunicável. É verificável. Depende de investigação metódica. Busca e aplica leis. É explicativo. Pode fazer predições. É aberto. É útil" (Galliano, 1979: 24-30).

Conhecimento Empírico (ou conhecimento vulgar): É o conhecimento obtido ao acaso, após inúmeras tentativas, ou seja, o conhecimento adquirido através de ações não planejadas.

Conhecimento Filosófico: É fruto do raciocínio e da reflexão humana. É o conhecimento especulativo sobre fenômenos, gerando conceitos subjetivos. Busca dar sentido aos fenômenos gerais do universo, ultrapassando os limites formais da ciência.

Conhecimento Teológico: Conhecimento revelado pela fé divina ou crença religiosa. Não pode, por sua origem, ser confirmado ou negado. Depende da formação moral e das crenças de cada indivíduo.

Corpo do Texto: É o desenvolvimento do tema pesquisado, dividido em partes, capítulos ou itens, excluindo-se a Introdução e a Conclusão.

Dedicatória: Parte opcional que abre o trabalho homenageando afetivamente algum indivíduo, grupos de pessoas ou outras instâncias.

Entrevista: É um instrumento de pesquisa utilizado na fase de coleta de dados.

Experimento: Situação provocada com o objetivo de observar a reação de determinado fenômeno.

Fichamento: São as anotações de coletas de dados registradas em fichas para posterior consulta.

Folha de Rosto: É a folha seguinte a capa e deve conter as mesmas informações contidas na Capa e as informações essenciais da origem do trabalho.

Glossário: São as palavras de uso restrito ao trabalho de pesquisa ou pouco conhecidas pelo virtual leitor, acompanhadas de definição.

Gráfico: É a representação gráfica das escalas quantitativas recolhidas durante o trabalho de pesquisa.

Hipótese: É a suposição de uma resposta para o problema formulado em relação ao tema. A Hipótese pode ser confirmada ou negada. Índice (ou Índice Remissivo): É uma lista que pode ser de assuntos, de nomes de pessoas citadas, com a indicação da(s) página(s) no texto onde aparecem. Alguns autores referem-se a Índice como o mesmo que Sumário e Índice como Índice Remissivo. Instrumento de Pesquisa: Material utilizado pelo pesquisador para colher dados para a pesquisa.

Introdução: É o primeiro capítulo de um relatório de pesquisa, onde o pesquisador irá apresentar, em linhas gerais, o que o leitor encontrará no corpo do texto. Por isso, apesar do nome Introdução, é a última parte a ser escrita pelo autor.

Método: A palavra método deriva do grego e quer dizer caminho. Método então, no nosso caso, é a ordenação de um conjunto de etapas a serem cumprias no estudo de uma ciência, na busca de uma verdade ou para se chegar a um determinado fim.

Metodologia: "Methodo" significa caminho; "logia" significa estudo. É o estudo dos caminhos a serem seguidos para se fazer ciência.

Monografia: É um estudo científico, com tratamento escrito individual, de um tema bem determinado e limitado, que venha contribuir com relevância à; ciência.

Pesquisa: É a ação metódica para se buscar uma resposta; busca; investigação.

Problema: É o marco referencial inicial de uma pesquisa. É a dúvida inicial que lança o pesquisador ao seu trabalho de pesquisa.

Resenha: É uma descrição minuciosa de um livro, de um capítulo de um livro ou de parte deste livro, de um artigo, de uma apostila ou qualquer outro documento.

Técnica: É a forma mais segura e ágil para se cumprir algum tipo de atividade, utilizando-se de um instrumental apropriado.

Teoria: "É um conjunto de princípios e definições que servem para dar organização lógica a aspectos selecionados da realidade empírica. As proposições de uma teoria são consideradas leis se já foram suficientemente comprovadas e hipóteses se constituem ainda problema de investigação" (Goldenberg, 1998: 106-107)

Tópico: É a subdivisão do assunto ou do tema.

Universo: É o conjunto de fenômenos a serem trabalhados, definido como critério global da pesquisa.

PALAVRAS OU EXPRESSÕES LATINAS UTILIZADAS EM PESQUISA

apud: Significa "citado por". Nas citações é utilizada para informar que o que foi transcrito de uma obra de um determinado autor na verdade pertence a um outro.

Ex.: (Napoleão apud Loi) ou seja, Napoleão "citado por" Loi et al. (et alli): Significa "e outros". Utilizado quando a obra foi executada por muitos autores.

Ex.: Numa obra escrita por Helena Schirm, Maria Cecília Rubinger de Ottoni e Rosana Velloso Montanari escreve-se: SCHIRM, Helena et al.

ibid ou ibdem: Significa "na mesma obra".

idem ou id: Significa "igual a anterior".

in: Significa "em".

ipsis litteris: Significa "pelas mesmas letras", "literalmente". Utiliza-se para expressar que o texto foi transcrito com fidelidade, mesmo que possa parecer estranho ou esteja reconhecidamente escrita com erros de linguagem.

ipsis verbis: Significa "pelas mesmas palavras", "textualmente". Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou sic. opus citatum ou op.cit.: Significa "obra citada"

passim: Significa "aqui e ali". É utilizada quando a citação se repete em mais de um trecho da obra.

sic: Significa "assim". Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou ipsis verbis.

supra: Significa "acima", referindo-se a nota imediatamente anterior.

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.



Referências Bibliográficas

10:27 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Referências Bibliográficas

Trata-se da relação das obras consultadas e mencionadas no trabalho. Deve seguir a NBR 6023/agosto/2000.

Modelo de Referências Bibliográficas

Livros

ANTUNES, Maria Thereza P. Capital intelectual. São Paulo: Atlas, 2000. BERNARDES, Cyro; MARCONDES, Reynaldo C.. Teoria Geral da administração. 3. ed.. São Paulo : Saraiva , 2002.

Dissertações e Teses

ÁVILA, Ricardo T. A pressão pela redução de preços nos novos produtos das autopeças e a inovação em automações industriais. 2001, 198 p. Dissertação (Mestrado em Administração de Empresas). Programa de Pós- Graduação em Administração de Empresas, Universidade Presbiteriana Mackenzie. São Paulo. MOORI, Roberto G. Um modelo de procedimento para a avaliação da produtividade na administração dos materiais. 1993. 152p. Tese (Doutorado em Engenharia). Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.São Paulo.

Dicionários

DINIZ, Maria Helena. Dicionário jurídico. São Paulo: Saraiva, 1998.

Catálogos

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE. Catálogo de dissertações e teses: resumos, 1999. São Paulo, 2000. 218 p. HEWLETT-PACKARD. Test & measurement catalog 1998. Englewood: Hewlett-Packard Press, 1999. 668 p.

Congressos, Seminários, Encontros

HANASHIRO,Darcy M. M; TEIXEIRA, Maria Luisa Mendes . Os papéis desempenhados pelos profissionais de recursos humanos contribuem para a vantagem competitiva sustentável? In: ENANPAD 2001. Campinas- São Paulo. Anais dos Resumos dos trabalhos. Hotel Royal, 2001. 312 p.

Periódicos

Revista Científica considerada no todo (coleção) REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO MACKENZIE. São Paulo: Ed. Mackenzie, 2001 -. Semestral. ISSN 1518-6776

Artigos de revista Científica

NASSIF, Vânia M. J.; HANASHIRO, Darcy.M.M. A competitividade das universidade particulares à luz de uma visão baseada em recursos. Revista de Administração Mackenzie, São Paulo, ano 3, n.1, p.97-114, 2001. HU, Osvaldo R. T.; RAUNHEITTE, Luís Tadeu. M. Padrão JPEG de compactação de imagens. Revista Mackenzie de Engenharia e Computação, São Paulo, v. 1, n. 1, p. 139- 152, jul./dez. 2000.

Artigo de Jornal

FONSECA, Roberto. Gabinete “paga” campanha de vereador. Jornal da Tarde, São Paulo, 9 maio 2001. Cidade, Caderno A, p.12. Parte de livros e artigos ROMANO, Giovanni. Imagens da juventude na era moderna. In: LEVI, G. ; SCHIMIDT, J. (Org.). História dos jovens 2. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. P.7-16. Artigo e matéria de Revistas e Boletins AS 500 maiores empresas do Brasil. Conjuntura Econômica, Rio de Janeiro, v. 38, n.9, set. 1984. Edição especial.

Parte de Revistas e Boletins

DINHEIRO: revista semanal de negócios. São Paulo: Ed. Três, n. 148, 28 jun. 2000. 98p. 18 Artigo de reportagem e resenhas LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p.3, 25 abr. 1999.

Legislação

BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginalia, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. P.16.

Código

BRASIL. Código civil. Coordenação de Maurício Antonio Ribeiro Lopes. 6. Ed. Sâo Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2001.

Decreto

BRASIL.Decreto n.º3.704, de 27 de dezembro de 2000. Altera a Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM) e as alíquotas do imposto de importação dos produtos que menciona, e dá outras providências. LEX – Coletânea de Legislação e Jurisprudência: Legislação Federal e Marginalia. São Paulo, v. 65, 2001.

Mapa

Sistema cartográfico metropolitano da Grande São Paulo: levantamento aerofotogramétrico: Consolação. São Paulo: Emplasa, [1972?]. 1 mapa, 64 x 84 cm. Escala 1:2000. Projeção transversa de Mercator, Meridiano Central 45º

Microficha

MARTENE, Edmond. Veterum scriptorum et monumentorum historicorum. [S.l: s.n.], [1729?]. v. 6. Microficha. MORSAN, George Campell. God’s last word to man: studies in hebrews. London, Morsan & Scott, Ltda.. [1992-1996?]. Microficha.

Meios Eletrônicos

Banco de Dados

PROQUEST: banco de dados. Disponível em : . Acesso em: 03 abr. 2001.

Lista de Discussão

BIBLIOTECAS Universitárias. Lista mantida pela FEBAB, Brasil. Disponível em: BIBUNIVERSITARIAS@E-GROUPS.COM. Acesso em 03 abr.2001.

Home Page Institucional

DIRETÓRIO Acadêmico Eugênio Gudin (DAEG). Desenvolvido pelo Diretório Acadêmico da Faculdade de Ciências Econômicas, Contábeis e Administrativas da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Apresenta informações acadêmicas dos cursos da universidade. Disponível em: . Acesso em: 03 abr. 2001.

Arquivo em Disquete

PETROBRÁS. Informe Técnico. Rio de Janeiro, ago.1999.1 disquete, 31/2. Windows 98.

E-mail ASCOLI, Raymond. Base de dados FIS. Mensagem recebida por biblio.fceca@mackenzie.br em 08 mar.2001.

Artigo de Revista em Meio Eletrônico

NELIO. Brazil reforms cut planning opportunities. International Tax Review, London, Nov.1999. Disponível em: Acesso em : 9 maio 2001.

Livros/Monografias no todo

KOOGAN, André; HOUAISS, Antonio (Ed.). Enciclopédio e dicionário digital 98. Direção geral de André Koogan Breikman. São Paulo: Delta: Estadão, 1998. 5CD-ROM.

Partes de Livros/Monografias

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Tratados e organizações ambientais em matéria de meio ambiente. In: ________. Entendendo o meio ambiente. São Paulo, 1999. V. 1. Disponível em: http://www.bdt.org.br/sma/entendendo/atual.htm. Acesso em:8 mar. 1999.

Consultas Online

ALVES, Castro. Navio Negreiro. [S.I.]: Virtual Books, 2000. Disponível em: http://www.terra.com.br/virtualbooks/freebook/port/Lport2/navionegreiro.htm . Acesso em: 10 jan.2002, 16:30:30

Revista e Boletim

SILVA, M. M. L. Crimes da era digital..Net, Rio de Janeiro, nov.1998. Secão Ponto de Vista. Disponível em: http://www.brazilnet.com.br/contexts/brasilrevistas.htm. Acesso em: 28 nov.1998.

Artigo e matéria de jornal

SILVA, Ives Gandra da. Pena de morte para o nascituro.O Estado de São Paulo, São Paulo, 19 set. 1998. Disponível em: http:///www.providafaília.org/pena_morte_nascituro.htm. Acesso em: 19 set.1998.

Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais...Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

Documento cartográfico

PERCENTAGEM de imigrantes em São Paulo, 1920. 1 mapa, color. Escala indeterminável. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

OBSERVAÇÃO

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.



Texto: Anexos e Apêndices

10:26 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Texto: Anexos e Apêndices

ANEXOS OU APÊNDICES é todo material suplementar de sustentação ao texto (itens do questionário aplicado, roteiro de entrevista ou observação, uma lei discutida no corpo do texto etc).

OBSERVAÇÃO

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.



Texto: Conclusão

10:25 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Texto: Conclusão

A CONCLUSÃO é a parte final do texto, na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos do trabalho. É o fecho do trabalho. Recapitulam-se sinteticamente os resultados do trabalho elaborado.
As principais características de uma conclusão são: essencialidade, brevidade e personalidade.
Este é o momento em que o autor do trabalho se posiciona, faz crítica, apresenta as suas contribuições e traz sua marca pessoal.
Contribui com um novo conhecimento ou reformula conhecimentos existentes. (NBR 14724-01 p.4)

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.



Texto: Desenvolvimento

10:23 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Texto: Desenvolvimento

O item DESENVOLVIMENTO agrega: Referencial Teórico e Procedimentos Metodológicos (em casos de pesquisa de campo, considerar - Resultados e Análise de Dados).

Cada um destes itens deve iniciar uma página. É a parte principal do texto, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Independente do assunto abordado nos trabalhos acadêmicos é importante que os alunos sejam orientados para buscarem um referencial teórico, definirem o procedimento metodológico a ser desenvolvido no trabalho e que o mesmo tenha resultados.

Estes resultados muitas vezes não advêm de pesquisa de campo, mas de um levantamento bibliográfico. Com base nestes itens, aprender a analisar os resultados, argumentando e dando encaminhamento para a conclusão do trabalho.

Desenvolvimento do Texto

O corpo do trabalho é onde o tema é discutido pelo autor

As hipóteses a serem testadas devem ser claras e objetivas.

Devem ser apresentados os objetivos do trabalho.

A revisão de literatura deve resumir as obras já trabalhadas sobre o mesmo assunto.

Deve-se mencionar a importância do trabalho, justificando sua imperiosa necessidade de se realizar tal empreendimento.

Deve ser bem explicada toda a metodologia adotada para se chegar às conclusões.

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.



Texto: Introdução

10:22 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Texto: Introdução

A INTRODUÇÃO é a parte inicial do texto, abrindo o trabalho propriamente dito. A justificativa, por sua vez, deve descrever a relevância do tema e o porquê de sua escolha, abordando as contribuições acadêmicas e aplicadas. Para Salomon (2001), é a defesa de projeto, a exposição de interesses envolvidos: os teóricos, os pessoais e os da equipe de pesquisadores. Deve constar o tema tratado, justificativa, problema de pesquisa, objetivos e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho. Não apresenta indicação numérica por se tratar de texto introdutório ao trabalho.
(NBR6024-89, p.2 e NBR 14724-01 p.4).

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.



Sumário

10:21 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Sumário

O SUMÁRIO oferece ao leitor uma visão global do estudo realizado. Inclui todos os títulos principais e suas subdivisões, que recebem numeração própria. Seus elementos deverão ser devidamente alinhados entre si, sempre obedecendo à margem esquerda. Digitado em negrito, a coluna de numeração deverá ser sempre alinhada obedecendo à margem direita. Os números deverão ser ligados à última palavra dos respectivos títulos por uma linha de pontos. O tamanho das letras, pontilhados e números receberão tamanhos de letras distintos, conforme especificações indicadas na Figura. Não constam no sumário: folha de rosto, folha de epígrafe, dedicatórias ou agradecimentos.

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.



Agradecimentos

10:20 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Agradecimentos

Os AGRADECIMENTOS não obedecem às normas nem têm caráter científico. Mas devem obedecer ao bom senso. Procure redigir de forma explícita o agradecimento a todas as pessoas que ajudaram você em seu trabalho. Inicie agradecendo a seu orientador, não se esquecendo de referir-se a quem emprestou material para a pesquisa, assim como àqueles que participaram da coleta de dados. O estilo deve ser objetivo, uma vez que se trata de um trabalho acadêmico, não devendo misturar os agradecimentos profissionais com as questões pessoais

DEVE CONTER

Agradeço...

(tamanho12 – negrito – podendo ser itálico alinhado a 3 tab (3,75 cm) da margem esquerda e 1 cm da margem direita – espaçamento simples digitado acima da margem inferior – sem aspas

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.



Dedicatória

10:13 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Dedicatória

Tem a finalidade de se dedicar o trabalho a alguém,
como uma homenagem de gratidão especial.

DEVE CONTER

(tamanho12 – negrito – podendo ser itálico alinhado a 3 tab (3,75 cm) da margem esquerda e 1 cm da margem direita – espaçamento simples digitado acima da margem inferior – sem aspas

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.



Folha de Aprovação

10:12 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Folha de Aprovação

DEVE CONTER

Nome do Autor

TÍTULO

Objetivo

NOME DA INSTITUIÇÃO

Curso
Área de Concentração

Data de aprovação: __ de _____ de 20__


Nome do Professor
_______________________
Titulação


Nome do Professor
_______________________
Titulação


Nome do Professor
_______________________
Titulação

 

Nome do autor

Título (e subtítulo, se houver) do trabalho

Natureza

Objetivos

Nome da instituição

Área de concentração

Data da aprovação

Nome, titulação, assinatura dos componentes da banca e as instituições a que fazem parte.

Modelo de uma Folha de Aprovação


Folha de Rosto

10:10 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Folha de Rosto

DEVE CONTER


Modelo de uma Folha de Rosto

As mesmas informações contidas na Capa:

Nome do autor
(margem superior, fonte 14)


Título do trabalho
(fonte 16, maiúsculo, negrito, centralizado)

As informações essenciais da origem do trabalho:
-Instituição onde o trabalho foi executado
(fonte 14, só as primeiras letras maiúsculas, negrito, centralizada)

Cidade e ano de conclusão do trabalho
(fonte 14, negrito, maiúsculo e minúsculo, centralizado)

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.



Estrutura de um Trabalho Academico Capa

10:09 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Capa

DEVE CONTER


Modelo de uma Capa

Nome do autor
(margem superior, fonte 14)

Título do trabalho
(fonte 16, maiúsculo, negrito, centralizado)

Instituição onde o trabalho foi executado
(fonte 14, só as primeiras letras maiúsculas, negrito, centralizada)

Cidade e ano de conclusão do trabalho
(fonte 14, negrito, maiúsculo e minúsculo, centralizado)

 

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida



Trabalho de Conclusão de Curso - TCC

10:06 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Trabalho de Conclusão de Curso - TCC

O que é o TCC?

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é o resultado do esforço de síntese, realizado pelo aluno, para articular os conhecimentos teóricos adquiridos ao longo do curso com o processo de investigação e reflexão acerca de um tema de seu interesse. O TCC pode ser feito individualmente ou em grupo, sob orientação de um professor responsável.

Quando o aluno começa a realizar o TCC?

O TCC é realizado no último ano do curso, em duas etapas:

No 5° semestre: elaboração do projeto de pesquisa (como exigência da disciplina "Seminários de Pesquisa I);
No 6° semestre: desenvolvimento da pesquisa - bibliográfica ou de campo - e redação final do trabalho (como exigência da disciplina "Seminários de Pesquisa II).
Obs: O TCC é um dos resultados acadêmicos desenvolvidos no eixo curricular de "prática e pesquisa em educação", cujos fundamentos iniciais são trabalhados na disciplina de Metodologia Científica.

Por que a apresentação do TCC é uma atividade acadêmica pública ?

De acordo com o Projeto Pedagógico do Curso, a apresentação do TCC ocorre em sessão pública, isto é, aberta a alunos, professores e demais interessados, por diferentes razões. A primeira, porque deve obedecer ao princípio de transparência, ou seja, seus critérios de avaliação de qualidade devem ser conhecidos e apreciados pelo corpo discente e docente. A segunda razão é que o TCC não é apenas uma atividade acadêmica dos seus autores, mas de todos os demais alunos da Pedagogia, cuja participação é computada como A.A.C.C. Finalmente, porque o momento de apresentação dos TCC significa a culminância do trabalho desenvolvido por todo o corpo docente - e não de uma única disciplina - ao longo do processo de formação dos concluintes do curso de Pedagogia.

Informações úteis para a realização do TCC

Passos para o Desenvolvimento do Projeto de Pesquisa

1) Escolha do tema: o tema escolhido deverá ser pertinente a uma das três linhas de pesquisa abaixo relacionadas, relativas aos eixos curriculares do curso de Pedagogia, a saber:- aspectos teóricos do trabalho pedagógico: relativa à área de Fundamentos da Educação; - prática docente e processo ensino-aprendizagem: relativa à área de Formação para - Docência; - gestão educacional e do trabalho pedagógico: ligada à área de gestão do trabalho pedagógico. 2) Justificativa: tendo em vista sua relevância científica, educacional e social. O trabalho deverá apresentar alguma contribuição para o esclarecimento ou enriquecimento de informações sobre o assunto tratado.
3) Delimitação do problema: definição clara do problema a ser pesquisado, seu objeto, abrangência e profundidade.

4) Objetivos da pesquisa: explicitação dos aspectos a serem investigados/analisados na pesquisa, bem como sua finalidade em termos de contribuição técnica, científica e social.5) Metodologia: descrição e fundamentação dos métodos e técnicas que serão utilizados a fim de atingir os objetivos propostos; também deverá ser descrito o plano para o desenvolvimento da pesquisa, bem como os recursos – materiais e humanos - indispensáveis à execução do trabalho.6) Bibliografia Básica: elaboração de uma lista bibliográfica que contenha obras referentes aos pressupostos teóricos do tema (livros, revistas científicas, periódicos, etc...). As fontes bibliográficas devem permitir o posicionamento claro do objeto de pesquisa a partir do ponto de vista dos autores consultados, mostrando as últimas informações disponíveis a seu respeito. Esta bibliografia deve ser apresentada de acordo com as normas técnicas da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas.7) Documentação Bibliográfica: identificação das obras de referência e as de caráter específico. O aluno deverá fazer o fichamento bibliográfico sob a forma de resumo, extraindo do texto apenas as idéias principais e relacionadas ao tema, de todas as obras apresentadas como referências bibliográficas.

Estrutura de Apresentação do TCC

Introdução: a introdução não deve parafrasear ou repetir o resumo. Caracteriza-se, o problema de pesquisa e o seu objeto; detalham-se os objetivos do trabalho e as hipóteses iniciais. Em seguida, devem ser expostas as justificativas e razões para elaboração do trabalho, dando ênfase à relevância do tema proposto.

Referencial teórico e metodológico: neste item são mostradas e comentadas as referências bibliográficas que oferecem a sustentação conceitual/operacional do tema. Não se trata de um rol de citações. O autor (aluno) deve construir uma moldura conceitual do tema, fazendo a ligação entre a bibliografia pesquisada e o problema que está sendo estudado. Após caracterizar o objeto e sujeitos de pesquisa, deve-se descrever e justificar a abordagem metodológica da pesquisa, assim como as técnicas e instrumentos a serem utilizados. É importante também descrever a abordagem de análise dos dados . No caso de pesquisa quantitativa, as técnicas estatísticas; no caso de pesquisa qualitativa, as técnicas qualitativas.

Desenvolvimento: apresentação e apreciação dos dados da pesquisa propriamente dita, estabelecendo relações nítidas entre o objeto do trabalho e o referencial teórico utilizado para análise dos dados.

Análise dos resultados: Ressaltar as evidências que esclareçam cada questão levantada através de análise quantitativa e/ou qualitativa das informações e dados obtidos. Em face dos dados levantados, testar as hipóteses formuladas. Evidenciar os resultados em atenção aos objetivos propostos. Com apoio do referencial teórico consultado, dar significado aos resultados obtidos.

Considerações Finais: após retomar, sinteticamente, o problema e os aspectos analisados no desenvolvimento do trabalho, ressaltar as possíveis conclusões/considerações possibilitadas pelo processo de investigação. Recomendar, sempre que possível, práticas para implementação (intervenção) a partir dos resultados conseguidos. Caso conveniente, sugerir pesquisas adicionais.

Bibliografia: trata-se de parte essencial do trabalho. Não devem ser referenciadas fontes bibliográficas que não foram citadas no texto. Caso haja conveniência de referenciar material bibliográfico sem alusão no texto, isto deve ser feito em sequência à bibliografia, sob o título "Bibliografia Recomendada". As referências bibliográficas devem seguir as normas da ABNT .

Critérios de Avaliação do TCC

O TCC deverá ser entregue na 15ª semana do 6º semestre letivo, em três vias encadernadas em espiral e uma cópia em disquete. O aluno que não entregar o TCC em tempo hábil, terá nota final zero, sendo reprovado. Isto o impedirá de colar grau no curso; A banca examinadora, composta por dois professores, fará a avaliação do trabalho, juntamente com o professor orientador, nas exposições previamente marcadas para as 17ª e 18ª semanas do 6º semestre letivo. Serão eliminados os alunos que faltarem à apresentação sem justificativa legal por escrito. As notas atribuídas são individuais e terão valor de zero a dez , somadas e divididas pelo número de julgadores. A nota final do TCC resultará na média composta pelas notas de apresentação oral e escrita. Será considerado aprovado o aluno que obtiver a média final 7 (sete).

Na avaliação do TCC serão levados em consideração os seguintes aspectos:

O caráter científico do trabalho;

A apresentação sistematizada do trabalho final de acordo com as normas indicadas;

A clareza da exposição e coerência argumentativa do aluno;

A consistência dos dados e da fundamentação teórica e do trabalho;

Respeito ao tempo de apresentação.

Obs.: Os trabalhos honrados com mérito poderão ser publicados pela Instituição, se autorizados pelo autor (aluno) e pelo professor orientador.

Fonte: www.smarcos.br



Normas para redação de teses

10:05 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

1.0 Normas gerais

1.1 Teses constituem o produto final de pesquisas desenvolvidas em cursos de Mestrado e Doutorado. Exigem investigações próprias à área de especialização e métodos específicos. As teses de Doutorado envolvem contribuições originais.

1.2 A tese é de responsabilidade do Candidato, da Comissão Orientadora e da Banca Examinadora, a quem competirá determinar alterações na forma, na linguagem e no conteúdo.

1.3 A tese poderá ser redigida em Português, Inglês ou Espanhol, a critério da Comissão Orientadora.

1.4 Após a aprovação da tese pela Banca Examinadora, o Candidato apresentará ao Conselho Técnico de Pós- Graduação (CTP) três cópias impressas, que serão assim distribuídas: uma cópia para o Professor Orientador, uma cópia para arquivo na Biblioteca Central e uma cópia para arquivo na Coordenação do Programa de Pós-Graduação de vinculação do Candidato. No caso da existência de convênios financiadores da tese (bolsas de estudo, custeio de trabalhos de campo e de laboratório e outros), cópia adicional impressa deverá ser apresentada, desde que solicitada pela instituição conveniada.

1.5 O Candidato também apresentará ao CTP a versão final de sua tese em meio eletrônico, idêntica à versão impressa. O CTP encarregar-se-á de encaminhar cópias da versão eletrônica para o Professor Orientador e para os órgãos conveniados com a UFV.

2.0 Estrutura

2.1 A tese deverá ser composta de: (i) capa, (ii) páginas prétextuais, (iii) corpo da tese propriamente dito e, opcionalmente, (iv) anexo (páginas pós-textuais).

2.2 A capa deverá conter a autoria, título da tese, local e ano da aprovação da tese, dando visibilidade ao nível (Mestrado ou Doutorado) e à UFV. As capas das teses encadernadas em mais de um volume deverão conter as mesmas informações, acrescidas da identificação do respectivo volume.

2.3 As páginas pré-textuais serão compostas de:

2.3.1 Primeira folha interna (página de rosto), contendo: (i) autoria, (ii) título da tese, (iii) nota explicativa de que se trata de um trabalho de tese, mencionando o Programa de Pós- Graduação, a Universidade e o grau pretendido (Mestrado ou Doutorado), e (iv) local e ano de aprovação da tese. Constará, no verso desta folha, a ficha catalográfica.

2.3.2 Segunda folha interna, contendo as três primeiras partes do item anterior, a data de aprovação da tese, e os nomes e as assinaturas dos participantes da Banca Examinadora.

2.3.3 Opcionalmente, poderão ser incluídas páginas adicionais contendo: (i) dedicatória, (ii) agradecimento(s), (iii) biografia do autor e (iv) lista de símbolos, figuras, quadros e tabelas.

2.3.4 Folha(s) em que conste(m) o resumo em Português e o abstract em Inglês. Ambos os textos serão precedidos por um cabeçalho contendo: sobrenome do Candidato, seguido de seus demais nomes, por extenso; abreviatura do título acadêmico obtido; nome da instituição que conferiu o título (Universidade Federal de Viçosa); mês e ano da aprovação da tese; título da tese (exatamente como aparece na página de rosto); e os nomes completos do Professor Orientador e dos Conselheiros.

2.3.5 Folha(s) de conteúdo ("índice").

2.4 O corpo da tese conterá todo o trabalho impresso, avaliado e aprovado pela Banca Examinadora. O corpo da tese poderá ser organizado de três formas alternativas: (i) texto corrido, (ii) capítulos, ou (iii) artigos científicos pertinentes ao trabalho da tese, publicados, aceitos, ou submetidos para publicação. Admitir-se-á a composição da tese na forma mista de capítulos e artigos científicos.

2.5 O corpo da tese em "texto corrido" será composto das seções: (i) Introdução, (ii) Revisão Bibliográfica (opcional), (iii) Material e Métodos, (iv) Resultados, (v) Discussão, (vi) Conclusões (opcional) e (vii) Bibliografia. Os itens iv e v poderão ser fundidos numa única seção. Os títulos das referidas seções serão definidos pelo Professor Orientador.

2.6 O corpo da tese em "capítulos" será composto das seções: (i) Introdução Geral, (ii) Capítulos e (iii) Conclusões Gerais. A organização interna de cada capítulo poderá obedecer o disposto no item 2.5. A Bibliografia poderá aparecer ao final de cada seção ou capítulo, ou como bibliografia única ao final da tese.

2.7 O corpo da tese em "artigos científicos" será composto: de (i) Introdução Geral, (ii) Artigo(s) Científico(s) e (iii) Conclusões Gerais. A Introdução Geral e as Conclusões Gerais poderão conter suas respectivas bibliografias. Os artigos terão formatação livre, desde que seja adotada uma consistência interna.

2.7.1 Em caso de redação da tese na forma de artigo único, serão dispensadas a Introdução Geral e as Conclusões Gerais.

2.7.2 Admitir-se-ão artigos com formatações diferentes na mesma tese.

2.7.3 Admitir-se-ão artigos redigidos em idiomas diferentes na mesma tese.

2.7.4 No caso da inclusão de artigo(s) previamente publicado(s) no corpo da tese, o(s) mesmo(s) poderá(ão) ser reproduzido(s) do(s) originais, desde que respeitado o disposto em 3.0.

2.8 O anexo (páginas pós-textuais) conterá material pertinente e suplementar à tese.

3.0 Editoração

3.1 Composição tipográfica As teses deverão ser impressas em forma permanente e legível, com caracteres de alta definição e de cor preta. Admitir-se-á a apresentação de cópias xerográficas, para o cumprimento do item 1.4.

3.2 Notação científica e medidas A nomenclatura científica deverá ser diferenciada contextualmente, de acordo com as normas internacionais. As unidades métricas deverão seguir o padrão do Sistema Internacional de Unidades.

3.3 Papel Recomenda-se utilizar papel A4 (210 x 297 mm) branco, e suficientemente opaco para leitura normal. Ambas as faces do papel poderão ser utilizadas, desde que a legibilidade não fique comprometida.

3.4 Margens Recomenda-se que a margem referente ao bordo de encadernação não seja inferior a 40 mm e as outras margens, não inferiores a 20 mm.

3.5 Paginação Todas as páginas textuais e pós-textuais deverão ser numeradas em seqüência contínua, i.e., desde a página da Introdução (texto corrido), ou da Introdução Geral (capítulos ou artigos) do primeiro volume até a última página do último volume, em algarismos arábicos. A seqüência deverá incluir tudo que estiver no(s) volume(s), como mapas, diagramas, páginas em branco e outros. As páginas prétextuais poderão ser numeradas, seqüencialmente, com algarismos romanos minúsculos.

3.6 Ilustrações Fotografias e outras ilustrações deverão ser montadas de forma definitiva e incluídas no corpo da tese. É admitido o uso de cores nas figuras e ilustrações. Em nenhuma circunstância dever-se-á empregar fita adesiva ou material similar para afixação de ilustrações no corpo da tese. Folhas de tamanho superior ao formato adotado na tese serão aceitáveis. Serão dobradas, de forma a resultar em dimensões inferiores ao tamanho do papel adotado.

3.6.1 Contribuições complementares ou outros materiais isolados poderão ser anexados à tese. Cada cópia da tese referida no item 1.4 deverá conter um conjunto completo dos materiais complementares anexados.

4.0 Fontes de consulta

Alley M. 1996. The craft of scientific writing. New York: Springer- Verlag. 282 pp.

Barrass R. 1978. Os cientistas precisam escrever. São Paulo: Editora da Universidade Federal de São Paulo. 218 pp.

Eco U. 1977. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva. 184 pp.

França J. 2000. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas.

Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais. 213 pp.

Gowers E. 1987. The complete plain words. London: Peguin Books. 288 pp.

Isaacs A, Daintith J, Martin E, eds. 1991. The Oxford dictionary for scientific writers and editors. Oxford: Claredon Press. 389 pp.

Phillips E & Pugh D. 1988. How to get a PhD. Milton Keynes: Open University Press. 161 pp.

Salisbury F, ed. 1996. Units, symbols, and terminology for plant physiology. New York: Oxford University Press. 234 pp.

Estas normas foram aprovadas pelo Conselho de Pós- Graduação da Universidade Federal de Viçosa, em 01 de dezembro de 2000.

Fonte: ftp.ufv.br



Normas para Redação de Dissertações

10:05 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Normas para Redação de Dissertações

1. Normas gerais

1.1. As dissertações constituem o produto final de pesquisas desenvolvidas em cursos de Mestrado. Exigem investigações próprias à área de especialização e métodos específicos.

1.2. A dissertação é de responsabilidade do Candidato, da Comissão Orientadora e da Banca Examinadora, a quem competirá determinar alterações na forma, na linguagem e no conteúdo.

1.3. A dissertação poderá ser redigida em Português, Inglês ou Espanhol, a critério da Comissão Orientadora.

1.4. Após a aprovação da dissertação pela Banca Examinadora, o Candidato apresentará à Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (PPGCB) quatro cópias impressas, que serão assim distribuídas: uma cópia para o Professor Orientador, uma cópia para o acervo de consulta da Biblioteca Central, uma cópia para o arquivo da Pro-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação, e uma cópia para arquivo na Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas. No caso da existência de convênios financiadores da dissertação (bolsas de estudo, custeio de trabalhos de campo e de laboratório e outros), cópia adicional impressa deverá ser apresentada, desde que solicitada pela instituição conveniada.

1.5. O Candidato também apresentará ao PPGCB a versão final de sua dissertação em meio eletrônico (Arquivo em formato PDF ou PS), idêntica à versão impressa. O PPGCB encarregar-se-á de encaminhar cópias da versão eletrônica para o Professor Orientador e para os órgãos conveniados com a UNIMONTES.

2. Estrutura

2.1. A dissertação deverá ser composta de: (i) capa, (ii) páginas prétextuais, (iii) corpo da dissertação propriamente dito e, opcionalmente, (iv) anexo (páginas póstextuais).

2.2. A capa deverá conter a autoria, título da dissertação, local e ano da aprovação da dissertação, dando visibilidade ao nível (Mestrado) e à UNIMONTES. As capas das dissertações encadernadas em mais de um volume deverão conter as mesmas informações, acrescidas da identificação do respectivo volume.

2.3. As páginas pré-textuais serão compostas de:

2.3.1. Primeira folha interna (página de rosto), contendo: (i) autoria, (ii) título da dissertação, (iii) nota explicativa de que se trata de um trabalho de dissertação, mencionando o Programa de Pós-Graduação, a Universidade e o grau pretendido (Mestrado), e (iv) local e ano de aprovação da dissertação. Constará, no verso desta folha, a ficha catalográfica.

2.3.2. Segunda folha interna, contendo as três primeiras partes do item anterior, a data de aprovação da dissertação, e os nomes e as assinaturas dos participantes da Banca Examinadora.

2.3.3. Opcionalmente, poderão ser incluídas páginas adicionais contendo: (i) dedicatória, (ii) agradecimento( s), (iii) biografia do autor e (iv) lista de símbolos, figuras, quadros e tabelas.

2.3.4. Folha(s) em que conste(m) o resumo em Português e o abstract em Inglês. Ambos os textos serão precedidos por um cabeçalho contendo: sobrenome do Candidato, seguido de seus demais nomes, por extenso; abreviatura do título acadêmico obtido; nome da instituição que conferiu o título (Universidade Estadal de Montes Claros); mês e ano da aprovação da dissertação; título da dissertação (exatamente como aparece na página de rosto); e os nomes completos do Professor Orientador e dos Coorientadores.

2.3.5. Folha(s) de conteúdo (“índice”).

2.4. O corpo da dissertação conterá todo o trabalho impresso, avaliado e aprovado pela Banca Examinadora. O corpo da dissertação poderá ser organizado de três formas alternativas: (i) texto corrido, (ii) capítulos, ou (iii) artigos científicos pertinentes ao trabalho da dissertação, publicados, aceitos, ou submetidos para publicação. Admitir-se-á a composição da dissertação na forma mista de capítulos e artigos científicos.

2.4.1. Texto corrido. O corpo da dissertação em “texto corrido” será composto das seções: (i) Introdução, (ii) Revisão Bibliográfica (opcional), (iii) Material e Métodos, (iv) Resultados, (v) Discussão, (vi) Conclusões (opcional) e (vii) Bibliografia. Os itens iv e v poderão ser fundidos numa única seção. Os títulos das referidas seções serão definidos pelo Professor Orientador.

2.4.2. Capítulos. O corpo da dissertação em “capítulos” será composto das seções: (i) Introdução Geral, (ii) Capítulos e (iii) Conclusões Gerais. A organização interna de cada capítulo poderá obedecer o disposto no item 2.4.1. A Bibliografia poderá aparecer ao final de cada seção ou capítulo, ou como bibliografia única ao final da dissertação.

2.4.3. Artigos científicos. O corpo da dissertação em “artigos científicos” será composto: de (i) Introdução Geral, (ii) Artigo(s) Científico(s) e (iii) Conclusões Gerais. A Introdução Geral e as Conclusões Gerais poderão conter suas respectivas bibliografias. Os artigos terão formatação livre, desde que seja adotada uma consistência interna. §1o. Em caso de redação da dissertação na forma de artigo único, serão dispensadas a Introdução Geral e as Conclusões Gerais. §2o. Admitir-se-ão artigos com formatações diferentes na mesma dissertação. §3o. Admitir-se-ão artigos redigidos em idiomas diferentes na mesma dissertação. §4o. No caso da inclusão de artigo(s) previamente publicado( s) no corpo da dissertação, o(s) mesmo(s) poderá(ão) ser reproduzido(s) do(s) originais, desde que respeitado o disposto em 3.

2.5. O anexo (páginas pós-textuais) conterá material pertinente e suplementar à dissertação.

3. Editoração

3.1. Composição tipográfica. As dissertações deverão ser impressas em forma permanente e legível, com caracteres de alta definição e de cor preta. Admitirse- á a apresentação de cópias xerográficas, para o cumprimento do item 1.4.

3.2. Notação científica e medidas. A nomenclatura científica deverá ser diferenciada contextualmente, de acordo com as normas internacionais. As unidades métricas deverão seguir o padrão do Sistema Internacional de Unidades.

3.3. Papel. Recomenda-se utilizar papel A4 (210 × 297 mm) branco, e suficientemente opaco para leitura normal. Ambas as faces do papel poderão ser utilizadas, desde que a legibilidade não fique comprometida.

3.4. Margens. Recomenda-se que a margem referente ao bordo de encadernação não seja inferior a 40 mm e as outras margens, não inferiores a 20 mm.

3.5. Paginação. Todas as páginas textuais e póstextuais deverão ser numeradas em seqüência contínua, i.e., desde a página da Introdução (texto corrido), ou da Introdução Geral (capítulos ou artigos) do primeiro volume até a última página do último volume, em algarismos arábicos. A seqüência deverá incluir tudo que estiver no(s) volume(s), como mapas, diagramas, páginas em branco e outros. As páginas pré-textuais poderão ser numeradas, seqüencialmente, com algarismos romanos minúsculos.

3.6. Ilustrações. Fotografias e outras ilustrações deverão ser montadas de forma definitiva e incluídas no corpo da dissertação. É admitido o uso de cores nas figuras e ilustrações. Em nenhuma circunstância dever-se-á empregar fita adesiva ou material similar para afixação de ilustrações no corpo da dissertação. Folhas de tamanho superior ao formato adotado na dissertação serão aceitáveis. Serão dobradas, de forma a resultar em dimensões inferiores ao tamanho do papel adotado.

3.6.1. Contribuições complementares ou outros materiais isolados poderão ser anexados à dissertação. Cada cópia da dissertação referida no item 1.4 deverá conter um conjunto completo dos materiais complementares anexados.

4. Fontes de consulta

Alley M. 1996.: The craft of scientific writing. New York: SpringerVerlag. 282 pp.

Barrass R. 1978.: Os cientistas precisam escrever. São Paulo: Editora da Universidade Federal de São Paulo. 218 pp.

Eco U. 1977.: Como se faz uma dissertação. São Paulo: Perspectiva. 184 pp.

França J. 2000.: Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais. 213 pp.

Gowers E. 1987.: The complete plain words. London: Peguin Books. 288 pp.

Isaacs A, Daintith J, Martin E, eds. 1991.: The Oxford dictionary for scientific writers and editors. Oxford: Claredon Press. 389 pp.

Phillips E & Pugh D. 1988.: How to get a PhD. Milton Keynes: Open University Press. 161 pp.

Salisbury F, ed. 1996.: Units, symbols, and terminology for plant physiology. New York: Oxford University Press. 234 pp.

Fonte: www.ppgcb.unimontes.br



Normas Para Redação De Monografias

10:03 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link
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Monografias

Documento investigativo e minucioso que apresenta o resultado de trabalho de atualização de conhecimentos sobre um tema específico e geralmente restrito, mediante revisão de publicações de outros autores e também próprias.

O objetivo da monografia é reunir vários trabalhos e analisá-los comparativamente, com o fim de se promover a atualização de um dado tema.

Via de regra, a monografia é constituída sob a supervisão de um especialista no assunto (professor ou pesquisador), que será a autoridade acadêmica a validar ou não os argumentos utilizados e a mostrar caminhos bibliográficos para o andamento da pesquisa.

Largamente utilizada como trabalho de conclusão de cursos, é exigida na pós-graduação em nível lato-sensu, como trabalho final ou de conclusão de cursos de graduação.

1 ESTRUTURA DA MONOGRAFIA

A estrutura da monografia estabelece a seqüência em que devem ser dispostos os elementos que a compõem.

Disposição dos elementos:

Pré-textuais

Capa (obrigatório)
Folha de rosto (obrigatório)
Ficha catalográfica (obrigatória), no verso da folha de rosto
Folha de avaliação (obrigatória)
Dedicatória (opcional)
Agradecimentos (opcional)
Citação ou epígrafe (opcional)
Resumo na língua vernácula (obrigatório)
Sumário (obrigatório)
Lista de ilustrações (se existirem gráficos ou tabelas) (i)
Lista de abreviaturas, siglas ou símbolos (opcional) (ii)

Textuais

Introdução
Desenvolvimento
Conclusão

Pós-textuais

Referências (obrigatório)
Apêndice(s) (opcional)
Anexo(s) (opcional)
Glossário (se necessário)

1.1 Elementos pré-textuais:

Capa

Capa é a proteção externa do trabalho, devendo conter os elementos essenciais para que se possa identificar o trabalho, o autor, a entidade em que foi produzida e a data de sua conclusão. O nome do autor deve aparecer no auto da folha, digitado em fonte Arial 14, todo em letras maiúsculas. Caso a tenha, o autor deverá identificar sua mais alta qualificação acadêmica, p. ex.: CD (Cirurgião Dentista); Prof. (Professor); Dr. (Doutor); etc. O título da monografia e subtítulo, se houver, ocuparão a região central da folha em fonte Arial 16. Na porção inferior da página grafam-se o nome da unidade acadêmica em fonte Arial 16 e, logo abaixo, o local da sede da mesma, seguido do ano da conclusão do trabalho, fonte Arial 14. Centralizam-se todos os parágrafos e as letras da capa serão maiúsculas e negritadas. A margem superior deve ser de 4cm, inferior e direita, 3cm e a esquerda 3,5cm. (Anexo A).

Folha de rosto

Deve permitir maior número de informações sobre a monografia. Além dos elementos constantes da capa, acrescenta-se, entre o título e a identificação da unidade acadêmica, a exigência que motivou sua produção em fonte Arial 12, com letras minúsculas, excetuando-se a inicial dos nomes próprios. O nome do orientador do trabalho será digitado em letras maiúsculas Arial 12. A palavra Orientador e as demais que permitem identificar sua qualificação acadêmica têm somente as primeiras em maiúsculas. Todos os elementos da folha de rosto deverão estar centralizados com exceção da descrição do trabalho, que deverá ser colocada à altura dos dois terços, parte inferior, à direita da página, em negrito. (Anexo B).

Ficha catalográfica

Deverá ser confeccionada, seguindo as normas vigentes da ABNT e normalmente, as unidades acadêmicas dispõem de um serviço de biblioteca que é encarregado de orientar os usuários em procedimentos técnicos exigidos na produção do trabalho acadêmico. São necessárias três palavras-chave, as quais não deverão constar no título da monografia. Virá no verso da folha de rosto. (Confeccionada pela biblioteca).

Folha de avaliação da monografia

Deverá conter a identificação e a exigência que motivou o trabalho, dados para serem avaliados, conforme cada exigência. A folha deverá ser digitada em fonte Arial 12. O título AVALIAÇÃO DA MONOGRAFIA deve ser digitado em Arial 14, na parte superior da folha, em negrito e centralizado. (Anexo C).

Dedicatória(s)

É opcional, colocada após a folha de aprovação e deve estar em página própria. Deverá vir alinhada à margem direita, a 6cm da margem inferior.

Agradecimento(s)

Elemento opcional, colocado após a dedicatória, em folha própria. Deverá vir alinhado à margem direita, a 6cm da margem inferior.

Citação ou epígrafe

Elemento opcional, colocado após a dedicatória. Deverá vir alinhada à margem direita, a 6cm da margem inferior.

Resumo na língua vernácula

Trata-se de uma resenha do trabalho escrito, apresentando de forma concisa, pontos relevantes e as conclusões do trabalho. Deve ser redigido na terceira pessoa do singular, com o verbo na voz ativa, compondo-se de uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de enumeração de tópicos Não deve incluir citações bibliográficas.

Deve ser escrito em um único parágrafo, em página distinta, contendo no máximo 500 palavras. Abaixo do título RESUMO, um espaço duplo, precedido da respectiva referência bibliográfica da monografia de acordo com a ABNT NBR 6023, de agosto de 2002. Concluído o resumo, logo abaixo, deverá haver dois espaços duplos e as palavras-chave, em negrito e apenas a primeira letra em maiúscula (Palavras-chave), em no máximo de cinco palavras, as quais não devem constar no título e subtítulo.

Ao rodapé deverá constar o comitê de orientação, ou apenas: Orientador: nome.(Anexo D)

Sumário

Refere-se à indicação e enumeração das páginas que contêm as divisões do trabalho. Deve-se listar obrigatoriamente todos os itens que vierem após o sumário e nenhum item que estiver antes do mesmo pode nele constar.

Os itens listados no sumário poderão ter subdivisões, a critério do autor. O título SUMÁRIO, em letras maiúsculas, deve ser centralizado no alto da página e digitado em Arial 14. Os itens devem ser digitados em Arial 12. As páginas do sumário não devem ser numeradas e os itens deverão estar na mesma margem, ou seja, sem indentação. (Anexo E)

Lista de ilustrações

Relação de gráficos ou tabelas apresentadas no texto, devendo conter número, legenda e página. Coloca-se logo após o sumário, recebendo paginação em algarismos romanos e iniciando com a numeração “i”.

Lista de abreviaturas, siglas ou símbolos

É opcional. Relação alfabética das abreviaturas, siglas ou símbolos utilizados no texto, seguidos das palavras, expressões correspondentes ou significados, por extenso. Deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto. Lista própria para cada tipo. (Anexo F).

1.2 Elementos textuais

Introdução

É a apresentação do trabalho como um todo. Trata-se de um texto explicativo, onde o autor define o assunto, transmite a idéia clara do tema, objetivos, justificativa e suas aplicações práticas, problemáticas, metodologia utilizada. A introdução pode referir-se aos tópicos principais fornecendo a ordem de apresentação dos mesmos.

Desenvolvimento

Trata-se da apresentação do trabalho, propriamente dito. Está dividido em três ou quatro capítulos (média de 10 a 15 laudas/capítulo). Todo documento analisado deve constar na listagem bibliográfica e ser referenciado conforme a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), na NBR 10520 de agosto 2002, ou de forma resumida na NBR 6023 de agosto 2002. (Anexo H).

Os nomes dos autores de todas as contribuições citadas deverão, obrigatoriamente, constar das Referências Bibliográficas. O desenvolvimento da monografia deverá ter no mínimo quarenta laudas.

Conclusão

Apresentação dos alcances que os resultados da pesquisa permitiram obter, atendendo aos objetivos propostos na introdução.

1.3 Pós-textuais

Referências bibliográficas

Relação das referências bibliográficas das publicações citadas no texto, de acordo com a ABNT –NBR 6023 de agosto de 2002 (modelos em Anexo H).

Apêndice e/ou anexo

Suportes elucidativos úteis à compreensão do texto, como parte do trabalho. É um elemento em que são incluídas matérias suplementares, tais como leis, normas, jurisprudências, estatísticas, cópias de documentos e outros que acrescentam conteúdo ao trabalho. Os apêndices e/ou anexos Identificados por letras maiúsculas consecutivas, p.ex., APÊNDICE A, ANEXO A. Vêm imediatamente após as referências bibliográficas e não podem ser de arquivos colados, ou seja, devem ser digitados nas mesmas regras da monografia.

Glossário

Opcional e elaborado em ordem alfabética.

2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA E FORMALIDADES

2.1 Formato

A monografia deve ser impressa em papel branco, de boa qualidade, formato A4 (21cm x 29,7cm), digitada em cor preta apenas no anverso das folhas.

2.2 Digitação

Utilizar caracteres tipo Arial, tamanho 12 para o texto, tamanho 9 em caso de notas de rodapé. Utilizar espaço um e meio entre linhas. Espaço simples deve ser usado apenas em resumo, tabelas longas, notas de rodapé, notas de fim de texto, títulos com mais de uma linha e nas referências bibliográficas.

Todo parágrafo deve iniciar com tabulação equivalente a 1,25cm da margem esquerda, devendo o texto ser justificado. As margens devem ser: superior: 3cm; inferior: 2,5 cm; esquerda: 3,5cm; direita: 2,5cm.

Os títulos dos capítulos deverão ser em caixa alta (CA), ou seja, em letras maiúsculas, Arial 14, em negrito e centralizados. Para iniciar um novo capítulo, em página nova, a palavra CAPÍTULO deverá estar a cinco centímetros da margem superior (3cm da margem + 5cm de espaço). São enumerados com algarismos romanos (CAPÍTULO I). Após um espaço duplo, o título do capítulo. Iniciar o texto após dois espaços. Os subtítulos em CA, Arial 12, em negrito, seguindo a numeração correspondente e alinhados à margem esquerda. Os itens e subitens devem aparecer gradativamente, em negrito, tendo apenas a primeira letra da primeira palavra em maiúscula (exceto se for nome próprio), alinhados à margem esquerda, utilizando o sistema de numeração progressiva. Após o título e subtítulo não colocar ponto final. Os algarismos que numerarem os títulos e subtítulos não virão acompanhados de ponto ou traço, separados por um espaço de caractere.

Entre um título ou subtítulo e o texto deverá haver um espaço antes e um depois, conservando o espaçamento um e meio entre linhas.

2.3 Paginação

A numeração deve ser colocada no centro inferior da página, centralizada, Arial 10, localizada de modo que a base superior do número esteja a 12mm da borda inferior do texto (última linha).

Apenas para os elementos preliminares: lista de ilustrações, de abreviaturas, siglas ou símbolos (se houver), usar algarismos romanos minúsculos (i, ii, iii, ...).

Da introdução em diante, usar algarismos arábicos (1, 2, 3, ...). A introdução corresponderá à página 1, mas o número é omitido. A primeira página de toda a divisão principal, embora contada, não recebe numeração.

2.4 Notas de rodapé

Têm a finalidade de prestar esclarecimentos ou inserir no trabalho considerações complementares, cujas inclusões no texto interromperiam a seqüência lógica da leitura. São de dois tipos: bibliográficas ou de referências (informam ao leitor a fonte da citação feita) e explicativas (fazem um comentário marginal ao texto). A numeração das notas se faz por algarismos arábicos, devendo ser única e consecutiva. As notas de rodapé devem ser separadas do texto por um traço contínuo, de cerca de um terço da linha, a fonte no tipo Arial, estilo normal, tamanho nove, espaço simples entre linhas. Alinhamento justificado para notas explicativas. Quanto às notas bibliográficas, adotar um dos sistemas previstos pela ABNT (alfabético ou numérico) para fazer citações de obras consultadas. Se a
opção for pelo alfabético, as referências devem ser ordenadas no final do artigo em uma única ordem alfabética. Mas caso a opção tenha sido pelo sistema numérico, as referências finais aparecem na mesma ordem numérica crescente. (Anexo G). Maiores detalhes consultar a NBR 10 520 de agosto de 2002.

2.4.1 Notas de referência

 A primeira citação de uma obra, em nota de rodapé, deve ter sua referência completa.
 Para as subseqüentes citações da mesma obra, utilizam-se as expressões abaixo, abreviadas quando for o caso:

a) Idem – mesmo autor – Id.;
b) Ibidem – na mesma obra – Ibid.;
c) Opus citatum, opere citado – obra citada – op. cit.;
d) Confira, confronte – Cf.;
e) Passim – aqui e ali, em diversas passagens – passim;
f) Loco citado – no lugar citado – loc. cit.;
g) Sequentia – seguinte ou que se segue – et seq.;
Obs.: as expressões constantes nas alíneas a), b), c) e d) só podem ser usadas na mesma página da citação a que se referem.

 Nas páginas seguintes, para as subseqüentes citações da mesma obra, pode-se fazer a referência reduzida a seus elementos essenciais, com uma das seguintes formas:

- Seqüência: autor (sobrenome em maiúsculas), data da publicação e página.
Ex.: LAKATOS, 1991, p. 136.
- Seqüência: autor (sobrenome em maiúsculas e nome abreviado), data da publicação e página.
Ex.: LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica, p. 136.

2.5 Citações

As citações podem ser transcrições literais (citação direta) ou uma síntese do trecho que se quer citar (citação indireta). Tanto num caso como no outro, as fontes devem estar indicadas, não se admitindo transcrições sem a devida referência.

As citações diretas que ultrapassarem três linhas devem vir em um parágrafo especial, dispensando-se as aspas, separadas do parágrafo anterior e posterior por uma linha a mais, fonte do tipo Arial, estilo normal, tamanho 11 e com recuo da margem esquerda igual ao dos parágrafos (1,25cm) e espaçamento simples. Para citação de citação, utiliza-se o termo em latim apud, cujo significado é junto a ou em ou a expressão citado por. Se tratar de citação de citação direta, usar aspas simples. Deve ser evitada e só usar quando for indispensável e não tiver possibilidade de acesso ao original.

Nas citações de artigos de lei não se insere a fonte na nota de rodapé, pois já se menciona a Lei ou Código pertinente, logo após a menção do artigo. Para dar ênfase a um trecho de citação, indicar a alteração, utilizando a expressão: grifou-se, entre parênteses, ao final da redação. Porém, se o destaque já constar no original, ao final menciona-se: grifo do autor.

Conforme a seguir, devem ser indicadas:

a) supressões: [...]
b) interpolações, acréscimos ou comentário: [ ]
c) ênfase ou destaque: negrito.

As citações devem ser apresentadas conforme a NBR 10520 ou de forma reduzida na NBR 6023. (Anexo G).

2.6 Normatização textual

a) Redação:

a monografia deve ser escrita na terceira pessoa, em linguagem clara, concisa e de consistência gramatical e seqüencial;

frases simples e curtas (média de trinta palavras);

parágrafos médios (oito a 15 linhas);

capítulos médios (de dez a 15 laudas).

Destaque e diferenciação de palavras:

nomes científicos, palavras e frases em língua estrangeira, títulos de obras (livros e periódicos), emprega-se itálico, sem aspas;

para dar destaque a um termo, usar negrito

títulos de capítulos ou de poemas vêm entre aspas.

b) Aspas

Vão entre aspas duplas as citações de até três linhas, incorporadas ao texto. A citação de citação vem entre aspas simples. As citações longas, de mais de três linhas, são em bloco destacado do texto, sem aspas.

c) Abreviaturas e siglas

Devem ser utilizadas na forma recomendada por organismos de padronização nacional ou internacional ou órgãos científicos de competências de cada área. Na primeira vez em que forem mencionadas no texto, devem aparecer entre parênteses, precedidas da sua forma por extenso. Ex.: Código de Processo Penal (CPP).

d) Símbolos

São as reduções de termos científicos de forma gráfica invariável, sem ponto final ou desinência de gênero ou número, como p. ex.: O (oxigênio), m (metro), cm (centímetro), min (minuto).

e) Fórmulas e equações

Devem aparecer bem destacadas do texto. No caso de ocorrer várias fórmulas e equações, elas são identificadas por números consecutivos, colocados entre parênteses na extrema direita da linha.

f) Numerais

Em algarismos arábicos, mas por extenso nos seguintes casos:

De zero a nove: cinco, sete mil, dois milhões, ...

Dezenas redondas: vinte, trinta mil, quarenta milhões, ...

Centenas redondas: duzentos, quatrocentos mil, seiscentos milhões, ...

As classes separam-se por espaços;

Em todos os casos só se usam palavras quando não houver nada nas ordens ou classes inferiores: 13 mil, mas 13 700 e não 13 mil e 11 setecentos; 247 320 e não 247 mil e trezentos e vinte.

Acima do milhar, todavia, é possível recorrer a dois procedimentos:

aproximação do número fracionário, p.ex.: 23,6 milhões;

desdobramento dos dois termos numéricos, p.ex.: 3 milhões e 535 mil

g) Frações

Indicadas por algarismos, exceto quando ambos os elementos se situam de um a dez (um terço, 5/12); as frações decimais são escritas com algarismos (0,5; 16,35).

h) Porcentagens

Sempre indicadas por algarismos, sucedidos do símbolo próprio (5%, 25%).

i) Ordinais

Escritos por extenso de primeiro a décimo, porém os demais na forma numérica (quinto, 15º).

j) Quantias

De um a dez se escrevem por extenso (cinco reais), entretanto, quando ocorrem frações, registra-se a quantia exclusivamente de forma numérica, acompanhada do respectivo símbolo (R$ 15,25).

l) Algarismos romanos

Usados normalmente nos seguintes casos: séculos, reis, imperadores, papas, ..., de mesmo nome; grandes divisões das forças armadas; reuniões, acontecimentos,..., repetidos periodicamente; e, dinastias reais.

m) Horas

A norma manda: 3h20min e não a forma usual: 3:20 (em horários).

n) Datas:

Quando por extenso, a indicação dos milênios deve ser feita ordinalmente e a dos séculos, cardinalmente. Na indicação numérica, usam-se algarismos romanos antepostos, no caso dos milênios, e pospostos, no caso de séculos. Ex.: Segundo milênio antes da era cristã = II milênio a .C.; século vinte = século XX.

O ano deve ser indicado numericamente por todos os algarismos e não apenas pela dezena final.

Os meses são indicados por extenso ou em algarismos arábicos ou, ainda, abreviados por meio das três primeiras letras, seguidas de ponto quando minúsculas, e sem ponto, quando maiúsculas, excetuando-se o mês de maio, que é escrito por extenso.

Ex.: 12 de abril de 1972; 12 abr. 1972; 12 ABR 1972.

As datas, quando indicadas numericamente, seguem o uso internacional: ano, mês, dia. Ex.: 1972.06.05.

A indicação dos dias da semana pode ser feita abreviadamente, da seguinte forma: 2ª-feira, 3ª-feira, 4ª-feira, 5ª-feira. 6ª-feira; sáb.; dom.

2.7 Ilustrações

As ilustrações aparecem no trabalho para explicar ou complementar o texto. São as tabelas, quadros, gráficos, fluxogramas, organogramas, gravuras, fotografias, mapas, esquemas, desenhos e outros. Com exceção de tabelas e quadros, as ilustrações são nomeadas como figuras, sendo indicadas no texto ou final do período, entre parênteses. As ilustrações são numeradas em algarismos arábicos e em seqüência própria. Devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem.

2.7.1 Tabelas e Figuras

Têm a finalidade de resumir ou sintetizar dados, fornecendo o máximo de informação num mínimo de espaço. O título da tabela ou quadro deve ser colocado acima da mesma (Tabela 1 - ....), enquanto que o da figura, abaixo da mesma, com numeração própria e progressiva (Figura 1 - ....). Para títulos longos de tabelas ou figuras deve-se empregar espaçamento simples. Se retiradas de material consultado, indicar a fonte (sobrenome do autor, ano de publicação e a página). Pode usar espaçamento e fontes de letras com tamanhos menores que os do texto.

As figuras devem ser designadas e mencionadas no texto pela palavra Fig., seguida do número de ordem ou localizar-se entre parênteses no final da frase. O mesmo ocorre com as tabelas, porém mencionadas no texto pela palavra Tab..

As tabelas são auto-explicativas e pode-se fazer uso de notas e chamadas colocadas no seu rodapé, quando a matéria nelas contidas exigir esclarecimentos. Devem ser construídas de acordo com as diretivas da NBR 14 724 de agosto de 2002. Exemplo:

Tabela 1 - Suicídios ocorridos no Brasil em 1986, segundo a causa atribuída
Causa atribuída Freqüência Percentagem
Alcoolismo 263 13,26
Dificuldade financeira 198 9,98
Doença mental 700 35,30
Outro tipo de doença 189 9,53
Desilusão amorosa 416 20,98
Outros 217 10,94
Fonte: IBGE (1988)

2.8 Revisão de português

Sugere-se ao aluno que, depois de concluída a monografia, faça uma revisão de português.

2.9 Orientador

De acordo com o Regulamento para a elaboração da monografia do Instituto Machadense de Ensino Superior (IMES), nos seus art. 29 e 30, compete ao professor orientador cumprir todas as etapas de avaliação e critérios previstos no regulamento e, estabelecer, juntamente com seu orientando, o plano de trabalho e cronograma de execução das atividades registrando-as na ficha de controle de orientações.

2.10 Encadernação

Após a apresentação da monografia e efetuadas as eventuais correções, em sua versão final, deverá ser entregue um exemplar encadernado em capa dura, de cor vermelha para a Faculdade de Direito e em azul para a Faculdade de Administração, com letras em dourado (conforme padrão), cuja capa será exatamente igual à falsa folha de rosto. Na lombada deverão ser impressos na parte superior, o semestre e ano da apresentação, longitudinalmente o título da monografia, e na parte inferior o nome do autor (SOBRENOME, iniciais do nome).

BIBLIOGRAFIA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:
Referências bibliográficas. Rio de Janeiro: ABNT, ago. 2002.
______. NBR 14724: Informação e documentação; trabalhos acadêmicos;
apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, ago. 2002.
______. NBR 10520: Informação e documentação; apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro: ABNT, ago. 2002.
FRANÇA, Júnia Lessa; VASCONCELLOS, Ana Cristina. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 7. ed. Belo Horizonte:
UFMG, 2003.
HENRIQUES, Antonio; MEDEIROS, João Bosco. Monografia no curso de direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa, da escolha do assunto à apresentação gráfica. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
MÁTTAR NETO, João Augusto. Metodologia científica na era da informática. São Paulo: Saraiva, 2003. 261 p.
MEZZAROBA, Orides; MONTEIRO, Claúdia Servilha. Manual de metodologia da pesquisa no direito. 2. ed. rev. São Paulo: Saraiva, 2004. 329 p.
NUNES, Luiz Antonio.Rizzatto. Manual de monografía jurídica: como se faz uma monografía, uma dissertação, uma tese. 3. ed. rev. aum. São Paulo: Saraiva, 2001. 220 p.
OLIVEIRA, Luiz Cláudio Vieira de. Técnicas de comunicação científica. Belo Horizonte: [s.n.], 2003. Apostila.
OLIVEIRA, Sílvio Luiz de. Metodologia científica aplicada ao direito. São Paulo: Thomson, 2002. 282 p.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Os passos da pesquisa científica. Apostila de introdução aos estudos da educação. São Paulo: FEUSP, jan./jun. 1999.

Fonte: www.fumesc.com.br



Normas Para Redação De Monografias

09:59 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Monografias

Documento investigativo e minucioso que apresenta o resultado de trabalho de atualização de conhecimentos sobre um tema específico e geralmente restrito, mediante revisão de publicações de outros autores e também próprias.

O objetivo da monografia é reunir vários trabalhos e analisá-los comparativamente, com o fim de se promover a atualização de um dado tema.

Via de regra, a monografia é constituída sob a supervisão de um especialista no assunto (professor ou pesquisador), que será a autoridade acadêmica a validar ou não os argumentos utilizados e a mostrar caminhos bibliográficos para o andamento da pesquisa.

Largamente utilizada como trabalho de conclusão de cursos, é exigida na pós-graduação em nível lato-sensu, como trabalho final ou de conclusão de cursos de graduação.

1 ESTRUTURA DA MONOGRAFIA

A estrutura da monografia estabelece a seqüência em que devem ser dispostos os elementos que a compõem.

Disposição dos elementos:

Pré-textuais

Capa (obrigatório)
Folha de rosto (obrigatório)
Ficha catalográfica (obrigatória), no verso da folha de rosto
Folha de avaliação (obrigatória)
Dedicatória (opcional)
Agradecimentos (opcional)
Citação ou epígrafe (opcional)
Resumo na língua vernácula (obrigatório)
Sumário (obrigatório)
Lista de ilustrações (se existirem gráficos ou tabelas) (i)
Lista de abreviaturas, siglas ou símbolos (opcional) (ii)

Textuais

Introdução
Desenvolvimento
Conclusão

Pós-textuais

Referências (obrigatório)
Apêndice(s) (opcional)
Anexo(s) (opcional)
Glossário (se necessário)

1.1 Elementos pré-textuais:

Capa

Capa é a proteção externa do trabalho, devendo conter os elementos essenciais para que se possa identificar o trabalho, o autor, a entidade em que foi produzida e a data de sua conclusão. O nome do autor deve aparecer no auto da folha, digitado em fonte Arial 14, todo em letras maiúsculas. Caso a tenha, o autor deverá identificar sua mais alta qualificação acadêmica, p. ex.: CD (Cirurgião Dentista); Prof. (Professor); Dr. (Doutor); etc. O título da monografia e subtítulo, se houver, ocuparão a região central da folha em fonte Arial 16. Na porção inferior da página grafam-se o nome da unidade acadêmica em fonte Arial 16 e, logo abaixo, o local da sede da mesma, seguido do ano da conclusão do trabalho, fonte Arial 14. Centralizam-se todos os parágrafos e as letras da capa serão maiúsculas e negritadas. A margem superior deve ser de 4cm, inferior e direita, 3cm e a esquerda 3,5cm. (Anexo A).

Folha de rosto

Deve permitir maior número de informações sobre a monografia. Além dos elementos constantes da capa, acrescenta-se, entre o título e a identificação da unidade acadêmica, a exigência que motivou sua produção em fonte Arial 12, com letras minúsculas, excetuando-se a inicial dos nomes próprios. O nome do orientador do trabalho será digitado em letras maiúsculas Arial 12. A palavra Orientador e as demais que permitem identificar sua qualificação acadêmica têm somente as primeiras em maiúsculas. Todos os elementos da folha de rosto deverão estar centralizados com exceção da descrição do trabalho, que deverá ser colocada à altura dos dois terços, parte inferior, à direita da página, em negrito. (Anexo B).

Ficha catalográfica

Deverá ser confeccionada, seguindo as normas vigentes da ABNT e normalmente, as unidades acadêmicas dispõem de um serviço de biblioteca que é encarregado de orientar os usuários em procedimentos técnicos exigidos na produção do trabalho acadêmico. São necessárias três palavras-chave, as quais não deverão constar no título da monografia. Virá no verso da folha de rosto. (Confeccionada pela biblioteca).

Folha de avaliação da monografia

Deverá conter a identificação e a exigência que motivou o trabalho, dados para serem avaliados, conforme cada exigência. A folha deverá ser digitada em fonte Arial 12. O título AVALIAÇÃO DA MONOGRAFIA deve ser digitado em Arial 14, na parte superior da folha, em negrito e centralizado. (Anexo C).

Dedicatória(s)

É opcional, colocada após a folha de aprovação e deve estar em página própria. Deverá vir alinhada à margem direita, a 6cm da margem inferior.

Agradecimento(s)

Elemento opcional, colocado após a dedicatória, em folha própria. Deverá vir alinhado à margem direita, a 6cm da margem inferior.

Citação ou epígrafe

Elemento opcional, colocado após a dedicatória. Deverá vir alinhada à margem direita, a 6cm da margem inferior.

Resumo na língua vernácula

Trata-se de uma resenha do trabalho escrito, apresentando de forma concisa, pontos relevantes e as conclusões do trabalho. Deve ser redigido na terceira pessoa do singular, com o verbo na voz ativa, compondo-se de uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de enumeração de tópicos Não deve incluir citações bibliográficas.

Deve ser escrito em um único parágrafo, em página distinta, contendo no máximo 500 palavras. Abaixo do título RESUMO, um espaço duplo, precedido da respectiva referência bibliográfica da monografia de acordo com a ABNT NBR 6023, de agosto de 2002. Concluído o resumo, logo abaixo, deverá haver dois espaços duplos e as palavras-chave, em negrito e apenas a primeira letra em maiúscula (Palavras-chave), em no máximo de cinco palavras, as quais não devem constar no título e subtítulo.

Ao rodapé deverá constar o comitê de orientação, ou apenas: Orientador: nome.(Anexo D)

Sumário

Refere-se à indicação e enumeração das páginas que contêm as divisões do trabalho. Deve-se listar obrigatoriamente todos os itens que vierem após o sumário e nenhum item que estiver antes do mesmo pode nele constar.

Os itens listados no sumário poderão ter subdivisões, a critério do autor. O título SUMÁRIO, em letras maiúsculas, deve ser centralizado no alto da página e digitado em Arial 14. Os itens devem ser digitados em Arial 12. As páginas do sumário não devem ser numeradas e os itens deverão estar na mesma margem, ou seja, sem indentação. (Anexo E)

Lista de ilustrações

Relação de gráficos ou tabelas apresentadas no texto, devendo conter número, legenda e página. Coloca-se logo após o sumário, recebendo paginação em algarismos romanos e iniciando com a numeração “i”.

Lista de abreviaturas, siglas ou símbolos

É opcional. Relação alfabética das abreviaturas, siglas ou símbolos utilizados no texto, seguidos das palavras, expressões correspondentes ou significados, por extenso. Deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto. Lista própria para cada tipo. (Anexo F).

1.2 Elementos textuais

Introdução

É a apresentação do trabalho como um todo. Trata-se de um texto explicativo, onde o autor define o assunto, transmite a idéia clara do tema, objetivos, justificativa e suas aplicações práticas, problemáticas, metodologia utilizada. A introdução pode referir-se aos tópicos principais fornecendo a ordem de apresentação dos mesmos.

Desenvolvimento

Trata-se da apresentação do trabalho, propriamente dito. Está dividido em três ou quatro capítulos (média de 10 a 15 laudas/capítulo). Todo documento analisado deve constar na listagem bibliográfica e ser referenciado conforme a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), na NBR 10520 de agosto 2002, ou de forma resumida na NBR 6023 de agosto 2002. (Anexo H).

Os nomes dos autores de todas as contribuições citadas deverão, obrigatoriamente, constar das Referências Bibliográficas. O desenvolvimento da monografia deverá ter no mínimo quarenta laudas.

Conclusão

Apresentação dos alcances que os resultados da pesquisa permitiram obter, atendendo aos objetivos propostos na introdução.

1.3 Pós-textuais

Referências bibliográficas

Relação das referências bibliográficas das publicações citadas no texto, de acordo com a ABNT –NBR 6023 de agosto de 2002 (modelos em Anexo H).

Apêndice e/ou anexo

Suportes elucidativos úteis à compreensão do texto, como parte do trabalho. É um elemento em que são incluídas matérias suplementares, tais como leis, normas, jurisprudências, estatísticas, cópias de documentos e outros que acrescentam conteúdo ao trabalho. Os apêndices e/ou anexos Identificados por letras maiúsculas consecutivas, p.ex., APÊNDICE A, ANEXO A. Vêm imediatamente após as referências bibliográficas e não podem ser de arquivos colados, ou seja, devem ser digitados nas mesmas regras da monografia.

Glossário

Opcional e elaborado em ordem alfabética.

2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA E FORMALIDADES

2.1 Formato

A monografia deve ser impressa em papel branco, de boa qualidade, formato A4 (21cm x 29,7cm), digitada em cor preta apenas no anverso das folhas.

2.2 Digitação

Utilizar caracteres tipo Arial, tamanho 12 para o texto, tamanho 9 em caso de notas de rodapé. Utilizar espaço um e meio entre linhas. Espaço simples deve ser usado apenas em resumo, tabelas longas, notas de rodapé, notas de fim de texto, títulos com mais de uma linha e nas referências bibliográficas.

Todo parágrafo deve iniciar com tabulação equivalente a 1,25cm da margem esquerda, devendo o texto ser justificado. As margens devem ser: superior: 3cm; inferior: 2,5 cm; esquerda: 3,5cm; direita: 2,5cm.

Os títulos dos capítulos deverão ser em caixa alta (CA), ou seja, em letras maiúsculas, Arial 14, em negrito e centralizados. Para iniciar um novo capítulo, em página nova, a palavra CAPÍTULO deverá estar a cinco centímetros da margem superior (3cm da margem + 5cm de espaço). São enumerados com algarismos romanos (CAPÍTULO I). Após um espaço duplo, o título do capítulo. Iniciar o texto após dois espaços. Os subtítulos em CA, Arial 12, em negrito, seguindo a numeração correspondente e alinhados à margem esquerda. Os itens e subitens devem aparecer gradativamente, em negrito, tendo apenas a primeira letra da primeira palavra em maiúscula (exceto se for nome próprio), alinhados à margem esquerda, utilizando o sistema de numeração progressiva. Após o título e subtítulo não colocar ponto final. Os algarismos que numerarem os títulos e subtítulos não virão acompanhados de ponto ou traço, separados por um espaço de caractere.

Entre um título ou subtítulo e o texto deverá haver um espaço antes e um depois, conservando o espaçamento um e meio entre linhas.

2.3 Paginação

A numeração deve ser colocada no centro inferior da página, centralizada, Arial 10, localizada de modo que a base superior do número esteja a 12mm da borda inferior do texto (última linha).

Apenas para os elementos preliminares: lista de ilustrações, de abreviaturas, siglas ou símbolos (se houver), usar algarismos romanos minúsculos (i, ii, iii, ...).

Da introdução em diante, usar algarismos arábicos (1, 2, 3, ...). A introdução corresponderá à página 1, mas o número é omitido. A primeira página de toda a divisão principal, embora contada, não recebe numeração.

2.4 Notas de rodapé

Têm a finalidade de prestar esclarecimentos ou inserir no trabalho considerações complementares, cujas inclusões no texto interromperiam a seqüência lógica da leitura. São de dois tipos: bibliográficas ou de referências (informam ao leitor a fonte da citação feita) e explicativas (fazem um comentário marginal ao texto). A numeração das notas se faz por algarismos arábicos, devendo ser única e consecutiva. As notas de rodapé devem ser separadas do texto por um traço contínuo, de cerca de um terço da linha, a fonte no tipo Arial, estilo normal, tamanho nove, espaço simples entre linhas. Alinhamento justificado para notas explicativas. Quanto às notas bibliográficas, adotar um dos sistemas previstos pela ABNT (alfabético ou numérico) para fazer citações de obras consultadas. Se a
opção for pelo alfabético, as referências devem ser ordenadas no final do artigo em uma única ordem alfabética. Mas caso a opção tenha sido pelo sistema numérico, as referências finais aparecem na mesma ordem numérica crescente. (Anexo G). Maiores detalhes consultar a NBR 10 520 de agosto de 2002.

2.4.1 Notas de referência

 A primeira citação de uma obra, em nota de rodapé, deve ter sua referência completa.
 Para as subseqüentes citações da mesma obra, utilizam-se as expressões abaixo, abreviadas quando for o caso:

a) Idem – mesmo autor – Id.;
b) Ibidem – na mesma obra – Ibid.;
c) Opus citatum, opere citado – obra citada – op. cit.;
d) Confira, confronte – Cf.;
e) Passim – aqui e ali, em diversas passagens – passim;
f) Loco citado – no lugar citado – loc. cit.;
g) Sequentia – seguinte ou que se segue – et seq.;
Obs.: as expressões constantes nas alíneas a), b), c) e d) só podem ser usadas na mesma página da citação a que se referem.

 Nas páginas seguintes, para as subseqüentes citações da mesma obra, pode-se fazer a referência reduzida a seus elementos essenciais, com uma das seguintes formas:

- Seqüência: autor (sobrenome em maiúsculas), data da publicação e página.
Ex.: LAKATOS, 1991, p. 136.
- Seqüência: autor (sobrenome em maiúsculas e nome abreviado), data da publicação e página.
Ex.: LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica, p. 136.

2.5 Citações

As citações podem ser transcrições literais (citação direta) ou uma síntese do trecho que se quer citar (citação indireta). Tanto num caso como no outro, as fontes devem estar indicadas, não se admitindo transcrições sem a devida referência.

As citações diretas que ultrapassarem três linhas devem vir em um parágrafo especial, dispensando-se as aspas, separadas do parágrafo anterior e posterior por uma linha a mais, fonte do tipo Arial, estilo normal, tamanho 11 e com recuo da margem esquerda igual ao dos parágrafos (1,25cm) e espaçamento simples. Para citação de citação, utiliza-se o termo em latim apud, cujo significado é junto a ou em ou a expressão citado por. Se tratar de citação de citação direta, usar aspas simples. Deve ser evitada e só usar quando for indispensável e não tiver possibilidade de acesso ao original.

Nas citações de artigos de lei não se insere a fonte na nota de rodapé, pois já se menciona a Lei ou Código pertinente, logo após a menção do artigo. Para dar ênfase a um trecho de citação, indicar a alteração, utilizando a expressão: grifou-se, entre parênteses, ao final da redação. Porém, se o destaque já constar no original, ao final menciona-se: grifo do autor.

Conforme a seguir, devem ser indicadas:

a) supressões: [...]
b) interpolações, acréscimos ou comentário: [ ]
c) ênfase ou destaque: negrito.

As citações devem ser apresentadas conforme a NBR 10520 ou de forma reduzida na NBR 6023. (Anexo G).

2.6 Normatização textual

a) Redação:

a monografia deve ser escrita na terceira pessoa, em linguagem clara, concisa e de consistência gramatical e seqüencial;

frases simples e curtas (média de trinta palavras);

parágrafos médios (oito a 15 linhas);

capítulos médios (de dez a 15 laudas).

Destaque e diferenciação de palavras:

nomes científicos, palavras e frases em língua estrangeira, títulos de obras (livros e periódicos), emprega-se itálico, sem aspas;

para dar destaque a um termo, usar negrito

títulos de capítulos ou de poemas vêm entre aspas.

b) Aspas

Vão entre aspas duplas as citações de até três linhas, incorporadas ao texto. A citação de citação vem entre aspas simples. As citações longas, de mais de três linhas, são em bloco destacado do texto, sem aspas.

c) Abreviaturas e siglas

Devem ser utilizadas na forma recomendada por organismos de padronização nacional ou internacional ou órgãos científicos de competências de cada área. Na primeira vez em que forem mencionadas no texto, devem aparecer entre parênteses, precedidas da sua forma por extenso. Ex.: Código de Processo Penal (CPP).

d) Símbolos

São as reduções de termos científicos de forma gráfica invariável, sem ponto final ou desinência de gênero ou número, como p. ex.: O (oxigênio), m (metro), cm (centímetro), min (minuto).

e) Fórmulas e equações

Devem aparecer bem destacadas do texto. No caso de ocorrer várias fórmulas e equações, elas são identificadas por números consecutivos, colocados entre parênteses na extrema direita da linha.

f) Numerais

Em algarismos arábicos, mas por extenso nos seguintes casos:

De zero a nove: cinco, sete mil, dois milhões, ...

Dezenas redondas: vinte, trinta mil, quarenta milhões, ...

Centenas redondas: duzentos, quatrocentos mil, seiscentos milhões, ...

As classes separam-se por espaços;

Em todos os casos só se usam palavras quando não houver nada nas ordens ou classes inferiores: 13 mil, mas 13 700 e não 13 mil e 11 setecentos; 247 320 e não 247 mil e trezentos e vinte.

Acima do milhar, todavia, é possível recorrer a dois procedimentos:

aproximação do número fracionário, p.ex.: 23,6 milhões;

desdobramento dos dois termos numéricos, p.ex.: 3 milhões e 535 mil

g) Frações

Indicadas por algarismos, exceto quando ambos os elementos se situam de um a dez (um terço, 5/12); as frações decimais são escritas com algarismos (0,5; 16,35).

h) Porcentagens

Sempre indicadas por algarismos, sucedidos do símbolo próprio (5%, 25%).

i) Ordinais

Escritos por extenso de primeiro a décimo, porém os demais na forma numérica (quinto, 15º).

j) Quantias

De um a dez se escrevem por extenso (cinco reais), entretanto, quando ocorrem frações, registra-se a quantia exclusivamente de forma numérica, acompanhada do respectivo símbolo (R$ 15,25).

l) Algarismos romanos

Usados normalmente nos seguintes casos: séculos, reis, imperadores, papas, ..., de mesmo nome; grandes divisões das forças armadas; reuniões, acontecimentos,..., repetidos periodicamente; e, dinastias reais.

m) Horas

A norma manda: 3h20min e não a forma usual: 3:20 (em horários).

n) Datas:

Quando por extenso, a indicação dos milênios deve ser feita ordinalmente e a dos séculos, cardinalmente. Na indicação numérica, usam-se algarismos romanos antepostos, no caso dos milênios, e pospostos, no caso de séculos. Ex.: Segundo milênio antes da era cristã = II milênio a .C.; século vinte = século XX.

O ano deve ser indicado numericamente por todos os algarismos e não apenas pela dezena final.

Os meses são indicados por extenso ou em algarismos arábicos ou, ainda, abreviados por meio das três primeiras letras, seguidas de ponto quando minúsculas, e sem ponto, quando maiúsculas, excetuando-se o mês de maio, que é escrito por extenso.

Ex.: 12 de abril de 1972; 12 abr. 1972; 12 ABR 1972.

As datas, quando indicadas numericamente, seguem o uso internacional: ano, mês, dia. Ex.: 1972.06.05.

A indicação dos dias da semana pode ser feita abreviadamente, da seguinte forma: 2ª-feira, 3ª-feira, 4ª-feira, 5ª-feira. 6ª-feira; sáb.; dom.

2.7 Ilustrações

As ilustrações aparecem no trabalho para explicar ou complementar o texto. São as tabelas, quadros, gráficos, fluxogramas, organogramas, gravuras, fotografias, mapas, esquemas, desenhos e outros. Com exceção de tabelas e quadros, as ilustrações são nomeadas como figuras, sendo indicadas no texto ou final do período, entre parênteses. As ilustrações são numeradas em algarismos arábicos e em seqüência própria. Devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem.

2.7.1 Tabelas e Figuras

Têm a finalidade de resumir ou sintetizar dados, fornecendo o máximo de informação num mínimo de espaço. O título da tabela ou quadro deve ser colocado acima da mesma (Tabela 1 - ....), enquanto que o da figura, abaixo da mesma, com numeração própria e progressiva (Figura 1 - ....). Para títulos longos de tabelas ou figuras deve-se empregar espaçamento simples. Se retiradas de material consultado, indicar a fonte (sobrenome do autor, ano de publicação e a página). Pode usar espaçamento e fontes de letras com tamanhos menores que os do texto.

As figuras devem ser designadas e mencionadas no texto pela palavra Fig., seguida do número de ordem ou localizar-se entre parênteses no final da frase. O mesmo ocorre com as tabelas, porém mencionadas no texto pela palavra Tab..

As tabelas são auto-explicativas e pode-se fazer uso de notas e chamadas colocadas no seu rodapé, quando a matéria nelas contidas exigir esclarecimentos. Devem ser construídas de acordo com as diretivas da NBR 14 724 de agosto de 2002. Exemplo:

Tabela 1 - Suicídios ocorridos no Brasil em 1986, segundo a causa atribuída
Causa atribuída Freqüência Percentagem
Alcoolismo 263 13,26
Dificuldade financeira 198 9,98
Doença mental 700 35,30
Outro tipo de doença 189 9,53
Desilusão amorosa 416 20,98
Outros 217 10,94
Fonte: IBGE (1988)

2.8 Revisão de português

Sugere-se ao aluno que, depois de concluída a monografia, faça uma revisão de português.

2.9 Orientador

De acordo com o Regulamento para a elaboração da monografia do Instituto Machadense de Ensino Superior (IMES), nos seus art. 29 e 30, compete ao professor orientador cumprir todas as etapas de avaliação e critérios previstos no regulamento e, estabelecer, juntamente com seu orientando, o plano de trabalho e cronograma de execução das atividades registrando-as na ficha de controle de orientações.

2.10 Encadernação

Após a apresentação da monografia e efetuadas as eventuais correções, em sua versão final, deverá ser entregue um exemplar encadernado em capa dura, de cor vermelha para a Faculdade de Direito e em azul para a Faculdade de Administração, com letras em dourado (conforme padrão), cuja capa será exatamente igual à falsa folha de rosto. Na lombada deverão ser impressos na parte superior, o semestre e ano da apresentação, longitudinalmente o título da monografia, e na parte inferior o nome do autor (SOBRENOME, iniciais do nome).

BIBLIOGRAFIA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:
Referências bibliográficas. Rio de Janeiro: ABNT, ago. 2002.
______. NBR 14724: Informação e documentação; trabalhos acadêmicos;
apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, ago. 2002.
______. NBR 10520: Informação e documentação; apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro: ABNT, ago. 2002.
FRANÇA, Júnia Lessa; VASCONCELLOS, Ana Cristina. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 7. ed. Belo Horizonte:
UFMG, 2003.
HENRIQUES, Antonio; MEDEIROS, João Bosco. Monografia no curso de direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa, da escolha do assunto à apresentação gráfica. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
MÁTTAR NETO, João Augusto. Metodologia científica na era da informática. São Paulo: Saraiva, 2003. 261 p.
MEZZAROBA, Orides; MONTEIRO, Claúdia Servilha. Manual de metodologia da pesquisa no direito. 2. ed. rev. São Paulo: Saraiva, 2004. 329 p.
NUNES, Luiz Antonio.Rizzatto. Manual de monografía jurídica: como se faz uma monografía, uma dissertação, uma tese. 3. ed. rev. aum. São Paulo: Saraiva, 2001. 220 p.
OLIVEIRA, Luiz Cláudio Vieira de. Técnicas de comunicação científica. Belo Horizonte: [s.n.], 2003. Apostila.
OLIVEIRA, Sílvio Luiz de. Metodologia científica aplicada ao direito. São Paulo: Thomson, 2002. 282 p.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Os passos da pesquisa científica. Apostila de introdução aos estudos da educação. São Paulo: FEUSP, jan./jun. 1999.

Fonte: www.fumesc.com.br



Normas Gerais Para Revisão

09:58 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

ABREVIATURAS OU SIGLAS

Na primeira citação no texto, devem ser traduzidas, a não ser que sejam de uso corrente na área de conhecimento em questão. Escreve-se o nome por extenso e depois a sigla entre parênteses.

Abreviaturas ou siglas estrangeiras

Usa-se a forma original, sem tradução, exceto nos casos de uso consagrado.

Abreviaturas de locuções técnicas e comerciais

Usam-se apenas as iniciais, maiúsculas e sem pontos.

Abreviaturas com redução do vocábulo

Dr., Dra., Sr., Sra., Prof., Profa., Exmo., Ilmo.

Siglas de até três letras, silabáveis ou não – Escrevem-se as iniciais, maiúsculas e sem pontos (ONU, FMI, CEE).

Siglas silabáveis, com quatro letras ou mais – Escreve-se apenas a primeira letra, maiúscula (Ipea, Celg, Petrobras, Unicef).

Siglas não-silabáveis

Escrevem-se as iniciais, maiúsculas e sem pontos (INPS, RFFSA, DNOCS).

Siglas oficiais

Usa-se a grafia convencionada, transcrevendo-se maiúsculas, minúsculas, acentos e pontos (MAer, CNPq, UnB, DOI-Codi).

Abreviaturas com corpo elevado ou rebaixado – 1.o , 1.a , cm³ , O2, n.°

AGRADECIMENTOS

Preferencialmente, deve vir dentro do texto de apresentação ou do prefácio, e não em página própria.

ALINHAMENTO

O normal é não haver um espaço maior entre os parágrafos, a não ser como recurso proposital para dar mais destaque a cada parágrafo, arejar ou ampliar a página ou aumentar o número de páginas.

APRESENTAÇÃO

O próprio autor ou outra pessoa apresenta o livro ou fatos relativos a ele.

ASPAS

Simples

Usam-se para citação dentro da citação, quando esta não tem margem recuada.

Dupla

Usadas em empréstimos, realces e citações com menos de três linhas; quando completam texto do autor, fecham antes do ponto final ou vírgula; quando encerram texto citado de terceiro, ainda que iniciado por minúscula, mesmo depois de dois pontos, fecham depois do ponto final

ASTERISCOS

Devem ser evitados. Para identificar os autores, em obras de autoria coletiva, escrevem-se os nomes, seguidos de dados pessoais, no rodapé da página inicial.

CITAÇÕES

Marcadas com aspas, quando dentro do texto, ou com margem recuada e corpo um ponto menor, redondo, quando tiverem mais de três linhas. São identificadas pelo nome do autor em maiúsculas e minúsculas, ano de publicação e página citada, entre parênteses, no final da citação (evitar remeter para nota de rodapé ou notas de final de capítulo). Não se abre parágrafo nas citações recuadas. Quando as reticências estão no meio da citação, ficam entre colchetes. Na citação, tudo que não é do autor vem entre colchetes. Nas citações dentro do texto, o ponto final vem após os parênteses, não no final da frase, após as aspas. Nas citações com margem recuada, o ponto vem no final da frase, não após os parênteses.

CONTRACAPA

Texto opcional rápido e objetivo, a critério da editora. Não pode repetir o texto da orelha.

COORDENADOR

Trabalha junto com os autores. Define os temas, coordena a edição e também escreve, participando da obra como autor.

COPYRIGHT

Deve constar na parte superior do verso da folha de rosto, em decorrência de contrato, para resguardar o direito autoral.

CORPO DO TEXTO

Atualmente não é menor que 11 (11/12 ou 11/13). A leitura fica melhor em corpo com serifas. Texto vazado não deve ter serifas. Nos textos com maiúsculas, usam-se corpos 10/10 ou 10/11.

CRIVO

Verificação final da obra, conferindo e padronizando todos os seus componentes: capa, lombada, contracapa, orelha; falsa folha de rosto, verso da falsa folha, folha de rosto, verso da folha de rosto, epígrafe, agradecimentos, apresentação, sumário, prefácio; títulos e intertítulos de capítulos, corpos e fontes, grafias das palavras, destaques, uso de negrito, itálico e aspas; notas de rodapé, notas de final de capítulo e sua marcação no texto; figuras, tabelas, gráficos e quadros; referências. Utilizar o Check-List da Editora.

DATAS

Quando completas, no corpo do texto: 2 de março de 1986 (preferencialmente) ou 2/3/1986. Quando se indicam apenas mês e ano: março de 1986. Quando indicadas numericamente em publicações internacionais: 1986.03.02. Em notas e nas referências, usam-se as formas abreviadas do mês: mar. 1986.

DÉCADAS

Década de 1940 (preferencialmente) ou anos 40.

DEDICATÓRIA

Opcional, em página própria, ímpar.

DESTAQUE

Para destaques nos textos, evitar o uso de negrito. Preferir aspas ou itálico (que deve ser empregado com moderação). Nos destaques com maiúsculas, usar small.

EDITORAÇÃO

Edição

Conjunto de exemplares de um livro, impressos a partir de uma mesma matriz, com ISBN próprio.

Primeira edição

Primeira publicação de um original. Em caso de tradução, a edição mencionada deve corresponder à da obra traduzida e não à do original.

Reedição

Edição diferente da anterior, seja por modificações feitas no conteúdo ou na forma de apresentação do livro (edição revista, ampliada, atualizada etc.), seja por mudança de editor. Cada reedição recebe um número de ordem: 2.ª edição, 3.ª edição etc.

Reimpressão

Nova impressão de um livro, sem modificações no conteúdo ou na forma de apresentação, exceto as correções de erros de composição ou impressão.

Tiragem - Quantidade de exemplares de cada edição.

ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

Posfácio. Apêndices e anexos. Glossário. Índices. Suplemento ou adendo. Colofão.

ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

Falsa folha de rosto. Folha de rosto. Dedicatória. Agradecimentos. Epígrafe. Sumário. Lista de ilustrações. Lista de quadros e tabelas. Lista de reduções. Prefácio.

ELEMENTOS TEXTUAIS

Texto. Referências. Elementos de apoio ( notas, citações, tabelas e quadros, fórmulas, ilustrações).

EMPATIA

Evitar postura de simpatia ou antipatia em relação ao texto que está sendo revisado. O revisor deve ter isenção, evitar envolvimento emocional. Deve intervir no texto apenas no que está objetivamente errado.

EPÍGRAFE

Citação, com indicação de autoria, relacionada com a matéria tratada no corpo do livro. Pode constar das páginas capitulares.

ESTILO

Desvio da norma, com intenção estética. Deve ser recorrente em toda a obra, a ponto de identificar o autor. Jargão profissional e redação pessoal não são o mesmo que estilo.

ETC.

Forma abreviada de et coetera (“e outras coisas mais”). A tendência atual é não usar vírgula antes do termo, nem o “e”, que já está implícito na abreviatura.

FALSA FOLHA DE ROSTO

Opcional, situada antes da folha de rosto. Traz o título da obra e, eventualmente, o subtítulo (diferenciado tipograficamente).

FALSA FOLHA (VERSO)

Numinata (expediente da UFG e da Editora).

FIGURA, TABELA, QUADRO e GRÁFICO

No texto, escrever por extenso, com maiúsculas e minúsculas e com algarismos arábicos: Figura 1, Tabela 9 etc. Nas tabelas e quadros, o título vem em cima, em maiúsculas e minúsculas. Nas figuras, o título vem em baixo, junto com a legenda. Escreve-se a legenda com corpo claro e redondo, sem ponto final. De preferência, tabelas e quadros são abertos nas laterais. Deve-se citar a fonte e evitar excesso de traços. Tabela é uma relação de dados. Quadro apresenta dados comparativos.

FOLHAS DE GUARDA

Folhas dobradas ao meio e coladas no começo e no fim do livro, para prender o miolo às capas duras. Também chamadas guardas.

FOLHA DE ROSTO

Traz elementos da capa (autor, título e subtítulo diferenciados tipograficamente), coleção, logotipo da Editora da UFG, local e data.

FOLHA DE ROSTO (VERSO)

Traz copyright, reserva de direitos, n.º da edição e ano, capa e ilustração da capa, tradutor, ficha catalográfica (sem título) com o ISBN, endereço da Editora e ano de publicação.

INTRODUÇÃO

Feita pelo autor, coordenador ou organizador da obra, introduz o leitor ao texto.

ISBN

Sigla de International Standard Book Number. Indicativo numérico utilizado internacionalmente para identificação de livros.

ISSN

Sigla de International Standard Serial Number. Indicativo numérico utilizado internacionalmente para identificação de publicações seriadas, como revistas e jornais. .

ITÁLICO

Recurso usado para destaque nos seguintes casos:

Títulos de livros, trabalhos monográficos, jornais, revistas, discos, CDs, DVDs, filmes, peças musicais e teatrais, óperas, programas de rádio e tv, pinturas e esculturas, nomes de embarcações.

Palavras ou frases em língua estrangeira (em relação à utilizada no texto).

Obs.:

Em publicações especializadas, como revistas técnicas, de economia, de artes, de medicina, de antropologia, etc., em que se supõe a familiaridade do leitor com os termos estrangeiros usados normalmente na forma original como expressões correntes da nomenclatura específica do assunto tratado, não serão grifados os termos estrangeiros considerados peculiares à terminologia técnica da especialidade a que se dedica a publicação em questão; porém, os termos que não façam parte dessa terminologia específica devem ser grifados.

Destaque de palavra ou frase, em uma fala, que o interlocutor acentua com certa ênfase.

Obs.: Para realce de palavras ou expressões, usam-se também aspas duplas.

Destaque e atenção especial para um termo ou expressão a que se atribui particular importância no contexto.

Destaque para o fato de que uma determinada palavra está grafada propositadamente de modo não-convencional.

Em textos teatrais, para destacar instruções do autor (rubricas), ao longo do texto.

Em biologia, para escrever o gênero, a espécie e a subespécie, caso existente, de animais e plantas da classificação sistemática. Os nomes da família e do autor vêm em corpo normal. (Paullinia cupana H. B. K. var. sorbilis (Mart.) Ducke – guaraná; Talisia esculenta (St. Hil.) Radlk – pitomba).

INTERTÍTULOS

Preferir a hierarquização gráfica dos títulos das partes componentes do capítulo.

LEGENDA

Frase explicativa de foto ou ilustração. Não tem ponto final, exceto em comentários com mais de um período.

LOMBADA

O título deve vir de cima para baixo.

MAIÚSCULAS

Usam-se para nomes próprios, vocábulos a que o autor deseja dar destaque especial ou palavras iniciais de parágrafos, períodos, versos (uso clássico) e citações textuais (transcrições de períodos em sua íntegra). Os nomes próprios podem ser classificados em:

Acepção especial

Usam-se sempre maiúsculas nos seguintes casos:

Nomes de eras, períodos e épocas geológicas (era Cenozóica, período Pré-Cambriano, o Pleistoceno).

Designação de reinos, divisões, classes, subclasses, ordens, famílias e gêneros, em botânica e zoologia. Em textos científicos, os nomes da classificação sistemática costumam vir em latim.

Disciplinas de currículo acadêmico (Música, Pintura, Química, curso de Direito, aula de História).

Nomes de instituições religiosas (Igreja, Santa Sé, Sinagoga).

Nomes de documentos e atos do poder público, em textos oficiais (Estatuto da Microempresa, Consolidação das Leis do Trabalho etc.). Leis e decretos escrevem-se com minúsculas, a não ser que tenham um nome ou número (Lei 4.260, Lei Afonso Arinos, Lei do Uso do Solo).

Nomes de instituições públicas (Executivo, Congresso, Ministério da Saúde, Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, Fundação Nacional do Índio). Escrevem-se com maiúsculas também Estado, quando designa o conjunto de poderes políticos de uma nação (golpe de Estado, Estado de direito); República, quando substitui Brasil (presidente da República); União, no sentido de poder central, associação dos estados federativos (estados da União).

Em livros de antropologia e etnologia há regras específicas para a grafia de nomes, que devem ser usadas com critério em textos que não pertençam a essas áreas. Nomes de nações indígenas são grafados com maiúsculas e sempre no singular (os Xavante, os Apache, os Zulu).

Antropônimos

Nomes e sobrenomes (Jorge Benjor, Edu Lobo).

Cognomes (Henrique, o Navegador; Ricardo Coração de Leão).

Alcunhas e apelidos (Zezé, Tonho, Sete-Dedos).

Antonomásticos (Patriarca da Independência, Águia de Haia). Quando usados como simples formas retóricas, os antonomásticos devem ser escritos com minúsculas (As águias de Haia não sobrevoam o cerrado).

Pseudônimos (Tristão de Athayde, João do Rio).

Nomes dinásticos (os Braganças, os Cardosos). Em nomes que designam dinastias em formas adjetivas, usam-se minúsculas ( A dinastia dos carolíngios).

Personagens literários fictícios (Pierrô, Dom Quixote). Quando não se trata da personagem em si, mas do seu significado simbólico, devem-se usar minúsculas (Valente como um dom quixote).

Entidades astronômicas

Escrevem-se com maiúsculas os nomes de estrelas, planetas, satélites, cometas, constelações e galáxias, sempre que designam entidades siderais. Assim, grafam-se diferentemente: eclipse do Sol e banho de sol; crateras da Lua e fases da lua; diâmetro da Terra e viagem por terra.

Entidades míticas

Escrevem-se sempre com maiúsculas as expressões que designam a divindade (Deus, Cristo, Buda, Jeová, o Pai, o Todo-Poderoso); anjos bons e maus (Gabriel, Miguel, Belzebu, Lúcifer); e entidades míticas (Zeus, Hermes, Negrinho do Pastoreio, Xangô). Escrevem-se, porém, com minúsculas, os nomes de entidades mitológicas coletivas (faunos, ninfas, sereias).

Santo e outras expressões hagiológicas (são, venerável, beato, profeta etc.) vêm grafados com maiúsculas quando precedem imediatamente o nome que qualificam (Santa Maria, São Paulo, Profeta Elias).

Escreve-se a palavra Virgem, com maiúsculas, em todas as expressões que designam a mãe de Jesus; o mesmo vale para todas as expressões similares (Maria Santíssima, Nossa Senhora, Santa Mãe de Deus).

Usam-se maiúsculas nas expressões antonomásticas referentes aos santos (Santa Catarina, Virgem e Mártir; São Paulo, o Apóstolo dos Gentios), bem como nos apelidos de alguns deles (São João Batista, São João Evangelista).

Intitulativos

Escrevem-se com maiúsculas os nomes de empresas e estabelecimentos comerciais, industriais, bancários, médicos e educacionais; entidades políticas, culturais, sociais, esportivas e religiosas; associações de classes e repartições públicas; marcas comerciais patenteadas e nomes atribuídos a veículos; nomes de obras literárias ou artísticas, publicações periódicas, trabalhos avulsos e partes de um trabalho; nomes de cavalos de corrida, animais de raça, de circo, de zoológico e domésticos de estimação.

Usam-se minúsculas com as marcas comerciais já tornadas substantivos comuns (dose de martini, roupa de tergal, tratamento com terramicina).

Fatos históricos

Escrevem-se com maiúsculas as datas, eras e fatos históricos notáveis (7 de Setembro, Queda da Bastilha, Era Vitoriana, Idade Média, Revolução Cubana, Êxodo, Abolição da Escravatura).

Festividades

Escrevem-se com maiúsculas os nomes das festas e comemorações civis, religiosas e tradicionais (Natal, Quaresma, Dia do Trabalho, Dia das Mães, Carnaval, Semana Santa). Festas populares e pagãs, entretanto, são grafadas com minúsculas (bacanais, bumba-meu-boi, congada).

Regiões

Escrevem-se com maiúsculas as regiões em que o país e as unidades federativas estão divididos (Região Sul, Região Nordeste, Sudoeste Goiano); também nos EUA, escreve-se o Leste, o Oeste; a mesma regra vale para regiões importantes do ponto de vista histórico, econômico ou político (Oriente Próximo, Oriente Médio, Leste Europeu, Extremo Oriente, Oriente e Ocidente).

Reverência

Usam-se maiúsculas para tratamento de reverência nos seguintes casos:

Tratamento direto ou indireto a soberanos (Vossa Majestade, Vossa Alteza, Sua Alteza).

Tratamento ao papa, cardeais e bispos (Vossa Santidade, Vossa Eminência Reverendíssima, Sua Excelência Reverendíssima).

Tratamento ao presidente da República, ministros, governadores, senadores, deputados, secretários estaduais, reitores, juízes , altas patentes militares e demais cargos da hierarquia civil e militar (Vossa Excelência, Excelentíssimo Senhor, Magnífico Reitor, Meritíssimo Juiz, Vossa Senhoria).

Títulos nobiliários, eclesiásticos e honoríficos (senhor, sir, lorde, dom, cardeal, monsenhor, comendador, conde, príncipe, sultão etc.) são grafados com maiúsculas somente quando o título acompanhar o nome pelo qual a pessoa é conhecida (Visconde de Taunay, Duque de Caxias, Dom Sebastião). Normalmente, os títulos são grafados com minúsculas.
Fórmulas respeitosas informais (senhor, doutor, dona, professor) são grafadas com maiúsculas apenas nas formas abreviadas (Dr. Antonio, Sr. Hélio, Prof. Moura).

Topônimos

Locais da geografia política; divisões territoriais, administrativas e urbanas; locais históricos e sítios arqueológicos, são escritos sempre com maiúsculas.

Acidentes geográficos ou topográficos e vias ou logradouros públicos escrevem-se com maiúsculas (Lagoa Santa, Cabo Frio, Mata Atlântica, Praça da República).

No caso de expressões adjetivas acrescentadas aos nomes de acidentes geográficos, para indicar localização, jurisdição política ou outra característica, usam-se minúsculas (alto Nilo, Andes equatorianos, Alpes franceses).

Escrevem-se, por exemplo, Reino do Afeganistão, República Popular da China ou China Comunista; mas escrevem-se, por outro lado, os reinos europeus, as repúblicas socialistas, o bloco comunista, a Europa ocidental.

No caso de divisões das Forças Armadas, grafa-se a expressão toda com maiúsculas (Segunda Região Militar, Quarta Zona Aérea, Sexto Distrito Naval). Normalmente, porém, escreve-se o distrito naval, a zona aérea, a região militar do Rio etc.

MINÚSCULAS

Usam-se iniciais com letras minúsculas nos seguintes casos:

Doutrinas, religiões, correntes e escolas filosóficas, artísticas e literárias (marxismo, catolicismo, cubismo, impressionismo).

Substantivos próprios tornados comuns, inclusive os nomes compostos ligados por hífen (Uma eva sedutora; castanha-do-pará; palma-de-santa-rita).

Nomes dos pontos cardeais, quando não indicam regiões (De norte a sul).

Depois de dois pontos que não precedem citação direta (Digo e repito: não sou candidato).

Depois de pontos de interrogação e exclamação, quando têm a função de vírgula ou travessão (Deus! ó Deus! onde estás que não respondes?; ? Entendeste-me? disse ela).

Na designação das profissões e dos ocupantes de cargos (O professor Hélio, a princesa Anne, o presidente Itamar).

NEGRITO

Deve ser usado com moderação, para não carregar demasiadamente o texto. Ao autor é permitido, em determinados casos e sem exagero, utilizá-lo como recurso estilístico. Na dúvida, não utilizá-lo ou lançar mão de aspas ou itálico.

NOTAS

Usar corpo menor que o do texto. No rodapé da página, de preferência, para facilitar a leitura.

NUMERAÇÃO

A contagem das páginas começa pela falsa folha de rosto, se houver essa página. Não são numeradas a folha de rosto e a falsa folha (anverso e verso), bem como as páginas da epígrafe e da dedicatória e as capitulares.

NUMERAIS

A escrita dos numerais, elemento controverso nos meios editoriais, deve seguir as normas adotadas até o limite do bom senso, evitando-se interferências ao eficaz entendimento do texto, segundo sua natureza e a situação em que estão sendo empregados. Deve-se, portanto, respeitar a utilização estética do algarismo, ou de sua forma escrita, pelo autor, sobretudo em textos de cunho literário.

Em textos hieráticos, dogmáticos, solenes, altamente formais (convites e participações relativos a acontecimentos sociais), literatura requintada, poesia, canções, títulos de obras literárias, de artes plásticas ou de episódios históricos, os cardinais e os ordinais devem ser escritos por extenso.

Excetuam-se os casos em que o número representa data ou qualquer outra expressão normalmente escrita em algarismos, ou quando se trata de títulos assim grafados pelos que os cunharam (Revolução de 9 de Julho; 2001, uma odisséia no espaço; 1984).

Os cardinais, assim como os ordinais, quando expressos por uma só palavra, são grafados por extenso. Em caso de leis e seus artigos, parágrafos e alíneas, grafam-se os numerais com algarismos.

No mesmo parágrafo, quando houver números expressos por uma palavra e por mais de uma, usam-se somente algarismos.

Não se inicia frase com algarismo, mas sim com o número por extenso.

Quando expressam dados de problemas estatísticos e matemáticos, medições específicas e de caráter preciso expressas em unidades de padrão internacional, porcentagens e valores semelhantes, deverão ser grafados em algarismos arábicos quando estiverem acompanhados do respectivo símbolo de medida, integrando textos de caráter científico, técnico ou didático.

Valores monetários são grafados com algarismos arábicos acompanhados dos respectivos símbolos das moedas – R$ 20,00 , US$ 5 milhões

Os sinais que expressam porcentagens ou unidades de medida de temperatura serão grafados sempre juntos com os algarismos que os antecedem, sem nenhum espaço de separação.

Escrevem-se os algarismos de 1.000 em diante com pontos de três em três casas decimais. Essa regra não vale para a indicação de anos do calendário ou páginas de publicações.

Números fracionários, salvo em publicações de caráter científico, devem ser grafados por extenso.

Algarismos romanos são usados apenas para designar reis e papas, nomes oficiais de clubes ou associações, os antigos exércitos brasileiros e os atuais comandos aéreos regionais (Comar), volumes ou tomos de livros, além do uso opcional em denominação de capítulos de livros ou de séculos.

Para indicar horas, colocar algarismos, separando horas de minutos por dois pontos, sem abreviações (h, min) ou as palavras "horas" e "minutos" ? (14:30). Nas horas quebradas, deve-se usar h, min e s, sem espaçamento entre os números. A abreviatura min só é necessária quando houver especificação dos segundos.

ORELHA

Texto rápido e objetivo, com informação direta, versando sobre a obra e o autor. Dados pessoais do autor ficam melhor dentro do livro. A orelha deve valorizar a obra e atrair o leitor.

ORGANIZADOR

Coordena a preparação da obra de autoria coletiva mas não participa como autor.

PADRONIZAÇÃO

Uniformidade no projeto gráfico, corpo e fonte dos títulos, grafia das palavras, siglas, figuras, tabelas etc. Evitar redundâncias nos títulos.

PREFÁCIO

Texto de apresentação da obra, escrito por uma pessoa convidada pelo autor, não por este.

REFERÊNCIAS

Relação das obras consultadas e citadas pelo autor. Não confundir com Bibliografia, que é uma relação de obras a ser consultadas pelo leitor, caso tenha interesse em aprofundar-se no assunto em questão. As referências não devem ser numeradas, porque já estão relacionadas em ordem alfabética. No texto, escrever o nome do autor entre parênteses, evitando usar números. No caso de obras editadas pelo Cegraf da UFG, atualizar, nas referências, para Ed. UFG; quando tratar-se de obras publicadas pela Imprensa Universitária da UFG, tratar como edição do autor .

SUMÁRIO

Delimita a parte pré-textual do livro da parte textual. Apresenta a relação dos capítulos, podendo incluir a relação de quadros e tabelas no final. Alinhado pela esquerda, os pontos têm corpo menor que o do texto. Evitar usar números para hierarquizar títulos e subtítulos de capítulos; é preferível recorrer a recursos gráficos. Capítulos numerados, só em livros didáticos.

TÍTULOS DE OBRAS

Usar o itálico para caracterizar títulos de livros, revistas, jornais, filmes, peças teatrais, shows, peças musicais que constituem obras completas, obras de artes plásticas e nomes de navios e embarcações. (Obs.: Maiúsculas só em caso de nomes próprios. Em caso contrário, só a inicial da primeira palavra é grafada com maiúsculas – Sargento Getúlio; Esqueceram de mim). Nos títulos de livros, usar maiúsculas e minúsculas. Nos títulos de periódicos, usar maiúsculas nas iniciais de todas as palavras.

Os nomes de foguetes espaciais não costumam ser grifados, por serem nomes técnicos, seriados e informais (Apolo XII, Discovery).

Deve-se usar as aspas para destacar o título de artigos de jornais e revistas, de capítulos de livros, de partes de obras literárias e musicais e, em geral, de artigos, conferências, notícias, reportagens, notas de críticas, árias ou trechos de óperas, bem como o título de quaisquer trabalhos intelectuais ou artísticos ("O homem", em Os sertões; "Crepúsculo", em Elegia poética; "As tartarugas do Araguaia", reportagem de O Popular).

Fonte: www.editora.ufg.br



Metodologia de Artigo Científico

09:55 AM, 20/12/2009 .. 0 comentários .. Link

Metodologia de Artigo Científico

1. Tipo de fonte ARIAL.

2. Papel formato A4: 210mm X 297mm.

3. Margens

3.1 Superior 3cm

3.2 Inferior 2cm

3.3 Esquerda 3cm

3.4 Direita 2cm

4. Espacejamento: entre linhas e entre parágrafos é 1,5

5. Parágrafos: justificados

6. Numeração de páginas: no canto superior direito iniciando na introdução do trabalho

7. Estruturas de parágrafos: iniciar sempre o parágrafo com uma tabulação para indicar o início (apor um recuo no começo do parágrafo).

8. Tamanho da fonte

8.1 No título do artigo (em letras maiúsculas) = 12

8.2 No nome do(s) autor(es) = 10;

8.3 Na titulação (nota de rodapé) 10;

8.4 No resumo = 10;

8.5 Nas palavras-chave = 12;

8.6 Na redação do texto (introdução, desenvolvimento e conclusão) = 12;

8.7 Nas citações longas = 10

8.8 Nas referências = 12.

9. Citação

9.1 Destacar a fonte em negrito itálico, quando citação breve de até três linhas no mesmo parágrafo;

9.2 Utilizar um recuo maior do parágrafo, quando citação longa, com tamanho da fonte 10, aplicar espaço simples no parágrafo (não é necessário negrito nem itálico) no parágrafo;

9.3 Atentar para NBR 10520/2002;

9.4 Apor o sobrenome do autor, ano da publicação da obra e número da página.

Título do Artigo (Modelo de estrutura)

(APOR O NOME DO TEMA ABORDADO; CENTRALIZADO EM LETRAS MAIÚSCULAS; TAMANHO DA FONTE 12)

Apor dois espaços 1,5

Resumo: elaborar um resumo para convidar o leitor para a leitura do artigo, um parágrafo estruturado de cinco a dez linhas, sobre o tema indicando os objetivos do estudo desenvolvido com espaço entre linha simples; tamanho da fonte 10; com parágrafo justificado.

Apor dois espaços 1,5

Palavras-chave: escolher entre três e cinco palavras importantes sobre o tema que foi desenvolvido, e apor como palavras-chave do artigo (fonte 12; espaço entre linhas 1,5; parágrafo justificado).

Apor dois espaços 1,5

Iniciar a redação sobre o tema com estruturação de parágrafos, introdução, desenvolvimento e conclusão de forma clara e ortograficamente correta. (tamanho da fonte 12; espaço entre linhas 1,5; parágrafos justificado).

Apor dois espaços 1,5

Iniciar em ordem alfabética as Referências, conforme modelo e adaptação da NBR 6023/2002.

O artigo é uma pequena parcela de um saber maior, cuja finalidade, de um modo geral, é tornar pública parte de um trabalho de pesquisa que se está realizando. São pequenos estudos, porém completos, que tratam de uma questão verdadeiramente científica, mas que não se constituem em matéria para um livro.

Estrutura do Artigo

1. PRELIMINARES

Cabeçalho – Título (subtítulo) do trabalho

Autor(es)

Crédito dos autores (formação, outras publicações)

2. RESUMO DO TEXTO
3. PALAVRAS-CHAVE
4. CORPO DO ARTIGO

Introdução – apresentação do assunto, objetivos, metodologia

Corpo do Artigo – texto, exposição, explicação e demonstração do material; avaliação dos resultados

Conclusões e comentários – dedução lógica

5. PARTE REFERENCIAL

Referências bibliográficas
Apêndices ou anexos

Obs. O Artigo Científico requisitado pelo curso de Psicanálise à Distância do CAEEP deve conter entre 3 a 4 páginas, no máximo. Deve ser redigido em fonte arial 12.

Referências:

D’ONOFRIO, Salvatore. Metodologia do trabalho intelectual. 2a.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 4a. ed. São Paulo: Atlas, 2001
SANTOS, Antônio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 4a.. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2001

Finalidade de um Artigo Científico

Comunicar os resultados de pesquisas, idéias e debates de uma maneira clara, concisa e fidedigna.

Servir de medida da produtividade (qualitativa e quantitativa) individual dos autores e das intituições a qual servem.

Servir de medida nas decisões referentes a contratação, promoção e estabilidade no emprego.

É um bom veículo para clarificar e depurar suas idéias.

Um artigo reflete a análise de um dado assunto, num certo período de tempo.

Serve de meio de comunicação e de intercâmbio de idéias entre cientistas da sua área de atuação.

Levar os resultados do teste de uma hipótese, provar uma teoria (tese, trabalho científico).

Registrar, transmitir algumas observações originais.

Servir para rever o estado de um dado campo de pesquisa.

ARTIGOS DE PERIÓDICO

Artigos de periódico são trabalhos técnico-científicos, escritos por um ou mais autores, com a finalidade de divulgar a síntese analítica de estudos e resultados de pesquisas. Formam a seção principal em periódicos especializados e devem seguir as normas editoriais do periódico a que se destinam.

Os artigos podem ser de dois tipos:

a) originais, quando apresentam abordagens ou assuntos inéditos;

b) de revisão, quando abordam, analisam ou resumem informações já publicadas.

ESTRUTURA

A estrutura de um artigo de periódico é composta de elementos pré-textuais, elementos textuais e elementos pós-textuais.

1. ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS
1.1 Cabeçalho

O cabeçalho é composto de:

a) título do artigo, que deve ser centralizado e em negrito;

b) nome do(s) autor(es), com alinhamento à direita;

c) breve currículo do(s) autor(es), a critério do editor, que pode aparecer no cabeçalho ou em nota de rodapé.

1.2 Agradecimentos

Agradecimentos são menções que o autor faz a pessoas ou instituições das quais eventualmente recebeu apoio e que concorreram de maneira relevante para o desenvolvimento do trabalho. Os agradecimentos aparecem em nota de rodapé na primeira página do artigo ou no final deste.

1.3 Resumo

Resumo é a apresentação concisa do texto, destacando seus aspectos de maior relevância.

Na elaboração do resumo, deve-se:

a) apresentar o resumo precedendo o texto, e escrito na mesma língua deste;

b) incluir obrigatoriamente um resumo em potuguês, no caso de artigos em língua estrangeira publicados em periódicos brasileiros;

c) redigir em um único parágrafo, em entrelinhamento menor, sem recuo de parágrafo;

d) redigir com frases completas e não com seqüência de títulos;

e) empregar termos geralmente aceitos e não apenas os de uso particular;

f) expressar na primeira frase do resumo o assunto tratado, situando-o no tempo e no espaço, caso o título do artigo não seja suficientemente explícito;

g) dar preferência ao uso da terceira pessoa do singular;

h) evitar o uso de citações bibliográficas;

i) ressaltar os objetivos, os métodos, os resultados e as conclusões do trabalho;

l) elaborar o resumo com, no máximo, 250 palavras.

O resumo é denominado abstract, em inglês, resumen, em espanhol, résumé, em francês, riassunto, em italiano e Zusammenfassung em alemão. Não deve ser confundido com o sumário.

MODELO DE PRIMEIRA PÁGINA DE ARTIGO (EXEMPLO)

QUALIDADE NA SEGURANÇA DO ACERVO NA BIBLIOTECA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – ESTUDO DE CASO

Angela Pereira de Farias Mengatto1

Eliane Maria Stroparo1

Eutália Cristina do Nascimento Moreto1

Luzia Glinski2

Sílvia Dambroski Marcon2

Tania de Barros Bággio1

RESUMO

Demonstra a experiência de implantação do Sistema de Segurança “3M Tatte-Tape” na Biblioteca de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do Paraná. Através da metodologia aplicada constatou-se que houve redução significativa da perda de livros e nos custos, sendo necessário, porém, a adoção de outras medidas, para que se possa estabelecer um nível satisfatório no item “Qualidade na Segurança do Acervo”.

Palavras-chave: Livros – Furto; Bibliotecas – Furto de livros, Bibliotecas – Medidas de segurança.

1 INTRODUÇÃO

Este trabalho propõe-se a relatar a experiência de implantação de um sistema de segurança na Biblioteca de Ciência e Tecnologia (BCT), integrante do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Instalada em 1965, a biblioteca atende atualmente a treze cursos de graduação e onze de pós-graduação, possuindo um acervo de 49.216 volumes de livros e 3.636 títulos de periódicos e multimeios.

Bibliotecária do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Paraná – UFPR.

f. 2000, Curitiba, v.1, n.1, p.12-27. jan./jun. 1999

fonte: http://www.paratexto.com.br

1.4 Palavras-chave

Descritores (ou palavras-chave) são termos ou frases representativas dos assuntos tratados no artigo, apresentados em uma relação de até sete palavras, e que aparecem obrigatoriamente depois do resumo, precedidos da expressão Palavras-chave.

Recomenda-se a consulta a tesaur de áreas específicas.

2. ELEMENTOS TEXTUAIS

São os elementos que compõem o texto do artigo. Dividem-se em introdução, desenvolvimento e conclusão.

2.1 Introdução

A introdução expõe o tema do artigo, relaciona-o com a literatura consultada, apresenta os objetivos e a finalidade do trabalho. Trata-se do elemento explicativo do autor para o leitor.

2.2 Desenvolvimento ou Corpo

O desenvolvimento ou corpo, como parte principal e mais extensa do artigo, visa a expor as principais idéias. É, em essência, a fundamentação lógica do trabalho.

Dependendo do assunto tratado, existe a necessidade de se subdividir o desenvolvimento nas etapas que seguem.

2.2.1 Metodologia

Metodologia é a descrição precisa dos métodos, materiais, técnicas e equipamentos utilizados. Deve permitir a repetição do experimento ou estudo com a mesma exatidão por outros pesquisadores.

2.2.2 Resultados

Resultados são a apresentação dos dados encontrados na parte experimental. Podem ser ilustrados com quadros, tabelas, fotografias, entre outros recursos.

2.2.3 Discussão

Restringe-se aos resultados do trabalho e ao confronto com dados encontrados na literatura.

2.3 Conclusão

A conclusão destaca os resultados obtidos na pesquisa ou estudo. Deve ser breve, podendo incluir recomendações ou sugestões para outras pesquisas na área.

3. ELEMENTOS DE APOIO AO TEXTO

3.1 Citações

Citação é a menção no texto de informação extraída de outra fonte para esclarecer, ilustrar ou sustentar o assunto apresentado.

Devem ser evitadas citações referentes a assuntos amplamente divulgados, rotineiros ou de domínio público, bem como aqueles provenientes de publicações de natureza didática, que reproduzem de forma resumida os documentos originais, tais como apostilas e anotações de aula.

As citações são diretas (transcrição literal de um texto ou parte dele) ou indiretas (redigidas pelo autor do trabalho com base em idéias de outros autores) e podem ser obtidas de documentos ou de canais informacionais (palestras, debates, conferências, entrevistas, entre outros). As fontes de que foram extraídas as citações são indicadas no texto pelo sistema da ABNT.

3.2 Notas de Rodapé

Notas de rodapé são indicações bibliográficas, observações ou aditamentos ao texto feitos pelo autor, tradutor ou editor.

Fonte: paginas.terra.com.br



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