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Sofri abuso sexual na infancia... e estou superando!!

3/6/2009 - 16 - ABUSO SEXUAL INFANTIL

TEXTO RETIRADO DO SITE <http://www.virtualpsy.org/infantil/abuso.html>

 

ABUSO SEXUAL INFANTIL

Seja qual for o número de abusos sexuais em crianças que se vê nas estatísticas, seja quantos milhares forem, devemos ter em mente que, de fato, esse número pode ser bem maior. A maioria desses casos não é reportada, tendo em vista que as crianças têm medo de dizer a alguém o que se passou com elas. E o dano emocional e psicológico, em longo prazo, decorrente dessas experiências pode ser devastador.

O abuso sexual às crianças pode ocorrer na família, através do pai, do padrasto, do irmão ou outro parente qualquer. Outras vezes ocorre fora de casa, como por exemplo, na casa de um amigo da família, na casa da pessoa que toma conta da criança, na casa do vizinho, de um professor ou mesmo por um desconhecido.

Em tese, define-se Abuso Sexual como qualquer conduta sexual com uma criança levada a cabo por um adulto ou por outra criança mais velha. Isto pode significar, além da penetração vaginal ou anal na criança, também tocar seus genitais ou fazer com que a criança toque os genitais do adulto ou de outra criança mais velha, ou o contacto oral-genital ou, ainda, roçar os genitais do adulto com a criança.

Às vezes ocorrem outros tipos de abuso sexual que chamam menos atenção, como por exemplo, mostrar os genitais de um adulto a um criança, incitar a criança a ver revistas ou filmes pornográficos, ou utilizar a criança para elaborar material pornográfico ou obsceno.

A Criança Abusada

Devido ao fato da criança muito nova não ser preparada psicologicamente para o estímulo sexual, e mesmo que não possa saber da conotação ética e moral da atividade sexual, quase invariavelmente acaba desenvolvendo problemas emocionais depois da violência sexual, exatamente por não ter habilidade diante desse tipo de estimulação.

A criança de cinco anos ou pouco mais, mesmo conhecendo e apreciando a pessoa que o abusa, se sente profundamente conflitante entre a lealdade para com essa pessoa e a percepção de que essas atividades sexuais estão sendo terrivelmente más. Para aumentar ainda mais esse conflito, pode experimentar profunda sensação de solidão e abandono.

Quando os abusos sexuais ocorrem na família, a criança pode ter muito medo da ira do parente abusador, medo das possibilidades de vingança ou da vergonha dos outros membros da família ou, pior ainda, pode temer que a família se desintegre ao descobrir seu segredo.

A criança que é vítima de abuso sexual prolongado, usualmente desenvolve uma perda violenta da auto-estima, tem a sensação de que não vale nada e adquire uma representação anormal da sexualidade. A criança pode tornar-se muito retraída, perder a confiaça em todos adultos e pode até chegar a considerar o suicídio, principalmente quando existe a possibilidade da pessoa que abusa ameaçar de violência se a criança negar-se aos seus desejos.

Algumas crianças abusadas sexualmente podem ter dificuldades para estabelecer relações harmônicas com outras pessoas, podem se transformar em adultos que também abusam de outras crianças, podem se inclinar para a prostituição ou podem ter outros problemas sérios quando adultos.

Comumente as crianças abusadas estão aterrorizadas, confusas e muito temerosas de contar sobre o incidente. Com freqüência elas permanecem silenciosas por não desejarem prejudicar o abusador ou provocar uma desagregação familiar ou por receio de serem consideradas culpadas ou castigadas. Crianças maiores podem sentir-se envergonhadas com o incidente, principalmente se o abusador é alguém da família.

Mudanças bruscas no comportamento, apetite ou no sono pode ser um indício de que alguma coisa está acontecendo, principalmente se a criança se mostrar curiosamente isolada, muito perturbada quando deixada só ou quando o abusador estiver perto.

O comportamento das crianças abusadas sexualmente pode incluir:

1.Interesse excessivo ou evitação de natureza sexual;

2.Problemas com o sono ou pesadelos;

3.Depressão ou isolamento de seus amigos e da família;

4.Achar que têm o corpo sujo ou contaminado;

5.Ter medo de que haja algo de mal com seus genitais;

6.Negar-se a ir à escola,

7.Rebeldia e Delinqüência;

8.Agressividade excessiva;

9.Comportamento suicida;

10. Terror e medo de algumas pessoas ou alguns lugares;

11. Retirar-se ou não querer participar de esportes;

12. Respostas ilógicas (para-respostas) quando perguntamos sobre alguma ferida em seus genitais;

13. Temor irracional diante do exame físico;

14. Mudanças súbitas de conduta.

  Algumas vezes, entretanto, crianças ou adolescentes portadores de Transtorno de Conduta severo fantasiam e criam falsas informações em relação ao abuso sexual.

  Quem é o Agressor Sexual

Mais comumente quem abusa sexualmente de crianças são pessoas que a criança conhece e que, de alguma forma, podem controla-la. De cada 10 casos registrados, em 8 o abusador é conhecido da vítima. Esta pessoa, em geral, é alguma figura de quem a criança gosta e em quem confia. Por isso, quase sempre acaba convencendo a criança a participar desses tipos de atos por meio de persuasão, recompensas ou ameaças.

Mas, quando o perigo não está dentro de casa, nem na casa do amiguinho, ele pode rondar a creche, o transporte escolar, as aulas de natação do clube, o consultório do pediatra de confiança e, quase impossível acreditar, pode estar nas aulas de catecismos da paróquia. Portanto, o mais sensato será acreditar que não há lugar absolutamente seguro contra o abuso sexual infantil.

Segundo a Dra. Miriam Tetelbom, o incesto pode ocorrer em até 10% das famílias. Os adultos conhecidos e familiares próximos, como por exemplo o pai, padrasto ou irmão mais velho são os agressores sexuais mais freqüentes e mais desafiadores. Embora a maioria dos abusadores seja do sexo masculino, as mulheres também abusam sexualmente de crianças e adolescentes.

Esses casos começam lentamente através de sedução sutil, passando a prática de "carinhos" que raramente deixam lesões físicas. É nesse ponto que a criança se pergunta como alguém em quem ela confia, de quem ela gosta, que cuida e se preocupa com ela, pode ter atitudes tão desagradáveis.

  A Família da Criança Abusada Sexualmente  

A primeira reação da família diante da notícia de abuso sexual pode ser de incredulidade. Como pode ser comum crianças inventarem histórias, de fato elas podem informar relações sexuais imaginárias com adultos, mas isso não é a regra. De modo geral, mesmo que o suposto abusador seja alguém em quem se vinha confiando, em tese a denúncia da criança deve ser considerada.

Em geral, aqueles que abusam sexualmente de crianças podem fazer com que suas vítimas fiquem extremamente amedrontadas de revelar suas ações, incutindo nelas uma série de pensamentos torturantes, tais como a culpa, o medo de ser recriminada, de ser punida, etc. Por isso, se a criança diz ter sido molestada sexualmente, os pais devem fazê-la sentir que o que passou não foi sua culpa, devem buscar ajuda médica e levar a criança para um exame com o psiquiatra.

Os psiquiatras da infância e adolescência podem ajudar crianças abusadas a recuperar sua auto-estima, a lidar melhor com seus eventuais sentimentos de culpa sobre o abuso e a começar o processo de superação do trauma. O abuso sexual em crianças é um fato real em nossa sociedade e é mais comum do que muita gente pensa. Alguns trabalhos afirmam que pelo menos uma a cada cinco mulheres adultas e um a cada 10 homens adultos se lembra de abusos sexuais durante a infância.

O tratamento adequado pode reduzir o risco da criança desenvolver sérios problemas no futuro, mas a prevenção ainda continua sendo a melhor atitude. Algumas medidas preventivas que os pais podem tomar, fazendo com que essas regras de conduta soem tão naturais quanto as orientações para atravessar uma rua, afastar-se de animais ferozes, evitar acidentes, etc. Se considerar que a criança ainda não tem idade para compreender com adequação a questão sexual, simplesmente explique que algumas pessoas podem tentar tocar as partes íntimas (apelidadas carinhosamente de acordo com cada família), de forma que se sintam incomodadas.

1.Dizer às crianças que "se alguém tentar tocar-lhes o corpo e fazer coisas que a façam sentir desconfortável, afaste-se da pessoa e conte em seguida o que aconteceu."

2.Ensinar às crianças que o respeito aos maiores não quer dizer que têm que obedecer cegamente aos adultos e às figuras de autoridade. Por exemplo, dizer que não têm que fazer tudo o que os professores, médicos ou outros cuidadores mandarem fazer, enfatizando a rejeição daquilo que não as façam sentir-se bem.

3.Ensinar a criança a não aceitar dinheiro ou favores de estranhos.

4.Advertir as crianças para nunca aceitarem convites de quem não conhecem.

5.A atenta supervisão da criança é a melhor proteção contra o abuso sexual pois, muito possivelmente, ela não separa as situações de perigo à sua segurança sexual.

6.Na grande maioria dos casos os agressores são pessoas conhecem bem a criança e a família, podem ser pessoas às quais as crianças foram confiadas.

7.Embora seja difícil proteger as crianças do abuso sexual de membros da família ou amigos íntimos, a vigilância das muitas situações potencialmente perigosas é uma atitude fundamental.

8.Estar sempre ciente de onde está a criança e o que está fazendo.

9.Pedir a outros adultos responsáveis que ajudem a vigiar as crianças quando os pais não puderem cuidar disso intensivamente.

10.Se não for possível uma supervisão intensiva de adultos, pedir às crianças que fiquem o maior tempo possível junto de outras crianças, explicando as vantagens do companheirismo.

11.Conhecer os amigos das crianças, especialmente aqueles que são mais velhos que a criança.

12.Ensinar a criança a zelar de sua própria segurança.

13.Orientar sempre as crianças sobre opções do que fazer caso percebam más intenções de pessoas pouco conhecidas ou mesmo íntimas.

14.Orientar sempre as crianças para buscarem ajuda com outro adulto quando se sentirem incomodadas.

15.Explicar as opções de chamar atenção sem se envergonhar, gritar e correr em situações de perigo.

16.Orientar as crianças que elas não devem estar sempre de acordo com iniciativas para manter contacto físico estreito e desconfortável, mesmo que sejam por parte de parentes próximos e amigos.

17.Valorizar positivamente as partes íntimas do corpo da criança, de forma que o contacto nessas partes chame sua atenção para o fato de algo incomum e estranho estar acontecendo.

 

ABUSO SEXUAL INTRAFAMILIAR

AGRESSOR

No.

%

PAI

77

52

PADRASTO

47

32

TIO

10

8

MÃE

4

4

AVÔ

3

2

PRIMO

2

1

CUNHADO

2

1

TOTAL

145

100

 

 

Que fazer

Uma falsa crença é esperar que a criança abusada avise sempre sobre o que está acontecendo. Entretanto, na grande maioria das vezes, as vítimas de abuso são convencidas pelo abusador de que não devem dizer nada a ninguém. A primeira intenção da criança é, de fato, avisar a alguém sobre seu drama mas, em geral, nem sempre ela consegue fazer isso com facilidade, apresentando um discurso confuso e incompleto. Por isso os pais precisam estar conscientes de que as mudanças na conduta, no humor e nas atitudes da criança podem indicar que ela é vítima de abuso sexual.

Muitos pais se sentem totalmente despreparados e pegos de surpresa quando sua criança é abusada, mas sempre devemos ter em mente que as reações emocionais da família serão muito importante na recuperação da criança.

Quando uma criança confia a um adulto que sofreu abuso sexual, o adulto pode sentir-se muito incomodado e não saber o que dizer ou fazer. Vejamos algumas sugestões (American Academy of Child and Adolescent Psychiatry):

1.Incentivar a criança a falar livremente o que se passou, sem externar comentários de juízo.

2.Demonstrar que estamos compreendendo a angústia da criança e levando muito a sério o que esta dizendo. As crianças e adolescentes que encontram quem os escuta com atenção e compreensão, reagem melhor do que aquelas que não encontram esse tipo de apoio.

3.Assegurar à criança que fez muito bem em contar o ocorrido pois, se ela tiver uma relação muito próxima com quem a abusa, normalmente se sentirá culpada por revelar o segredo ou com muito medo de que sua família a castigue por divulgar o fato.

4.Dizer enfaticamente à criança que ela não tem culpa pelo abuso sexual. A maioria das crianças vítimas de abuso pensa que elas foram a causa do ocorrido ou podem imaginar que isso é um castigo por alguma coisa má que tenham feito.

Finalmente, oferecer proteção à criança, e prometer que fará de imediato tudo o que for necessário para que o abuso termine.

No momento em que esse incidente vem à tona, devemos considerar que o bem estar da criança é a prioridade. Se os familiares estão emocionalmente muito perturbados nesse momento, o assunto deve ser interrompido para que as emoções e idéias possam ser mais bem organizadas. Depois disso, deve-se voltar a tratar do assunto com a criança, explicando sempre que as emoções negativas são dirigidas ao agressor e nunca contra a criança.

Não devemos apressar insensivelmente a criança para relatar tudo de uma só vez, principalmente se ela estiver muito emocionada. Mas, por outro lado, devemos encorajá-la a falar com liberdade tudo o que tenha acontecido, escutando-a carinhosamente para que se sinta confiante. Responda a qualquer pergunta que a esteja angustiando e esclareça qualquer mal entendido, enfatizando sempre que é o abusador e não a criança o responsável por tudo.

Se o abusador é um familiar a situação é bastante difícil para a criança e para demais membros da família. Embora possam existir fortes conflitos e sentimentos sobre o abusador, a proteção da criança deve continuar sendo a prioridade. Abaixo, algumas condutas que devem ser pensadas nos casos de violência sexual contra crianças.

1. Informe as autoridades qualquer suspeita séria de abuso sexual.

2.Consultar imediatamente um pediatra ou médico de família para atestar a veracidade da agressão (quando houver sido concretizada). O exame médico pode avaliar as condições físicas e emocionais da criança e indicar um tratamento adequado.

3.A criança abusada sexualmente deve submeter-se a uma avaliação psiquiátrica por ou outro profissional de saúde mental qualificado, para determinar os efeitos emocionais da agressão sexual, bem como avaliar a necessidade de ajuda profissional para superar o trauma do abuso.

4. Ainda que a maior parte das acusações de abuso sejam verdadeiras, pode haver falsas acusações em casos de disputas sobre a custódia infantil ou em outras situações familiares complicadas.

5. Quando a criança tem que testemunhar sobre a identidade de seu agressor, deve-se preferir métodos indiretos e especiais sempre que possível, tais como o uso de vídeo, afastamento de expectadores dispensáveis ou qualquer outra opção de não ter que encarar o acusado.

6.Quando a criança faz uma confidência a alguém sobre abuso sexual, é importante dar-lhe apoio e carinho; este é o primeiro passo para ajudar no restabelecimento de sua autoconfiança, na confiança nos outros adultos e na melhoria de sua auto-estima.

7.Normalmente, devido ao grande incômodo emocional que os pais experimentam quando ficam sabendo do abuso sexual em seus filhos, estes podem pensar, erroneamente, que a raiva é contra eles. Por isso, deve ficar muito claro que a raiva manifestada não é contra a criança abusada.

  Seqüelas

 

Felizmente, os danos físicos permanentes como conseqüência do abuso sexual são muito raros. A recuperação emocional dependerá, em grande parte, da resposta familiar ao incidente (Embarazada.Com). As reações das crianças ao abuso sexual diferem com a idade e com a personalidade de cada uma, bem como com a natureza da agressão sofrida. Um fato curioso é que, algumas (raras) vezes, as crianças não são tão perturbadas por situações que parecem muito sérias para seus pais.

O período de readaptação depois do abuso pode ser difícil para os pais e para a criança. Muitos jovens abusados continuam atemorizados e perturbados por várias semanas, podendo ter dificuldades para comer e dormir, sentindo ansiedade e evitando voltar à escola.

As principais seqüelas do abuso sexual são de ordem psíquica, sendo um relevante fator na história da vida emocional de homens e mulheres com problemas conjugais, psicossociais e transtornos psiquiátricos.

Antecedentes de abuso sexual na infância estão fortemente relacionados a comportamento sexual inapropriado para idade e nível de desenvolvimento, quando comparado com a média das crianças e adolescentes da mesma faixa etária e do mesmo meio sócio-cultural sem história de abuso.

Em nível de traços no desenvolvimento da personalidade, o abuso sexual infantil pode estar relacionado a futuros sentimentos de traição, desconfiança, hostilidade e dificuldades nos relacionamentos, sensação de vergonha, culpa e auto-desvalorização, à baixa autoestima à distorção da imagem corporal, Transtorno Borderline de Personalidade e Transtorno de Conduta.

Em relação a quadros psiquiátricos francos, o abuso sexual infantil se relaciona com o Transtorno do Estresse Pós-traumático, com a depressão, disfunções sexuais (aversão a sexo), quadros dissociativos ou conversivos (histéricos), dificuldade de aprendizagem, transtornos do sono (insônia, medo de dormir), da alimentação, como por exemplo, obesidade, anorexia e bulimia, ansiedade e fobias.


Ballone GJ - Abuso Sexual Infantil, in. PsiqWeb, Internet, disponível em <http://www.virtualpsy.org/infantil/abuso.html> 2003

 

 

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25/12/2009 - adulto com depressão por ser violentada desde os 4 anos de idade

Posted by Anonymous
olá, gostaria de saber onde encontrar material para melhor me inteirar sobre o assunto.
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30/6/2012 - abuso sexual

Posted by Anonymous
ola dra,gostaria saber no meu caso sofri diversos abuso sexula quando pequeno na idade de entre 5 a 7 de vizinhos de casa porto grandes sequela dentro de mim nao consigo me relacionar hamonicamente,as vezes mi sinto insignificante,hoje por culpa desse abuso carrego um peso grande nas minha costas virei trans tudo consequencia desse abuso.gostaria muito de ser uma pessoa normal.os procedimentos quais seriam
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10/8/2012 - Também fui vítima....

Posted by Anonymous
Aconteceu comigo também, até hoje não superei, estou com 27 anos, sou homem e fui abusado por um tio, que hoje esta casado, detesto ele, mas adoro a mulher dele como tia de sangue, creio que um dia superarei, mas que sempre estará algo errado, isso será fato...
nunca me relacionei e nem sei se um dia poderei, a cada dia de solidão pioro, mas não tenho coragem pra mudar, preciso de ajuda mas não peço...quem sabe um dia...
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20/8/2012 - Abusado

Posted by Anonymous
Sou homem, casado, fui abusado por um estranho com 6 anos, nunca procurei ajuda, não tinha noção de tudo aquilo, tive vários prolemas em razões disso. Hoje com mais de 40 anos, cosegui associar tudo.
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16/10/2012 - criança diz que foi estuprada mais os fatos não são verdadeiros

Posted by Anonymous
minha namorada tem duas filhas uma de 4 e outra de 12 anos a de doze anos diz que abusei dela fatos que não são verdadeiros, estou sem chão, pois tudo na vida esta em jogo a mulher que amo, meu futuro profissional, pois sou estudante de direito(9º periodo ) minha vida veio abaixo . vale ressaltarque a minina tem hisóricos de mentiras já mencionados pelo terapeuta dela cria fatos que não são verdadeiros ex: disse uma vez que a mãe estava gravida, disse te beijado um garato na escola ,uma vez falou p um amigo meu, que uma amiga dela fugiu da escola foi ao shooping foi estuprada depois voltou a escola no horario da saida
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19/10/2012 - ABUSO SEXUAL INFANTIL

Posted by Anonymous
Gostaria de saber se é possivel provar que uma criança foi abusada, quando o ocorrido já faz um tempo, quase 1 ano, e que nesse caso, não houve penetração, apenas foi tocada na sua genital, e a pessoa ficou se tocando tamb. Quero saber se atraves de uma piscicologa seria possivel provar a denuncia, eu não gostaria de expor minha filha a uma denuncia que só a faria ser exposta e nada aconteceria ao acusado. Mas se hover uma chance eu levarei isso adiante. Agradeço se algume puder me responder a isso.
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18/12/2012 - Comentário Sem Título

Posted by Anonymous
Fui abusada mais ou menos com 7-8 anos de idade... dentro de casa... pela pessoa que deveria me proteger...estava no banheiro da casa que ainda moro, quando fui abordada, a pessoa estava em fase de ereção e insistia para que eu o tocasse... sai do banheiro não lembro o que aconteceu depois, por algum motivo ele parou.... entrei no meu quarto e tentei apagar aquilo da minha mente... fato que consegui por um tempo até o dia que aprendi como se havia uma ereção e a partir daí tudo ficou muito pior... entendi que de fato ele não estava lá como meu protetor.. passei a ter nojo... me distanciar... nunca procurei ajuda não teria coragem de relatar tal fato e a pessoa para ninguém, também achei q isso não interferiria em minha vida, mas não consigo ser afetuosa com meus parceiros, sou super protetora com a minha irmã mais nova e agressiva com a pessoa que fez isso. Não vejo sentido em revelar isso agora, acabaria com a minha família ou talvez eles não acreditassem, mas acredito que os pais devem estar sempre atentos, é horrível pensar que pode acontecer na sua casa, mas a pessoa que passa por isso carrega pro resto da vida esse fardo.
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9/2/2013 - Abuso na infancia

Posted by Anonymous
Fui abusada quando tinha 8 anos ele era meu padrasto e pela falta de um pai achei que ele me amava e me protegeria, me daria colo...ele pediu para que eu o tocasse, contei a meu irmão mais velho só não consigo me lembrar o que exatamente falei.Minha mãe se separou dele meses depois mas nunca conversou comigo sobre isso e ela sabia que ele não prestava afinal ele ja havia espancado meu irmão até quebrar um dedo dele, muitas vexes me pego tentando justificar o comportamento dela com a seguinte frase "Ela esta só com 3 filhos precisando de alguem pra ajudar principalmente financeiramente, mas ela me ama" tento acreditar nisso.
Foi só uma vez que aconteceu e eu cheguei a esquecer disso por alguns anos, hoje vejo que na verdade não esqueci só guardei isso dentro de mim e assim me tornei quem sou hoje, ou seja, uma mulher com 24 anos e um desejo enorme de fujir da realidade , me sinto incapaz, fraca, desiludida, e sem expectativas, não consigo realizar coisas em minha vida e pelo que li tenho todos os sintomas que este fato pode acarretar, hoje sou casada e Deus como isso é dificil............
Neste momento muitos sentimentos me maltratam mas o pior deles é a falta de paz.
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27/2/2013 - Abuso

Posted by Anonymous
Sofri um abuso quando tinha 10 anos, hoje tenho 33 anos, mas nunca consegui superar isso, sofro de depressão psicótica,já tentei várias vezes o suicídio, venho sofrendo muito por isso!!
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28/2/2013 - abuso

Posted by Anonymous
minha namora foi abusada des dos 6 anos,mas ele so abusava oralmente e nal, tem como fazer exame anal e oral ?
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25/3/2013 - fui abusada na minha infancia

Posted by Anonymous
Não sei ao certo com que idade começou, talvez tivesse 5 ou 6 anos.Ele parou quando completei 12 anos, assim que começou minha menstruação. Eu tinha medo que ele me engravida-se, a partir desse momento, eu lutava com todas as forças que tinha para ele não me abusar mais. Hoje tenho 24 anos, recordo-me de cenas do meu irmão mais velho em cima de mim. Não consigo esquecer...doi mto quando vêm as imagens. Esta é a primeira vez que relato isso. Não importa o que acontecer levarei isso comigo, não acredito que uma psicologa possa me ajudar, simplesmente estou escrevendo para desencargo de consciencia pq não aguento mais a minha cabeça. Se eu tenho sequelas? Creio q toda criança violentada tem. Simplesmente me tornei mto timida, nervosa, antissocial.Queria q me protegessem quando era criança, agora já sou adulta, um pouco tarde para reverter os meus sentimentos, carater e personalidade. Infelizmente ainda sinto nojo do meu corpo e muito triste quando vejo casos parecidos.Fico em paz sabendo q há pessoas ajudando aos outros seres humanos.
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13/4/2013 - ...

Posted by Anonymous
Só nós que passamos por isso sabemos o quanto é difícil falar, esquecer... entre outras coisas. Fui abusada aos 6 anos de idade e não foi só uma vez. Pelo vizinho que mora em frente a casa que eu morava. Não contei nada pra ninguém... Meus pais se separaram e se mudaram... minha mãe foi morar em outro bairro e meu pai continua morando no mesmo bairro que ele. Só que mudou de rua, ainda bem. Mas mesmo assim, quando vou ao bairro que meu pai e minha vó mora, infelizmente tem algumas vezes que já dei de cara com ele. E acredita que ele começa a rir? Eu desvio o meu olhar, mas minha mente não desvia o pensamento. Hoje tenho 16 anos, aos 14 contei para minha mãe, mas ai não tive mais como fazer nada. Não sei se há como ele ser preso... Minha mãe diz que não. Mas acho que essa angústia irá ficar até que eu não veja ele preso. Paro pra pensar, será que não teve outras pessoas passando por isso, pela mesma pessoa? Eu tenho ódio e faço tratamentos para tentar aliviar. Só Deus sabe, e as pessoas que passaram por isso o quanto é horrível. Espero um dia que a justiça seja feita e que tudo isso dentro de mim, melhore um pouco.
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30/4/2013 - Vítima de Abuso Sexual

Posted by Anônimo
Aos meus 8 a 9 anos de idade fui abusado pelos meus primos e amigos deles na maioria das vezes era só com o meu primo e houve uma outra vez que foi com 11 anos mas já era em outro lugar com um vizinho meu, ele também havia abusado de mim 2 vezes, hoje tenho 21 anos e posso dizer que realmente é muito dificil mesmo por pouco não virei gay pq na verdade queria ser normal, não tive instrução nenhuma de ninguém cresci com Depressão, hoje não sinto nada por mulheres e ao mesmo tempo não consigo me relacionar socialmente com homens pois tenho muito medo e vergonha porque me moldei no geito de mulher e de homem ao mesmo tempo me dá impulsos fortes de masturbação e de faser sexo com homem são coisas teriveis, não consigo as vezes me expressar Graças a Deus como desde sempre tenho buscado muito a Deus e ele tem me dado forças, pois passei por momentos muito terriveis somente tinha o apoio da palavra de Deus, não compartilhava com ninguém hoje sou uma pessoa que sofre de ansiedade muito forte tenho nojo de sexo e as vezes sou compulsivo a isso é muito estranho me dá muitos enjoous tenho nojo de mim não gosto de ficar sujo em nenhuma questão, consigo mais conversar com mulheres do que com homens a não ser que o homem me dê muita confiança, confiança total e segura hoje não penso em casar com mulher pois não sinto nada e também nem com o homem pq sei que biblicamente falando isso não é certo e é uma coisa muito dificil, tento sempre pensar em Deus e nas suas maravilhas corro atrás daquilo que me faz feliz profissionalmente para sempre deichar minha mente ocupada, mas em questão de sentimento tento não tocar nem no assunto. é muito complicado, nunca busquei por ajuda psicologica, pois já faz muitos anos a trás e hoje tenho uma consciencia que só Deus entende mesmo. Graças a Tua Palavra e minhas buscas a ele. em oração e ocupação em trabalhos uteis. mas mesmo assim quando olho para mim nessa idade fico muito triste e choro de mais pq mesmo assim não sai da cabeça e choro muito. mas creio que Jesus voltará e acabará com toda a Dor. Amém.
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11/6/2013 - Abuso

Posted by Anonymous
Se serve de ajuda também sofria abuso quando criança 5 ou 6 anos de idade!!! parei por iniciativa propria,e a pessoa me deixou em paz. Quando era criança eu me sentia normal! mas quando entrei na adolescencia tudo desmoronou!!! Tinho medo de homens,não conseguia relacionamentos serios, tive depressão, larguei escola, tentei suicidio.... meu 1º namorado serio foi agora há 2 dois, tinha 27 anos de idade. Cheguei a contar pro terapeuta!!! Eu o amo, mas não sinto nenhum prazer com ELE!!! Recentemente contei pra ele, e recebi muito apoio!!! Amo meu marido>>>> pra quem passa por isso quero dizer: DEUS foi meu REFUGIO todo esse tempo!!!! voc não é o ÙNICO!!!!!
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30/6/2013 - me ajude!!!

Posted by Anonymous
Oi boa tarde! estou aqui para pedir ajuda eu tenho uma amiga que sofreu diversos abusos aquando era criança e agora não consegue se relacionar com garotos, ele gosta de um menino mais não consegue ter nada com ele pq fica pensando no pior que aconteceu, eu gosto muito da minha amiga e quero ver ela feliz e não sei como ajudala pq tudo que falo pra ela palavras de conforto não vejo melhora, eu queria muito a ajuda de pessoas que entendam e me ajudem a ajudar uma amiga muita importante para mim Obrigado!!!
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3/10/2013 - Comentário Sem Título

Posted by Anonymous
Até hoje sofro as consequências calado. Ás vezes acho que vou pirar. Peço a deus para nunca cruzar com meus agressores. Sou casado e tenho filhos tenho 41 anos. Com a maturidade tenho pensado em procurá los e tentar entender porquê?
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27/10/2013 - Já fui vítima também!

Posted by Anonymous
A primeira vez que isso aconteceu eu tinha 9 anos, e infelizmente os abusos foram muito graves como: tentativa de penetração (principalmente anal), sexo oral, entre outras coisas. Foi com uma pessoa que eu confiava muito e que por um motivo que não sei explicar não sinto raiva e nem guardo mágoas. A segunda vez foi com 11 anos, meu professor me beijou a força, e a terceira foi com 13 anos, um estranho ele tentou me agarrar. Nunca consegui entender pq não sinto raiva de nenhum deles. Consegui não pensar nisso por alguns anos, até ter meu primeiro namorado com 17 anos. Comecei a ter pesadelos, não conseguia dormir e nem comer... Hoje em dia estou com 19 anos namorando outra pessoa na qual sabe da minha situação, e me apoia. Insiste constante mente que eu conte do abuso mais grave que sofri aos 9 anos, mas não tenho coragem.
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6/2/2014 - Abuso

Posted by Anonymous
Fui destruído emocionalmente por conta de um inicio de vida complicado demais para uma criança de 2 anos assimilar. Os abusos e o abandono que fui submetido me deixaram emocionalmente deficiente. Me sinto como uma pessoa que foi amputados os membros. Hoje minha sexualidade é uma merda, pois tenho um medo absurdo de mulheres, apesar de ser considerado muito atraente e acho "familiar" sentir vontade de fazer sexo como fui iniciado, com um homem. A questão é que isso me faz desabar como pessoa.. não me interessa saber se sou gay ou se sou hetero, ou se sou bissexual, estou cagando pra essas definiçoes.. o que me deixa em desespero é que sinto uma felicidade enorme quando consigo me relacionar com uma mulher e de fato realizar isso e me sinto uma merda quando não consigo. Aliado ao fato de que me sinto muito mal quando me masturbo olhando filmes de gays pelo simples fato de que assim eu tenho certeza de que eu consigo pois é familiar. Mas me sinto incompleto.. não tenho preconceitos, minha familia é mente aberta, não seria problema me assumir gay se fosse o caso, mas a questão é que me sinto bem com uma mulher, mas não me sinto confortável, pois me sinto muito inferiorizado, diminuido. Quando fantasio com homens e sinto prazer, mas parece que estou me traindo, me maltratando.. como se estivesse cometendo o abuso, só que agora quem o provoca sou eu mesmo.. sei lá.. qualquer comentário inteligente seria interessante..
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25/2/2014 - Vida Sexual Destruida

Posted by Anonymous
Bom são exatamente 1hs da manhã, vi esse site e pensei em relatar o meu caso. Quando tinha de 5 a 10 anos de idade, lembro de ter sido molestada por um primo que fugiu de mim por muitos anos , ele apenas lambeu minha vagina, mas foi algo que achei estranho , eu me lembro bem estava na segunda serie nao consegui aprender a ler e nem a escrever eee.. começou a desenvolver pelos pubianos e seios em mim, minha professora Aure na 2ª serie levou um susto, e falou que havia algo de errado em mim, sei que ouve um choque emocional, comigo mas hoje eu nao me lembro de nada do que aconteceu, esse é o pior nao saber o que se passou comigo aos 6 anos de idade,. Bom como se nao bastasse minha vida infeliz pois meus pais não cuidaram de mim, e por eles nao estar nem ai nao foi feito tratamento nenhum , eles ficaram assustados e nao resolveram nada. Então os anos se passaram, em novembro de 2012 namorava com Mauri ja a dois anos ee fui molestada novamente e dessa vez tive uma filha, doi na minha alma saber disso,. Eu nao estou nem ai para esse padrasto, ele é um lixo . É dificil de pensar que esse problema é meu , mas hoje eu consigo entender que eu sou muito forte rs, o cara abusava de mim enquando eu dormia eu nao via nada e tambem nao sabia de nada. Minha filha que veio do meu ventre e de um nojento que vai apodrecer eu tenho certeza que ele vai pagar por tudo isso que ele fez, sabe eu estou com tanta raiva, porque ele tentou acabar com a minha vida sentimental. O melhor é que ele nao conseguiu pois eu estou de pé bem, muito bem. Eu contei para a minha mae, para minha irma. Ela me negou, e eu fiz pior , muito pior eu contei para a familia inteira joquei no ventilador, entao entao eles me crucificaram, ficaram muito doentes na alma e choraram junto comigo,.Eu fui espulsa da casa e fiquei 10 dias na casa de uma amiga, da familia, e essa pessoa , me expulsou da casa dela me fez voltar para casa dos meus pais eu estava de 6 meses de gravidez eu fiquei 3 dias na casa dos meus pais sabe eu tive uma luz no fundo do tunel e ....fui procurareu to chorando...eu fui procurar uma casa pra morar eu consegui, aluguei a casa no mesmo dia, montem os moveis em 10 dias, hoje eu to teclando de dentro da minha casa minha filha tem 6 meses, completos, nao to empregada ainda, mas eu estou feliz pq eu consegui sair dessa situação ilesa.... a vitória sempre vai ser minha eu saio de todas as outras meu nome sarah plantier rossetti meu email anjinha_he@hotmail.com, meu tel 970967435 eu estou fazendo isso para por pra fora o que esta travado dentro de mim e que va embora todo esse sentimento de culpa magoa rancor medo e auto estima reduzida, pois eu sou linda e nao existe o q eu nao possa superar.
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28/2/2014 - abusada

Posted by Anonymous
ola meu nome e marcia tenho 30 anos.fui abusada com 7 anos e depois com 12 anos.pelo meu proprio irmao.quando falei para meus pais eles conversaram com meu irmao.nao fizeraom nexame ne mim.parece que eles nao acreditarao em mim,isso que me revoltava.hoje ja estou adulta tenho um casal de filhos,e vou ter meu terceiro filho, que vai ser mais uma menina.tenho muita raiva do meu irmao.sabe temo muito pelas minhas filhas.mais se eu descobrisse alguma coisa,se alguem machucasse uma das minhas filhas.eu lutaria com todas minhas forcas.porque crianca e pra ter infancia,nao pra ser violentada.eu nunca tive amiga.nao tive infancia.comecei a trabalhar cedo com 10 anos.espero que um dia eu posso esquecer,mais e dificil.porque nao confio em ninguem
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23/6/2014 - ABUSADO

Posted by Anonymous
Estou me sentindo solitário e sem amor. Sei que minha familia me ama, mas é como se esse amor não existisse, nao consigo sentir neste momento. Preciso ter vontade porem não consigo ter nenhuma de nada. Sinto só frustação. É angustiante lembrar de todos os abusos que passei na minha infância, faz algum tempo eu parei de frequentar a psicanalista. Por resistencia e cansaço de falar de mim. É dificil e vrgonhoso se expor, embora na época me ajudou muito.
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26/7/2014 - Jesus, meu melhor amigo

Posted by Anonymous
Boa noite, qndo tinha mais ou menos 4 anos fui abusado pelo tio q eu mais gostava. Durante meu crescimento nunca consegui olhar pra ele, tbm nunca conseguia ficar perto dele pois eu sentia um forte desejo pelo corpo dele. Nunca contei isso pra ninguem, por medo do constrangimento. Na adolescencia tinha mto medo de encontrar alguma doença nos meu genitais. Sempre fui muito isolado das pessoas e dificuldades de me socializar. Nao conseguia olhar para alguem q eu gostava de estar perto, pincipalmente quando se tratava de homens. Cresci muito confuso com a minha sexualidade.. ainda sinto atraçao por homens, mas sei q Deus tem uma esposa preparada pra eu cuidar e Ele está comigo pra me ajudar a acreditar nisto, por mais que tudo diz que nao. Durante essa fase dificil encontrei Jesus pelo caminho e entendi q Ele é o unico q poderia me ajudar a vencer o passado de vergonha e dor. Com o tempo fui descobrindo os propósitos de Deus pra mim e atraves da minha vida poderei ajudar outras pessoas q sentiram a minha ferida. Nao foi fácil aceitar o tratamento de Deus .. é um processo demorado, pois a ferida está dentro da alma. Conheci meu pastor e uma amiga de confiança em quem eu pude desabafar o que eu escondia de todos ao meu redor. Hoje com 22 anos, já consigo me socializar e conversar com as pessoas. consegui perdoar meu tio e olhar dentro dos olhos dele, msm ele escondendo o coraçao dele de Deus. Sou grato a Jesus por ter me ajudado passo a passo e q colocou as pessoas certas pra me ajudar tbm, pois sozinho nao conseguimos. Sei que é muito dificil.. Mas acreditei que Jesus venceu pra me ajudar a vencer tbm
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9/9/2014 - Hoje foi um marco!

Posted by Anonymous
Também fui abusada dos 7 aos 9 pelo meu próprio pai adotivo! Tenho uma irmã mais atraente fisicamente que nunca sofreu qualquer tipo de abuso, por isso, aos 15 quando em uma briga eu contei, de início acreditaram, minha mãe se separou e quase morreu devido a um derrame com a notícia, depois, porém, como nunca mais toquei no assunto, eles começaram a acreditar na versão do abusador de que eu confundi quando ele estava acamado e pedia ajudar para urinar com abuso (minha memória ainda lembra bem da situação, afinal quem sofre não esquece). Ele retornou para casa, fui estudar longe e prometi a mim que nunca mais retornaria, a vida foi mais cruel. Minha irmã teve uma filha e continuava morando no mesmo local que ele, eu vivia preocupada com o que poderia acontecer à minha sobrinha, então retornei próximo da idade dela completar 5 anos (idade que começaram os abusos), não permitia ela ficar só com ele e passei a ameaçar e vigiar constantemente. Hoje minha mãe faleceu, minha irmã vive no exterior e eu tenho a guarda da minha sobrinha com ele, por não ser financeiramente estável ainda, meu primeiro contato sexual foi conturbado, a pessoa era um amigo que vivia me esperando para a primeira noite e depois de 5 anos quando fizemos sexo pela primeira vez, a reação dele foi péssima ao descobrir que eu não era virgem, não consegui contar-lhe o motivo na época e entendi sua fúria, meu último relacionamento foi com um cara que acabei descobrindo ter sido também abusado na infância, só que assistia freqüentemente vídeos de pornografia infantil. Após 4 anos de relacionamento descobri e rompi, desde então não me relacionei mais. Hoje minha sobrinha contou-me que foi molestada, aos prantos durante o almoço, eu revi toda a minha infância e já pensando que dessas vez eu não conseguiria segurar, que iria perder a cabeça perguntei-lhe por quem, ela me respondeu que foi um primo de minha mãe (do qual nunca gostei) e que ela nunca contou pois minha mãe fez ela prometer que não contaria, que seria segredo só delas. A sensação é como um soco no estômago, como se tudo que eu fiz não tivesse valido de nada, todo o sofrimento tinha o propósito de manter minha sobrinha a salvo e nem assim fui capaz de protege-la, fiquei e estou desnorteada. Ler este artigo e todos os comentários só nos faz perceber da importância de se falar mais sobre isso... Estou tão cercada pelo assunto que nem acredito mais nessa estatística de que 1 a cada 5 mulheres tenham sido vítimas,acredito que sejam muito mais. Amanhã mesmo vou procurar um psicólogo para mim e para ela, assunto que tenho adiado praticamente a minha vida inteira. Tudo o que li sobre como abordar teria sido maravilhoso quando eu era criança, mas pelo menos isso posso fazer, abordar com minha sobrinha da forma como o assunto nunca foi abordado comigo. Só fico na dúvida se devo abrir o jogo e contar a ela sobre o que houve comigo, ela confia bastante em mim e me tem como modelo e eu tento ser o melhor que consigo, tenho medo de quebrar essa visão dela, ainda mais agora que ela precisa tanto.
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Sobre Mim

Bem, falar sobre abuso sexual não é fácil...eu sofri esse tipo de violência por toda minha infancia, e sempre mantive toda essa história guardada no meu peito, sufocando minha alma... tive inúmeras crises, alterações de humor, chorava constantemente, não era feliz.. sem nunca ninguém saber o porque. Em 2007 mergulhei na pior de todas as crises que já tive, como disse uma grande amiga, fui ao fundo do poço e não tinha forçar nem ao menos para levantar os braços para deixar as pessoas me puxarem para fora. Foi quando criei o Lua e Flor.. um lugar onde eu podia desabafar, chorar, colocar para fora tudo o que sufocava minha alma. Achei que não fosse conseguir superar essa crise. Mas eu consegui!!! Hoje, dois anos depois, muita coisa na minha vida mudou... eu mudei!!! Não vou dizer que superei tudo o que aconteceu, mas garanto que estou superando!!! Esquecer? impossível... as cicatrizes vão ficar para sempre na alma. Mas sei que um dia elas podem vir a ser apenas cicatrizes... nada mais do que isso... sem dor, sem sofrimento... apenas marcas... Luto todo dia para isso. Assim, como eu, sei que também existem inúmeras mulheres que tem a alma destruida, quebrada por tudo o que nos aconteceu... mas sei, por experiência própria, que todas podemos ser melhores, superar um pouquinho a cada dia, e ser feliz... pois só quem foi ao fundo do poço, sabe dar o real valor à felicidade!!! E eu posso garantir: EU SOU FELIZ!!!! MUITO FELIZ!!! *********************************************************** Doces beijos no coração de todos!!!

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