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MOTO COMO SURGIU.5/9/2010

Tudo começou em 1869
 

Cartaz de propaganda anunciando os vencedores do 1º Campeonato de Turismo no Brasil, em 1919

A motocicleta foi inventada simultaneamente por um americano e um francês, sem se conhecerem e pesquisando em seus países de origem. Sylvester Roper nos Estados Unidos e Louis Perreaux, do outro lado do atlântico, fabricaram um tipo de bicicleta equipada com motor a vapor em 1869. Nessa época os navios e locomotivas movidas a vapor já eram comuns, tanto na Europa como nos EUA, e na França e na Inglaterra os ônibus a vapor já estavam circulando normalmente. As experiências para se adaptar um motor a vapor em veículos leves foram se sucedendo, e mesmo com o advento do motor a gasolina, continuou até 1920, quando foram abandonadas definitivamente.


 

Primeira motocicleta com motor de combustão interna, foi fabricada na Alemanha por Gottlieb Daimler, em 1885

O inventor da motocicleta com motor de combustão interna foi o alemão Gottlieb Daimler, que, ajudado por Wilhelm Maybach, em 1885, instalou um motor a gasolina de um cilindro, leve e rápido, numa bicicleta de madeira adaptada, com o objetivo de testar a praticidade do novo propulsor. A glória de ser o primeiro piloto de uma moto acionada por um motor (combustão interna) foi de Paul Daimler, um garoto de 16 anos filho de Gottlieb. O curioso nessa história é que Daimler, um dos pais do automóvel, não teve a menor intenção de fabricar veículos motorizados sobre duas rodas. O fato é que, depois dessa máquina pioneira, nunca mais ele construiu outra, dedicando-se exclusivamente ao automóvel.

Onde colocar o motor?
 

Ciclomotor de 48cm3: primeiro modelo criado pela Honda, em 1948

O motor de combustão interna possibilitou a fabricação de motocicletas em escala industrial, mas o motor de Daimler e Maybach, que funcionava pelo ciclo Otto e tinha quatro tempos, dividia a preferência com os motores de dois tempos, que eram menores, mais leves e mais baratos. No entanto, o problema maior dos fabricantes de ciclomotores - veículos intermediários entre a bicicleta e a motocicleta - era onde instalar o propulsor: se atrás do selim ou na frente do guidão, dentro ou sob o quadro da bicicleta, no cubo da roda dianteira ou da traseira? Como de início não houve um consenso, todas essas alternativas foram adotadas e ainda existem exemplares de vários modelos. Só no início do século XX os fabricantes chegaram a um consenso sobre o melhor local para se instalar o motor, ou seja, a parte interna do triângulo formado pelo quadro, norma seguida até os dias atuais.

A primeira fábrica
 

Neckarsülm alemã de 1906, a motocicleta mais antiga na exposição do Museu Histórico Nacional

A primeira fábrica de motocicletas surgiu em 1894, na Alemanha, e se chamava Hildebrandt & Wolfmüller. No ano seguinte construíram a fábrica Stern e em 1896 apareceram a Bougery, na França, e a Excelsior, na Inglaterra. No início do século XX já existiam cerca de 43 fábricas espalhadas pela Europa. Muitas indústrias pequenas surgiram desde então e, já em 1910, existiam 394 empresas do ramo no mundo, 208 delas na Inglaterra. A maioria fechou por não resistir à concorrência. Nos Estados Unidos as primeiras fábricas - Columbia, Orient e Minneapolis - surgiram em 1900, chegando a 20 empresas em 1910.
Tamanha era a concorrência que fabricantes do mundo inteiro começaram a introduzir inovações e aperfeiçoamentos, cada um deles tentando ser mais original. Estavam disponíveis motores de um a cinco cilindros, de dois a quatro tempos. As suspensões foram aperfeiçoadas para oferecer maior conforto e segurança. A fábrica alemã NSU já oferecia, em 1914, a suspensão traseira do tipo monochoque (usado até hoje). A Minneapollis inventou um sistema de suspensão dianteira que se generalizou na década de 50 e continua sendo usada, hoje mais aperfeiçoada. Mas a moto mais confortável existente em 1914 e durante toda a década era a Indian de 998cm3 que possuía braços oscilantes na suspensão traseira e partida elétrica, um requinte que só foi adotado pelas outras marcas recentemente. Em 1923 a motocicleta inglesa Douglas já utilizava os freios a disco em provas de velocidade. Porém, foi nos motores que se observou a maior evolução, a tecnologia alcançando níveis jamais imaginados. Apenas como comparação, seriam necessários mais de 260 motores iguais ao da primeira motocicleta para se obter uma potência equivalente a uma moto moderna de mil cilindradas. Após a Segunda Grande Guerra, observou-se a invasão progressiva das máquina japonesas no mercado mundial. Fabricando motos com alta tecnologia, design moderno, motor potente e leve, confortáveis e baratas, o Japão causou o fechamento de fábricas no mundo inteiro. Nos EUA só restou a tradicional Harley-Davidson. Mas hoje o mercado está equilibrado e com espaço para todo mundo.

A Motocicleta no Brasil
A história da motocicleta no Brasil começa no início do século passado com a importação de muitas motos européias e algumas de fabricação americana, juntamente com veículos similares como sidecars e triciclos com motores. No final da década de 10 já existiam cerca de 19 marcas rodando no país, entre elas as americanas Indian e Harley-Davidson, a belga FN de 4 cilindros, a inglesa Henderson e a alemã NSU. A grande diversidade de modelos de motos provocou o aparecimento de diversos clubes e de competições, como o raid do Rio de Janeiro a São Paulo, numa época em que não existia nem a antiga estrada Rio-São Paulo.
No final da década de 30 começaram a chegar ao Brasil as máquinas japonesas, a primeira da marca Asahi. Durante a guerra as importações de motos foram suspensas, mas retornaram com força após o final do conflito. Chegaram NSU, BMW, Zündapp (alemãs), Triumph, Norton, Vincent, Royal-Enfield, Matchless (inglesas), Indian e Harley-Davidson (americanas), Guzzi (italiana), Jawa (tcheca), entre outras.
A primeira motocicleta fabricada no Brasil foi a Monark (ainda com motor inglês BSA de 125cm3), em 1951. Depois a fábrica lançou três modelos maiores com propulsores CZ e Jawa, da Tchecoslováquia e um ciclomotor (Monareta) equipado com motor NSU alemão. Nesta mesma década apareceram em São Paulo as motonetas Lambreta, Saci e Moskito e no Rio de Janeiro começaram a fabricar a Iso, que vinha com um motor italiano de 150cm3, a Vespa e o Gulliver, um ciclomotor.
O crescimento da indústria automobilística no Brasil, juntamente com a facilidade de compra dos carros, a partir da década de 60, praticamente paralisou a indústria de motocicletas. Somente na década de 70 o motociclismo ressurgiu com força, verificando-se a importação de motos japonesas (Honda,Yamaha, Susuki) e italianas. Surgiram também as brasileiras FBM e a AVL. No final dos anos 70, início dos 80, surgiram várias montadoras, como a Honda, Yamaha, Piaggio, Brumana, Motovi (nome usado pela Harley-Davidson na fábrica do Brasil), Alpina, etc. Nos anos 80 observou-se outra retração no mercado de motocicletas, quando várias montadoras fecharam as portas. Foi quando apareceu a maior motocicleta do mundo, a Amazonas, que tinha motor Volkswagen de 1600cm3. Atualmente a Honda e a Yamaha dominam o mercado brasileiro, mas aí já deixou de ser história.

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JESUS5/9/2010
O PODER DA ORAÇÃO

SAIBA COMO PEDIR E RECEBER A BENÇÃO:


Não basta pedir; temos que buscar o que pedimos. Não basta somente buscar; é preciso bater à porta trancada. Aquele que busca tal diligência receberá aquilo que deseja.

Jesus mostra a necessidade de diligência, de desejo intenso e de perseverança na oração. Aquele que não é intenso nas coisas espirituais dificilmente receberá resposta de Deus, dessa maneira, portanto a oração faz parte, necessariamente, de nossa vida espiritual.

Pedir é receber, buscar é encontrar, bater é entrar. Veja em sua Bíblia Mateus 7:7-8

Em Tiago 4:3 nos ensina como pedir. Aquele cuja vida espiritual já é bem desenvolvida evita pedir mal. A verdadeira oração deve estar sintonizada com Deus; e é esse tipo de oração que sempre recebe a resposta certa.

As promessas de Deus são tão grandes, tão vastas, tão enfáticas e tão iluminadas.

1. A resposta de Deus às nossas orações (subentende) serve de um agente que redunda na glória de Deus. O Senhor de forma alguma, responderá à oração que é contrária à sua glória.

2. A oração deve ser feita em nome do Senhor Jesus Cristo
(Jo 14:13,14; Jo 16:23-24), não porém como forma litúrgica; mas sim por sermos seus discípulos, por recebermos o seu nome, por estarmos identificados com Ele. Somente aqueles que estiverem verdadeiramente imersos no Espírito de Cristo é que sentirão a inclinação de orar por aquelas coisas que realmente são espiritualmente benéficas para eles mesmos ou para seus semelhantes contribuindo para a causa de Cristo.

COMO ORAR

1- Jesus ensinou como se deve orar: Mt 6:5 ao 8
2- A oração deve ser feita com fé: Mt 17:20.
3- A oração deve ser perseverante: Lc 18:1-8.
4- A oração deve envolver coisas práticas e terrenas: Mt 7:7-11 e 6:11.
5- A oração pode solicitar força espiritual: Mt 6:13.

Tal como Jesus, o Apóstolo Paulo deixou grande exemplo de orações práticas:
Col 1:3, 4:12; Fil 1:4; 1Tes 1:2; Rm 1:9,10 e Filemon 4.

1- A oração é feita no Espírito: Ef 6:18.
2- A oração chega mesmo a ser um dom do Espírito Santo: 1Co 14:14-16.
3- A oração deve ser ousada, e assim será eficaz - 1Jo 3:21,22
4- A oração pode curar o corpo e deve ser usada com essa finalidade: Tg 5:13-18.

Esclarecimentos sobre a Palavra de Jesus em Mateus 6:5 ao 8:

Em Mateus 6:5, Jesus nos ensina: "E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão." - Comentário: Era a posição usual da oração, e isso não era ostentação da parte dos que oravam. Naqueles tempos, ajoelhar-se é que seria considerado ato de ostentação. Os judeus punham-se de pé para orar, voltados de frente para o templo ou para o lugar mais santo (quando estavam no templo). Ver 1Samuel 1:26; 1Reis 8:22. Também eram empregadas outras posições, como ajoelhar-se, prostrar-se. A prática da oração em pé continuou na igreja primitiva.
Aqueles homens selecionavam os lugares públicos para orar. Chegada a hora da oração, oravam onde se encontravam, sem nenhum peso de sua hipocrisia, mas até com orgulho. Provavelmente o costume de orar em horas certas começou bem cedo na história do judeus. Ex: Daniel 6:10,11.

Em Mateus 6:6, diz assim: "Mas tu, quando orares, entra no teu quarto, e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em oculto: e teu Pai, que vê secretamente, te recompensará." - Comentário: Quarto, no grego = Depósito ou despensa do administrador da casa. Lugar onde ninguém suspeitaria encontrar alguém orando. Mais tarde, a palavra passou a ser usada para indicar qualquer sala privada no interior da residência. Em secreto = Havia uma crença que Deus habitava no lugar mais remoto e secreto do templo, o lugar mais santo (Heb 9:3), onde o sumo sacerdote podia entrar, uma vez por ano.

Em Mateus 6:7, diz: "E, orando, não useis de vãs repetições como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos." - Comentário: Repetições = Os adoradores de Baal, no Carmelo, e os adoradores de Diana, em Êfeso, são exemplos antigos. Os pagãos, antigos ou modernos, são exemplos disso, pois pensam que cansando seus deuses com repetições conseguirão o que lhes pediu; mas os paternostros e Ave-Marias não são diferentes. Na história dos judeus conta-se que alguns deles imitavam o estilo das orações pagãs. Pelo seu muito falar =
1° pensavam que Deus considerava o número das orações proferidas para aquilatar o valor da oração.
2° pensavam que o acúmulo de orações repetidas tinha o efeito de cansar os ouvidos de Deus obrigando-o a responder.

Em Mateus 6:8, Jesus adverte: "Não vos assemelheis pois a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes." - Comentário: Não vos assemelheis, pois a eles:...
1° É uma forma pagã.
2° É absurda.
3° Deus é Pai que cuida de seus filhos, e não precisa ser pressionado para responder às suas orações.
4° Deus conhece as necessidades de seus filhos antes que eles orem ou repitam suas petições. Oramos a um ser bem-informado, pronto a acudir àqueles que se valem dele. Leia todos os versículos do Salmos 139, e aumente sua fé no Deus Altíssimo, Criador e Onisciente.

PORQUE ORAR

1- A oração leva-nos a perceber mais claramente os nossos desejos e necessidades espirituais.
2- A verdadeira oração nos desenvolve no espírito, nas forças espirituais, por que nos encontramos em lugar secreto.
3- A oração nos dá o exercício espiritual de que precisamos, especialmente no tocante à nossa dependência de Deus.
4- A oração dá ou cria mais fé. Quando chegam as respostas e bençãos de Deus, aumenta a nossa fé.
5- A oração também poder servir de escola da alma para ensinar a vontade de Deus na vida.

Veja alguns textos bíblicos:

1- A oração abre o caminho de acesso ao Pai, a fonte de todo o bem estar, temos que chegar à Ele confiadamente: Heb 4:16 e João 16:24.
2- A oração abre portas à Palavra, em relação ao ministério de pregação do evangelho designado por Deus: Col 4:2-4.
3- Jesus deixou o exemplo; Ele vivia em constante oração: Mt 14:23.
4- As orações sobem até o Trono de Deus como incenso: Ap 8:3 ao 6

A FÉ E O PODER DA ORAÇÃO

No tocante a acontecimentos físicos reais, o próprio Jesus não tentou mover literalmente um monte (Monte= declaração hipérbole). Mas no terreno espiritual ele arredou, muitos obstáculos gigantescos. É que Jesus não estabeleceu limites ao poder da fé e da oração. Todo bem que vem a um homem, virá se ele for homem dotado de verdadeira fé. A fé é uma relação com Deus no nível da alma, mediante o que o homem é espiritualizado, podendo receber a benção divina.
Quando alguém se “entrega a Cristo”, para que todo o seu ser seja absorvido por ele, pois para o tal “o viver é Cristo”. Sl 2:20; Fl 2:21, então esse homem terá o poder divino a fluir em sua vida. O homem espiritualizado é aquele que confia, é aquele que ora segundo a vontade divina e não de modo humano e egoísta.
O homem que ora verdadeiramente, ora com sua alma; e quando seus lábios estão silentes, ainda assim o Espírito Santo intercede por ele com gemidos que ultrapassam ao poder de expressão da humanidade. Desse modo um homem, no nível da alma, pode “orar sem cessar” I Tes 5:17. É a oração eficaz e fervorosa do homem reto que muito vale, Tg 5:4-6.
Obs: Meditemos por um momento na presença espiritual conosco. Se Deus está conosco, por intermédio de seu Espírito, então pensemos no que isso significa para o poder da oração. Então eu oro. E quando oro o poder espiritual toma conta de mim, ultrapassando em muito às minhas forças e poderes. Esse poder espiritual faz a obra.

RESPOSTA DE DEUS AS ORAÇÕES

Exemplificando sobre a parábola do juíz iníquo e da viúva, em Lucas 18:1 ao 8:

Devemos seguir o exemplo dessa mulher, orando de maneira incessante, aprendemos a lição difícil que as respostas às nossas orações pode ser adiada, e que talvez isso requeira uma entrega absoluta e a determinação de obter respostas para as nossas orações. E as razões para tanto são alistadas abaixo:

1º - O motivo dessa demora não é que Deus deixe de entender-nos, ou que relute em responder-nos. A demora não visa ao benefício de Deus, e, sim o nosso.

2º - A oração disciplina é, por si só, um ótimo edificador do caráter cristão, que nos ensina a buscar o mundo lá do alto, que só se preocupa em conservar o contacto com as coisas divinas, em existência terrena de outra forma dolorosa. A prática da oração deve ser complementada pela prática da meditação, porquanto esses dois exercícios se completam, e formam os lados da “expressividade” e da “atenção” de um exercício espiritual. Espera-se que, durante a meditação, Deus empregue nossas faculdades intuitivas a fim de informar-nos sobre a resposta que procuramos, no homem interior. Algumas pessoas chegam a passar por experiências espirituais nesse exercício, e recebem respostas mais vívidas do que a intuição geralmente lhes propicia.

3º - Deus adia as respostas às nossas orações a fim de que nossos motivos e alvos sejam purificados. Nada recebemos porque pedimos erradamente, por motivos egoísticos, de forma ignorante ou estúpida.

4º - Deus demora em responder-nos a fim de que o nosso desejo seja intensificado, e então, com o desejo intensificado, a busca se torna automaticamente mais intensa, e assim, o resultado final pode ser muito mais completo e satisfatório do que de outra maneira. Assim acontece no caso da oração. Trata-se de uma disciplina; é uma maneira de obter um novo vislumbre do destino e do propósito de existência, embora seja um caminho árduo, porquanto essas coisas só em suas mais claras perspectivas para aqueles que as desejam acima de tudo, e que não aceitam recusa às suas orações.

5º - É possível que somente por meio de uma busca tão apaixonada assim é que a maldade deste mundo possa ser vencida, porque conforme já se tem dito de determinados esportes: “A melhor arma é o ataque”. A arma da paciência, acrescentada à fé, torna-se uma força poderosa. Podemos cobiçar respostas imediatas, fáceis e baratas, que nada tenham em si mesmas senão alguma vantagem ou conforto egoísticos, quer para mente, quer para o corpo. A vida entretanto é uma escola, e muitas lições de amor e de sofrimento precisam ser aprendidas ainda. O sofrimento torna a alma mais profunda, e o propósito central dessa existência terrena é justamente aprofundar a alma. Talvez desejamos usar a oração como se fora a chamada “lâmpada de Aladim”, mas Deus estabeleceu outras regras para a resposta na oração.

6º - Em seguida voltamos a atenção para os resultados da oração, e vemos que assim como o lar se torna mais querido quando a viagem de volta ao mesmo é mais longa e acidentada, assim também o resultado final da oração é mais precioso quando sofremos a fim de obtê-lo. O próprio sofrimento nos transforma em pessoas diferentes, mais capazes de buscar e de obter alvos dignos. Mas eis que então nos lembramos da oração de Jesus, feita no horto do Getsêmani, por três vezes repetida e proferida em agonia. Outrossim, precisamos aprender ainda uma outra lição muito difícil: a oração nem sempre é respondida, a despeito da diligência de nossa busca. Contudo, se a alma se desenvolveu nesse processo, isso, por si só, já é uma resposta aceitável, e então podemos deixar o resto nas mãos de Deus. E assim podemos perceber a mão de Deus a proteger-nos bem como os seus propósitos a guiar-nos perenemente. Então somos prostrados mas não destruídos; ficamos exaustos, mas não totalmente vencidos; falhamos, e apesar disso os desígnios e propósitos de Deus para as nossas vidas são cumpridos. Todavia a nossa fé jamais falha, porque cremos que apesar de tudo, em última análise, nos sobrevirá o bem.

- Mas Deus se demora, a fim de testar a nossa fé, a fim de ensinar-nos melhor, nos discipulando; e além disso, de acordo com o elemento tempo, ele sabe o momento mais vantajoso para nós, sem importar se sabemos disso ou não.
- A aplicação geral desta parábola é que temos o dever de exercer aquele mesmo tipo de fé e de oração persistente da viúva pobre. Ela não ficou desanimada ante a demora, mas voltava cada vez, com maior insistência, solicitando que se reconhecesse o direito de sua causa e que se tomasse ação justa a respeito.
- E a persistência dela foi tão intensa que até mesmo um juiz indiferente e sem escrúpulos não foi capaz de resistir às suas solicitações. Deus também pode demorar-se e suprir-nos a resposta, sem esperar que esta seja vazada em termos gerais, a saber, concernente a todos os acontecimentos de nossas vidas ou seja vazada em termos específicos, fazendo justiça em casos de perseguição contra nós.
- O que é certo é que os adiamentos de Deus são efetuados de acordo com a Sua sabedoria, porquanto há um momento para todas as coisas. O socorro eventual de Deus entretanto, é algo que nos está absolutamente assegurado.

APÓS A ORAÇÃO, COMO TOMAR POSSE DA BENÇÃO

Se você orou para pedir a Deus em sua vida, restauração, libertação, cura de enfermidades, perdão pelos pecados, saiba que Jesus Cristo já levou consigo quando foi crucificado. Portanto é sua a decisão no sentido de aceitar o sacrifício de Jesus por você e todas as bençãos que resultam disto. Em Isaías 53:4-5, diz: Verdadeiramente Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas, Ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades: o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas feridas FOMOS curados.

A Palavra de Deus é poderosa, devemos usá-la em nossas orações e pela fé, tomarmos então, posse da benção, pois, Jesus Cristo já fez tudo por nós. Temos que confiar e esperar em Deus, que tudo Ele fará.

Como foi dito anteriormente, não é por muito falar que você será ouvido, nem por muito orar, mas por falar a Palavra da fé. Daniel buscou o Senhor e falou a Palavra da fé. O anjo do Senhor, que veio em seu socorro, lhe disse que viera exatamente por causa das suas palavras. Em Daniel 10:12 diz: Então me disse: Não temas, Daniel porque desde o primeiro dia, em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras; e eu vim por causa das tuas palavras.

Uma coisa você pode estar certo. Quando você orar com fé, clamar à Deus, e for determinado, em tomar posse da sua benção em o Nome de Jesus Cristo, os anjos do Senhor virão em seu socorro. Não é necessário pedir que eles venham. As tuas palavras pronunciadas de acordo com a Palavra de Deus os farão vir. Eles sabem muito bem executar o ministério que o Senhor lhes concedeu. Em Hebreus 1:14 diz: .....são todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação. Veja também Salmos 34:7.

Prezado amigo, seja uma benção e aproveite essa oportunidade que Deus está oferecendo, pela oração e pela fé em O nome de Jesus Cristo, tome posse, e seja um vencedor.

Atente à estas Palavras de Jesus: Buscai, pois, em primeiro lugar, o reino de Deus e a sua justiça, e todas as outras coisas vos serão acrescentadas. Portanto, não vos inquieteis com o dia do amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal. Mateus 6:33-34. Aprenda a esperar em Deus, pois Ele é fiel quanto às Tuas promessas. Leia Salmos 37:3 ao 8.


 

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CARRO5/9/2010

O primeiro automóvel 

O primeiro veículo motorizado a ser produzido com propósito comercial foi um carro com apenas três rodas. Este foi produzido, em 1885, pelo alemão Karl Benz e possuía um motor a gasolina. Depois foram surgindo outros modelos, vários deles com motores de dois tempos, inventado, no ano de 1884, por Gottlieb Daimbler.

Evolução 

Algum tempo depois, uma empresa francesa, chamada Panhard et Levassor, iniciou sua própria produção e venda de veículos. Em 1892, Henry Ford produziu seu primeiro Ford na América do Norte. 

Os ingleses demoraram um pouco mais em relação aos outros países europeus devido à lei da bandeira vermelha (1862). Esta impunha aos veículos transitar somente com uma pessoa em sua frente, segurando uma bandeira vermelha como sinal de aviso. O Lanchester foi o primeiro carro inglês, e, logo após dele, vieram outros como: Subean, Swift, Humber, Riley, Singer, Lagonda, etc. 

No ano de 1904, surgiu o primeiro Rolls Royce com um radiador que não passaria por nenhuma transformação. A Europa seguiu com sua frota de carros: na França (De Dion Bouton, Berliet, Rapid), na Itália (Fiat, Alfa-Romeo), na Alemanha (Mercedes-Benz), já a Suíça e a Espanha partiram para uma linha mais potente e luxuosa: o Hispano-Suiza. 

Após a Primeira Guerra Mundial, os fabricantes partiram para uma linha de produção mais barata, os automóveis aqui seriam mais compactos e fabricados em séries. Tanto Henry Ford, nos Estados Unidos da América, quanto Willian Morris, na Inglaterra, produziram modelos como: o Ford, o Morris e o Austin. Estes, tiveram uma saída impressionante das fábricas. Impressionados com o resultado, logo outras fábricas começaram a produzir veículos da mesma forma, ou seja, em série. Este sistema de produção ficou conhecido como fordismo.

carro antigo
Carro antigo: Lagonda modelo 1938

No caso do Brasil e também em outros países da América Latina, esta evolução automotora chegou somente após a Segunda Guerra Mundial. Já na década de 30, fábricas estrangeiras, como a Ford e a General Motors, colocaram suas linhas de montagem no país. Porém, foi somente em 1956, durante o governo de Juscelino Kubitschek que as multinacionais automotivas começaram a montar os automóveis. Primeiramente fabricaram caminhões, camionetas, jipes, furgões e, finalmente, carros de passeio. Esta indústria foi iniciada pela Fábrica Nacional de Motores, que era responsável pela produção de caminhões pesados. Posteriormente vieram: automóvel JK com estilo Alfa-Romeo, Harvester, Mercedes-Benz do Brasil com seus caminhões e ônibus, a Scania-Vabis e a Toyota. 

Logo depois, carros de passeio e camionetas começaram a ser fabricados: Volkswagem, DKW-Vemag, Willys-Overland, Simca, Galaxie, Corcel (da Ford), Opala (da Chevrolet), Esplanada, Regente e Dart (da Chrysler). Todos estes veículos, embora montados no Brasil, eram projetados nas matrizes européias e norte-americanas, utilizando a maioria de peças e equipamentos importados. 

Diferente de antigamente, hoje o automóvel possui características como conforto e rapidez, além de ser bem mais silencioso e seguro. Nos últimos anos, os carros vêm passando por inúmeras mudanças, e estas, os tornam cada vez mais cobiçados por grande parte dos consumidores. Todo o processo de fabricação gera milhões de empregos em todo mundo e movimenta bilhões de dólares, gerando lucros para as multinacionais que os fabricam.

Voce sabia?

- Comemora-se em 13 de maio o Dia do Automóvel.

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