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GEO PARA TODOS

ATUALIDADES: REVISÃO DE PARNAIBA 05/06/2011

10:39 PM, 6/6/2011

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Opinião: Debate sobre homofobia e preconceito na escola é fundamental Proibição do kit evidencia a dificuldade que se tem em lidar com o assunto.
Professores precisam ter espaço para discussão e reflexão

 Censo 2010: População reduz em 4 cidades da região Em um dos municípios, o índice chega a -13,4% em comparação com os dados do Censo de 2000.

 

Transposição do São Francisco não será afetada por cortes Para poupar as obras de transposição do rio São Francisco, o ministério da Integração Nacional congelou o empenho de toda as emendas parlamentares, que somam R$ 1,63 bilhão.

Isso porque será preciso fazer licitação, prevista para abril, para construir estações de bombeamento das águas que seguirão pelos canais do Eixo Norte, ainda em construção. Para este ano, o ministério tem preservado R$ 1,1 bilhão para a transposição.

Se os planos do governo derem certo, a obra será concluída no final de 2013 ou no início de 2014, ano de eleição.

 

Transnordestina iniciará as operações em 2013

A Ferrovia Nova Transnordestina terá capacidade para transportar 30 milhões de toneladas de carga por ano. Classificada como ferrovia de classe mundial, a Transnordestina absorverá R$ 5,4 bilhões e o primeiro trecho, que liga Eliseu Martins (PI) ao Porto de Suape (PE), deverá ser concluído no final de 2012. Segundo ele, a ferrovia "tem capacidade para transportar 30 milhões de toneladas por ano e os principais produtos serão minério de ferro e alimentos, sobretudo soja e milho".

Dados divulgados pela Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), a Transnordestina deverá gerar cerca de 550 mil empregos, diretos e indiretos, e beneficiará 124 municípios nos Estados do Ceará, Pernambuco e Piauí.

 

Balança comercial registra superávit de US$ 3,5 bilhões em maio Nos 5 primeiros meses do ano, saldo positivo sobe 52,5%, para US$ 8,55 bi.

Aumento do saldo está relacionado à alta de preços de commodities(produtos básicos com cotação internacional, como alimentos, petróleo e minério de ferro, entre outros) no mercado externo.

De acordo com números do governo, as vendas externas somaram US$ 94,61 bilhões no acumulado deste ano, com crescimento de 30% sobre o mesmo período de 2010. Ao mesmo tempo, as importações totalizaram US$ 86 bilhões, com elevação de 28,2%.

 

Ibama emite licença para instalação da usina de Belo Monte

Com a licença, as obras das barragens dos sítios Pimental e Belo Monte podem ser iniciadas.

Com a licença, as obras das barragens dos sítios Pimental e Belo Monte podem ser iniciadas. Esse é um dos principais projetos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e alvo de uma intensa disputa entre o governo e grupos ambientalistas.

A Usina de Belo Monte, quando pronta, será o terceiro maior complexo hidrelétrico do mundo pelo quesito capacidade instalada.

 

 

1.-Anistia geral aos desmatadores de Reservas Legais e Áreas de Preservação Permanente;
2.-Redução da área da Reserva Legal no Cerrado de 50% para 20%;
3.-Redução da área de Reserva Legal da Amazônia de 80% para 50%;
4.-Reflorestamentos de eucaliptos ou de
pinus (que são espécies exóticas!) e ainda plantios de eucalipto, manga, côco, limão ou outras culturas, por exemplo, poderão ser consideradas como Reserva Legal, ou seja, recebem "status" de vegetação nativa.
5.-O projeto permite ainda que florestas nativas sejam absurdamente convertidas em lavouras nas propriedades mais produtivas, sem qualquer licença das autoridades ambientais e a exploração econômica de florestas e outras formas de vegetação nas áreas de preservação permanente (margens de rios, lagos e reservatórios, áreas de encosta e topos de morros).

 

PT vai criar comitê suprapartidário contra divisão do Estado do PI

 

 

Blocos econômicos

07:33 AM, 30/4/2011

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São associações de países que estabelecem relações econômicas privilegiadas entre si. O primeiro bloco surge na Europa em 1957, com a criação da Comunidade Econômica Européia (CEE), atual União Européia (UE). Mas a tendência de regionalização da economia só se fortalece nos anos 90, com o fim da Guerra Fria. Na América se destacam o Nafta, o Mercosul e, em menor grau, o Pacto Andino e o Caricom; na Europa, a UE e a Comunidade dos Estados Independentes (CEI); na África há o SADC; na Ásia, o Asean. Também está em fase de implantação o bloco transcontinental Apec, que reúne países da América e da Ásia, e continuam as negociações para a formação de um bloco abrangendo toda a América, o Alca.
Tipos de blocos
Os blocos econômicos classificam-se em; Zona de livre comércio, união aduaneira, mercado comum e união econômica e monetária.
Característica de Cada Tipo de Bloco
Na zona de livre comércio, há redução ou a eliminação das taxas alfandegárias que incidem sobre a troca de mercadorias dentro do bloco. A união aduaneira, além de abrir mercados inteiros, regulamenta o comércio dos países-membros com nações externas ao bloco. Já o mercado comum garante a livre circulação de pessoas, serviços e capitais.

Principais Blocos Econômicos

UE - União Européia:
Tem sua origem em 1957 na antiga CEE - Comunidade Econômica Européia. Em 1991 é aprovado em Maastricht (Holanda) o Tratado da União Européia, em 1992 consolida-se o Mercado Comum Europeu, com a eliminação de barreiras alfandegárias entre os países membros. O tratado da União Européia, já composto de dois outros, o da União Política e o da União Monetária e Econômica, que estabelece a criação de uma moeda única, entra em vigor em 1993, com a participação de 15 países, tornando-se o segundo maior bloco econômico do planeta, com uma população de 374 milhões de habitantes e um PIB de 8 trilhões de dólares. Em janeiro de 2007 com a entrada da Romênia e Bulgária a UE passa a ter 27 integrantes. Com essa nova configuração a União Européia passa a contar com uma população de quase 500 milhões de pessoas, 20 línguas oficiais, o PIB (Produto Interno Bruto) em 2004 de aproximadamente 12,6 trilhões de dólares, superior ao PIB americano (11,5 trilhões de dólares), tornando-se o maior bloco econômico do planeta.

NAFTA - North American Free Trade Agreement: O Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) é um instrumento de integração das economias dos EUA, do Canadá e do México, Iniciado em 1988 por norte-americanos e canadenses, o bloco recebe a adesão dos mexicanos em 1993. Com ele, consolida-se o intenso comércio regional da América do Norte. O Nafta entra em vigor em janeiro de 1994, com um prazo de 15 anos para a total eliminação das barreiras alfandegárias entre os três países membros, Canadá, EUA e México.

MERCOSUL - Mercado Comum do Sul: Criado em 1991. Em 1995, instala-se uma zona de livre comércio, situação em que cerca de 90% das mercadorias fabricadas nos países membros podem ser comercializadas internamente sem tarifas de importação. O Mercosul cuja estrutura física e administrativa esta sediada em Montevidéu, tem um mercado potencial de 220 milhões de consumidores e um PIB de 1,1 trilhão de dólares. Deve-se considerar também que, no decorrer do século 21, a água será um elemento estratégico essencial, e neste caso é importante destacar que dentro do Mercosul estão as duas maiores bacias hidrográficas do planeta: a do Prata e a da Amazônia. O Mercosul tem como atuais membros Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Venezuela.

ALCA: A Área de Livre Comércio das Américas (Alca) surge em 1994 com o objetivo de eliminar as barreiras alfandegárias entre os 34 países americanos, exceto Cuba. As negociações para consolidação da Alca estão congeladas, pois, entre os seus objetivos não revelados, um era minimizar a influência do Brasil no Mercosul, essa influência não aconteceu.
Definição
São associações de países que estabelecem relações econômicas privilegiadas entre si.

Principais Blocos Econômicos - continuação
APEC - A Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec) é um bloco econômico formado para promover a abertura de mercado entre 20 países e Hong Kong (China), que respondem por cerca de metade do PIB e 40% do comércio mundial. Oficializada em 1993, pretende estabelecer a livre troca de mercadorias entre todos os países do grupo até 2020. Membros - Austrália, Brunei, Canadá, Indonésia, Japão, Malásia, Nova Zelândia, Filipinas Cingapura, Coréia do Sul, Tailândia, EUA (1989); China, Hong Kong (China), Taiwan (Formosa) (1991); México, Papua Nova Guiné (1993); Chile (1994); Peru, Federação Russa, Vietnã (1998).
ASEAN - A Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) surge em 1967, na Tailândia, com o objetivo de assegurar a estabilidade política e de acelerar o processo de desenvolvimento da região. Hoje, o bloco representa um mercado de 510 milhões de pessoas e um PIB de 725,3 bilhões de dólares. A eliminação das barreiras econômicas e alfandegárias entrará em vigor no ano 2002. Em 1999, a Asean admite como membro o Camboja. Membros - Indonésia, Malásia, Filipinas, Cingapura, Tailândia(1967), Brunei (1984), Vietnã (1995), Mianmar, Laos (1997), Camboja (1999).
CARICOM - O Mercado Comum e Comunidade do Caribe (Caricom), criado em 1973, é um bloco de cooperação econômica e política formado por 14 países e quatro territórios. Em 1998, Cuba foi admitida como observadora. O bloco marca para 1999 o início do livre comércio entre seus integrantes.
Membros - Barbados, Guiana, Jamaica, Trinidad e Tobago (1973); Antígua e barbuda, Belize, Dominica, Granada, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, São Cristóvão e Névis (1974); Suriname (1995); Bahamas torna-se membro em 1983, mas não participa do mercado comum. O Haiti é admitido em julho de 1997, porém suas condições de acesso ainda não foram concluídas. Territórios: Montserrat (1974); ilhas Virgens Britânicas, Ilhas Turks e Caicos (1991); Anguilla (1999).
CEI - A Comunidade dos estados Independentes (CEI) é uma organização criada em 1991 que reúne 12 das 15 repúblicas que formavam a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Ficam de fora apenas três países bálticos: Estônia, Letônia e Lituânia. Organiza-se em uma confederação de Estados, que preserva a soberania de cada um. A comunidade prevê a centralização das Forças Armadas e o uso de uma moeda comum: o rublo.
Membros - Armênia, Belarus, Cazaquistão, Federação Russa, Moldávia, Quirguistão, Tadjiquistão, Turcomenistão, Ucrânia, Uzbequistão (1991); Georgia, Azerbaijão (1993).
CAFTA-DR - Central American Free Trade Agreement- Dominican Republic - O Congresso norte-americano aprovou o Cafta-DR (Acordo de Livre Comércio da América Central e República Dominicana) por 217 a 215 votos, na madrugada desta quinta-feira (28/07/2005).
O projeto vem sendo tratado como alternativa dos países desenvolvidos à Alca (Área de Livre Comércio das Américas), cujas negociações estão emperradas.
Apesar de o Brasil não participar diretamente do acordo, a aprovação do tratado pode beneficiar o país, pois o açúcar brasileiro ganharia competitividade com a eventual eliminação de cotas de importação ao produto nos EUA.
O Cafta envolve, além dos EUA, Costa Rica, El Salvador, Nicarágua, Honduras, Guatemala e República Dominicana.
(Folha de São Paulo - 28/07/2005)
PACTO ANDINO - Bloco econômico instituído em 1969 pelo Acordo de Cartagena - seu nome oficial - com o objetivo de aumentar a integração comercial, política e econômica entre seus países-membros. Também é conhecido como Grupo ou Comunidade Andina.
Membros: Bolívia, Colômbia, Equador e Peru (1969); Venezuela (1973). O Chile sai em 1976.O Panamá participa como observador.
SADC - A Comunidade da África Meridional para o Desenvolvimento (SADC) é estabelecida em 1992 para incentivar as relações comerciais entre seus 14 países-membros, com o objetivo de criar um mercado comum e também promover esforços para estabelecer a paz e a segurança na conturbada região.Há planos de adotar uma moeda comum em 2000.
Membros: Angola, África do Sul, Botsuana, Lesoto, Malauí, Maurício, Moçambique, Namíbia, República Democrática do Congo, Seicheles, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbábue.

Vegetação do Brasil

12:42 PM, 19/4/2011

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VEGETAÇÃO BRASILEIRA
Introdução: - BRASIL, PAÍS DE GRANDE EXTENSÃO TERRITORIAL QUE APRESENTA VÁRIAS PAISAGENS QUE SÃO INFLUENCIADAS: CLIMA – PLUVIOSIDADE E TEMPERATURAS;- RELEVO – ALTITUDES QUE INFLUENCIAS NO CLIMA;SOLOS – TIPOS E QUALIDADES;
O Brasil possui a maior biodiversidade vegetal do planeta, com mais de 55 mil espécies de plantas superiores e cerca de 10 mil de briófitas, fungos e algas, um total equivalente a quase 25% de todas as espécies de plantas existentes. Essa diversidade é tão grande que em cerca de um hectare da floresta amazônica ou da Mata Atlântica encontram-se mais espécies de árvores (entre 200 e 300 espécies) que em todo o continente europeu.
 
O Mapa de Biomas do Brasil é formado pelo:
Bioma Amazônia;            • Bioma Mata Atlântica
 Bioma Caatinga                              • Bioma Cerrado
 Bioma Pantanal                               • Bioma Pampa.
Além da:
 Mata dos Cocais             • Vegetação Litorânea
Vegetação de Transição
 
CONCEITOS
XERÓFILAS = cactáceas – clima muito seco
HIDRÓFILAS = aquáticas
TRPÓFILAS = normais
FORMAÇÃO
- ARBÓREA                         acima de 10 metros (arvores altas)
- ARBUSTIVAS                  entre 2 metros e 10 metros (arvores médias)
- HEBÁCEAS OU CAMPESTRES      abaixo dos 2 metros (rasteira)
 
FLORESTA AMAZÔNICA
Floresta amazônica, a qual possui 60% de sua cobertura em território brasileiro;
A bacia hidrográfica da Amazônia sendo que o rio principal é o Amazonas;
Predomínio de folhas latifoliada;
Vegetação higrófila, densa, heterogênea,
Amazônia ocupa 49,29% do território, sendo o maior bioma do país.
Abrangendo os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e pequena parte dos estados do Maranhão, Tocantins e Mato Grosso.
maior banco genético do planeta. Contém 1/5 da disponibilidade mundial de água doce e um patrimônio mineral não mensurado.
grandes temperaturas e precipitações(clima equatorial)
a fertilidade natural dos solos é baixa
A floresta Amazônica é um ecossistema auto-sustentável.
Amazônia é delimitada por uma área chamada "Amazônia Legal" definida a partir da criação da SUDAM (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia).
Vários conflitos de terras
 
CERRADO
Sendo o segundo maior bioma brasileiro, estende-se por uma área de cerca de 2 milhões de km², abrangendo nove estados do Brasil Central: São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí e o Distrito Federal.
É cortado por três das maiores bacias hidrográficas da América do Sul, com índices pluviométricos regulares que lhe propiciam sua grande biodiversidade.
Nas regiões onde o cerrado predomina, o clima é quente e há períodos de chuva e de seca
A vegetação, em sua maior parte, é semelhante à de savana, com gramíneas, arbustos e árvores esparsas.
As árvores têm caules retorcidos e raízes longas, que permitem a absorção da águ.
Variações denominadas de Cerradão, Campo limpo e Cerrado, intercalado por formações de florestas, várzeas, campos rupestres e outros.
O Cerrado típico é constituído por árvores relativamente baixas (até vinte metros),
Na época seca, este tapete rasteiro parece palha, favorecendo, sobremaneira, a propagação de incêndios.
Uma das árvores do cerrado, o ipê (Tabebuia ochracea), foi declarada a árvore símbolo do Brasil.
Os rios de cerrado geralmente não secam, mantendo ao seu redor uma mata ciliar.
Atualmente, o cerrado tem sido utilizado para a agricultura de soja, com bastante sucesso, após melhorias em suas condições químicas.
Os Cerrados apresentam relevos variados, embora predominem os amplos planaltos.
Estima-se que 61% do Cerrado ainda não tenha sido ocupado, mas essa realidade está mudando rapidamente.
riquíssima flora com mais de 10.000 espécies de plantas, com 4.400 endêmicas (exclusivas) dessa área
 
CAATINGA
O bioma Caatinga é o principal ecossistema existente na Região Nordeste, estendendo-se pelo domínio de climas semi-áridos, numa área de 73.683.649 ha,ocupa os estados da BA, CE, PI, PE, RN, PB, SE, AL, MA e MG.  
 A caatinga ocupa cerca de 7% do território brasileiro.
O termo Caatinga é originário do tupi-guarani e significa mata branca.
apresenta grande variedade de paisagens, relativa riqueza biológica e endemismo.
A ocorrência de secas estacionais e periódicas estabelece regimes intermitentes aos rios e deixa a vegetação sem folhas.
A Caatinga é dominada por tipos de vegetação com características xerofíticas – formações vegetais secas, que compõem uma paisagem cálida e espinhosa
caducifólias (folhas que caem), com grande quantidade de plantas espinhosas (exemplo: leguminosas), entremeadas de outras espécies como as cactáceas e as bromeliáceas.
A CAATINGA tem sido ocupada desde os tempos do Brasil-Colônia com o regime de sesmarias e sistema de capitanias hereditárias, por meio de doações de terras, criando-se condições para a concentração fundiária. De acordo com o IBGE, 27 milhões de pessoas vivem atualmente no polígono das secas.
O desmatamento e as queimadas são ainda práticas comuns no preparo da terra para a agropecuária que, além de destruir a cobertura vegetal, prejudica a manutenção de populações da fauna silvestre, a qualidade da água, e o equilíbrio do clima e do solo. Aproximadamente 80% dos ecossistemas originais já foram antropizados.
A caatinga tem uma fisionomia de deserto, com índices pluviométricos muito baixos, em torno de 500 a 700 mm anuais. Em certas regiões do Ceará, por exemplo, embora a média para anos ricos em chuvas seja de 1.000 mm, pode chegar a apenas 200 mm nos anos secos.
A temperatura se situa entre 24 e 26 graus e varia pouco durante o ano. Além dessas condições climáticas rigorosas, a região das caatingas está submetida a ventos fortes e secos, que contribuem para a aridez da paisagem nos meses de seca.
Mesmo quando chove, o solo raso e pedregoso não consegue armazenar a água que cai e a temperatura elevada (médias entre 25oC e 29oC) provoca intensa evaporação.
Quando chove, no início do ano, a paisagem muda muito rapidamente. As árvores cobrem-se de folhas e o solo fica forrado de pequenas plantas.
São Francisco e do Parnaíba (rios que cruzam a Caatinga).
Em regiões como o Vale do São Francisco, a irrigação foi incentivada sem o uso de técnica apropriada e o resultado tem sido desastroso. A salinização do solo é, hoje, uma realidade.
A vegetação do bioma é extremamente diversificada, incluindo, além das caatingas, vários outros ambiente associados. São reconhecidos 12 tipos diferentes de Caatingas, que chamam atenção especial pelos exemplos fascinantes de adaptações aos hábitats semi-áridos.
caatinga apresenta três estratos: arbóreo (8 a 12 metros), arbustivo (2 a 5 metros) e o herbáceo (abaixo de 2 metros).
No meio de tanta aridez, a caatinga surpreende com suas "ilhas de umidade" e solos férteis. São os chamados brejos, nessas ilhas, é possível produzir quase todos os alimentos e frutas peculiares aos trópicos.
Destaca-se também a ocorrência de espécies em extinção, como o próprio gato-do-mato, o gato-maracajá, o patinho, a jararaca e a sucuri-bico-de-jaca.
 
PANTANAL
O bioma Pantanal é a planície mais importante em áreas úmidas da América do Sul
A CIMA - Comissão Interministerial para Preparação da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento-SI/PR, 1991, define o Pantanal mato-grossense como “a maior planície de inundação contínua do planeta”. Sua localização geográfica é de particular relevância, uma vez que representa o elo de ligação entre o Cerrado, no Brasil Central, o Chaco, na Bolívia, e a região Amazônica, ao Norte, identificando-se, aproximadamente, com a bacia do alto Paraguai.
O Pantanal funciona como um grande berçario.
Os solos, de modo geral, apresentam limitações à lavoura. Nas planícies pantaneiras sobressaem solos inférteis (lateritas) em áreas úmidas (hidromórficas) e planossolos, além de várias outras classes, todos alagáveis, em maior ou menor grau, e de baixa fertilidade.
Os planaltos e as terras altas da bacia superior são formados por áreas escarpadas e testemunhos de planaltos erodidos, conhecidos localmente como serras. São cobertos por vegetações predominantemente abertas, tais como campos limpos, campos sujos, cerrados e cerradões, determinadas, principalmente, por fatores de solo (edáficos) e climáticos e, também, por florestas úmidas, prolongamentos do ecossistema amazônico.
Na colonização foi possível implantar a pecuária na planície inundável, que se tornaria a única economia estável e permanente até os nossos dias.
Uma série de atividades de impacto direto sobre o Pantanal pode ser observada, como garimpo de ouro e diamantes, caça, pesca, turismo e agropecuária predatória, construção de rodovias e hidrelétricas.
Como todas as cidades surgidas ou expandidas nessa época, as de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul não tinham e nem têm infra-estrutura adequada para minimizar o impacto ambiental do crescimento acelerado, causado, principalmente, pelo lançamento de esgotos domésticos ou industriais nos cursos d’água da bacia.
Segundo a WWF (1999), existem no Pantanal 650 espécies de aves, 80 de mamíferos, 260 de peixes e 50 de répteis
Trata-se de uma das áreas de maior potencial turístico do Brasil e da maior área alagável do mundo. Ocupa uma grande extensão, com cerca de 150 mil km2, na maior parte no Estado do Mato Grosso do Sul. São as riquíssimas populações de peixes, de aves e de mamíferos que caracterizam o Pantanal: os tuiuiús, as emas, as capivaras, as ariranhas, as onças etc. Entre os répteis destacam-se os jacarés e as sucuris.
 
MATA ATLÂNTICA
Ocupando hoje cerca de 5% da área original, estimada em 1,5 milhões de km2, acompanha de perto o litoral brasileiro, do Rio Grande do Norte até o início de Rio Grande do Sul.
Foi o primeiro ambiente a ser usado pelos colonizadores portugueses. O nome do país, Brasil, vem de uma árvore, o pau brasil (Cesalpinia echinata), explorada pelos indígenas e pelos colonizadores para extração de um pigmento vermelho.
A Mata Atlântica é uma floresta pluvial montana, ocupando principalmente montanhas com altitudes de 800 a 1700 metros. Sofre a influência dos ventos marinhos, os alísios, que ao subirem a encosta da serra se resfriam, condensando-se e provocando a neblina da Serra do Mar.
Chove então cerca de 2000mm por ano nesta serra; em algumas regiões, como em Boracéia (Estado de São Paulo), até 4000mm por ano.
Na Mata Atlântica, as temperaturas médias variam de 14° C a 21° C;
A grande umidade possibilita uma rica flora de musgos e samambaias, além de inúmeras epífitas, tais como orquídeas e bromélias.
Atualmente, restam cerca de 7,3% de sua cobertura florestal original, tendo sido inclusive identificada como a quinta área mais ameaçada e rica em espécies endêmicas do mundo.
Na Mata Atlântica existem 1.361 espécies da fauna brasileira, com 261 espécies de mamíferos, 620 de aves, 200 de répteis e 280 de anfíbios, sendo que 567 espécies só ocorrem nesse bioma.
A exploração da Mata Atlântica vem ocorrendo desde a chegada dos portugueses ao Brasil, cujo interesse primordial era a exploração do pau-brasil. O processo de desmatamento prosseguiu durante os ciclos da cana-de-açúcar, do ouro, da produção de carvão vegetal, da extração de madeira, da plantação de cafezais e pastagens, da produção de papel e celulose, do estabelecimento de assentamentos de colonos, da construção de rodovias e barragens, e de um amplo e intensivo processo de urbanização, com o surgimento das maiores capitais do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, e de diversas cidades menores e povoados.
A totalidade da Floresta Ombrófila Densa
Formações vegetacionais nativas da Ilha de Fernando de Noronha.
Rios importantes para a economia regional e o meio ambiente, como o Paraíba do Sul, São Francisco, Doce e Jaquitinhonha encontram-se poluídos ou assoreados pela erosão do solo desprotegido de vegetação.
 
MATA DE ARAUCÁRIA
Floresta subtropical do Sul do País, já ocupou cerca de 15% do território brasileiro.
Hoje está muito devastada, por se encontrar em área de grande desenvolvimento agrícola e industrial. O pinheiro Araucaria, a espécie caraterística, sofreu muito com os cortes pela indústria madeireira.
Ainda ocorrem amostras da floresta com Araucaria nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
No interior brasileiro, e tipicamente em rochas, existem muitas cavernas, ricas em formações geológicas e que abrigam uma interessante fauna de peixes e crustáceos cegos.
  Folhas aciculifoliadas
 
CAMPOS
          OCORRE NA REGIÃO SUL, ESPECIFICAMENTE NO RS.
          MARCADO PELO RELEVO E PELA VEGETAÇÃO.
          RELEVO PLANÁLTICO SUAVEMENTE ONDULADO.
          VEGETAÇÃO HERBÁCEA COM GRAMÍNEAS E CAMPOS.
          CLIMA SUBTROPICAL MESOTÉRMICO.
          HIDROGRAFIA PERENE COM RIOS DE CURSOS MEÂNDRICOS.
          SOLOS FERTÉIS, MAS COM TENDÊNCIA À DESERTIFICAÇÃO.
          OCUPAÇÃO PELA PECUÁRIA BOVINA E OVINA, MONOCULTURA MECANIZADA DE SOJA E TRIGO.
          INTENSO PROCESSO DE ARENIZAÇÃO.
 
VEGETAÇÃO LITORÂNEA
Outro importante ambiente é o manguezal, floresta de entremarés formada por poucas espécies de árvores, mas que tem um papel fundamental como fonte de alimentos para a fauna marinha.
extensa costa brasileira abriga um rico mosaico de ecossistemas – mares, estuários, ilhas, manguezais, restingas, dunas, praias, falésias, costões rochosos e recifes de corais
A densidade demográfica média da zona costeira brasileira fica em torno de 87 hab./km2, cinco vezes superior à média nacional que é de 17 hab./km2.
Aí estão encadeados o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, a APA Federal do Delta do Parnaíba, e APAs estaduais numa área de 485.800 ha.
Enfim, observa-se que a zona costeira apresenta situações que necessitam tanto de ações preventivas como corretivas para o seu planejamento e gestão, a fim de atingir padrões de sustentabilidade para estes ecossistemas.
 
MATA DO COCAIS
Vegetação de transição;
Vegetação homogenea (babaçú e carnaúba)
Extrativismo vegetal.
 

Biomas

12:41 PM, 19/4/2011

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BIOMAS

Em todo mundo existem vegetações e climas diferentes devido vários fatores a junção desses aspectos e muito mais dão base para os biomas do mundo.

Definição de Biomas: São as grandes formações vegetais encontradas nos diferentes continentes e devidas principalmente aos fatores climáticos (temperatura e umidade) relacionados à latitude.

n  No século passado os exploradores começaram a notar que grandes regiões da Terra possuíam vegetação semelhante, e que eram determinadas pelo clima mesmo em continentes diferentes. Começaram então a surgir classificações das grandes formações vegetais ou biomas da terra.

 

FLORESTA TEMPERADA

n  Zonas temperadas com invernos frios e verões mais longos.

n  Maioria das árvores caducifólias (tons vermelhos e amarelos no outono).

n  Fauna semelhante à da taiga, mas com porcos, esquilos e outros, além de algumas aves granívoras e frugívoras.

n  são florestas da zona temperada onde as árvores perdem suas folhas durante o Outono para suportar o frio do Inverno.

n  Esses biomas são característicos de locais que apresentam as quatro estações bem nítidas

n  Podem ser encontrados nos Estados Unidos, na Europa Ocidental, na China, nas Coréias e no Japão.

n  É uma fauna rica, constituída por mamíferos diversos (ursos, veados, esquilos, lobos, raposas, lebres), répteis, anfíbios, inúmeras aves, insetos, etc.

 

DESERTOS

n  Climas quentes e secos,

n  grandes variações diárias de temperatura.

n  Arbustos caducifólios, cactos e suculentas.

n  Fauna com muitos répteis e poucos mamíferos e aves (maioria escavadora).

n  recebe pouca precipitação pluviométrica.

n  Aproximadamente dois nonos da superfície continental da Terra são desérticos.

n  O solo do deserto é principalmente composto de areia, e dunas podem estar presentes.

n  As terras baixas podem ser planícies cobertas com sal.

n  Os processos de erosão eólica (isto é, provocados pelo vento) são importantes fatores na formação de paisagens desérticas.

 

TAIGA (OU FLORESTA BOREAL)

n  Latitudes altas (especialmente hemisfério norte), abaixo da tundra.

n  Maioria das árvores perenes com folhas em forma de agulha, poucas com folhas largas (caducifólias).

n  Inverno muito frio, verão curto, porém mais longo que na tundra.

n  Muitos insetos, aproveitados por aves migratórias para alimentar filhotes.

n  Aves insetívoras ou predadoras, cervos, ursos, lobo, raposas, gatos.

n  Encontrado no norte do Alasca, Canadá, sul da Groelândia, parte da Noruega, Suécia, Finlândia e Sibéria e Japão. No Canadá.

n  floresta boreal para designar a parte meridional

n   o termo taiga é geralmente usado para designar as florestas russas.

n  Pinheiros formam uma densa cobertura, impedindo o solo de receber luz intensa. A vegetação rasteira é pouco representada.

 

CAMPOS DE GRAMÍNEAS (PRADARIA E ESTEPE)

n  Climas temperados secos e/ou sazonais.

n  Fogo é freqüente.

n  Predominam gramíneas; alguns arbustos e nenhuma árvore.

n  Fauna de ungulados pastadores, carnívoros grandes, lebres e aves terrestres.

n  Entre outras áreas ocorre no sul do Brasil

 

SAVANA TROPICAL

n  Climas quentes, mas com estação seca longa (chuvas muito concentradas no tempo).

n  Muitas gramíneas, muitos arbustos e poucas árvores (baixas e com troncos retorcidos no cerrado).

n  Fogo é freqüente.

n  Na África, muitos mamíferos grandes pastadores, vários carnívoros; na América do  Sul, são raros mamíferos pastadores, ao passo que formigas e cupins têm grande importância

 

FLORESTA AMAZÔNICA

n  A hiléia amazônica (como a definiu Alexander von Humboldt) possui a aparência, vista de cima, de uma camada contínua de copas, situadas a aproximadamente 50 metros do solo.

n  Com seus sete milhões de km² é constituída por floresta que nunca é alagada.

n   em uma planície de 130 a 200 metros de altitude,

n  Ocupada pela bacia Amazônica entre 1,8 milhão e 25 mil anos atrás.

n  Quente e úmido

n  Alta pluviosidade

n  Vegetação densa, heterogênea e latifoliada

n  Grande biodiversidade de animais pequenos ou médios.

n  O solo amazônico é bastante pobre

 

FLORESTA TROPICAL

n  A Mata Atlântica é uma formação vegetal brasileira.

n   Acompanhava o litoral do país do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte (regiões meridional e nordeste). Nas regiões Sul e Sudeste chegava até Argentina e Paraguai.

n  Em função do desmatamento, principalmente a partir do século XX, encontra-se hoje extremamente reduzida, sendo uma das florestas tropicais mais ameaçadas do globo.

n  Apesar de reduzida a poucos fragmentos, na sua maioria descontínuos, a biodiversidade de seu ecossistema é uma dos maiores do planeta.

n  Cobria importantes trechos de serras e escarpas do Planalto Brasileiro, e era contínua com a Floresta Amazônica.

n  Foi a segunda maior floresta tropical em ocorrência e importância na América do Sul, em especial no Brasil.

 

Hidrosfera Geral e Brasil

12:38 PM, 19/4/2011

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HIDROGRAFIA

Hidrografía é unha parte da geografía física que clasifica e estuda as águasdo planeta.

Introdução

n A água é fundamental para a sobrevivência do planeta, a evolução dos seres vivos sempre foi dependente da água. Foi nela que surgiram as primeiras formas de vida,

n A água é o elemento mais crítico e importante para a vida humana, pois compreende de 60 a 70% do nosso peso corporal, regula a nossa temperatura interna e é essencial para todas as funções orgânicas

n O objeto de estudo da hidrografia é água da Terra, abrange portanto oceanos, mares, geleiras, água do subsolo, lagos, água da atmosfera e rios. A maior parte da água está concentrada em oceanos e mares – 1.380.000.000 km³ –, correspondendo a 97,3% da reserva hídrica do mundo. As águas continentais possuem um volume total de 38.000.000 km³, valor que representa 2,7% da água do planeta.

n Esfera líquida do planeta: Sólido(Geleiras)

                                                                     Gasoso (Vapor d`água)

                                                                     Líquido   Mares, Oceanos, Rios, Lagos e Lençóis Freáticos

n - águas oceânicas: que formam os oceanos e mares;

n - águas continentais: incluem o lençol subterrâneo, geleiras, rios e lagos.

 

Águas oceânicas: As águas oceânicas tem grande influencia no clima, nos transportes, no fornecimento de alimento (através da pesca) e na renovação do oxigênio do ar. 

n O hemisfério sul apresenta a maior parte da sua superfície encoberto pelas águas, cerca de 81%, e apenas 19% são ocupados pelas terras emersas.

n Na verdade, existe um único e grande oceano, que está dividida em: oceanos Pacífico, Índico e Atlântico.

n Os mares são uma extensão natural dos oceanos, quando estão perto de entrar em contato com os continentes.

CARACTERÍSTICAS: Salinidade, Densidade, Temperatura e Cor

 

Águas continentais:As águas continentais corresponde aos lençóis subterrâneos, geleiras, gêiseres, rios.

n Lençol subterrâneo = Também é chamado de lençol freático. É formado pela infiltração das águas da superfície nas rochas permeáveis.

n As águas subterrâneas podem variar de um lugar para o outro dependendo da quantidade das chuvas. Elas alimentam os poços, rios e lagos, e contribui para o desenvolvimento da vegetação.

n A água da chuva se divide em três partes. Uma se evapora logo após a chuva. A outra escorre para os rios e mares. E outra parte forma os lençóis freáticos. 

n Os oásis formados nos desertos são alimentados por lençóis de água subterrânea.

 

AS FORMAS DO LITORAL

Ao observarmos o litoral, encontramos muitas formas geográficas. São elas:

n 1) Golfo: reentrância no litoral de grandes dimensões e com abertura muito larga,
       maior que a baía.

n 2) Enseada: reentrância da costa, bem aberta e em direção ao mar, mas com pequena
       penetração deste.

n 3) Baía: maior que a enseada e menor que o golfo. Abertura na costa onde o mar
       avança, formando uma entrada estreito.

n 4) Delta: zona de acumulação de sedimentos na foz ou embocadura dos rios.

n 5) Cabo: parte da costa que se sobressai do plano em que está unido avançando em
       direção ao mar.

n 6) Restinga: faixa de areia depositada paralelamente ao litoral pelas águas oceânicas.

n 7) Falésia: paredão alto nas costas litorâneas e em contato com as águas do mar.

 

Nomenclatura Fluvial

n Nascente ou Cabeceira: É o local onde o rio nasce ou começa a se formar.

n Foz ou Desembocadura: É o local onde o rio despeja suas águas (desemboca ou deságua), no mar, num lago ou em outro rio. Os tipos de foz podem ser: estuário e delta.

n Foz em estuário: É a abertura única por onde o rio se lança ao mar. Temos como exemplos de estuário: o do rio Jaguaribe (Brasil), o do São Lourenço (Canadá) e do Gironda (França). 

n Foz em delta : Quando o rio desemboca por várias aberturas. Os deltas constituem depósitos aluviais, isto é, detritos ou sedimentos carregados e depositados pelos rios, que avançam como um leque em direção ao mar.

n O nome delta vem do formato da foz do rio Nilo, a qual se assemelha ao da quarta letra do alfabeto grego (D).

n Leito: Canal por onde o rio escoa as águas e os materiais que transporta.

n Talvegue: Linha de maior profundidade do leito fluvial. O termo talvegue significa caminho do vale.

n Curso: Trajeto ou caminho percorrido pelo rio, da nascente à foz. Durante o curso, o rio realiza um trabalho de desgaste e sedimentação que tende a regularizar o terreno por onde corre.

n Perfil de equilíbrio: Curva que representa o estado de um rio que não escava nem aluviona mais, conseguida quando há esta estabilidade nas condições hidrodinâmica. Esse perfil é muito difícil de ser encontrado, pois qualquer alteração pode reiniciar um novo ciclo de erosão. De acordo com o curso, costuma-se dividir o rio em:

n Curso superior ou alto curso: É a parte do rio próxima à nascente. No curso superior, há, geralmente, maior predomínio da erosão ou escavamento vertical.

n Curso médio: É a porção intermediária do rio, onde o desgaste e a sedimentação têm pesos quase equivalentes.

n Curso inferior ou baixo curso: É a porção do rio próxima à foz, onde predomina a sedimentação fluvial ou aluvionamento.

n Montante: É a parte da bacia fluvial que fica acima de outra e mais próxima das cabeceiras do rio. Seguir em direção a montante é tomar o rumo da nascente do rio a partir de um determinado ponto.

n Jusante: É a parte da bacia fluvial que fica abaixo de outra e mais próxima à foz do rio. Seguir uma direção jusante é tomar o rumo dá foz do rio, a partir de um determinado ponto.

n Margem: É a faixa de terras emersas, junto às águas de um rio. As margens são denominadas esquerda ou direita, tendo-se como orientação o sentido da corrente fluvial.

 

A USINA HIDROELÉTRICA

n A usina hidroelétrica funciona quando há uma grande queda d´água. Os homens constroem uma represa, para segurar a água. Em seguida constroem a turbina, o transformador e a linha de transmissão. 

Elas têm muitos aspectos favoráveis:

n a água é um recurso renovável, isto é, inesgotável;

n não poluem o meio ambiente;

n produzem grande quantidade de energia.

As hidroelétricas também apresentam alguns problemas:

n sua construção é cara e é demorada;

n alaga áreas florestais;

n o transporte de energia para grandes distâncias é caro e difícil, às vezes até impossível.

n Para funcionar, as hidroelétricas precisam de um grande reservatório de água, ou seja, grandes represas. Elas inundam terras que poderiam ser aproveitadas além de causar desequilíbrios ambientais.

Ciclo Hidrológico

n Caracteriza-se pelo movimento da água em seus diversos estados físicos: a água é evaporada dos rios, lagos, oceanos, da terra, das plantas etc. e se move através da atmosfera. Ela pode se condensar e cair em sua forma líquida, de volta ao oceano e a terra, ou reevaporar sem chegar a terra ou ao oceano. A precipitação (chuva) que chega no continente cumpre várias trajetórias do ciclo hidrológico. Uma parte pode se condensar e precipitar em forma de chuva. Na superfície do terreno a água escoará sulcando a terra para formar um canal de drenagem. O canal de drenagem formará ribeirões, rios, lagos, e esses corpos de água poderão chegar até o oceano, reiniciando o ciclo, ou evaporar, voltando para a atmosfera.
O ciclo hidrológico explica simplificadamente a distribuição da água e sua e a sua dinâmica. A água penetra no solo por um processo chamado infiltração.

HIDROGRAFIA DO BRASIL
 
INTRODUÇÃO:
                               O Brasil, dada a sua grande extensão territorial e a predominância de climas úmidos, tem uma extensa rede hidrográfica. As bacias hidrográficas brasileiras oferecem, em muitos trechos, grandes possibilidades de navegação. Apesar disso, o transporte hidroviário é pouco utilizado no país. Em outros trechos, nossos rios apresentam um enorme potencial hidrelétrico, bastante explorado no Centro-Sul do país em decorrência da concentração urbano-industrial, mas sub-utilizado em outras regiões, como a Amazônia.
 
CARACTERISTICAS GERAIS DA HIDROGRAFIA BRASILEIRA
*      Não possui lagos tectônicos, pois as depressões tornaram-se bacias sedimentares. Em nosso território, só há lagos de várzea (temporários, muito comuns no Pantanal) e lagoas costeiras, como a dos Patos (RS) e a Rodrigo de Freitas (RJ), formadas por restingas.
*      Todos os rios brasileiros, com exceção do Amazonas, possuem regime pluvial. Uma pequena quantidade de água do rio Amazonas provém do derretimento de neve na cordilheira dos Andes, caracterizando um regime misto (nival e pluvial).
*      Todos os rios são exorréicos. Mesmo os que correm para o interior têm como destino final o oceano, como o Tietê, afluente do rio Paraná, que por sua vez deságua no mar (estuário do Prata).
*      Há os rios temporários apenas no Sertão nordestino, onde o clima é semi-árido. No restante do país os rios são perenes.
*      Predominam rios de planalto em áreas de elevado índice pluviométrico. A existência de muitos desníveis no terreno e o grande volume de água possibilitam a produção de hidreletricidade.
*      Com exceção do rio Amazonas, que possui foz mista (delta e estuário), e do rio Parnaíba, que possui foz em delta, todos os rios brasileiros que deságuam livremente no oceano formam estuários.
 
BACIAS HIDROGRÁFICAS: FORMADAS POR UM RIO PRINCIPAL, AFLUENTES E SUBAFLUENTES;
DIVIDEM-SE EM:
- PRINCIPAIS: AMAZÔNICA;
                                       TOCANTINS – ARAGUAIA;
                                       SÃO FRANCISCO;
                                       PARANÁ;
                                       URUGUAI;
                                       PARAGUAI.
SECUNDÁRIAS: NORTE NORDESTE;
                                                  LESTE;
                                                  SUL.
 
*      PRINCIPAIS BACIAS BRASILEIRAS
*      Bacia do rio Amazonas
*      Sua área de drenagem total, superior a 5,8 milhões de km2, dos quais 3,9 milhões no Brasil, representa a maior bacia hidrográfica mundial.
*      O restante de sua área dividi-se entre o Peru, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana e Venezuela.
*      O volume de água do rio Amazonas é extremamente elevado.
*      Na Amazônia os canais mais difusos e de maior penetrabilidade são utilizados tradicionalmente como hidrovias.
*      O rio Amazonas se apresenta como um rio de planície, possuindo baixa declividade.
*      Entre seus principais afluentes, destacam-se os rios Iça, Japurá, Negro e Trombetas, na margem esquerda, e os rios Juruá, Purus, Madeira, Tapajós e Xingu, na margem direita.
 
*      Bacia do rio Tocantins - Araguaia
                Área superior a 800.000 km2, se constitui na maior bacia hidrográfica inteiramente situada em território brasileiro.
*      Seu principal rio formador é o Tocantins, cuja nascente localiza-se no estado de Goiás, ao norte da cidade de Brasília. Dentre os principais afluentes da bacia Tocantins - Araguaia, destacam-se os rios do Sono, Palma e Melo Alves, todos localizados na margem direita do rio Araguaia.
*      O rio Tocantins desemboca no delta amazônico e embora possua, ao longo do seu curso, vários rápidos e cascatas.
*      O rio Araguaia nasce na serra das Araras, no estado de Mato Grosso, possui cerca de 2.600 km, e desemboca no rio Tocantins na localidade de São João do Araguaia, logo antes de Marabá.
*      No rio Araguaia localiza-se a ilha de Bananal, a maior ilha fluvial do mundo.
 
*      Bacia do rio São Francisco
*      A bacia do rio São Francisco, nasce em Minas Gerais, na serra da Canastra.
*      Atravessa os estados da Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.
*      O rio São Francisco possui uma área de drenagem superior a 630.000 km2 e uma extensão de 3.160 km.
*      Tendo como principais afluentes os rios Paracatu, Carinhanha e Grande, pela margem esquerda, e os rios Salitre, das Velhas e Verde Grande, pela margem direita.
*      De grande importância política, econômica e social, principalmente para a região nordeste do país, é navegável por cerca de 1.800 km, desde Pirapora, em Minas Gerais, até a cachoeira de Paulo Afonso, em função da construção de hidrelétricas com grandes lagos e eclusas, como é o caso de Sobradinho e Itaparica.
*      Transposição do Rio São Francisco é a construção de dois canais, que irão distribuir água para os rios intermitentes da região nordeste e semi-árida do Brasil. Essas regiões estão localizadas no estado do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Essa obra gigantesca está causando grandes discussões.
*      Bacia Platina, ou dos rios Paraná e Uruguai
*      A bacia platina, ou do rio da Prata, é constituída pelas sub-bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai.
*      drenando áreas do Brasil, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai.
*      O rio Paraná possui cerca de 4.900 km de extensão, sendo o segundo em comprimento da América do Sul.
*       É formado pela junção dos rios Grande e Paranaíba.
*      Possui como principais tributários os rios Paraguai, Tietê, Paranapanema e Iguaçu. Representa trecho da fronteira entre Brasil e Paraguai, onde foi implantado o aproveitamento hidrelétrico binacional de Itaipu, maior usina hidrelétrica em operação do mundo.
 
*    Bacia secundárias
*      Bacia do Atlântico Sul - trechos norte e nordeste
Vários rios de grande porte e significado regional podem ser citados como componentes dessa bacia, a saber: rio Acaraú, Jaguaribe, Piranhas, Potengi, Capibaribe, Una, Pajeú, Turiaçu, Pindaré, Grajaú, Itapecuru, Mearim e Parnaíba.
Em especial, o rio Parnaíba é o formador da fronteira dos estados do Piauí e Maranhão, por seus 970 km de extensão, desde suas nascentes na serra da Tabatinga até o oceano Atlântico, além de representar uma importante hidrovia para o transporte dos produtos agrícolas da região.
 
*      Bacia do Atlântico Sul - trecho leste
Da mesma forma que no seu trecho norte e nordeste, a bacia do Atlântico Sul no seu trecho leste possui diversos cursos d'água de grande porte e importância regional. Podem ser citados, entre outros, os rios Pardo, Jequitinhonha, Paraíba do Sul, Vaza-Barris, Itapicuru, das Contas e Paraguaçu.
Por exemplo, o rio Paraíba do Sul está localizado entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, os de maior significado econômico no país, possui ao longo do seu curso diversos aproveitamentos hidrelétricos, cidades ribeirinhas de porte, como Campos, Volta Redonda e São José dos Campos, bem com industrias importantes como a Companhia Siderúrgica Nacional.
 
*      Bacia do Atlântico Sul - trechos sudeste e sul
A bacia do Atlântico Sul, nos seus trechos sudeste e sul, é composta por rios da importância do Jacuí, Itajaí e Ribeira do Iguape, entre outros. Os mesmos possuem importância regional, pela participação em atividades como transporte hidroviário, abastecimento d'água e geração de energia elétrica.

comentarios da oficina dia 17

11:24 AM, 19/4/2011

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na questão de numero 3. conceitos:

planalto: Áreas mais ou menos aplainadas com altitudes superiores a 200m do nível do mar.

Região dispersora de sedimentos

planicie: Áreas mais ou menos aplainadas com altitudes entre 0 e 200m do nível do mar. Regiões receptoras de sedimentos

depressão: Áreas rebaixadas do relevo podendo está situadas abaixo do nível do mar (absoluta) ou acima do nível do mar, porém abaixo dos relevos vizinhos (parcial)Partes da montanha

montanha: São áreas de grande elevações naturais, constituída de agrupamentos de morros e vales. São resultantes do movimento das placas tectônicas, que provocam dobramentos, falhas (quebras – fraturas) e vulcanismo.

na questão 4: quanto mais alto for menor temperatura e menor pressão, chuas orográficas ocorrre quando uma massa de ar encontra uma montanha, serra ou planalto. Letra E.

 na questão 5> (PRIMEIRA FIGURA. DA ESQUERDA) Numero 1 é o foz em estuário. Numero 2 é são os afluentes, Numero 3 é o leito do rio principal, numero 4 é o divisor de águas e o  numero 5 é cabo

(SEGUNDA FIGURA. DA DIREITA) Numero 1 e a nascente, numero 2 os afluentes, numero 3 o rio principal, numero 4 e o foz em delta numero 5 e o divisor de águas.

obrigado e até a proxima.

ass: professor Joseph Júnior

prof. joseph junior e prof. Jorge Menor

05:59 PM, 30/3/2011

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Guerra Fria

05:48 PM, 30/3/2011

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Introdução
A GUERRA FRIA foi disputa pela hegemonia mundial entre Estados Unidos e URSS após a II Guerra Mundial.
É uma intensa guerra econômica, diplomática e tecnológica pela conquista de zonas de influência.
Ela divide o mundo em dois blocos, com sistemas econômico e político opostos:
o chamado mundo Capitalista, liderado pelos EUA;
 mundo Socialista, encabeçado pela URSS.
Provoca uma corrida armamentista que se estende por 40 anos e coloca o mundo sob a ameaça de uma guerra nuclear
 
Antecedentes
I e II Guerras Mundiais:
 O crescimento econômico e político para as potências mundiais da Guerra Fria
1917 – Durante a I Guerra Mundial a Rússia sai da guerra de se declara o primeiro país socialista do mundo.
1918 – Os Estados Unidos entra na I Guerra Mundial depois de ter ganho muito dinheiro com essa guerra.
1943 – 1945: Vitória dos Aliados (EUA + ING + FRA + URSS) II Guerra Mundial.
1945 - A CONFERÊNCIA DE POTSDAM - Alemanha, um só país dividido em quatro zonas de ocupação militar
Berlim, a capital também dividida em quatro zonas de ocupação militar
 
GUERRA FRIA: PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
Bipolaridade global
Corrida armamentista – nuclear – espacial
O equilíbrio do terror (política de dissuasão)
Conflito ideológico: capitalismo X socialismo)            
Conflito bélico na guerra fria: principal cenário
 
AS ESTRUTURAS DA BIPOLARIDADE
1947 – Doutrina Truman
1947 – Plano Marshall
1949 – OTAN
1949 – RFA
 
1949 - Kominiform
1949 – COMECON
1955 – O Pacto de Varsóvia
1949 – RDA
 
Crise dos Mísseis (out/1962): URSS tenta instalar mísseis nucleares em Cuba (150 km dos EUA).
EUA ameaçam resposta com armas nucleares.
URSS não instala os mísseis com o compromisso dos EUA de não invadir Cuba e retirar seus mísseis nucleares da Turquia.
Maior proximidade de uma guerra nuclear já vivida na história.
 
Marcatismo: “Anos agitados aqueles. Internamente, os norte-americanos se torturavam com aquele período de caça às bruxas. Qualquer cidadão suspeito de simpatias pelo socialismo, era execrado, perseguido, banido, desqualificado. Era o Macartismo, movimento neurótico que procurava o inimigo dentro da própria casa, muitas vezes de maneira injusta e humilhante.
Os EUA liderou uma forte política de combate ao comunismo em seu território e no mundo. Usando o cinema, a televisão, os jornais, as propagandas e até mesmo as histórias em quadrinhos, divulgou uma campanha valorizando o "american way of life".
 
A DESINTEGRAÇÃO DO BLOCO SOCIALISTA
A crise do “socialismo real”:
Unipartidarismo.
Economia planificada (empresas estatais, pouca qualidade).
Indústria de base (carência de bens de consumo).
Fracassos agrícolas.
Burocratização – alto custo, privilégios.
Mudanças desencadeadas por Gorbatchev são assimiladas por países do leste europeu.
Redução de despesas militares da URSS enfraquece seu domínio sobre os países do leste europeu
 
Alemanha Oriental:
          1973 – Aceita na ONU.
          Década de 80: aproximação com Alemanha Ocidental.
          1989: Erich Honecker renuncia após pressões populares.
          Luta por democracia.
          Nov/1989: Queda do Muro de Berlim.
          Out/1990: Reunificação das Alemanhas.
 
GUERRA DA CORÉIA
Entre os anos de 1951 e 1953 a Coréia foi palco de um conflito armado de grandes proporções.
a Coréia do Norte (República Democrática Popular da Coréia) e a Coréia do Sul (República da Coréia). A primeira é ligada ao bloco soviético e a segunda, pró-ocidental..
Em 3 de Julho a Coréia do Norte ataca de surpresa e toma Seul, a capital. As Nações Unidas contrataca, general americano Douglas MacArthur, para ajudar a Coréia do Sul a repelir os invasores.
O lado sul consegue varias vitórias e se aproximam da fronteira com a China. Ameaçada, a China envia trezentos mil homens para ajudar a Coréia do Norte.
Em 23 de Junho começam as negociações de paz, que duram dois anos e resultam num acordo assinado em Panmunjon, em 27 de Julho de 1953.
Na guerra morreram cerca de três milhões de pessoas.
A guerra dura dois anos e termina, em 1953, com a divisão da Coréia no paralelo 38.
REVOLUÇAO CHINESA
A China do final do século XIX era um país submetido aos interesses das principais potências imperialistas. “É proibida a entrada de cães e de chineses no jardim”. (dinastia Manchu)
Estes privilégios levou os inúmeros chineses a organizaram atos de rebeldia. Em 1900, por exemplo, os Boxers.
Aos poucos, as camadas populares foram se engajando na luta pela democracia. Finalmente, em 1911,liderados por Sun Yat-sem fundaram o Kuomintag, Partido Nacional do Povo.
Em 1921, foi criado o Partido Comunista Chinês (PCC). Um dos principais fundadores ativista político Mao Tse-tung. A princípio, esse partido aliou-se ao Partido Nacional do Povo. Essa aliança, porém, durou pouco.
Revolução Cubana       
Apesar de politicamente independente(da Espanha), o país passou a ser quase totalmente dominado pelos norte-americanos.
Essa dominação foi oficializada em 1901, através da imposição da Emenda Platt, por meio da qual os norte-americanos se reservavam o direito de instalar bases militares no país e de intervir militarmente toda vez que considerassem seus interesses ameaçados.
Quase toda a riqueza de Cuba estava nas mãos de poucas famílias nativas e de empresas norte-americanas instaladas no país. Enquanto isso, milhões de cubanos alimentavam-se mal, moravam em barracos e viviam de empregos temporários.
Foi nesse cenário marcado por intensa desigualdade social que um grupo de revolucionários, liderado pelo jovem advogado cubano Fidel Castro, iniciou uma luta sem tréguas contra o ditador Fulgêncio Batista (1934-1958). Depois de uma tentativa fracassada de chegar ao poder, os revolucionários embrenharam-se na Sierra Maestra e, apoiados pelos camponeses partiram para a guerra de guerrilhas.
Em janeiro de 1959, quase dois anos depois de iniciada a guerrilha, Fidel e seus companheiros, entre os quais estava o médico argentino Ernesto “Che” Guevara, conseguiram conquistar o poder, obrigando Batista a fugir do país.
 

Cartografia

05:37 PM, 30/3/2011

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CARTOGRAFIA
 
Resumo: tem por objetivo ajudar na compreensão de mapas e suas escalas, bem como o porque de haver mudança de horários em todo mundo, mostrando um pouco sobre as coordenadas geográficas do nosso planeta.
 
REPRESENTAÇÃO DA TERRA
      INTRODUÇÃO: Desde o começo da humanidade, tinha a necessidade de traçar rotas comerciais, rotas de navegação, e daí em diante as necessidades iam aumentando. Por isso, a localização dos fenômenos geográficos sempre foi uma verdadeira necessidade ao homem. Daí entra a cartografia.
 
      CONCEITO DE CARTOGRAFIA: é a ciência que trata da representação total ou parcial da superfície terrestre através de globos e mapas.
 
REPRESENTAÇÃO DA TERRA
      GLOBO TERRESTRE: constituem a mais perfeita representação da Terra. Sendo esféricos, nos dão uma idéia bastante aproximada na realidade. Por outro lado, os globos apresentam alguns inconvenientes, como: dimensões geralmente reduzidas, omissão de detalhes, custo elevado e difícil manuseio, etc.
      MAPA: são superfícies planas onde a esfera terrestre se acha total ou parcialmente representada.
 
ELEMENTOS DE UM MAPA
         Titulo – Arte – Fonte – Símbolos – Legenda – Escala
 
         Convenções e legenda: corresponde a técnicas utilizadas convencionalmente pelos cartógrafos para se representarem, em um mapa, os fenômenos gráficos.
         Gradação de Cores: permite representar as altitudes, por meio de diferentes cores:
         Cores Planimétricas: preto, vermelho, azul e verde, são empregados para representar aspectos físicos da superfície terrestre.
         Cores Altimétricas: utilizadas para representar altitude ou profundidade, podem ser hipsométricas (cotas positivas) e batimétricas (abaixo do nível do mar).
         Curvas de Nível:são linhas que em um mapa unem pontos de igual altitude. A distância entre as curvas de nível, indica-nos o grau de declividade (suave- linhas distanciadas, acentuada- linhas próximas umas das outras).
 
ESCALA
      CONCEITO: é a relação entre as dimensões apresentadas em um mapa e seus valores reais correspondentes no terreno
 
      TIPOS DE ESCALA
Numérica: é expressa através de uma razão (1:1.000.000) ou de uma proporção (1/1.000.000)
Gráfica: É expressa através de um gráfico que já vem dividido em certa quantidade de quilômetros. Exemplo: [------100------200------300m] a cada parte do mapa é equivalente a 100m no espaço representado.
 
 
 
 
 
Tipos de escala segundo a sua finalidade

Categoria
Escala
Finalidade do Mapa
Grande
De 1:50 a 1:20.000
Plantas e projetos
Média
De 1:25.000 a 1:250.000
Mapas topográficos
Pequena
Acima de 1:250.000
Mapas e Atlas geográficos

 
PROBLEMA
         Em geral eles se referem a três elementos: 
E=escala;
DR=distancia da realidade;
DM= distancia do mapa.
Conhecendo-se dois termos desses elementos, o terceiro pode ser calculado usando as seguintes fórmulas:
 
 
 
 


 

OBS: QUANTO MAIOR FOR A ESCALA – MAIOR É A RIQUEZA DE DETALHES – MENOR É O DENOMINADOR
 
Lembre-se: Das linhas:
Tipos             Unem pontos igual
isoalinas                   salinidade
isóbaras                    pressão atmosférica
isóbatas                    profundidade
isóclinas                   inclinação
isoietas                      pluviosidade
isoípsas                     altitude
isotermas                  temperatura
 
      PROJEÇÕES CARTOGRÁFICAS: consiste em projetar a rede de paralelos e meridianos da Terra sobre um plano, ou seja, é a técnica que permite a representação de uma superfície esférica (a Terra) numa superfície plana (o mapa).
 
      De acordo com as propriedades geométricas apresentadas na relação globo-mapa, as projeções podem ser conformes, equivalentes ou eqüidistantes. Dependendo da figura geométrica empregada em sua construção podem ser: cilíndricas, cônicas e azimutal.
 
a) Quanto à situação da superfície de projeção:
  1. Cilíndricas:baseada na projeção dos paralelos e meridianos em um cilindro envolvente, o qual é posteriormente planificado. Com paralelos e meridianos retos, serve apenas para representar as regiões de baixas latitudes, já que deforma e exagera as regiões polares.
  2. Cônicas: Com meridianos retos e paralelos curvos e com deformações nas altas latitudes, é usada para representar as médias latitudes.
  3. Polares ou Azimutais:com os meridianos retos e os paralelos em círculos concêntricos, representa sem deformações as regiões de altas latitudes.
 
      b) Quanto às propriedades:
      Eqüidistantes:não apresenta deformações lineares;
      Equivalentes:não deforma as áreas;
      Conformes:não deforma os ângulos;
      Afiláticas: denominada de arbitrária: não possui nenhuma das propriedades anteriores.
      c) Quanto a situação do ponto de vista:
      Gnomônica: Ponto de vista no centro da Terra;
      Estereográfica: ponto de vista na superfície da Terra;
      Ortográfica: ponto de vista no infinito
 
MERCATOR
Caracteristicas:Nesta projeção os meridianos e os paralelos são linhas retas que se cortam em ângulos retos. Corresponde a um tipo cilíndrico pouco modificado. Nela as regiões polares aparecem muito exageradas
 
PETER
      Caracteristicas:As retas perpendiculares aos paralelos e as linhas meridianas têm intervalos menores, resultando na representação das massas continentais, um significativo achatamento no sentido Leste-Oeste e a deformação no sentido Norte-Sul, na faixa compreendida entre os paralelos 60o Norte e Sul, e acima destes até os pólos, a impressão de alongamento da Terra.

Climas do Brasil

05:36 PM, 30/3/2011

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O Brasil, pelas suas dimensões continentais, possui uma diversificação climática bem ampla, influenciada pela sua configuração geográfica, sua significativa extensão costeira, seu relevo e a dinâmica das massas de ar sobre seu território. Esse último fator assume grande importância, pois atua diretamente sobre as temperaturas e os índices pluviométricos nas diferentes regiões do país.
A localização de 92% do território brasileiro na zona intertropical e as baixas altitudes do relevo explicam a predominância de climas quentes, com médias de temperatura superiores a 20º C. Os tipos de clima presentes no Brasil são: equatorial, tropical, tropical de altitude, tropical atlântico, semi-árido e subtropical.
As massas de ar: são porções individualizadas do ar atmosférico que trazem em suas características e propriedades, as condições gerais do tempo dos locais onde se formam. O deslocamento das massas são provocados pela diferença de pressão e temperatura entre as diversas áreas da superfície. Portanto, as massas de ar estão geralmente associadas a sistemas de baixa e alta pressão.
As áreas de baixa pressão são receptoras de ventos e com grande instabilidade atmosférica caracterizada por grande nebulosidade e precipitação elevada. Já as áreas de alta pressão tendem a ter menores temperatura e são dispersoras de ventos, portanto tem em sua característica não ter nebulosidade e possuir estabilidade atmosférica. Este último fator é de suma importância porque atua diretamente tanto na temperatura quanto na pluviosidade, provocando as diferenciações climáticas regionais.
As massas de ar que interferem mais diretamente na distribuição do clima brasileiro são a equatorial continental (mEc), equatorial atlântica (mEa), a tropical continental (mTc), tropical atlântica (mTa) e a polar atlântica (mPa).
Com base na dinâmica das massas de ar, pode-se individualizar cinco tipos climáticos no Brasil, conforme mapa:
Para o território brasileiro, as mais importantes massas de ar são:
- Massa equatorial atlântica (mEa) – Localiza-se na parte litorânea da Amazônia, em certos momentos do ano também se localiza no Nordeste. Tem seu centro de origem no oceano Atlântico. A massa equatorial atlântica é quente e úmida.
- Massa equatorial continental (mEc) –É uma massa quente e úmida. Localiza-se na porção noroeste da Amazônia, fica praticamente todo o ano. É a única continental (que se localiza acima dos continentes) úmida no globo, pois, como regra geral, as massas de ar oceânicas são úmidas e as continentais secas. Sua umidade pode ser explicada principalmente por causa da presença da floresta Amazônica. Tem o centro de origem na parte ocidental da Amazônia
- Massa Tropical atlântica (mTa) – Quente e úmida, originária do oceano Atlântico nas imediações do trópico de Capricórnio ( que passa pela cidade de São Paulo), tem uma enorme influência sobre a parte litorânea do Brasil (do nordeste até o sul).
- Massa tropical continental (mTc) – Originário na depressão do Chaco (parte da Argentina e do Paraguai) abrange uma área de atuação muito limitada. Ela é quente e seca.
- Massa polar atlântica (mPa) – Tem suas origens nas porções do oceano Atlântico próximas a Patagônia (sul da Argentina). É uma massa de ar fria e úmida. Ela se atua mais no inverno, quando penetra no Brasil sob a forma de frente fria, provocando chuvas e declínio da temperatura.
 
CLASSIFICAÇÃO CLIMATICA
 
Arthur Strahler.
predominam no Brasil cinco grandes climas, a saber:
clima equatorial úmido da convergência dos alísios, que engloba a Amazônia;
clima tropical alternadamente úmido e seco, englobando grande parte da área central do país e litoral do meio-norte;
clima tropical tendendo a ser seco pela irregularidade da ação das massas de ar, englobando o sertão nordestino e vale médio do rio São Francisco; e
clima litorâneo úmido exposto às massas tropicais marítimas, englobando estreita faixa do litoral leste e nordeste;
clima subtropical úmido das costas orientais e subtropicais, dominado largamente por massa tropical marítima, englobando a Região Sul do Brasil.
 
CLIMA EQUATORIAL (Amazônia):
O denominado pela atuação da massa Equatorial continental durante todo o ano. Características:
Nível de Chuva Alto e constante;
Alta temperatura durante todo o ano; (clima quente) temperaturas médias entre 24º C e 26º C
Pequena amplitude térmica. (até 3º C)
As chuvas são resultado da convecção (ascensão vertical do ar e conseqüente condensação) da umidade, que provoca precipitações consideráveis em todos os meses, com médias anuais superiores a 2.000 mm.    
Obs.: A Friagem é provocada pela massa polar atlântica e atua principalmente no inverno (Amazônia) a queda brusca na temperatura, que pode chegar a 10º C.
 
CLIMA SEMI-ÁRIDO
Sertão Nordestino;
Secas prolongadas;
Chuvas curtas e torrenciais As chuvas não ultrapassam a barreira dos 750 mm/ano e apresentam-se irregularmente distribuídas.
Essa área funciona como um centro dispersor de massas de ar, apresentando menores médias pluviométricas que as vigentes no resto do país.
Causas da seca:
      Solo impermeável (Solo não absorve a água);
- Chapada da Borborema ( impede a passagem de massa úmidas);
OBS: No verão ocorre a penetração da massa Equatorial continental, que já perdeu grande parte da umidade. Devido às chuvas resultantes da atuação da massa Equatorial, os habitantes da região chamam essa estação de "inverno".
 
TROPICAL DE ALTITUDE
Predomina nas partes altas do Planalto Atlântico do Sudeste, estendendo-se pelo norte do Paraná e sul do Mato Grosso do Sul
Chuvas Torrenciais; Chuvas orográficas ou de relevo ( é resultante do relevo, geralmente a orográfica é mais torrencial);
Apresenta temperaturas médias entre 18º C e 22º C
Amplitude térmica anual entre 7º C e 9º C.
O comportamento pluviométrico é igual ao do clima tropical. As chuvas de verão são mais intensas devido à ação da massa tropical atlântica. No inverno, as frentes frias originárias da massa polar atlântica podem provocar geadas.
 
CLIMA LITORÂNEO UMIDO (TROPICAL ATLÂNTICO)
Dominado principalmente pela atuação da massa Tropical atlântica, é quente e chuvoso.
A faixa litorânea que vai do Rio Grande do Norte ao Paraná sofre atuação do clima tropical atlântico.
No verão, a massa Tropical atlântica avança sobre as regiões costeiras. O encontro dessa massa com as escarpas planálticas (Serra da Borborema, Chapada Diamantina, Serra do Mar e Serra da Mantiqueira) provoca um fenômeno conhecido como chuvas orográficas ou de relevo resultando é a elevada precipitação registrada nessas regiões.
A pluviosidade média anual varia entre 1.500 a 2.000 mm.
As temperaturas variam entre 18º C e 26º C.
 com amplitudes térmicas crescentes conforme se avança para o sul.
 
CLIMA SUBTROPICAL
O clima subtropical predomina ao sul do Trópico de Capricórnio, compreendendo parte de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul e os Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Caracteriza-se por temperaturas médias inferiores a 18º C
Chuvas bem distribuídas ao longo do ano (sempre úmido);
Chuvas Frontais: Resulta do encontro das massas quentes e frias;
Apresenta as maiores amplitudes térmicas entre os climas brasileiros (entre 9º C e 13º C)
não havendo estação seca.
Dominado pela massa Tropical atlântica, mas está sujeito à penetração da massa Polar atlântica, principalmente no inverno
OBS: No inverno, ocorre o avanço da massa Polar atlântica. O encontro dessas massas de ar diferentes provoca chuvas frontais. É quando ocorrem as geadas e, em algumas regiões, a queda de neve em algumas cidades do Sul do Brasil.
 

Atmosfera - geral

05:34 PM, 30/3/2011

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 Com espesura de aproximadamente 600km a atmosfera é a camada gasosa que envolve e acompanha a Terra em todos os seus movimentos, devido a força de gravidade.
 
Composição: nitrogênio 78% - oxigênio 21% - argônio 0,93% e outros 0,07%, além de vapor de água, partícula de pó, microorganismos, fumaça e cinza vulcânica.
 
EXOSFERA = camada mais externa, 600km,. Inexistente de ar, temperaturas elevadíssimas.
 
IONOSFERA = acima de 80 km de altura, ar é rarefeito, carregado de íons (partículas eletrizadas que têm a propriedade de refletir as ondas do rádio), meteoros ou estrelas cadentes se desintegram.
 
MESOSFERA = até 80 km, temperatura diminui com a altitude, -90º C, ar é rarefeito.
 
ESTRATOSFERA = 50 km temperatura aumenta com a altitude 2º C, o vapor água é quase inexistente , não há nuvens, concentração de ozônio, responsável por filtra os raios ultravioletas emitidos pelo sol.
 
TROPOSFERA = atinge até cerca de 10 km de altitude, concetra 75%, concentra gases 80% da umidade, temperatura diminui em média 6,5ºC/km à medida que nos elevamos, é a camada que nos envolve diretamente e na qual ocorrem as perturbações atmosféricas.
 
Tropopausa
 
 
 
 
 TEMPO = Condições atmosféricas ou meteoriológicas (temperatura, umidade, chuva, vento, etc) de um determinado lugar em determinado momento.
 
CLIMA = Algo duradouro, que não muda de num momento para outro. É uma sucessão habitual dos tipos de tempo num determinado lugar as superfície terrestre. Clima não é imutável. As diversas regiões da Terra já conheceram, em épocas remotas, diferentes tipos de clima
 
ELEMENTOS DO CLIMA
 
TEMPERATURA = Estado térmico do ar atmosférico, ou seja, aos estados de frio e de calor da atmosfera. Media com Termômetro. Pode ser quente ou frio
 
UMIDADE = Corresponde à quantidade de vapor de água que encontramos na atmosfera.  Pode úmido ou seco.
 
PRESSÃO = Pressão atmosférica é a força causada pelo ar sobre a superfície terrestre. Ela depende da latitude, altitude e temperatura.
Quanto maior a altitude, menor a pressão e vice-versa. Quanto menor a latitude, menor a pressão. Nas regiões mais quentes, região equatorial, o ar se dilata ficando leve, por isso tem uma baixa pressão. Próximo aos pólos, o frio contrai o ar, deixando mais denso, tendo uma maior pressão.
 
FATORES DO CLIMA
 
Vegetação = A vegetação impede a incidência total dos rios solares na superfície. Por isso, com o desmatamento há diminuição de chuvas, visto a umidade diminuir, e há um aumento da temperatura na região.
 
Altitude = Quanto mais alto estivermos menor será a temperatura. Isto porque o ar se torna rarefeito, ou seja, a concentração de gases e de umidade à medida que aumenta a altitude, é menor, o que vai reduzir a retenção de calor nas camadas mais elevada da atmosfera. Há a questão também que o oceano ou continente irradiam a luz solar para a atmosfera, ou seja, quanto maior a altitude menos intensa será a irradiação.
 
Latitude = Quanto mais nos afastarmos do Equador, menor a temperatura. A Terra é iluminada pelos raios solares com diferentes inclinações. Quanto mais longe do Equador a incidência de luz solar é menor.
 
Relevo = O relevo pode facilitar ou dificultar as circulações das massas de ar, influindo na temperatura. No Brasil, por exemplo, as serras no Centro-Sul do país formam uma “passagem” que facilita a circulação da massa polar atlântica e dificulta a massa tropical atlântica.
 
Urbanização
Maritimidade e Continentalidade = A proximidade de grandes quantidades de água exerce influencia na temperatura. A água demora a se aquecer, enquanto os continentes se aquecem rapidamente. Por outro lado, ao contrário dos continentes, a água demora irradiar a energia absorvida. Por isso, o hemisfério Norte tem invernos mais rigorosos e verões mais quentes, devido a quantidade de terras emersas ser maior, ou seja, sofre influencia da continentalidade, boa parte deste hemisfério.
 
Correntes Marítimas = São massas de água que circulam pelo oceano. Tem suas próprias condições de temperatura e pressão. Tem grande influencia no clima. As correntes quentes do Brasil determina muita umidade, pois a ela está associada massas de ar quente e úmida que provocam grande quantidade de chuva.
 
Massas de ar = Apresentam características particulares da região em que se originaram, como temperatura, pressão e umidade, e se deslocam pela superfície terrestre. As massas podem se polares, tropicais ou equatoriais.

relevo brasileiro

05:33 PM, 30/3/2011

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RELEVO BRASILEIRO
 
          RELEVO – BRASIL (IMPORTANTE)
          O Brasil tem relevo antigo (velho)
          - acentuada erosão,
          altitudes modestas.
          - Escudos cristalinos      36% no Brasil tem ferro é o7º em produção no mundo, o maior produtor de ferro é em Carajás.
         
- Bacia sedimentares                    64% lugar que acumula, onde se encontra petróleo e carvão, a maior reserva do mundo de petróleo é o amazonas.
          o pior carvão do mundo é do Brasil, é encontrado no Sul e ruim.
         
- derramamento vulcânico                                        no Brasil temos derramamento vulcânico.
          Basalto é o solo de origem vulcânico muito fértil maior parte está no sul.
          Sul começa no Mato Grosso do Sul, Sul de Minas Gerais, SP, PR, SC e RS.
 
INTRODUÇÃO
          A formação do relevo brasileiro decorre da ação de diversos elementos, como a estrutura geológica do território, os agentes internos, o tectonismo e o vulcanismo, e os agentes externos: as águas correntes e o intemperismo.
          O Brasil está totalmente contido na Plataforma Sul-Americana, cujo embasamento de evolução geológica é muito complexo.
          Principais características do nosso relevo:
          64% Bacias sedimentares (32% no Arqueozóico e 4% no Proteriozóico); 
          36% Escudos cristalinos. Não possui dobramentos modernos
          Como reflexo dessa estrutura geológica, de base sedimentar, a altimetria de do relevo brasileiro vai caracterizar-se pelo predomínio das baixas e médias altitudes.
          Em alguns pontos do território, especialmente nas bordas dos planaltos, o relevo apresenta-se muito acidentado, como a ocorrência de serras e escarpas..
          Os planaltos e as depressões representam as formas predominantes, ocupando cerca de 95% do território,
          As planícies representam os 5% restantes do território brasileiro e são exclusivamente de origem sedimentar
 
Classificação do relevo brasileiro
          Existem várias classificações do nosso relevo, porém algumas delas se tornaram mais conhecidas e tiveram grande importância em momentos diferentes da nossa história. São elas:
AROLDO DE AZEVEDO
          A mais antiga na década de 40.
          Critério para a definição das formas o nível altimétrico.
  1. Maior que 200 m de altitude seriam os planaltos,
  2. Altitudes inferiores a 200 m seriam as planícies.
          Sendo 4 planaltos, que ocupavam 59% do território e 4 planícies, que ocupavam os 41% restante.
          PLANÍCIE SÃO 4:
          - Planície Amazônica
          Pantanal
          Litorânea ou costeira
          Pampas
          PLANALTO 2:
          Guiana
          Brasileiro – Central – Guianas - Atlântico
 
          AZIZ NACIB AB’SABER
          No final da década de 50, ele apresentou uma nova classificação, com maior rigor científico.
          Critério para a definição das formas o tipo de alteração dominante na superfície, ou seja, o processo de erosão e sedimentação.
  1. Planalto corresponderia a superfície aplainada, onde o processo erosivo estaria predominando sobre o sedimentar
  2. Planície (ou terras baixas) se caracterizaria pelo inverso, ou seja, o processo sedimentar estaria se sobrepondo ao processo erosivo.
          Por essa divisão, o relevo brasileiro se compunha de 10 unidades, sendo 7 planaltos, que ocupavam 75% do território, e três planícies, que ocupavam os 25 restantes.
          O relevo do Brasil, de acordo com a classificação de Aziz Ab'Saber, é dividido em duas grandes áreas de planalto e três de planície, a saber:
          Planalto das Guianas: abrangendo a região serrana e o Planalto Norte Amazônico. Localizado no extremo norte do país, é parte integrante do escudo das Guianas, apresentando rochas cristalinas do período Pré-Cambriano. É nessa área que se situa o pico culminante do Brasil - Pico da Neblina, com altitude de 3.014 m.
          Planalto Brasileiro: subdividido em Central, Maranhão-Piauí, Nordestino, serras e planalto do Leste e Sudeste, Meridional e Uruguaio-Riograndense, é formado por terrenos cristalinos bastante desgastados e por bolsões sedimentares. Localiza-se na parte central do país, estendendo-se por grandes áreas do território nacional.
          Planícies e terras baixas amazônicas: Localizadas na Região Norte do país, logo abaixo do Planalto das Guianas, apresenta três níveis altimétricos distintos - várzeas, constituídas por terrenos de formação recente situadas próximo às margens dos rios; teços ou terraços fluviais, com altitudes máximas de 30 m e periodicamente inundados; e baixos-planaltos ou platôs, formados por terrenos de Terciário.
 
ATUALMENTE – JURANDYR ROSS
11 PLANALTOS, 11 DEPRESSÕES (NOVIDADE) E 6 PLANÍCIES;
-          CRITÉRIOS: - ALTITUDE;
-           MATERIAL DE FORMAÇÃO;
-           ORIGEM GEOLÓGICA

Relevo e seus agentes - Solo e seus problemas

10:24 PM, 20/2/2011

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RELEVO
 
Geomorfologia
É a ciência que estuda as formas de relevo.
Estrutura Geológica:
Conjunto de rochas que formam o subsolo. As formas de relevo e os demais elementos naturais (climas, vegetação, hidrografia) resultam da dinâmica processada e comandada pela própria natureza ao longo do tempo.
As estruturas podem ser:
Bacias Sedimentares → Maciços Antigos → Dobramentos Modernos
 
1. Bacias Sedimentares
Começaram a se formar apenas na Era Paleozóico, Resultam do acumulo de sedimentos provenientes do desgaste das rochas; estão associados à ocorrência de combustíveis fosseis.
Ex.: Bacia Amazônia, Parisiense, Russa e Austraciana.
2. Crátons ou Bloco Cratônico ou Maciços Antigos ou Escudos Cristalinos
Estrutura geológica bastante antiga. Data da Era Pré-Cambriana.
Formado por rochas magmáticas e metamórficas
Ocorrem jazidas minerais (ouro, prata, manganês, alumínio, estanho)
3. Dobramentos Modernos
Trechos da crosta de formação recente, Situados próximos a bordas das placas, que, devido à pressão, formam montanhas.
Ex.: Alpes, Andes, rochosas, Himalaia.
 
Definições de relevo
Planaltos
  1. Áreas mais ou menos aplainadas com altitudes superiores a 200m do nível do mar.
  2. Região dispersora de sedimentos.
          Planícies
  1. Áreas mais ou menos aplainadas com altitudes entre 0 e 200m do nível do mar
  2. Regiões receptoras de sedimentos
  3. As planícies podem ser:
                Costeiras ou marinhas = próximo aos oceanos
                Continentais = próximas de rios (aluviais ou fluvias)
                Lacustres = próximas de lagos
                Piemont = entre montanhas
          Depressões
                Áreas rebaixadas do relevo podendo está situadas abaixo do nível do mar (absoluta) ou acima do nível do mar, porém abaixo dos relevos vizinhos (parcial)Partes da montanha
Ex: Guaratinguetá – Vale do Paraíba (SP)
                Entre a Serra do Mar e Mantiqueira
       Amazônia Ocidental (AM)
                Entre o Planalto das Guianas e o planalto
          Central brasileiro
Montanhas
  1. São áreas de grande elevações naturais, constituída de agrupamentos de morros e vales.
  2. São resultantes do movimento das placas tectônicas, que provocam dobramentos, falhas (quebras – fraturas) e vulcanismo.
  3. Podemos classifica-las quanto a idade:
                Jovens – Geralmente constituída do terciário, assumindo formas agudas.
                EX: Alpes – Himalaia – Andes
                Velhas – Geralmente constituída nas Eras Proterozóica e Paleozóicas, assumindo formas mais onduladas.
                EX: Serra do Mar - Alpes Escandinavos – Montes Urais
 
AGENTES DO RELEVO
 
As irregularidades da superfície da Terra constituem o relevo. O relevo terrestre é o resultado da ação de forças que agiram no decorrer de milhões de anos.
Essas forças são chamadas agentes do relevo. Quando essas forças ou agentes agem de dentro para fora da Terra.
são denominados agentes internos, como o tectonismo, o vulcanismo e os abalos sísmicos.
O relevo formado pelos agentes internos sofre a ação dos agentes externos, como a chuva, o vento, os mares, os organismos vivos e o intemperismo. São os escultores do relevo, que fazem um duplo trabalho: a erosão ou destruição e a acumulação ou construção.
 
O relevo terrestre sofre a ação conjunta e simultânea de agentes externos, que o modificam, com tendência a aplainar os terrenos lenta e constantemente. A ação erosiva engloba três fases: erosão, transporte e deposição.
Os agentes erosivos
               Os mares, os rios,as chuvas, os ventos, as geleiras provocam desgaste no relevo (erosão) e retiram sedimentos que são transportados e depositados no fundo dos mares, principalmente.
Agentes internos
Tectonismo = Os movimentos tectônicos resultam de pressões vindas do interior da Terra e que agem na crosta terrestre. Quando as pressões são verticais, os blocos continentais sofrem levantamentos, abaixamentos ou sofrem fraturas ou falhas.
Vulcanismo = Chama-se vulcanismo as diversas formas pelas quais o magma do interior da Terra chega até a superfície. Os materiais expelidos podem ser sólidos, líquidos ou gasosos (lavas, material piroclástico e fumarolas).
Abalos sísmicos ou terremotos = Um terremoto ou sismo é uma vibração que se origina nas profundezas da crosta terrestre. Essa vibração propaga-se pelas rochas através das ondas sísmicas. O ponto do interior da Terra onde se inicia o terremoto é o hipocentro ou foco. O epicentro é o ponto da superfície terrestre onde ele se manifesta.
TIPOS DE SOLO
               Latossolos          Esses solos têm uma coloração que varia do avermelhado ao amarelado, por causa da maior ou menor quantidade de óxido de ferro e de alumínio que os compõem. Por aparecerem em áreas úmidas e quentes, sofrem um intenso processo de lixiviação.
               Latossolo terra roxa Embora considerado um latossolo, apresenta alto grau de fertilidade, pois sua origem é vulcânica, ou seja, é formado por rochas eruptivas básicas (basalto) ou magmáticas.
               Massapé De coloração escura e bastante argiloso, é formado pela decomposição do granito em clima tropical.
               Löess O löess é um solo formado por sedimentos de fina granulação trazidos pelos ventos. É também bastante argiloso, com alto teor de quartzo e cálcio.
TchernozionTrata-se de um solo negro, extremamente fértil, rico em húmus, com uma espessura média de um metro, típico de locais de clima temperado continental, coberto pro gramíneas e forma as estepes ou pradarias.
 
PROBLEMAS DO SOLO
          A perda de produtividade do solo por causa do manejo inadequado das culturas, do uso excessivo de fertilizantes e da destruição da cobertura vegetal é responsável hoje pela desertificação de extensas áreas do globo.
          15% da superfície terrestre está sob risco de desertificação em algum grau. As áreas mais afetadas são o oeste da América do Sul, o nordeste do Brasil, o norte e o sul da África, o Oriente Médio, a Ásia Central, o noroeste da China, a Austrália e o sudoeste dos Estados Unidos (EUA).
           O processo de desertificação e diferente da expansão dos desertos.
          Erosão: prejudica grandemente a fertilidade dosolo pela retirada da camada de humo, deixando o solo pobre e improdutivo.
 
Principais práticas de conservação de solo
Análise do solo = Uma análise previa em laboratório especializado das características fisico-quimicas do solo em função das culturas permite a aplicação da quantidade ótima de fertilizante, evitando o exesso.
Plantio em nível = reduzindo-se a velocidade de escoamento com a utilização de barreiras,curvas de nível , terraços e outros artificios adequados,baseados em levantamentos topograficos da área e projeto feito por técnico competente.
Rotação de culturas = Como regra geral, não se deve repetir o genero da planta em safras consecutivas.
Adubação verde = Consiste basicamente em plantar uma cultura que não se aproveita economicamente, apenas para manter o solo coberto e diminuir a erosão entre os periodos de plantios comerciais, ou nas linhas de culturas permanentes
 

Estrutura interna - Deriva Continental - Tectônica de Placas e Rochas

10:21 PM, 20/2/2011

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DIVISÃO DO INTERIOR DA TERRA
1. Crosta terrestre:
Sial = 5 a 15 km (silício+ alumínio)
Sima= 30 a 50 km (silício+ magnésio)
2. Manto:
Material mais denso, constituído principalmente por magnésio, ferro e silício.
Na parte externa do manto → Astenosfera → Ou manto e seu movimento de convecção →
3. Núcleo:
Formado por Níquel e Ferro.
Obs.: Estima-se da superfície ao núcleo 8.400 km.
 
Crosta Terrestre em Movimentos
Deriva continental
          Teoria de Alfred Wegener em 1912: No período carbonífero existia uma única e gigantesca massa continental que ele denominou de Pangéia.
          Prova: As formas dos Continentes, vegetação e animais parecidos.
          Pangéia: Laurásia – Norte/Godwana – Sul
 
Tectônica de Placas
Em 1967, Janson Morgam, apoiadona teoria de Wegener (deriva continental) e na teoria de Homes (expansão do fundo dos oceanos) criou a teoria que a crosta é descontinua e fragmentada em vários blocos a qual deu o nome de placas tectônicas.
6 Placas principais
Movimentos ou Diastrofismo
Convergência à Processo de Fricção que pressiona as placas a outra
Divergência à Processo de Afastamento entre placas
Suducção à Quando uma placa (mais densa) “mergulha” sob a continental (menos densa e mais pesada)
Obducção ou colisão à de duas placas na porção continental.
Epirogênese: movimento vertical que provoca abaixamento ou soerqueimento (conseqüência esostásica) transgressão e regressão marinhas
Orogênese: movimento horizontal que provoca o dobramento (devido à plasticidade) e as falhas.
Obs.: Em bordas de placas ocorrem instabilidades, tais como:
Dobramentos
Falhas
Terremotos
Tsunami
Vulcanismo
Dorsais oceânicas
Círculo do Fogo: Maior ocorrência de vulcões, que se estende pelo oceano Pacífico e Atlântico e pelo mar mediterrâneo. Podendo ser: Círculo do Pacífico: 80% dos vulcões e o Círculo do Atlântico.
As atividades vulcânicas no interior dos continentes são raras, exceto na África. Devido ao fraturamento das placas.
 
ROCHAS
Na crosta terrestre surgiu do resfriamento do magma superior e formou os minerais e as rochas.
Rochas: agregados de minerais.
Podem ser classificadas de acordo com sua origem:
1. Rochas Magmáticas ou Ígneas:
Resfriamento do magma.
1.1. Intrusiva ou Plutônica:
Resfriamento no interior da terra.
Lento. Por isso, formas cristais.
Ex.: Granito, sienito, diorito, gabro.
1.2. Extrusiva ou Vulcânica:
Resfriamento do magma fora da litosfera por causa da atmosfera.
Rápido, não formas cristais, e sim uma massa homogênea (“Massa Afamitica”).
Ex.: Basalto → Terra roxa
2. Rochas Sedimentares:
2.1. Detríticas:
Ocorre em camadas horizontais
Acumulação de Fragmentos da outra rocha.
Areia, Arenito, Argila, Folhelho, Varuito, Tilito.
2.2. Orgânicas:
Formada pela ação de animais e vegetais ou pela acumulação dos seus dejetos.
Ex.: Calcário, Carvão Mineral, Petróleo.
2.3. Químicas:
Proveniente de transformações químicas que algumas matérias em suspensão sofrem na água.
Ex.: Sal-Gema (Cloreto de Sódio), Estalactite e Estalagmite (Bicarbonato de Cálcio)
3. Metamórficas:
Resultam da transformação (metamorfismo) sofrido pelas rochas magmáticas e sedimentares devido à pressão e ao calor.
Ex: Gnaisse derivda do granito, Ardosa deriva do xisto, Mármore deriva do calcário, Quartzito deriva do arenito.
Obs.: Ciclo das Rochas: As rochas estão se formando e se modificando constantemente.

Ordem Mundial

09:48 PM, 20/2/2011

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          Geografia política: refere-se, de modo geral, as relações entre Estado e espaço, posição dos países, situação, fronteira, bases naturais, divisão política, etc.
          Geopolítico: não é uma ciência, mas uma técnica com objetivo político a favor do Estado.
          Geopolítica: instrumentação do espaço geográfico para uma maior eficácia da ação atual.
          Objetivo: Dar substância, perante os políticos, chefes de Estado dos países mais poderosos, a necessidade de expandir territórios, defender interesses econômicos e exercer controle social com base na idéia de identidade nacional.
           A geopolítica é a disciplina que busca entender as relações recíprocas entre o poder político nacional e o espaço geográfico.
          A geopolítica tem duas finalidades:
  1. orientar a atuação dos governos no cenário mundial;
  2. permitir uma análise mais precisa das relações internacionais.
  3. O “pai” da geopolítica foi um geógrafo alemão FRIEDRICH RATZEL (1844-1904), autor do livro "ANTROPOGEOGRAFIA - FUNDAMENTOS DA APLICAÇÃO DA GEOGRAFIA À HISTÓRIA"
  4. PARA RATZEL:
  5. Em primeiro lugar, a função do Estado, é expandir e defender o espaço territorial nacional e, além disso, Ratzel conceituava que as fronteiras nacionais são móveis, pois são determinadas pela capacidade político-militar de ampliá-las e de as manter.
  6. O raciocínio de Ratzel expressa esta íntima ligação entre “unidade política(proposta de unificação nacional), necessidade de expansão territorial e poder militar.
  7. Nos Estados Unidos da América, o almirante ALFRED THAYER MAHAN, outro precursor da geopolítica, Segundo sua visão, os EUA eram uma “grande ilha” cercada por dois enormes oceanos: o Atlântico e o Pacífico. Potência insular, os EUA não precisariam de um exército forte, mas de esquadras navais poderosas: uma no Pacífico e outra no Atlântico. Nascia, assim, o projeto do Canal do Panamá. Mahan, em seu livro “O PROBLEMA DA ÁSIA E SEU EFEITO SOBRE A POLÍTICA INTERNACIONAL”
 
          ORDEM MUNDIAL: Refere-se a idéia que o mundo está organizado segundo os interesses dos países mais poderosos, que determinavam o rumo das relações internacionais.
          Definido como agrupamento de características geopolíticas e até mesmo econômicas mundiais num dado momento da história.
 
VELHA ORDEM MUNDIAL
          Revolução Industrial ↔ Guerra Fria
          1ª Guerra Mundial
          Revolução Socialista Russa
          2ª Guerra Mundial
          Guerra fria, o fim da guerra.
 
NOVA ORDEM MUNDIAL
          Fim da união soviética e o início da CEI
          Guerra fria em diante
          Reunificação alemã
          Xefonobia na Europa
          Globalização
          Conflitos localizados

Regionalização do Brasil

03:50 PM, 15/2/2011

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REGIÕES DO BRASIL – IBGE
 
1 • Centro-Oeste, 2 • Nordeste, 3 • Norte, 4 • Sudeste, 5 • Sul

Coordenadas geograficas

08:02 PM, 10/2/2011

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COORDENADAS GEOGRÁFICAS E FUSOS HORÁRIOS

 

  • A rede geográfica constituída de paralelos e meridianos, linhas imaginárias que cortam a Terra nos sentidos leste / oeste e norte / sul. Oferecem uma posição precisa de qualquer ponto na superfície terrestre e são decisivas na confecção de mapas.
  • O nosso planeta é cortado por linhas imaginarias que tem como função localizar qualquer lugar na superfície terrestre. Para isso, foi determinado as coordenadas geográficas, a latitude e longitude.
  • Latitude:É a distancia, em graus, de qualquer lugar da superfície até o Equador, distancia que varia de 0 a 90° N ou S. Podemos a partir do Equador, traçar círculos paralelos (imaginários), diminuindo de tamanho conforme se afastam para o norte ou para o sul.
  • Longitude: É a distancia de qualquer lugar da superfície ao meridiano de Greenwich, variando de 0 a 180° para o leste ou para o oeste.

 

OBS: Norte = Setentrional = boreal

          Sul = meridional = austral

          Leste = Oriental = nascente

          Oeste = Ocidental = poente

 

OBS: Paralelos → Latitudes → N ou S → Zonas Climáticas

         Meridianos → Longitudes → E ou W → Fusos Horários

 

Contagem das horas

  • Cada fuso horário equivale a 15 meridianos ou 15º ou 1 hora.
  • Dentro de um mesmo fuso horário, todos os lugares possuem oficialmente mesma hora, embora na realidade isso não ocorra, pois 15 meridianos equivale a 60 minutos e 1 meridiano, a 4 minutos. Como a Terra gira de oeste para leste, devemos compreender que a hora aumenta para leste e diminui para oeste.

Movimentos da terra

07:59 PM, 10/2/2011

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MOVIMENTOS DA TERRA

 

Alguns deles com notáveis implicações físicas enquanto nosso planeta realiza sua jornada pelo universo afora.

1) Rotação
2) Traslação
3) Precessão dos equinócios
4) Nutação

 

Rotação

n  A rotação consiste no movimento giratório da Terra em torno do seu eixo.

n  CONSEQUÊNCIAS DESSE MOVIMENTO:

n  Sucessão dos dias e das noites

n  Interferência nas correntes marítimas e na atmosfera

n  Fusos horários

n  Achatamento dos pólos

n  Efeito Corolis

n  DURAÇÃO DESSE MOVIMENTO:

n  23 horas e 56 minutos e 4 segundo

 

Translação

n  A translação consiste no avanço do centro da Terra ao longo de uma curva fechada em redor do Sol descrevendo uma órbita (ou trajetória). Essa órbita parece circular mas , em rigor, é uma curva chamada elipse.

n  CONSEQUENCIA DESSE MOVIMENTO

n  Sucessão das estações do ano.

n  OBS: Isso só ocorre devido o movimento de translação e a inclinação de 23º em relação ao plano da órbita  da Terra

n  DURAÇÃO DESSE MOVIMENTO:

n  365 dias, mas sim 365 dias e 6 horas, pelo que, de quatro em quatro anos, existe um ano com um dia a mais no calendário, sempre o último de Fevereiro. Esses anos são chamados bissextos

 

Estações do ano

n  Solstício: Época em que os dois hemisférios são desigualmente iluminados.

n  Equinócio: Época em que os dois hemisférios são igualmente iluminados.

n  Durante o intervalo de um ano nós temos dois solstícios e dois equinócios desse modo nós podemos dividir o intervalo de um ano em quatro períodos, a saber: Primavera, Verão, Outono e Inverno.

n  Esses períodos são chamados de Estações do Ano. Os nomes foram dados em funções das condições climáticas gerais do período dos habitantes das zonas temperadas, tais como:

n  Primavera: Representa a época primeira, a estação que antecede o Verão.

n  Verão: Estação que sucede a Primavera e antecede o Outono.

n  Outono: Usualmente conhecida como o tempo da colheita

n  Inverno: Associado ao cilco biológico de alguns animais ao entrar em hibernação e, se recolherem durante o período de frio intenso. Estação que sucede o Outono e antecede a Primavera.

Hemisfério Sul

Data de Início entre os Dias

Hemisfério Norte

Equinócio de Primavera 

22 e 23 de setembro

Equinócio de Outono

Solstício de Verão

22 e 23 de dezembro 

Solstício de Inverno 

Equinócio de Outono 

20 e 21 de março 

Equinócio de Primavera 

Solstício de Inverno 

22 e 23 de junho 

Solstício de Verão 

 

 

5. Formação Territorial e econômica do Brasil

12:14 AM, 4/2/2011

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FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO
 
Tratado de Tordesilhas
 Espanha e Portugal foram os pioneiros na expansão marítimo-comercial iniciada no século XV, resultando na conquista de novas terras para os dois países. Essas "descobertas" geraram tensões e conflitos entre ambos, e na tentativa de evitar uma guerra foi assinado o Tratado de Tordesilhas, que passou a definir nosso primeiro limite territorial.
Esse tratado, assinado em 7 de julho de 1494, em Tordesilhas, na Espanha, estabeleceu uma linha imaginária que passava a 370 léguas a oeste do arquipélago de Cabo Verde (África). Esse meridiano dividiu o mundo entre Portugal e Espanha: as terras a leste seriam portuguesas e as terras a oeste seriam espanholas.
 
Tratado de Madri
O Tratado de Madri, assinado em 1750, praticamente garantiu a atual extensão territorial do Brasil.
O novo acordo anulou o Tratado de Tordesilhas e determinou que as terras pertenceriam a quem de fato as ocupassem, princípios de uti possidetis, isto é, uma solução diplomática que conferia a um Estado o direito de apropriar-se de um novo território com base na ocupação, na posse efetiva da área, e não em títulos anteriores de propriedade. É evidente que esse princípio foi utilizado apenas entre Portugal e Espanha ou entre o Brasil e países da América do Sul, sem nunca levar em consideração a posse das diversas tribos indígenas. Isso porque o indígena nunca foi considerado pelos colonizadores um ser humano de pleno direito, mas apenas um empecilho a ser removido ou a ser domesticado e disciplinado para o trabalho.
 
A questão do Acre
Os conflitos que envolveram essa área estiveram ligados à extração da borracha por migrantes, principalmente nordestinos, no fim do século XIX.
Em 1903, a Questão do Acre resolveu o problema criado pelo fato de seringueiros brasileiros vindos do Nordeste terem ocupado uma grande área pertencente à Bolívia. Com a mediação do barão do Rio Branco, que representou o Brasil, foi assinado o Tratado de Petrópolis, que tornou brasileira a área ocupada, mediante um pagamento de 2 milhões de libras esterlinas.
 
O bandeirantismo
 O bandeirismo ou bandeirantismo foi um movimento de penetração para o interior com origem, principalmente, em São Paulo e contribuiu para a expansão dos domínios territoriais portugueses no continente. Ocorreu basicamente no século XVIII e foi motivado pela busca de metais preciosos e, especialmente, pela caça de indígenas para serem aprisionados e vendidos como escravos. Os bandeirantes penetraram sertão adentro, atacaram aldeias, aprisionaram e escravizaram indígenas e exterminaram enorme número deles.
Do ponto de vista do povoamento, esse fenômeno foi despovoador e não povoador, pois provocou uma desertificação humana em áreas onde havia inúmeras aldeias indígenas, sem substitui-las por povoações brancas. Em todo caso, as bandeiras serviram para que o europeu conhecesse melhor o território, já que cada expedição representou uma soma de novos conhecimentos sobre a terra, que foram importantes para a penetração posterior rumo ao oeste.
A integração do espaço brasileiro
Formalmente, podemos dizer que o espaço brasileiro surgiu com a independência política do país no início do século XIX. Nessa época a economia sobrevivia das exportações de cana-de-açúcar, algodão, couro e peles.
Mas um novo produto agrícola começava a se desenvolver: o café. Com o avanço do cultivo do café e o aumento de sua importância econômica para todo o país, o produto tornou-se o responsável pelo início da integração territorial brasileira e, portanto, pela formação de um verdadeiro espaço nacional.
As atividades econômicas brasileiras até o desenvolvimento da economia cafeeira no século XIX eram regionais, isoladas uma das outras.
Podia-se dizer que economicamente o Brasil era formado por "ilhas" desarticuladas entre si e voltadas para o exterior. Assim ocorria com a cana-de-açúcar no Nordeste e a mineração no Sudeste.
A constituição de um mercado consumidor e a grande acumulação de capitais gerados pelo café foram fatores decisivos para a instalação de indústrias no país, o que representou outra etapa no processo de integração nacional.
Além de aprofundar a integração comercial que havia se desenvolvido com o café, o processo de industrialização acentuou a urbanização, dando nova direção ao povoamento no país.
O governo brasileiro teve papel fundamental no processo de industrialização. Criou várias políticas regionais de desenvolvimento, procurando estimular a transferência de atividades econômicas para outras regiões. Entre suas principais iniciativas, cabe destacar:
* A inauguração de Brasília em 1960;
* A SUDENE, em 1959; SUDAM, em 1966; SUDECO, em 1967;
* As rodovias de integração, como Belém-Brasília.
Todas essas medidas tiveram como principal objetivo aprofundar as relações entre as diversas áreas do país, levando a consolidação do espaço nacional.
 
As diferenças regionais
Os contrastes regionais no interior do território brasileiro originou-se da formação histórico-econômica do nosso país. Ou seja, devem-se ao modo pelo qual o Brasil se desenvolveu, desde sua colonização por Portugal até a independência e posterior industrialização e urbanização, ocorridas principalmente no século XX.
Durante os três primeiros séculos da colonização o Nordeste foi a região mais importante, a mais rica e populosa do país.
No século XIX o declínio econômico do Nordeste em relação ao desenvolvimento de Centro-Sul acentuou-se ainda mais. Esse fato juntamente com a enorme concentração da propriedade das terras nas mãos de poucas famílias nordestinas, fez com que muitas pessoas saíssem dessa região para o Centro-Sul do país.
A Amazônia durante séculos foi deixada de lado, embora nos dias de hoje venha sendo intensamente ocupada num processo de destruição.
Simplificando um pouco, podemos dizer que o Nordeste simboliza o "Brasil Velho", o Brasil colônia, com enormes plantações monocultoras, mão-de-obra extremamente mal remunerada e pobreza intensa. O centro-Sul, por sua vez, representaria o "Brasil Novo", o Brasil da indústria e das grandes metrópoles, o país da imigração e da modernização econômica. A Amazônia simbolizaria, talvez, o "Brasil do Futuro", um território com muitos recursos naturais. Porém, essas riquezas vêm sendo destruídas pela rápida ocupação da região amazônica, que beneficia apenas uma minoria privilegiada. O mapa abaixo apresenta os países que falam português:

4. Nordeste:Sub-regiões

12:12 AM, 4/2/2011

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HISTÓRICO
          A região foi o palco do descobrimento, os primeiros portugueses chegaram aqui por volta de 1500, ao comando de Pedro Álvares Cabral, na atual cidade de Porto Seguro, no estado da Bahia.
          Foi no litoral nordestino que se deu início a primeira atividade econômica do país, a extração do pau-brasil. Países como a França, que não concordavam com o Tratado de Tordesilhas, realizavam constantes ataques ao litoral com o objetivo de roubar aquela madeira tão apreciada na Europa.
          Durante o período colonial, no século XVI, a resistência quilombola se iniciou no Brasil, com a fuga de escravos para o Quilombo dos Palmares, na região da Serra da Barriga, atual território de Alagoas.
          A cidade de Salvador foi a primeira sede do governo-geral no Brasil, pois estava, estrategicamente, localizada em um ponto médio do litoral. O governo-geral foi uma tentativa de centralização do poder para auxiliar as capitanias, que estavam passando por um momento de crise. A atividade açucareira é até hoje a principal atividade agrícola da região
 
PARTE FÍSICA
 
          A área do nordeste brasileiro é de aproximadamente 1.558.196 km², equivalente a 18% do território nacional e é a região que possui a maior costa litorânea.
          Relevo
          Uma das características importantes do relevo nordestino é a existência de dois antigos e extensos planaltos, o da Borborema e o da Bacia do rio Parnaíba e de algumas áreas altas e planas que formam as chamadas chapadas, como a Diamantina e a do Araripe.
 
Clima
          O Nordeste do Brasil, apresenta temperaturas elevadas cuja média anual varia de 20° a 28°C. Nas áreas situadas acima de 200m e no litoral oriental as temperaturas variam de 24° a 26°C. O índice de precipitação anual varia de 300 a 2.000 mm. 3 dos 4 tipos de climas que existem no Brasil estão presentes no Nordeste, são eles:
          Equatorial Úmido -- Presente em uma pequena parte do Maranhão, na divisa com o Pará;
          Litorâneo Úmido -- Presente do litoral da Bahia ao do Rio Grande do Norte;
          Tropical -- Presente nos estados da Bahia, Ceará, Maranhão e Piauí;
          Tropical Semi-árido -- Presente em todo o sertão.
 
Hidrografia
          O Nordeste possui importantes bacias hidrográficas, dentre as quais podemos destacar:
          Bacia do São Francisco: É a principal da região, formada pelos rios São Francisco e seus afluentes. São praticadas atividades de pesca, navegação e produção de energia elétrica pelas hidrelétricas de Três Marias, Sobradinho, Paulo Afonso e Xingó
          Bacia do Parnaíba: É a segunda mais importante, ocupando uma área de cerca de 344.112 km² (3,9% do território nacional) e drena quase todo o estado do Piauí, parte do Maranhão e Ceará. O rio Parnaíba é um dos poucos no mundo a possuir um delta em mar aberto, com uma área de manguezal de, aproximadamente, 2.700 km².
 
Vegetação
          A vegetação nordestina é bastante rica e diversificada, vai desde a Mata Atlântica no litoral à Mata dos Cocais no Meio-Norte, ecossistemas como os manguezais, a caatinga, o cerrado, as restingas, dentre outros, possuem fauna e flora exuberantes, diversas espécies endêmicas, uma boa parte da vida no planeta e animais ameaçados de extinção
 
PARTE ECONÔMICA
 
Economia
          A renda per capita nordestina melhorando nos ultimos anos ainda assim, é a região brasileira com a mais baixa renda per capita e maior nível de pobreza.
          50,12%  da população possui uma renda familiar de meio salário mínimo e de acordo com o levantamento da UNICEF
          A capacidade energética instalada é de 10.142 MW.
          Em 2003 seu PIB era de R$214 bilhões ou 13,8% do PIB brasileiro, superando o de países como Chile, Singapura, Venezuela, Colômbia e Peru. Apesar disso, há grandes desigualdades sócio-econômicas na região, por haver o estado mais rico (Bahia) e o mais pobre (Piauí).
 
Agricultura
          A cana-de-açúcar é o principal produto agrícola da região, produzido principalmente por Alagoas, seguido por Pernambuco e Paraíba, também é importante destacar os plantios de algodão (Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte), tabaco(Bahia) e caju (Paraíba e Ceará), uvas finas, manga, melão, acerola, e outros frutos para consumo interno e exportação. Nos vales do rio São Francisco (Bahia) e do Açú (Rio Grande do Norte) existe o cultivo irrigado de frutas para exportação. No sertão predomina a agricultura de subsistência, prejudicada às vezes pelas constantes estiagens.
 
Pecuária
          Na região se cria principalmente gado, os maiores rebanhos bovinos estão na Bahia, Pernambuco e Ceará, no sertão os produtores têm sempre prejuízos devido as contantes secas. Caprinos - que são mais resistentes -, suínos, ovinos e aves.
          Indústria
          É mais forte e diversificada nas grandes regiões metropolitanas como a do Recife, a de Salvador e a de Fortaleza.
          Destaca-se a produção de aços especiais, produtos eletrônicos, equipamentos para irrigação, barcos, chips, softwares, baterias e produtos petroquímicos, além de marcas de etiquetas famosas, calçados de couro e de lona, tecidos de todos os tipos e sal marinho.
Turismo
          O imenso litoral com praias belíssimas, desenvolvimento do ecoturismo, ecoturismo ainda é pouco "explorado" no Nordeste, mas tem grande potencialidade, dentre os roteiros estão as trilhas da Mata Atlântica e a Serra da Capivara  no Piauí, este que é um dos principais parques arqueológicos do país.
          A cultura da região é, também, um grande atrativo para o turista, todos  os estados tem folguedos e tradições diferentes. Olinda, São Luís e o Pelourinho - em Salvador - são os grandes atrativos culturais da região, sendo considerados Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.
          As sub-regiões nordestinas
          Os espaços geográficos são muito diversificados no Nordeste. A organização geográficas das atividades econômicas ajuda a compreender essas diferenças.
          A natureza e a história dividiram o Nordeste em sub-regiões, ou seja, áreas menores que possuem uma série de características comuns. São quatro as sub-regiões nordestinas: a Zona da Mata, o Agreste, o Sertão e o Meio Norte.
 
A zona da mata
          É a faixa litorânea de planícies que se estende do Rio Grande do Norte até o sul da Bahia. As chuvas são intensas e há duas estações bem definidas: o verão seco e o inverno chuvoso.
          Na época colonial, instalou-se nesse área o empreendimento açucareiro escravista. Os solos, férteis e escuros, conhecidos como massapê.
          No início da colonização, a Zona da Mata não era dominada completamente pelas plantações de cana. A população das cidades e das fazendas necessitava de alimentos. Por isso, uma parte das terras ficava reservada para culturas de milho, mandioca, feijão e frutas.
          Muita coisa mudou na Zona da Mata desde a época colonial. A escravidão deu lugar ao trabalho assalariado dos bóias frias. Os antigos engenhos foram substituídos por usinas de açúcar e álcool. Mas a cana permaneceu como produto principal da faixa litorânea do Nordeste.
          No litoral da Bahia, principalmente na área do Recôncavo Baiano, nas proximidades de Salvador, aparecem importantes culturas de tabaco. No sul da Bahia, na área das cidades de Ilhéus e Itabuna, concentram-se as fazendas de cacau.
          Além disso, a produção de frutas vem adquirindo importância na Zona da Mata.
 
O Agreste
          É uma faixa de transição ecológica entre a Zona da Mata e o Sertão nordestino.
          Embora, como no Sertão, predomine o clima semi-árido, as secas do Agreste raramente são tão duradouras e os índices pluviométricos são maiores que os registrados no Sertão.
          Na verdade, grande parte do Agreste corresponde ao planalto da Borborema, voltada para o oceano Atlântico,
          O povoamento do Agreste foi conseqüência da expansão das plantações de cana da Zona da Mata. Expulsos do litoral, os sitiantes e criadores de gado instalaram-se nas terras do interior.
          O Agreste abastecia a Zona da Mata de alimentos e esta por sua vez a Europa exportando açúcar.
          O Agreste é uma área policultora, já que seus sítios cultivam diversos alimentos e criam gado para a produção do leite, queijo e manteiga.
          No Agreste, ao contrário, as propriedades foram se subdividindo cada vez mais, já que não cultivavam cana nem tinham engenhos.
          Nos últimos anos vem se dando um processo de concentração de terras no Agreste, em virtude principalmente, da expansão de propriedades de criação de gado para corte.
          Hoje vários centro comerciais com Caruaru, Feira de Santana.
 
O Sertão
          Mais de metade do complexo regional nordestino corresponde ao Sertão semi-árido.
          A caatinga, palavra de origem indígena que significa "mato branco", é a cobertura dominante e quase exclusiva na imensa área do Sertão.
          A ocupação do Sertão, ainda na época colonial, se deu pela expansão das áreas de criação de gado. A pecuária extensiva representa, até hoje, a principal atividade das grandes propriedades do semi-árido.
          No século XVIII, a Revolução Industrial necessidade de matérias-primas então aumentar o plantio de algodão no Sertão nordestino.
          No interior do Sertão definiu-se uma zona na qual as precipitações pluviométricas são mais baixas, denominada "Polígono das secas".
 
O Meio-norte
          Abrange os estados do Piauí e o Maranhão. Do ponto de vista natural, é uma sub-região entre o Sertão semi-árido e a Amazônia equatorial.
          Essa sub-região apresenta clima tropical, com chuvas intensas no verão. No sul do Piauí e do Maranhão, aparecem vastas extensões de cerrado. No interior do Piauí existem manchas de caatinga. No oeste do Maranhão, começa a floresta equatorial. Por isso, nem todo o Meio-Norte encontra-se no complexo regional nordestino: a parte oeste do Maranhão encontra-se na Amazônia.
          O Meio-Norte exibe três áreas diferentes, tanto pela ocupação como pela paisagem e pelas atividades econômicas.
          O sul e o centro do Piauí, dominados pela caatinga, parecem uma continuação do Sertão. Essa área foi ocupada pela expansão das fazendas de gado, que vinham do interior de Pernambuco e do Ceará. A atividade pecuarista foi a responsável pela fundação de Teresina, a única capital estadual do Nordeste que não se localiza no litoral.
          O Vale do Parnaíba é uma área especial. Recoberto pela Mata dos Cocais, tornou-se espaço de extrativismo vegetal do óleo do babaçu e da cera da carnaúba. Essas palmeiras não são cultivadas. A exploração dos seus produtos consiste apenas no corte das folhas da carnaúba e em recolher os cocos do babaçu que despencam da árvore.
          Nas áreas úmidas do norte do Maranhão, situada já nos limites da Amazônia, formaram-se fazendas policultoras que cultivam o arroz como principal produto. As chuvas fortes e as áreas semi alagadas das várzeas dos rios Mearim e Pindaré apresentam condições ideais para a cultura do arroz.