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Educação & Tecnologia

9/11/2010 - Dicas de segurança

Hackers x crackers

Existe uma grande diferença entre essas duas palavras: o termo hacker,quando ligado á informática, refere-se a pessoas com grande capacidade técnica, que seguem inclusive uma filosofia, baseada na ajuda mútua e em desenvolver o mundo cibernético. Basicamente tem o desejo de aprimorar a internet e suas ferramentas, um bom exemplo disso são os diversos programas royalt-free, criados para ajudar na defesa de computadores e sem que seja cobrado sequer um centavo por ele.

Já os crackers são os verdadeiros vilões do mundo virtual, capazes de roubar senhas de banco e informações importantes, além de tornarem computadores escravos do seu, ou de dominar computadores causando grandes estragos e formatando HD’s ou destruindo sistemas de arquivos.

Como se defender?

Os crackers possuem variadas metodologias de ataques e estas técnicas estão em constante evolução assim como as ferramentas de defesa. Hoje em dia não são só os computadores conectados à Internet que podem ser invadidos, há vírus que podem ser passados via pen-drives, CDs, dvd’s e qualquer outro tipo de mídia externa.

As regras básicas para segurança são atenção ao usar o computador e atualização das ferramentas de defesa. Ferramentas no plural porque só um antivírus hoje em dia não basta para a gama de programas interessados em invadir seu sistema. Há ainda a necessidade de um firewall para bloquear invasões de crackers e programas espiões que tentam invadir o computador, um antispyware, que encontra e elimina spywares e adwares, tarefas que os antivírus não executam.

 

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8/11/2010 - Percepção do mundo

Como os seres humanos percebem o mundo?

 

O ser humano absorve do meio ambiente em que vive todas as informações necessárias à sua sobrevivência, quando você acorda pela manhã, ao abrir os olhos reconhece informações que são percebidas e processadas, isto ocorre pelo tratamento da informação sensorial. Ao tratar estas informações órgãos perceptivos são ativados gerando ações e reações.

Este mecanismo complexo é capaz de explicar os motivos pelos quais você lembra com mais habilidade de algumas informações, porque uma determinada cor ou fonte na tela influencia na legibilidade ou mesmo a forma e a velocidade com que você lê uma informação na tela.

Mas o que acontece ou como acontece, quando um estímulo físico é percebido pelo ser humano com uma forma diferente do que ele é na realidade?

No Modelo Humano de Processamento de Informação são estabelecidos 3 subsistemas:

·               Sistema perceptual – sinaliza estímulos do mundo exterior;

·               Sistema motor – controla ações viabilizando respostas para o sistema cognitivo;

·               Sistema cognitivo – provê o processamento que conecta os dois outros sistemas utilizando-se de informações da Memória de Curta Duração e da memória de Longa duração para a tomada de decisão.

No sistema cognitivo há três procedimentos:

a)            Resolução de problemas (o usuário procura solucionar as tarefas que não são familiares. Esta tarefa ocorre a partir de conhecimentos adquiridos anteriormente por tentativa e erro, analogias ou mesmo, pela subdivisão do problema).

b)            Tomada de decisão (o usuário procura resolver o problema. Quando ocorre uma situação nova percebe-se no processo de decisão, várias alternativas para que no final ocorra a escolha de uma delas.

c)             Pensamento criativo.

Existem três canais perceptivos considerados significativos:

a)            A visão  acuidade, cor, ilusão de ótica);

b)            A audição,

c)             O tato.

Visão humana, audição e tato

Os canais perceptivos possíveis de serem utilizados são, visão humana, a audição e o tato. E destes sentidos, é a visão, sem dúvida, o sentido mais importante na interação com o computador.

O olho é formado pelo globo ocular que é uma esfera com aproximadamente 2,5 cm de diâmetro. Quando você fixa o olhar sobre um objeto, a imagem deste objeto atravessa a córnea depois, passa pela íris que é responsável por regular a quantidade de luz recebida por meio da pupila.

Imagem

Após atravessar o cristalino a imagem é focada sobre a retina (invertida, depois o cérebro acerta isto).

Mecanismo de uma máquina fotográfica

Nosso globo ocular pode ser comparado a uma máquina fotográfica, o cristalino seria a objetiva, a íris o diafragma e a retina seria a placa ou película. Quando a imagem chega ao cristalino é ajustada, sendo levada para trás ou para frente, permitindo que ela se projete sobre a retina.

Nossa retina está provida de duas espécies de células sensíveis á luz: os bastonetes e os cones.

Cones e bastonetes

·               Os bastonetes permitem a visão para intensidades luminosas muito pequenas (noite, crepúsculo). Recebem apenas impressão de luminosidade e nenhuma impressão cromática. Por isto, quando saímos da cama á noite no escuro, os objetos coloridos aparecem sem cor, nossa visão está por conta dos bastonetes. Os bastonetes (120 milhões de células) não percebem diferenças finas de forma e cor.

·               Os nenês permitem a impressão colorida em claridades média e grande (visão diurna), a imagem fornecida é mais nítida e detalhada. Existem três tipos de cones (três milhões de células) no olho humano, cada um distingue uma cor diferente: vermelho, verde ou azul.

Atenção:

A quantidade de cones vermelho, verde ou azul é 40:20:1. É por este motivo que sua sensibilidade para o azul é muito menor do que para o vermelho. Em outras palavras, você vê um número maior de tons de vermelho do que azuis.

Campo visual

A capacidade de percepção das cores está diretamente relacionada ao campo visual. A distribuição das células fotorreceptoras não é uniforme.

Ao sair de um ambiente de muita claridade e entrar em outro muito escuro, percebe-se uma cegueira momentânea que é causada pela acomodação dos cones e aumento da sensibilidade dos bastonetes. O inverso também acontece, imagine você saindo de uma sala com baixa luminosidade para um gramado em um dia de sol intenso.

Isaac Newton demonstrou em 1665-66 que a luz branca, como a luz do sol, ao passar por um prisma se decompõe em luz de diferentes cores, formando um espectro como o arco-íris, a luz branca se decompõe em radiações de larguras variáveis (magenta, alaranjado, amarelo, verde, azul ciano, anil e violeta). Ele demonstrou que sem luz não existe cor!

A impressão destas radiações sobre a retina do olho é o que distinguimos como cor.

A cor pode ser definida como um comprimento de onda. O comprimento de onda para o vermelho é de 580 nm (nanômetro), para o verde 540 nm e para o azul 440 nm.

A acomodação e convergência do cristalino dependem da cor do objeto visualizado. Isto acontece porque as ondas verde, azul e vermelha convergem a diferentes distâncias da retina.

Quando focalizamos objetos avermelhados, o cristalino se torna mais convexo,, como se o objeto estivesse próximo do observador.

Quando focalizamos um objeto azul, o cristalino fica menos convexo (mais relaxado), como se objeto estivesse distante.

Atenção

O uso de cores intensas causa fadiga visual justamente ela necessidade constante de adaptação do cristalino. Imagine o uso do azul e do vermelho simultaneamente, as diferentes profundidades de foco são fatigantes!

A cor é um elemento fundamental em qualquer processo de comunicação e merece uma atenção especial.

Algumas recomendações sobre o uso da cor:

1ª Recomenda-se que as cores de uma página na Web não sejam selecionadas separadamente, e sim, dentro de um contexto geral. A aparência de uma janela pode ser alterada quando outras janelas são abertas na mesma tela.

2ª Recomenda-se que sejam respeitadas as diferenças culturais e fisiológicas entre os indivíduos. Pessoas idosas tem uma sensibilidade reduzida para cores, o que, por suas vez, pode requerer o uso de cores mais brilhantes. Alguns países tem cores associadas a alguns objetos e fatos, no Japão marginais usam chapéu azul, no Egito o amarelo é a cor da alegria e prosperidade, as caixas de correio são vermelhas na Inglaterra, azuis nos Estados Unidos, amarelas na Grécia e verdes ou amarelas no Brasil.

3 ª Recomenda-se o uso de um grupo limitado de cores, dando ao usuário a opção de mudá-las no máximo de “cinco mais ou menos duas”. Desse modo, as páginas de um mesmo site estarão mais propensas a terem um padrão consistente.

4ª Use a cor como uma forma de informação adicional ou aumentada. Evite confiar na cor como o único meio de expressar um valor ou uma função particular.

5ª Use cor para realçar ao invés de usar sublinhado (use sublinhado ao invés de itens piscando). Restrinja o uso do sublinhado para links para não confundir o usuário.

6ª Sempre que possível, evite usar cores muito quentes, tais como o rosa e o magenta. As cores muito quentes parecem pulsar na tela e ficam difíceis de focalizar.

7ª Se for usar um fundo colorido, selecione as cores do texto, de modo a obter o contraste mais forte entre o texto e o fundo. Isso aumenta a visibilidade e a legibilidade do texto.

8ª recomenda-se o uso mnemônico da cor. O uso mnemônico da cor é empregado, respeitando os estereótipos para criar fortes associações para ajudar no reconhecimento, na lembrança e no tempo de busca. No site Submarino percebemos a divisão das seções fazendo uso da cor para diferenciá-las, a seção de brinquedos é rosa, a seção de eletrônicos é azul, a seção abaixo é a de games.

9ª Use cores brilhantes e contrastantes com cautela. Esses elementos atraem a atenção do usuário e o seu emprego deve ser reservado para áreas importantes, caso contrário, o usuário pode achar mais difícil saber para onde olhar e ficar confuso.

10ª Use cores monocromáticas para o texto sempre que for possível. As cores monocromáticas são mais nítidas, aumentando a legibilidade e visibilidade do texto.

11ª Recomenda-se o uso de uma cor neutra para fundos. As cores neutras (por exemplo, cinza-claro) aumentam a visibilidade das outras cores.

12ª Não use simultaneamente alto croma e cores que estejam muito distantes no espectro solar. Para relações figura-figura e muitas figura-fundo, forte contrastes de vermelho/verde, azul/amarelo, verde/azul e vermelho/azul criam vibrações, ilusões de sombras e imagens posteriores.

13ª Use um código de cores consistente e familiar, com referências apropriadas.as denotações comuns no ocidente são as seguintes:

·               Vermelho: pare, perigo, quente, fogo.

·               Amarelo: cuidado, devagar, teste.

·               Verde: ande, Ok, livre, vegetação, segurança.

·               Azul: frio, água, calmo, céu.

·                Cores quentes (amarelo, laranja, vermelho, violeta): ação, resposta requerida, proximidade.

·               Cores frias (azul, turquesa, verde-mar, verde-alface): status, informação de fundo, distância.

·               Cinza, branco e azul: neutralidade.

14ª Use a cor para aumentar a informação mostrada em preto e branco. No que concerne ao aprendizado e compreensão, a cor é superior ao preto e branco em termos do tempo de processamento e de reações em termos do tempo de processamento e de reações emocionais, mas não há diferença na habilidade em interpretar a informação. A cor é mais apreciável e a memória para informação colorida, também parece ser superior do que em preto e branco.

15ª Recomenda-se projetar primeiramente em preto e branco, e então, adicionar a cor. A cor aumenta o processamento cognitivo e visual de uma informação que funciona bem em preto e branco, pois ajuda a localizar, classificar e associar imagens.

16ª Evite o uso de blink. O uso intensivo de piscar (blink) um texto ou imagem, causa fadiga visual, dependendo das cores usadas para fundo e texto ou imagem, o olho precisa reposicionar o correspondente sensor da cor a ser usada em cada instante do efeito de piscar, ou dependendo das cores usadas reposicionar o foco a cada instante.

17ª Evite fundos escuros. Fundo preto não é recomendado, pois há poucas cores eu contrastam e causa cansaço visual. No caso de impressão em P&B, a cor usada para o texto ou imagem pode ser convertida para escuro e se confundir com o fundo (além de gastar grande quantidade de toner/tinta).

18ª Não usar cores alternativas para links. Pode-se acrescentar cores para casos alternativos como (mantendo-se os padrões):

·               Link ainda não visitado que fica na mesma página (âncora) – verde.

·               Link já visitado na mesma página – rosa.

·               Link para o modo hierarquicamente superior – laranja/amarelo âmbar.

19ª Não tornar a tela muito brilhante ou escura, use as cores brilhantes em áreas pequenas e cores suaves em áreas maiores.

20ª Procure evitar cores que juntas causam ilusões óticas como:

·               Verde/vermelho;

·               Azul/amarelo;

·               Verde/azul

·               Vermelho/azul

21ª use combinações legíveis para texto/fundo:

·               Preto/branco

·               Branco/preto

·               Amarelo/preto

·               Verde/preto

·               Branco/vermelho

·               Preto/amarelo

·               Branco/marrom

·               Amarelo/marrom

·               Verde/marrom

22ª use as cores da fóvea e periféricas apropriadamente, a fóvea fica na região central da retina, é composta de cones sensíveis ao detalhe:

·               Use azul para áreas grandes ou formas pequenas, azul é bom para fundo de tela;

·               Use vermelho e verde no centro do campo visual e não na periferia;

·               Use preto, branco, amarelo e azul na periferia do campo visual.

 

23ª Lembre que cor mal utilizada é pior do que não usar cores.

 

Material Didático. Gestão da Tec. da Informação. UNISUL.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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7/11/2010 - Segurança para Internautas

Segurança para os internautas

Considerações sobre segurança 

Ø  Segurança de computadores:

Um computador só é considerado seguro se este atender a três requisitos básicos relacionados aos recursos que o compõem:

1.       Confidencialidade;

2.       Integridade;

3.       Disponibilidade.

Qual é o objetivo da preocupação com o computador?

Computadores domésticos são utilizados para realização de inúmeras atividades: transações bancárias, compras de produtos e serviços, comunicação através de e-mails, armazenamento de dados, sejam pessoais ou comerciais.

 

Por que proteger o computador?

Ø  Senhas e números de cartões de crédito;

Ø  Conta de acesso a internet;

Ø  Dados pessoais ou comerciais;

Ø  Danos ao sistema operacional.

 

Quais os motivos para alguém desejar invadir ou danificar seu computador:

Ø  Utilizar para atividades ilícitas;

Ø  Utilizar para ataques contra outros computadores;

Ø  Utilizar o disco rígido como repositório de dados;

Ø  Destruir informações;

Ø  Disseminar mensagens alarmantes e falsas;

Ø  Ler e enviar e-mails  em seu nome;

Ø  Propagar vírus;

Ø  Furtar números de cartões de crédito e senhas bancárias;

Ø  Furar a senha da conta de seu provedor, para acessar a internet;

Ø  Furtar dados do seu computador.

Senhas

Uma senha (password) na internet, ou em qualquer sistema computacional, serve para autenticar o usuário, ou seja, é utilizada no processo de verificação da identidade do usuário, assegurando que este é realmente quem diz ser.

A senha é de sua inteira responsabilidade!!!

O que não se deve usar na elaboração de uma senha?

Ø  Nomes;

Ø  Sobrenome;

Ø  Números de documentos;

Ø  Placas de carro;

Ø  Número de telefones e datas.

Jamais utilizar palavras que façam parte de dicionários!!!

Uma senha boa

Uma senha boa deve ter pelo menos oito caracteres (letras, números e símbolos), deve ser simples de digitar e, o mais importante, deve ser fácil de lembrar.

Quanto mais misturada for a senha melhor, pois, mais difícil será descobri-la. Assim, tente misturar letras maiúsculas, minúsculas, números e sinais de pontuação.

Exemplo: P3TR0L1NA_135

O número de senhas deve ser equivalente a quantidade de contas. Utilizar senhas diferentes para cada local, é extremamente importante, pois, pode atenuar os prejuízos causados, caso alguém descubra uma de suas senhas.

Procure utilizar senhas com o maior número possível de caracteres e mudar com freqüência, no máximo a cada dois meses.

Cuidados especiais com as senhas

Ø  Observar o processo de digitação de sua senha;

Ø  Cuidado com o método de persuasão para não deixar escapar a senha;

Ø  Tenha antivírus atualizado, antispyware e evite abrir qualquer tipo de e-mail, mensagens ou imagens suspeitos.

Ø  Certifique-se de não estar sendo observado ao digitar a sua senha;

Ø  Nunca forneça a sua senha em hipótese alguma;

Ø  Não utilize computadores de terceiros que necessite utilizar senha;

Ø  Certifique-se que seu provedor disponibiliza serviços criptografados.

 

Em um mundo cada vez mais globalizado e informatizado é preciso estar atento com relação a segurança e esta segue normas, métodos e procedimentos para manter seu sistema a funcionar com confidencialidade, integridade e disponibilidade.

 

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7/11/2010 - Mecanismos de memorização

Quais sãos os mecanismos de memorização?

A visão humana é o sentido que provê o maior volume de informações a serem processadas pelo cérebro, estima-se que metade do potencial de processamento cerebral humano, seja utilizado na organização de informações visuais.

Nossos usuários de software percebem as informações por meio de um sistema sensorial. Os novos recursos da tecnologia permitem que esta percepção ultrapasse o sentido da visão fazendo uso da audição e do tato. No mecanismo de percepção, olhos e cérebro atuam em conjunto na interpretação das informações. Ao percebermos as informações, as mesmas são codificadas e processadas usando-se argumentos de raciocínio e armazenadas na memória para posterior recuperação.

A memória

A memória é o mecanismo que nos permite recordar pessoas, acontecimentos, coisas que aconteceram anteriormente. Desde que o ser humano iniciou suas trajetórias em áreas de pesquisa, o funcionamento e as circunstâncias em que ocorre a memorização são arduamente discutidos.

Nas últimas décadas, muito se tem estudado a respeito das características e funcionamento da memória humana. Estudos evoluíram permitindo a compreensão dos meios fisiológicos, de como o ser humano armazena as informações, assim com a razões pelas quais podemos perdê-las.

O uso deste conhecimento para os projetistas de software na construção de projetos de web permite uma melhor adaptação do projeto às características e delimitações da memória humana, considerando suas habilidade e capacidade em termos cognitivos.

A natureza da memória pressupõe dois fatores: a codificação (estratégias de memorização) e a recordação.

A codificação vai permitir a maior ou menor facilidade de se recordar determinada informação. A recordação pode ser livre ou por reconhecimento (somos expostos a pistas que no reavivam a memória). Quando reproduzirmos o que entrou, recupera-se a memória.

A memória humana pode ser dividida em três partes, cada uma com diferentes características:

·     Memória rápida ou de curto termo.

·     Memória de trabalho ou sensorial.

·     Memória permanente ou de longo termo.

Memória de curto termo

A memória de curto termo armazena informações na memória em apenas um curto espaço de tempo 10 a 25 segundos, no máximo. É uma memória rápida e recebe as informações de entrada captadas pelos órgãos dos sentidos (olhos, ouvidos, olfato e tato) e os passa ao sistema cognitivo.

Nesta memória são armazenadas respostas aos estímulos como informações expressas pela fala, movimentos e ações. As informações são armazenada por um período de aproximadamente 10 segundos e armazena poucas informações a cada vez. A memória de curto termo, guarda em média um número de 7 informações captadas pelos órgãos dos sentidos. Para recuperar informações armazenadas na memória de curto termo a mesma deve ser agrupada de forma significativa para o indivíduo.

Memória sensorial

A memória sensorial também é conhecida como memória de trabalho. Na memória sensorial são trabalhadas as informações captadas pela memória de curto termo e posteriormente, enviadas a memória permanente. A memória de trabalho pode armazenar informações por um tempo que pode variar de minutos a dias, mas mesmo assim, a informação será posteriormente eliminada.

Quando o assunto não é considerado fundamental ou importante para o indivíduo, ele não estabelece mecanismo de codificação. Desse modo, este conteúdo dificilmente irá atravessar as fronteiras da memória sensorial. Lembramos do conteúdo até realizar a prova, uma semana, depois apesar de boa nota não lembramos mais do assunto e dificilmente repetiríamos a boa nota sem estudar novamente.

A memória de curto termo recupera informação na memória permanente. Mas, quais mecanismos podemos usar para registrarmos ou recuperarmos a informação na memória sensorial? Podemos usar metáforas, analogias, regras e tudo aquilo que de alguma maneira, chame a atenção do indivíduo. Lembra das famosas musiquetas cantadas pro professores de química e física?

Memória de longo termo

Quando armazenamos uma informação na memória de longo termo, ela permanece na memória para sempre. Além da possibilidade de recuperação, também temos a característica relacionada á sua capacidade, até hoje não temos como quantificar as informações que podem ser armazenada nela ou mesmo seu espaço.

Tulving (1985, p. 387) definiu memória episódica como a recordação consciente de acontecimentos pessoalmente vividos enquadrados nas suas relações temporais. É o sistema de memória mais especializado, o último a desenvolver-se na infância e o primeiro a deteriorar-se na velhice. Armazena eventos e experiências de forma serial. A memória semântica como uma enciclopédia mental do conhecimento organizado que uma pessoa mantém sobre palavras e outros símbolos mentais. É um registro estruturado de fatos, conceitos e habilidades.

E a memória procedimental de Tulving (1985) é o sistema onde as deficiências de funcionamento seriam mais difíceis de detectar.

A memória procedimental seria constituída por capacidades perceptivas e motoras que no decurso do tempo e com a prática se transformaram em rotinas e hábitos e que de pouco ou nada se tem consciência.

Dicas para o uso da memória

·         O uso da Repetição faz com que a informação seja transferida da MCT para a MLT;

·         Que a quantidade de informação retida é proporcional ao tempo da prática;

·         Otimize a memorização pela divisão da aprendizagem ao longo do tempo;

·         Ofereça a informação de forma estruturada, ela deve fazer sentido e ser familiar ao usuário.

Atenção!

O aprendizado depende da memorização. Você pode facilitar o aprendizado apoiando a memorização pelo uso de analogias, pela estruturação e organização da informação e apresentando a informação em unidades incrementais.

 

Material Didático. Gest. da Tec. da Informação. UNISUL

 

 

 

 

 

 

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7/11/2010 - O Movimento Software Livre

O movimento Software Livre

Com o passar do tempo, o valor relativo do software foi aumentando, o que fez com que as empresas protegessem seus investimentos em produzi-lo. O que era antes passado de um programador para o outro, mesmo entre empresas diferentes, principalmente porque o que interessava era fazer funcionar o hardware e este era o centro das atenções, transformou-se em diferencial competitivo para as empresas. O que era antes produzido e compartilhado entre empresas e por estudantes e professores em universidades passou a ser produzido em linhas de montagem dentro das empresas.

A situação incomodou especialmente um desenvolvedor – Richard Stallman. Em um momento de frustração por não poder ter acesso a um código de um drive para uma impressora, Stallman sentiu que a produção de software feita de uma forma colaborativa começara a ruir. Isto o levou a pensar em uma saída.

Em 1989, ele deixa o MIT e cria a fundação Software Livre – Free Software foundation e o movimento Software Livre. Sua intenção era preservar o livre compartilhamento de software, mas evitar que este fosse modificado e incluído em produtos proprietários, deixando de contribuir para sua evolução em um retorno à comunidade. Denominada cláusula viral, Stallman imaginou uma licença em que, havendo o uso do código em um produto, seja este modificado, ou não, este produto também tem de ter seu código aberto. Este é um entre outros detalhes da licença GPL (General Public Lincense).

Ao fundar o movimento, Stallman tinha o projeto de criar um sistema operacional completo, partindo dos componentes do sistema até atingir o kernel. O projeto foi batizado de GNU, em uma brincadeira com as palavras em inglês GNU is Not Unix. O esforço em criar e manter os aplicativos acabou por retardar a criação do sistema operacional em si, ou kernel. Com o desenvolvimento do Linux, houve uma integração entre um projeto e outro, o que cancelou a necessidade de um kernel.

Material Didático. Gestão da Tec. da Informção. UNISUL

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7/11/2010 - O nascimento do LINUX

O nascimento do LINUX

Em 1991, Linus Torvalds, um estudante de computação da universidade de Helsinki, comprou um PC com processador 386, 4MB de memória, 40MB de disco e com o MS-DOS instalado. Na universidade, Torvalds usava sistemas operacionais UNIX, o que o levou a ter a idéia de escrever uma versão para sua máquina de casa, já que versões comerciais do UNIX para PC eram muito caras. Torvalds desconhecia o desenvolvimento do 386/BSD.

O ponto de partida foi o sistema operacional MINIX, desenvolvido pelo professor Tanenbaum para suas aulas de computação. A esta suas própria versão, Torvalds denominou Linux. Um ano após publicar o código, mais de 100 pessoas participavam de seu desenvolvimento. A maioria, contribuindo com conserto de bugs (falhas nos programas), melhoria no código e novas funcionalidades. Em 1994, a versão 1.0 foi oficialmente lançada. Por volta do ano 2.000, Linux era executado em mais de um terço de toda as máquinas utilizadas como servidores para a Internet. Este enorme sistema, de alta complexidade, foi desenvolvido a partir de colaboradores ao redor do mundo, sem o envolvimento de investimentos com fins lucrativos.

Material Didático. Gestão da Tec. da Informação. UNISUL.

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7/11/2010 - O minicomputador

O minicomputador

A invenção do minicomputador provocou uma revolução no campo do software, foi a partir deste ponto que as universidades tiveram acesso ao computador para suas pesquisas, permitindo a pesquisadores e alunos desenvolverem programas.

Pesquisadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology). Este sistema permitia o uso compartilhado de 30 usuários conectados por meio de modems.

Pesquisadores do MIT, junto com colegas dos laboratórios Bell da General Electric, começaram em 1964 o desenvolvimento de um sistema sucessor, MULTICS, que deveria permitir o compartilhamento de 1.000 usuários. Este sistema não foi, em realidade implementado, em parte, por não haver na época tecnologia de hardware suficientemente desenvolvida para dar suporte ao sistema. No entanto, as idéias serviram de base para o que seria desenvolvido depois por Ken Thompson, denominado UNICS.

Ao iniciar o projeto sozinho, utilizando poucos recurso de tempo e máquina, um PDP-7 desatualizado, Ken lançou as base do sistema operacional UNIX e seus derivados, que rodam no maior número de plataformas até hoje e formam a espinha dorsal da internet.

Junto com Dennis Rrithcie, o projeto foi continuado e introduziu-se o mecanismo de pipe (de tubulação em inglês, onde a saída de um programa pode ser canalizada para a entrada de outro, facilitando a modularização do sistema UNIX e conseqüentemente escrita de programas para este sistema, uma vez que estes podem ser combinados e reutilizados para a construção de algo novo. A AT&T, onde trabalhavam, licenciou o novo sistema para várias universidades.

Isto Fe com que professores e estudantes, utilizando o UNIX, idealizassem modificações, aprimoramentos e a escrita de novas ferramentas. Da universidade de Berkeley surgiu o BSD (Berkeley Software Distribution) em 1978, levando a outra vertente de sistemas padrão UNIX.

O BSD teve um papel importante para o nascimento da Internet. Em 1968, uma agência do governo americano patrocinou um projeto denominado ARPANET, que tinha como objetivo permitir comunicação e armazenamento de informação de maneira não centralizada, de tal forma que, em eventual ataque nuclear, os Estados Unidos não perdessem sua capacidade de comando.

Material Didático. Gest. da Tec. da Informação. UNISUL

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7/11/2010 - A História do Computador

                              A história do computador

A maior diferença entre um computador e outros inventos humanos é a sua versatilidade: um computador pode ser utilizado em incontáveis funções. Mas isto também faz dele o invento mais dependente da imaginação e da habilidade intelectual.

O computador é composto de diversos componentes eletrônicos. Estes componentes, por sua vez, formam memória, unidade central de processamento, circuitos de entrada e saída, entre vários outros. Este conjunto recebe o nome de hardware.

O hardware sozinho, no entanto, não realiza nenhuma tarefa. Para que o computador funcione, é necessário que ele seja ensinado. Isto se dá através de instruções que são armazenadas na memória e executadas pela unidade de processamento central (CPU em inglês). No tipo de computador que usamos normalmente, estas instruções fazem com que dados de entrada, como por exemplo, os que fazemos entrar pelo teclado, sejam lidos, interpretados, processados e resultem em alguma ou mais saídas. Idealizar e escrever as seqüências de instruções que fazem o computador realizar suas tarefas é denominado programação; e, o resultado, final, o “programa de computador”, ou software.

No início da era do computador, começo da década de 1950, não existia distinção entre hardware e software, entre programador e usuário: existia apenas o computador e o pessoal que trabalhava com ele. Nessa época, a IBM introduziu no mercado o primeiro computador comercial, o modelo 701. Ele não era vendido, mas alugado ás empresas por aproximadamente 15 mil dólares mensais, uma quantia muito grande para a época, impedindo que pequenas empresas tivessem acesso á máquina.

Um ano depois, a IBM começou a vender por cerca de 1, 6 milhões de dólares o modelo 705, valor também impossível para a maioria das empresas.

Também não havia ferramentas que ajudassem os programadores a escrever seus códigos, e cada programa tinha de ser desenvolvido do zero. Atualmente a grande parte do trabalho de um programador é juntar código já feito por outros ao seu sistema.

As primeiras ferramentas de programação, como os compiladores, foram escritas por profissionais que passavam seu código de um para outro, sem nenhum compromisso com remuneração ou proteção intelectual. Ou seja, o software nasceu como um processo de colaboração entre profissionais, e isto era incentivado pelas empresas fabricantes dos computadores, pois, quanto mais programas se produzissem, maior o potencial de uso da máquina pelo cliente, incentivando seu aluguel ou compra, ou seja, seu valor agregado.

As enormes máquinas daquela época deram origem ao termo mainframe, que designa, hoje em dia, máquinas cujas principais características são a confiabilidade, a alta capacidade de entrada/saída de dados e a capacidade de rodar vários sistemas operacionais, ou servidores, ao mesmo tempo. Uma máquina destas fica ligada e operacional anos a fio, não parando nem mesmo para manutenções.

Materia Didático. Curso Tec. da Informação. UNISUL

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Sobre Mim

Educar é transformar é potencializar as habilidades de uma pessoa. A tecnologia atualmente é uma excelente ferramenta para fazer chegar às pessoas informações, conhecimentos e consequentemente possibilitar que a educação aconteça de forma rápida, eficaz e transformadora.

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