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IMÓVEIS DF

12/1/2010 - Metro quadrado dos imóveis sobe em média 20% a 25% a cada 12 meses

Metro quadrado dos imóveis sobe em média 20% a 25% a cada 12 meses

Diego Amorim

Publicação: 27/12/2009 08:25 Atualização: 27/12/2009 08:41

Nos últimos cinco anos, o mercado imobiliário do Distrito Federal vem mantendo um forte ritmo de valorização. A cada ano, o preço do metro quadrado sobe em média entre 20% e 25%. Ao lado do Rio de Janeiro, o DF fica atrás apenas de São Paulo em volume de vendas e faturamento. Em 2009, a valorização foi ainda mais forte. Nos primeiros lançamentos do Setor Noroeste, o preço do metro quadrado, que já beira os R$ 10 mil, assustou, mas ainda assim não faltaram compradores. Pelas previsões do setor, o metro quadrado deve chegar em breve a R$ 12 mil. Antes restrita ao Plano Piloto, cujo tombamento explica em parte a disparada de preço dos espaços, a valorização se expandiu para as demais cidades do DF e até mesmo para o Entorno.

De acordo com o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Adalberto Valadão, em 2009 a valorização do metro quadrado variou de 15% a 40%, dependendo da localidade. "A tendência é de um 2010 ainda melhor. Há muita gente querendo comprar, a demanda é grande. E os financiamentos, que voltaram a existir com abundância, estão cabendo no bolso das pessoas. A explosão do mercado começou há cinco anos e ainda não parou", afirma.

O surgimento de novas áreas para investimento aqueceu o mercado em 2009. O foco das empresas não se restringiu ao Plano Piloto e a Águas Claras. Com a escassez de terrenos livres na região central, as incorporadoras descobriram um nicho próspero em cidades como Samambaia, Ceilândia e Taguatinga, além de Valparaíso e Águas Lindas, ambas em Goiás. É cada vez maior o número de investidores nessas áreas periféricas. Muitos que não podem desembolsar R$ 10 mil por metro quadrado no badalado Noroeste, por exemplo, pagam até quatro vezes menos longe do Plano.

Os lançamentos nas cidades do DF fizeram a Brasal Incorporações ter um ano considerado excelente, com um montante de R$ 250 milhões em vendas. "Levamos para Samambaia, Ceilândia e Gama propostas de condomínio que antes eram exclusivas da classe alta", comenta o diretor da empresa, Dilton Junqueira. Em Samambaia, todas as 360 unidades de um mesmo empreendimento foram vendidas em menos de um mês. A expectativa para o ano que vem é movimentar R$ 400 milhões. Cinco novos empreendimentos estão previstos: três no Noroeste e dois em Samambaia.

Previsões
As imobiliárias estimam que 20% dos imóveis vendidos este ano no DF se incluem no chamado segmento econômico, cujo valor do metro quadrado não passa de R$ 2,5 mil. O programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, oxigenou esse mercado. Atentas a essa expansão, empresas locais e de fora têm se preparado para uma nova realidade. O Grupo Lopes Royal, por exemplo, trouxe para Brasília a Habitcasa, especializada em imóveis do segmento econômico. A nova empresa vai atender, em 2010, interessados em comprar imóveis de até três quartos nas cidades do DF e Entorno.

Há um ano, a construtora e incorporadora Rossi, presente em 61 cidades do Brasil, abriu escritório na capital federal para fechar parcerias no Setor Noroeste e também algumas voltadas para as classes C e D. No primeiro semestre de 2010, começarão as vendas de unidades de condomínios nas cidades goianas de Valparaíso e Cidade Ocidental. A comercialização ficará por conta da Rossi Ideal, empresa criada para cuidar especificamente dessa modalidade. Os apartamentos custarão a partir de R$ 64 mil. As obras devem gerar pelo menos 3 mil empregos.

Em parceria com a Paulo Octávio Investimentos Imobiliários, a Rossi lançou dois empreendimentos no Noroeste: um prédio com apartamentos de dois e três quartos e outro com apartamentos de quatro quartos. O tamanho dos imóveis, que ficarão prontos só em 2012, varia entre 73 e 536 metros quadrados. O preço gira em torno de R$ 9 mil o metro quadradro. "Brasília é um dos principais mercados do país, por isso queremos chegar para ficar", diz o diretor regional da Rossi, Frederico Kessler.

A valorização do Noroeste impressiona. Em novembro último, as primeiras quitinetes do bairro chegaram a ser comercializadas por meio milhão de reais. Os imóveis têm entre 31 e 67 metros quadrados e chegam a custar R$ 556 mil. Apesar do preço, quase todas as unidades desse empreendimento estão vendidas. Aliás, cerca de 80% das projeções lançadas no Noroeste já têm dono. O bairro será o último setor habitacional a ser construído na área tombada de Brasília. (colaborou Mariana Flores)

Financiamento
Programa que promete viabilizar a construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda de até 10 salários mínimos (R$ 4.650). Para isso, o financiamento é facilitado e o governo faz parcerias com estados, municípios e iniciativa privada.

Mão de obra
O mercado imobiliário aquecido traz à tona o problema da falta de mão de obra na construção civil. Na tentativa de suprir o deficit, os empregadores têm recrutado gente em Goiás e Minas Gerais e nas regiões Norte e Nordeste. Em 2009, o setor foi o que mais absorveu mão de obra no DF. Mesmo assim, as 65 mil pessoas empregadas em canteiros de obra não são suficientes para atender a demanda.

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12/1/2010 - CASA PRÓPRIA

Presidente da Caixa diz que crédito habitacional quase dobrou em 2009

Agência Brasil

Publicação: 12/01/2010 13:25 Atualização: 12/01/2010 13:32

O crédito habitacional ofertado pela Caixa superou R$ 45 bilhões em 2009, segundo informou a presidente da instituição, Maria Fernanda Coelho. Em 2008, esse valor ficou em cerca de R$ 23 bilhões.

"Estamos fechando os números do crédito habitacional do ano passado, mas superamos a barreira dos R$ 45 bilhões. É um número muito significativo para a Caixa", disse ela à Agência Brasil, depois de participar de cerimônia de comemoração dos 149 anos do banco, com funcionários da instituição.

Segundo ela, para este ano a expectativa de crescimento é principalmente para o crédito habitacional. Maria Fernanda acrescentou que também está nos planos do banco novas aquisições.

"A Caixa foi consolidada em 2009. Fizemos a aquisição no fim do ano do banco PanAmericano e continuamos a estudar outros setores importantes para a Caixa nos quais a empresa possa se consolidar", disse. Ela acrescentou que esses "setores" ainda não estão definidos.

Em dezembro de 2009, a Caixa pagou R$ 739,2 milhões para adquirir parte do Banco PanAmericano. O banco estatal, por meio da Caixa Participações S.A. (Caixapar), adquiriu pouco mais de um terço do capital total da instituição financeira, mas compartilhará, em condições de igualdade, o poder com os administradores privados.
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12/1/2010 - LICENCIAMENTO AMBIENTAL

LICENCIAMENTO AMBIENTAL » Continua embate entre GDF e União sobre Áreas de Proteção Ambiental Reunião define grupo de trabalho do governo local para atuar com técnicos do Ministério do Meio Ambiente. Mas Ibram diz que falta de autonomia pode atrapalhar autorizações a condomínios

Helena Mader

Publicação: 12/01/2010 08:35

Nove meses depois da sanção do decreto que tirou do governo federal a responsabilidade pelos licenciamentos dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central, o embate entre o GDF e a União continua. Agora, a discussão gira em torno da necessidade ou não de consultas ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, ligado ao Ministério do Meio Ambiente. A legislação federal determina que os responsáveis por unidades de conservação federais sejam consultados antes do licenciamento de empreendimentos a menos de 10km dessas áreas, caso haja riscos de afetar a biodiversidade. O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) questiona essas normas e espera por mudanças que possam acelerar a análise de processos.

Ontem, o assunto foi debatido durante uma reunião entre representantes do GDF e do Instituto Chico Mendes. Durante o encontro, o governo local se comprometeu a formar um grupo de trabalho para atuar com os técnicos da União, repassando informações sobre processos de licenciamento e sobre as bacias hidrográficas. O tema interessa diretamente aos moradores de condomínios irregulares, já que a maioria dos parcelamentos foi construída dentro da APA do Planalto Central.

Casa do Grande Colorado próximas à Contagem: Instituto Chico Mendes que discutir licenciamento da região - (Carlos Vieira/CB/D.A Press)
Casa do Grande Colorado próximas à Contagem: Instituto Chico Mendes que discutir licenciamento da região
Além da APA — que abrange 60% do território do Distrito Federal —, muitos condomínios estão próximos a unidades de conservação, como o Parque Nacional. Assentamentos de baixa renda, como a Estrutural, também são vizinhas a essas áreas de conservação. No caso do Grande Colorado, em Sobradinho, os 56 parcelamentos da região ficam ao lado da Reserva Biológica da Contagem e, por isso, o Instituto Chico Mendes exige a participação de seu corpo técnico nas discussões sobre o licenciamento ambiental do bairro.

O diretor-geral do Ibram, Gustavo Souto Maior, questiona a obrigatoriedade de enviar todos os processos ao Chico Mendes. “A legislação diz que o órgão gestor da unidade deve ser consultado caso haja risco à biota (biodiversidade). Essa exigência vale para todo o Brasil mas, no DF, isso é mais grave, já que quase todo o nosso território está dentro da APA do Planalto Central”, destaca Souto Maior. O Ibram só tem consultado o Instituto Chico Mendes quando entende que o empreendimento a ser licenciado pode atingir a biodiversidade.

“Mas, no ano passado, licenciamos um empreendimento no Guará, que ficava a quilômetros do Parque Nacional, e vieram nos questionar. Entre a obra e o parque havia centenas de casas, de rodovias. Que impacto a mais isso poderia trazer à biodiversidade do Parque?”, questiona o diretor-geral do Ibram. Ele cita ainda o licenciamento do novo complexo administrativo do GDF, em Taguatinga, que virou alvo de uma ação civil pública do Ministério Público pelo fato de o Instituto Chico Mendes não ter sido consultado. “Quando a gente acha que o empreendimento não afeta a biodiversidade, não mandamos ao instituto. Senão, nada mais vai andar”, afirma Souto Maior.

Atualmente, está em discussão a minuta de uma nova resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente que muda as regras anteriores. A ideia é que apenas empreendimentos de grande impacto poluidor necessitem do aval do gestor da unidade de conservação. Mas a medida ainda será analisada e discutida no Ministério do Meio Ambiente. “Isso seria muito positivo para agilizar os processos. Na APA do Planalto Central, por exemplo, só há dois funcionários para cuidar de todos os assuntos relativos à unidade. Como é que eu vou mandar um caminhão com processos da cidade inteira para eles analisarem?”, pergunta Gustavo Souto Maior.

O secretário de Governo do GDF, Flávio Giussani, participou ontem da reunião com a coordenadora de Licenciamentos do Instituto Chico Mendes, Fernanda Bucci. Ele se comprometeu a consultar o órgão ambiental do governo federal. “Nos casos de áreas destinadas à criação de moradia para população de baixa renda, também vamos consultar o Instituto Chico Mendes, caso essas áreas sejam vizinhas a unidades de conservação”, afirma Giussani. “Para os condomínios que já estão consolidados, vamos mandar aos técnicos do instituto uma lista que mostre quais parcelamentos estão em cada bacia hidrográfica, para que seja feito um levantamento mais amplo para cada região”, acrescenta o secretário de Governo.

A resolução nº 412/09 (1), editada no ano passado, dá ao Ibram apenas 30 dias para a emissão do licenciamento simplificado, no caso de empreendimentos destinados à criação de moradia para baixa renda. A preocupação do GDF é que o Instituto Chico Mendes dê seu aval dentro desse prazo. A coordenadora de Licenciamentos do órgão ambiental do governo federal, Fernanda Bucci, defende que o instituto seja consultado sempre nos casos de licenciamento de empreendimentos dentro de unidades de conservação ou em sua área circundante. “O Instituto precisa se manifestar, até mesmo para dizer se há ou não risco à biodiversidade. Temos buscado esse consenso com o Ibram”, afirma Fernanda.

1 - Reivindicação antiga

Publicado em 29 de abril de 2009, o decreto assinado pelo presidente em exercício à época, José Alencar, transferiu a responsabilidade dos licenciamentos dentro da APA do Planalto Central do Ibama para o Ibram. Essa era uma reivindicação antiga do GDF e, para negociar a transferência, o governador José Roberto Arruda dialogou exaustivamente com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.
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17/12/2009 - Serviços e construção civil serão responsáveis pela geração de emprego em 2010, diz ministro

Serviços e construção civil serão responsáveis pela geração de emprego em 2010, diz ministro

Agência Brasil

Publicação: 16/12/2009 16:16

Os setores de serviços e da construção civil serão os principais responsáveis pela geração de empregos no próximo ano. A expectativa é do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, que destacou que os dois setores também foram os responsáveis por puxar o saldo positivo de empregos este ano.

Segundo Lupi, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 vão fazer com que esses setores tenham uma forte expansão.

“Avaliamos que a Copa de 2014 terá seus preparativos agora. Vamos reunir o Fundo de Garantia para liberação de recursos por causa da Copa, vamos preparar com antecedência. O próximo ano será um ano no qual a construção civil e o setor de serviços vão gerar muitos empregos”, disse hoje (16) logo depois da divulgação dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

No último mês, o setor de serviços gerou 87.252 novos empregos e o da construção civil gerou 17.791 novos postos de trabalho. No acumulado do ano, os setores geraram respectivamente 568.259 e 228.151 novos postos de trabalho. 

Lupi disse ainda que, por causa da grande expansão dessas áras, vários empresários têm pedido para que sejam feitos mais cursos de qualificação porque há falta de profissionais em algumas áreas. “Todo dia tenho contato com empresários, que vem me pedindo qualificação profissional porque não tem mais profissionais. No setor de serviços é assim, no setor da construção civil é assim. Não tem engenheiros. Em São Paulo está assim”, disse.

A expectativa do ministro é de que 2009 feche o ano com cerca de 1,2 milhão de empregos. O mês de dezembro deve ter o menor índice de demissões. Para 2010, a expectativa e de que o Brasil tenha mais de dois milhões de novos empregos.

“Vai ser o menor [índice de demissões temporárias] também. Eu me arrisco a dizer que vamos ter o melhor dezembro para o comércio, o melhor em vendas, vamos ter o melhor Natal do governo Lula por causa do aquecimento da economia”, afirmou.

No mês de novembro, o país gerou 246.695 postos de trabalho formal
, o que representa um recorde para o mês. No ano, o país acumula a criação de 1.410.302 vagas. Em novembro foram admitidos 1.413.043 trabalhadores e demitidos 1.166.348.

O comércio (1,61%) , os serviços (0,66%) e as indústrias de transformação (0,53%), de construção civil (0,83%), e extrativa mineral (0,35%) foram os setores que mais geraram empregos no período.

A agricultura foi o único setor que apresentou queda do emprego no período, em função da entressafra. Foram demitidos 16.628 trabalhadores, o que representa -0,99% do total de mão de obra empregada.
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14/12/2009 - LANÇAMENTO CEILÂNDIA - PERTO TATICO

Aproveitem!

Lançamento do West Side, empreendimento de 2 e 3 quartos, algumas unidades poderão ser finaciadas direto com a Caixa.

Primeira tabela, preço especial!

Para maiores informações:

David Coelho 8510-5068

westside.more@gmail.com

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14/12/2009 - ILHA DE MANHATAN

Apresentação

UM PROJETO GRANDIOSO PARA COMBINAR COM O TAMANHO DOS SEUS SONHOS.
Pensando em você, o nível de sofisticação deste empreendimento foi o mai alto possível. Esse lugar é o Ilha de Manhattan Duplex Residence. Em um único bloco de 27 andares com 66 unidades duplex, você vai viver respirando bom gosto. Todos os apartamentos são duplex vazados, ou seja, você e sua família vão ter conforto e elegância em dobro.  E com o pé direito duplo vocês não vão querer sair da varanda. Ainda bem que lá tem hidromassagem, bar e churrasqueira.

Apartamentos

3 suítes duplex vazado - 173 a 183 m²

Caracteristicas

NA DÚVIDA ENTRE MORAR PERTO DO METRÔ E DO COMÉRCIO OU AFASTADO DOS VEÍCULOS E DO BARULHO, FIQUE COM OS DOIS.
A apenas 200 metros da estação de Arniqueiras, você vai encontrar sua tranqüilidade, pois o terreno fica na esquina com a Av. Boulevard, longe do movimento dos veículos e do barulho. Para sua tranqüilidade ser total, você conta com guarita 24h e câmeras de segurança com circuito interno de TV. Uma segurança bem grande para combinar com o tamanho do seu apartamento. Aproveite, no Ilha de Manhattan Duplex Residence sua única preocupação vai ser a de aproveitar a vida.

Manhatan Apto de canto nível inferior

Manhatan Apto de canto nível superior

Manhatan Varanda Living Externo

Para maiores informações:

David Coelho

8510-5068

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14/12/2009 - RESIDENCIAL MAESTRI

GUARÁ – 3 quartos 98,95 m² a 201,42 m²

Deixe-se levar pelo charme do mais exclusivo residencial do Guará, com quatro torres unidas em uma única composição, feita de espaços diferenciados para os mais sofisticados gostos. Um conjunto perfeito de opções para quem busca qualidade de vida para si e para a família, orquestrado para reger o seu estilo.

Localização

O Guará II é um bairro que mescla a diversidade de uma vida cosmopolita com o provincianismo de uma vizinhança pequena, de bons amigos para toda a vida. O refúgio para quem busca comodidade e sossego, sem abrir mão da proximidade e do rápido acesso aos grandes centros do DF.

  • Próximo a nova estação do metrô;
  • Fácil acesso ao Plano Piloto e as demais Cidades Satélites;
  • Próximo ao Park Shopping e ao Carrefour

Fachada

Pilotis

Mapa de localização

Planta 

 

Maiores informações:

David Coelho

8510-5068

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14/12/2009 - HABITAÇÃO » Noroeste alavanca preços dos imóveis

HABITAÇÃO » Noroeste alavanca preços dos imóveis

Mariana Flores

Publicação: 08/11/2009 08:12 Atualização: 08/11/2009 08:25

Setor residencial com um dos metros quadrados mais caros da capital do país, o Noroeste tem alavancado os preços dos imóveis em todo o Distrito Federal. Os primeiros lançamentos no setor ecológico tiveram efeito difusor sobre o mercado da capital, que passa a ocupar este ano o segundo lugar no ranking de cidades onde mais se vende imóveis — só perderá para São Paulo. A demanda crescente deve fazer com que os preços dobrem nos próximos cinco anos, segundo estimativas dos empresários do setor.
 - (Seduma/Divulgação)  


Até dois anos atrás, o metro quadrado a R$ 8 mil era considerado inaceitável pelos consumidores. Os primeiros apartamentos do Noroeste foram vendidos com valores que variam de R$ 8 mil a R$ 10 mil o metro quadrado. No fim de semana passado, a Lopes Royal comercializou quase 100 flats à margem do Lago Paranoá a R$ 12 mil o metro quadrado. Em Águas Claras, o valor dos imóveis quase dobrou desde 2007. Os últimos lançamentos feitos na cidade passam de R$ 4 mil o m². Em Samambaia e no Gama, os valores superam R$ 2,5 mil.
Maquetes do bairro que será erguido no Plano Piloto: projeções foram vendidas às construtoras por R$ 10 milhões e, agora, os valores ultrapassam R$ 16 milhões. O reajuste é repassado para o metro quadrado - (Seduma/Divulgação)  
Maquetes do bairro que será erguido no Plano Piloto: projeções foram vendidas às construtoras por R$ 10 milhões e, agora, os valores ultrapassam R$ 16 milhões. O reajuste é repassado para o metro quadrado


E a tendência é que os reajustes continuem. Portanto, os brasilienses devem se preparar. Pela previsão dos empresários do setor, se o índice de crescimento seguir o mesmo ritmo registrado desde o início da década, de 20% de valorização ao ano, em pouco tempo, o DF atingirá os valores verificados em São Paulo e no Rio de Janeiro. Ou seja, em apenas cinco anos, o brasiliense terá que conviver com preços que chegam a R$ 20 mil o metro quadrado. “Os preços aqui não chegaram no ápice. Há espaço para crescerem mais”, avisa Marco Antônio Demartini, diretor da Lopes Royal.

A expectativa é de que o volume geral de vendas de imóveis no DF atinja, em 2009, R$ 3,1 bilhões, contra R$ 2,1 bilhões registrados no ano passado. Em 2008, o Rio de Janeiro vendeu o equivalente a

R$ 2,5 bilhões, mas, este ano, a capital fluminense não deve ter crescimento sobre o ano anterior. São Paulo aparece em primeiro lugar, com vendas no valor total de

R$ 7,2 bilhões. “A região do Plano Piloto é muito valorizada pela escassez de terrenos e por estar em boa localização, mas está longe de ser a mais cara do país, o metro quadrado na orla da Zona Sul, no Rio de Janeiro, pode chegar a R$ 30 mil”, afirma Frederico Kessler, diretor regional da Rossi, presente em mais de 60 cidades brasileiras e com um lançamento previsto para este ano no Noroeste.

Crescimento

Mas o ritmo de crescimento do mercado no DF ultrapassa o das duas cidades, na opinião do gerente nacional de vendas da João Fortes Engenharia, Jorge Rucas. “A valorização vista em Brasília é a maior do país. As zonas sul de São Paulo e do Rio de Janeiro são mais caras, mas a valorização ano a ano do DF como um todo é bem maior. O Noroeste ajuda a puxar os valores para cima. A oferta no Plano Piloto está muito baixa, e a demanda, elevada, o que pressiona o preço”, afirma. A João Fortes Engenharia lançou, esta semana, seu primeiro empreendimento no novo setor. Em 2010, vai lançar outras três obras.

O poder do Noroeste está no fato de ser o último setor imobiliário na região central de Brasília, segundo o gerente comercial da Emplavi, Wilson Charles Oliveira, que lançou, há duas semanas, um residencial de dois e três quartos no bairro ecológico, localizado na Asa Norte. “É o último setor nobre na área tombada, certamente os preços vão subir mais ainda”, afirma. “A tendência é que os imóveis fiquem cada vez mais caros. O Plano Piloto é finito e Águas Claras está acabando”, completa Marcelo Carvalho, diretor da Paulo Octávio Investimentos Imobiliários.

O diretor de incorporações imobiliárias do grupo Via Engenharia, Tarcísio Rodrigues Ferreira Leite, concorda. “O mercado financeiro não está rendendo bem, o que eleva a demanda por imóveis. A isso, no DF, soma-se a carência de oferta de terrenos. O setor está mantendo uma rentabilidade histórica em torno de 20% ao ano”, afirma. O grupo, que possui três prédios em fase de comercialização no Noroeste e vai lançar o quarto ainda este ano, tem ainda outras cinco projeções para construções futuras.

A falta de terrenos puxa os custos para cima, de acordo com o gerente comercial da Emplavi, Wilson Charles Oliveira. “Além da demanda elevada, os preços altos têm origem na forma como os terrenos são comercializados. A Terracap vende por licitação em doses homeopáticas e esse controle da oferta faz com que haja um aumento natural do preço”, afirma. De acordo com ele, as primeiras projeções no Noroeste foram vendidas às construtoras por R$ 10 milhões e agora já passam de R$ 16 milhões. “Não tem jeito de não repassar para o metro quadrado do apartamento”, acrescenta.


Valorização acelerada


As próprias construtoras se assustam com os preços alcançados na capital do país. “Não imaginávamos que fôssemos vender imóvel em Águas Claras a R$ 4,5 mil o metro quadrado”, afirma Marcelo Carvalho, da Paulo Octávio. Nem o engenheiro Gebrim Ésper Junior, de 52 anos, calculava que suas três quitinetes compradas há dois anos na cidade renderiam tanto. Uma delas, adquirida a
R$ 32 mil em 2007, foi vendida a R$ 95 mil recentemente.
Seu novo investimento agora é o Noroeste. Ele comprou um apartamento de dois quartos no novo bairro. Pagou R$ 8,2 mil pelo metro quadrado. Gebrim ainda não sabe se vai vender assim que ficar pronto ou se vai se mudar para o Noroeste e alugar o apartamento da Asa Sul, onde mora atualmente. “Na Asa Sul, não vendo. Como lá não tem mais imóveis novos, a tendência é valorizar cada vez mais”, acredita.

Susto

A volta do crescimento econômico ajudou a alavancar as vendas, segundo Marcelo Carvalho. “Houve um susto há um ano. Com o início da crise, todo mundo se encolheu, mas depois as vendas ganharam uma celeridade que não esperávamos. O mercado de Brasília é comprador. E os preços estão subindo. Há dois anos, um imóvel no Sudoeste não passava de R$ 8 mil o metro quadrado, agora temos apartamentos sendo vendidos a R$ 10 mil o metro quadrado. O Noroeste criou muita expectativa e puxou tudo para cima”, afirma. Esta semana, a Paulo Octávio lança seus dois primeiros residenciais no bairro.

Com dois terrenos no Noroeste, a JC Gontijo quer esperar o avanço da infraestrutura antes de começar a construir. Enquanto isso, investe nos residenciais em condomínios fechados. Em seis meses, vendeu mais de 1 mil apartamentos do Living, localizado próximo ao ParkShopping, a um valor médio de R$ 7,2 mil o metro quadrado. O Super Quadra Atlântica, novo condomínio lançado neste fim de semana a R$ 5,5 mil o metro quadrado, deve passar de R$ 8 mil em algumas semanas, segundo Rodrigo Nogueira, sócio-diretor da companhia. “A valorização é generalizada. Com a queda dos juros, as pessoas estão tirando investimentos e indo para o setor imobiliário”, afirma. (MF)


Bom negócio

A Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) deve lançar, no próximo dia 26, licitação para a venda de novas projeções do Setor Noroeste.


O aumento

Exemplos de valorização dos imóveis no Distrito Federal nos últimos anos:

591%
Reajuste médio dos preços das quitinetes localizadas no Sudoeste
e na Asa Sul desde o início da década. O m², em 2000, girava em
torno de R$ 1,2 mil. O valor médio atual está em R$ 8,3 mil

265%
Aumento do preço de apartamentos de três quartos localizados
no Sudoeste nos últimos nove anos. O m² médio saltou de
R$ 2,3 mil para R$ 8,4 mil

304%
Valorização média dos imóveis em Águas Claras. Os preços
passaram de R$ 990 o m² para mais de R$ 4 mil
Fonte: Lopes Royal
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14/12/2009 - População de baixa renda tem nova linha para financiar de material de construção

População de baixa renda tem nova linha para financiar de material de construção

Agência Brasil

Publicação: 14/12/2009 16:55

A Caixa Econômica Federal firmou nesta segunda-feira (14/12) convênio com a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) e redes de lojas do setor, destinado a financiar a compra de material de construção diretamente nos estabelecimentos conveniados. Destinada ao público de menor renda, o Crediário Caixa Fácil terá taxas de juros prefixadas e flexíveis e valor máximo de financiamento R$ 10 mil.

De acordo com a Caixa, o prazo é de 24 meses e o pagamento poderá ser feito por meio de boleto bancário ou débito em conta corrente. A taxa de juros será definida por cada rede, mas deve ser em média de 3% ao mês, menor do que a do mercado, que chega a 7%. Para obter o crédito, basta procurar uma agência da instituição e apresentar o RG e o CPF, além de comprovantes de renda e de residência.

Segundo o vice-presidente da Caixa, Fábio Lenza, o banco destinará R$ 1 bilhão ao segmento. Somado esse valor aos recursos do Construcard, a Caixa disponibilizará para o setor cerca de R$ 5 bilhões.

“O Construcard é um produto mais planejado, com 60 meses de prazo e seis de carência, com valores ilimitados, destinado a uma reforma maior, mais longa. Já o crediário é um produto para aquelas coisas do dia a dia, compras mais rápidas e mais imediatas. Um produto complementa o outro”, explicou Lenza.

De acordo com o vice-presidente do Setor de Pessoas Jurídicas da Caixa, Carlos Brito, esse tipo de crediário, que já existia para a compra de eletrodomésticos, aparelhos eletrônicos, móveis e pacotes turísticos, tem o objetivo de incluir socialmente pessoas que não teriam possibilidades de investir nesses produtos. Só nesses segmentos, a Caixa já financiou mais de 103 mil clientes, com R$ 90 milhões em crédito.

“Em 2010 termos mais ou menos R$ 50 bilhões para pessoas jurídicas, volume expressivo que vai atender a todas as demandas”, anunciou Brito.

O presidente da Anamaco, Claudio Elias Conz, disse que o varejo concentra 60% dos empregos no Brasil e que o Crediário Caixa Fácil é uma resposta aos anseios do setor, no sentido de incentivar a ampliação de crédito para estimular o comércio, principalmente destinado à construção autogerida. “Essas construções são responsáveis por 77% do consumo de material de construção do país”, informou.
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14/12/2009 - Faltam 70 mil vagas de estacionamento em Brasília

Faltam 70 mil vagas de estacionamento em Brasília

Adriana Bernardes

Publicação: 14/12/2009 08:17 Atualização: 14/12/2009 09:15

Os brasilienses experimentam uma equação de difícil solução: o crescimento acelerado da frota e a falta de espaço para tanto carro. Diariamente, 250 mil veículos circulam somente na parte central da capital do país. A amplitude das vias já não consegue dar vazão ao fluxo intenso nos horários de pico. E encontrar uma das 20 mil vagas regulamentadas disponíveis na Região Administrativa de Brasília é um tormento que só encontraria alívio com a abertura de outras 70 mil vagas, segundo avaliação da Engenharia do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF). E o problema se agrava ainda mais nesta época do ano, em que as pessoas saem para fazer compras e raramente conseguem encontrar um espaço para deixar os carros em frente aos comércios locais.

Prefeita da 106 Sul, Eliete é a favor da cancela colocada em alguns blocos: a área pública virou estacionamento de moradores - (Edílson Rodrigues/CB/D.A Press - 26/11/09)  
Prefeita da 106 Sul, Eliete é a favor da cancela colocada em alguns blocos: a área pública virou estacionamento de moradores
Apesar do anseio da população por mais estacionamentos, especialistas garantem que essa solução é paliativa e sempre estará aquém do crescimento da frota. E no DF, o número de veículos aumenta 8% ao ano, em média. Atualmente existem 1.127.260 registrados no Detran. De acordo com o chefe da Engenharia do órgão, Joel Rodrigues, desses, cerca de 600 mil circulam por dia em todo o DF. Os demais ficam estacionados.

Com tantos carros, o caos no trânsito toma conta de algumas regiões da capital (veja arte). E uma das consequências é a propagação de ilegalidades. Sob o argumento da falta de estacionamento, motoristas param em qualquer lugar: em cima de calçada, em fila dupla ou fechando retornos. Como se não bastasse, a relação entre as pessoas está cada vez mais tensa.

Comerciantes e moradores travam uma guerra pelo direito de estacionar. Quem vive nos prédios vizinhos acusa os empresários e funcionários das lojas de “tomar posse” das escassas vagas do comércio. Com isso, os clientes migram para as quadras residenciais deixando os moradores sem onde parar os carros.

Cancelas e correntes
Em alguns blocos, por conta própria, os síndicos decidiram que quem não mora do prédio não tem acesso ao estacionamento público. É o que corre no Bloco F da 106 Sul. A área verde atrás do bloco se transformou em 60 vagas, segundo a Administração de Brasília, totalmente irregulares. O único meio de chegar até elas é passar, de carro, na área do pilotis. Entre as 18h e a 7h, uma cancela acionada com controle remoto restringe o acesso apenas ao morador. “É um completo absurdo. Antes a gente estacionava aqui e todos conviviam bem”, critica o cabeleireiro Gilberto Carlos de Freitas.

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A prefeita da quadra, Eliete Pinheiro, argumenta que a cancela dá mais segurança aos moradores. “Quem mora no bloco sabe que aqui tem criança, mulher grávida e até deficiente visual. Quem é de fora não sabe e passa rápido demais”, disse. “O acesso por baixo do bloco não é uma coisa normal de ser ver. Por isso, queremos que o governo faça uma via que leve ao estacionamento”, reivindicou.

A situação é bem parecida no Bloco C. A diferença é que o síndico, Waldir Borges, coloca uma corrente impedindo que “estranhos“ parem nas vagas em frente ao bloco entre as 18h e as 24h. Ele argumenta é que para reduzir o fluxo, “pois o estacionamento não atende aos moradores e frequentadores da quadra” e que “os incomodados deveriam procurar outros estacionamentos”.

Especialistas ouvidos pelo Correio apontam como saída um conjunto de medidas. Entre elas, o fortalecimento do transporte público de massa e algumas restrições. É assim que Lisboa (Portugal) está melhorando a mobilidade urbana. O governo adotou a tarifa escalonada: quanto mais perto do centro, mais caro é o estacionamento. E também investe em transporte público — ônibus, metrô e transporte ferroviário e fluvial no acesso a capital portuguesa. “Ainda estamos longe disso, mas a melhoria do transporte público tem sido uma preocupação”, explica Nuno Marques da Costa, professor do Centro de Estudos Geográficos, Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa.


O QUE DIZ A LEI
O Código de Trânsito Brasileiro, no artigo 181, prevê 19 tipos de estacionamento em local proibido. Para todos os casos, está prevista a remoção do veículo. Há infrações leves (como estacionar afastado até 1m do meio-fio ou, então, no acostamento, sem que haja motivo), médias (parar o carro ao lado de hidrantes ou impedindo a movimentação de outro veículo), graves (deixar o carro sobre a faixa de pedestre ou em locais ou horários proibidos pela sinalização) e gravíssimas (estacionar na faixa de rolamento de rodovias ou de ruas de trânsito rápido). As punições, conforme o tipo, variam de três a sete pontos na carteira e R$ 53,20 a R$ 191,54 de multa.

 

 

PALAVRA DE ESPECIALISTAS

Campanhas fundamentais

“Os problemas de mobilidade urbana dificilmente podem ser resolvidos de forma individual e não articulada. As intervenções têm de ser assumidas pelos gestores urbanos, mas também entendidas pelas populações, sendo fundamental o recurso de campanhas de sensibilização e de informação. Os principais eixos de intervenção são: aumento da oferta tarifada de estacionamento, com a construção de parqueamento subterrâneo por exemplo, e a cobrança de vaga de superfície. As medidas de promoção do transporte público passam por mais faixas de circulação exclusiva para os transportes de massa, aumentando a velocidade comercial (tal como a boa experiência de Curitiba nos ensina), e a renovação de frota. Outras alternativas são o tratamento diferenciado dos carros com mais de dois passageiros ou, numa situação extrema, a introdução de taxas de circulação urbana, a exemplo de Oslo, Cingapura ou Londres”.

Nuno Marques da Costa, professor do Centro de Estudos Geográficos, Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa (Portugal)

Nada de improvisos
“A falta de vagas será solucionada quando o governo elaborar um plano diretor de estacionamento para a cidade toda. Esse plano passa pelo levantamento detalhado da oferta de vagas e da demanda reprimida. A construção de estacionamentos subterrâneos, edifícios garagens e cobrança pela vaga pública tanto em áreas comerciais e de serviços quanto em quadras residenciais é outro caminho. A era do estacionamento grátis acabou. Ao mesmo tempo em que elabora o estudo técnico, o governo deve discutir com a população as regras de ocupação desses espaços e também uma política tarifária. Caso contrário, o motorista vai migrar para áreas não pagas. Com isso, os investidores não terão o retorno financeiro e a falta de vagas continuará a ser um problema. Aliado a isso é necessário que a fiscalização seja atuante e coíba as infrações de trânsito”.

Joaquim Aragão, vice-diretor científico do Centro de Formação em Recursos Humanos em Transportes da Universidade de Brasília (Ceftru/UnB).

Medidas restritivas
“Brasília está passando por um processo acelerado de deterioração da mobilidade urbana. Não se deve deixar de aproveitar a oportunidade de reverter esse quadro agora, quando ainda há tempo. A raiz do problema é o crescimento excessivo da frota. Há cinco anos, cinco veículos deixavam o Guará com destino a Brasília. Hoje são quase nove percorrendo a mesma rota. Além disso, Brasília é o exemplo mais típico de metrópole cercada por cidades dormitórios. Paris, Londres, Nova York e Berlim adotaram medidas restritivas. Encareceram a cobrança pelo uso da vaga de rua, proibiram o veículo de circular no hipercentro, mas investiram em transportes de massa. O cidadão vai de carro até um trecho e, de lá, de ônibus ou metrô até o destino final, sem, no entanto, caminhar mais de 500m até o destino. Outra saída é a construção de estacionamentos particulares por meio de PPPs. O governo deve regular o preço. Se for muito alto, o usuário vai fugir desses locais”.

Paulo Resende, doutor em Planejamento em Transporte e Logística, da Fundação Dom Cabral.

Confira a matéria completa na edição impressa do Correio Braziliense.
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5/11/2009 - OFERTA DE IMÓVEIS

 

NOVA LEI PODERÁ AMPLIAR A OFERTA DE IMÓVEIS NO DF

Correio Braziliense, 31/10/2009

  A nova Lei do Inquilinato, que foi aprovada no Congresso Nacional, vai provocar mudanças na relação proprietário e inquilino, uma vez sancionada pelo Presidente Lula, vai dar mais segurança ao proprietário do imóvel.  

   Tem gente que não aluga com medo dos maus pagadores, mas com essa nova Lei, o mau inquilino terá que sair com até 30 dias, antes podia demorar até 14 meses.  Estes proprietários que tem medo de lugar muitas vezes deixa o imóvel desabitado só para vendê-lo posteriormente, aproveitando a valorização, que em Brasília é em média 20% ao ano.

   Com essa nova legislação, especialistas do setor imobiliário do DF esperam que pelo menos mais da metade dos imóveis ociosos ganhem mercado.

   Opiniões diveregem em relação ao preço dos aluguéis, alguns falam que ele vai cair outros que o preço vai se manter ou até mesmo aumentar. Ex: Pedro Fernandes, Diretor Comercial da Beiramar Imóveis, cita que não é fácil achar imóvel para alugar. O presidente dos Dirigentes de Mercado imobiliário (Ademi-DF), Adalberto Valadão, também não crê em preço mais baixo porque "quem dita o aluguel em Brasília é a valorização do imóvel", e não necessariamente a oferta.

Se você é investidor e gosta de ter o retorno do seu investimento, não só na valorização do imóvel, aproveite, temos várias oportindades de investimentos.

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5/11/2009 - CIDADE DIGITAL

27/10/2009 - CAPITAL DIGITAL JÁ TEM ESCRITURA EM CARTÓRIO

     

    Brasília está prestes a virar um Polo de tecnologia. De acordo com notícia do Jornal Correio Braziliense do dia 23/10/2009 a Capital Digital já tem registro em cartório. O Parque Capital Digital, como vai ser chamado, vai ser próximo à Granja do Torto.

   Todo o processo pode ser feito através de concessão de uso, o GDF esta estudando viabilidade jurídica, uma vez que o processo de concessão, vai ser através de licitação internacional, onde o GDF vai enviar representantes para China, EUA, Europa, entre outros para divulgar o novo Parque Digital.

 O lugar vai ser dividido em lotes, um para o datacenter da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, um para a adiministração do parque, uma área para a subestação da CEB, um lote para uma escola técnica e o principal com 960mil metros quadrados, que será licitado a uma única empresa ou consórcio, que ficará responsável por alugar ou gerir os espaços.

  Metas do governo para o novo Parque Digital

* Gerar mais de 80 mil empregos na indústria de tecnologia da informação até 2014;

* Dobrar o faturamento do setor da tecnologia da informação até 2014 ;

* Atrair cinco laboratório de pesquisa e desenvolvimento de classe internacional;

* Atrair dez empresas âncora até o ano que vem;

* Incubar 100 empresas inovadoras até 2014;

* Qualificar ou atrair 15 mil profissionais em tecnologia da informação.

  

  Sim, o que isso tem a ver com o mercado imobiliário?

Antes de responder esta pergunta, responda: Aonde esse povo todo vai morar?

  A licitação vai ser internacional, ou seja, vamos ter estrangeiros com dólar e euro para investir em Brasília, na verdade não teremos só estrangeiros, com a implantação do datacenter da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, irá atrair mais concursados para Brasília, teremos mais concursos para atender esta demanda de profissionais.

Regiões que mais ganharão (valorizarão) com a criação deste Parque:

* Asa Norte;

* Lago Norte;

* Sobradinho;

* Noroeste;

* Cruzeiro;

* Sudoeste.

  Não deixe esta oportunidade passar, invista em imóveis, ou , se você faz parte deste perfil de profissional e já mora em Brasília ligue já:

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4/11/2009 - CONVÊNIO CEF E UNB

4/11/2009 - FUNCIONÁRIOS DA UNB TERÃO COMPRA FACILITADA DE IMÓVEL

Correio Braziliense, 30/10/2009

   A partir de agora professores e servidores da UNB terão uma linha de crédito especial para financiar a compra da casa própria. A instituição de ensino assinou um convênio com a Caixa Econômica Federal no dia 28/10/2009. A taxa de juros está abaixo das aplicadas pelo mercado: 8,2% ao ano.

  O convênio assinado pela UNB seguiu o protocolo de financiamento para servidores públicos, firmado entre o Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão e a CEF. "A vantagem para quem contrai este empréstimo é que a taxa de juros é a menor do mercado e 100% do imóvel será financiado. Para atendimentos no nosso balcão, financiamos 80% a 90% do valor pretendido", explicou Edalmo Porto Rangel, superitendente Regional da Caixa em Brasília.

    Se você é funcionário da UNB e tem interesse em adquirir o seu imóvel entre em contato.

DAVID COELHO

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4/11/2009 - NOVO COMPLEXO ADMINISTRATIVO GDF

4/11/2009 - SAI LICENÇA PARA O NOVO COMPLEXO ADMINISTRATIVO DO GDF

Correio Braziliense, 30/10/2009

      A licença do novo Centro Administrativo saiu, porque o Ibram exigiu um inevstimento de R$ 3,5 milhões na Área de Relevante Interesse Ecológico JK (Arie, localizada entre Samambaia, Taguatinga e Ceilândia, abrigando cinco parques ecológicos, ficando contígua ao local onde será construído o novo Complexo Administrativo do GDF), assim a licença foi liberada nesta semana. 

      O consórcio deverá iniciar as obras do complexo com 178 mil metros quadrados, que vai incluir 10 prédios de 4 pavimentos e 3 prédios comm 15 andares além de um centro de convenções e o palácio do governador.

    A estimativa é que o custo da obra seja de R$ 420 milhões, obra que será a maior da história de Brasília desde sua inauguração. "Espero que após dois anos de trabalho de um projeto maravilhoso, o consórcio vencedor cumpra com as cláusulas contratuais" afirma Rogério Rosso, referindo-se ao ínicio imediato da obra.

      A construção da nova sede está prevista no pano de campanha dp governador José Roberto Arruda (DEM).

     Algumas obrigações do Consórcio:

* Projeto e construção do Centro de Vivência, com 300m², e da sede administrativa com 100m², da Arie;

* Projeto e implantação de 30km de trilhas ecológicas e de ciclovias conjugadas;

* Pojeto e construção da sede do Parque Boca da Mata e de 4 banheiros públicos;

* Restauração de seis quadras poliesportivas e de quatro banheiros no Parque Saburo Onoyama.

   Aproveitando esta grande obra, construtoras estão investindo na Região e lançando empreendimentos residenciais com área de lazer completa, incluindo imóveis com várias metragens. Um deles é o:

     BOULEVARD DOS IPÊS - Ceilândia

      02  e 03 quartos;

     Próximo ao metrô e à futura sede do GDF;

     Promove qualidade de vida devido à ampla área de lazer, pela rapidez de chegada ao Plano Piloto e também pode ser considerado um ótimo investimento, proporcionalmente falando é a região onde o m² mais valoriza-se.

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Este Blog é destinado aqueles que procuram imóveis no Distrito Federal, ou que queiram comentar sobre o mercado imobiliário do DF. David Coelho david.imóveisdf@gmail.com (61) 8510-5068

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