Sou estudante do Curso Normal do Colégio Municipal Pelotense, meu nome é Larissa, estou sempre aberta a discussões, e com meus relatos pretendo informar e registrar o que vivo.
E-mail para contato: larissapedra.cmp@gmail.com
ATENÇÃO: ESTE BLOG ESTÁ DESATIVADO, MANTENHO NA INTERNET APENAS PELO SEU CONTEÚDO, MEU ENDEREÇO ATUAL É: reticenciasdalarissa.blogspot.com
O Curso Normal do Instituto Estadual de Educação Assis Brasil organizou e nessa semana ocorreu esse evento que contou com a presença de alunos da escola, do Colégio Municipal Pelotense e de diversos cursos das faculdades.O público alvo desse evento são os estudantes, mas diversos profissionais formados o frequentam, tendo em vista a importância da formação continuada e como o Curso Normal tem um enfoque diferenciado se relacionado com a Pedagogia e as licenciaturas.
É um espaço para aprendizado, dicussão, socialização e integração. Propostas essas que me atraem muito, fugindo do dia a dia da sala de aula é mais motivador e menos maçante aprender!
Parabéns à comissão organizadora, não cabe a mim criticar nem apontar erros, sei o quanto é difícil organizar eventos, levar o curso adiante, preparar o pré-estágio e ainda cuidar de sua vida pessoal, que muitas vezes fica esquecida, mas o que quero registrar e que adorei participar desse evento e espero sempre poder estar presente nas próximas edições da Semana da Educação.
Me observando, e também aos outros, noto muitas perguntas para poucas respostas, noto que questionar é sim o primeiro passo para o entendimento e o acerto, mas não é tudo. Buscar respostas, as vezes também me parece vago, não pelo perigo da desistência e sim pelo risco de se perder no engano.
É por isso que me inquieta tanto as mais sutis dúvidas que passo, me perturbam tanto os entendimentos e as escolhas a que chego, por entender que a certeza não existe, não nesses casos. A subjetividade deles os torna uma incógnita na qual cada um terá seu entendimento. Estarão todos certos? Estarei eu certa? Há, então, alguma escolha ideal a ser feita? Errado é errar em uma escolha ou mais errado ainda é não escolher?
É por essas e outras que vivo me repensando, interagindo, trocando idéias, e também é por isso que me cobro tanto e me sinto tão responsável pelo que escolho e resolvo, e por tentar fazer e me fazer melhor a cada dia. Chego a pensar que seja uma eterna busca, mas isso não me desanima, pelo contrário, as coisas a serem feitas talvez sejam infinitas, enquanto eu sei que sou limitada, preciso fazer o máximo que puder, então será o bastante.
Uma das minhas maiores preocupações,que talvez se justifique pela carreira que escolhi, é com minha postura ética, minha vida “espiritual”, em ser coerente, pensar e agir certo. E isso sem que ninguém me cobre, eu me cobro me aperfeiçoar, eu escolho evoluir a cada oportunidade, observar, pensar e agir.
Por vezes podem muitos me achar estranha, mas é porque não me entendem. È lógico que se eu pudesse, recomendaria a todos ser mais pensante e atuante, e evoluir mais, entretanto, uma das coisas que aprendi por essas andanças é não impor nada a ninguém, não adianta, a verdadeira transformação é aquela que vem com a vontade, vem de cada indivíduo.
Para uma futura professora, como eu, é imprescindível esse olhar, esse entender e esse fazer a que me refiro, pois serei uma formadora de opinião, e em parte, de personalidades, o que, aliás, muitos professores não lembram ou não percebem...
Na manhã desse dia 7 de Agosto, ocorreu no Colégio Municipal Pelotense o Encontrão do gato Pelado (para quem não sabe, gato pelado era antigamente o apelido dado a quem estudava nesse colégio, ainda hoje segue motivo de orgulho símbolo de boas recordações).
Houve apresentação da banda, das balizas, do grupo de dança e dia de ação do Gato Diet, além das bancas organizadas pelas turmas do Curso Normal e de outros setores da escola, como o Museu, aliás, responsável pela organização do evento.
O encontro foi bom, embora minha expectativa fosse de ver mais pessoas participando.
Quarta-feira, dia 4 de Agosto, o curso normal do Colégio Municipal pelotense se reuniu para que alguns professores compartilhassem com todos algumas práticas feitas em algumas turmas e também alguns projetos da escola.
Entre os projetos estavam as práticas coletivas de TPE (Teoria e Prática de Ensino), o Boneco de Construção de Identidade, o Gato Diet e o NEAB-CMP (Núcleo de Estudos Afro brasileiros do Colégio Municipal Pelotense). Destes dois últimos, tive a oportunidade de participar no ano passado e fiquei muito orgulhosa em ver os resultados de trabalhos tão bem desenvolvidos.
Espero que momentos produtivos e motivadores como esse aconteçam com mais freqüência e que todo saibam aproveita-los da melhor forma.
O que falar do maior evento sobre a educação da região sul do estado? Os meios de comunicação já noticiaram bem, o que me resta é ser testemunha deste encontro maravilhoso.
Como eu esperava, tive oportunidade de ouvir muitos profissionais competentes, interagir, pensar, conviver, aprender.
Parabéns pelos 10 anos de evento, aos organizadores e todas as instituições que se envolveram para que o poder escolar tivesse a força que tem.
Realizada entre os dias 21 e 25 de Junho deste ano, a jornada do curso normal do Colégio Municipal Pelotense trouxe o tema “Ninguém é tão pequeno que não possa ensinar e nem tão grande que não possa aprender” e foi organizada pelas turmas do 3º ano do curso normal em nível médio e 2º ano da modalidade de aproveitamento de estudos.
Além de poder prestigiar palestras e oficinas, houve vários momentos culturais, e também é muito interessante conviver e interagir com pessoas que não são da escola, mas que estão fazendo curso normal em outro local ou até mesmo faculdade, isso sem falar nas outras turmas da escola que em geral, apesar de próximas de nós, acabamos não convivendo muito.
Trocar experiências com pessoas mais experientes e com futuros colegas na carreira docente, assim como aconteceu muito comigo, reforça a idéia central do evento todos nós temos, realmente, muito a ensinar e aprender.
Parabéns a comissão organizadora, sabemos que não é nada fácil. Para nós, da turma 22 J e também para os colegas das turmas de 1º ano do aproveitamento de estudos, há uma sensação diferente, o momento de pegar a “chave do magistério”, o que significa que seremos responsáveis pela próxima Jornada...
Como já previa o texto da LDB de 1996, está para ser aprovada a lei que exige o curso superior de Pedagogia como formação mínima para exercer a carreira docente em séries iniciais. Anulando, assim a validade do Curso Normal, desvalorizando e pondo em risco sua existência.
Sou avessa a essa idéia, não só por mim, mas pela realidade como um todo. Poderia passar horas argumentando, mas me contento em dizer que:
·Existem cursos técnicos em quase todas as áreas, e para mim o curso é como um “Técnico em nível médio em Educação”;
·Quem faz o curso tem mais condições de alcançar o ensino superior, e aí sim poder cursar Pedagogia ou qualquer Licenciatura, não estou querendo passar a vida inteira formada só no Curso Normal, quero ir adiante, mas quero começar já, sei que vou me sentir preparada.
·A base curricular do curso abrange fundamentos, didáticas, práticas... O que nem sempre é tão valorizado nas licenciaturas.
·Concordo que todos deviam ter ensino superior, mas não é desse jeito que se impõe uma idéia, tem que haver investimento e mudança, o que sabemos que não vai acontecer em tão pouco tempo quanto se prevê.
É pertinente, na minha opinião conceituar resumidamente:
EDUCAÇÃO NÃO-INTENCIONAL – INFORMAL
EDUCAÇÃO INTENCIONAL – FORMAL
– NÃO FORMAL
EDUCAÇÃO INFORMAL – tudo o que se aprende sem que seja propriamente ensinado, são as influências que recebemos da sociedade, culturalmente, ecologicamente, etc.
EXEMPLOS: relações humanas, vivências, culturas.
EDUCAÇÃO FORMAL – intencional, sistematizada, tem objetivos pré-determinados, conteúdos escolhidos, metodologia, avaliações, seqüência(séries, semestres, anos...) e etc.
EXEMPLOS: escolas, universidades.
EDUCAÇÃO NÃO FORMAL – embora seja intencional e possa ter objetivo e metodologias é pouco sistematizada.
EXEMPLOS: família, igrejas, cursos profissionalizantes
Para ser mais objetiva, começo por comparar as disciplinas que tive no 1º ano e as que tenho no 2º ano:
1º ANO: Artes Visuais, Biologia, Educação Física, Filosofia da Educação, Física, Geografia, História, Língua Estrangeira (Espanhol ou Inglês), LIBRAS, Literatura, Matemática, Português, Psicologia da Educação, Química, Relações Humanas ou Religião e Sociologia da Educação
Obs: eram 16 disciplinas.
Em suma, eram disciplinas do ensino médio com um foco diferenciado+os fundamentos da Educação (Filosofia da Educação, Psicologia da Educação e Sociologia da Educação). Eram 6 períodos por dia, sendo que na quinta-feira tinha um a mais. Ao fim da semana eram 31 períodos.
2º ANO: Biologia, Didática Geral, Educação Física, Filosofia, Filosofia da Educação, Física, Geografia, História, LIBRAS, Língua Estrangeira - Espanhol, Língua Portuguesa, Matemática, Música, Produção Textual (ou Inglês), Psicologia da Educação, Química, Relações Humanas ou Religião, Sociologia e Sociologia da Educação.
Obs: são 19 disciplinas.
Em suma, mantêm-se os fundamentos da Educação (Filosofia da Educação, Psicologia da Educação e Sociologia da Educação), troc-se Artes Visuai por Música (que em breve fará parte do currículo dos ensinos fundamental e médio também) e acrescente-se a Didática. São 7 períodos por dia e ao fim da semana são 35 períodos.
IMPORTANTE: O 1º ANO DE 2010 TAMBÉM NÃO TEM UMA BASE IGUAL A QUE TINHA EM 2009, ESSA REFORMA, CERTAMENTE VEM DAR MAIS QUALIDADE AO CURSO, SE NÃO ME ENGANO, FORAM ADICIONADAS PRODUÇÃO TEXTUAL, FIOLOSOFIA E SOCIOLOGIA.
2º ano, algumas novidades, mais cobranças, também me sinto mais madura e aprendendo sempre mais e mais. Mas isso não se deve só ao Curso Normal, estou amadurecendo mesmo, observando tudo e todos, bem mais do que antes me sinto adquirindo experiência em tudo.
Quero conhecer e (re)formar meus valores, saberes, capacidades e por isso nada passa despercebido. Sinto, aliás já sentia, segurança nas minhas escolhas. E posso dizer que não é fácil ter segurança em nada principalmente porque sou uma adolescente e só sei ao certo o que minha breve experiência me ensinou.
Enfim, quero aprender a cada dia, ser uma pessoa melhor a cada ato, ser coerente com cada pensamento, viver melhor cada momento e acreditar que posso fazer a diferença.
No Colégio Municipal Pelotense, foi reaizado um evento no sábado dia 14 de novembro, a partir das 8:30 h da manhã. Houve teste de HGT com o Projeto Gato Diet e verificação de pressão com o pessoal do SENAC. Além disso foram distribuidos materiais informativos e houve apresentação da Banda do CMP.
A XV Jornada Pedagógica do Curso Normal do Colégio Municipal Pelotense trouxe o tema “Repensar os saberes e discutir as diferenças”. Dessa forma, os organizadores (alunos do curso Normal) trouxeram para a escola palestras e oficinas que trataram das diferenças mais evidentes e na sociedade, importante discussão para futuros educadores, que participaram deste evento que além do aprendizado proporciona uma interação entre estudantes de turmas e escolas diferentes.
Uma coisa que ainda não disse: a Jornada ainda tem um gostinho diferente para mim, por ser a primeira experiência do tipo seminário dentro do Colégio Pelotense e por eu ter a consciência que a daqui a dois anos, a Jornada será responsabilidade da minha turma e das de aproveitamento que ainda nem conheço. Dois anos pode parecer muito tempo, mas não é nada pela maturidade e responsabilidade que vou precisar adquirir nesse curto período, de tudo o que o futuro reserva para eu e meus colegas.
O Seminário Deficiência visual – Um mundo a ser descoberto, realizado pela Escola para Deficientes Visuais Louis Braille e com diversos apoiadores, que aconteceu durante os dias 16, 17 e 18 de setembro, com palestras no auditório Dom Antônio Zattera (da UCPel) e oficinas nas salas do campus 1 da UCPel e da Escola Louis Braille foi, em grande parte, focado para educadores.
Participei da oficina de Braille como monitora e assisti às palestras que pude, posso relatar que foi uma experiência muito proveitosa por se tratar de um tema muito interessante e pela forma impecável em que foi conduzido.
O nome do encontro resume bem o que ele desperta em que participa, eu descobri um mundo diferente, rico, cheio de histórias e de superação, sem comentários...
Foi muito bom estar perto de gente que busca objetivos como inclusão, bem-estar e respeito a deficientes visuais, sejam eles cegos ou baixa visão, gente que apóia a causa e está fazendo a sua parte, ou começando a conhecer esse mundo para saber como trabalhar com ele.
Alguns trabalhos me envolveram por bastante tempo, e merecem ser destacados por eu considera-los diferentes e interessantes, sem depreciar os tantos outro que foram desenvolvidos:
Práticas diferenciadas na Educação Física: como dança, capoeira, brincadeiras, além dos tradicionais esportes de quadra.
Pesquisa sobre Pelotas: Na disciplina de História, realizamos uma pesquisa em forma de pasta sobre a cidade de pelotas, contendo histórico, arquitetura, arte, aspectos gerais e tudo o que julgamos interessante.
Entrevista com professor: para descobrir a importância da Psicologia para o professor nada melhor do que perguntar a um já formado, foi o que fizemos na matéria de Psicologia da Educação, cada um teve suas próprias conclusões que depois foram trocadas em sala de aula.
Produção de material alternativo: em Artes Visuais produzimos papel reciclado, massa de modelar, grude e tinta com materiais simples e que poderemos usar com crianças no futuro.
Normógrafo: para quem não sabe o que é isso eu explico, ainda em Artes Visuais produzimos uma espécie de régua bem simples (que parece um “8” meio quadrado) e a partir dele conseguimos fazer todas as letras e numerais em escala.
Projeto de aula: na disciplina de Relações Humanas, criamos um projeto de aula envolvendo questões de economia e uso racional da água.
Máscara de Carnaval: Interdisciplinarmente entre Relações Humanas e Biologia, produzimos uma máscara de carnaval cujo suporte é um lápis, muito didático e envolvente para nós e para nossos possíveis futuros alunos.
Observação de planta: em Biologia, observamos durante três dias uma plantinha e concluímos que os vegetais também suam.
Jogo com cadeias alimentares: ainda em Biologia, foi proposta a elaboração de um jogo (tipo dominó) com animais e seus respectivos nomes com o qual montamos cadeias alimentares.
O jovem e a cultura: na disciplina de Filosofia da Educação, foi feita uma pesquisa sobre a cultura do jovem nas últimas décadas e apresentada como uma “feira”, teve de tudo: micos, aprendizados, erros e acertos, tudo valeu a pena.
Esses foram alguns dos trabalhos práticos, sem menosprezar os não citados, foram os que mais se diferenciaram dos desenvolvidos no Ensino Médio, é muito bom começar desde o princípio do curso entendendo através deles e de muitas outras coisas o que é um mundo mais pedagógico.
Sei que a Gripe A é uma pauta um pouco repetitiva, mas não posso deixar de escrever um pouco sobre ela. Não vou dizer cientificamente nem estatisticamente o que ela significa, vou relatar o que ela mudou na minha rotina e como ela afetou as escolas. O recesso escolar foi prorrogado na grande maioria das escolas, o que serviu como prevenção da pandemia, pois enquanto as férias de inverno chegariam ao fim seguindo o calendário escolar, o aparecimento de novos casos chegou ao pico.
Na volta as aulas, muita coisa mudou na rotina de muitas colégios, principalmente o desenvolvimento das recomendações de higiene e circulação de ar, no meu dia a dia, algumas coisas também mudaram com a pandemia mais perto de mim, por exemplo: uso álcool para limpar as mãos a toda hora que posso, limpo meus materiais expostos (bolsa, fichário) quando chego em casa, abro as janelas do ônibus e da sala de aula mesmo que esteja frio ou chovendo, evito muito tocar olhos, boca e nariz.
Quanto ao calendário escolar, ainda não sei como foi adequado, como serão recuperados os dias letivos perdidos e se serão recuperados. O segundo semestre está quase um trimestre, mas tenho vários planos e compromissos para esse final de ano e espero ansiosamente a aplicação da vacina contra H1N1, para poder interagir mais com as pessoas sem receio e o mundo enfim, ser livre desse vírus que já matou tanto, já fez tanta gente vítima e que nos da a sensação de fragilidade, de estarmos tão expostos a contágios, de sermos tão desenvolvidos e ao mesmo tempo tão despreparados para lidar com coisas que costumamos subestimar.
Sábado a tarde, dia 20 de junho de 2009, dia ensolarado e perfeito para uma festa. Sorte de quem participou da Festa Junina do Colégio Municipal Pelotense, que teve muitas atrações para todas as idades, além das típicas pescaria, tiro ao alvo, correio romântico, casamento na roça, comidas e bebidas das mais variadas, também pudemos contar com brinquedos infláveis e a banda do Colégio, linda como sempre e que vieram diretamente da Fenadoce para a festa. Claro que não posso esquecer das bancas de artesanato e da rádio do Colégio, usada para dar recados, anunciar a programação do evento e divulgar as promoções relâmpagos das diversas bancas que ali estavam trabalhando.
É sempre um ótimo entretenimento ver crianças se divertido pra valer, e isso foi fácil de presenciar no local, sendo na surpresa dos brindes, nos trajes e maquiagens típicas, nas delicias saboreadas ou na simples empolgação. Um evento para todas as idades, mas sem dúvida especial para os mais novinhos.
Minha turma participou da festa com duas bancas: uma de brincadeira e outra de comidas, foi uma correria para tudo ficar pronto a tempo, mas valeu a pena, nos divertimos e nos aproximamos muito. Deixo aqui um abraço especial para todos que trabalharam na festa e também para quem foi visitá-la, agradeço à coordenação do evento e de todos que de alguma forma contribuíram para a sua realização, sendo doando brindes, emprestando material,conseguindo troco, ajudando na produção da decoração e pratos... Valeu gente! Estamos juntos para qualquer empreitada!
Está sendo distribuída no CMP e nos patrocinadores do periódico a sexta edição do jornal Coisas de Gato, que traz um resumo de tudo o que aconteceu no primeiro trimestre do ano letivo de 2009 aqui na escola. Ótimos textos acompanhado de imagens que relembram as impressões de quem participou das atividades e também dividem as sensações com quem não esteve presente relatam projetos e eventos; alguns deles participei (e meu senti superorgulhosa quando li), outros não conhecia e adorei conhecer e teve até foto de amigas e professoras saindo estampada no jornal.
Parabéns a equipe do Coisas de Gato, continuem trabalhando competentemente e unindo a comunidade do Gato Pelado, é muito bom poder contar com uma fonte de informação deste nível.
Na Oficina de Redação (atividade extracurricular oferecida pela escola e monitorada pelas estagiárias da UFPel Carine e Caroline), discutimos o tema bullying e sobre dele foi solicitada uma dissertação, a qual transcrevo abaixo:
Bullying é uma nova expressão para um problema antigo. Trata-se daquelas violências sofridas e produzidas geralmente por crianças e adolescentes em locais onde esses grupos se encontram, como por exemplo, na escola. Todos sabemos o quanto ele significa para quem sofre, mas pocos dão a importância para essa lamentável sanção grupal.
Apesar de ser comum a quase todas instituições de ensino, muitos não dão a devida importência ao bullying, que sabemos que deixa suas vítimas com auto-estima rebaixada, ansiedade e depressão, o que acarreta problemas na vida escolar da vítima como mau desempenho, baixa frequência e evasão escolar.
Deixando uma grande cicatriz em quem sofre. tona-se um problema social quando se repete inúmeras vezes, em todos os lugares. Atrapalha o aprendizdo e as relações sociais do indivíduo, portanto deve ser redobrada a atenção dos familiares e educadores, detectar a violência é o primeiro passo. O segundo passo seria tratar a vítima para tentar minimizar seus possíveis traumas. Ainda assim, a melhor forma de combater o bullying é prevenindo-o, através da conscientização de jovens que ser violento não é divertido, que pessoas são sensíveis a brincadeiras, entre outras coisas, tudo através de atividades pedagogicamente planejadas.
Evitar o bullying é uma tarefa de todos os que convivem com os jovens, é muito importante saber gravidade desta violência, mas tudo pode ser amenizado, se seguirmos o objetivo trabalhando unidos:pais, professores e os próprios jovens, conscientizando a todos e buscando sanar o problema coletivamente.
Organizando minhas coisas neste final de semana, lembrei de escrver sobre o Sábado Ecológico, evento que ocorreu no dia 09/05/09, no Colégio Municipal Pelotense.
Foram oferecidas a comunidade escolar texte de HGT, verificação de pressão, café da manhã, oficina de briquedos, atividades de conscienização eclógica, em defesa dos animais, do próprio ECOGATO, brinquedos infláveis, apresentações musicais, apresentação de capoeira e da Banda Marcial Do Colégio Municipal Pelotense.
Foi muito bom paricipar desta atividade e espero que como esta aconteçam tantas outras, pois unindo a comunidade escolar desempenhamos nosso papel de cidadãos, voluntários e futuros professores. É como diz o lema do evento Sábado Ambiental: gatos, formigas e beija flores!