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CRAS 1 Araguari MG

Bem Vindo!

FACHADA DO CRAS 1 ARAGUARI

FOI NO DIA 8 DE MAIO DO ANO DE 2006 QUE ESTE CRAS ABRIU AS PORTAS E COMEÇOU AS SUAS ATIVIDADES. DEPOIS DE MUITOS MESES DE ESTUDO E PESQUISA ERA A HORA DE DAR FORMATO PARA UM NOVO MODELO DE TRABALHO COM AS FAMÍLIAS. TRABALHO ESTE PAUTADO NO ASSUJEITAMENTO DO INDIVÍDUO E NO PROTAGONISMO FAMILIAR.

E LÁ SE VÃO MAIS DE QUATRO ANOS... NESTE TEMPO OCORRERAM VÁRIOS MOMENTOS DE INCERTEZAS E DECEPÇÕES. MAS TAMBÉM OCASIÕES DE ALEGRIA E A CERTEZA DE ESTARMOS NO CAMINHO CERTO SE FIZERAM PRESENTES.

QUE ESTE SEJA UM LOCAL PARA COMPARTILHARMOS O NOSSO TRABALHO COM OUTROS PROFISSIONAIS QUE ATUAM NOS CRAS ESPALHADOS POR ESTE BRASIL E TAMBÉM DIVULGARMOS, JUNTO À COMUNIDADE ARAGUARINA, AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO CRAS 1.

 

 


12 de Junho - Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil

 

O Dia Mundial de Combate à Exploração do Trabalho Infantil, 12 de junho, foi instituído para chamar a atenção da sociedade para a realidade de grande parte de meninos e meninas oriundos de famílias de baixa renda, desde os que vendem frutas no sinal de trânsito, trabalham no plantio de cana-de-açúcar, em casa de terceiros, nas casas de farinha ou catam lixo nas ruas.

Marque um gol: erradique o trabalho infantil  

 

No Brasil, campanha terá Robinho, jogador da Seleção Brasileira que disputa a Copa do Mundo na África do Sul, que concordou em apoiar os esforços da Organização Internacional do Trabalho (OIT) na luta pela erradicação das piores formas de trabalho infantil.

Veja maiores informações sobre a campanha no site da OIT.

 

 



Eventos

QUENTÃO, PIPOCA, FOGUEIRA E MUITO MAIS.

É HORA DA FESTA JUNINA...

VAMOS FESTEJAR ESTA DATA NO DIA 24/06/2010 ÁS 14 HORAS.

NÃO FALTE!



Dia Mundial do Meio Ambiente

 Celebrado de várias maneiras (paradas e concertos, competições ciclísticas ou até mesmo lançamentos de campanhas de limpeza nas cidades), esse dia é aproveitado em todo o mundo para chamar a atenção política para os problemas e para a necessidade urgente de ações.

 

 

Se há assunto que consegue igualar todas as pessoas nesse planeta é a questão ambiental: o que acontece de um lado, para bem ou para mal, vai sempre afetar o outro!

O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. A data foi recomendada pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia. Por meio do decreto 86.028, de 27 de maio de 1981, o governo brasileiro também decretou no território nacional a Semana Nacional do Meio Ambiente.

A importância desse dia tem precedentes. O meio ambiente e a ecologia passaram a ser uma preocupação em todo o mundo, em meados do século XX. Porém, foi ainda no séc. XIX que um biólogo alemão, Ernst Haeckel (1834-1919), criou formalmente a disciplina que estuda a relação dos seres vivos com o meio ambiente, ao propor, em 1866, o nome ecologia para esse ramo da biologia.



Parcerias - Acadêmicos da faculdade de Medicina/UNIPAC

No dia 22 de maio, alunos do curso de medicina da UNIPAC de Araguari fizeram a entrega das cestas obtidas no "Trote Solidário" do primeiro semestre de 2010.

Vejam a noticia na íntegra nos links abaixo:

http://www.unipacaraguari.edu.br/data/ler.php?xx=319&page=1&ordem=datanoticia#

http://www.araguarionline.com/noticias/function.php?subaction=showfull&id=1274796359&archive=&start_from=&ucat=9&action=results&poll_ident=4

 



Festa do Dia das Mães no CRAS

No dia 07 de maio comemoramos o Dia das Mães com a comunidade atendida no CRAS.

A fetança aconteceu no salão da Igreja do Divino Espírito Santo.

Aconteceram apresentações de teatro e de dança com os grupos de adolescentes.

Parabéns para todas as mães!



Comemorando a Páscoa com os grupos de crianças e adolescentes

Páscoa é renovação.

No dia 31de março de 2010 comemoramos com as crianças e adolescentes dos grupos essa data.

Contamos com a apresentação do grupo de teatro "Os Alegríssimos".  Foram momentos de muita alegria e descontração.

Vejam as fotos abaixo.

Quanta diversão!



Dia Internacional da Mulher - 8 de março

 Mensagem

 

Mulher...

Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis
Que divide sua
alma em duas
Para carregar tamanha sensibilidade e força
Que ganha o mundo com sua coragem
Que traz
paixão no olhar
Mulher,
Que luta pelos seus ideais,
Que dá a
vida pela sua família
Mulher
Que ama incondicionalmente
Que se arruma, se perfuma
Que vence o cansaço
Mulher,
Que chora e que ri
Mulher que sonha...

Tantas Mulheres, belezas únicas, vivas,
Cheias de mistérios e encanto!
Mulheres que deveriam ser lembradas,
amadas, admiradas todos os dias...

Para você, Mulher tão especial...

Feliz Dia Internacional da Mulher!

 

 
No dia 07 de março, as mulheres atendidas em todos as unidades da Secretaria de Trabalho e Ação Social foram até o Pica Pau Country Clube para passar uma tarde em clima de confraternização e integração.
Uma linda festa para comemorarmos o dia dedicado à mulher.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Para ver mais, vá até o Álbum de Fotos 2010

 

 



Atividades do CRAS

PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES – 2010
 
MANHÃ
 
SEGUNDA
TERÇA
QUARTA
QUINTA
SEXTA
*8H30 – 11H: VISITAS DOMICILIARES.
*7H30 – 8H30: ATIVIDADE FÍSICA GUTIERREZ -CÍNTIA
*8H30 – 9H30: GRUPO PSICOSSOCIAL (OD).
*7H30 – 8H30: ATIVIDADE FÍSICA GUTIERREZ -CÍNTIA
*8H – 11H: ARTESANATO (ILDA)
*8H30 – 9H30: GRUPO PSICOSSOCIAL (OT).
*8H – 10H – PINTURA EM TELA-FÁTIMA
*8H30 – 9H: GRUPO PSICOSOCIAL (OM)
*9H30 – 10H30: OFICINA DE TEATRO
(LUIZMAR)
*9H30 – 10H30: OFICINA DE DANÇA
(VITOR)
*8H30 – 9H: GRUPO PSICOSOCIAL (OK)
*9H – 10H - OFICINA DE MUSICALIZAÇÃO (VIVIANE SÍCARI)
*9H – 10H - OFICINA DE KARATÊ (JOÃO PEREIRA).
 
TARDE
 
SEGUNDA
TERÇA
QUARTA
QUINTA
SEXTA
*14H30 – 15H30: GRUPO PSICOSSOCIAL (OAF)
*14H30 – 15H30: OFICINA DE TEATRO
(LUIZMAR)
*13H – 17H –OFICINA DE PEDRARIA (LUZIA)
*8H – 10H – PINTURA EM TELA-FÁTIMA
*13H – 17H: ARTESANATO (ILDA)
*14H – 15H: GRUPO PSICOSSOCIAL (OD).
*13H30 – 14H: GRUPO PSICOSOCIAL (OK)
*15H30 – 16H30: MUSICALIZAÇÃO (VIVIANI SÍCARI).
*15H30 – 16H30: ATIVIDADE FÍSICA (CÍNTIA)
*15H30 - 16H30 GRUPO PSICOSSOCIAL (OT).
*15H – 16H: OFICINA DE DANÇA (VITOR)
*14H – 15H - OFICINA DE KARATÊ (JOÃO PEREIRA).
*14H – 16H – VISITAS DOMICILIARES
*15H30 – 16H30 – ATIVIDADE FÍSICA-CÍNTIA
 
OUTROS GRUPOS:
 
  •  GRUPO DE GESTANTES (PARCERIA COM PSF): OCORRE TODA 1ª SEGUNDA-FEIRA DO MÊS (13H30 – 14H30).
  •  GRUPO DE PLANEJAMENTO FAMILIAR (PARCERIA COM PSF): OCORRE NA 1ª QUINTA-FEIRA A CADA DOIS MESES (13H30 – 14H30). – EM ABERTO
  • GRUPO DE BENEFICIÁRIOS DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA: OCORRE NA 1ª OU 2ª TERÇA-FEIRA DO MÊS (13H30-14H30).


Outros CRAS

Território 1

Rua Paranaguá, 228

Bairro Brasília

 

3690-3082

Brasília

Maria Eugênia

Santa Helena

Gutierrez

Fátima/João Calixto

Residencial Madri

Industrial/Chamcia

Território 2

Rua Tamboris, 433

Bairro São Sebastião

 

3690-3086

São Sebastião

Conjunto Mauá

Goiás/Goiás Parte alta

Cewa

Vieno

Território 3

Rua Joaquim Barbosa, 1.245

Bairro Amorim

 

3690-3111

Novo Horizonte

Millenium

Amorim/São Luiz

Flamboyant

Aeroporto/Eduardo Moreira

Nossa Sra da Penha/Beatriz

Território 4

Rua Patos de Minas, 29

Bairro Jóquei Clube

 

3690-3065

Jóquei Clube/Paraíso

Palmeiras do Império

Santiago/São Judas

Ouro Verde/ Miranda

Independência/São João

Santa Terezinha

Paineiras/Sibipiruna



Território CRAS

 

OUTROS CRAS

Araguari possui 4 CRAS em funcionamento. Veja a localização de cada um os bairros que eles atendem.

Território 1

Rua Paranaguá, 228

Bairro Brasília

 

3690-3082

Brasília

Maria Eugênia

Santa Helena

Gutierrez

Fátima/João Calixto

Residencial Madri

Industrial/Chamcia

Território 2

Rua Tamboris, 433

Bairro São Sebastião

 

3690-3086

São Sebastião

Conjunto Mauá

Goiás/Goiás Parte alta

Cewa

Vieno

Território 3

Rua Joaquim Barbosa, 1.245

Bairro Amorim

 

3690-3111

Novo Horizonte

Millenium

Amorim/São Luiz

Flamboyant

Aeroporto/Eduardo Moreira

Nossa Sra da Penha/Beatriz

Território 4

Rua Patos de Minas, 29

Bairro Jóquei Clube

 

3690-3065

Jóquei Clube/Paraíso

Palmeiras do Império

Santiago/São Judas

Ouro Verde/ Miranda

Independência/São João

Santa Terezinha

Paineiras/Sibipiruna



Trabalho com famílias

METODOLOGIA DE TRABALHO COM FAMÍLIAS NA ARTICULAÇÃO
PBF/PAIF

Lúcia Afonso/Junho de 2006

 

O TRABALHO COM FAMÍLIAS

  

         Ênfase: proteção/desenvolvimento dos membros;

         Relação com contexto sócio-cultural é fundamental para cumprimento das funções da família;

         Cotidiano e processo de autonomia:

         Respeito à diversidade: cultural, familiar.

         Participação das famílias e da comunidade.

 

 

Objetivos

         Superação das dificuldades no cumprimento das condicionalidades do PBF;

         Promoção de inclusão na rede de proteção social, serviços, programas, projetos, benefícios sócio-assistenciais e demais políticas sociais nos municípios;

         Participação comunitária e desenvolvimento familiar: capacidades comunicativas, relacionais e de ação cooperativa em famílias e grupos;

         Divulgar informações sobre o PBF e a Política de Assistência Social visando  compartilhamento de objetivos e ações com a comunidade.

 

Diretrizes

         Todas as famílias do território de abrangência do CRAS: prevenção das situações de risco;

         Famílias em descumprimento das condicionalidades: superação de dificuldades e  inclusão nos serviços (saúde, educação, assistência social);

         Respeito às famílias e participação;

         No trabalho socioeducativo: articular informação, reflexão e desenvolvimento de habilidades e capacidades;

         Propiciar o desenvolvimento de ações intersetoriais;

         Potencializar binômio família/comunidade.

 

Metodologia de trabalho com famílias: Procedimentos

         Definição de técnico de referência;

         Busca ativa das famílias;

         Acolhimento às famílias no CRAS;

         Entrevista com a família;

         Visitas domiciliares;

         Grupos.

 

 

Metodologia de trabalho com famílias: Estratégias Interligadas

         ACOMPANHAMENTO EM GRUPOS DE FAMÍLIAS;

         ACOMPANHAMENTO INDIVIDUALIZADO DE FAMÍLIAS.

         (Comunidade: desenvolvido em outro tópico)

 

 

 

 

ACOMPANHAMENTO EM GRUPOS DE FAMÍLIAS

        GRUPO: instrumento de promoção das famílias e da comunidade.

         Dimensões: convivência, reflexão e ação.

         Informar, Formar, Transformar.

         Três Tipos De Grupo Em Um Trabalho Interligado:

°         Grupo Sócio-Educativo,

°         Grupo de Convivência Familiar,

°         Grupo de Desenvolvimento Familiar.

 

Grupo Sócio-Educativo

         INFORMAÇÃO

-          articulação com o trabalho comunitário;

-          temas e atividades de interesse das famílias;

-          todas as famílias mas prioridade para as que  não estão cumprindo as condicionalidades;

-          participação opcional.

         90 minutos em média, ou tempo adaptado.

         Mensal, contínuo, média 50 famílias, aberto, rotativo.

Grupo de Convivência Familiar

-          CONVIVÊNCIA/Sociabilidade: fazer, seguir e transformar  regras; comunicar e argumentar; cooperar;  resolução não-violenta de conflitos.

-          Temas e Atividades: interesse do grupo;

-          Articular com uma atividade  prática: possível;

-          Participação: responsável e também outros familiares;

-          Encontros semanais/quinzenais com até 30 participantes (estáveis) e coordenação (estável);

-          Vínculo grupal e do grupo com o coordenador;

-          Média: 90 minutos ou adaptado à atividade.

Grupo de Desenvolvimento Familiar

         REFLEXÃO: Além da dimensão cognitiva, envolve problematização e compreensão da experiência e das atitudes no cotidiano.

-          Promoção da comunicação, troca de experiências;

-          Associação com atividades práticas é possível;

-          Semanal/quinzenal, 15 participantes (vínculo), responsável ou outro familiar, média 90 minutos, em torno de 10 encontros;

-          Condução COM o grupo, planejamento flexível;

-          Foco, temas-geradores, técnicas lúdicas e comunicativas.

 

Plano de ação e dinâmica do acompanhamento com grupos de famílias

         3 tipos de grupos, funcionamento concomitante e contínuo;

         Adaptação às características locais.

         Planejamento:

         Um grupo sócio-educativo, mensal e contínuo;

         Pelo menos um grupo de convivência familiar, semanal/quinzenal, contínuo/tempo delimitado; e

         Pelo menos um grupo de desenvolvimento familiar, semanal, a cada dois meses.

 

Formação e Encaminhamento aos Grupos

         Famílias do território mas PRIORIDADE para aquelas com maior vulnerabilidade e descumprimento de condicionalidades;

         Dificuldades: habilidades de comunicação: Grupo de Convivência Familiar;

         Dificuldades/Demandas específicas: Grupos de Desenvolvimento Familiar, inclui grupos de capacitação e produção.

 

Término do acompanhamento em grupos

         De acordo com o grupo:

-          GSE: contínuo, cada encontro é independente

-          GCF: Constante, varia o grupo. Participa entre 4 meses a 12 meses.

-          GDF: Tempo acordado entre participantes. Em torno de 10 encontros.

 

 

ACOMPANHAMENTO INDIVIDUALIZADO DA FAMÍLIA

 

-          Processo de desenvolvimento familiar: fortalecer e apoiar a família no enfrentamento de vulnerabilidades, na potencialização de suas capacidades e no desenvolvimento de sua autonomia, atuando sobre o cumprimento das condicionalidades.

-          Prioritariamente: famílias que não estão cumprindo as condicionalidades e famílias com alto grau de vulnerabilidade. Aceitação da família é fundamental.

-          Acompanhamento familiar não suspende cronograma de aplicação de sanções. Manter coerência entre os dois processos.

 

Processo de Acompanhamento

-          Seqüência de 01 a 08 encontros, de acordo com a avaliação do técnico de referência junto com a família.

-          Espaçamento planejado com a família considerando os prazos oficiais e as necessidades da própria família.

-          Articulação com encaminhamentos à rede de serviços e aos grupos de acompanhamento familiar.

 

Etapas do Acompanhamento da Família

 

         1ª etapa - Identificação e discussão da situação da família;

         2ªetapa- Contato com família: entrevista/visita domiciliar

o   conhecer o cotidiano da família; vínculo técnico-família;

o   conversar sobre o recebimento da advertência, se for o caso;

o   reiterar a importância da participação da família; 

o   oferecer apoio: acompanhamento individualizado e grupal;

         3ª etapa - Entrevista diagnóstica;

         4ª etapa - Plano de Ação:

o   Inserção na rede de proteção social;

o   Entrevistas de Acompanhamento (recursos lúdicos); e

o   Participação em trabalho de grupos e/ou comunidade; 

         5ª etapa - Término do Acompanhamento;

         6ª etapa - Comunicação do resultado ao gestor do PBF.

 

         FAMÍLIA: rede de vínculos dentro de contexto sociocultural;



Público alvo do CRAS

Famílias e indivíduos em seu contexto comunitário, priorizando aquelas que se encontram em vulnerabilidade social e que estão inseridos na área de abrangência do CRAS.

O CRAS 1 atende aos seguintes bairro da cidade de Araguari:

 

  • Brasília
  • Chamcia
  • Fátima
  • Gutierrez

·         Industrial

·         João Calixto

  • Maria Eugênia
  • Residencial Madri
  • Santa Helena


Objetivos do CRAS

 

  • Atuar com famílias e indivíduos inseridos na área de abrangência dos Centros de Referência da Assistência Social, viabilizando o acompanhamento psicosocial das famílias, pelo encaminhamento e garantia de acesso às políticas públicas, e pelo monitoramento e avaliação da rede de ações sócioassistenciais.
  • Implementar o Programa de Atenção Integral às Famílias (PAIF) , mantendo um sistema de informações sobre as familias destinatárias do referido Programa.
  • Prestar informação e orientação para a população de sua área de abrangência, bem como se articular com a rede de proteção social local no que se refere aos direitos de cidadania.
  • Propiciar iniciativas que garantam meios, capacidade produtiva e de autogestão para elevação das condições de vida, através de mecanismos de articulação e de participação de diferentes áreas governamentais e da sociedade civil.
  • Subsidiar a elaboração do plano de ação promocional das famílias atendidas.
  • Mapear a rede sócioassistêncial do município.


O que é o CRAS

Centro de Referência de Assistência Social (CRAS)

O que é

O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) é uma unidade pública da política de assistência social, de base municipal, integrante do SUAS, localizado em áreas com maiores índices de vulnerabilidade e risco social, destinado à prestação de serviços e programas socioassistenciais de proteção social básica às famílias e indivíduos, e à articulação destes serviços no seu território de abrangência, e uma atuação intersetorial na perspectiva de potencializar a proteção social.

Algumas ações da proteção social básica devem ser desenvolvidas necessariamente nos CRAS, como o Programa de Atenção Integral as Famílias (PAIF) outras, mesmo ocorrendo na área de abrangência desses centros, podem ser desenvolvidas fora de seu espaço físico, desde que a ele referenciadas.

O CRAS também deve ser organizar a vigilância da exclusão social de sua área de abrangência, em conexão com outros territórios.


Programa de Atenção Integral à Família (PAIF)

O Programa de Atenção Integral à Família (PAIF) expressa um conjunto de ações relativas à acolhida, informação e orientação, inserção em serviços da assistência social, tais como socioeducativos e de convivência, encaminhamentos a outras políticas, promoção de acesso à renda e, especialmente, acompanhamento sociofamiliar.


Objetivos do PAIF

    • Contribuir para a prevenção e o enfrentamento de situações de vulnerabilidade e risco social;
    • Fortalecer os vínculos familiares e comunitários;
    • Promover aquisições sociais e materiais às famílias, com o objetivo de fortalecer o protagonismo e a autonomia das famílias e          comunidades.


Público do PAIF/CRAS

População em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, privação ou ausência de renda, acesso precário ou nulo aos serviços públicos, com vínculos familiares, comunitários e de pertencimento fragilizados e vivenciam situações de discriminação etária, étnica, de gênero ou por deficiências, entre outros.


Equipe de Referência do CRAS

O CRAS é uma unidade sócioassistencial que possui uma equipe de trabalhadores da política de assistência social responsáveis pela implementação do PAIF, de serviços e projetos de proteção básica e pela gestão articulada no território de abrangência, sempre sob orientação do gestor municipal. Esse conjunto de trabalhadores é denominado ‘equipe de referência do CRAS’ e sua composição, regulamentada pela Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do SUAS (NOB-RH/SUAS, depende do número de famílias referenciadas ao CRAS, conforme quadro a seguir:



Porte dos municípios

Pequeno Porte I

Pequeno Porte II

Porte Médio

Grande Porte

Metrópole

Famílias referenciadas e capacidade de atendimento

2.500 famílias referenciadas e capacidade de atendimento anual de 500 famílias

3.500 famílias referenciadas e capacidade de atendimento anual de 750 famílias

5.000 famílias referenciadas e capacidade de atendimento anual de 1000 famílias

Equipe de referência

2 técnicos de nível médio e 2 técnicos de nível superior, sendo 1 assistente social e outro preferencialmente psicólogo

3 técnicos de nível médio e 3 técnicos de nível superior, sendo 2 assistentes sociais e preferencialmente 1 psicólogo.

4 técnicos de nível médio e 4 técnicos de nível superior, sendo 2 assistentes sociais, 1 psicólogo e 1 profissional que compõe o SUAS

As equipes de referência do CRAS devem contar sempre com um coordenador com nível superior


Espaço físico do CRAS

O espaço físico do CRAS deve refletir sua principal concepção: o trabalho social com famílias, operacionalizado por meio do PAIF. Assim, o CRAS deve possuir, no mínimo, os seguintes espaços:

Espaços

Atividades

Hall aberto

Espera e transição

Recepção

Acolhimento e encaminhamentos

Sala de Atendimento

Entrevistas e atendimento individualizado (famílias e/ou indivíduos)

Sala Socioeducativo com Famílias

Grupos socioeducativos e atividades coletivas/comunitárias

Sala Administrativa

Coordenação, produção de informações, arquivo, equipe técnica


Os espaços considerados imprescindíveis destinam-se somente às ações do Programa de Atenção Integral à Família (PAIF). Assim, caso se opte pela oferta de serviços socioeducativos de convívio geracionais, bem como de projetos de inclusão produtiva no CRAS, o espaço físico aqui indicado deverá ser ampliado e adequado, de acordo com as orientações específicas de cada serviço socioeducativo, e de modo a não prejudicar o desenvolvimento do PAIF.

A estruturação do espaço físico do CRAS é de responsabilidade do município como cumprimento do requisito de habilitação ao nível básico ou pleno de gestão do SUAS.

Identidade Visual do CRAS – Os CRAS co-financiados pela União deverão ter placa padrão, na frente do prédio (ao lado da porta). Os municípios deverão tomar as providências cabíveis, observando orientações relativas aos períodos eleitorais
 

Informações sobre a situação dos CRAS em 2007
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome elaborou a publicação técnica intitulada “Linha de Base do Monitoramento dos CRAS”. Esse documento foi construído a partir dos dados coletados, entre julho e outubro de 2007, sobre diversos aspectos do funcionamento das unidades por intermédio da Ficha de Monitoramento dos CRAS,

Linha de Base do Monitoramento dos CRAS


Expansão do co-financiamento do governo federal para o Programa de Atenção Integral à Família em 2008

A expansão do co-financiamento do PAIF pelo governo federal em 2008 ocorreu com base em critérios definidos pela Comissão Intergestores Tripartite (CIT) – instância de pactuação e articulação da política de assistência social, integrada por representantes dos governos federal, estaduais e municipais. Tais critérios foram aprovados pela Resolução nº 3 da CIT, de 3 de junho de 2008. Com a expansão deste ano, 598 municípios serão contemplados com os recursos do co – financiamento federal.

Os municípios foram contemplados tendo em vista os seguintes quesitos: sua posição no ranking de municípios, conforme índice SUAS; estar habilitado em gestão plena não tendo recebido co-financiamento federal para PAIF/CRAS; integrar a Agenda Social – Territórios de Cidadania estando habilitado na gestão básica do SUAS.

Faz-se importante mencionar que toda expansão, a partir de 2008, constitui-se de três etapas:

  1. Aceite formal, por parte dos municípios e DF, do co-financiamento do governo federal, quando, por meio desse ato, aceita os compromissos para implantação do PAIF, no CRAS
  2. Demonstração da capacidade e condições, do município ou DF, de implantação do PAIF, no CRAS
  3. Monitoramento e acompanhamento da implantação do PAIF e de adequabilidade do CRAS pelo MDS e Secretarias Estaduais de Assistência Social (ou congêneres)

Os municípios que manifestaram o aceite até 31 de maio de 2008 deverão preencher o "Módulo de Implantação" no período de 26 de junho a 10 de agosto de 2008. Caso a manifestação do aceite se dê no período de 1 a 27 de junho de 2008, o preenchimento do Módulo Implantação deverá ser feito entre 1º de dezembro de 2008 e 10 de fevereiro de 2009. Essa etapa é obrigatória para a confirmação do aceite formal ao co-financiamento da União, bem como da implementação efetiva do PAIF no CRAS. O não cumprimento dessa etapa acarretará o cancelamento do co-financiamento da União ao município.

A implementação do PAIF de forma efetiva e com qualidade é fundamental para a organização do SUAS e para a concretização dos direitos socioassistenciais. O PAIF possui um papel estratégico, pois articula e integra os serviços socioassistenciais, programas de transferência de renda e benefícios assistenciais, potencializando o impacto das ações de assistência social para as famílias nos territórios de abrangência dos Centros de Referência de Assistência Social.

 

Documentos

 

 



Ficha técnica do CRAS

 

CRAS 1 - ARAGUARI/MG

 ENDEREÇO: RUA PARANAGUÁ, 128 BAIRRO BRASÍLIA

TELEFONE: (34) 3690-3082

EQUIPE:

ALESSANDRA HERMAN MACHADO (ASSISTENTE SOCIAL)

ALINE SILVA SOUSA   (AGENTE SOCIAL)

ÂNGELA DE FÁTIMA ALVES PEREIRA (SERVIÇOS GERAIS)

ELIETE ABADIA OLIVEIRA DOS SANTOS (ASSISTENTE SOCIAL)

MARIA CRISTINA GUSMÃO (CADASTRO ÚNICO)

RUBIAN GRACIELLE RODRIGUES SILVA (CADASTRO ÚNICO)

SÂNDRA SANTOS RODRIGUES (PSICÓLOGA) 



Chegamos!

COMPARTILHANDO NOSSAS PRATICAS NO CRAS 

É COM MUITA ALEGRIA QUE O BLOG DO CRAS 1 DA CIDADE DE ARAGUAI/MG INICIA SUAS POSTAGENS.

 

ATÉ BREVE.



Dinâmica: Com que animal se parece?


Objetivo: Essa dinâmica tem como objetivo descobrir a imagem que transmitimos para as outras pessoas, nosso modo de ser, nossas atitudes e comportamentos.

Materiais: Fita crepe ou adesivos ou etiquetas auto-adesivas e canetas.

Desenvolvimento:

* Cada participante deve escrever como vê o outro se tivesse que usar o nome de um animal (em letra de forma, disfarçando a letra).
* Cada um pega quantos pedaços de fita quiser e escreve nomes de animais com os quais gostaria de descrever alguém do grupo. Deve-se ir escrevendo e colando nas costas da pessoa em questão.
* Cada um pode colocar quantos nomes quiser nas costas do outro, mas todos devem colar pelo menos um nome em cada participante do grupo. (Deve-se evitar que a pessoa veja quem colocou os nomes em suas costas)
* Espera-se o tempo necessário para que todos tenham se expressado. Terminado esse momento, todos são convidados a sentar em círculo.
* O coordenador chama uma pessoa ao centro, aleatoriamente. Descola os adesivos que estão em suas costas e os cola no chão para que todos vejam.
* A pessoa volta a sentar-se no seu lugar e o grupo é convidado a refletir sobre os nomes dos animais ali colocados.
* Questionar: há coincidências de nomes de animais ali colocados? quantos nomes diferentes foram usados? O que significa esses animais?

O grupo deve ser levado a participar da reflexão, sem fazer nenhuma análise pessoal. Não deve ser feita nenhuma referência à pessoa que estava ao centro. No final, a pessoa é convidada a dizer como se sentiu, o que achou dos nomes colados em suas costas? se surpreendeu com algum nome? achou que as características dos animais colados em suas costas tem alguma coisa a ver com sua características pessoais?

Em seguida outra pessoa é chamada ao centro e inicia-se todo o processo novamente.

REFERÊNCIA:

BERKENBROCK, Volney J. Dinâmica para encontros de grupo: para apresentação, intervalo, autoconhecimento.../ Volney J. Berkenbrock; islustração: Emerson Souza. - Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.

Essa dinâmica pode ser muitas variações. Basta usar a criatividade e inventar a melhor maneira de trabalhar a imagem pessoal com seu grupo. BOA SORTE!

 



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