CRAS 1 Araguari MG | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Bem Vindo!
FOI NO DIA 8 DE MAIO DO ANO DE 2006 QUE ESTE CRAS ABRIU AS PORTAS E COMEÇOU AS SUAS ATIVIDADES. DEPOIS DE MUITOS MESES DE ESTUDO E PESQUISA ERA A HORA DE DAR FORMATO PARA UM NOVO MODELO DE TRABALHO COM AS FAMÍLIAS. TRABALHO ESTE PAUTADO NO ASSUJEITAMENTO DO INDIVÍDUO E NO PROTAGONISMO FAMILIAR. E LÁ SE VÃO MAIS DE QUATRO ANOS... NESTE TEMPO OCORRERAM VÁRIOS MOMENTOS DE INCERTEZAS E DECEPÇÕES. MAS TAMBÉM OCASIÕES DE ALEGRIA E A CERTEZA DE ESTARMOS NO CAMINHO CERTO SE FIZERAM PRESENTES. QUE ESTE SEJA UM LOCAL PARA COMPARTILHARMOS O NOSSO TRABALHO COM OUTROS PROFISSIONAIS QUE ATUAM NOS CRAS ESPALHADOS POR ESTE BRASIL E TAMBÉM DIVULGARMOS, JUNTO À COMUNIDADE ARAGUARINA, AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO CRAS 1.
12 de Junho - Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil
O Dia Mundial de Combate à Exploração do Trabalho Infantil, 12 de junho, foi instituído para chamar a atenção da sociedade para a realidade de grande parte de meninos e meninas oriundos de famílias de baixa renda, desde os que vendem frutas no sinal de trânsito, trabalham no plantio de cana-de-açúcar, em casa de terceiros, nas casas de farinha ou catam lixo nas ruas. Marque um gol: erradique o trabalho infantil
No Brasil, campanha terá Robinho, jogador da Seleção Brasileira que disputa a Copa do Mundo na África do Sul, que concordou em apoiar os esforços da Organização Internacional do Trabalho (OIT) na luta pela erradicação das piores formas de trabalho infantil. Veja maiores informações sobre a campanha no site da OIT.
Eventos |
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SEGUNDA
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TERÇA
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QUARTA
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QUINTA
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SEXTA
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*8H30 – 11H: VISITAS DOMICILIARES.
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*7H30 – 8H30: ATIVIDADE FÍSICA GUTIERREZ -CÍNTIA
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*8H30 – 9H30: GRUPO PSICOSSOCIAL (OD).
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*7H30 – 8H30: ATIVIDADE FÍSICA GUTIERREZ -CÍNTIA
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*8H – 11H: ARTESANATO (ILDA)
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*8H30 – 9H30: GRUPO PSICOSSOCIAL (OT).
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*8H – 10H – PINTURA EM TELA-FÁTIMA
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*8H30 – 9H: GRUPO PSICOSOCIAL (OM)
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*9H30 – 10H30: OFICINA DE TEATRO
(LUIZMAR)
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*9H30 – 10H30: OFICINA DE DANÇA
(VITOR)
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*8H30 – 9H: GRUPO PSICOSOCIAL (OK)
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*9H – 10H - OFICINA DE MUSICALIZAÇÃO (VIVIANE SÍCARI)
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*9H – 10H - OFICINA DE KARATÊ (JOÃO PEREIRA).
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SEGUNDA
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TERÇA
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QUARTA
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QUINTA
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SEXTA
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*14H30 – 15H30: GRUPO PSICOSSOCIAL (OAF)
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*14H30 – 15H30: OFICINA DE TEATRO
(LUIZMAR)
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*13H – 17H –OFICINA DE PEDRARIA (LUZIA)
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*8H – 10H – PINTURA EM TELA-FÁTIMA
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*13H – 17H: ARTESANATO (ILDA)
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*14H – 15H: GRUPO PSICOSSOCIAL (OD).
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*13H30 – 14H: GRUPO PSICOSOCIAL (OK)
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*15H30 – 16H30: MUSICALIZAÇÃO (VIVIANI SÍCARI).
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*15H30 – 16H30: ATIVIDADE FÍSICA (CÍNTIA)
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*15H30 - 16H30 GRUPO PSICOSSOCIAL (OT).
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*15H – 16H: OFICINA DE DANÇA (VITOR)
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*14H – 15H - OFICINA DE KARATÊ (JOÃO PEREIRA).
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*14H – 16H – VISITAS DOMICILIARES
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*15H30 – 16H30 – ATIVIDADE FÍSICA-CÍNTIA
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Território 1 |
Rua Paranaguá, 228 Bairro Brasília 3690-3082 |
Brasília Maria Eugênia Santa Helena Gutierrez Fátima/João Calixto Residencial Madri Industrial/Chamcia |
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Território 2
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Rua Tamboris, 433 Bairro São Sebastião 3690-3086 |
São Sebastião Conjunto Mauá Goiás/Goiás Parte alta Cewa Vieno |
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Território 3
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Rua Joaquim Barbosa, 1.245 Bairro Amorim 3690-3111 |
Novo Horizonte Millenium Amorim/São Luiz Flamboyant Aeroporto/Eduardo Moreira Nossa Sra da Penha/Beatriz |
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Território 4
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Rua Patos de Minas, 29 Bairro Jóquei Clube 3690-3065 |
Jóquei Clube/Paraíso Palmeiras do Império Santiago/São Judas Ouro Verde/ Miranda Independência/São João Santa Terezinha Paineiras/Sibipiruna |

OUTROS CRAS
Araguari possui 4 CRAS em funcionamento. Veja a localização de cada um os bairros que eles atendem.
Território 1 |
Rua Paranaguá, 228 Bairro Brasília 3690-3082 |
Brasília Maria Eugênia Santa Helena Gutierrez Fátima/João Calixto Residencial Madri Industrial/Chamcia |
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Território 2
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Rua Tamboris, 433 Bairro São Sebastião 3690-3086 |
São Sebastião Conjunto Mauá Goiás/Goiás Parte alta Cewa Vieno |
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Território 3
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Rua Joaquim Barbosa, 1.245 Bairro Amorim 3690-3111 |
Novo Horizonte Millenium Amorim/São Luiz Flamboyant Aeroporto/Eduardo Moreira Nossa Sra da Penha/Beatriz |
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Território 4
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Rua Patos de Minas, 29 Bairro Jóquei Clube 3690-3065 |
Jóquei Clube/Paraíso Palmeiras do Império Santiago/São Judas Ouro Verde/ Miranda Independência/São João Santa Terezinha Paineiras/Sibipiruna |
METODOLOGIA DE TRABALHO COM FAMÍLIAS NA ARTICULAÇÃO
PBF/PAIF
Lúcia Afonso/Junho de 2006
O TRABALHO COM FAMÍLIAS
• Ênfase: proteção/desenvolvimento dos membros;
• Relação com contexto sócio-cultural é fundamental para cumprimento das funções da família;
• Cotidiano e processo de autonomia:
• Respeito à diversidade: cultural, familiar.
• Participação das famílias e da comunidade.
Objetivos
• Superação das dificuldades no cumprimento das condicionalidades do PBF;
• Promoção de inclusão na rede de proteção social, serviços, programas, projetos, benefícios sócio-assistenciais e demais políticas sociais nos municípios;
• Participação comunitária e desenvolvimento familiar: capacidades comunicativas, relacionais e de ação cooperativa em famílias e grupos;
• Divulgar informações sobre o PBF e a Política de Assistência Social visando compartilhamento de objetivos e ações com a comunidade.
Diretrizes
• Todas as famílias do território de abrangência do CRAS: prevenção das situações de risco;
• Famílias em descumprimento das condicionalidades: superação de dificuldades e inclusão nos serviços (saúde, educação, assistência social);
• Respeito às famílias e participação;
• No trabalho socioeducativo: articular informação, reflexão e desenvolvimento de habilidades e capacidades;
• Propiciar o desenvolvimento de ações intersetoriais;
• Potencializar binômio família/comunidade.
Metodologia de trabalho com famílias: Procedimentos
• Definição de técnico de referência;
• Busca ativa das famílias;
• Acolhimento às famílias no CRAS;
• Entrevista com a família;
• Visitas domiciliares;
• Grupos.
Metodologia de trabalho com famílias: Estratégias Interligadas
• ACOMPANHAMENTO
• ACOMPANHAMENTO INDIVIDUALIZADO DE FAMÍLIAS.
• (Comunidade: desenvolvido em outro tópico)
ACOMPANHAMENTO
– GRUPO: instrumento de promoção das famílias e da comunidade.
• Dimensões: convivência, reflexão e ação.
• Informar, Formar, Transformar.
• Três Tipos De Grupo
° Grupo Sócio-Educativo,
° Grupo de Convivência Familiar,
° Grupo de Desenvolvimento Familiar.
Grupo Sócio-Educativo
• INFORMAÇÃO
- articulação com o trabalho comunitário;
- temas e atividades de interesse das famílias;
- todas as famílias mas prioridade para as que não estão cumprindo as condicionalidades;
- participação opcional.
• 90 minutos em média, ou tempo adaptado.
• Mensal, contínuo, média 50 famílias, aberto, rotativo.
Grupo de Convivência Familiar
- CONVIVÊNCIA/Sociabilidade: fazer, seguir e transformar regras; comunicar e argumentar; cooperar; resolução não-violenta de conflitos.
- Temas e Atividades: interesse do grupo;
- Articular com uma atividade prática: possível;
- Participação: responsável e também outros familiares;
- Encontros semanais/quinzenais com até 30 participantes (estáveis) e coordenação (estável);
- Vínculo grupal e do grupo com o coordenador;
- Média: 90 minutos ou adaptado à atividade.
Grupo de Desenvolvimento Familiar
• REFLEXÃO: Além da dimensão cognitiva, envolve problematização e compreensão da experiência e das atitudes no cotidiano.
- Promoção da comunicação, troca de experiências;
- Associação com atividades práticas é possível;
- Semanal/quinzenal, 15 participantes (vínculo), responsável ou outro familiar, média 90 minutos, em torno de 10 encontros;
- Condução COM o grupo, planejamento flexível;
- Foco, temas-geradores, técnicas lúdicas e comunicativas.
Plano de ação e dinâmica do acompanhamento com grupos de famílias
• 3 tipos de grupos, funcionamento concomitante e contínuo;
• Adaptação às características locais.
• Planejamento:
• Um grupo sócio-educativo, mensal e contínuo;
• Pelo menos um grupo de convivência familiar, semanal/quinzenal, contínuo/tempo delimitado; e
• Pelo menos um grupo de desenvolvimento familiar, semanal, a cada dois meses.
Formação e Encaminhamento aos Grupos
• Famílias do território mas PRIORIDADE para aquelas com maior vulnerabilidade e descumprimento de condicionalidades;
• Dificuldades: habilidades de comunicação: Grupo de Convivência Familiar;
• Dificuldades/Demandas específicas: Grupos de Desenvolvimento Familiar, inclui grupos de capacitação e produção.
Término do acompanhamento em grupos
• De acordo com o grupo:
- GSE: contínuo, cada encontro é independente
- GCF: Constante, varia o grupo. Participa entre 4 meses a 12 meses.
- GDF: Tempo acordado entre participantes. Em torno de 10 encontros.
ACOMPANHAMENTO INDIVIDUALIZADO DA FAMÍLIA
- Processo de desenvolvimento familiar: fortalecer e apoiar a família no enfrentamento de vulnerabilidades, na potencialização de suas capacidades e no desenvolvimento de sua autonomia, atuando sobre o cumprimento das condicionalidades.
- Prioritariamente: famílias que não estão cumprindo as condicionalidades e famílias com alto grau de vulnerabilidade. Aceitação da família é fundamental.
- Acompanhamento familiar não suspende cronograma de aplicação de sanções. Manter coerência entre os dois processos.
Processo de Acompanhamento
- Seqüência de
- Espaçamento planejado com a família considerando os prazos oficiais e as necessidades da própria família.
- Articulação com encaminhamentos à rede de serviços e aos grupos de acompanhamento familiar.
Etapas do Acompanhamento da Família
• 1ª etapa - Identificação e discussão da situação da família;
• 2ªetapa- Contato com família: entrevista/visita domiciliar
o conhecer o cotidiano da família; vínculo técnico-família;
o conversar sobre o recebimento da advertência, se for o caso;
o reiterar a importância da participação da família;
o oferecer apoio: acompanhamento individualizado e grupal;
• 3ª etapa - Entrevista diagnóstica;
• 4ª etapa - Plano de Ação:
o Inserção na rede de proteção social;
o Entrevistas de Acompanhamento (recursos lúdicos); e
o Participação em trabalho de grupos e/ou comunidade;
• 5ª etapa - Término do Acompanhamento;
• 6ª etapa - Comunicação do resultado ao gestor do PBF.
• FAMÍLIA: rede de vínculos dentro de contexto sociocultural;
Famílias e indivíduos em seu contexto comunitário, priorizando aquelas que se encontram em vulnerabilidade social e que estão inseridos na área de abrangência do CRAS.
O CRAS 1 atende aos seguintes bairro da cidade de Araguari:
· Industrial
· João Calixto
Centro de Referência de Assistência Social (CRAS)
O que é
O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) é uma unidade pública da política de assistência social, de base municipal, integrante do SUAS, localizado em áreas com maiores índices de vulnerabilidade e risco social, destinado à prestação de serviços e programas socioassistenciais de proteção social básica às famílias e indivíduos, e à articulação destes serviços no seu território de abrangência, e uma atuação intersetorial na perspectiva de potencializar a proteção social.
Algumas ações da proteção social básica devem ser desenvolvidas necessariamente nos CRAS, como o Programa de Atenção Integral as Famílias (PAIF) outras, mesmo ocorrendo na área de abrangência desses centros, podem ser desenvolvidas fora de seu espaço físico, desde que a ele referenciadas.
O CRAS também deve ser organizar a vigilância da exclusão social de sua área de abrangência, em conexão com outros territórios.
Programa de Atenção Integral à Família (PAIF)
O Programa de Atenção Integral à Família (PAIF) expressa um conjunto de ações relativas à acolhida, informação e orientação, inserção em serviços da assistência social, tais como socioeducativos e de convivência, encaminhamentos a outras políticas, promoção de acesso à renda e, especialmente, acompanhamento sociofamiliar.
Objetivos do PAIF
• Contribuir para a prevenção e o enfrentamento de situações de vulnerabilidade e risco social;
• Fortalecer os vínculos familiares e comunitários;
• Promover aquisições sociais e materiais às famílias, com o objetivo de fortalecer o protagonismo e a autonomia das famílias e comunidades.
Público do PAIF/CRAS
População em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, privação ou ausência de renda, acesso precário ou nulo aos serviços públicos, com vínculos familiares, comunitários e de pertencimento fragilizados e vivenciam situações de discriminação etária, étnica, de gênero ou por deficiências, entre outros.
Equipe de Referência do CRAS
O CRAS é uma unidade sócioassistencial que possui uma equipe de trabalhadores da política de assistência social responsáveis pela implementação do PAIF, de serviços e projetos de proteção básica e pela gestão articulada no território de abrangência, sempre sob orientação do gestor municipal. Esse conjunto de trabalhadores é denominado ‘equipe de referência do CRAS’ e sua composição, regulamentada pela Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do SUAS (NOB-RH/SUAS, depende do número de famílias referenciadas ao CRAS, conforme quadro a seguir:
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Porte dos municípios |
Pequeno Porte I |
Pequeno Porte II |
Porte Médio |
Grande Porte |
Metrópole |
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Famílias referenciadas e capacidade de atendimento |
2.500 famílias referenciadas e capacidade de atendimento anual de 500 famílias |
3.500 famílias referenciadas e capacidade de atendimento anual de 750 famílias |
5.000 famílias referenciadas e capacidade de atendimento anual de 1000 famílias |
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Equipe de referência |
2 técnicos de nível médio e 2 técnicos de nível superior, sendo 1 assistente social e outro preferencialmente psicólogo |
3 técnicos de nível médio e 3 técnicos de nível superior, sendo 2 assistentes sociais e preferencialmente 1 psicólogo. |
4 técnicos de nível médio e 4 técnicos de nível superior, sendo 2 assistentes sociais, 1 psicólogo e 1 profissional que compõe o SUAS |
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As equipes de referência do CRAS devem contar sempre com um coordenador com nível superior |
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Espaço físico do CRAS
O espaço físico do CRAS deve refletir sua principal concepção: o trabalho social com famílias, operacionalizado por meio do PAIF. Assim, o CRAS deve possuir, no mínimo, os seguintes espaços:
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Espaços |
Atividades |
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Hall aberto |
Espera e transição |
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Recepção |
Acolhimento e encaminhamentos |
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Sala de Atendimento |
Entrevistas e atendimento individualizado (famílias e/ou indivíduos) |
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Sala Socioeducativo com Famílias |
Grupos socioeducativos e atividades coletivas/comunitárias |
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Sala Administrativa |
Coordenação, produção de informações, arquivo, equipe técnica |
Os espaços considerados imprescindíveis destinam-se somente às ações do Programa de Atenção Integral à Família (PAIF). Assim, caso se opte pela oferta de serviços socioeducativos de convívio geracionais, bem como de projetos de inclusão produtiva no CRAS, o espaço físico aqui indicado deverá ser ampliado e adequado, de acordo com as orientações específicas de cada serviço socioeducativo, e de modo a não prejudicar o desenvolvimento do PAIF.
A estruturação do espaço físico do CRAS é de responsabilidade do município como cumprimento do requisito de habilitação ao nível básico ou pleno de gestão do SUAS.
Identidade Visual do CRAS – Os CRAS co-financiados pela União deverão ter placa padrão, na frente do prédio (ao lado da porta). Os municípios deverão tomar as providências cabíveis, observando orientações relativas aos períodos eleitorais
Informações sobre a situação dos CRAS em 2007
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome elaborou a publicação técnica intitulada “Linha de Base do Monitoramento dos CRAS”. Esse documento foi construído a partir dos dados coletados, entre julho e outubro de 2007, sobre diversos aspectos do funcionamento das unidades por intermédio da Ficha de Monitoramento dos CRAS,
Linha de Base do Monitoramento dos CRAS
Expansão do co-financiamento do governo federal para o Programa de Atenção Integral à Família em 2008
A expansão do co-financiamento do PAIF pelo governo federal em 2008 ocorreu com base em critérios definidos pela Comissão Intergestores Tripartite (CIT) – instância de pactuação e articulação da política de assistência social, integrada por representantes dos governos federal, estaduais e municipais. Tais critérios foram aprovados pela Resolução nº 3 da CIT, de 3 de junho de 2008. Com a expansão deste ano, 598 municípios serão contemplados com os recursos do co – financiamento federal.
Os municípios foram contemplados tendo em vista os seguintes quesitos: sua posição no ranking de municípios, conforme índice SUAS; estar habilitado em gestão plena não tendo recebido co-financiamento federal para PAIF/CRAS; integrar a Agenda Social – Territórios de Cidadania estando habilitado na gestão básica do SUAS.
Faz-se importante mencionar que toda expansão, a partir de 2008, constitui-se de três etapas:
Os municípios que manifestaram o aceite até 31 de maio de 2008 deverão preencher o "Módulo de Implantação" no período de 26 de junho a 10 de agosto de 2008. Caso a manifestação do aceite se dê no período de 1 a 27 de junho de 2008, o preenchimento do Módulo Implantação deverá ser feito entre 1º de dezembro de 2008 e 10 de fevereiro de 2009. Essa etapa é obrigatória para a confirmação do aceite formal ao co-financiamento da União, bem como da implementação efetiva do PAIF no CRAS. O não cumprimento dessa etapa acarretará o cancelamento do co-financiamento da União ao município.
A implementação do PAIF de forma efetiva e com qualidade é fundamental para a organização do SUAS e para a concretização dos direitos socioassistenciais. O PAIF possui um papel estratégico, pois articula e integra os serviços socioassistenciais, programas de transferência de renda e benefícios assistenciais, potencializando o impacto das ações de assistência social para as famílias nos territórios de abrangência dos Centros de Referência de Assistência Social.
Documentos

ENDEREÇO: RUA PARANAGUÁ, 128 BAIRRO BRASÍLIA
TELEFONE: (34) 3690-3082
EQUIPE:
ALESSANDRA HERMAN MACHADO (ASSISTENTE SOCIAL)
ALINE SILVA SOUSA (AGENTE SOCIAL)
ÂNGELA DE FÁTIMA ALVES PEREIRA (SERVIÇOS GERAIS)
ELIETE ABADIA OLIVEIRA DOS SANTOS (ASSISTENTE SOCIAL)
MARIA CRISTINA GUSMÃO (CADASTRO ÚNICO)
RUBIAN GRACIELLE RODRIGUES SILVA (CADASTRO ÚNICO)
SÂNDRA SANTOS RODRIGUES (PSICÓLOGA)
É COM MUITA ALEGRIA QUE O BLOG DO CRAS 1 DA CIDADE DE ARAGUAI/MG INICIA SUAS POSTAGENS.
ATÉ BREVE.
Objetivo: Essa dinâmica tem como objetivo descobrir a imagem que transmitimos para as outras pessoas, nosso modo de ser, nossas atitudes e comportamentos.
Materiais: Fita crepe ou adesivos ou etiquetas auto-adesivas e canetas.
Desenvolvimento:
* Cada participante deve escrever como vê o outro se tivesse que usar o nome de um animal (em letra de forma, disfarçando a letra).
* Cada um pega quantos pedaços de fita quiser e escreve nomes de animais com os quais gostaria de descrever alguém do grupo. Deve-se ir escrevendo e colando nas costas da pessoa em questão.
* Cada um pode colocar quantos nomes quiser nas costas do outro, mas todos devem colar pelo menos um nome em cada participante do grupo. (Deve-se evitar que a pessoa veja quem colocou os nomes em suas costas)
* Espera-se o tempo necessário para que todos tenham se expressado. Terminado esse momento, todos são convidados a sentar em círculo.
* O coordenador chama uma pessoa ao centro, aleatoriamente. Descola os adesivos que estão em suas costas e os cola no chão para que todos vejam.
* A pessoa volta a sentar-se no seu lugar e o grupo é convidado a refletir sobre os nomes dos animais ali colocados.
* Questionar: há coincidências de nomes de animais ali colocados? quantos nomes diferentes foram usados? O que significa esses animais?
O grupo deve ser levado a participar da reflexão, sem fazer nenhuma análise pessoal. Não deve ser feita nenhuma referência à pessoa que estava ao centro. No final, a pessoa é convidada a dizer como se sentiu, o que achou dos nomes colados em suas costas? se surpreendeu com algum nome? achou que as características dos animais colados em suas costas tem alguma coisa a ver com sua características pessoais?
Em seguida outra pessoa é chamada ao centro e inicia-se todo o processo novamente.
REFERÊNCIA:
BERKENBROCK, Volney J. Dinâmica para encontros de grupo: para apresentação, intervalo, autoconhecimento.../ Volney J. Berkenbrock; islustração: Emerson Souza. - Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.
Essa dinâmica pode ser muitas variações. Basta usar a criatividade e inventar a melhor maneira de trabalhar a imagem pessoal com seu grupo. BOA SORTE!