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CCTRM - Comando de Caça aos Torturadores do Regime Militar.
CBD - Comando de Busca aos Desaparecidos.
CIDM - Centro de Informações dos Desaparecidos e Mortos
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Capitão de Polícia do Exército Carlos Lamarca - guerrilheiro da (VPR)
Capitão de Polícia do Exército
e Gerrilheiro da VPR
Carlos Lamarca

Militar e Guerrilheiro fluminense
(23/10/1937) - (17/9/1971)
Filho de carpinteiro, faz o ginásio em colégio de padres
e ingressa na Escola Preparatória de Cadetes, em Porto
Alegre, em 1955. Dois anos depois é transferido para a
Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende (RJ),
e declarado aspirante-a-oficial em 1960.
Passa a servir no 4º Regimento de Infantaria,
em Quitaúna, na cidade de Osasco (SP).
É enviado para integrar as Forças de Paz
da ONU na região de Gaza (Palestina).
De onde volta 18 meses depois. Está ligado
à 6a Companhia de Polícia do Exército, em
Porto Alegre, quando ocorre o golpe militar
de 1964. Volta a Quitaúna em 1965,
é promovido a capitão em 1967.
Faz contatos com facções de esquerda que
defendem a luta armada para derrubar a
ditadura e, em 1969, abandona o quartel
para unir-se à organização clandestina
Vanguarda Popular Revolucionária (VPR),
levando armas da guarnição para a guerrilha.
Carlos Lamarca Exímio atirador, torna-se um
dos mais ativos militantes da oposição armada
ao Regime Militar. Participa de diversas ações
como assaltos a bancos, e instala um foco
guerrilheiro no Vale do Ribeira, no sul do estado
de São Paulo, desarticulado em 1970 pelo Exército.

No mesmo ano comanda o seqüestro do
embaixador suíço no Brasil, Giovanni
Enrico Bucher, no Rio de Janeiro, e foge
para a Bahia. Em 17 de setembro de 1971
é localizado na zona agreste baiana, no
município de Ipupiara, e assassinado pelas
forças da repressão.

MORREU LUTANDO PELA LIBERDADE
DO POVO BRASILEIRO

25 de fevereiro de 2008
Carlos Lamarca é promovido a Coronel
do Exército Brasileiro
A Comissão de Anistia do Ministerio da Justiça
promoveu à Coronel do Exército, o ex-capitão
Carlos Lamarca. Com isso a indenização vitalícia
que ja havia sendo paga a sua família como sendo
capitão, aumentou por ele ser promovido.

Capitão Carlos Lamarca não desertou do exército,
ele apenas deixou o lixo que era o Exército na
época da Ditadura Militar.
Um Exército de: TORTURADORES, LADRÕES,
ESTUPRADORES E ASSASSINOS.
Um Exército que perseguiu mulheres e crianças,
torturando e matando mulheres grávidas.
Um Exército que até hoje, não tem coragem
de mostrar a verdade, escondendo documentos.
Melhor dizendo: uma imitação de Exército, que
ainda trata mal a população e seus próprios
integrantes.
Tendo ocorrido nas Unidades Militares do Brasil:
ESTUPRO, ROUBO DE ARMAS E SONEGAÇÃO
DA VERDADE, além de abuso de autoridade.
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Postado em: 12:56 AM, 11/7/2011 |
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DOI-CODI - DOPS - CENIMAR - CISA - SNI - POLÍCIA FEDERAL
MARIA REGINA LOBO LEITE FIGUEIREDO
MORTA EM 1972
ENCONTRADA NO ICE
RIO DE JANEIRO

JORNALISTA VLADIMIR HERZOG
TORTURADO E MORTO
DOI-CODI

JOAQUIM SEIXAS
TORTURADO E MORTO
DOI-CODI

A Psicologia da tortura nas prisões

A cumplicidade dos médicos com os
torturadores é conhecida por todos
que passaram pelos porões

TORTURA

TORTURA

TORTURA

TORTURA

TORTURA

VÍTIMAS DA DITADURA

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Postado em: 11:39 PM, 10/7/2011 |
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DELEGADOS ESTUPRADORES NO REGIME MILITAR SÃO ACUSADOS PELO MPF
O Ministério Público Federal (MPF) deu entrada na Justiça
com um pedido de afastamento, perdas de cargos e
aposentadorias, além da reparação de danos morais coletivo
e a devolução das indenizações pagas pela União contra os
delegados do antigo Departamento de Ordem Política e Social
(Dops), órgão de repressão, tortura, humilhação, estupro e
morte do regime militar.
Aparecido Laertes Calandra (codinome Capitão Ubirajara)
David dos Santos Araújo (codinome Capitão Lisboa)
Dirceu Gravina (codinome JC)
Acusados de tortura, assassinatos, abusos sexuais
e desaparecimentos no período da ditadura militar
que dominou o Brasil durante entre os anos de 1964
a 1985.
(Os estupros foram diversos: de militantes, filhas de
militantes de 12 a 17 anos, roubo dos pertences
pessoais das presas, furto nas casas dos militantes,
levando objetos de valores, além de extorsão dos
parentes das vítimas, em troca de informações falsas)
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Postado em: 12:41 AM, 10/7/2011 |
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Crimes contra a humanidade não prescrevem

NUNCA SE DETENHA, HAJA O QUE HOUVER.
SEMPRE HAVERÁ UMA MANEIRA.
ELES MERECEM UM ................................FIM





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Postado em: 10:19 PM, 9/7/2011 |
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EXÉRCITO MANDA ESTUPRAR E MATAR A JOVEM MARILENA VILLAS BOAS PINTO
MARILENA VILLAS BOAS PINTO
(1948-1971)

Estudante do segundo ano de Psicologia da Universidade Santa Úrsula,
no Rio de Janeiro (RJ), Marilena passou a viver na clandestinidade a
partir de 1969. Juntamente com seu companheiro Mário de Souza
Prata, ela foi presa e morta nos primeiros dias de abril de 1971, no
Rio de Janeiro. Ambos eram integrantes do MR-8, com militância
anterior na ALN.
A versão oficial divulgada pelos órgãos de segurança registrava que,
em 2 de abril, os dois teriam entrado em enfrentamento com agentes
da Brigada de Paraquedistas do Exército, na rua Niquelândia, no 23,
em Campo Grande. Mário teria morrido na hora, enquanto Marilena,
ferida, teria falecido posteriormente.
Segundo relatório de prisão feito por Inês Etienne Romeu em 1981,
Marilena foi levada para um sítio clandestino em Petrópolis (RJ), que
ficou conhecido como “Casa da Morte”.
Em abril de 1997, Inês confirmou tal informação: “A pedido, confirmo
integralmente o meu depoimento de próprio punho, sobre fatos ocorridos
na casa em Petrópolis-RJ, onde fiquei presa de 8/5 a 11/8 de 1971.
Esse depoimento é parte integrante do processo no MJ-7252/81 do
CDDPH, do MJ.
Nesse depoimento está registrado que o ‘dr. Pepe’ contou ainda que
Marilena Villas Boas Pinto estivera naquela casa e que fora, como
Carlos Alberto Soares de Freiras, condenada à morte e executada.
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Postado em: 09:31 PM, 9/7/2011 |
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EXÉRCITO AUTORIZA ESTUPRO EM ANATÁLIA DE SOUZA MELO ALVES
ANATÁLIA DE SOUZA MELO ALVES
PRESA, TORTURADA, HUMILHADA, ESTUPRADA E MORTA
POR ORDEM DO EXÉRCITO BRASILEIRO

ESTUPRO AUTORIZADO PELO EXÉRCITO
QUE SE DIZ: BRAÇO FORTE E MÃO AMIGA

Anatália de Souza Melo Alves concluiu o científico no
colégio estadual de Mossoró (RN), cidade onde residiu
até novembro de 1968, quando se casou com Luiz Alves Neto.
Até essa época, havia trabalhado na Cooperativa de Consumo
Popular e morado num conjunto populardo Fundo de Apoio à
População de Sub-Habitação Urbana (Fundap).
Militantes do PCBR, Anatália e Luiz mudaram-se para o Recife
após a decretação do AI-5, quando passaram a desenvolver
trabalho político com os trabalhadores rurais da Zona da Mata
de Pernambuco.Viveram também em Campina Grande (PB),
Palmeira dos Índios (AL) e Gravatá (PE), onde foram localizados
por agentes do DOI-Codi.
Segundo informação policial, às 17h20 do dia 22 de janeiro de 1973,
enquanto tomava banho sob a vigilância do agente policial Artur Falcão
Dizeu, Anatália teria ateado fogo ao corpo e se suicidado com uma tira
de couro.
Entretanto, pelo que pode ser constatado nas fotos do laudo do Instituto
de Polícia Técnica (IPT) de Pernambuco, Anatália colocou fogo apenas
em seus órgãos genitais.
No livro Dos filhos deste solo, Nilmário Miranda e Carlos Tibúrcio
escrevem: “A versão de suicídio não convenceu os presos políticos
da época. As queimaduras, inexplicadas, levaram-nos à suspeita
de que Anatália teria sido vítima de violências sexuais, quando se
encontrava psicologicamente abalada pelas torturas e pelo clima
de terror nos cárceres de Pernambuco.
Sua morte e as queimaduras na região pubiana seriam uma forma
de impedir que ela denunciasse os responsáveis pelas sevícias.

EXÉRCITO, MARINHA, AERONAÚTICA,
POLÍCIA FEDERAL E AS IMITAÇÕES DE POLÍCIAS
(Policia Militar, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal),
JUNTO COM O SNI. SÓ PRENDIAM NAS SEXTAS-FEIRAS:
MULHERES BONITAS, NOVAS E UNIVERSITÁRIAS.
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Postado em: 08:40 PM, 9/7/2011 |
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SD PM Genivaldo Reis dos Santos - ESTUPRADOR
PM É PRESO ACUSADO DE ESTUPRO
SD PM Genivaldo Reis dos Santos

Está preso no batalhão de policia em Juazeiro,
o soldado da Policia Militar, Genivaldo Reis dos
Santos, acusado de ter estuprado a menor de
iniciais L.R.P.S, de apenas treze anos de idade.

O fato registrado pela polícia aconteceu no dia 10
de agosto do ano que passou na cidade de Antonio
Gonçalves.
De acordo com as investigações, a menor também
sofreu ameaças de morte para esconder o triste fato.
Genivaldo foi preso na manhã da última sexta-feira,
dia 11, quando estava em sua residência.
Ele foi preso pelo comando da PM de Pindobaçu
que cumpriu mandato de prisão preventiva expedido
pelo juiz João Paulo Neto, da vara crime de Campo
Formoso.

O PM, também é professor de Educação Física,
concursado em Pindobaçu, e trabalha na localidade
de Bananeiras. Ele será exonerado do cargo a bem
do serviço público.

POLÍCIA E MERDA É A MESMA COISA |
Postado em: 02:06 PM, 9/7/2011 |
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Tenente Coronel Marcio Villasanti Romero - ESTUPRADOR
TENENTE CORONEL ESTUPRADOR
SE LIVRA DA CADEIA
Tenente Coronel Marcio Villasanti Romero

Marcio Villasanti Romero comandou unidade da PM de Jardim em 2003
O Tribunal de Justiça (TJ/MS) absolveu nesta terça-feira (3) o tenente-coronel
PM Marcio Villasanti Romero de um crime de estupro que teria sido cometido
em Jardim no ano de 2003 - época em que comandava a unidade policial da
cidade.
Os safados desembargadores da Seção Criminal do órgão
acataram o pedido de revisão criminal interposto pelo advogado
de defesa André Luiz Borges Netto.
.
"Com base nas provas que constam do processo,
o Tribunal de Justiça entendeu que meu cliente não
foi o autor desse crime", comentou o advogado,
dizendo que a condenação em primeira instância
havia sido equivocada. A decisão ainda pode ser
contestada por meio de recurso do Ministério
Público Estadual.

MAIS UM ESTUPRADOR FICA EM LIBERDADE,
PORQUE A JUSTIÇA É UMA MERDA.

Tenente Coronel Marcio Villasanti Romero
ESTUPRADOR

EXÉRCITO - POLÍCIA - JUSTIÇA E MERDA
É TUDO A MESMA COISA
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Postado em: 01:43 PM, 9/7/2011 |
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Filha de PM é estuprada em casa por homens encapuzados
Filha de PM é estuprada em casa
por homens encapuzados.
COM CERTEZA VINGANÇA, JÁ QUE NADA FOI ROUBADO
O PM DEVE TER ESTUPRADO ALGUÉM, E ESSE ALGUÉM
FEZ A FESTA DA VINGANÇA.

Uma jovem de 18 anos, identificada como R.G.A.S, filha de um policial militar,
foi estuprada nesta terça-feira (16) na zona sul de Teresina. A queixa foi registrada
no 23º Distrito Policial, na Vila Irmã Dulce.
Ela foi violentada por volta de 12h por dois homens encapuzados que invadiram sua
casa na rua Serafina, no bairro da zona sul da capital.
Exame atesta estupro; Jovem apontará agressor pela voz
Mãe e vítima de estupro acreditam que ação foi premeditada.
A delegada Vilma Alves, da Delegacia da Mulher do Centro,
aguarda o resultado do exame de corpo de delito para dar
andamento às investigações. A vítima foi levada para o
Serviço de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Sexual .
Samvis. da Maternidade Evangelina Rosa, na tarde desta
terça para realização de exames.

A jovem realizou os exames e seguiu para a Delegacia da Mulher.
Ela contou ao Cidadeverde.com que dois homens encapuzados
bateram na porta de sua casa por volta de 12h. Ao perceber que
eles estavam com os rostos cobertos, ela tentou impedir a entrada,
mas eles forçaram a porta e entraram. Um estava armado com um
revólver, e outro com um estilete. Depois disso, ela desmaiou e não
lembra de tudo o que aconteceu.

R.G.A.S. poderá tentar reconhecer a voz dos suspeitos.
Dois já teriam sido detidos pela polícia para averiguações.
Ela lembra ter ouvido de um deles que não iria roubar nada
da casa, apenas estuprá-la.
ISSO FOI VINGANÇA, POR ALGUMA COISA QUE O
PAI DELA FEZ, COM A FILHA DOS OUTROS. |
Postado em: 01:07 PM, 9/7/2011 |
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Soldado da Policia Militar Michel ESTUPRA MENINA DE 14 ANOS
Menina de 14 anos é estuprada por PM
na cidade de São Francisco de Assis

O fato aconteceu na noite de ontem 25, segunda a mãe
da adolescente Sra. JODITE, residente na cidade de São
Francisco de Assis do Piauí, que telefonou para nossa
reportagem.
A mãe da adolescente desconfiou, por que sua filha chegou em
casa triste e sem querer dormir, daí conversando com a filha a
adolescente confessou para mãe. A mãe da adolescente saiu
na mesma noite para o hospital Regional de Simplício Mendes-PI
levando sua filha para ser examinada.
O médico plantonista Dr. Júnior Anderson Buenosares, mais
conhecido pela alcunha de (Dr. Júnior), estuprador também,
recusou a fazer o exame sexológico. A mãe da Adolescente
já prestou queixa na Polícia e vai processar do médico também.
POLÍCIA E EXÉRCITO UNIDOS NOS ESTUPROS
ROUBOS, TORTURAS E MORTES

Hoje dia 26, a Sra. JODITE, com apóio da população de
São Francisco de Assis, retornou ao hospital Regional
de Simplício Mendes e finalmente foi atendida por uma
junta médica, Dr(s). Felipe e João Oliveira que:
constataram o estupro no laudo da Polícia Civil fornecido
pelo próprio Delegado de São Francisco de Assis do Piauí.
Amanhã 27, a Sra. Jodite mãe da adolescente vai até a cidade de
Conceição do Canindé-PI, entregar o caso na Justiça Comum ao
Dr. GUIDO, Promotor de Justiça e ainda amanhã à noite a mãe e
a adolescente viajam para Teresina-PI, entregar o caso na Justiça
Militar ao Corregedor da PMPI Cel. Bertolino, para que o fato seja
feito justiça segundo a mãe da adolescente.
A jovem estuprada estuda no Colégio Capitão Vitalino de Oliveira
na cidade de São Francisco de Assis do Piauí, todo corpo docente
e discente, estão revoltados com o caso, a Diretora Professora Gilvany
falou a nossa reportagem por telefone que a adolescente está sendo
acompanhada pela direção.
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Postado em: 12:05 PM, 9/7/2011 |
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TRF4: vítima de estupro no regime militar deve receber R$ 100 mil
Exército permitiu estupro
Jovem de menor idade estuprada
Até a presente data o Exército só fez estuprar, roubar e matar.
TRF4: vítima de estupro no regime militar deve receber R$ 100 mil
O Diário de Justiça da União (DJU) publicou ontem (1º/6) decisão da 3ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região que confirma o pagamento de indenização de R$ 100 mil por danos morais a uma mulher que foi vítima de estupro durante o período do regime militar instaurado no Brasil em 1964. Filha de um líder partidário da oposição, ela tinha 16 anos quando foi violentada por um soldado do Exército na propriedade da família, ocupada por militares que queriam capturar seu pai. A condenação, imposta à União, foi determinada pela Justiça Federal de Cascavel (PR).
J.A., hoje com mais de 50 anos, ingressou com a ação em 2002. O crime teria sido cometido durante o movimento do chamado “Grupo dos 11”, que partira do Rio Grande do Sul com destino a São Paulo em protesto contra a ditadura militar. A identidade do soldado é desconhecida. Ele integrava o contingente militar sediado em Leônidas Marques (PR), cuja missão era barrar o grupo. Pela decisão do TRF, o valor da indenização deverá ser acrescido de correção monetária e juros de mora de 0,5% ao mês, contados a partir da citação.
De acordo com o voto da desembargadora federal Silvia Goraieb, acompanhado pela maioria dos integrantes da 3ª Turma, o pedido de indenização de J.A. está previsto no artigo 37, parágrafo 6º da Constituição Federal. Esse dispositivo estipula que as pessoas jurídicas de direito público responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros.
Para Silvia, a União não conseguiu provar que o fato não teria acontecido, limitando-se a informar através de ofício não existir “qualquer registro sobre o suposto ocorrido”. Como o fato aconteceu em um período de intensa censura e repressão política, destacou a desembargadora, “seria temerário que a autora procedesse ao registro de queixa em qualquer órgão policial civil, bem como uma verdadeira insanidade se o tivesse feito perante órgãos militares”. Assim, segundo a magistrada, não é estranho a ausência de prova documental do delito. “Somente os tempos de hoje oferecem as necessárias condições de segurança para que determinados fatos venham à tona e sejam reparados”, salientou.
Também não foram refutadas pela União, destacou a desembargadora, as afirmações de que o pai de J.A. era perseguido político e de que soldados estiveram na região para capturar pessoas tidas como opositoras ao regime. Silvia lembrou que tramita no Ministério da Justiça um pedido de declaração de anistiado político feito pelo pai da autora. Além disso, não há contestação quanto às pesquisas históricas referidas pela sentença da Justiça Federal de Curitiba, “que confirmam a presença do Exército Brasileiro nos locais noticiados”, disse.
Finalmente, Silvia considerou que a prova oral não deixa dúvidas de que J.A. foi vítima de estupro, “que seus gritos foram ouvidos à distância e atraíram a atenção de dois depoentes, os quais saíram correndo para socorrê-la”. Para a desembargadora, a dor e o sofrimento vivenciados até hoje pela autora dispensam comprovação. “Não é crível aceitar que alguém possa passar por uma experiência desse porte sem sofrer abalos emocionais”, ressaltou.

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Postado em: 11:02 PM, 8/7/2011 |
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A vergonha chamada Boris Casoy
A vergonha chamada Boris Casoy

Áudio vazado revela caráter deste aliado da ditadura
FONTE: www.sindmetalsjc.org.br

É recorde de acessos no YouTube um vídeo em que o jornalista Boris Casoy, sem perceber que sua voz vazava durante um intervalo, humilha garis que apareceram na edição do Jornal da Band, de 31 de dezembro de 2009, desejando feliz ano novo aos brasileiros.
Casoy, ferrenho opositor dos movimentos sociais e direitista de carteirinha, fez o seguinte comentário, vindo de suas entranhas fascistas:
“Que merda... Dois lixeiros desejando felicidades do alto de suas vassouras... Dois lixeiros (risos). O mais baixo da escala do trabalho”.
No dia seguinte, 1º de janeiro, pressionado pela direção da emissora, Casoy leu uma nota em que pedia desculpas. A emenda ficou pior do que o soneto, já que a leitura do teleprompter (dispositivo por meio do qual os apresentadores leem as notícias) ocorreu da forma mais burocrática e cínica possível.
Em entrevista à Folha, porém, Casoy parece lamentar mais o vazamento de áudio do que sua frase.
Aliado da ditadura
O fato ocorrido com Boris Casoy não é isolado e pode servir de parâmetro para demonstrar o que pensam as cabeças dos que comandam os grandes veículos de comunicação, agentes da classe dominante e a serviço da perpetuação da exploração contra os trabalhadores.
Apesar de muitos terem se surpreendido com a atitude de Boris, esta figurinha nunca foi "flor que se cheire". Sempre bateu de frente com os movimentos dos trabalhadores, é inimigo declarado do MST e participou de governos da ditadura.
Para se ter uma ideia, o dono do bordão “Isto é uma vergonha” é acusado de participar, quando era estudante do Mackenzie, em São Paulo, do Comando de Caça aos Comunistas (CCC), o grupo que promoveu inúmeros atos terroristas durante a ditadura militar.
Ainda de 1968, o direitista foi nomeado secretário de imprensa de Herbert Levy, então secretário de Agricultura do governo biônico de Abreu Sodré, em plena ditadura.
Também foi assessor do ministro da Agricultura do general Médici, na fase mais dura das torturas e mortes do regime militar.
Anos depois, Casoy foi para a Folha de São Paulo, jornal que mantinha uma relação simpática e próxima ao regime ditatorial.
Somente em 1988, Boris Casoy apareceu em rede nacional, no SBT, com seu TJ Brasil. No decorrer dos anos e com algumas trocas de tevês, sua fala arrogante e seu ódio de classe foram aumentando, até chegar ao episódio do último dia de 2009.
Que o terrível episódio da humilhação contra os garis desmascare definitivamente este parasita do capitalismo, travestido de paladino da ética e da moral.

A história de Boris Casoy é das mais sombrias. Ele sempre esteve vinculado a grupos de direita e manteve relações com políticos reacionários. Segundo artigo bombástico da revista Cruzeiro, em 1968, o então estudante do Mackenzie teria sido membro do Comando de Caça aos Comunistas (CCC), o grupo fascista que promoveu inúmeros atos terroristas durante a ditadura militar. Casoy nega a sua militância, mas vários historiadores e personagens do período confirmam a denúncia.

CCC = Comando do Corno Casoy |
Postado em: 08:45 PM, 8/7/2011 |
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Retificação de dados em pesquisas
PARTIDO COMUNISTA REVOLUCIONÁRIO (PCR).
Emanuel Bezerra dos Santos
Manoel Lisboa de Moura
Foram presos em Recife/PE, no dia 16 de agosto e torturados no DOPS
Transferência 1
O policial que os prendeu e torturou, Luis Miranda transferiu-os para o
Delegado Sérgio Fleury, do DOPS/SP onde foram trucidados no 3° andar
Segundo denúncia dos presos políticos Emanuel foi morto sob torturas no
DOI/CODI-SP, onde o mutilaram: dedos, umbigo, testiculos e pênis.
Transferência 2
Dois meses depois desses assassinatos, o Delegado Sérgio Fleury transfere
ao torturador Luis Miranda, José Carlos Novaes da Mata Machado e Gildo
Macedo Lacerda para serem torturados no DOPS/Recife, mortos em outubro
de 1973.
Fonte:
http://www.torturanuncamais-rj.org.br/MDDetalhes.asp?CodMortosDesaparecidos=145
OBS: 1
O DOI-CODI, começou a receber transferência de presos no começo de 1974
Fonte: Tenente Walter - Serviço de Segurança - DOI-CODI
Oficialmente o DOPS em Recife foi criado em 1974
Fonte: Deputado Estadual e Delegado Especial Osvaldo Rabelo
No caso de Padre Henrique: Serviço de Segurança - DOI-CODI
Policia Militar e Investigadores de Policia Civil.
OBS: 2
DOI-CODI - Departamento de Operações Interna -
Centro de Operações e Defesas Interna
(na realidade a indentidade tinha os dizeres:
Serviço de Segurança e era de cor amarela)
OBS: 3
O Padre Henrique foi preso em Goiana - PE
em final de tarde.
OBS: 4
Quartel General da 7ª Região Militar
2ª Secção
Serviço de Segurança
DOI-CODI
Comando de Caça aos Comunistas - CCC
Comandante de Operações - 1973
2º Tenente Diógenes (codinome: mansinho)
Atualmente: Coronel Reformado e Empresário
Nome: Diógenes Brasil Gurjão
Endereço: Varzea - Recife - PE
OBS: 5
Cabo Anselmo (codinome fininho) - DOI-CODI
Atualmente: 2º Sargento Reformado e Advogado
Nome: Anselmo Andrade Ferreira
Endereço: Rua do Riachuelo - Recife - PE
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Postado em: 12:09 PM, 7/7/2011 |
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Sargento do Exército ESTUPRADOR
Sargento do Exército
Jair Malaquias da Silva Filho
acusado de estuprar duas menores é preso em flagrante
Segunda, 21 Fevereiro 2011 08h22
Um sargento do Exército Brasileiro foi preso, ontem, após
ser flagrado em um carro na companhia de duas menores
de 11 e 12 anos, nas imediações do Viaduto do Cabanga.
Segundo policiais militares do 16º Batalhão, que efetuaram
a prisão, Jair Malaquias da Silva Filho estava sem roupas no
momento da abordagem.
O acusado estava com o veículo Vectra na rua Engenheiro
José Estelita. Ele foi encaminhado para a Gerência de Proteção
da Criança e do Adolescente (GPCA), enquanto as menores
foram levadas para o Instituto de Medicina Legal, para realizarem
exames que constatassem um possível estupro.

Sargento do Exército confessa estupro
Luiz Lica, de 29 anos, voltou para detenção
no batalhão local da corporação, no início da
semana, depois de ter assumido que drogou
e abusou de vítima de 14 anos.
Segundo o delegado que preside o inquérito,
Eder Clay de Santana Leal, o militar confessou
que manteve relação sexual com a vítima e, ainda,
que na bebida que a menina ingeriu tinha um tipo
de droga.
O crime aconteceu no último dia 6. O sargento foi
recolhido e permaneceu detido por dois dias, sendo
liberado. No início da semana, ele voltou para a prisão.
Segundo o inquérito policial, a violência sexual foi
constatada através de exame de corpo de delito,
que comprovou a ruptura recente do hímen da garota
L.A.S.R.
O militar negava a acusação, mas a menor, em
sua versão, narrou o fato com riqueza de detalhes,
citando a localização dos móveis na casa, a cor
do sofá e a cor da cueca usada pelo sargento após
o crime.
O abuso aconteceu na residência do sargento,
localizada no bairro Cidade Alta, em Cáceres.

Major suspeito de abuso contra menina de 14 anos
Daniela Arbex Repórter
Um major do Exército está sendo investigado por envolvimento sexual com uma adolescente de 14 anos. A pedido do comando da corporação, uma sindicância foi instaurada para apuração dos fatos e terá duração de 20 dias, podendo ser prorrogáveis. O oficial, de 40 anos, é militar há 20 anos e, há cerca de dois, está em Juiz de Fora. Casado, ele foi denunciado, recentemente, pelo pai da jovem, que registrou um boletim de ocorrência contra o oficial devido à descoberta do relacionamento. Se houver comprovação do crime, o major poderá responder processo penal na justiça comum por abuso sexual.
Localizado pela Tribuna, o documento registrado pela PM revela que, no dia 2 de dezembro, o genitor da adolescente foi alertado sobre o que estaria acontecendo entre ela e o oficial por uma amiga da filha. De acordo com o histórico da ocorrência, o pai localizou o celular da menina, onde teria encontrado várias mensagens românticas. Ao telefonar para o número indicado, o major teria atendido à chamada e se dirigido a ela de maneira íntima.
Abordada pelos familiares, a garota contou aos pais que o relacionamento teria se iniciado em julho. Ainda de acordo com a informação dada por ela, as conversas entre eles teriam sido iniciadas pela internet e que o major teria beijado a menina. A adolescente ainda relata que foi levada pelo major a motéis da cidade em três ocasiões, a primeira no início de setembro.
O relacionamento se manteve nos meses de outubro e novembro. Conduzida ao Hospital de Pronto Socorro (HPS), onde foi examinada, uma perícia médica constatou ruptura de hímen. Um superior de dia do Exército, lotado no 4º Depósito de Suprimentos, acompanhou a ocorrência.
Procurado pelo jornal, o relações públicas da 4ª Brigada de Infantaria Motorizada, major Carlos Henrique da Mota Couto, afirmou que o militar não está afastado das suas funções, pois a situação ainda está em fase de apuração.
Segundo o relações públicas, caso o resultado da sindicância confirme o desvio de conduta do militar, será instaurado processo judicial. Na possibilidade de condenação em período superior a dois anos, o major pode sofrer desde a perda da graduação até o afastamento dos quadros do Exército.
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Postado em: 12:42 AM, 7/7/2011 |
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Jovem morre durante treinamento para sargento do Exército
Daiana Pereira Fernandes
morreu após um treinamento para sargento do Exército
(Tem de ser idiota para acreditar nisso)

Uma linda jovem, com esse porte fisico
Isso tem a ver com assédio sexual
Em caso de recusa por parte dela, vem o treinamento forçado
A perseguiçao disfarçada
Tem de ser idiota, para acreditar que foi morte natural

Exército Brasileiro
A VERGONHA NACIONAL
(estupros, roubos e mortes)
O CML disse que foi aberto um procedimento administrativo
pelo comando do 1º Grupo de Artilharia Antiaérea (1º GAAAe)
para apurar o caso.
Segundo a nota, Diana passou mal e foi levada para o HCE,
onde ficou em observação e teve alta. Quatro horas e meia
depois, de acordo com o CML, ela foi levada novamente ao
hospital e internada no CTI.
Os idiotas, vão acreditar nessa versão do Exército
O DOI-CODI dizia a mesma coisa, na ditadura.
Denuncia de assédio sexual
Sargento das FFAA denuncia Tenente Coronel do
Exército por assédio sexual. A sargento do Exército
brasileiro Rubenice de Nazaré Dias Martins faz sérias
denúncias sobre perseguição sistemática de que estaria
sendo vítima por parte de militares de alta patente do
Hospital Militar de Marabá.
Rubenice, que também é técnica de enfermagem, faz
denúncias gravíssimas, revelando que dentro do hospital
e em vários unidades militares, ocorreram orgias sexuais,
entrada de mulheres e bebidas.

Orgias e assédio sexual dentro do exército brasileiro.
No centro da polêmica está um coronel do exército,
comandante do hospital do exército em Marabá, no
Pará.
Segundo as denúncias, a praia do Lençol, em Marabá,
no Pará é um dos lugares em que o tenente coronel
Alberto Almeida promovia encontros sexuais com recrutas.
Em troca, os soldados garantiriam a seqüência na carreira.
O tenente coronel também foi acusado de promover festas
que eram usadas para seduzir os soldados novatos.
TENENTE CORONEL ALBERTO ALMEIDA
BICHONA OFICIAL DA UNIDADE MILITAR (HOSPITAL)
ESTUPRADOR NATO (HOMENS E MULHERES)

TENENTE CORONEL ALBERTO ALMEIDA
ESTUPRADOR, VICIADO EM DROGAS
E GAY, ORGULHO DA FORÇA

TENENTE CORONEL ALBERTO ALMEIDA

TENENTE CORONEL ALBERTO ALMEIDA
ORGULHO NACIONAL E DOS GENERAIS



A sargento do Exército brasileiro Rubenice de Nazaré Dias Martins procurou a reportagem de O Liberal para denunciar perseguição sistemática de que estaria sendo vítima por parte de militares de alta patente do Hospital Militar de Marabá. Rubenice, que também é técnica de enfermagem, faz denúncias gravíssimas, revelando que dentro do hospital e em vários unidades militares, ocorreram orgias sexuais, entrada de mulheres e bebida e ainda a participação direta de menores, cabos e soldados, e até mesmo parentes de militares. Segundo ela, um dos envolvidos seria o o vice-diretor do hospital militar, o tenente-coronel Alberto Dias Almeida, que estaria aliciando outros militares da corporação. A história já foi divulgada pela imprensa em Marabá, com grande repercussão.
Rubenice Martins conta que, após três anos e onze meses, foi demitida, no dia 27 de fevereiro passado, depois de ser "perseguida e humilhada", em retaliação às denúncias que fez. Ela ressalta que já ingressou na Justiça Federal de Marabá com um pedido de reintegração nas fileiras do Exército, ressaltando que foi perseguida e injustiçada após denunciar assédio sexual cometido pelo comandante do Hospital de Guarnição de Marabá (HGUMBA) e também por alguns soldados recém-incorporados ao hospital.
Ela conta que tudo começou quando tomou conhecimento que o soldado Charles Carvalho de Melo estava sofrendo assédio sexual e moral por ter se recusado em participar de orgias sexuais que aconteciam na casa do tenente-coronel. Como recompensa por cederem aos apelos do militar, os soldados eram agraciados com o engajamento efetivo no Exército.
Conforme as denúncias de Rubenice Martins, proposta semelhante também foi feita ao soldado Carvalho, que se recusou a fazer parte do grupo, passando a sofrer perseguições e humilhações no trabalho. Segundo a ex-militar, todos os fatos foram levados ao conhecimento do general Mário Lúcio Alves de Araújo e ao coronel Hugo Bartolomeu Ferreira. Por conta das denúncias, Rubenice recebeu cinco punições do Exército por aquilo que a hierarquia militar taxou como "transgressão à hierarquia e disciplina". Berenice disse também a O Liberal que por conta do episódio, foi alvo de uma sindicância e um Inquérito Policial (IPL), sendo que ambos foram inconclusivos, isentando o tenente coronel de qualquer responsabilidade.
Ela ressalta que após as denúncias de assédio sexual, foi transferida de volta para o Batalhão Logístico (Blog), onde era a única militar, apesar de ser da área de saúde, a tirar serviço como sargento comandante da guarda. "Eu cheguei a chorar na frente dos soldados, pois, não tinha experiência como sargento de dia", afirmou. Ela também diz que ficou proibida de entrar no pavilhão onde trabalhava o tenente-coronel comandante do 23º Blog, Alfredo Alexandre de Menezes Júnior.
Revoltada com as humilhações, a ex-sargento diz que vai tentar falar com o presidente Lula, na visita que o mesmo fará a Curionópolis, na próxima quinta-feira, 6, para narrar o verdadeiro escândalo sexual que se instalou no Exército de Marabá. "O presidente é o chefe maior do Exército brasileiro. Tenho certeza que ele não tolera um absurdo destes", diz Rubenice. Para a reportagem, a ex-sargento revela que tem várias fotos das festas em que ocorriam as orgias e até mesmo do tenente coronel vestido com trajes femininos.
Procurado por O Liberal na tarde de ontem, o Comando da 23ª Brigada de Infantaria de Selva de Marabá disse que não irá se manifestar sobre o caso, porém enviou uma nota ressaltando que o Comando "não foi notificado ou informado acerca do assunto por qualquer órgão ou instituição a quem caiba apurar ou atestar a veracidade dos fatos narrados pela ex-militar". A 23ª Brigada de Infantaria de Selva informou ainda, através de sua Assessoria de Comunicação Social, que as suas "Organizações Militares diretamente subordinadas tomarão as medidas legais cabíveis, como sempre o fizeram, toda vez que a situação assim o exigir".
E AINDA TEM GENTE QUERENDO
FAZER CARREIRA NESSA MERDA |
Postado em: 07:18 PM, 6/7/2011 |
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Exército Brasileiro - A VERGONHA NACIONAL (estupros, roubos e mortes)
Soldado do Exército preso por estupro
Thiago Fernandes dos Santos

Policiais da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV)
prenderam, na última sexta-feira (27/05), o soldado do Exército
Thiago Fernandes dos Santos Pinto.
Ele é acusado de ter mantido relações sexuais com a enteada de
12 anos. De acordo com os agentes, Thiago se aproveitava da
vulnerabilidade da criança por ser padrasto dela e a levava para um
motel onde cometia os abusos.
Contra ele foi expedido um mandado de prisão pelo 1º Juizado de
Violência Doméstica e Familiar pelo crime de estupro de vulnerável.
Soldado do Exército é preso por furto de carro
Aleandro Jorge Francis

Um Soldado do Exército foi preso na tarde desta sexta-feira (4)
com um carro roubado na rotatória do bairro de São Marcos,
próximo à loja Salvador Rodas. Aleandro Jorge Francis é soldado
do Exército e seria promovido a cabo muito em breve.
Aleandro, juntamente com o comparsa, Michel Araújo Santos, que
portava uma pistola, renderam o dono de um veículo de modelo
Fiesta, de placa JPF-6133, no Jardim Nova Esperança e roubaram
o carro e o celular da vítima.
Logo após seguirem em fuga no veículo roubado, a vítima encontrou
uma viatura da polícia que fazia ronda no local e informou do ocorrido.
Depois de perseguir os bandidos, a polícia conseguiu prender Aleandro,
mas Michel conseguiu fugir. Ao chegar à Delegacia de Repressão a
Furtos e Roubos de Veículos, responsável pelo caso, foi descoberto que
Michel já possuía outras passagens pela polícia por furtos de carros em
Salvador. Aleandro deverá ser conduzido para o Quartel do Exército, onde
será mantido preso até que seja julgado o caso.
Soldado do Exército denunciado por furto
de medicamentos avaliados em R$ 60 mil

A Procuradoria de Justiça Militar em Brasília ofereceu denúncia
contra soldado do Exército que subtraiu sete medicamentos.
Trastuzumab 440mg injetável, utilizados no tratamento de pacientes
com câncer de mama. Cada unidade do produto é distribuída pelo
fabricante no valor aproximado de R$ 8,5 mil,
chegando ao consumidor final por quase R$ 12 mil. O denunciado
realizou os furtos aproveitando-se da função que exercia na farmácia
do Hospital Militar de Área de Brasília.
No dia 24 de maio de 2010, o soldado fez os pedidos utilizando a senha
de uma sargento técnica em enfermagem. Contudo, o procedimento normal
da unidade para retirada de medicamentos não foi adotado pelo militar que
deixou de imprimir e atestar os comprovantes. O extravio dos remédios foi
identificado no mesmo dia.
Pela prática, o soldado foi denunciado como incurso no crime de peculato-
furto, artigo 303, § 2º, do Código Penal Militar.
Cabo do Exército é denunciado
pela Procuradoria de Justiça Militar
A Procuradoria de Justiça Militar em São Paulo ofereceu denúncia contra um cabo do Exército, lotado na 11ª Companhia de Engenharia de Combate Leve, em Pindamonhangaba/SP, que vendia Carteiras Nacionais de Habilitação. Em pelo menos 11 ocasiões, ele cobrou a quantia de R$ 800,00 de soldados prometendo o fornecimento da CNH sem que fosse necessária a realização de qualquer tipo de exame.
O militar foi denunciado pela prática do crime de estelionato, previsto no art. 251 do Código Penal Militar.
Ouvido durante o Inquérito, o cabo confirmou que cobrava pelo fornecimento da CNH e que agia assim há seis meses, sem a participação de terceiros. Nas investigações, foi verificado que apenas uma CNH foi emitida sem que o titular passasse pelas etapas necessárias à habilitação.
Quando abordava os possíveis proponentes à CNH, o cabo pedia sigilo sobre a negociação, afirmando que ninguém da Companhia poderia saber da empreitada. O caso foi descoberto, em setembro de 2010, quando um soldado buscou informações, com outros militares da unidade, a respeito da tramitação de seu processo para retirada da habilitação, dizendo que havia pago a quantia de R$ 800,00 ao cabo.
Cabo do Exército preso

Houve tumulto e muita tensão em um confronte
entre militares do Exército que se divertiam em uma
casa noturna e os policiais militares que trabalhavam
e estiveram no local para atender a ocorrência.
O fato aconteceu há uma semana.
Segundo informações da Polícia Militar, o cabo do
Exército, Cleison Silva Gama, foi impedido pelo
segurança da casa noturna de adentrar ao ambiente
usando sandálias.
O segurança disse que foi ameaçado de morte
e pediu ajuda aos policiais para retirá-lo do local.
Segundo o tenente coronel, Amarildo Lima do
Nascimento, comandante da Polícia Militar na
cidade, quando a guarnição chegou foi enfrentada
por um grupo de militares do 61° BIS que tentavam
proteger o cabo envolvido na confusão e queriam
impedir que ele fosse conduzido à delegacia.
Só depois de muita confusão, somente o cabo que
originou o conflito, foi conduzido à delegacia onde foi
informado ao delegado através do boletim de ocorrência,
que o militar cometeu os crimes de ameaça e desacato
a autoridade policial.
O comandante da PM disse que essa não é a primeira vez
que os policiais enfrentam problemas com alguns militares
que servem no 61º BIS.
Cabo do Exército é preso após assalto
Anderson Celestino Márcio

Rio - O cabo paraquedista do Exército Anderson Celestino
Márcio foi preso, em Anchieta, no fim da manhã deste sábado,
acusado de roubo. Ao notar a aproximação da viatura do 14º
BPM (Bangu), Anderson tentou fugir, mas foi abordado pelos
policiais. Ele ofereceu R$ 2 mil aos PMS e acabou recebendo
voz de prisão.
Com ele foram encontrados uma pistola calibre 380 e objetos
roubados: uma filmadora, seis celulares, três carteiras com
documentos, uma câmera digital, além de dinheiro. O cabo
foi encaminhado para a 34ª DP (Bangu).
Cabo do Exército é preso (13kg de crack)
Samilk Cesário dos Santos

Uma operação conjunta da Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal resultou em apreensão de drogas no município de Campo Redondo, a 136 quilômetros de Natal. Durante a operação, que ocorreu na BR-226, foram apreendidos 13kg de crack, que estavam sendo transportados de Caicó para Natal. A droga estava com um militar, que foi preso.
De acordo com informações da PRF, o cabo do Exército Samilk Cesário dos Santos, 27 anos, estava transportando a droga de Caicó para Natal em um Fiat Uno de placa MYW-3026, através da BR-226. Quando foi abordado pelos policiais, no quilômetro 137 da rodovia, os policiais encontraram a droga e efetuaram a prisão do militar.
A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal, que vai investigar o caso.
Sargento do Exército é preso
em Florianópolis com pedras de crack

Robson Roberto Schons, de 22 anos, está
detido no quartel do 63º Batalhão de Infantaria
Um sargento do Exército foi preso, por volta das 22h desta quarta-feira, com 33 pedras de crack, além de dois cigarros de maconha e objetos considerados pelos policiais como de origem suspeita, como dois relógios de grifes famosas, dois aparelhos de DVD, cartões de crédito, dinheiro e talão de cheques. Robson Roberto Schons, de 22 anos, foi detido no bairro Jardim Atlântico, em Florianópolis, por agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar.
Durante um patrulhamento tático, o sargento foi visto dirigindo seu carro em alta velocidade e com os faróis apagados, segundo o registro do Bope. Schons teria tentado fugir, mas foi perseguido pelos policiais. As drogas e os objetos foram encontrados dentro do carro dele.
Os superiores do sargento não quiseram comentar o caso. Schons foi preso em flagrante e está detido no quartel do 63º Batalhão de Infantaria, no bairro Estreito.
Sargento do exército é preso em
Manaus por fazer parte de quadrilha.
Brasileiro Bruno Moraes de França,


O autônomo Dionatas Santana dos Santos, 22; o estudante Felipe Oliveira de Souza, 18; o mototaxista Edmilson Mendes, 24, e o sargento do Exército Brasileiro Bruno Moraes de França, 23, foram presos nesta segunda-feira (27) à noite, por uma equipe da Força Tática Leste, sob a suspeita de terem efetuado alguns assaltos em residências no conjunto Ouro Verde, bairro Coroado 2, Zona Leste de Manaus.
O bando utilizava um veículo modelo Gol, de cor vermelha, placas NOP 9827, de propriedade de Bruno, para realizar os ataques e transportar o material roubado.
O primeiro a ser preso foi Dionatas, trafegando pela avenida Itaúba, no bairro Jorge Teixeira, dirigindo o Gol. O veículo, de acordo com os militares apresentava as mesmas características do carro visto momentos antes no conjunto Ouro Verde.
Sem a documentação do carro Dionatas levou os policiais até a casa do militar, no bairro São José, onde foram encontrados uma sacola contendo 200 gramas de pedras de cocaína, uma pistola 380 milímetros, um revólver calibre 38, um notebook, um aparelho celular, além de uma motocicleta Titan, cor preta, de placa JWW 7172, com restrição de roubo.
O militar informou aos policiais que havia emprestado o Gol a Dionatas, e o material encontrado na casa pertenceria ao amigo. Nas proximidades do imóvel, os policiais também prenderam Felipe e Edmilson, que negaram participação nos roubos.
Os quatro foram encaminhados para o 11º Distrito Integrado de Polícia (11º DIP), no bairro Coroado, onde de acordo com a delegada plantonista Luciana Chelsea seriam autuados em flagrante por formação de quadrilha, porte ilegal de arma, tráfico de drogas e roubo.
O Comando Militar da Amazônia (CMA), por meio de sua assessoria de comunicação informou a principio que uma equipe da Polícia do Exército (PE) foi deslocada para o 11º DIP, para acompanhar os procedimentos realizados na delegacia e também apurar o possível envolvimento do militar com as acusações feitas contra ele.
Outras providências a serem adotadas contra o militar preso deverão ser comunicadas à imprensa, de acordo com a assessoria do CMA, até o final da tarde desta terça-feira.
Sargento do Exército preso
acusado de homicídio, tráfico de Drogas e comércio de munições
João maria Correa do Nascimento


3º Sargento do Exército Brasileiro
João maria Correa do Nascimento

SARGENTO PRESO E ALGEMADO NA DELEGACIA DE POLICIA

Material apreendido

Veículo utilizado no homicidio
Ana Paula Silva Cardoso, 19 anos; Leonardo dos Santos Magalhães, 18, e João Maria Correa do Nascimento, 34, este último sargento do Exército Brasileiro lotado no Batalhão Logístico de Marabá, foram presos por agentes da Superintendência Regional de Polícia Civil do Sudeste do Pará por tráfico, comércio de munição e homicídio. Ana Paula e o esposo, Leonardo, já vinham sendo investigados por suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas e comércio ilegal de munição de arma de fogo de uso restrito.
No último sábado, uma equipe da Superintendência Regional abordou Ana Paula em via pública e com ela encontrou nove petecas de “pedra de oxi” e quatro munições calibre 9mm, de uso restrito das Forças Armadas e da Polícia Federal. Durante uma revista à residência da acusada foram encontradas outras duas munições calibre 40, o que levou à autuação também de Leonardo.
Segundo o delegado Alberto Teixeira, que comanda a equipe da Superintendência Regional, havia informações de que Leonardo, juntamente com o Sargento “Nascimento”, teriam executado Welton Gomes de Carvalho, conhecido como “Acaí”, no dia 17 de junho. A informação foi confirmada após a prisão de Leonardo, que confessou o crime e declarou que teve a ajuda do Sargento Nascimento.
Ouvido em depoimento, ele relatou que os dois utilizaram o veículo e a arma do Sargento Nascimento no homicídio de “Açaí". Segundo Leonardo, “Açaí” era um ladrão conhecido na região da Folha 10 e havia vendido uma caixa de som amplificada ao Sargento, que por não querer pagar o que devia decidiu por um fim à vida de “Açaí”.
Nascimento foi flagrado em sua residência, onde foram encontrados a caixa de som amplificada, produto de ilícito, e ainda um revólver da marca taurus, oxidado, calibre 38, acompanhado de seis munições aparentemente intactas. “Durante a prisão ele confessou que recebeu a caixa amplificada do “Açaí”, mas que não a comprou, apenas guardou. Também negou fazer parte do esquema criminoso e reagiu à prisão do momento da abordagem policial, como ameaçou de morte um investigador da Polícia Civil”, detalha o delegado.
Nascimento foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e munição, receptação, resistência e ameaça. Encaminhado ao CPC Renato Chaves, ele foi submetido à exame de lesão corporal e coleta de sangue para verificar se o mesmo estava sob efeito de algum tipo de droga, tendo em vista o comportamento exaltado que apresentou durante a abordagem policial. A motocicleta de Nascimento, a arma e as munições apreendidas com os presos também foram encaminhadas para perícia técnica no CPC.
Ana Paula foi autuada por comércio ilegal de munição de uso restrito e tráfico de drogas, enquanto Leonardo responderá por posse ilegal de armas e tráfico de drogas, Os dois ficarão recolhidos na Susipe à disposição da Justiça, enquanto o Sargento Nascimento foi entregue à Polícia do Exército, que deverá manter a sua tutela até que seja proferida decisão judicial. O delegado Alberto Teixeira informou que o homicídio de “Açaí” será investigado mais a fundo, tendo em vista que agora a polícia dispõe de novas informações.

Exército Brasileiro
CHEIO DE TRAFICANTES,
ASSALTANTES,
ESTUPRADORES
E ASSASSINOS
|
Postado em: 12:36 PM, 6/7/2011 |
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PADRE HENRIQUE (Antônio Henrique Pereira Neto), detalhes do sequestro
PADRE HENRIQUE
(Antônio Henrique Pereira Neto)
DETALHES DO SEQUESTRO

O Padre Henrique estava na parada de ônibus, na RUA DIREITA,
(ao lado da prefeitura e em frente a delegacia de policia) na
Cidade de Goiana - Pernambuco, era final de tarde e ele esperava
o último ônibus.
De repente surge um jipe com tres pessoas, e obriga o Padre
Henrique a entrar no jipe.
OS TRES ELEMENTOS:
2º Tenente PM Ferreira (o famoso Major PM José Ferreira dos Anjos,
atualmente falecido, o diabo demorou muito a levar)
Soldado PM Luis Maneiro (atualmente Cabo PM Reformando, trabalha
como segurança)
Soldado PM Garrafinha (apelido garrafinha porque era baixinho, atualmente
é 3º Sargento PM Reformado, e Advogado na cidade de Goiana - PE )
O Padre Henrique foi entregue ao Serviço de Segurança - DOI-CODI
trocaram de carro e foram para o Bairro da Cidade Universitária,
Recife - Pernambuco. Com outra equipe, o 2º Tenente Ferreira e
mais 4 pessoas do Serviço de Segurança (DOI-CODI). Os dois PMs
voltaram para a Cidade de Goiana - PE.
Quem passou todas as informações a respeito do Padre Henrique,
foi um amigo dele, Frei Tarcisio (lotado na Igreja da Conceição,
Cidade de Goiana - PE).
FICHA PESSOAL DE FREI TARCISIO
NOME: Modestino de Arruda Fontes
Foi Capitão Capelão do Exército ( Expulso da vida militar em 1964).
MOTIVO: atividades comunistas, fez um acordo com o Exército e
ficou como informante do Serviço de Segurança (DOI-CODI)
Foi prefeito de Goiana - PE, um ano depois de eleito foi afastado
pelo governador, por motivo de roubo.(deposto em 1969)

Última Igreja que o Padre Henrique visitou, logo ao sair da Igreja e ficar na parada
de ônibus, ele foi preso pelo Serviço de Segurança (DOI-CODI), o Judas do
Frei Tarcisio ficou olhando pela janela, enquanto seu amigo era preso.
ESSA IGREJA FOI SUA ÚLTIMA IMAGEM BOA QUE ELE LEVOU PARA A MORTE

Padre Henrique
TORTURADO, HUMILHADO E MORTO, |
Postado em: 02:08 AM, 6/7/2011 |
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Lista de pessoas mortas pelos ESTUPRADORES E LADRÕES DO DOI-CODI
Pessoas Mortas no regime militar
Abelardo Rausch Alcântara
Abílio Clemente Filho
Aderval Alves Coqueiro
Adriano Fonseca Filho
Afonso Henrique Martins Saldanha
Albertino José de Oliveira
Alberto Aleixo
Alceri Maria Gomes da Silva
Aldo de Sá Brito Souza Neto
Alex de Paula Xavier Pereira
Alexander José Ibsen Voeroes
Alexandre Vannucchi Leme
Alfeu de Alcântara Monteiro
Almir Custódio de Lima
Aluísio Palhano Pedreira Ferreira
Amaro Luíz de Carvalho
Ana Maria Nacinovic Corrêa
Ana Rosa Kucinski Silva
Anatália de Souza Melo Alves
André Grabois
Ângelo Arroyo
Ângelo Cardoso da Silva
Ângelo Pezzuti da Silva
Antogildo Pacoal Vianna
Antônio Alfredo de Lima
Antônio Benetazzo
Antônio Carlos Bicalho Lana
Antônio Carlos Monteiro Teixeira
Antônio Carlos Nogueira Cabral
Antônio Carlos Silveira Alves
Antônio de Pádua Costa
Antônio dos Três Reis Oliveira
Antônio Ferreira Pinto (Alfaiate)
Antônio Guilherme Ribeiro Ribas
Antônio Henrique Pereira Neto (Padre Henrique)
Antônio Joaquim Machado
Antonio Marcos Pinto de Oliveira
Antônio Raymundo Lucena
Antônio Sérgio de Mattos
Antônio Teodoro de Castro
Ari da Rocha Miranda
Ari de Oliveira Mendes Cunha
Arildo Valadão
Armando Teixeira Frutuoso
Arnaldo Cardoso Rocha
Arno Preis
Ary Abreu Lima da Rosa
Augusto Soares da Cunha
Áurea Eliza Pereira Valadão
Aurora Maria Nascimento Furtado
Avelmar Moreira de Barros
Aylton Adalberto Mortati
Benedito Gonçalves
Benedito Pereira Serra
Bergson Gurjão Farias
Bernardino Saraiva
Boanerges de Souza Massa
Caiuby Alves de Castro
Carlos Alberto Soares de Freitas
Carlos Eduardo Pires Fleury
Carlos Lamarca
Carlos Marighella
Carlos Nicolau Danielli
Carlos Roberto Zanirato
Carlos Schirmer
Carmem Jacomini
Cassimiro Luiz de Freitas
Catarina Abi-Eçab
Célio Augusto Guedes
Celso Gilberto de Oliveira
Chael Charles Schreier
Cilon da Cunha Brun
Ciro Flávio Salasar Oliveira
Cloves Dias Amorim
Custódio Saraiva Neto
Daniel José de Carvalho
Daniel Ribeiro Callado
David Capistrano da Costa
David de Souza Meira
Dênis Casemiro
Dermeval da Silva Pereira
Devanir José de Carvalho
Dilermano Melo Nascimento
Dimas Antônio Casemiro
Dinaelza Soares Santana Coqueiro
Dinalva Oliveira Teixeira
Divino Ferreira de Souza
Divo Fernandes de Oliveira
Djalma Carvalho Maranhão
Dorival Ferreira
Durvalino de Souza
Edgard Aquino Duarte
Edmur Péricles Camargo
Edson Luis de Lima Souto
Edson Neves Quaresma
Edu Barreto Leite
Eduardo Antônio da Fonseca
Eduardo Collen Leite (Bacuri)
Eduardo Collier Filho
Eiraldo Palha Freire
Elmo Corrêa
Elson Costa
Elvaristo Alves da Silva
Emanuel Bezerra dos Santos
Enrique Ernesto Ruggia
Epaminondas Gomes de Oliveira
Eremias Delizoicov
Eudaldo Gomes da Silva
Evaldo Luiz Ferreira de Souza
Ezequias Bezerra da Rocha
Félix Escobar Sobrinho
Fernando Augusto Santa Cruz Oliveira
Fernando Augusto Valente da Fonseca
Fernando Borges de Paula Ferreira
Fernando da Silva Lembo
Flávio Carvalho Molina
Francisco das Chagas Pereira
Francisco Emanoel Penteado
Francisco José de Oliveira
Francisco Manoel Chaves
Francisco Seiko Okama
Francisco Tenório Júnior
Frederico Eduardo Mayr
Gastone Lúcia Carvalho Beltrão
Gelson Reicher
Geraldo Magela Torres Fernandes da Costa
Gerosina Silva Pereira
Gerson Theodoro de Oliveira
Getúlio de Oliveira Cabral
Gilberto Olímpio Maria
Gildo Macedo Lacerda
Grenaldo de Jesus da Silva
Guido Leão
Guilherme Gomes Lund
Hamilton Fernando da Cunha
Helber José Gomes Goulart
Hélcio Pereira Fortes
Helenira Rezende de Souza Nazareth
Heleny Telles Ferreira Guariba
Hélio Luiz Navarro de Magalhães
Henrique Cintra Ferreira de Ornellas
Higino João Pio
Hiran de Lima Pereira
Hiroaki Torigoe
Honestino Monteiro Guimarães
Iara Iavelberg
Idalísio Soares Aranha Filho
Ieda Santos Delgado
Íris Amaral
Ishiro Nagami
Ísis Dias de Oliveira
Ismael Silva de Jesus
Israel Tavares Roque
Issami Nakamura Okano
Itair José Veloso
Iuri Xavier Pereira
Ivan Mota Dias
Ivan Rocha Aguiar
Jaime Petit da Silva
James Allen da Luz
Jana Moroni Barroso
Jane Vanini
Jarbas Pereira Marques
Jayme Amorim Miranda
Jeová Assis Gomes
João Alfredo Dias
João Antônio Abi-Eçab
João Barcellos Martins
João Batista Franco Drummond
João Batista Rita
João Bosco Penido Burnier (Padre)
João Carlos Cavalcanti Reis
João Carlos Haas Sobrinho
João Domingues da Silva
João Gualberto Calatroni
João Leonardo da Silva Rocha
João Lucas Alves
João Massena Melo
João Mendes Araújo
João Roberto Borges de Souza
Joaquim Alencar de Seixas
Joaquim Câmara Ferreira
Joaquim Pires Cerveira
Joaquinzão
Joel José de Carvalho
Joel Vasconcelos Santos
Joelson Crispim
Jonas José Albuquerque Barros
Jorge Alberto Basso
Jorge Aprígio de Paula
Jorge Leal Gonçalves Pereira
Jorge Oscar Adur (Padre)
José Bartolomeu Rodrigues de Souza
José Campos Barreto
José Carlos Novaes da Mata Machado
José de Oliveira
José de Souza
José Ferreira de Almeida
José Gomes Teixeira
José Guimarães
José Huberto Bronca
José Idésio Brianezi
José Inocêncio Pereira
José Júlio de Araújo
José Lavechia
José Lima Piauhy Dourado
José Manoel da Silva
José Maria Ferreira Araújo
José Maurílio Patrício
José Maximino de Andrade Netto
José Mendes de Sá Roriz
José Milton Barbosa
José Montenegro de Lima
José Porfírio de Souza
José Raimundo da Costa
José Roberto Arantes de Almeida
José Roberto Spiegner
José Roman
José Sabino
José Silton Pinheiro
José Soares dos Santos
José Toledo de Oliveira
José Wilson Lessa Sabag
Juarez Guimarães de Brito
Juarez Rodrigues Coelho
Kleber Lemos da Silva
Labib Elias Abduch
Lauriberto José Reyes
Líbero Giancarlo Castiglia
Lígia Maria Salgado Nóbrega
Lincoln Bicalho Roque
Lincoln Cordeiro Oest
Lourdes Maria Wanderley Pontes
Lourenço Camelo de Mesquita
Lourival de Moura Paulino
Lúcia Maria de Souza
Lucimar Brandão
Lúcio Petit da Silva
Luís Alberto Andrade de Sá e Benevides
Luís Almeida Araújo
Luís Antônio Santa Bárbara
Luís Inácio Maranhão Filho
Luis Paulo da Cruz Nunes
Luiz Affonso Miranda da Costa Rodrigues
Luiz Carlos Almeida
Luiz Eduardo da Rocha Merlino
Luiz Eurico Tejera Lisbôa
Luiz Fogaça Balboni
Luiz Gonzaga dos Santos
Luíz Guilhardini
Luiz Hirata
Luiz José da Cunha
Luiz Renato do Lago Faria
Luiz Renato Pires de Almeida
Luiz Renê Silveira e Silva
Luiz Vieira
Luíza Augusta Garlippe
Lyda Monteiro da Silva
Manoel Aleixo da Silva
Manoel Fiel Filho
Manoel José Mendes Nunes de Abreu
Manoel Lisboa de Moura
Manoel Raimundo Soares
Manoel Rodrigues Ferreira
Manuel Alves de Oliveira
Manuel José Nurchis
Márcio Beck Machado
Marco Antônio Brás de Carvalho
Marco Antônio da Silva Lima
Marco Antônio Dias Batista
Marcos José de Lima
Marcos Nonato Fonseca
Margarida Maria Alves
Maria Ângela Ribeiro
Maria Augusta Thomaz
Maria Auxiliadora Lara Barcelos
Maria Célia Corrêa
Maria Lúcia Petit da Silva
Maria Regina Lobo Leite de Figueiredo
Maria Regina Marcondes Pinto
Mariano Joaquim da Silva
Marilena Villas Boas
Mário Alves de Souza Vieira
Mário de Souza Prata
Maurício Grabois
Maurício Guilherme da Silveira
Merival Araújo
Miguel Pereira dos Santos
Milton Soares de Castro
Míriam Lopes Verbena
Neide Alves dos Santos
Nelson de Souza Kohl
Nelson José de Almeida
Nelson Lima Piauhy Dourado
Nestor Veras
Newton Eduardo de Oliveira
Nilda Carvalho Cunha
Nilton Rosa da Silva (Bonito)
Norberto Armando Habeger
Norberto Nehring
Odijas Carvalho de Souza
Olavo Hansen
Onofre Pinto
Orlando da Silva Rosa Bonfim Júnior
Orlando Momente
Ornalino Cândido da Silva
Orocílio Martins Gonçalves
Osvaldo Orlando da Costa
Otávio Soares da Cunha
Otoniel Campo Barreto
Pauline Reichstul
Paulo César Botelho Massa
Paulo Costa Ribeiro Bastos
Paulo de Tarso Celestino da Silva
Paulo Mendes Rodrigues
Paulo Roberto Pereira Marques
Paulo Stuart Wright
Pedro Alexandrino de Oliveira Filho
Pedro Carretel
Pedro Domiense de Oliveira
Pedro Inácio de Araújo
Pedro Jerônimo de Souza
Pedro Ventura Felipe de Araújo Pomar
Péricles Gusmão Régis
Raimundo Eduardo da Silva
Raimundo Ferreira Lima
Raimundo Gonçalves Figueiredo
Raimundo Nonato Paz
Ramires Maranhão do Vale
Ranúsia Alves Rodrigues
Raul Amaro Nin Ferreira
Reinaldo Silveira Pimenta
Roberto Cieto
Roberto Macarini
Roberto Rascardo Rodrigues
Rodolfo de Carvalho Troiano
Ronaldo Mouth Queiroz
Rosalindo Souza
Rubens Beirodt Paiva
Rui Osvaldo Aguiar Pftzenreuter
Ruy Carlos Vieira Berbert
Ruy Frazão Soares
Santo Dias da Silva
Sebastião Gomes da Silva
Sérgio Correia
Sérgio Landulfo Furtado
Severino Elias de Melo
Severino Viana Colon
Sidney Fix Marques dos Santos
Silvano Soares dos Santos
Soledad Barret Viedma
Sônia Maria Lopes de Moraes Angel Jones
Stuart Edgar Angel Jones
Suely Yumiko Kanayama
Telma Regina Cordeiro Corrêa
Therezinha Viana de Assis
Thomaz Antônio da Silva Meirelles Neto
Tito de Alencar Lima (Frei Tito)
Tobias Pereira Júnior
Túlio Roberto Cardoso Quintiliano
Uirassu de Assis Batista
Umberto Albuquerque Câmara Neto
Valdir Sales Saboya
Vandick Reidner Pereira Coqueiro
Victor Carlos Ramos
Virgílio Gomes da Silva
Vítor Luíz Papandreu
Vitorino Alves Moitinho
Vladimir Herzog
Walkíria Afonso Costa
Walter de Souza Ribeiro
Walter Kenneth Nelson Fleury
Walter Ribeiro Novaes
Wânio José de Mattos
Wilson Silva
Wilson Souza Pinheiro
Wilton Ferreira
Yoshitane Fujimori
Zuleika Angel Jones
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Postado em: 03:26 PM, 5/7/2011 |
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OSVALDO RABELO - CRIADOR DO DOPS EM PERNAMBUCO
OSVALDO RABELO
CRIADOR DO DOPS EM PERNAMBUCO
RESPONSÁVEL POR DEZENAS DE MORTES
NA DITADURA MILITAR

Osvaldo Rabelo nasceu em 13 de fevereiro de 1925, no município de Goiana,
Pernambuco. Filho de José Eleutério Pereira Rabelo Sobrinho e de Maria das
Mercês Corrêa Rabelo, destacou-se no cenário político pernambucano, sendo
eleito suplente para o cargo de Deputado Estadual na 4ª legislatura da Assembleia
Legislativa de Pernambuco, entre 1959 e 1962, tendo assumido o cargo por um
curto período em função do afastamento do titular.
Tomou posse como Deputado para a 6ª legislatura, em 1968,
após ser eleito em 1967, pela Aliança Renovadora Nacional - ARENA,
permanecendo neste cargo até a 11ª legislatura (1987-1991), chegando
a ocupar a presidência da Assembleia Legislativa de Pernambuco entre
os anos 1985 e 1987.
A lenda sobre o poder de Osvaldo Rabelo na ditadura militar
começou no primeiro concurso público para o cargo de delegado da
secretaria. Antes disso, todos eram nomeados por apadrinhamento político.
Na época, Rabelo era inspetor geral de polícia sem ter o curso de Direito - critério
para a nomeação de qualquer delegado. Mesmo assim, ele foi efetivado assim como
os outros 44 delegados que o acompanhavam na época.
Através do concurso foram nomeados outros 65. Com a carreira de polícia criada,
Rabelo passou a ser a referência para os antigos e novos delegados.
Criou o DOPS, instrumentos de torturas, esquadrão da morte, confiscou bens dos
presos politicos, ficou rico do dia para noite.
OSVALDO RABELO FOI AO MESMO TEMPO:
DEPUTADO ESTADUAL
DELEGADO DO DOPS
INFORMANTE DO DOI-CODI
MATADOR E LADRÃO
OSVALDO RABELO MANDOU O DOPS MATAR O PADRE HENRIQUE. O ENCARREGADO DA EXECUÇÃO
FOI O 2º TENENTE DA POLICIA MILITAR DE PERNAMBUCO JOSÉ FERREIRA DOS ANJOS.
PADRE HENRIQUE FOI PRESO NA CIDADE DE GOIANA - PERNAMBUCO, E LEVADO AO RECIFE EM
UM JIPE, COMANDADO PELO 2º TEN JOSÉ FERREIRA DOS ANJOS. FOI TORTURADO E MORTO NA
CIDADE UNIVERSITÁRIA.
DEPUTADO ESTADUAL E DELEGADO ESPECIAL DE POLICIA CIVIL OSVALDO RABELO
E O MAJOR JOSÉ FERREIRA DOS ANJOS, JÁ SE ENCONTRAM FALECIDOS, DEVERIAM
TER MORRIDOS MAIS CEDO, MAS O DIABO SE ATRASOU EM SEU TRABALHO. |
Postado em: 01:40 PM, 5/7/2011 in Comando de Caça aos Torturadores do Regime Militar |
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Sônia Maria de Moraes Angel Jones
Depois De Estuprada Com Cassetete
Jovem Teve Seios Mutilados

A história da estudante Sônia Maria de Moraes Angel Jones
Militante da Ação Libertadora Nacional - ALN.
Nasceu em 9 de novembro de 1946, em Santiago do Boqueirão,
Estado do Rio Grande do Sul, filha de João Luiz Moraes e Cléa
Lopes de Moraes.
Foi morta aos 27 anos em 1973, em São Paulo.
Estudou no colégio de Aplicação da antiga Faculdade
Nacional de Filosofia e, posteriormente, na Faculdade
de Economia e Administração da UFRJ, mas não chegou
a se formar, sendo desligada pelo Decreto nº477, de 24 de
setembro de 1969.
Casou-se, em 18 de agosto de 1968, com Stuart Edgar Angel Jones,
militante doMovimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8).
Em 1° de Maio de 1969, foi presa por ocasião das manifestações de rua
na Praça Tiradentes/RJ com mais três estudantes, levada para o DOPS
e, posteriormente, para o Presídio Feminino São Judas Tadeu. Somente
foi libertada em 6 de agosto de 1969, quando foi julgada e absolvida por
unanimidade pelo Superior Tribunal Militar. Passou a viver na clandestinidade.
Em maio de 1970 exilou-se na França, onde se matriculou na Universidade
de Vincennes e, para se sustentar, trabalhou na Escola de Línguas Berlitz,
em Paris, onde lecionava Português.
Com a prisão e desaparecimento de Stuart pelos órgãos brasileiros de repressão política, Sônia decidiu voltar ao Brasil para retomar a luta de resistência. Ingressou na ALN e viajou para o Chile, onde trabalhava como fotógrafa. Posteriormente, em maio de 1973, retornou clandestinamente ao Brasil, indo morar em São Paulo. Em 15 de novembro de 1973 alugou um apartamento em São Vicente, junto com Antônio Carlos Bicalho Lana, com quem se unira. Seu apartamento passou a ser vigiado, sendo presa, juntamente com Antônio Carlos, no mesmo mês, por agentes do DOI-CODI/SP, tendo o II Exército divulgado a notícia de que morrera, após combate, a caminho do hospital (O globo 1º de dezembro de 1973).
Foi assassinada sob torturas no dia 30 de novembro de 1973, juntamente com Antônio Carlos Bicalho Lana.
A autópsia assinada pelos legistas Harry Shibata e Antônio Valentine, apenas descreve as perfurações das balas, sem nada mencionar das torturas sofridas. Afirmam que o crânio sofreu corte característico da autópsia e que examinaram detidamente o corpo.
Durante quase vinte anos a família investigou os fatos relacionados à prisão, tortura e assassinato de Sônia e Antônio Carlos.
Como resultado dessas investigações, a família produziu o vídeo “Sônia Morta e Viva”, dirigido por Sérgio Waismann.
A prisão do casal, em São Vicente, foi detalhadamente planejada, como constatou sua família, durante as investigações junto aos empregados do prédio em que Sônia e Antônio Carlos moravam. Ela costumava, assim que se mudou, tomar banho de sol numa prainha ligada ao prédio e, desde então era observada de um prédio próximo por agentes policiais, através de uma luneta. Dias depois, os mesmos agentes comunicaram aos empregados do prédio que moravam ali dois terroristas muito perigosos e para justificar tal afirmativa “empregaram-se” como funcionários do prédio e passaram a observá-los mais de perto. Certa manhã, bem cedo, quando Antônio Carlos e Sônia pegaram o ônibus da Empresa Zefir, já havia dentro do ônibus alguns agentes, inclusive uma senhora vestida de vermelho. Ao mesmo tempo, nas imediações da agência do Canal 1, São Vicente, já se encontravam vários agentes à espera de que um deles, pelo menos, descesse para adquirir passagens, pois as mesmas não eram vendidas no ônibus. Até hoje, a família não pôde precisar o dia exato da prisão, possivelmente num sábado, depois do dia 15 de novembro, fato este testemunhado por Celso Pimenta, motorista do ônibus, e Ozéas de Oliveira, vendedor de bilhetes, ambos da Agência Zefir.
Existem duas versões a respeito da prisão, tortura e assassinato de Sônia e Antônio Carlos.
A versão do primo do pai de Sônia, coronel Canrobert Lopes da Costa, ex-comandante do DOI-CODI de Brasília, amigo pessoal do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, comandante do DOI-CODI de São Paulo: depois de presa, do DOI-CODI de São Paulo foi mandada para o DOI-CODI do Rio de Janeiro, onde foi torturada, estuprada com um cassetete e mandada de volta a São Paulo, já quase morta, onde recebeu dois tiros.
A versão do Sargento Marival Chaves, membro deo DOI-CODI/SP: Sônia e Antônio Carlos foram presos e levados para uma casa de tortura na Zona Sul de São Paulo onde ficaram de cinco a dez dias, até morrerem, dia 30 de novembro de 73 e foram colocados, no mesmo dia, à porta do DOI-CODI/SP, para servir de exemplo. Ao mesmo tempo, foi montado um “teatrinho” – termo usado pelo sargento – para justificar a versão oficial de que foram mortos em conseqüência de tiroteio, no mesmo dia 30 (metralharam com tiros de festim um casal e os colocaram imediatamente num carro).
Versão oficial publicada dia 1° de dezembro de 1973 em dois jornais: “O Globo” e “O Estado de São Paulo”: Morte de Sônia e Antônio Carlos, a caminho do Hospital, após tiroteio em confronto com os agentes de segurança, na Avenida de Pinedo, no Bairro de Santo Amaro, cidade de São Paulo, altura do n° 836, às 15 horas.
No arquivo do antigo DOPS/SP foi encontrado um documento da Polícia Civil de São Paulo-Divisão de Informações CPI/DOPS/SP que diz: “Consta arquivado nesta divisão uma cópia xerográfica do Laudo de Exame Necroscópico referente à epigrafada com data de 20 de novembro de 1973.” (Teve o laudo assinado antes de morrer?).
Apesar de haverem identificado Sônia Maria, os seus assassinos enterraram-na, como indigente, no Cemitério Dom Bosco, em Perús, sob o nome de Esmeralda Siqueira Aguiar. A troca proposital do nome de Sônia, demonstra a clara tentativa dos órgãos de repressão em esconder seu cadáver. A família de Sônia conseguiu obter através de processo de número 1483/79 na 1ª Vara Civil de São Paulo, a correção de identidade e retificação do Registro de Óbito.

Oficialmente morta, a família pôde transladar seus restos mortais para o Rio de Janeiro, em 1981.
Em 1982, na tentativa de apuração das reais circunstâncias da morte de Sônia, através de processo movido contra Harry Shibata, médico do IML/SP que atesta sua morte (inclusive assinando o atestado de óbito sob o nome falso e o laudo com nome verdadeiro), o IML/RJ constatou que os ossos entregues à família, enterrados no Rio de Janeiro, eram de um homem.
Para sepultar dignamente os restos mortais de Sônia, a família teve que fazer várias exumações, que chegaram a seis. A última exumação apresentava um crânio, sem o corte característico de autópsia e a família não aceitou os restos mortais, por desconfiar que seria mais um engano do Instituto Médico Legal de S. Paulo.
Em um de seus depoimentos à CPI realizada na Câmara Municipal de S. Paulo, Harry Shibata declarou que a descrição feita no laudo necroscópico de que houve corte de crânio, não corresponde à verdade, uma vez que essa descrição é apenas uma questão de praxe. Assim declarando, assumiu a farsa com que eram feitos os laudos.
Após serem identificados pela UNICAMP, seu restos mortais, finalmente, foram trasladados para o Rio de Janeiro no dia 11 de agosto de 1991.
De seu pai, o Tenente-Coronel da Reserva do Exército Brasileiro e professor de matemática, João Luiz de Morais:
“Sônia Maria Lopes de Moraes, minha filha, teve seu nome mudado após o seu casamento com Stuart Edgar Angel Jones, para Sônia Maria de Moraes Angel Jones. Ambos foram torturados e assassinados por agentes da repressão política, ele em 1971 e ela em 1973. Minha filha foi morta nas dependências do Exército Brasileiro, enquanto seu marido Stuart Edgar Angel Jones foi morto nas dependências da Aeronáutica do Brasil.Tenho conhecimento de que, nas dependências do DOI-CODI do I Exército, minha filha foi torturada durante 48 horas, culminando estas torturas com a introdução de um cassetete da Polícia do Exército em seus órgãos genitais, que provocou hemorragia interna.
.
Após estas torturas, minha filha foi conduzida para as dependências do DOI-CODI do II Exército, local em que novas torturas lhe foram aplicadas, inclusive com arrancamento de seus seios. Seu corpo ficou mutilado de tal forma, a ponto de um general em São Paulo ter ficado tão revoltado, tendo arrancado suas insígnias e as atirado sobre a mesa do Comandante do II Exército, tendo sido punido por esse ato. Procedi a várias investigações em São Paulo, visando a aferição desses fatos, inclusive tentando manter contato, porém sem êxito, com esse General, tendo tido notícia de que o mesmo sofrera derrame cerebral, estava passando mal e de que sua família se opunha a qualquer contato e a qualquer referência aos fatos relativos a Sônia Maria.

As informações sobre as torturas, o estupro, o arrancamento dos seios de Sônia Maria e os tiros, me foram prestadas pessoalmente pelo coronel Canrobert Lopes da Costa e pelo advogado Dr. José Luiz Sobral. Minha filha, em sua militância política, utilizava o nome de Esmeralda Siqueira Aguiar. Em 1° de dezembro de 1973, ao ler no Jornal “O Globo” vi uma notícia sobre Esmeralda Siqueira Aguiar. Viajei imediatamente em companhia de minha mulher Cléa, de minha cunhada Edy, de minha outra filha, Ângela, e de meu futuro genro, Sérgio, para a cidade de São Vicente, dirigindo-me diretamente para a Rua Saldanha da Gama, 163, apto. 301, local onde residia Sônia Maria. Ao chegar a esse local, à noite, encontrei-o ocupado por alguns homens, em torno de 5 (cinco) ao que me recordo, membros das Forças da Segurança. Ao me recusar entregar minha carteira de identidade, cheguei a ser agredido. Após ter sido agredido, ameaçado de ser atirado do 3°andar e de ser metralhado por esses homens, consegui comunicar-me com o superior-de-dia do II Exército, em São Paulo, quando então, após identificar-me como Tenente-Coronel, consegui deste uma determinação por telefone diretamente a um dos 5 membros das Forças da Segurança, que me libertassem, mediante o compromisso de dirigir-me para um hotel em São Paulo, onde fiquei juntamente com minha mulher à disposição do II Exército e no dia seguinte prestei depoimentos no DOI-CODI.
Durante esse depoimento, indaguei aos interrogadores a respeito do paradeiro do corpo de minha filha, sendo que um destes respondeu que o corpo só poderia ser visto com a autorização do Comandante do II Exército.
Na tarde desse mesmo dia, viajei para o Rio de Janeiro em companhia de minha mulher para conversar com meu amigo, General Décio Palmeiro Escobar, Chefe do Estado Maior do Exército, já falecido, o qual me deu uma carta para ser entregue ao General Humberto de Souza Mello, carta essa em que o General Décio pedia “ao ilustre companheiro e amigo” que me liberasse, assim como minha mulher, de São Paulo, pois necessitávamos permanecer no Rio, onde dirigíamos um Colégio, bem como fosse liberado o corpo de Sônia para um sepultamento cristão.
Regressando a São Paulo em companhia de minha mulher, no dia seguinte, dirigi-me ao Quartel do II Exército para entregar a mencionada carta, sendo certo que o General Humberto não quis receber-me, e a carta foi levada pelo então Coronel Hugo Flávio Lima da Rocha, que, ao voltar do gabinete do General, deu a seguinte resposta: “o General manda te dizer que, por causa desta carta, você está preso a partir deste momento” e, como seu velho companheiro de Realengo, faço questão de, pessoalmente, levá-lo para o Batalhão da Polícia do Exército. No Batalhão da Polícia do Exército, fiquei preso durante 4 (quatro) dias, vindo a ser liberado, sem maiores explicações mas com a recomendação de que “regressasse ao Rio, nada falasse, não pusesse advogado e aguardasse em casa o atestado de óbito de Sônia que seria remetido pelo II Exército e, quanto ao corpo, não poderia vê-lo pois havia sido sepultado”.
Somente decorridos muitos anos pude entender minha prisão, ou seja, naqueles dias Sônia Maria ainda estava viva e sendo torturada e, na medida em que era mantido preso, era possível evitar minha interferência, ao mesmo tempo que, com essa prisão, buscavam amedrontar toda a família.
Apesar do desespero, das ameaças e do conseqüente apavoramento, a família continuou insistindo em conhecer os detalhes sobre a morte de Sônia Maria e, nessa procura, o referido advogado, José Luiz Sobral, que se dizia amigo comum da família e do General Adir Fiúza de Castro, então Comandante do DOI-CODI do Rio de Janeiro, prontificou-se em obter esclarecimentos diretamente com esse General. O Dr. José Luiz Sobral, ao retornar das dependências do DOI-CODI do I Exército, claudicava um pouco, e insinuava ‘ter levado umas cassetadas’, trazendo-me um presente inusitado: um cassetete da Polícia do Exército, mandado pessoalmente pelo General Fiúza para a família, com a recomendação que não falasse mais sobre o assunto, pois ‘todos estavam falando demais’.

Na ocasião, a família guardou o cassetete sem lhe dar maior importância e só recentemente, há uns 2 (dois) anos, é que pude fazer a interligação dos acontecimentos, ou seja, conclui estarrecido que o verdadeiro significado desse presente é que o mesmo General Fiúza nos enviava, como advertência, o próprio instrumento que provocara a morte de Sônia Maria. Este cassetete se encontra em meu poder, podendo ser apresentado a qualquer tempo.
A partir da morte de Sônia, todo final de semestre, nas Declarações de Herdeiros que prestava ao Ministério do Exército, colocava Sônia Maria Lopes de Moraes como minha herdeira, assinalando sempre que ‘presumivelmente morta pelas Forças de Segurança do II Exército, deixo de apresentar a certidão de óbito porque não me foi fornecida ainda pelo II Exército, conforme prometido’. Essas declarações causavam mal-estar entre os militares, tendo sido aconselhado pelo chefe da pagadoria do Exército a requerer a certidão diretamente ao Comandante do II Exército. Apresentado o requerimento, em setembro de 1978, recebi uma correspondência onde o General Dilermando Gomes Monteiro, então Comandante do II Exército, afirmava que ‘não cabe ao II Exército fornecer o atestado solicitado. No Cartório de Registro Civil do 20° Sub Distrito – Jardim América/SP, foi registrado o óbito de Esmeralda Siqueira Aguiar, filha de Renato A. Aguiar e de Lucia Lima Aguiar. O requerente procure o Cartório em causa, se assim o desejar.’ O documento acrescentava, ainda, que ‘mandara retirar do Cartório referido, por pessoa indiscriminada, uma certidão de óbito registrada, que fora fornecida sem qualquer problema’. A referida correspondência, subscrita pelo Comandante do II Exército, foi o primeiro reconhecimento oficial da morte de Sônia Maria. Apesar de ter requerido o atestado de óbito em nome de Sônia Maria Lopes de Moraes, a resposta do Comandante do II Exército foi a entrega de uma certidão de óbito em nome de Esmeralda Siqueira Aguiar. Tempos depois da entrega desse atestado de óbito, tomei conhecimento de um outro documento, ‘Auto de Exibição e Apreensão’, datado de 30 de novembro de 1973, em cujo verso há uma nota do DOI-CODI do II Exército, onde, no final, consta um ‘em tempo: material encontrado em poder de Esmeralda Siqueira Aguiar, cujo nome verdadeiro é Sônia Maria Lopes de Moraes.
No Cemitério de Perus, consegui encontrar o registro de sepultamento de Esmeralda Siqueira Aguiar, na Quadra 7, Gleba 2, Terreno 486, com algumas rasuras, em datas principalmente. Nessa oportunidade, os ossos de Sônia não podiam ser exumados porque estava sepultado na parte de cima um outro cadáver. Tivemos que aguardar ainda 3 (três) anos para a pretendida exumação, ocorrida em 16 de maio de 1981. Nessa ocasião reclamei das divergências existentes entre o que constava do laudo assinado pelos legistas Harry Shibata e Antônio Valentine e a realidade da ossada retirada, pois, ao contrário do que constava nesse laudo, o crânio que seria o de Sônia não apresentava nenhum orifício de entrada ou saída de projétil de arma de fogo e estava inteiro. Apesar dessas discrepâncias, levamos os ossos para o Rio de Janeiro, sepultando-os no Cemitério Jardim da Saudade, mais precisamente no Lote 18874, Espaço B, Setor IV, e, durante um ano, todos os sábados, juntamente com minha mulher, ia ao Cemitério e levava flores em homenagem a minha filha.
Além da ação proposta na I Vara de Registros Públicos para retificação de identidade, intentamos outra na Auditoria Militar de São Paulo, pleiteando a abertura de IPM para averiguar as verdadeiras causas da morte de minha filha, bem como a falsidade da certidão e laudo assinados por Harry Shibata e Antonio Valentine. Esse processo, na Auditoria Militar, teve seu curso normal até que o Comandante da II Região Militar, General Alvir Souto se negou a cumprir determinação do Juiz para a abertura de IPM, alegando insuficiência de provas.
Nessa ocasião a Juíza Dra. Sheila de Albuquerque Bierrembach determinou a exumação dos restos mortais sepultados no Cemitério Jardim da Saudade, bem como o seu exame pelo IML do Rio de Janeiro, constatando esse Instituto que aquela ossada não pertencia a Sônia, mas sim a um homem, negro, de aproximadamente 33 anos de idade.
Diante do estranho resultado dessa última exumação, a mesma Juíza Sheila Bierrenbach determinou que se fizessem, no Cemitério de Perus, tantas exumações quantas fossem necessárias até serem encontrados os restos mortais de Sônia Maria. Nessa busca, participei juntamente com minha mulher, familiares e amigos ainda de mais 4 exumações nesse mesmo Cemitério de Perus. Terminada a última dessas exumações foi encontrada uma ossada, que poderia ser a de Sônia. Porém, o crânio encontrado também não estava seccionado e os orifícios de entrada e saída de projéteis não coincidiam inteiramente com o laudo. Não tínhamos então a ficha dentária de Sônia, que havia sido perdida por seu dentista no Rio de Janeiro, Dr. Lauro Sued. Não tínhamos elementos de convicção para aceitar aqueles restos mortais como sendo os de Sônia e, por isso, tentamos impugnar as conclusões do IML de São Paulo, apresentando 11 quesitos e 10 fotografias do crânio de Sônia quando esta tinha 11 anos de idade. A juíza, Dra. Sheila, finalmente, aceitou a conclusão do IML de São Paulo, no sentido de que aqueles eram, oficialmente, os restos mortais de Sônia Maria de Moraes Angel Jones.”

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Postado em: 12:23 PM, 5/7/2011 in Comando de Caça aos Torturadores do Regime Militar |
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