02:51 PM, 9/8/2011
Globalização e Alcoolismo
Uma recente pesquisa de Recursos Humanos concluiu que as empresas “Trazem gente do exterior para falar dos modernos paradigmas de gestação e organização. Nada disso é realmente aplicado.” Por outro lado, a conceituada revista de cibernética, WIRED, notou que: “Todas as importações culturais parecem que passam por um filtro, produzindo no fim algo totalmente brasileiro.”
Há vinte anos atrás, a empresa Johnson & Johnson queria um centro para tratar a dependência de álcool e outras drogas, dependência química, dos seus funcionários nos mesmos moldes do Hazelden Foundation nos Estados Unidos. Por esse motivo, eles facilitaram a formação de Vila Serena (www.vilaserena.com) com o apoio da Caterpillar, McDonalds, Avon, Dow e General Motors. Começou no Rio de Janeiro e hoje tem sete centros no Brasil desde o Ceará até o Rio Grande do Sul
Recomendamos: clinica dependentes químicos
Tel: (11) 5928-2430
serenasp@amcham.com.br
02:51 PM, 9/8/2011
Dependentes químicos
Temos poucos dados para pacientes particulares porque, acompanhar residentes depois da saída do tratamento, por pelo menos um ano, é muito dispendioso e difícil.
Para residentes provenientes de empresas, temos dados confiáveis e, em geral, 60% a 80% dos funcionários dependentes, especialmente aqueles que têm grupos de apoio na empresa, são recuperados, apresentam melhor desempenho na sua função de empregado e abstinência de utilização de álcool ou outras drogas, incluindo qualquer substância psicoativa.
Dois exemplos:
•Goodyear do Brasil, em 1994, tratou 50 funcionários, com a idade média de 38 anos, com tempo médio na empresa de 9 anos e, numa avaliação nos 12 meses depois de internação, constatou que:
•90% estava em recuperação, determinado por melhor desempenho e evidente abstinência de utilização de substâncias psicoativas.
•Reduziu as faltas/ano em 19 dias.
•Aumentou a produção de borracha em 101.888 quilos.
•A refinaria da Petrobrás, Reduc, tratou 55 funcionários em 1994, e constatou, depois de seis meses de tratamento, que:
•95% estava em recuperação.
•Diminuiram as faltas não justificadas em 88%.
•Diminuiram os acidentes com perdas em 80%.
A avaliação dos resultados é sempre polêmica porque é extremamente complexa e os pesquisadores nunca chegaram a um consenso sobre o que é sobriedade mas, em todas as empresas que adotaram programas, com
Recomendamos: clinica de recuperação
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02:51 PM, 9/8/2011
Como ajudar um dependente quimico Vila serena
No Grupão, pela manhã, o plano de tratamento de cada residente é acompanhado, comentado e revisado. Datas de alta são determinadas pelo grupo. Há uma constante avaliação e, se nós não conseguimos levar o residente a envolver-se no processo dos Passos ou, quando esse tipo de tratamento não é indicado, ele é transferido para outro recurso ou é desligado.
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02:50 PM, 9/8/2011
clinica dependentes químicos

Vila Serena São Paulo é um centro para tratamento de dependência de álcool e outras drogas.
Consideramos a dependência química uma doença crônica, física, emocional e espiritual,
que exige uma profunda mudança de atitudes e referenciais de vida por parte do dependente
e sua família, esta também afetada pela doença
Nos últimos vinte e cinco anos tratamos mais de 25.000 dependentes e 75.000 familiares.
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A terapia do dependente quimico
A terapia mais eficaz para dependência química é engajar o dependente num grupo de ajuda-mútua com outros dependentes com a maior freqüência e pelo mais tempo possível. Um paciente que participa num grupo semanalmente durante dois anos tem a probabilidade de 80% de recuperação. Todo o esforço de Vila Serena focaliza-se neste sentido.
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Acompanhamento médico
Há durante esse processo todo um acompanhamento médico, além do psiquiátrico se for necessário,
mas não é enfatizado ao residente transformar-se em paciente.
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02:49 PM, 9/8/2011
clinica de recuperação

Vila Serena São Paulo é um centro para tratamento
de dependência de álcool e outras drogas.
Utilizamos uma abordagem humanística,
não medicamentosa, baseada nos Doze Passos de
Alcoólicos e Narcóticos Anônimos e na Psicologia
Arquetípica de C. G. Jung e James Hillman.
Recomendamos: clinica de recuperação
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02:48 PM, 9/8/2011
História do Tratamento de Dependência Química e a Metodologia de Vila Serena
Dependência química e sua definição
O termo popular usado atualmente é dependência química, que "trata o álcool e outras drogas como dois lados de um mesmo problema".
A definição de alcoolismo é cercada de controvérsia. "Beber a ponto de prejudicar-se" é uma norma prática sensata e comum, mas costuma ser difícil determinar a disfunção real que varia com a quantidade, a proporção, o propósito e as circunstâncias práticas. A quantidade de bebida que poderia colocar no ostracismo um ítalo americano pode ser normal para uma pessoa de origem irlandesa; o que pode pôr em perigo o emprego de um motorista de ônibus, pode não constituir uma ameaça para o trabalho de um profissional não qualificado.
A dependência química pode ser vista a partir dos aspectos: 1) biomédico, 2) genético ou 3) psicossocial. Cada abordagem tem seus proponentes dependendo do ponto de vista profissional e comercial. Assim, consenso não é esperado, mas a Organização Mundial de Saúde, na sua “Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10” elaborou a definição e normas mais respeitadas e utilizadas junto com diretrizes diagnósticas:
A síndrome da dependência é um conjunto de fenômenos fisiológicos, comportamentais e cognitivos, no qual o uso de uma substância ou uma classe de substâncias alcança uma prioridade muito maior para um determinado indivíduo que outros comportamentos que antes tinham mais valor. Uma característica descritiva central da síndrome de dependência é o desejo (freqüentemente forte, algumas vezes irresistível) de consumir drogas psicoativas (as quais podem ou não ter sido medicamentos prescritos), álcool ou tabaco. Pode haver evidência de que o retorno ao uso de substâncias após um período de abstinência, leva a um reaparecimento mais rápido de outros aspectos da síndrome, do que ocorre com indivíduos não dependentes.
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