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Claudia Cataldi

A Política do bem é tema de debate no Responsa

Postado em 21/7/2010 em 08:09 PM

Doação foi tema do Responsa Habilidade

Postado em 21/7/2010 em 08:04 PM

O tempo quando doado com carinho e dedicação, pode salvar vidas!

A jornalista Claudia Cataldi recebeu no “Programa do Bem” a Dra. Rosa Célia, fundadora e diretora do Hospital Pró Criança Cardíaca e o Deputado Estadual Christino Áureo. O debate aconteceu acerca da superação de obstáculos na busca de fazer o bem ao próximo e do orgulho e dificuldades de ver um sonho concretizado e através de ajuda voluntária e doações, atendendo às crianças de famílias carentes que desprovidas de recursos, não encontram atendimento especializado nos hospitais da rede pública.

O Responsa Habilidade, através do bom exemplo da Dra. Rosa Célia, mostrou mais uma vez que a solidariedade é um diferencial do ser humano e te convida a fazer parte dessa corrente do bem!

Mais informações:

www.responsahabilidade.org.br

Assista ao vídeo em:

Pelo direito de não ouvir

Postado em 21/7/2010 em 08:01 PM

 Em nosso país, a liberdade de expressar pensamentos, opiniões e idéias foi garantida até 1937, quando durante o período do Estado Novo, em que fomos presididos por Getúlio Vargas, o princípio constitucional da liberdade de expressão foi banido. Na intenção de resguardar informações sigilosas que possivelmente abalariam a estrutura do governo vigente, a censura foi implantada.

Depois do Ato Institucional nº 5, o tão famoso AI-5, que recebeu esse nome por ser o quinto de uma série de decretos emitidos após o regime instituído a partir de 64, a vida do cidadão brasileiro e principalmente da classe artística nunca mais foi a mesma. O ato dava poderes extraordinários ao Presidente da República e suspendia direitos constitucionais, como o da liberdade de expressão, garantida desde 1948 pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU), que rege que todo homem tem direito à liberdade de opinião e expressão, direito este que inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer independentemente de fronteiras.

Na época, agentes autorizados revisavam e aprovavam a pauta de todos os meios de comunicação, além das letras de músicas, conteúdo de novelas e toda obra que fosse chegar ao domínio público.

A saída encontrada pelos órgãos de imprensa, que não podiam divulgar protestos, opiniões divergentes das do governo nem anunciar os desaparecimentos por motivos políticos, foi publicar no lugar das partes do texto censurado, receitas culinárias ou mesmo deixá-las em branco. Já os compositores, passaram a produzir músicas de duplo sentido, que muitas vezes só eram percebidas pelos agentes da censura, depois de já serem sucesso sendo cantadas pela população.

Um bom exemplo disto é Cálice, de Chico Buarque, que na grafia, Cale-se, deixa bem clara a ambiguidade.

Todo esse tempo de repressão fez o brasileiro que o viveu e também o que não viveu a época, ter uma espécie de pânico toda vez que a palavra ou termo censura faz-se lembrar. E isso tem sido tema de divergência.

Mas afinal, o que fazer com a liberdade de expressão quando a falta do bom senso agride a moral?

A classificação indicativa que apenas mostra aos pais o teor do conteúdo de obras audiovisuais e a indicação para a idade do telespectador foi logo confundida com censura. Personalidades famosas de veículos de renome no país logo vieram a público explicitar seu repúdio a toda e qualquer forma de repressão. Quando cenas de sexo de novelas ou filmes que passam em horários em que certamente há crianças em frente à televisão são cortadas, lá vem de novo o coro uníssono dos traumatizados.

A opinião pública, ainda na velha mania de justificar um erro com outro, acha que a culpa é dos políticos que roubam e tem que mostrar que estão fazendo alguma coisa.

Onde vamos parar com isso?

Agora não se pode mais proibir o que é impróprio?

E o que fazemos quando o cara diz pros nossos filhos, que canta assim por que fuma maconha ou ainda quando aquele funk usando palavras de baixíssimo calão incitando a sexualidade, cheio de gestos obscenos vai parar nos ouvidos e na boca das nossas crianças?

Duvido que os contra a censura, e quando digo isso não faço nenhuma apologia ao autoritarismo, também não se sintam incomodados.

Sem nenhuma intenção de levantar a bandeira da pureza absoluta e da castidade, sabemos que temos a opção de escolher o que vamos ouvir, mas também sabemos que nosso direito só tem valor quando o vizinho usa o bom senso ao ajustar o volume.

Por fim, levanto a bandeira: quem garante nosso direito de NÃO ouvir?

 

Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade

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Coração verde e amarelo

Postado em 21/7/2010 em 07:59 PM

 Não é porque perdemos a copa que nossos corações precisam perder a cor. Imagine só, se a energia, a euforia e a vontade de gritar "pra frente Brasil" fosse pra sempre?

Nada de quatro em quatro anos...

Uma vontade avassaladora de lutar pelo país, de nos unir pelo nosso gigante. Talvez seja esse o segredo ou o ingrediente que está faltando para a receita do bolo dar certo.

Me refiro ao bolo do desenvolvimento, da justiça social, da igualdade, da educação do equilíbrio econômico e da segurança.

Se ao invés de gastar toda força, empolgação, adereços e atitudes na copa do mundo, nós dividíssemos isso para todo o caminhar, seríamos mais enérgicos para cobrar, lutar e exigir nossos direitos.

Quero muito que nossos corações continuem verdes e amarelos. Gostaria  que estas cores perpetuassem gerações e quero mais ainda ver nossa gente derramar lágrimas de alegria pelas conquistas, pelos avanços e pelo real orgulho de ser brasileiro.

Torço para em breve sermos campeões na educação, na saúde, na segurança, no respeito e mais que tudo, no amor ao próximo.

Vale a dica, vale a reflexão e vale a paixão pelo país.

 

Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade

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Vitória do amor

Postado em 21/7/2010 em 07:56 PM

 Amor serve mesmo para tudo!

É, pode criticar e achar que trata-se de mais um clichê, mas veja só:

Conheci  uma moça que começou a trabalhar fazendo quentinhas.   Sua paixão pela coisa era tanta; sua empolgação quando falava dos cardápios  era tamanha, que dava água na boca só de ouví-la. Mesmo quando descrevia pratos absolutamente  triviais.  O final da história, não preciso nem dizer,  foi trabalhando, trabalhando, e começou a ser convidada para pequenas festas na vizinhança. Lembro que ela sempre apresentava aquele ar de que “faço o que amo,  o dinheiro é consequência”. Pimba! Virou dona de buffet, e vai muito bem, obrigada...

Cito também o caso de uma massagista.  Essa então é de arrepiar.

Ela poderia ter ficado na mesmice da eterna reclamação.

Mas não.  Partiu para fazer um curso até então pouco conhecido no Brasil,  que ensina uma técnica que faz o paciente se sentir aconchegado como de volta ao útero materno.  Conclusão... se destacou e é extremamente solicitada devido aos recursos que desenvolveu.

Ou seja,  por mais que isso pareça ficção,  acredite, ainda que desconfiando, que é possível chegar lá. Tente ao menos por um período de sua vida.

Mas, faça com verdade e dedicação. Dê o melhor de sí.  Invista.  Procure ver a alegria que é fazer algo com amor e entrega.

Vai dar certo, tenho certeza.

E se não vir resultado logo,  ou melhor,  tão rápido quanto sua ansiedade determina,  trabalhe ainda mais feliz,  buscando encher o coração de quem você estiver servindo.

Amor é contagiante e invariavelmente conduz quem o traz com pureza  de alma,  à vitória.

 

Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade

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Faça a sua parte!

Postado em 21/7/2010 em 07:51 PM

 

Todos somos seres consumidores e isso é fato.

Desde a hora que acordamos, até irmos dormir. E mesmo assim, continuamos consumindo.

Pense. Acordamos, abrimos os olhos, nos levantamos e quando calçamos os chinelos, mesmo que aos poucos os estamos consumindo, vamos ao banheiro e lá se vai água, 130 litros em 15 minutos de banho. Pasta de dente, e mais água, 25 litros em 5 minutos de escovação com a torneira aberta, papel higiênico, sabonete, escova, o papel no escritório.

O consumo mundial anual de papel é da ordem de 340 milhões de toneladas e para que cada uma seja produzida, são necessárias de 2 a 3 toneladas de madeira.

 Na hora das compras somos um país recordista em consumo de sacolas plásticas, 35 mil por minuto... e por aí vamos ao longo do dia.

É notável que isso, reflete diretamente no meio ambiente e na economia global. Por meio de nossas escolhas frente às prateleiras, podemos maximizar ou minimizar os impactos no planeta e na sociedade.

É preciso saber de onde vem o produto e nos certificarmos preferencialmente, que são provenientes de nossa cidade ou estado. Desta maneira estaremos movimentando a economia interna, beneficiando diretamente os produtores daqui, que por sua vez irão gerar mais empregos e ter mais meios de subsistência, que irão fomentar o consumo, e ...percebeu a reação em cadeia?

A verificação das embalagens também é uma etapa importante, assim como a responsabilidade ambiental de quem produz. Já que o descarte do produto faz parte dos requisitos de um consumidor consciente e no Brasil, 80% das embalagens são utilizadas apenas uma vez.

Todas essas decisões e indagações feitas individualmente, tem conseqüências coletivas e podem alterar a vida de milhões, inclusive das gerações futuras.Um pequeno exercício que quando realizado por um grande número de pessoas promove transformações significativas.

Contribua, não desista! e lembre da história do beija-flor que sabia que não findaria o incêndio da floresta levando uma quantidade pífia de água em seu delicado bico, mas ainda assim continuava, com o orgulho de quem, impossibilitado de resolver o problema integralmente, faz a sua parte!

 

Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade

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Justiça Comercial

Postado em 1/7/2010 em 05:41 PM

 

Você já ouviu falar em comércio justo? 

Se não, tem uma vaga idéia do que isso significa?
 
Se pensou em uma nova relação de comércio em que, como diz o nome, se paga o valor justo pelo produto, acertou e errou. 
 
O conceito é basicamente este, mas de novo não tem nada. Surgiu e ganhou forma na década de 60, quando foi criada na Holanda, a Fair Trade Organisatie. A preocupação era, e ainda é, não só o estabelecimento de valores condizentes com a qualidade e produção de determinada coisa, mas também de padrões sociais e ambientais, nas cadeias produtivas, podendo também ser definido como uma forma de consumidores conscientes, focados em sustentabilidade definirem uma parceria com pequenos produtores que aumentam suas possibilidades de acesso ao mercado, criando assim meios para melhorar a vida e o trabalho de grupos menos favorecidos nas relações comerciais.
 
E foi exatamente com este formato que o movimento chegou ao Brasil. Relacionando números à possibilidades. 
 
Dados apontam que 47% dos cidadãos brasileiros, são atingidos pela pobreza. Isso significa que 80 milhões de pessoas entre crianças, homens e mulheres, não têm o básico necessário para viver. O que nos mostra a necessidade do desenvolvimento de estratégias, não só do Estado, mas de uma mobilização também por parte da sociedade civil, que edifique a pequena produção rural e urbana, como uma alternativa possível de trabalho e renda, promovendo um desenvolvimento sustentável local.
 
Nosso país conta hoje, com 21.859 estabelecimentos econômicos sustentáveis cadastrados pelo Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário, operando R$ 191.451.037,00, entre produção de agrícolas, alimentícios, têxteis e artesanais, segundo dados da própria organização. Dentre os maiores obstáculos enfrentados pelos empreendedores, está a dificuldade na comercialização. Do total de produtos, apenas 2,8% conseguem alcançar o mercado nacional, fixando as negociações em seus municípios de origem. Porém ao estender a análise em nível nacional, o fator indica altos índices de concentração de consumo dentro do Brasil, onde apenas o Estado de São Paulo concentra 60% do poder de compra do país.  
 
A dificuldade então, estaria em fazer tais produtos chegarem aos seus interessados. O que nos atenta que o comportamento tão cobrado pelos “ecochatos” de analisar bem os produtos antes da compra no supermercado, dar aquela olhadinha no endereço para verificar a procedência industrial antes da compra, deve deixar de ser um comportamento idiossincrático e ganhar proporções maiores. Deve enfim virar uma pandemia que de doença, não teria nada. Seria sim a cura para um comportamento consumista inconsciente que degrada nossa sociedade e nosso planeta não devendo mais ser tolerado por nós mesmos.
 
É hora de fazer uma análise íntima: que tipo de consumidor você é?
 
E de lembrar-se que o comércio justo é uma via de mão dupla. Beneficia a que consome e a quem produz!
 


Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade

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Um Final Feliz

Postado em 1/7/2010 em 05:36 PM

 

Você faz parte do filme da sua vida ou é daqueles que ficam na platéia, comendo pipoca e reclamando do roteiro?

Caso sua resposta seja a opção “b”, anime-se, sempre há tempo de mudar.
 
Esse negócio de estar velho demais para recomeçar, é desculpa de quem gosta mesmo é de poltrona.
 
Existem oportunidades em todos os ramos para quem realmente estiver disposto.
 
Muita gente está num emprego que não foi o que sonhou, ou desempregado, mas não se dá conta de que a busca de uma situação melhor passa necessariamente por um preparo custoso seja ele profissional ou pessoal.
 
Em outras palavras, a forma que nós mesmos nos vemos, é a forma que os outros nos vêem.
Num caso e no outro, soluções e providências são diferentes.
 
A capacitação, por exemplo, exige sacrifícios de curto prazo como somar à jornada de trabalho - já tão pesada - à volta às salas de aula.
 
Por outro lado o aprimoramento pessoal talvez não exija tanta transpiração. Está no campo da inspiração. Afinal, exige reflexão e um cuidadoso encontro com nosso próprio ser.
 
Nesse momento, o que vai contar mesmo, é o que você construiu dentro de si.
 
Algo que na verdade não tem custo externo algum.
 
Só sai de nós aquilo que está dentro.
 
Cuide bem do seu interior e prepare um belíssimo final para sua história.
 
 


Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade

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Entre francesas e americanas

Postado em 1/7/2010 em 05:28 PM

 

Você já se deu conta do tamanho das porções que antigamente nos referenciava era o litro e agora é de dois e meio?

Lembrou? Que punhamos uma garrafinha de refrigerante em cima da mesa e servia a toda a família?
 
Tudo é mais agora.  É mais cerveja, é mais batata frita, chocolate, biscoito? Esse nem se fala...
E o copo? Usávamos aquele de geléia pequeno que hoje deve fazer parte de algum acervo  de museu do Quixeramubim.
 
O que aconteceu? 
 
Ou melhor,  já parou para se perguntar: a quem interessa tanto consumo???
 
Certamente não deve ser a suas veias e artérias.  Ou seu coração.
 
Não quero ficar dando sermão em ninguém, sendo tachada de chata, aquela que alerta e consequentemente fica marcada como a estraga prazeres.
 
Ao contrário,  uso o espaço para trazer luz a assuntos pouco debatidos e portanto esquecidos  pela maioria no dia a dia corrido.
 
Então seguindo no raciocínio,  nossos tamanhos também estão crescendo, junto com a voracidade da propaganda,  que é contraditória quando se trata de manequins.
 
Afinal somos praticamente obrigadas a ter silhuetas de francesas comendo como americanas...

 
 
 
Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade

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Amor das cavernas

Postado em 1/7/2010 em 05:14 PM

 

Não há mesmo regras para o sucesso de uma relação amorosa.

Todos, temos exemplos de pessoas que mal se conheceram, resolveram se casar e estão juntas até hoje, felizes;  assim como o oposto. 
 
Aqueles que namoraram anos, eram o referencial do grupo, serviam mesmo de modelo, tinham o famoso “tudo para dar certo”, só que s-e-p-a-r-a-d-o-s.
 
Daí o sucesso dessa nova maneira de conhecer pessoas: o Speed Dating.
 
É uma espécie da dança das cadeiras, onde um grupo de homens e mulheres num bar ou restaurante determinado tem apenas poucos minutos para se conhecer e decidir se vale à pena ou não repetir a dose.
 
Apesar de parecer estranho, ou pouco romântico, a modalidade, digamos, expressa, é bem mais confiável que as frequentadíssimas salas de bate papo da internet,  onde não temos certeza de nada, nem mesmo se o sexo de quem tecla é verdadeiro.  
 
Mas assim como o movimento do fast food que explodiu nos EUA na década de 40, foi recentemente superado pelo seu oposto o slow food, temos que observar essas inovações com cautela porque apesar de todos termos nossos níveis de carência e precisarmos de companhia, o mundo evolui a passos largos,  mas o romance, o amor,  ainda continuam pré históricos.
 
 

Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade

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Seleção da vida

Postado em 1/7/2010 em 05:11 PM

 

Lí há pouco sobre uma pesquisa feita por uma universidade inglesa que afirmava que a quantidade de informação disponível no mundo dobra a cada ano.  Pior, esse número está aumentando a cada cinco anos.

Traduzindo, como se ainda não bastasse tudo o que temos para fazer, agora, ainda para nos mantermos atualizados vamos ter que ler o dobro e rápido, porque em cinco anos nem isso vai ser suficiente!
 
Parece que a velocidade da vida aumenta a cada ano, tenho certeza que você já falou ou ouviu alguém dizer: “esse ano passou tão rápido... o verão já acabou!”
 
Essa sensação se dá porque a quantidade de informação disponível praticamente dobra anualmente com a era da informação.
 
São tantos modelos de aparelhos, novas formas de nos relacionarmos com eles, novos softwares, jornais, revistas, blogs, sites. Isso sem citar a moda, a gastronomia, tendências, pessoas, empresas, lugares...
 
Seria impossível ler tudo o que há. Comer, beber, visitar, aproveitar, aprender.
 
Portanto, os que se destacarão no futuro, serão os que tiverem desenvolvido um processo seletivo natural, onde serão capazes de otimizar seu parco tempo, somente naquilo que realmente importa.
 
Comecemos a praticar desde hoje.
 
Tudo é treino. 
 
Tenho certeza que dirigir pareceu difícil a primeira vez que pôs o pé na embreagem.
 
O carro saltou como um cabrito e você teve medo. Depois, foi treinando, treinando, até ter a medida certa e hoje ficou tão fácil que chegou ao ponto de esquecer como foi o inicio.
 
Selecionar também pode parecer uma embreagem a primeira vista, mas com persistência e vontade, daqui a pouco, será tão orgânico, tão natural, que você vai jurar que nasceu seletivo. 
Mãos a obra, nunca é tarde para começar.
 
 


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Parada Obrigatória

Postado em 1/7/2010 em 04:58 PM

 

Estou lendo um livro onde o autor se descreve aliviado por haver uma grande nevasca, daquelas em que não se ousa nem jogar o lixo fora de casa.

Curioso não?
 
Afinal, lutamos tanto para conquistar nossa independência, nosso direito de ir e vir, nosso progresso em todos os sentidos, para depois nos sentirmos gratos a um fenômeno da natureza que nos tiraria a culpa por termos legitimamente um dos instintos humanos mais primitivos: a preguiça. 
 
Porque estamos nos exaurindo tanto, aceitando tanta cobrança?
 
Porque temos que consumir tanto, comer tanto e tantos outros tantos por aí que ficaríamos aqui páginas e páginas?
 
Essa imposição vem de fora para dentro, nós é que a permitimos entrar desavisados que estamos pelo corre-corre da vida que não nos dá tempo de reflexão crítica.
 
E foi justamente por isso que escolhi esse assunto para começarmos o ano, para lembrar que sempre é cedo para acordamos, para abrirmos nossos olhos de ver.
 
Treino é a base de tudo. Se você não veio assim, treinadinho de fábrica, esse acessório funciona como original quando bem instalado.
 
Procure somente uma boa oficina para dar uma breve parada na sua extraordinária máquina, e boa jornada.
 


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Nosso novo português

Postado em 1/7/2010 em 04:52 PM


Dei à luz Luca.

É assim que se escreve mesmo,  não está faltando nada não.

Tive dúvidas se escrevia essa expressão ou se a substituiria por outra para causar menos explicações,  mas cheguei a conclusão que esse debate chega a ser cômico, tendo em vista que às vezes, me pego falando errado propositalmente, para não ter que ser vista como alguém que sim, fala errado!!!  Deu pra entender???

Tudo bem que os doídos “menas,” ( em substituição a menos ), “táuba” ( para tábua), largatixa, iorguti, e o campeão da confusão: “trezentAs gramas de queijo” ( em lugar de trezentos ) eu nunca tive coragem de usar,  mesmo para me fazer entender, mas confesso que houve momentos em que sucumbí a um dar à luz ao Luca sim,  eu confesso...

O português, apesar de lindo é dificil...agora então, com essa reforma, piorou... 

Me pego ora ou outra voltando um parágrafo nos jornais,  por conta de falta de acentos que diferenciavam por exemplo os verbos ver de vir nas suas conjugações,  ou ainda pára de para.
Imagino que para um leitor eventual,  ou àqueles que tiveram poucas oportunidades de estudo, o negócio tenha ficado pior. O sujeito só lia mesmo o caderno de esportes,  agora nem isso...

Não que eu seja uma professora, longe disso,  mas na tentativa de facilitar, acho que dificultaram.



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Aladim do tempo

Postado em 1/7/2010 em 04:33 PM

 

Embora reclamar seja uma grande perda de tempo e energia, virou moda, pandemia.

Da sorte, do trabalho, filhos, marido, chefe, sogra, salário...
 
Foi-se o tempo em que um caixa de supermercado, de banco, ou até motorista de ônibus, nos atendia com alegria e leveza pelo simples fato de estar alí, empregado.
 
Geralmente o que vemos é insatisfação descontada no cliente, sabe-se lá por quê.
 
E o pior, a mania pegou de tal maneira que não faz distinção de credo, raça ou classe social.
 
Rico reclama. E muito!
 
Gostaria de entender a função desse ato, porque honestamente o que vejo é um desperdício de vida enorme.
 
Será que se o insatisfeito soubesse que tinha apenas 30 dias para viver, não iria tratar de algo mais importante?
 
Tenho certeza que sim, e mais, que viveria esse mês com satisfação tamanha, aproveitando cada segundo, exatamente como deveria ser, ou ter sido sua vida...
 
Visto isso, fica a pergunta: quem sabe o tempo que lhe resta?
 
Se você ainda não achou sua lâmpada mágica, que assegure sua permanência na Terra, viva cada segundo feliz e intenso, sem dar atenção a bobagens, porque tudo passa!
 
 

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Gente Biônica

Postado em 1/7/2010 em 04:18 PM

 

Minha amiga fez uma cirurgia plástica.  Não entendí bem o porquê.  Não que seja contra as plásticas,  ao contrário, sou a favor,  tudo o que pudermos dispor para nos fazer melhores nesse curto tempo de vida vale.

Acontece que ela não precisava.  Não há diferença. Ou melhor, para nós daqui, de fora, porque ela,  acha que está outra.
 
Isso me fez pensar:  para onde estamos indo?
 
Afinal,  vale a pena correr o risco de uma intervenção importante dessas,  juntinho aos olhos ,  se não houver algo crônico,  iminente?
 
Meus amigos cirurgiões plásticos que me perdoem, mas, a indústria da beleza em alguns casos esbarra fortemente na premissa principal: a vida.
 
E é aí que devemos nos questionar e não nos deixarmos ser meros espectadores de nossas próprias vidas.
 
Como assim? Explico.  
 
Hoje é comum vermos meninas novas, no auge dos 18 anos reclamando dos seios e pedindo aos pais uma plástica para aumentá-los,  a famosa “turbinada”.  Ora, mas nem que ela tenha se esforçado muito,  ainda não deu tempo de destruir o que a naturaza sabiamente criou.
 
Isso sem falar nas inúmeras e infinitas lipoaspirações de que temos notícia que em alguns casos, deveriam mesmo era sugar os miolos de quem está é sem juízo.
 
Será que não estamos nos deixando levar por uma indústria que silenciosamente está dominando nosso inconsciente? Está me achando alarmista?  Então olhe a sua volta nesse instante e diga se não há algum comercial de um produto milagroso ou um programa de emagrecimento que promete que depois de tomar apenas um shake diário você fica melhor que a Cleópatra...
 
Como disse no início,  correções sadias, necessárias,  ótimas, bem vindas, mas mulher e homem biônico,  só servem  mesmo nas histórias em quadrinhos...
 
 


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Sub Total

Postado em 1/7/2010 em 04:06 PM

 

Você já imaginou como seria bom se na vida tivéssemos a oportunidade de “pré morrer”?

É... de dar uma espécie de sub total,  onde pudéssemos reavaliar nossa ações e atitudes e ainda termos depois a chance de voltar à vida, lépidos e fagueiros,  consertando tudo o que porventura estivesse errado?

Uma pena não existir esse mecanismo, porque veríamos quantas bobagens foram valorizadas, quantos momentos bons deixamos de viver por pura pequenez...

Quanta alegria que deixou de ser vivida porque estivemos preocupados com o que no fim, não apresenta importância alguma...

Veríamos também os elogios que deixamos de entregar por egoísmo...

Sem falar nos agradecimentos... nas milhares de vezes que devíamos ter dito muito obrigada,  você me ajudou muito mesmo,  e até por distração ou preguiça não dissemos. 

A literatura relata que pessoas que tiveram a oportunidade de passar por experiências desse tipo, de morrer e voltar, quero dizer, tiveram por exemplo, uma parada cardíaca, desacordaram,  e por alguma razão que a própria medicina desconhece voltaram,  se tornaram melhores,  é ,  melhores do ponto de vista humano.  

São mais felizes, menos reclamões, mais gratos pelo simples fato do dia raiar diante de seus olhos.

Podíamos viver de acordo com essa regra: a do sub total,  onde valorizássemos somente o que de fato, tem valor.

A garantia é plena. Ser mais feliz!



Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade

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Vira Casaca

Postado em 1/7/2010 em 04:03 PM

 

Por ter feito jornalismo esportivo por muito tempo, sou uma das ainda poucas mulheres que discutem, por exemplo, um impedimento.

E aproveitando a palavra, conforme as barreiras mundiais vão sendo derrubadas, menos preconceito existe, e para não perder a piada, menos impedimento há em mudarmos.
Podemos por exemplo mudar de sexo.
 
Uma mulher querer virar homem já não é visto como absurdo.
 
O contrário, também pode se dar tranquilamente,  com direito a novos documentos e novo nome.
 
De família é super comum, praticamente fazendo se sentirem “diferentes” aqueles que não mudaram, mantendo-se no formato original.
 
Se quisermos trocar a religião, também seremos bem vindos, vistos com ótimos olhos pela futura, a escolhida – como se a anterior fosse errada.
 
Partido político, nem se fala!
 
Agora com essa nova resolução da justiça, impondo a fidelidade, diminuiu bastante, mas se cumprirmos as exigências, mudamos e tudo bem, não haverá retaliação alguma.
 
Jogadores de futebol são os campeões em mudanças. 
 
Trocam de clube descaradamente, mesmo depois de beijar seu escudo demonstrando verdadeira paixão.
 
Agora, se um vascaíno resolver torcer pelo Flamengo, ou um flamenguista for para o Fluminense, ou um tricolor se decidir pelo alvinegro,  dá morte e tudo!
 
Tem até verbete: vira casaca
 
Afinal, dirão os leitores, isso é delito seríssimo, 21, ou melhor, 42 pontos na carteira!
 
Incrível não?
 
Porque alguns tiveram que decidir seus times ainda nas fraldas, quando seus pais praticamente os obrigaram a usá-las nas cores dos seus clubes prediletos.
 
Fica comprovado então que na opinião da maioria, tudo é menos importante que futebol.

Talvez venha daí a expressão: pátria de chuteiras!



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Do nosso lado

Postado em 1/7/2010 em 03:55 PM

 

Esse é um ano eleitoral.

Não estou fazendo campanha para ninguem, não se assuste…não direi números, partidos, nem falarei àquelas frases que tanto nos cansam…

Quero simplesmente esclarecer algumas coisas que me parecem ser tabú por aí.

Para comecar,  frequentemente me pergunto o porquê dos jornalistas não falarem sobre esse assunto mais claramente, entao decidí fazer a minha parte e explicar algumas coisinhas fundamentais.

Começando do começo,  temos no Brasil eleições a cada 2 anos, o que divide nossa república em também 2  níveis, ou seja, de uma vez, votamos em prefeitos e vereadores,  na outra,  em deputados, senadores, governadores, e presidente.

Em outubro, escolheremos nossos deputados (federais e estaduais), senadores, governadores, e presidente.

Dito isto, o que cabe esclarecer, é que em politica,  não existe vácuo,  não haverá espaços vazios,  mesmo que digam que temos que protestar contra a  pouca vergonha que nos cerca e anular nosso voto,  ou votar em branco.

A verdade é que se não preenchermos esses cargos com gente decente, eles serão preenchidos com absoluta certeza; porém por indivíduos que freqüentam as páginas de polícia ao invés de política!

Nossa arma é nosso voto.  É o único, e digo único sem sombra de dúvida,-  momento em que somos todos iguais.  Afinal até na hora da morte, os mais ricos são sepultados em caros e opulentos mausoléus enquanto os pobres são tidos como indigentes.

De nada adianta dizermos que não gostamos, ou que não queremos nem saber de política, porque ela te pega lá dentro da sua casa,  mesmo que você se esconda debaixo da cama, porque é pela política que se decide o aumento do salário mínimo,  a viabilidade do plano de saúde, os transportes o acesso a educação, a tarifa da energia elétrica, a da água...
 Preciso dizer mais?

Nosso pais é feito de pessoas, de grupos, vilas, bairros municípios, estados... e se todos juntos nos interessarmos por esse assunto que caiu em descrédito e escolhermos melhores representantes,  chegaremos a simples conclusão que o poder esta do lado de cá.



Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade
presidencia@responsahabilidade.org.br
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www.twitter.com/ClaudiaCataldi

Royalties sem eira nem beira

Postado em 1/7/2010 em 03:51 PM

 

Quando falamos em royalties, as opiniões são divergentes. E o polêmico assunto está na moda! 

Há os que acham que o correto é dividi-lo em partes iguais com todos os Estados, sob a alegação que o mar é da União. 
 
Há ainda os radicais que preferem a extinção da compensação, já que não vêem a aplicação efetiva do benefício em lugar nenhum e aqueles outros, que têm consciência do grande prejuízo que será para o estado e estão se mobilizando para mudar isso.
 
A realidade é que a grande maioria das pessoas desconhece as Leis, e o porque do Distrito Federal, estados e municípios produtores, terem direito ao recurso que de benefício, nada tem.
É uma compensação financeira.
 
Para melhor posicionar o leitor, que muitas vezes fica refém de palavras difíceis, a palavra royalty deriva do inglês royal e significa tudo aquilo que pertence ou é relativo ao rei.  
 
Em tempos antigos, era um valor pago ao monarca. Uma compensação pela extração de recursos naturais da terra que governava como água, madeira, caça, pesca ou até mesmo o uso de bens de sua propriedade como moinhos e pontes.
 
Hoje, o termo é empregado para determinar a importância paga ao território que detém um produto, marca, processo de produção, obra original, patente de material, recurso natural e ainda pelos direitos de exploração, distribuição, comercialização ou uso de determinado produto ou tecnologia. 
 
Aposto que estas linhas acima te esclareceram coisas que você nem imaginava. Portanto, a constatação é que o real significado da palavra vai bem além do que muitos de nós imaginávamos e algumas respostas já começam a dar o ar da graça.
 
É a maravilha da informação!
 
Aos que acham que dividir com todos é o correto, pois as plataformas e poços ficam em território da União, informo que trata-se de um direito estabelecido e assegurado por Lei aos Estados e municípios que são afetados,  por sua exploração direta, ou pelo estabelecimento de instalações terrestres e marítimas de embarque ou desembarque. 
 
Sendo assim, ao contrário do que se pode erroneamente pensar, não se divide parte dos lucros ou se paga aluguel do território marítimo com os royalties. A compensação acontece, devido ao investimento que é feito para garantir a infra-estrutura e a manutenção de estradas, por onde passa a produção.
 
Parte também é destinada a projetos como o Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano (Fecam), que dirige parte da fatia que recebe, para atender à necessidade financeira de programas e projetos ambientais em todo o Estado do Rio, entre outros que você pode ter acesso com apenas um clique na web. 
 
Mas essa história de compensação financeira e investimentos não são só flores!
 
Quem se lembra dos relatos de vazamentos em 1955, em São Sebastião - SP, e os danos causados a natureza e ao município? Será que os congressistas maranhenses, sulistas e tantos outros lembram-se deste fato e conseqüências?
 
E aquele ocorrido em 1974, no mesmo lugar, quando o petroleiro Takima Maru chocou-se com uma rocha e derramou aproximadamente 6.000 toneladas de petróleo no litoral paulistano?
 
E no Rio, quando o navio Tarik Ibn Zyiad despejou o mesmo volume de óleo cru na Baia de Guanabara e três anos mais tarde, com o petroleiro brasileiro Brazilian Marina, semelhante ao de São Paulo, provocou um vazamento com igual volume no mesmo lugar?
 
Você pode dizer que esses acidentes são antigos.
 
Não muito.
 
Há dez anos, por um problema em uma das tubulações da Refinaria de Duque de Caxias, algo em torno de 1,3 milhão de litros de óleo cru foram lançados na Baia de Guanabara. 
 
Isso certamente em nada afetou a União, senão o Estado do Rio que perdeu em turismo, pesca, geração de empregos e outras áreas. A mancha de óleo atingiu uma extensão de 50 quilômetros quadrados, quase o total da área do Maracanã. 
 
Apresentados os fatos, resta a pergunta: quem paga essa conta? Independentemente da resposta, uma coisa já sabemos. O prejuízo é nosso, uma vez que o ecossistema, após degradado, jamais será o mesmo novamente.
 
E para aqueles, que acreditam que melhor seria se não houvesse royalties, por não desfrutar dos benefícios, fica além da dica de  pesquisar sobre o assunto, a informação de que a Constituição Brasileira divide a obrigação do bom andamento da cidade e estado entre o Poder Público e a população.
 
Então, fiscalize e denuncie! 
 
Finalmente, para aqueles que acham um absurdo essa ação inconstitucional, estão cobertos de razão. 
 
È um abuso explícito, sem eira nem beira, que precisamos sim, protestar e brigar pelos nossos direitos. E uma vez sendo politicamente responsáveis, interessados e atuantes, dificilmente seremos ludibriados ou passados para trás, elevando nossa consciência política e mudando efetivamente a cara do país.
 



Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade

presidencia@responsahabilidade.org.br
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Consumo Consciente

Postado em 1/7/2010 em 03:46 PM

 

O ato de consumir se traduz na sua decisão solitária diante da prateleira que determina o funcionamento de toda a engrenagem das cadeias produtivas.

O consumo consciente é uma expressão que congrega uma gama enorme de comportamentos, porque está contido nesse agregado, a consciência ambiental que é a mais propalada. Mas o que dizer por exemplo,  do consumo como indutor do desenvolvimento local em que o bairrismo leva a uma mudança na micro economia quando se privilegia a produção originária do seu entorno?
 
Quando escolhemos o produto do estado “A” onde moramos, em detrimento do estado “B” a 2 mil kms de distância, contribuiremos para que haja menos pessoas desempregadas na minha cidade, e provavelmente vai representar menos desocupados , menos risco de segurança pública,  e maior massa salarial de consumo nesse mesmo universo. 
 
O consumo consciente tanto pode ser usado no conceito ambiental quanto no econômico.
 
 

Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade

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