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trabalho de geografia
06:46 PM, 21/5/2010
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Europa é, por convenção, um dos sete continentes do mundo. Compreendendo a península ocidental da Eurásia, a Europa geralmente divide-se da Ásia a leste pelo divisor de águas dos Montes Urais, o rio Ural, o Mar Cáspio, o Cáucaso,[1] e o Mar Negro a sudeste.[2] A Europa é limitada pelo Oceano Glacial Ártico e outros corpos de água no norte, pelo Oceano Atlântico a oeste, pelo Mar Mediterrâneo ao sul, e pelo Mar Negro e por vias navegáveis interligadas ao sudeste. No entanto, as fronteiras para a Europa, um conceito que remonta à Antiguidade Clássica, são um tanto arbitrárias, visto que o termo "Europa" pode referir-se a uma distinção cultural e política ou fisiográfica. A Europa é o segundo menor continente em superfície do mundo, cobrindo cerca de 10 180 000 quilômetros quadrados ou 2% da superfície da Terra e cerca de 6,8% de sua área de terra. Dos cerca de 50 países da Europa, a Rússia é o maior em área e população (apesar de o país abranger tanto a Europa quanto a Ásia), enquanto a Cidade do Vaticano é o menor. A Europa é o terceiro continente mais populoso do mundo, após a Ásia e a África, com uma população de 731 milhões ou cerca de 11% da população mundial. No entanto, de acordo com a Organização das Nações Unidas (estimativa média), o crescimento populacional europeu pode cair para cerca de 7% em 2050.[3] Em 1900, a população europeia representava 25% da população mundial.[4] A Europa, especialmente a Grécia antiga, é o berço da cultura ocidental.[5] Ela desempenhou um papel preponderante na cena mundial a partir do século XVI, especialmente após o início do colonialismo. Entre os séculos XVI e XX, as nações européias controlaram em vários momentos as Américas, a maior parte da África, a Oceania e grande parte da Ásia. Ambas as guerras mundiais foram em grande parte centradas na Europa, muito contribuindo para um declínio da dominação da Europa Ocidental no mundo dos negócios por meados do século XX, com os Estados Unidos e a União Soviética ganhando destaque.[6] Durante a Guerra Fria, a Europa estava dividida ao longo do Cortina de Ferro entre a OTAN, a oeste, e o Pacto de Varsóvia, a leste. A integração europeia levou à formação do Conselho Europeu e da União Europeia na Europa Ocidental, os quais têm vindo a expandir para o leste, desde a queda da União Soviética em 1991.
Resumo: as florestas são importantes para todos os seres, por isso nesta lição mostraremos as formações vegetais em todo mundo e no Brasil, bem como a biosfera e os problemas de não se cuidar do meio em que vivemos.
O solo e um clima de um lugar, são responsáveis pelo tipo de vegetação que ocorre. Os elementos climáticos são determinantes para o tipo de vegetação em uma certa área.
O clima pode definir a sua fisionomia, e a vegetação de acordo com a sua forma pode ser classificada em:
- Xerófilas: plantas que são adaptadas a aridez, como os cactos. - Tropófilas: são adaptadas a uma rotação seca, e outra úmida. - Higróficas: plantas adaptáveis a muita umidade. - Aciculifoliadas: tem folhas em forma de agulhas, como os pinheiros. - Latifoliadas: são de regiões úmidas, com folhas largas. Permitindo intensa transpiração. - Caducifólias: elas perdem as folhas em épocas frias ou secas do ano.
Formações vegetais
No planeta há diversas formações vegetais, tanto quanto a diversidade climática. E a situação geográfica também influencia na classificação que mostraremos a seguir.
Floresta Temperada
Ela é típica na zona climática temperada. Surge em latitudes mais baixas. São abertas, com pequena variedade de vegetais. As flores temperadas aparecem na América do Norte e Europa, como a floresta negra (Alemanha).
Floresta de Coníferas
É típica da zona temperada, ocorrendo em altas latitudes.
Abrange o norte da Eurásia. Nas regiões frias, Rússia e Sibéria, desenvolve-se a Taiga, vegetação de coníferas anãs, predominando o pinheiro. Nestas regiões são bem úteis como fonte de matéria-prima.
Floresta Tropical
É típica de climas úmidos e quentes. Surge em baixas latitudes na América, África e na Ásia. As florestas tropicais são ricas em espécies de vegetais. São fechadas e heterogênea, com uma formação vegetal higrófila e latifoliada. Nelas aparecem arvores de grande e médio porte.
Vegetação desértica
São adaptadas a falta de água, que é a situação em climas árido e semi-árido. Por isso, as espécies são xerófilas.
Aparecem em todos os continentes, com exceção da Europa.
Tundra
Vegetação rasteira, formada de liquens e musgos que aparecem na zona próxima as circulo polar Ártico. Crescem nos alagados na primavera e verão. E durante o inverno fica encoberta pelo gelo.
Vegetação Mediterrânea
Se desenvolve em regiões de clima mediterrâneo. É uma vegetação esparsa com características xerófilas e as formações dominantes são os maquis e garigues.
Pradaria
É composta basicamente de capim. Aparece em regiões de clima temperado continental. Embora muito usada como pastagem, é importante pelo solo rico em matéria orgânica. Surge na Europa na Europa Central e na Rússia, nos Pampas argentinos, e nas Grandes Planícies Americanas e na Grande Bacia Australiana.
Estepe
Vegetação herbácea, constituída por tufos ou colônias de plantas afastadas umas das outras, deixando o solo parcialmente descoberto. Surge em climas semi-áridos.
Cobre regiões na Ásia Central, oeste dos Estados Unidos e Argentina.
Savana
A vegetação é variada, com arbustos, plantas herbáceas e gramíneas.
Ocorre em regiões de clima tropical, onde existe estações bem definidas: o verão úmido e o frio seco. Aparece no Brasil, África Centro Oriental.
Nas savanas vive um grande número de herbívoros e amimais de grande porte, principalmente na África.
Em meio a outros tipos de vegetações, podemos encontrar pequenas formações florestais, como:
- mata galeria: é um tipo de mata que fica as margens do rios que cortam o cerrado e a caatinga. Isto ocorre porque às margens do rio, o solo é fértil criando condições propicias para o desenvolvimento da mata.
- capão: surge nas depressões das áreas secas, aonde o nível hidrostático chega próximo a superfície, criando boas condições para se desenvolver a mata, visto que o solo é úmido.
Vegetação no Brasil
O Brasil apresenta várias formações vegetais, devido as diversidades no clima. Temos um território extenso, por isso algumas regiões são ou próximas aos trópicos, ou a linha do Equador. E isso influi no clima, e portanto na vegetação.
No Brasil existe desde grandes florestas tropicais, até formações xerófilas, como a caatinga.
A seguir mostraremos as principais formações florestais no território nacional.
Floresta Amazônica
Possui a maior diversidade em espécies de vegetais e animais do planeta. Formada por plantas latifoliadas equatoriais, a floresta é densa.
O solo está constantemente coberto por camadas de folhas, galhos caídos, frutos apodrecidos, tudo úmido e em decomposição.
A floresta apresenta três estratos:
- Várzea: com vegetação de médio porte, uma área que está sobre inundações periodicamente.
- Caaigapó: áreas com vegetações de pequeno porte, como a vitória régia, pois fica permanentemente alagada ao longo dos rios.
- Caaetê: área que não inunda, possuindo vegetações de grande porte, como a castanheira. É a mais afetada pelo desmatamento e as queimadas.
Floresta latifoliada tropical
Foi grandemente destruída ao longo da história do Brasil. Se estende do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. Sofre ação intensa das massas de ar úmido que vem do oceano Atlântico.
Mata de araucárias ou pinhais
Nessa forma de vegetação predomina a araucária angustifólia, espécie que é adaptável ao clima subtropical ou temperado. Se encontra em várias áreas, região Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais.
No interior desse tipo de floresta pode se encontrar erva-mate, canela, cedros entre outros.
Mata dos cocais
Esta formação vegetal se situa entre a floresta amazônica, caatinga e o cerrado. É constituída por palmeiras, destaque ao babaçu, e carnaúba.
Caatinga
O nome caatinga vem do tupi-guarani e significa ‘mata branca’, que é cor predominante na época da seca. A vegetação é xerófila, na qual predomina arbusto caducifoliado e espinhoso.
Cerrado
Sua formação florestal é constituída por uma vegetação caducifólia. Tem uma formação adaptada ao clima tropical, com raízes profundas, casca grossa e galhos retorcidos.
Complexo do pantanal
O pantanal ele agrupa várias formações vegetais em seu interior, dentre elas está a floresta tropical, cerrado e lugares inundáveis.
Por isso o nome de complexo do pantanal, pois é uma floresta de transição, várias formações florestais juntas.
Campos naturais
Tem uma formação rasteira ou herbácea, constituída por gramíneas.
Pode se achar esse tipo de vegetação no extremo sul do país, em poucos pontos do Mato Grosso do Sul e na Amazônia.
Alguns associam a sua origem a solos rasos, temperaturas baixas, áreas sujeitas a inundações ou solos arenosos.
Vegetação Litorânea
No litoral surge vegetação rasteira, que é responsável pela fixação da área, impedindo que seja transportada pelo vento. Os mangues também são comuns, responsáveis pela reprodução de espécies de peixes, moluscos e crustáceos. São áreas inundadas pela água do mar, quando este está em maré alta; e na maré baixa as raízes ficam expostas. Este estudo apresenta, comparativamente à análise de indicadores de valores socioambientais formulados em 2002 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), proposta teórica para a formulação de políticas institucionais que atendam a preservação e proteção do meio ambiente em consonância com o princípio do desenvolvimento sustentável para a qualidade de vida das presentes e futuras gerações, levando-se em conta que, as soluções dos problemas ambientais nas competências estaduais são determinantes para a construção da base conceitual de meio ambiente ecologicamente equilibrado. As estatísticas do IBGE demonstram que a construção sistêmica político-jurídica existente para atingir os fins da Agenda 21 brasileira é empírica, inexeqüível de ser implementada satisfatoriamente pelos Órgãos de Planejamento no Brasil, por inexistirem controles no processo e no gerenciamento do desenvolvimento dos Estados-membros da Federação ao ponto sustentado, em harmonia com o pleno desenvolvimento nacional homogêneo previsto no art. 174 § 1o da Constituição Federal e no art. 5o da Lei n. 6.938/81 – Lei da Política Nacional do Meio Ambiente. 1. Metodologia utilizada para a realização do estudo A metodologia do estudo foi subordinada, quase que em sua totalidade, nas estatísticas e nos créditos dos indicadores de desenvolvimento sustentável apresentados em 2002 pelo IBGE. As informações constantes, organizadas em etapas, permitiram subsidiar o desenvolvimento do estudo para o aprofundamento teórico-ideológico, buscando delimitar o marco da investigação sob análise territorial e populacional dos Estados-membros da Federação brasileira. O estudo decorreu do interesse em defendê-lo na realização da pesquisa interrompida para a dissertação no Curso de pós-graduação stricto sensu da Universidade de Franca, no ano de 2005. 1.1 Introdução O direito ao meio ambiente saudável e equilibrado possui expressa previsão na Constituição Federal, que o elevou ao status de direito fundamental imanente à vida das presentes e futuras gerações (caput do art. 225) e o determinou como princípio geral da ordem econômica brasileira (art. 170, inc. VI, da CF). Com efeito, há uma significativa interface da tutela ambiental com o desenvolvimento econômico, que tende a ser cada vez mais intensa (1). A nítida desproporcionalidade na extração racional de bens e riquezas naturais - imposto pelos ditames do desenvolvimento econômico globalizado (2), traduz na realidade a crise ambiental (3) no cenário socioeconômico mundial, sobretudo vislumbrada no Brasil.(4) Neste contexto, desde a Revolução Industrial (5), permeou por anos a necessidade de estabelecer princípios norteadores aos países desenvolvidos e em desenvolvimento para a redução de danos ao meio ambiente nos complexos processos de exploração, transformação e industrialização de bens ambientais em bens de consumo. Não raro no Brasil, as metas atingidas de crescimento econômico são difundidas em discursos políticos e fóruns especializados atreladas às expectativas de continuidade, regularidade e solidez político-financeira institucional rumo ao desenvolvimento sustentável. Não obstante, o emprego equivocado do termo desenvolvimento sustentável é concebido como sinônimo de crescimento econômico e no aprimoramento de técnicas para a estabilidade monetária a longo prazo. Na realidade, o desenvolvimento sustentável atende a constituir uma sociedade mais próspera e mais justa, capaz de propiciar um ambiente limpo, mais seguro e saudável para a melhoria da qualidade de vida de todos. A realização prática deste objetivo exige que o crescimento econômico esteja vinculado ao progresso social e no respeito ao ambiente. (6) Com esse propósito e ponto central deste estudo, defende-se que para o Brasil, o princípio do desenvolvimento sustentável mereça valoração biparte - sob cognição homogênea e heterogênea. Do contrário, as implicações e sua especialidade programática de sustentabilidade não será possível de ser implementada no Estado federal brasileiro, num campo de incidência tão complexo e desigual como nos Estados-membros. A política institucional para o alcance ao desenvolvimento – sustentável, necessita de estrutura ordenada, convergente e metodologicamente consistente para o Estado intervir na atividade econômica (7) nos Estados federados, regulando-as (8) de forma simétrica (9) em harmonia com as capacidades ambientais e em suas necessidades regionais, elegendo necessidades e adequação de programas estruturais nas unidades menos desenvolvidas e mais carentes de desenvolvimento humano – IDH. O desenvolvimento econômico e social no Brasil deve observância à preservação e à proteção ambiental, simultaneamente, porque os ideais são convergentes. Defende-se que o modelo de desenvolvimento econômico e socioambiental nacional rege-se em flagrante insustentabilidade organicista. Isto, porque o desenvolvimento sustentável que o país pleiteia atingir com a execução da Agenda 21 não tem sido implementado de forma heterogênea na federação, o que compromete a eficácia homogênea. O desenvolvimento sustentável empírico homogêneo, como hodiernamente posto, importa em ineficácia material ao serem eleitos, tão somente, os determinantes fluxos de progresso econômico e social nacional finalista (10), desconsiderando a extensão do território, as profundas desigualdades regionais e o estágio evolucionista econômico e social de cada Estado-membro, bem como a relação mediata destes fenômenos dinâmicos com o equilíbrio ambiental sustentável setorizado. O termo mudança do clima, mudança climática ou alteração climática refere-se à variação do clima em escala global ou dos climas regionais da Terra ao longo do tempo. Estas variações dizem respeito a mudanças de temperatura, precipitação, nebulosidade e outros fenômenos climáticos em relação às médias históricas. Tais variações podem alterar as características climáticas de uma maneira a alterar sua classificação didática. Os tipos de classificação para as regiões climáticas são: Classificação do clima de Köppen, Classificação do clima de Thornthwaite e Classificação do clima de Martonne. Podem estar em causa mudanças no estado médio da atmosfera em escalas de tempo que vão de décadas até milhões de anos. Estas alterações podem ser causadas por processos internos ao sistema Terra-atmosfera, por forças externas (como, por exemplo, variações na atividade solar) ou, mais recentemente, pelo resultado da atividade humana. Portanto, entende-se que a mudança climática pode ser tanto um efeito de processos naturais ou decorrentes da ação humana e por isso deve-se ter em mente que tipo de mudança climática se está referindo.
[editar] Mudanças do clima
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