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Operação Caça aos Torturadores

Quatro Torturadores denunciados pelo MPF

02:00 PM, 13/7/2011

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No Brasil, o Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP)
ingressou na Justiça com uma Ação Civil Pública contra três
militares aposentados das Forças Armadas e um da Polícia Militar,
pelo assassinato de seis pessoas e tortura de outras 20, todas
presas pelo Exército, entre 1969 e 1970, durante a ditadura militar.

(Forças Armadas)

Homero Cesar Machado


Innocencio Fabrício de Mattos Beltrão


Maurício Lopes Lima   


(Polícia Militar de São Paulo)

Capitão João Thomaz

 

 

 

Foram acusados formalmente pelo MPF-SP de participação na
morte e no desaparecimento de, pelo menos, seis pessoas e de
torturar 20 presos políticos detidos pela Operação Bandeirante,
criada e montada pelo Exército no final da década de 1960.  

A ação é assinada pelo procurador regional da República
Marlon Alberto Weichert e os procuradores Eugênia Augusta
Gonzaga, Jefferson Aparecido Dias, Luiz Costa, Adriana da
Silva Fernandes e Sergio Gardenghi Suiama.

Os seis procuradores federais esperam que os quatro militares
sejam considerados responsáveis pelas violações aos direitos
humanos, condenados a ressarcir os cofres  públicos pelas
indenizações pagas  pelo Estado às vítimas e parentes e a
pagar uma indenização a título de reparação por dano moral à
coletividade.

 

Os procuradores federais querem, também, que a

Justiça Federal do Brasil casse as aposentadorias

dos quatro militares acusados de assassinatos e

torturas, mas, ainda, não sabe informar o valor total

das reparações.

Lista dos Torturadores - 1973 - Recife - Pernambuco

01:45 PM, 13/7/2011

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LISTA DOS TORTURADORES  
DITADURA MILITAR
RECIFE - PERNAMBUCO

 

 

01- Tenente Coronel Vilooch - Parque de Motomecanização - PE

02- 2ª Tenente Diógenes Brasil Gurjão - 14º RI - PE

03- Delegado de Polícia - Osvaldo Rabêlo - Recife

04- Delegado de Polícia Álvaro Gonçalves da Costa Lima - Recife

05- Investigador de Polícia Abílio Pereira Barros - Recife

06- Investigador de Polícia Acácio - Recife

07- Cabo Ferreira - 7ª Cia do QG da 7ª Região Militar - Recife

08- Cabo Anselmo - 7ª Cia do QG da 7ª Região Militar - Recife

09- 2º Tenente Ney - 7ª Cia do QG da 7ª Região Militar - Recife

10- Capitão Oliveira - 7ª Cia do QG da 7ª Região Militar - Recife

11- Major Perine - 7ª Cia do QG da 7ª Região Militar - Recife

12- Coronel Celso Bodstein - Chefe do Estado Maior da 7ª RM - PE

13- Major Dynalmo Domingos de Souza - 2ª CIA de Guardas - Recife

14- Investigador de Polícia - Edmundo Brito de Lima - Recife

15- Edmundo Brito de Lima - DOPS - Recife

16- Eudésio de Holanda Cavalcanti - DOPS - Recife

17- Fausto Venâncio da Silva - DOPS - Recife

18- Cabo PM Ferreira - DOPS - Recife

19- Delegado José Silvestre - DIRETOR DO  DOPS - Recife
 
20- Luiz Martins de Miranda Filho - Policial Civil - Recife

 

Delegado de Polícia Federal Romeu Tuma e o Dops

03:50 PM, 12/7/2011

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Delegado de Polícia Federal
Romeu Tuma e o Dops

TORTURA - MUTILAÇÃO

FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS

ASSASSINATOS

OCULTAÇÃO DE CADÁVERES

 

 

Romeu Tuma esteve presente no palco dos acontecimentos
relativos ao desaparecimento dos presos políticos. Como
Diretor do DOPS e, posteriormente, na PF, foi ele  quem
"arrumou" os arquivos do órgão antes de serem tornados
públicos.

 

Há que considerar-se, além dos documentos que diretamente
envolvem Romeu Tuma na rede montada pelos órgãos repressivos
para acobertar os desaparecimentos políticos e as mortes sob
tortura, de que o DOPS de São Paulo não foi um mero espectador
das violências cometidas pelos órgãos de repressão política, mas
um de seus braços principais.

Basta, para tanto, lembrar o nome do famigerado Delegado Sérgio
Paranhos Fleury, que fez do DOPS/SP, uma máquina de matar,
competindo a palmo com a eficiência assassina do DOI/CODI.

(vejam as fotos de Fleury e Tuma no livro Autopsia do Medo, de
Percival de Souza, como também a afirmação de que  foi Tuma
que indicou ao II Exército quem seriam os responsáveis pelo
sumiço dos corpos - fls. 180).

Ali, no DOPS, estava Tuma – desde 1954, conforme declara, tornando-se
seu diretor em 1977 e levando consigo para a Polícia Federal, em 1983,
não só os arquivos que ajudara a organizar, mas também os torturadores
ali lotados,  tais como Aparecido Laertes Calandra – conhecido à época
como “capitão Ubirajara” – e o delegado Davi Araújo dos Santos, ambos
envolvidos diretamente em torturas e assassinatos de presos políticos, e
outros certamente não descobertos por nós.

As requisições de exames necroscópicos dos presos políticos, enterrados
com nomes falsos ou verdadeiros, a maior parte delas marcada com um “T”
em vermelho, eram todas enviadas ao DOPS, como também as fotos dos
corpos, sendo que alguns dos envelopes de negativos do arquivo de fotos
do IML, que encontramos vazios, contém  a observação: “negativo enviado
ao DOPS”. Tais fotos desapareceram com Tuma e Harry Shibata - do IML
e do DOPS.

O “Xerife Tuma” cumpriu tão brilhantemente seu papel, que foi escolhido ,
pelo General Figueiredo para Superintendente da PF em São Paulo,
levando consigo os arquivos pouco antes do ato do Governador Montoro
que extinguiu o DOPS.

 

ROMEU TUMA

SURGIU DO INFERNO EM:  04.10.1931

VOLTOU AO INFERNO EM:   26.10.2010

 

Delegado Sérgio Fernando Paranhos Fleury ------------ (O Anticristo)

12:44 AM, 12/7/2011

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Delegado de Polícia Civil

Sérgio Fernando Paranhos Fleury

"O Anticristo"

 

Sérgio Fernando Paranhos Fleury

( O Anticristo )

Foi um policial que atuou como delegado
do DOPS de São Paulo, durante a  ditadura
militar no Brasil.

Ficou notoriamente conhecido por sua pertinácia
ao perseguir os opositores do regime.

Vários depoimentos, testemunhas e relatos de presos
políticos, apontam que ele usava sistematicamente a
tortura durante os interrogatórios que comandava na
época do regime militar brasileiro.

Segundo se comenta, alguns dos militantes que eram
capturados pelo delegado Fleury não resistiram a essas
torturas e acabaram morrendo, como no caso de Eduardo
Collen Leite (guerrilheiro de renome), que foi torturado por
cerca de quatro meses.


O delegado Sérgio Fleury foi o principal responsável pela

captura e morte de Carlos Marighella, que resistiu à prisão,

pela Chacina da Lapa e por mais uma série de  casos

envolvendo tortura e morte de opositores do regime.

 

 

 

Nascido por falta de pílula 

anticoncepcional em :

19 de Maio de 1933



Morte por merecimento em:

1º de maio de 1979 (45 anos)

Nacionalidade:

infelizmente  brasileira



Ocupação:           

Ladrão (Polícial)

 

Estado civil:

Casado corniado

 

Prisões revogadas

Além de acusado pela prática de tortura contra
presos políticos, foi indiciado e condenado por
crimes como dirigente do Esquadrão da Morte.
No entanto, não chegou a cumprir pena, sendo
sempre absolvido ou tendo suas prisões revogadas.

Foi beneficiado por uma lei que facultava a liberdade
aos réus primários e com residência fixa que ficou
conhecida como Lei Fleury.

Morreu repentinamente em sua lancha na madrugada
de 1º de maio de 1979. Seu corpo foi sepultado sem
ter sido necropsiado, o que gerou comentários de que
ele teria sido assassinado pela esquerda como vingança

Em 2010 seu filho Paulo Sérgio Oppido Fleury, outro
safado, ESTUPRADOR, TORTURADOR, LADRÃO E
ASSASSINO, também delegado, foi demitido da função
pelo governador Alberto Goldman acusado do desvio de
produtos piratas apreendidos pela delegacia que chefiava,
sendo absolvido mas condenado por uso indevido da máquina

Carreira

Bacharel em Direito
Delegado de Polícia
Torturador
Estuprador
Ladrão
Assassino

 

A mãe dele deve ter sido a mesma

Cadela que pariu Adolf Hitler

 

De acordo com os Centros Espíritas,

foi levado pelo Diabo em 01.05.79,

no Inferno foi agraciado com os

Chifres de Prata, a mais alta

condecoração.

 

Em vida Fleury foi chifrado 15 vezes,

por um carcereiro do DOI-CODI, mas

o Diabo retirou os chifres dele, pela

lei ninguém pode ter mais chifres

do que o Diabo.

Sônia Maria de Moraes Angel Jones

04:30 PM, 11/7/2011

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incluir html:

 

Sônia Maria de Moraes Angel Jones

Militante da AÇÃO LIBERTADORA NACIONAL (ALN)

Nasceu em 9 de novembro de 1946, em Santiago do Boqueirão,
Estado do Rio Grande do Sul, filha de João Luiz Moraes e Cléa
Lopes de Moraes.


Foi morta aos 27 anos em 1973, em São Paulo.

PRESA PELO DOI-CODI, FOI SEVERAMENTE TORTURADA

ESTUPRADA,  OS SEIOS MUTILADOS E ASSASSINADA COVARDEMENTE

 

O EXÉRCITO BRASILEIRO ESCONDEU SEU CORPO, ATESTOU

UM LAUDO DE MORTE FALSO, OCULTOU SEUS RESTOS MORTAIS

DURANTES ANOS, ALÉM DE AMEAÇAR A SUA FAMÍLIA, QUE NÃO

TEVE O DIREITO DE ENTERRAR SÔNIA MARIA, COM DIGNIDADE.

 

O EXÉRCITO CONTINUA SENDO UMA

VERGONHA, PARA O POVO BRASILEIRO

 


Coronel do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra - DOI-CODI

02:41 AM, 11/7/2011

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Coronel do Exército

Carlos Alberto Brilhante Ustra

Comandante do DOI-CODI

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 DITADURA MILITAR NO BRASIL

ALEMANHA NAZISTA

TUDO A MESMA COISA

 

 

 PAU QUE NASCE TORTO, MORRE TORTO

Coronel do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra - ESTUPRADOR

09:56 PM, 10/7/2011

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Coronel do Exército Brasileiro

Carlos Alberto Brilhante Ustra

ESTUPRADOR

TORTURADOR

LADRÃO

ASSASSINO

 

 

A Justiça de São Paulo declarou o

Coronel Reformado do Exército,

Carlos Alberto Brilhante Ustra,

ex-comandante do DOI-Codi,

responsável pela prática de tortura

em três pessoas, durante o

regime militar.

 

 

 

O ex-comandante do Destacamento de Operações de Informações
do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi) de São Paulo,

O CORONEL REFORMADO DO EXÉRCITO
CARLOS ALBERTO BRILHANTE USTRA

Foi declarado responsável, pela Justiça Federal, pela prática de
tortura em três pessoas, presas no quartel do Exército.

 


Esta decisão, do juiz Gustavo Santini Teodoro, da 23ª Vara Cível
de São Paulo, na prática não condena o militar do Exército.

Ustra não será preso e nem mesmo deverá  pagar nenhum tipo
de indenização ou multa.

O Juiz julgou procedente a ação declaratória, protocolada por
César Augusto Teles, Maria Amélia de Almeida Teles, e
Criméia Alice Schmidt de Almeida.Julgo procedente o pedido
formulado pelos autores César Augusto Teles, Maria Amélia de
Almeida Teles  e Criméia Alice Schmidt de Almeida, para
declarar que entre eles e o réu Carlos Alberto Brilhante Ustra
existe relação jurídica de responsabilidade civil, nascida da
prática de ato ilícito, gerador de danos morais, afirmou o juiz
Teodoro na sentença.

A ação proferida pelo tribunal não julga crimes de tortura e .
nem indenizações, mas somente uma declaração sobre a
participação efetiva do militar na prática de tortura.

Beneficiado pela Lei da Anistia, o coronel Carlos Alberto
Brilhante Ustra, contestou a ação, negando qualquer
participação na prática de tortura. Pediu ainda, a extinção
do processo ou a improcedência da ação.

Esta é a segunda vez que o coronel é processado pelo crime
de tortura, na época do regime militar, mas na primeira ação,
o juiz considerou a acusação improcedente.

Mesmo tendo sido declarado responsável pelas torturas,
Ustra, como ficou sendo conhecido, poderá recorrer da decisão.

Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra

ESTUPRADOR - TORTURADOR - LADRÃO E ASSASSINO

 

 

 


SÃO PAULO - O coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra -

que comandou o DOI-Codi em São Paulo, de 1970 a 1974,  

pode ser declarado torturador nesta quarta-feira, mas não

será preso ou condenado se for responsabilizado pelo

crime de tortura. O julgamento na 23ª Vara Cível, no

Fórum João Mendes, é moral e político, já que Ustra foi

um dos beneficiados pela Lei da Anistia, de agosto de 1979,

que beneficiou pessoas condenadas por atos terroristas

durante o período da ditadura e militares que tenham

participado de sessões de tortura. O militar está em

São Paulo, mas, segundo seu advogado, Paulo Esteves,

decidiu não comparecer ao julgamento por não ser

obrigatório pela Justiça.


MESMO COM O FIM DA DITADURA

O SAFADO VELHO ESTUPRADOR

AINDA QUER TER MORAL

 

 

 

DEPOIS DO JULGAMENTO FICOU

RINDO DOS ACUSADORES

SE LEMBRANDO DA ÉPOCA

QUE PODIA ESTUPRAR

QUALQUER UNIVERSITÁRIA

 

JORNALISTA VLADIMIR HERZOG
TORTURADO E MORTO NO
DOI-CODI

 

 

 


São 30 anos do assassinato do jornalista Vladimir Herzog
pela ditadura militar. A foto é nítida em minha memória: a
cabeça pendente, o pescoço asfixiado, o corpo  derramado
rente à parede.

E eles supunham que tinham todo o poder.

Poder sobre a vida dele e sobre a nossa

memória, essa obcecada ilusão que produz

no poder uma  cegueira onipotente, tão bem

descrita por Primo Levi.

 

 

 Coronel do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra

Comandante do DOI-CODI

 

 

 

Delegado David dos Santos Araújo (codinome Capitão Lisboa) - ESTUPRADOR

08:26 PM, 10/7/2011

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DELEGADO DE POLICIA CIVIL

DAVID DOS SANTOS ARAÚJO

(CODINOME Capitão Lisboa)

ESTUPRADOR

TORTURADOR

LADRÃO

ASSASSINO

 

 

 

Da esquerda para a direita – na foto  
Estuprador Torturador  Ladrão Matador
Delegado David dos Santos Araújo.

Ex-integrante da OBAN e do DOI-CODI  

Onde era conhecido pelo codinome de

(CAPITÃO LISBOA)
 

 

MP quer perda de cargos de delegados
por tortura na ditadura

O Ministério Público Federal (MPF) ingressou nesta segunda-feira,
em São Paulo, com ação civil pública pedindo o afastamento
imediato, a perda dos cargos e aposentadorias de três delegados
da Polícia Civil paulista que  teriam participado diretamente de atos
de tortura, abuso sexual, desaparecimento forçados e homicídios,
em serviço e nas dependências de órgãos da União, durante o regime
militar (1964 - 1985).

A ação pede a responsabilização pessoal de Aparecido Laertes Calandra,
David dos Santos Araujo e Dirceu Gravina, os dois primeiros aposentados
e o terceiro ainda na  ativa. O MPF pede, também, a reparação por danos
morais  coletivos e a restituição das indenizações pagas pela União.

Capitão Ubirajara, capitão Lisboa e JC, codinomes utilizados, respectivamente,
pelos três policiais enquanto atuaram no:  

(Doi-Codi),
Destacamento de Operações de Informações
Centro de Operações de Defesa Interna

Foram reconhecidos por várias vítimas ou familiares em imagens de reportagens
veiculadas em jornais, revistas e na televisão.

Os procuradores da República que propuseram a ação colheram relatos de
ex-presos políticos e de seus familiares vitimados pelos atos dos três policiais,
além de reunir depoimentos retirados de documentos como   processos de
auditorias militares, arquivos do Departamento de Ordem Política e Social
(Dops) e livros, entre eles Brasil: Nunca Mais e Direito à Memória e à Verdade.

 

DA ESQUERDA PARA A  DIREITA

O ESTUPRADOR E MATADOR

DAVID DOS SANTOS ARAÚJO

 

 

 

Pela documentação e depoimentos colhidos pelo MPF, os procuradores

relatam na ação que, sob a alcunha de capitão Ubirajara, o delegado

Aparecido Laertes Calandra  participou da tortura e desaparecimento de

Hiroaki Torigoe, da tortura, morte e da falsa versão de que Carlos Nicolau

Danielli fora morto em um tiroteio, da tortura do casal César e Maria Amélia

Telles,   além de participar da montagem da versão de que o jornalista

Vladimir Herzog teria cometido suicídio na cadeia. Reportagens dão conta de

que Calandra teria participado também de torturas contra Paulo Vannuchi e

Nilmário Miranda.

 

 

DELEGADO ESTUPRADOR

DAVID DOS SANTOS ARAÚJO

 

 

 

CHANCELER DE ESTUPROS

COMENDADOR DE TORTURAS

PROF DOUTOR DE MORTES

DAVID DOS SANTOS ARAÚJO

 

 

 

A BICHONA ESTÁ CHEIA DE MEDALHAS

PARECE UMA MISTURA DE:

PALHAÇO COM PAPAI NOEL

 

Delegado Dirceu Gravina (codinome JC) - ESTUPRADOR

01:58 PM, 10/7/2011

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ESTUPRADOR COM MULHER E FILHA

VER SE PODE

 

DELEGADO DIRCEU GRAVINA - ESTUPRADOR

LADRÃO - TORTURADOR - ASSASSINO

 

 

 

O Delegado Dirceu Gravina sentiu tremores e falta de ar
quando indagado, na terça-feira 17, em frente à delegacia
de polícia onde trabalha, em Presidente Prudente (SP),
sobre suas atividades nos porões do DOI-Codi - SP.

Gravina, conhecido na época pelo codinome JC, quase
perdeu a fala. Ele é citado por ex-presos políticos como
um dos mais ferozes torturadores brasileiros no período
da ditadura militar no País. (além de estuprar e matar
centenas de mulheres, pouco importava a idade, podia
ter 11 anos ou 30 anos).

Gravina usou a ditadura militar para: ESTUPRAR,
TORTURAR, MUTILAR E MATAR.

Além de roubar suas vítimas, os parentes das vítimas.

 


Passados mais de 30 anos, os generais brasileiros


responsáveis por torturas, mortes e desaparecimentos


inexplicáveis não foram levados aos tribunais

 

Os agentes envolvidos na repressão política no País

ainda temem cobranças pelos crimes que praticaram.

Familiares dos mortos e desaparecidos também insistem

na aplicação de  punições, a exemplo do que ocorreu em

países como Argentina e Chile.

 

FOTO DO DELEGADO DIRCEU GRAVINA

ESTUPRADOR - TORTURADOR

LADRÃO - ASSASSINO

 

O Ministério Público Federal (MPF) também encaminhou
ação à Justiça Federal para responsabilizar civilmente
torturadores e autoridades da época da ditadura militar
no  Brasil por crimes cometidos no DOI-Codi paulista,
entre 1970 e 1976.

A Procuradoria-Geral da República de São Paulo avalia
que agentes públicos, “notadamente da  União Federal”,
praticaram abusos e atos criminosos contra opositores
ao regime, “em violação ao princípio da segurança pessoal”.

 

OBS: em outras palavras

PRISÕES DE MULHERES JOVENS,

COM INTENÇÕES DE ESTUPROS,

EM SEGUIDA A MORTE, PARA  FICAR

TUDO EM SEGREDO.

 

OBS: ROUBO DOS PERTENCES PESSOAIS

DAS VÍTIMAS, INVASÃO DOMICILIAR COM O

PROPÓSITO DE SUBTRAIR OBJETOS DE

VALORES, DINHEIRO, JOIAS, ETC.

 

OBS: EXTORSÃO A PARENTES DE VÍTIMAS,

COM FINS DE OBTER DINHEIRO OU

PROPRIEDADE, EM TROCA DE INFORMAÇÕES

SOBRE OS PRESOS POLÍTICOS.

 

 

Ilegalidades ocorridas naquela instituição militar, como as
prisões ilegais, torturas, homicídios e desaparecimentos
forçados, são consideradas pelo Ministério Público como
crimes de “lesa-humanidade”.

A ação lembra que o Comitê de Direitos Humanos da ONU
recomendou ao governo brasileiro que torne públicos os
documentos sobre violações aos direitos humanos no País
e responsabilize os autores de todos esses crimes.

 

 

DELEGADO ESTUPRADOR, TORTURADOR,

LADRÃO E ASSASSINO

Dr. de Merda DIRCEU GRAVINA

 

 

 


São citados ainda dois superiores de Ustra

E Maciel;

O comandante do II Exército na época,

general Ednardo D’Ávila Mello

e o subcomandante do órgão, Capitão Dalmo

Cirillo. Ambos mortos, levados pelo Diabo.

 

 

Os ministros do Exército:

generais Orlando Geisel (de 1969 a 1974), Vicente Dale
Coutinho (1974) e Sylvio Frota (de 1974 a 1977), só não
integram o processo porque também já faleceram.

O mesmo ocorre com os ditadores de plantão Emílio
Garrastazu Médici e Ernesto Geisel, assim como o
poderoso chefe do Centro de Informações do Exército
(CIE),  na época, general Milton Tavares de Souza, que
depois virou comandante do II Exército. Todos mortos,
levados pelo Diabo.

 

O Diabo se esqueceu de levar os integrantes

do Superior Tribunal Militar, que na época

não era superior a nada. Pode-se dizer:


INFERIOR TRIBUNAL DOS MILICAS

 

 

A ação de Weichert e Eugênia tem o objetivo de impedir
que os abusos praticados no passado voltem a se repetir.
Subscrita por outros quatro procuradores;

Ela foi encaminhada e aceita pela Justiça Federal no fim
de maio.  A Procuradoria pede a devolução para a União
de todos os valores pagos em indenizações a 64 familiares
de mortos e desaparecidos políticos. São presos mortos
no DOI-Codi,  reconhecidos oficialmente pelo governo
brasileiro no documento Direito à Memória e à Verdade.

Produzido pela Comissão Especial sobre Mortos e
Desaparecidos Políticos, da Secretaria Especial dos
Direitos Humanos da Presidência da República.

O total a ser devolvido aos cofres do governo, conforme
a ação, ultrapassa 9 milhões de reais.


PROCURADO PELO

TRIBUNAL INTERNACIONAL DE JUSTIÇA

DIRCEU GRAVINA

 

 

CRIMES: 

TORTURA A PRESOS POLÍTICOS

CRUELDADE

ESTUPROS DE PRESAS POLÍTICAS

INVASÃO DE DOMICÍLIO SEGUIDA DE ESTUPRO

ESTUPRO DE VUNERÁVEL

ASSASSINATO DE MULHERES GRÁVIDAS

ROUBO E EXTORSÃO

ASSASSINATOS EM MASSA

VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS

DIRCEU GRAVINA

 

 

Federal Bureau of Investigation

Central Intelligence Agency

Tribunal Internacional de Haia

Delegado Aparecido Laertes Calandra (Capitão Ubirajara) - Estuprador

02:02 AM, 10/7/2011

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O governo do Estado de São Paulo

Transferiu, do Departamento de Inteligência da Polícia Civil,

(Dipol) para uma área burocrática da Secretaria de Segurança

Pública o DELEGADO APARECIDO LAERTES CALANDRA.

Conhecido pelo codinome de "Capitão Ubirajara",


TORTURADOR, ESTUPRADOR, LADRÃO E ASSASSINO.
 

Durante o Regime Militar.

 
Acusado da prática de tortura nos extintos órgãos
de repressão em São Paulo, durante o regime militar.

No dia 30 de julho, o "Diário Oficial" publicou ato do
Secretário da Segurança, Saulo de Castro Abreu Filho,
transferindo Calandra para o Departamento de Administração
do Pessoal (DAP).

 

Em abril último, o governador Geraldo Alckmin foi alvo de duras
críticas de entidades de direitos humanos pela manutenção de
Calandra numa divisão de inteligência da polícia civil paulista.

 

A assessoria de imprensa da SSP negou, ontem, que
o governo estadual tenha procurado deixar o assunto
"esfriar" para decidir a transferência do delegado.

Em abril, Alckmin recorreu à Lei da Anistia, de 1979,
para justificar o fato de que Calandra chefiava uma das
áreas estratégicas do esquema de informações da SSP.

 Uma  de suas atribuições seria cuidar de escutas telefônicas.

 

"A anistia vale para os dois lados", argumentou, na ocasião,

o governador. "Uma coisa é não puni-lo, outra coisa é premiá-lo,

dando um cargo de tanta responsabilidade  como dirigir o

departamento de inteligência da polícia,   comentou, então,

o ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, reforçando as

críticas de parlamentares e órgãos de  direitos humanos.


DELEGADO APARECIDO LAERTES CALANDRA

ESTUPRADOR - TORTURADOR

LADRÃO - ASSASSINO

 

Dossiê do Aparecido Laertes Calandra - capitão Ubirajara    

 

O Grupo Tortura Nunca Mais/RJ pesquisou em diversas fontes e nos 12
volumes do Projeto Brasil Nunca Mais coordenado pela arquidiocese de
São Paulo e constatou o nome do capitão Ubirajara,  cujo nome verdadeiro
é  Aparecido Laertes Calandra, denunciado pela Comissão de Familiares
de Mortos e Desaparecidos políticos e várias entidades de direitos humanos
como torturador e membro do aparato de repressão, em São Paulo.
 

É importante enfatizar que o Projeto Brasil Nunca Mais é a microfilmagem
de todos os processos de presos políticos no período de 1964 a 1978, que
se encontram no Superior Tribunal Militar em Brasília. Trata-se, portanto, de
documentação oficial que não pode ser rotulada de facciosa.

O nome do Capitão Ubirajara, cuja identidade verdadeira, Aparecido Laertes
Calandra, foi revelada no início dos anos 80, quando foram abertos os arquivos
do DOPS/SP,  aparece à pág. 55 Tomo II volume 3 “Os Funcionários” do Projeto
BNM.

Na lista de “Elementos Envolvidos Diretamente em Torturas , como Investigador
da Polícia no DEIC-SP,  em 1968. Denuncia sua atuação em torturas: Edson Vieira,
24 anos, militar, em 1968. Seu depoimento consta à pág 797, Tomo V, vol 1

 “As Torturas” do Projeto BNM".
 

No caso de Calandra, o envolvimento com a tortura não se

limitou a episódios isolados. Segundo relatório periódico de

informações do DOI de julho de 75, citado pelo jornalista Elio

Gaspari no livro  "A Ditadura Escancarada", em menos de

cinco anos, passaram pelas dependências da esquina das

ruas Tutóia e Tomás Carvalhal 2.335 presos políticos.

 


Pelo menos dois deles morreram depois de serem torturados pela
equipe de Calandra, de acordo com relato do Movimento Tortura
Nunca Mais.

O primeiro foi Hiroaki Torigoi, dirigente do Molipo (Movimento de
Libertação Popular), o mesmo por onde passou o chefe da Casa
Civil, José Dirceu. Tinha 28 anos e cursava medicina. À época,
disseram que tinha morrido depois de ferido em tiroteio com
agentes de segurança.

 

O segundo caso relatado pelo Tortura Nunca Mais é o de
Carlos Nicolau Danielli. A notícia impressa com a versão
oficial para a morte do ex-dirigente do PC do B.

"Terrorista morto em tiroteio"- foi levada por Calandra a uma
outra presa política, Maria Amélia de Almeida Teles,
testemunha das sessões de tortura a que Danielli foi
submetido durante três dias. "Ele berrou e me mandou ler
em voz alta a notícia, eu disse que não era verdade, e ele:
"Aqui damos a versão que queremos e, se não colaborar,
 vai ter uma manchete dessas também.'"

 


"Ele era uma pessoa fria, calculista, um homem terrivelmente
ameaçador", completa a ex-militante comunista, hoje integrante
da Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos.

"Ele tinha uma voz meio metálica e estridente, se vestia bem,
fazia pose, era muito agressivo e cínico, particularmente cínico",
conta Artur Scavone, outro que passou pelas mãos do Capitão
Ubirajara. Ex-militante da Molipo, ele conviveu com Calandra no
 DOI-Codi por nove meses.

Uma das lembranças mais fortes da equipe do Capitão Ubirajara
era o permanente clima de terror que criava ao repetir barulhos de
chaves (sinal de que um novo interrogatório era iminente) ou de
canos de metal (sinônimo de montagem do pau-de-arara).



 

DELEGAGO ESTUPRADOR, LADRÃO E ASSASSINO

E CAPITÃO DE MERDA

 

 


O nome do Capitão Ubirajara também é associado ao episódio
que resultou na morte do jornalista Vladimir Herzog nas dependências
do DOI. O IPM (Inquérito Policial Militar) que concluiu que Herzog havia
se enforcado na grade da cela não ouviu Calandra, apontado nos laudos
como o autor do pedido de perícia.


No mesmo mês de outubro de 75 em que Herzog morreu, o codinome
Capitão Ubirajara já aparecia na lista de 233 torturadores do relatório
produzido no Presídio da Justiça Militar Federal e encaminhado ao
Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. Entre os presos
políticos que assinam o documento está José Genoino, atual presidente
do PT.

 


O Capitão Ubirajara é o número 84 da lista. Os presos não

sabiam sua identidade completa na época. Isso só aconteceu

anos depois, quando Calandra foi trabalhar com senador Romeu

Tuma (PFL-SP)  na Superintendência da Polícia Federal em São

Paulo, em 83. Coube a ele cuidar dos arquivos da polícia política

paulista transferidos para a PF pouco antes de o então governador

Franco Montoro extinguir o Dops. Sob seus cuidados, parte das

informações dos arquivos desapareceu.

 

O CAPITÃO DE MERDA AINDA TRABALHOU NA

POLÍCIA FEDERAL, A PEDIDO DE ROMEU TUMA,

ESSAS COISAS SÓ ACONTECE NO BRASIL.