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Bicicletistas Selvagens

DE NOVO!!!

10:12 AM, 28/2/2011 .. 0 comentários .. Link

É ele mesmo, podem acreditar!!!

Fizemos, outra vez, a Trilha do Batata. É uma trilha gostosa de se fazer por sua distância (apenas 26 Km), por suas paisagens, pelo tipo da trilha e por ter, na volta, mais ou menos 2/3 em descidas.

Mas, desta vez um adicional nota dez... Rafael, meu sobrinho, e que eu há muito vinha tentando levar para uma trilha finalmente apareceu. Combinamos no meio da semana e no sábado fechamos o combinado: 8:00 hs da manhã de domingo. Sairíamos de casa e encontraríamos com o Farlley ( o João Carlos, definitivamente, "bundou").

O início da trilha é uma maravilha. Todos descansados, um pequeno trecho em alfasto, duas ou três descidas... Com o andar da carruagem as subidas começaram e o cansaço também. Não sei se foi porque na sexta andei de speed com minha esposa (breve, postagem sobre o assunto),mas, minhas pernas começaram a doer muito cedo. Aí, sabendo do que ainda viria pela frente, fiquei na minha, no meu rítmo, de boa.

Rafael, que disse não gostar de pedalar em marchas leves, se esforçava mais que eu e o Farlley, fazendo quase todos os trechos de subidas pedalando em pé. Não demorou muito para vê-lo descendo da bike e andando, fazendo o inverso da pedalada: ao invés da bike levá-lo, ele lavava a bike. A subida final, o trecho mais pesado da trilha, foi duro e até confessei a ele que também tinha travado. chegamos ao final cansados, mas, inteiros. Descansamos um pouco, não sem antes ouvir uma curtiçãozinho do "Chefe": já estava para ir buscá-los!!! É o fim, não?

A volta começa com aquela subida que quase nos matou, só que... Uma descida alucinante, cheia de rampas (até dei uns pulinhos), subidas curtas e mais descidão. Numa dessas quese caí: ao chegar ao final da descida, já em uma curva, a roda dianteira passou na quina de uma pedra e a frente da bike quase foi embora (lembrei do Nenzão: "e aí foi o boi com a corda!").

Para fechar com chave de ouro, resolvemos no trecho de asfalto, mudar o roteiro. Entramos por uma trilha sem saída e após perguntarmos a uns moradores, indicaram-nos um caminho. Pegamos trieiros, tivemos que carregar a bike para passamos por um córrego e chegarmos novamente em terreno "pedalável"... Uma delícia! Finalmente, são e salvos, chegamos.

Agradeço a companhia do Rafael, que esperamos faça definitivamente parte dos Biker's Selvagens e traga mais alguns biker's consigo. Eu, já ansioso, espero a nova trilha no domingo que vem.

Mais algumas imagens no Álbum de Fotos - Trilha do Batata II

 

BIKER'S SELVAGENS



MUSCULAÇÃO PARA CICLISTA

08:52 PM, 31/1/2011 .. 0 comentários .. Link
Muitos ciclistas ainda duvidam da eficácia da musculação no treinamento. Por muito tempo se acreditou que a musculação traria mais prejuízos que benefícios para nós, ciclistas. Entretanto, com o avanço das pesquisas na área de fisiologia do esporte, hoje o treinamento com pesos é visto com outros olhos.

Atletas da elite do ciclismo mundial fazem uso da musculação como uma forma de preparação e reforço dos músculos no início da temporada. Em especial aqueles ciclistas que vivem no hemisfério norte, onde o inverno é rigoroso e o treino de estrada é impraticável.

É preciso deixar bem claro que o objetivo de um ciclista não é o mesmo que de um fisiculturista que quer ganhar grande volume de massa muscular. Para o ciclista - e também o triatleta e o mountain biker - o importante é construir fibras musculares com boa qualidade para agüentar os treinamentos e as provas durante o ano todo.

Um ciclista muito musculoso é um ciclista pesado e vai ter mais trabalho nas subidas. É importante observar que um ciclista não deve ter uma área frontal - tórax e braços - muito desenvolvida, para ser mais aerodinâmico. Quanto mais longilíneo, melhor.


» Confira algumas sugestões de exercícios


MELHORES FIBRAS

Ainda não há estudos que digam com precisão o quanto um ciclista pode melhorar com a musculação, mas uma coisa é certa: quando bem dosada a musculação somente trará benefícios ao atleta do ciclismo. Alguns autores norte-americanos afirmam que um ciclista, quando bem orientado no treino de musculação, pode ter uma melhora de até 10% em sua performance. Nada mal!

Wilson Germano, ciclista, professor de Educação Física, fisioterapeuta e introdutor do Ciclismo Indoor no Brasil, aconselha: "Ciclistas já têm um trabalho contínuo em cima da bike. O estímulo para os membros inferiores é diário". Germano afirma que um bom trabalho de musculação voltado para cicistas deve procurar melhorar a qualidade das fibras musculares e ao mesmo tempo aumentar a resistência muscular localizada para suportar um grande volume de treinos e as provas mais duras.

"É impossível separar o corpo", afirma. O programa de musculação não deve negligenciar os membros superiores, afinal braços, abdômen, lombar e ombros, são responsáveis pela sutentação do biker sobre a bicicleta.

Se no hemisfério norte os ciclistas se preparam na academia durante o inverno, no Brasil a situação é semelhante. Do final de novembro, até meados de fevereiro e início de março, as competições são bem escassas e um ciclista esperto pode aproveitar estes meses para se dedicar à musculação. "Um atleta de ponta pode fazer uma pré-temporada de musculação e, mais tarde, no meio da temporada, se estiver ocorrendo uma fadiga na musculatura, ele pode fazer novamente o trabalho de musculação. Vai do calendário de cada atleta".

Atletas iniciantes podem fazer musculação o ano todo, sempre com muito critério e tendo em mente que exercícios com peso na academia servem para melhorar a qualidade das fibras musculares. Seu objetivo é ser um ciclista melhor e não hipertrofiar músculos para a satisfação de seu professor. O ciclista deve ter manter sempre o foco no ciclismo como objetivo principal.



ALONGAMENTOS

Um fato que muitos ciclistas que treinam musculação reclamam é a sensação de "enrijecimento" da musculatura. Normalmente esta sensação é sintoma da falta de alongamentos adequados. Procure seguir as dicas do seu professor e faça sistematicamente os exercícios de alongamentos recomendados. "Não adianta simplesmente fortalecer e dar resistência à musculatura. A musculatura, quanto mais alongada, mais aporte sanguíneo vai proporcionar ao músculos. E, quanto mais encurtada, mais suscetível a lesões.", ensina Germano.

A MUSCULAÇÃO

A indicação do treino de musculação começa com uma conversa onde o futuro aluno vai expor suas necessidades ao professor. Um treino de musculação para um ciclista escalador da elite é diferente de um treino destinado a um piloto de BMX. Só para exemplificar: um piloto de BMX precisa de um treino específico para uma competição que dura em média 1min40s e que é de grande explosão. Já um ciclista escalador vai competir em provas que chegam a durar seis horas e atravessam altas montanhas.

O segundo passo é indispensável: uma boa avaliação física que vai coletar os seguintes dados: VO2 Max do aluno, contração muscular, qualidade da fibra muscular, percentual de gordura, índice de alongamento etc. Germano aconselha que se faça uma outra avaliação física após três meses de trabalho de musculação para uma reavaliação do aluno.

Com os dados da avaliação na mão é hora de ir para a sala de musculação e determinar a quantidade de exercícios. Para isso, o aluno é submetido a um teste de carga máxima que vai determinar a carga (os pesos) e o número de repetições dos vários exercícios.

Como o objetivo é melhorar a qualidade das fibras musculares e aumentar a resitência muscular Wilson Germano recomenda um número maior de repetições e uma carga de trabalho por volta de 60-65 % da carga máxima suportada pelo aluno. "Eu recomendaria de 4 a 5 séries com 15 a 20 repetições para cada exercício".

GRUPOS MUSCULARES

Obviamente, ciclistas usam principalmente os músculos dos membros inferiores para fonte de tração. Desses, os quadríceps, são os mais exigidos em uma pedalada. Os quadríceps (quadri = quatro e ceps = cabeça) são formados por quatro músculos: vasto medial, vasto lateral, vasto intermédio e reto femural.

Os quadríceps fazem a extensão do joelho e são responsáveis pela fase de aceleração da pedalada [quando empurramos o pedal para baixo]. Isso representa cerca de 39% do trabalho total do ciclo do pedal. Os extensores do quadril, que também ajudam na fase de aceleração, representam 27,7% do trabalho total do ciclo do pedal. Os músculos flexores do tornozelo e do joelho representam 20 e 10%, respectivamente, do trabalho da pedalada.

São estes músculos que terão maior atenção no trabalho de musculação, sem esquecermos do tronco e dos membros superiores: lombar, abdômen, braços e ombros.


TRILHA DO MORUMBI

09:33 PM, 30/1/2011 .. 1 comentários .. Link

Hoje fizemos a trilha do Morumbi. Morumbi é um condomínio fechado a beira da GO-020 com entrada bem a frente do Posto Barcelona, ponto de encontro dos amantes do ciclismo. A trilha começa em terreno quase plano até chegar nas cercanias do condomínio. Entra-se a esquerda numa estrada que margeia o seu muro e é aí que a coisa fica boa.

Grandes descidas com um grau de dificuldade baixo com terreno bastante firme. O percurso é de ida e volta e a última descida é que nos dá um trabalho maior, com cascalho grosso e bastante solto. Os cortes para enchorrada são uma dificuldade a mais. Nesta descida quase caí por duas vezes. A gente vem no gás e derrepente um corte, a bicicleta voa e ao aterrisar estamos em cima do cascalho solto. O final é uma subida grande, mas, não muito íngreme. A volta tem como desafio a subida desta última descida, que esta sim, é bem forte. Somesse a isto o cascalho solto...

Para aumentar a volta entramos no condomínio para um passeio. Boas subidas e descidas com relativa dificuldade dado as valetas causadas pela chuva. Há também alguns cortes para proteção contra as enchorradas e numa dessas quase que nosso amigo Farlley se espatifa. Um segundo de desatenção e pegou um degrau muito alto de proa, a bicicleta bateu, levantou a roda trazeira quase jogando-o no chão. A pancada foi tão forte que empenou a roda dianteira. Em uma chegada em um mataburro quase caio também. Quando solicitei o freio trazeiro, ele endureceu e nada... Finquei no dianteiro e parei a uns 30 centímetros da vala.

Sentados na lanchonete do Posto Barcelona, conversando, decidimos abrasileirar no nome do grupo. Já somos tão influenciados pelos amaricanos e são, em geral, tão metidos que se acham a última coco-cola com gás, gelada e rodeada de coxinhas, do deserto. Ciclistas Selvagens, Bicicleteiros Selvagens ou apenas Selvagens??? Ajudem-nos a escolher o nome, ok?

Ao final tudo bem e sem maiores problemas voltamos ao posto, penduramos as magrelas e para casa. O ponto triste da história foi que ninguém levou câmera ou celular para as fotos que vamos ficar devendo.

... SELVAGENS

 

 

 



TRILHA DO BATATA

12:38 PM, 26/1/2011 .. 1 comentários .. Link

Há algum tempo estamos fazendo a trilha que denominamos de "Trilha do Batata", uma vez que, ao descobrí-la, pensei que ela iria até o Batata, um local a beira da estrada com várias casas e ainda considerado zona rural. O seu percurso é de aproximadamente 25 km, ida e volta. As paisagens são exuberantes com várias alamedas. Seu nível de dificuldade pode ser considerado fácil. Não há aclives fortes, com exceção da última ladeira chegando na rodovia que leva ao Batata. A dificuldade nem é tanto pelo grau do aclive e sim pelo estado do piso. Além da facilidade da trilha ainda podemos nos deliciar com vários pés de goiaba branca e vermelha. Como a trilha é de ida e volta pelo mesmo caminho o regresso tem este momento de saborear, apanhadas nos pés, a fruta fresquinha. É pena não termos podido fotografar a quntidade de fruta nos pés. Mesmo assim fizemos várias fotos que estarão na galeria do blog.

BIKER'S SELVAGENS



TREINO DE SPEED É BOM PARA MOUNTAIN BIKING E VICE-VERSA?

10:21 AM, 14/1/2011 .. 0 comentários .. Link

 

 

 

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A fisiologia do ciclismo em prol do mountain biking

  O Pedal solicitou ao nosso colunista e treinador, Hugo Prado Neto, que falasse sobre um assunto que todos os ciclistas e mountain bikers debatem constantemente: uso da bike de speed para treinos de MTB.
  Mas o mestre Hugo se superou mais uma vez. Ele elaborou um artigo – digno de "enciclopédia" – relacionando não só o uso da primeira opção, mas o oposto: MTB para treinos de Speed.
  Com uma explicação, simples, dinâmica e descontraída, Hugo mostra porque é considerado um dos maiores treinadores de bicicletas do país. Confiram:
  “Os atletas de MTB me perguntam: é interessante ter uma bicicleta de “speed” para eu treinar? Na verdade os ciclistas nunca me perguntam o oposto, mas também para o ciclista é interessante efetuar treinos de MTB? Do ponto de vista da fisiologia do exercício, a resposta para as duas perguntas é um afirmativo SIM. Existe ainda o fator psicológico que também conta muito na hora: dar uma mudada de ares.

:: Treinos de Speed para o Mountain Bike

  Vamos começar pelo uso do ciclismo (bike de speed) a favor do mountain bike. A base como todos devem saber é o primeiro componente de um treinamento metódico e bem feito. Esta fase envolve uma intensidade baixa para estimular o uso da gordura como primeira fonte de energia (isso ensina o corpo a economizar glicogênio), com um volume alto para estimular as células e enzimas responsáveis pelo sistema aeróbico. É muito mais correto efetuar a maioria dos treinos de base em outras fases na bike de speed, porquê:

  1 - O estímulo aeróbico é bem maior uma vez que, o treino na speed o ritmo é constante e melhor para monitorar – o pedal sai redondo. Se você treina de MTB, a cadência, a velocidade e a potência não serão constantes. É claro que por questões financeiras o atleta pode “tunar” sua MTB para ser utilizada no asfalto. Melhora sim, mas não substitui totalmente pela bike de speed. Tendo falado isso, na fase de base é importante que o atleta ande pelo menos 2 vezes por semana em sua MTB, considerando que um treinamento deve conter no mínimo 4 dias de treinos por semana.
  2 - Vários intervalos específicos devem ser efetuados na speed para ter uma maior repetibilidade e também para que o atleta não desfoque dos intervalos por causa de pedras, obstáculos que exigem técnica e terreno variado de MTB; o que obviamente vai atrapalhar por completo o objetivo específico de cada intervalo.
  3 - O medidor de potência é a melhor ferramenta para um treinamento ideal, mas seu alto custo impede até mesmo os atletas – com condições – de terem um desses na speed e na MTB. Eu, por exemplo, só tenho na minha speed e TODOS os meus intervalos específicos são feitos na bike de speed. Divido meus treinos em 50% de ciclismo e 50% de MTB.
  4 - Por fim, porque vocês acham que um atleta especialista em provas de maratona não tende a ir bem nas provas de XC? Na minha opinião, o principal culpado se chama sistema neuromuscular. Os atletas de maratona tendem a girar mais e manter um ritmo constante, assim o sistema neuromuscular desses bikers foram ensinados durante anos a manter uma velocidade de perna alta (cadência), sem alterar muito o ritmo de pedal, igual acontece nas provas de XC. Torna-se evidente que o treinamento com uma bike de ciclismo na estrada vai ajudar muito esses atletas ou os iniciantes que querem andar bem de maratona.

:: E os ciclistas? O que eles ganham nessa troca?

Quem acha que ciclismo não exige técnica e habilidade sobre duas rodas esta ligeiramente enganado. Lance já nos provou isso no Tour uma vez lembram? Aquela cena foi clássica e histórica. O mountain bike pode ajudar os ciclistas a evoluirem no ciclismo nas seguintes hipóteses:

  1 - Como comentando o uso esporádico de uma mountain bike para um ciclista pode ajudá-lo a adquirir técnica, fazendo com que esse atleta tenha mais sucesso. Podendo evitar colisões desviando corretamente de carros em treinamentos e caminhoneiros que insistem em manter a ignorância de não nos respeitar, e simples obstáculos como um buraco ou um “bump” em uma estrada.
  2 - Além da técnica, o ciclista pode também ter uma MTB para aliviar um pouco mais os impactos diários dos treinos de ciclismo. Um ciclista acima de 50 anos com hérnia de disco, por exemplo, por mais que tenha a melhor bicicleta de speed, vai encontrar em uma boa mountain bike maior conforto e alívio para as suas costas e seu corpo em geral.
  3 - O mountain bike para o ciclista pode também ajudá-lo a trabalhar alguns membros superiores com mais afinco, ajudando o mesmo a obter um melhor equilíbrio muscular.
  4 - Na OFF SEASON, fase da periodização, caracterizada por um descanso ativo através de outras atividades físicas, o ciclista pode encontrar no mountain bike uma segunda alternativa para se manter ativo depois de uma cansativa temporada na magrela, fazendo assim uma manutenção da forma física junto a natureza, envolvendo outro esporte de pedalar.
  5 - Por fim, parece bobagem, mas o mountain bike é uma atividade longe de grandes cidades urbanas que são bastante poluídas. Dizem que morar na poluição da grande São Paulo equivale a um ser humano fumar dois cigarros por dia. Como tenho certeza que todos nos temos NOJO dessa droga, praticar o mountain bike pode dar uma aliviada até nos seus pulmões.
  Bom, se você pedala mountain bike ou ciclismo já está de bom tamanho, mas espero que essa artigo abra ainda mais o horizonte de todos vocês sobre os benefícios dos dois esportes em prol do outro.
Boa sorte aos ciclistas e mountain bikers, acho que deu para perceber que somos de um só planeta: o planeta da saúde, do esporte, do desafio, da conquista e da disciplina em cima de 2 rodas!



O DIVAGARZINHO

09:47 AM, 7/1/2011 .. 0 comentários .. Link


Não se iluidam... toda a leveza deste animalzinho na água se esvai completamente quando em terra... Será que é isso que está acontecendo com um Biker Selvagem, conhecido do público como um "experto" ginasta cover???

Somente o tempo dirá! E já faz tempo, não é DIVAGARZINHO???



FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO

12:59 PM, 23/12/2010 .. 0 comentários .. Link

A todos os que nos acompanharam neste início de atividade e que nos honram sempre com suas visitas e comentários,  nós Biker's Selvagens, desejamos um Natal com a família e amigos, com muita fartura e acima de tudocom muito amor. Para o ano que está chegando, muitas pedaladas, saúde, paz e harmonia.

Um grande abraço a todos.

BIKER'S SELVAGENS

 



CONFIRMAÇÃO

09:56 AM, 20/12/2010 .. 2 comentários .. Link

Confirmando os Biker´s Selvagens e este blog como uma extensão de nossas famílias, recebemos a visita da irmã do Farlley, Ju e seu boy friend, Alisson, para uma pedalada neste domingo próximo passado. A trilha foi aquela que leva ao asfalto da GO-010, entre a Matinha e o Batata, passando por uma estrada vicinal que sai alí do Setor Boa Vista. A trilha tem aproximadamente 13,5 Km e um total de 27 Km (ida e volta).

A trilha foi feita tranquilamente, em compasso de passeio. A exceção foi o Alisson, que com um condicionamento melhor, sumiu na frente e nos esperou lá no final. A volta, em compensação, foi feita em grupo.

Confesso que sofri um pouco. Na semana passada não havia andado e saí para a pedalada sabendo que seria difícil. A Ju, que ficou alguns meses sem pedalar parece ter cansado um pouco.

Mas, é isso aí. Todo exercício requer regularidade. Não é aconselhável fazer uma grande quantidade de uma vez. O indicado é fazer pequenas pedaladas todos os dias de segunda a sexta e aumentar o percurso numa pedalada mais extensa no sábado ou domingo.

Esperamos que a dupla se junte a nós e faça parte dos BIKER'S SELVAGENS, o que será uma honra para nós.

 

BIKER'S SELVAGENS

 



BLOG FAMÍLIA

10:07 AM, 8/12/2010 .. 2 comentários .. Link

Agradecemos a presença da irmã de nosso João Hipólito, Alessandra "Daniela" Hipólito, nos comentários das nossas postagens. Esperamos tê-la sempre conosco.

Olha  só os maninhos!!! (rsrsrsrs)



Trilha do Batata

09:58 AM, 29/11/2010 .. 2 comentários .. Link

Sexta-feira, 26/11/10, 17:30 hs, e minha primeira trilha com grande possibilidade de chuva se aproximava. O coração batia forte entre o receio de não conseguir e a vontade de me aventurar.  A trilha de aproximadamente 15 Km de ida e mais outros 15 Km de volta é, em parte, uma incógnita. Farlley e eu fizemos uma parte dela, uns 8 Km. Saimos, Farlley, João Hipólito, digo, João Carlos e eu com o tempo rebuscado (Seu Zé Domingos) e nos propusemos a fazê-la de boa, tranquilamente e apreciando a linda paisagem, agora bem verdinha e com um odor enebriante. No início da trilha a bike do João, deu um problema no parafuso do canote que segura o guidão e a todo momento precisávamos parar e bater, com uma pedra, no guidão para que ele voltasse a sua posição normal. Lembrei-me que mais a frente, onde já havíamos passado, eu e o Farlley, de umas casas na beira da estrada e pensei em pedir um alicate emprestado para apertar o maldito parafuso. Assim fizemos. O pessoal da casa foi muito amistoso, como todo bem "caipira" e nos forneceu a ferramenta usada para sanar o problema. Na segunda parte do percurso, aquele que ainda não conhecíamos, confirmou o que tinhamos visualizado no Google Earth, uma trilha de média complexidade, com subidas longas, mas, de aclive ameno. Passamos por poças de lama, por dentro de matas, e com o piso molhado, um peso extra nos pedais foi adicionado. Nosso amigo João Carlos desde cedo reclamando que não tinha comido nada e que estava com fome. Na volta, após tentar dar um banho de lama no João Carlos, passando em alta velocidade numa "lagoa" de lama, a minha bike começou a fazer um barulho que parecia que estava tudo moendo no sistema de coroa-corrente-catraca. Pensei que teria que chegar a pé e empurrando a lindinha. Neste momento a "fome" e a falta de energia do João Carlos já davam sinal de stress. O menino lembrava o pessoal da família Adams de tão pálido. Resolvemos diminuir o rítmo para não forçá-lo e provocar um colápso no amigo. Já no final da trilha quando faltavam poucos quilometros para o asfalto começou a chuviscar. Assim, com esse tempo ameno, acabamos nossa aventura, minha primeira incursão pelas trilhas molhadas. Para mim foi uma experiência muito legal chegando em casa todo enlameado mas com uma alegria enorme por ter vencido este desafio.


Biker's Selvagens



TUDO A VER COM BIKER'S

10:57 AM, 25/11/2010 .. 0 comentários .. Link

Já tem 18 anos que ingressei na Volvo, empresa sueca bem conhecida.

Trabalhar com eles é uma convivência muito interessante. Qualquer projeto aqui demora dois anos para se concretizar, mesmo que a idéia seja brilhante e simples. É uma regra.

Os processos globalizados causam-nos a nós (brasileiros, portugueses, argentinos, colombianos, peruanos, venezuelanos, mexicanos, australianos, asiáticos, etc...) uma ansiedade generalizada na busca de resultados imediatos.

Conseqüentemente, o nosso sentido de urgência não surte efeito dentro dos prazos lentos dos suecos.

Os suecos debatem, debatem, realizam "n" reuniões, ponderações, etc...

E trabalham! Com um esquema bem mais “slowdown". O melhor é constatar que, no fim, isto acaba por sempre dar resultados no tempo deles (suecos) já que conjugando a necessidade amadurecida com a tecnologia apropriada, é muito pouco o que se perde aqui na Suécia.

Resumindo:

1. A Suécia é do tamanho do estado de São Paulo (Brasil).

2. A Suécia tem apenas dois milhões de habitantes.

3. A sua maior cidade, Estocolmo, tem apenas 500.000 habitantes (compare-se com Paris, Londres, Berlim, Madrid, mesmo Lisboa, onde vivem permanentemente 1 milhão de pessoas, ou ainda a cidade do Rio de Janeiro com 7 milhões).

4. Empresas de capital sueco: Volvo, Skandia, Ericsson, Electrolux, ABB, Nokia, Nobel Biocare , etc. Nada mal, né? Para se ter uma idéia da sua importância basta mencionar que a Volvo fabrica os motores de propulsão para os foguetes da NASA.

Os suecos podem estar enganados, mas são eles que me pagam o salário. Devo referir que não conheço nenhum outro povo com uma cultura geral superior à dos suecos.

Vou contar uma pequena história, para terem uma idéia:

A primeira vez que fui para a Suécia, em 1990, um dos meus colegas suecos me apanhava no hotel todas as manhãs.

Já era Setembro, com algum frio e neve.

Chegávamos cedo à Volvo e ele estacionava o carro longe da porta de entrada (são 2000 empregados que vão de carro para a empresa). No primeiro dia não fiz qualquer comentário, nem tampouco no segundo ou no terceiro.

Num dos dias seguintes, já com um pouco mais de confiança, uma manhã perguntei:

"Vocês têm lugar fixo para estacionar? Chegamos sempre cedo e com o estacionamento quase vazio você estaciona o carro no seu extremo?

E ele me respondeu com simplicidade:

“É que como chegamos cedo temos tempo para andar, e quem chega mais tarde, já vai entrar atrasado, portanto é melhor para ele encontrar um lugar mais perto da porta. Entendeu?"

Imaginem a minha cara! Esta atitude foi bastante para que eu revisse todos os meus conceitos anteriores.

Atualmente, há um grande movimento na Europa chamado "Slow Food". A “Slow Food International Association”, cujo símbolo é um caracol, tem a sua sede na Itália (o site na Internet é muito interessante. (www.slowfood.com)

O que o movimento Slow Food preconiza  é que se deve comer e beber com calma, dar tempo para saborear os alimentos, desfrutar da sua preparação, em família, com amigos, sem pressa e com qualidade.

A idéia é contraposição ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida.

Verdadeiramente surpreendente, é que este movimento de Slow Food está servindo de base para um movimento mais amplo chamado “Slow Europe” como salientou a revista Business Week numa das suas últimas edições européias.

Na base de tudo isto está o questionamento da "pressa" e da "loucura" geradas pela globalização, pelo desejo de "ter em quantidade" (nível de vida) ao contrário do "ter em qualidade", “Qualidade de vida" ou “Qualidade do ser".

Segundo a Business Week, os trabalhadores  franceses, ainda que trabalhem menos horas (35 horas por semana) são mais produtivos que os seus colegas americanos e ingleses. E os alemães, que em muitas empresas já implantaram a semana de 28,8 horas de trabalho, viram a sua produtividade aumentar uns apreciáveis 20%.

A denominada "slow attitude" está chamando atenção dos próprios americanos, escravos do "fast" (rápido) e do "do it now!" (faça já!).

 

Portanto, esta "atitude sem pressa" não significa fazer menos nem ter menor produtividade.

Significa sim, trabalhar e fazer as coisas com "mais qualidade" e "mais produtividade", com maior perfeição, com atenção aos detalhes e com menos stress.

Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do prazer dum belo ócio e da vida em pequenas comunidades.

Do "aqui" presente e concreto, ao contrário do "mundial" indefinido e anônimo.

 

Significa retomar os valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver, e até da religião e da fé.

SIGNIFICA UM AMBIENTE DE TRABALHO COM MENOS PRESSÃO, MAIS ALEGRE, MAIS LEVE, E PORTANTO MAIS PRODUTIVO, ONDE OS SERES HUMANOS REALIZAM, COM  PRAZER, O QUE MELHOR SABEM FAZER.

É saudável refletir sobre tudo isto. Será que os antigos provérbios: “Devagar se vai ao longe" e “A pressa é inimiga da perfeição" merecem novamente a nossa atenção nestes tempos de loucura desenfreada?

Não seria útil e desejável que as empresas da nossa comunidade, cidade, estado ou país, começassem já a pensar em desenvolver programas  sérios de “qualidade sem pressa" até para aumentarem a produtividade  e a qualidade dos produtos e serviços sem necessariamente  se perder “qualidade do ser"?

Muitos vivem correndo atrás do tempo, mas só o alcançam quando morrem, quer seja de enfarte ou num acidente automobilístico por correrem para chegar a tempo.

Ou outros que, tão ansiosos para viverem  o futuro, esquecem-se de viver o presente, que é o único tempo que realmente  existe.

O tempo é o mesmo para todos, ninguém tem nem mais nem menos de 24 horas por dia.

A diferença está no que cada um faz do seu tempo. Temos de saber aproveitar cada momento, porque, como disse John Lennon, “A vida é aquilo que acontece enquanto  planejamos o futuro".

Parabéns por ter conseguido ler esta mensagem até o fim.

É sinal que você também está afim de mudar a velocidade e a qualidade das coisas, a começar por si.

 



Irmão de celebridade em Senador Canedo!!!

08:45 AM, 22/11/2010 .. 3 comentários .. Link

Em um magnífico furo de reportagem conseguimos fotografar o irmão desgarrado do fenômeno Justin Bieber. ele está refugiado em Senador Canedo a pedido do irmão famoso. O pedido foi feito para não ligá-lo ao astro para que o jeitinho meio "diferente" de Bieber não se confirme como do DNA da família, A foto foi feita em um descuido quando estava se preparando para fazer um passeio ciclístico. Vejam a foto de Darci Biba:



Mini cover Diego Hipólito em "DUPLO TWIST BICICLETADO"

09:59 AM, 3/11/2010 .. 1 comentários .. Link

Este final de semana presenciamos um malabarismo digno dos maiores ginastas mundiais: um duplo twist bicicletado!!! É uma nova seqüência realizada com a bicicleta quando se desce dela. O mais importante é que esta nova seqüência tem autoria aqui mesmo em Senador Canedo por um atleta já apelidado de “João Hipólito”. Fica aqui registrado e informado que os atletas que quiserem aprender ou que se crie outras seqüências tão espetaculares como a que vimos sábado, é entrar em contato conosco e indicaremos o especialista.



CUIDADOS COM O CALOR

10:09 AM, 26/10/2010 .. 0 comentários .. Link

As férias se aproximando e a chegada de 2011 são alguns dos aperitivos para mudanças de comportamento e novos hábitos de vida. É nesta época que muitas pessoas começam a se exercitar em meio à esperança de novas conquistas.
Parece tudo perfeito, mas é necessário alguns cuidados para que a motivação que o fez iniciar esta nova fase não seja a mesma que o faça voltar aos antigos hábitos de vida. Antes de tudo procure o seu médico, pois ele solicitará alguns exames e diagnosticará as suas limitações e os principais cuidados para que tudo ocorra da melhor maneira possível.

É no verão que a maioria das pessoas inicia a pratica esportiva e uma das características deste período é a alta temperatura ambiente. Correr, nadar, pedalar, enfim, praticar qualquer exercício físico em dias quentes é sinônimo de alerta, pois o organismo precisa ser ainda mais eficiente para dissipar o calor produzido pela contração muscular.
Existem vários mecanismos que contribuem para a diminuição do calor produzido pelo nosso organismo. O mais importante é através da transpiração ou sudorese, que nada mais é que a perda de líquidos através da pele, manobra que de certa forma age como válvula de escape para calor. Esse mecanismo regula nossa temperatura corporal, utilizando as reservas hídricas, sejam elas extra ou intracelular e principalmente intravascular, causando desequilíbrio fisiológico de grande risco para a saúde e para o desempenho esportivo.
Algumas dicas importantes:
Ambientes quentes e úmidos aumentam a sudorese e diminuem a evaporação. Nestas situações aumente a ingestão de líquidos desde o pré-exercício e diminua os intervalos de hidratação durante o exercício físico.
Atenção à vestimenta, pois ela pode contribuir para o aumento da desidratação, através da menor dissipação do calor, aumentando a necessidade de resfriamento do organismo.
A água é a maneira mais acessível de se fazer uma boa hidratação, devido a sua facilidade de consumo e baixo custo. Consuma pelos menos 500 ml de água 2 horas antes do exercício, no entanto, evite a hiperhidratação, pois este fator se torna um problema quando não há conjuntamente reposição de eletrólitos.
A hidratação também po
de ser feita através do consumo de bebidas industrializadas, pois, além de conter quantidades adequadas de eletrólitos, possuem sabor mais atrativo e aumentam o processo de absorção de líquidos.
Durante o exercício físico recomenda-se a ingestão de 400 ml a 600 ml/hora de bebidas com concentração de carboidratos entre 6% e 10%.
A temperatura destas bebidas deve ficar em torno de 15ºC a 22ºC, temperatura recomendada pelo ACSM.
Depois do exercício físico com duração superior a 60 minutos em ambientes quentes e/ou úmidos beba soluções que contenham quantidades
significativas de sódio, potássio e carboidratos.
Portanto, entusiastas e at
é os mais experientes, fiquem atentos a estas recomendações para que os hábitos saudáveis de vida e a prática de exercícios físicos tenham maior longevidade.


 




VOCÊ TREINA NA CHUVA?

09:58 AM, 26/10/2010 .. 0 comentários .. Link


Primeiramente quero deixar bem esclarecido que treinar na chuva é uma situação atípica, que necessita de cuidado e atenção especiais e que eu não recomendo para todos. No entanto, alguns competidores, seja por preguiça, falta de costume, segurança, medo... não gostam de ouvir falar neste tipo de situação e imediatamente já pensam no treino no rolo, academia, descanso ou qualquer alternativa.
 
O recado é para os atletas que estão sempre participando das competições e que tem muita dificuldade quando o percurso esta molhado.
Existe um dito popular que afirma que o atleta será na competição o que ele foi durante os treinos. Independente do que se pode questionar em relação a esta frase não podemos afirmar que esta errada. Podemos reforçar esta idéia com um dos princípios básicos do treinamento esportivo, o da especificidade, que impõe como ponto essencial, que o treinamento deve ser elaborado de acordo com os requisitos próprios do desempenho esportivo em termos de capacidade física, sistema energético predominante, segmento do corpo e a coordenação motora (técnicas) requisitadas. Resumidamente significa dizer que para melhorar o desempenho em dias de chuva o atleta tem que treinar nestas situações.
Além disso, treinar na chuva pode trazer benefícios extras, pois o atleta adquire maior domínio da bicicleta, coordenação, ganha mais confiança e transfere este aprendizado para as situações "normais".
Tenha sempre um colete ou jaqueta a prova de chuva, botinhas, luvas que cobrem os dedos por completo, manguitos e pernitos e em alguns casos um para lama que seja de fácil encaixe na bicicleta. Desta maneira você estará seguro e pronto para encarar qualquer dificuldade.
Outra dica importante é ser cauteloso, pois o atleta precisa primeiramente aprender o gesto motor para depois treiná-lo. Portanto, devagar no início, observe, experimente, diminua o ritmo e realize o movimento de diferentes maneiras. Depois desta seqüência e com mais segurança e confiança aumente a velocidade, arrisque mais, tente variações mais complexas... enfim, busque aperfeiçoar.
Gostamos de enfatizar para os nossos alunos que isto é extremamente importante, pois diminuirá a possibilidade de quedas juntamente com o aumento no desempenho esportivo.
 

 



A Bicicleta de James Bond

11:55 AM, 20/10/2010 .. 0 comentários .. Link

Um novo conceito de bicicleta pode levar os esportistas e amantes do ciclismo mais perto do mundo da espionagem. A bicicleta BOND – Built Of Notorious Deterrents – vem equipada com lança-chamas, assento ejetável, esteira e prancha deslizante.

O conceito foi desenvolvido de acordo com as opiniões de ciclistas do Reino Unido, que serviram para decidir quais seriam os acessórios dignos de Q ). A Associação de Transportes Ambientais (ETA) conta em seu site que mais da metade (52%) deles se preocupam bastante com os carros que passam por eles muito perto, e daí veio a ideia de se fazer um lançador de chamas – para afugentá-los, talvez.


25% dos ciclistas deram como sugestão uma maneira de evitar derrapes e deslizes em superfícies escorregadias, como lama ou gelo. Veio então a esteira na roda traseira, dando maior tração à BOND .

A preocupação com roubos se manifestou a 7% dos ciclistas e, por isso, foi instalado o acento ejetável. Por último, foi adicionada uma prancha como acessório para a roda dianteira, a fim de que se possa deslizar mais facilmente no gelo, por exemplo, atuando junto com a esteira traseira, como um snowmobile.

O site Daily Mail lembra ainda de outra adaptação curiosa em uma bicicleta. O inventor britânico Victor David, de 53 anos, desenvolveu uma espécie de bike aquática, que está entre uma bicicleta convencional e um pedalinho.

A ETA lembra que o próximo filme da franquia 007 foi arquivado por falta de orçamento, entretanto, para os apaixonados pelo espião britânico, a bicicleta BOND seria uma boa pedida. Seria, por que os desenvolvedores afirmam que não têm intenção de vender a bike, que será apresentada na próxima semana, no Cycle Show, em Londres.

 



Mumificação!!!

09:45 AM, 18/10/2010 .. 1 comentários .. Link

Bem que poderíamos estar vendo, no desenho ao lado, uma figura conhecida e que no início do grupo dos Biker's Selvagens se dizia companheiro nosso. o tempo passa e a cada passeio e a cada convite é um tal de não posso, hoje não dá, vou pra Goiânia, meu pai precisa de mim, meu papagaio pegou uma gripe, pode me esperar, etc., etc. etc...

Gostaríamos de vê-lo sempre conosco, se não pela amizade, pelo simples gosto da presença das pessoas queridas nos passeios, pelo menos para ter a esperança de rir por alguma afoitice sua. Em um passeio com o Farlley, quis ele, fazeer uma graça e splash, se esparramou no chão. sem graça, que nem cachorro dentro de canoa, levantou batendo a poeira, com alguns ralados, o óculos parecendo um "oito" e gemendo. Não é que nós gostamos de coisa mau feita (mentira, gostamos sim), mas estes episódios, que acontecem com todos nós, dão o charme e a graça das pedaladas. Outro dia eu e Farlley quase fomos ofendidos por uma boxer; o João Carlos foi parar uns 500 mts depois, branco que nem cera e dizendo que já estava muito longe para nos ajudar...

Pois é, o MÚMIA PARALÍTICA, se não der as caras vai ser "dispensado" dos Biker's Selvagens e de todos mordomias, descontos, férias em Caldas (zinha) em hotel 5 estrelas e tudo o mais a que temos direito. E tenho dito!



A bicicleta de US$ 45 mil

02:52 PM, 14/10/2010 .. 1 comentários .. Link

By Eu Vou de Bike  

A empres a Fair Wheel Bikes, de Tucson (EUA), criou uma das bicicletas mais leves que temos notícia: apenas 2,7 quilos!

Para diminuir o peso da bicicleta, praticamente todas as peças foram modificadas. Tudo é feito de fibra de carbono e as peças personalizadas são ridiculamente leves.

Os freios, por exemplo, são do modelo AX Lightness, que pesam cerca de 130 gramas o conjunto. Os pedais foram perfurados e ficaram ocos para diminuir o peso. Segundo Rico de Wert, criador da “obra”, as duas rodas juntas pesam apenas 585 gramas!

Segundo o blog Gadget Lab, da Wired, só há um exemplar dessa bicicleta no mercado e ela não está à venda. Mas se você quiser encomendar uma, o preço é inversamente proporcional ao peso: US$ 45 mil! Acha que vale?



Entenda a importância de isotônicos e água para o seu pedal

01:46 PM, 14/10/2010 .. 0 comentários .. Link

Por Tadeu Matsunaga

Durante a prática da atividade física o processo de hidratação torna-se ponto chave para o ciclista, seja no pedal com os amigos, no treinamento ou nas competições. O desgaste intenso e as altas temperaturas obrigam os profissionais, em alguns momentos, a ingerir entre 10 e 12 litros de água e ou isotônicos por etapa.

 Fica claro, portanto, a importância dos repositores energéticos/ água na vida dos atletas,estando ou não sobre a bicicleta. Muitos, porém, não sabem o porquê de tanto e cuidado com este processo.

Em conversa com a nutricionista Bruna Pineda, o Prólogo buscou destrinchar e apresentar as características e funções dos líquidos dentro do esporte.
“As bebidas energéticas são compostas por cafeína, taurina (aminoácido), vitaminas e podem conter uma fonte de carboidratos e outras substâncias, cujo objetivo é fornecer energia e aumentar o desempenho quando utilizados por praticantes de atividade física e atletas”, disse Bruna.

Repositores hidroletrolíticos, ou isotônicos, são produtos formulados a partir de concentração variada de eletrólitos (sódio, cloro), associada a concentrações variadas de carboidratos. Opcionalmente, estes produtos podem conter potássio, vitaminas e ou minerais. O objetivo é repor líquidos e eletrólitos perdidos através da transpiração o e manter glicemia adequada durante a atividade física, principalmente, as de longa duração.
Para os que imaginam que a ingestão desses suplementos melhora o rendimento; prepara-se, pois estudos mostram que o efeito não é absolutamente nada disso.
“Estudos realizados com bebidas energéticas não demonstram melhora significativa na performance de praticantes de atividade física e atletas. O único ingrediente com efeito ergogênico comprovado é a cafeína, que afeta quase todos os sistemas do organismo, sendo seu efeito mais significativo no sistema nervoso central (SNC)”, explica a nutricionista.
“Quando consumida em baixas dosagens, provoca aumento do estado de vigília, diminuição da sonolência, alívio da fadiga, aumento no metabolismo, entre outros efeitos benéficos para o exercício. Porém em altas dosagens podem causar sintomas como nervosismo, insônia, tremores e desidratação.”
Bebidas energéticas podem não ser recomendadas para atletas, pois contém alta concentração de carboidratos, além de substâncias, com exceção da cafeína, que não acrescentam nenhum efeito no desempenho esportivo.
Já os isotônicos devem ser utilizados em atividades físicas intensas (basquetebol, futebol), ou de longa duração (duração maior que 1 hora), ou ainda em lugares com elevado estresse térmico (temperatura e umidade elevadas). Por conterem ingredientes em concentrações adequadas e equilibradas, tendem a facilitar o esvaziamento gástrico e otimizar a absorção intestinal otimizada, o que facilita o controle das concentrações de eletrólitos (principalmente sódio) e glicose no sangue.
“Seu uso é benéfico e indicado nos casos anteriormente citados, porém, por conter grande concentração de eletrólitos seu uso não é recomendado para indivíduos com predisposição a problemas renais, já que o excesso de minerais da bebida eliminado pelo rim pode levar a formação dos cálculos renais”, ressaltou.
A água é uma ótima opção de hidratação, por ser barata, facilmente disponível e ocasionar um esvaziamento gástrico relativamente rápido. Entretanto, para indivíduos que praticam atividade física intensa, prolongada, ou em ambientes com elevadas temperatura e umidade, ela possui desvantagens, já que não fornece eletrólitos e carboidratos, importantes para a manutenção da performance.
‘Para estas situações recomenda-se a ingestão de líquidos (isotônicos) que reponham os eletrólitos e forneçam carboidratos para evitar principalmente a hiponatremia (baixa concentração de sódio plasmático) e a hipoglicemia (baixa concentração de glicose plasmática), que prejudicam significativamente o desempenho do indivíduo, podendo causar sérios danos a saúde do mesmo”, finalizou Bruna Pineda.
Deve-se ingerir líquidos antes, durante e após o exercício, em quantidades que variam individualmente, de acordo com as características pessoais e o tipo de atividade física praticada. Bom pedal!!

(Artigo extraído do Portal Prólogo)



AS MEIAS DE COMPRESSÃO

02:47 PM, 7/10/2010 .. 0 comentários .. Link

Cada vez mais ciclistas, corredores e triatletas estão aderindo à utilização de meias de compressão.
Primeiramente temos que considerar que a utilização destas meias por atletas profissionais tem um valioso
apelo comercial e de marketing, pois os atletas são considerados modelos para o desempenho esportivo. A britânica Paula Radiclif, recordista mundial da maratona, utiliza estas meias desde 2000 e afirma que os resultados são realmente efetivos.
No entanto, é possível afirmar que elas são válidas para todos os tipos de atletas, modalidades ou competições?
O sangue sai do coração através das artérias e o retorna ao mesmo através das veias. Quando estamos pedalando os músculos da panturrilha atuam pressionando as veias, ajudando a forçar a subida do sangue de volta ao coração e este conjunto pode ser definido de maneira bastante simples como bomba secundária de recalque do sangue venoso. Assim, o principal objetivo das meias é estimular a volta do sangue ao coração e torná-la mais efetiva.
Em estudos em pacientes com patologia venosa verificou-se que a compressão exercida pelas meias é graduada, sendo maior na região pé-tornozelo e diminuindo à medida que se aproxima do joelho. Além disso, elas potencializam o retorno venoso, porém cessam este efeito após serem retiradas. No entanto, quando se trata de atletas sem qualquer patologia a utilização é questionada e alguns especialistas afirmam que o uso indiscriminado pode ser prejucial. A meia que não estiver adequada ao atleta irá causar lesões de pele secundárias ao atrito. Quanto maior for o tempo de atrito, maiores serão os danos.
Neste caso vale a consulta a um bom médico, pois não devemos seguir recomendações genéricas e considerar o tipo de esporte, a duração, o nível de condicionamento físico, patologias... Vale ainda ressaltar que há grande carência de estudos científicos nesta área. Isso não significa que eu não acredite que a compressão tenha valor para o esporte, mas acreditar não basta, pois precisamos mais que a distribuição de opiniões.
Não sou contra a utilização de recursos ergogênicos, longe disso, mas temos que deixar de atribuir a melhora do desempenho esportivo somente a estes mecanismos e começar a treinar mais sério.



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