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CACHOEIRA DA PEDREIRA - PEDREIRA DE PEDALADA
09:41 AM, 26/3/2012
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Olha o desespero do Vitão!!!
Neste domingo, 25/03/12, fizemos, eu, Victor, Rafael e Renato (primo do Victor e Rafael), uma trilha saindo dos Sítios da Sinhá até a cachoeira da pedreira, entre Caldazinha e Bonfinópolis. Segundo narrativa do Renato, a pedreira foi usada para abastecer de pedra a construção da estrada de ferro. A pedreira fica a poucos metros da ferrovia. Em consequência da queda d'água e da piscima que se formou, o proprietário tentou fazer uma área de laser, limpando o local, construindo um local para funcionar um bar, mas, a coisa não vingou. O percurso não é muito difícil. Na ida, mais descidas que subidas, paisagens lindas de um verde intenso, gado pastando, cheiro de mato... Tudo de bom. Acontece que "no caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no caminho". Isso pelo menos era o que pensávamos. Na verdade no caminho tinham "duas" pedras: Victor, que fazia sua primeira pedalada após uma terrível experiência algum tempo atrás e eu, que de uns tempos para cá tenho dado muito trabalho aos companheiros com uma perda de rendimento dígna de estudo. Renato, ciclista de grandes distâncias, não mensurou o preparo do Victor, que desde o meio do caminho já reclamava dor nas "nádegas" e o meu, como já afirmei, com esta fraqueza muscular que me assola. Como não poderia deixar de ser , antes da cachoeira, Rafael para não deixar passar em branco teve seu pneu trasairo furado. Enfim, chegamos na cachoeira, que na realidade é uma queda d'água que desaba de um paredão, creio que criado pela retirada de pedra. Devia ser um riacho ou uma nascente que por alí passava e que com a ação humana se formou. É uma beleza e uma gostosura estar debaixo d água, que apesar de pouca, tem um peso incrível. Tomamos a ducha, sentamos num lugar maravilhoso (um paredão de rocha com nada menos que cinquenta metros de alturna) e lá embaixo a mata, um riacho que corre ao lado da ferrovia... coisa que nos renova as energia. Muitas fotos, devaneios com a beleza do lugar... Hora de voltar. A dúvida começou em se determinar qual o caminho seria mais fácil de se fazer para não castigar mais o "bumbum" do Victão. Mal sabiam eles que eu também estava pelas pontas. A volta por onde havíamos vindo seria complicada devido ás subidas pesadas... A volta pelos trilhos seria incômoda pela "batedeira" de se andar sobre os dormentes. Assim, resolvemos conhecer o paredão, um corte nas pedras feito para a passagem da ferrovia e depois decidiríamos o que fazer. Conhecemos então o paredão e resolvemos voltar pelos trilhos. A verdade é que por qualquer rota, a volta seria difícil. Após alguns metros o Victor já não aguentava pedalar. Não conseguia sentar na bicicleta, não conseguia pedalar em pé e aí, eu que também estava nas últimas, juntei-me a ele andando pelos trilhos e de vez em quando pedalando. Fizemos um single track muito legal, saindo um pouco dos trilhos. Chegamosa até a antiga caixa d'água da ferrovia e o caminho escolhido para a volta foi passar pela estrada que iria nos levar até o asfalto, um pouco antes dos Sítios da Sinhá. Mas, "no caminho tinha outra pedra, tinha outra pedra no caminho". Uma subida de matar nos esperava antes de chegarmos ao asfalto. Para encurtar, faltando uns 100 metros para o topo, o Victor arriou e eu também. A saida foi pedir ao Renato que buscasse o carro para nos salvar. Assim o fez e com maestria: trouxe um garaná Antarctica geladinho para nos animar. Chegamos de volta ao sítio do sogro do Renato onde nos esperava um almoço dígno de aplausos. Tomamos umas cervejas, conversamos, rimos e almoçamos. Afonso, pai do Renato; Fernanda, esposa do Renato, e mais algumas pessoas nos receberam com carinho e simpatia. Hora de voltar para casa... Nos despedimos, não sem antes, marcar outra pedalada para o próximo domingo. Fotos no álbum. BICICLETISTAS SELVAGENS
Santo Antonio da Esperança - Eita Subidão!!!
10:54 AM, 14/2/2012
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Domingo, 12/02/12, fomos a Santo Antônio da Esperança, às margens do Rio Verde, GO-020, para uma trilha nas cercanias da cidade. Como ponto de referência a casa dos avós do Luizinho (mais conhecido no meio como Penélope Charmosa). Não há como iniciar este relato sem antes fazer menção á hospitalidade, carinhoso e singeleza com que fomos tratados. Ainda de quebra, aquela coisa gostosa das pequenas cidades, onde todo mundo conhece todo mundo, se cumprimentam, o ar de simplicidade e o cheiro gostoso de "roça". Para começar saimos de Senador Canedo lá pelas 7:30 hs e paramos no Posto Barcelona para um cafézinho rápido. Eu, João e Devair com esposas e filhos, Luizinho com esposa e Rafael ( o azarado), Farlley e Jeferson "solteiros". Na noite anterior, tentei organizar um suporte "tabajara" para a máquina fotográfica e fimadora e assim o fiz. Acontece que o Gustavo, anjinho que Deus medeu, sumiu com o parafuso/borboleta que tinha conseguido e fui obrigado a prendê-la definitivamente no guidão. Assim, ficamos sem as fotos e somente alguns vídeos foram feitos. Destaque-se a beleza da região com grandes plantações, o próprio Rio Verde e uma grande quantidade de córregos. Aliás, em um deles, fizemos uma parada para um banho revitalizador. A água cai de uma altura de uns dois metros formando um "tanque" de uns três por três e uma profundidade de 1,60 m. Água cristalina e gelada, uma delícia. No casebre abandonado, morcegos e uma cobra enorme passeando pelo madeiramento do teto. Ao chegarmos de volta comentamos com o pessoal da propriedade sobre a cobra. Nos disseram que a bichinha é de casa e tem até nome: "LEONA"!!! Sobre a trilha... é só subida... quase morrí! 38 quilômetros de estradas vicinais, pontes caídas, atravessar riachos em pinguelas improvisadas pelos operários que estavam construindo a nova ponte, trieiros, uma decida alucinante para chegar à queda d'água, muita areia na chegada, enfim, tudo que se espera de uma trilha. Logo nos primeiros quatro quilômetros a primeira baixa: Rafael teve a roldana do cambio traseiro de sua bicicleta solta. Conseguimos encontrar as peças, mas, ele voltou por medo de acontecer mais longe e acabar com a trilha de todo mundo. Tristezas à parte, prosseguimos. O Luizinho, conhecedor do lugar era o que nos guiava. Após umas duas entradas erradas, começamos a lembrar da trilha Caldazinha/Bonfinópolis/Para Pedro. Ao final, depois de ser "empurrado" pelo Jeferson em umas quatro subidas, o Rafael, que já estava preocupado com a nossa demora, me salvou faltando uns dois quilômetros para chegar e me levou de carro... arcondicionado... banco de couro... KKKKKKKKKKK... Ressaltar a presença do Devair que, esperamos seja de agora em diante, permanente e a ausência do Peron que esperamos seja curta. Um belo almoço a nossa espera (graças às nossas esposas e avó do Luizinho) e fim de passeio. Foi muito bom e ficamos de voltar para pernoitarmos em um final de semana para podermos apreciar mais detidamente a hospitalidade e belza do lugar. Por fim agradecer de coração ao Luizinho e esposa, sempre muito educados e gentis e aos seus familiares que lá nos receberam em igual ou maior atenção.
BICICLETISTAS SELVAGENS
CALDAZINHA / BONFINÓPOLIS / PARA PEDRO – UMA ODISSÉIA CICLÍSTICA!!!
03:48 PM, 26/1/2012
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Onde estou??? É tudo tão estranho!!! A segunda parte do roteiro previamente traçado pode ser comparado a uma verdadeira odisséia. Antes trataremos do percurso de caldazinha a Bonfinópolis. Tudo bem até o Perón começar a reclamar de um dor no estômago que me deixou preocupado. Após reunião chegando a Bonfinópolis ficou decidido ir até lá. O plano inicial era entrar a direita chegando à cidade nas imediações do lixão. Creio que nossa sorte começou ai. Se tivéssemos ido direto muitos de nós teria “dado prego” bem antes. Em Bonfinópolis bebemos e comemos e descansamos mais ou menos meia hora. De volta à estrada seguimos para Para Pedro entrando à esquerda no lixão. O grupo estava muito dividido com os mais resistentes bem à frente e os mais “fraquinhos” sempre na rabeira. Dentre estes eu, que estava com o mapa do percurso (diga-se de passagem, que nunca o havíamos feito e era inteiramente desconhecido). Assim passamos da entrada correta e fomos para numa fazenda. A pessoa indagada informou um caminho, indicando como referência, um “pau branco” (árvore seca) no meio de um pé de serra, dizendo que atrás dele haveria a estrada que nos colocaria novamente no caminho. Demos continuidade e... final de estrada. Chegamos em outra casa e, segundo informações, a estrada acaba ali. As pessoas não souberam informar se a aludida estrada estava mesmo do outro lado da elevação. Nesta hora, o Desnorteado (Hamilton), Gardenal (Wender Pamonha) e Andarilho (Márcio) já haviam descido por descer numa saroba com, mais ou menos, um metro de altura. Aí todo mundo foi atrás. Descemos, atravessamos um córrego, subimos uns cem metros, passamos pelo “pau branco” e nada. Descemos mais uns tanto de mata e nada. Subimos mais uns tanto dentro da mata e nada. Neste momento já sabíamos que estávamos PER-DI-DOS. Já escurecendo e nosso maior medo era chegar a noite e estarmos dentro da mata. A sorte continua... encontramos a estrada. Demos uma volta de uns dois quilômetros dentro da mata, empurrando as bicicletas e mortos de cansaço.
Vamos voltar para Caldazinha. Os mais descansados irão à frente para pegar os carros e vir resgatando os mais cansados. Dentre estes, eu. O Marcelo (Down Hill) estava morto. Eu e o João tomamos a incumbência de cuidar do Down Hill. Ele andava cinquenta metros e pedia para parar. As câimbras o atormentavam. Mas, devagar, viemos andando. A noite chegou. Com muita dificuldade vínhamos voltando, até que, entramos uma entrada antes da correta e descemos, mais ou menos, uns quatro quilômetros até chegarmos a um curral que, com toda a certeza, não era o caminho. Pedimos socorro numa fazenda, ao seu proprietário, que se recusou. Com muito favor nos indicou o caminho de volta a estrada principal. Lá vai “os perdidos”, eu, João Grandão e Down Hill, (se eu não colocasse isso aqui o Farlley ia me encher o ...) subir de volta, com o Down Hill quase morto. Ainda levei um tombo que, por sorte, não acarretou nenhum ferimento grave e nem dano à bicicleta. Por fim, as 00:00 hs (não digitei errado não, meia noite!!!) fomos resgatados pelo Luizinho e Perón. Cheguei em casa 00:20 hs, quase em total falência do corpo.
As fotos estão no álbum. Os vídeos creio que por configuração da máquina (primeira vez que a usamos) ficaram de um tamanho muito pequeno e muito ruim de se ver. Mas, mesmo assim, ai estão.
BICICLETISTAS SELVAGENS
PARABÉNS PAPAI FARLLEY (UFA! ATÉ QUE ENFIM!!!)
10:26 AM, 16/1/2012
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Fizemos algumas trilhas estes dias. Por falta da câmera não fizemos o registro fotográfico, mas, não paramos. Quinta-feira próxima passada, recebemos a notícia que finalmente o Farlley está “choco”. Não deu outra... Na trilha, mais ou menos na metade do caminho, pedimos para parar para descanso, água e alimentar e... Três ovos (fornecidos pelo “Gigante”) e farinha (fornecidos por mim) e foi uma festa (vejam as fotos e vídeo). O principal é que estamos todos felizes com a notícia e parabenizamos principalmente a Vanéia pela coragem de agüentar este mala sem alça.. A trilha, que já fazemos a algum tempo, passa pela estrada velha de Caldazinha, virando a esquerda, e saindo mais a frente, um pouco adiante do trevo para Goianápolis. Pelo asfalto voltamos uns Não sei por que esta trilha foi um martírio para mim e para o João Carlos. Cheguei em casa só o pó e se tivesse que pedalar mais uma quadra não sei se conseguiria. Nesta trilha o João Carlos e Farlley estavam demais. Cada um levou dois tombos. Um deles o João Carlos ao desviar de “não sei o que” trançou com a bicicleta do Farlley e lá foram os dois pro chão. O Farlley me pediu que, ao escrever esta postagem, não deixasse de informar o perigo que é pedalar ao lado do “Gigante”. Para não passar nos obstáculos, ele sem pensar duas vezes, vai para cima do “companheiro” sem pestanejar. A primeira investida o Farlley conseguiu se livrar, mas, na segunda, foram os dois para o chão. Ao final de Fotos do banho de ovo e farinha no álbum de fotos. BICICLETISTAS SELVAGENS NOVAMENTE... DESUMANO!!!
11:02 PM, 9/1/2012
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Fizemos novamente o percurso entre Caldazinha e Bonfinópolis. Desta vez foi melhor. Creio que o fato de estarmos andando mais vezes durante a semana tenha nos dado um preparo maior que quando o fizemos pela primeira vez. Nesta incursão foram: Farlley, João Carlos, Peron, Vinicius, Luizinho, Marco Aurélio e eu. A trilha estava "lavada" pelas chuvas o que fez com que o excesso de cascalho fosse retirado melhorando a tração das bicicletas. Nosso grupo está crescendo, os trajetos das pedaladas de final de semana também. Já está na hora de organizarmos as camisas, não acham? Vamos correr atrás. BICICLETISTAS SELVAGENS
TEM CICLISTA CHEGANDO!!!
02:15 PM, 22/12/2011
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Caros amigos, primeiramente os votos de boas festa e feliz ano novo a todos que pedalaram conosco, seus familiares e amigos, a todos que participaram de alguma forma nas nossas vidas, àqueles que comentaram nossas postagens, enfim... Estamos neste final de ano mais alegres que nunca. Motivo? Novos adeptos do pedal se juntando a nós. Mesmo alguns que nos acompanharam somente algumas vezes, nos mostra que o esporte está crescendo em Senador Canedo e fazendo a diferença nas suas vidas. Já pedalamos com André (contundido, deve estar voltando logo, logo), Marconi (eventos), Josias (locutor oficial), Mateus (me liga 9678-8994), Marco Aurélio (doentinho. Boa recuperação menino!), pessoas do bem que nos acompanharam nas deliciosas pedaladas pelo município. Agora, com mais regularidade chegam ao grupo o Peron (apelidado de Tartaruga Ninja pelo Márcio), Márcio (apelidado de Andarilho pelo Peron) e Luizinho, o da oficina que, devido ao seu uniforme, digamos assim, meio gay (não tenho nada contra) ficou conhecido em nossa última incursão por "Penélope Charmosa" (vejam as fotos e me digam se não é a própria. kkkkkkk). Mas, apesar das brincadeiras, e é isso que nos desestressa, o respeito pela pessoa, pelo meio ambiente, por todos que encontramos nos caminhos é o lema do grupo: RES-PEI-TO. Fizemos da última vez uma pedalada onde, saindo da minha casa (perto da raça da Matriz), saimos ruma a Caldazinha, descemos na estrada da pista de cross, fizemos uma volta até o asfalto e, no Haras do Eltinho, entramos a direita. Uns 300 metros á frente, a direita novamente... Uma bela de uma descida, uma bela de uma subida e estamos novamente num plano onde as poças são inúmeras e grandes. Em uma dessas, o Márcio Andarilho, por frescura de estar com um conjunto de rodas, pneus e transmissão novos, entrou quinenzinho moça na poça e só não pranchou na lama por que o Peron Ninja o salvou. Fiquei de banda esperando o tombo para rolar de rir. "Peron estraga prezer..." Mais descidas e mais subidas e chegamos ao Setor Monte Azul. Para desopilar os músculos entramos a esquerda e fomos até o final do asfalto, demos a volta e saímos próximo aos eucalíptos (saída para GO-020). Aí foi só alegria até a casa do Luizinho onde tiramos algumas fotos que estarão postadas na galeria. A trilha toda está na foto acima, em vermelho, com perfil de elevação e com uma distância total de aproximadamente 25 Km. Bem, mais uma vez boas festas e um ano repleto de realizações. Ah! Marco Aurélio e Mateus, estamos sentindo falta de vocês. Abração a todos! BICICLETISTAS SELVAGENS
BICICLETA MAIS CARA DO MUNDO! SERÁ?
03:21 PM, 31/10/2011
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Ela é uma bicicleta com motor de 117 anos e pode atingir um valor recorde durante um leilão. A expectativa é que ela seja vendida por 325 mil libras, o que é equivalente a R$ 883 mil, no início de janeiro em um leilão que acontecerá em Las Vegas. No entanto, não há nada de comum neste veículo, uma vez que ele atinge uma velocidade máxima de 40 milhas por hora devido ao seu sistema que funciona em uma caixa preta em que suas hastes são ligadas a pistões e manivelas. Aparentemente, trata-se de algo muito desconfortável e certamente perigoso. Roper Steam Powered Motorcycle 1
Entusiastas e maníacos por antiguidades de todo o mundo participarão do evento para levar a “Roper Steam Powered Motorcycle” para casa. Basicamente esta moto usa uma fornalha e caldeira suspensa por molas entre as rodas. Um fogo produzido por carvão aquece a água e gera vapor para alimentar o motor. O vapor passa pelos tubos e depois é eliminado por uma espécie de escapamento, enquanto a água é utilizada a partir de um reservatório que contém uma bomba. Assim, a aceleração funciona da mesma forma que as motos atuais. Dá pra imaginar qual o nível de perigo que o seu utilizador sofre a cada que vez que dá uma volta com o veículo. Roper Steam Powered Motorcycle 2
O criador desta moto, Sylvester Roper, morreu em 1896 enquanto andava com o veículo. No entanto, as causas apontam ter sido um problema cardíaco. Isso fez com que ele fosse a primeiro pessoa a de fato se acidentar com uma moto. Depois da morte de Roper, o veículo passou por diversos proprietários, até em 1996 chegar ao seu dono atual. No momento, o recorde de vendas atingido em um leilão de moto foi em 1915, quando uma Cyclone Board Track Racer foi vendida por 300 mil libras (R$ 815 mil) em 2008. QUEM IRIA IMAGINAR?!?!?!?
10:22 AM, 25/10/2011
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Incluir HTML: OS CARAS SÃO LOUCOS OU DE BORRACHA!!!
08:14 AM, 25/10/2011
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Incluir HTML: CICLOFAIXA EM CURITIBA
08:01 AM, 25/10/2011
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Ainda não é o ideal, mas, já é um início. (Veja vídeo ciclovia na Holanda logo abaixo) RESPEITO PELO CIDADÃO CICLISTA
07:59 AM, 25/10/2011
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Incluir HTML: VIDEO PNEU FURADO CALDAZINHA/BONFINÓPOLIS II
05:17 PM, 18/10/2011
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Incluir HTML: VIDEO PNEU FURADO CALDAZINHA/BONFINÓPOLIS
05:15 PM, 18/10/2011
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Incluir HTML: GAROTOS DO BEM
01:54 PM, 18/10/2011
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(Mateus e Marco Aurélio) Leio sempre que o "andar de bicicleta" cria vínculos, amizades e mais que tudo edifica para o bem. Qual não foi minha surpresa quando um garoto (16 anos), meu vizinho, me perguntou se fazíamos trilha, já que havia me visto sair ou chegar várias vezes de bicicleta. Ao afirmar que sim, pediu-me permissão para ir conosco. Claro que a resposta foi sim. O Farlley (O Chefe) já estava a algum tempo com a companhia do seu sobrinho Marco Aurélio (10 anos) nas trilhas de final de semana. O legal é que, mesmo com a grande diferença de idade, eles nos acompanham (a gente mais que acompanha os garotos - rs) de boa, obedecem o que pedimos, são super animados e respeitosos. Na última trilha que fizemos, além do Marco Aurélio (que não pode ir) e do Mateus (meu vizinho), junto-se a nós outro garoto do bem, o Alaisom (não sei se é assim que se escreve). O que mais me impressionou foi saber que tanto Mateus, como o Alaisom, fazem curso profissionalizante pela manhã, trabalham no período vespertino e estudam a noite. Não foi difícil saber o porque da educação e respeito que nos dedicaram: são garotos do bem!!! Ao invés de ficarem fazendo nada durante todo o dia eles procuram formação, tanto profissional e educacional quanto moral e, além de tudo ainda ganham seu dinheiro, o qual, conforme me confidenciou Mateus, utilizam para o sustento, claro que em micro escala, dos seus hobbes. Me orgulho imensamente e, tenho certeza que também o Farlley e o João, de tê-los conosco. Dei ênfase nesta história porque com tudo que se vê na TV sobre as "crianças" que roubam, matam e traficam, cresceu em mim a esperança de uma nova geração do bem, voltada para o que é de valor na vida. PARABÉNS GAROTOS DO BEM!!! Vamos a trilha... A intenção era de fazer a trilha dos Tres Morros completa. Acontece que ao chegar na última subida, eu simplesmente travei. Na hora me lembrei do dia que tive que acabar de chegar de trator. O engraçado é que devíamos ter andado uns 18 Km apenas. Assim, com o travamente do vovô Mauro, a trilha tomou outro rumo. Travamento a parte, a trilha foi muito boa. Tomamos banho em dois córregos, os meninos se divertiram muito e nós, Farlley e eu, relembramos nosso tempo de juventude. Quando se tem 16 anos tudo é festa. Na próxima trilha devemos ter fotos do Alaisom. Também se juntaram a nós o André (DMT) e o Peron, também pessoas do bem, com um pouquinho" mais de idade, que fizeram outra trilha conosco. Sejambem vindos ao nosso convívio e às nossas pedaladas. No álbum de fotos os momentos da trilha com os garotos.
BICICLETISTAS SELVAGENS MAIS UM COMPANHEIRO
09:10 AM, 12/8/2011
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Após um longo período sem postagens, voltamos à ativa, com grande a satisfação de incluir e espero que definitivamente outro companheiro no grupo. Trata-se do Vinícius da Bicicletaria do Cristovão. Quem não conhece seu Cristovão, não é? Morador antigo, pessoa de índole inquestionável, cidadão correto e que passou suas qualidades para o filho. Atencioso, Vinicius agora cuida da bicicletaria, proporcionando ao Seu Cristovão, a merecida aposentadoria. Mas não se enganem. Seu Cristovão está sempre por perto com a simpatia e gentileza de sempre. Este percurso, conforme mostra a figura acima, será percorrido neste sábado, com saída da casa do João Carlos, as 16:00 hs, com previsão de aproximadamente 2:30 h de duração. Ao olhar para o perfil de elevação podemos pensar que o nível de dificuldade é grande, mas, apesar do gráfico nos dar medo, temos apenas quatro pontos de maior dificuldade que podem ser vencidos de boa. Neste empreitada estarão eu (mecânico improvisado), Farlley (o "chefe'), João Carlos (o atrasado), Rafael (mister "só acontece comigo"), provavelmente um amigo do Rafael e FINALMENTE Vinicius, que agora vai tomar meu cargo de improvisado para ser o mecânico senior e eu seu badeco. Aliás, esperamos não necessitar dos serviços dele, né! Seja bem vindo ao nosso grupo e boas trilhas.
BICICLETISTAS SELVAGENS FIXAS - A NOVA ONDA.
03:27 PM, 6/6/2011
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AS SETE REGRAS DAS FIXAS. MAS BIKE FIXA TEM REGRAS???A fixa urbana não tem regras como as primas – bikes de pista – as quais nas competições estão submetidas às regras da UCI ou da NJS (corridas keirin no Japão). As ditas “regras” para as fixas são mais de natureza preventiva, para evitar acidentes, ou seja, decorrentes do bom senso, e não estipuladas pelo Comitê Central de Supervisão das Bikes Fixas (que não existe). Vejamos às pretensas “regras” que se recomenda que sejam observadas para não estragar o prazer de pedalar em uma fixa. 1) Manter a Corrente Esticada. Caso a corrente não estiver bem esticada ela pode cair /desengrenar e se você estiver sem freios, e em velocidade, é quase que garantido um bom capote ou uma colisão. 2) Ter a Corrente Alinhada. A linha da corrente, entre o pinhão e a coroa, deve estar a mais reta possível, caso contrario, a corrente pode cair/desengrenar, com as mesmas conseqüências apontadas na “regra” anterior. Além disso, a falta de alinhamento gera mais fricção na pedalada e isso causa o desgaste prematuro da transmissão (corrente, coroa e pinhão). 3) Usar Firma-Pé ou Pedal Clipless. É importante usá-los para não correr o risco de perder o controle do pedivela/pedais, pois se você anda sem freios, você não tem como brecar a bike na descida. Além da possibilidade dos pedais sem controle provocarem uma serie de hematomas nas canelas ou ocorrer um acidente. Lembre-se que na fixa, se a roda traseira está girando, o mesmo ocorre com o pedivela. 4) Instalar pelo Menos o Freio Dianteiro. Lembre-se que você está pedalando nas ruas e não no velódromo. No velódromo não tem motoqueiro andando na pista, carro, velhinhas atravessando a pista, buracos, sinais etc. Você, o fixeiro purista, que está lendo este post vai pensar: freio, isso estraga o visual “clean e zen” da minha bike de pista NJS (bike keirin japonesa). É verdade, freio estraga o visual imaculadamente “clean” de uma bike NJS. É bom lembrar que inexiste colisão / acidente “clean” ou “zen” com bike fixa sem freios, na melhor das hipóteses você vai sair com uns hematomas ou escoriações e na pior você vai encontrar o criador do “zen-budismo”. Além dos riscos que a falta de freio ocasiona, você vai gastar mais pneu com os skids. Caso você, apesar das recomendações em contrario, tenha decidido dispensar o freio, então assegure-se que os componentes da transmissão tenham uma qualidade acima da média e que estejam bem instalados, pois uma eventual quebra pode ter conseqüências imprevisíveis. Os puristas, no seu afã de ter uma bike esteticamente impecável, esquecem que não estamos sozinhos no mundo, e compartilhamos o espaço publico (ruas) com pedestres e veículos automotores. Os outros não têm porque sofrer as conseqüências de nossas escolhas / valores ques 5) Movimento Central (MC) Alto. Isso é desejável, caso seja possível. A maioria das conversões é feita a partir de um quadro de bike de estrada/speed, então o movimento central não é tão alto quanto o MC de um quadro de pista. A exceção são as MTBs convertidas e que usam roda 700c, que tem um movimento central mais alto que um quadro de pista. Um MC mais alto diminui a possibilidade dos pedais baterem no solo quando se faz uma curva (na qual você entra e sai pedalando) ou passa sobre um obstáculo. 6) Pedivela Curto (165 mm). Isso é desejável também, como comentamos no item anterior. Nas fixas urbanas um pedivela curto é mais necessário que na bike de pista. Isso se deve ao fato da existência de inúmeros obstáculos nas nossas ruas (lombadas, guias, desníveis etc.). O motivo é o mesmo explanado na “regra” anterior, ou seja, diminuir as chances do pedal bater no solo e o fixeiro tomar um capote. A grande maioria das conversões no Brasil utiliza o pedivela da Sugino para BMX que tem 170 mm, dado o seu baixo custo. Ressalte-se que não tenho ouvido falar que isso tenha causado problemas. 7) A Bike Fixa É uma Escolha Pessoal. Seja independente, não se deixe influenciar por modismos ou pretensos “gurus” que adoram pontificar que uma fixa deve ser “assim” ou “assado”. Ou que a fixa deve ter tais e tais componentes, se não é um lixo. Tirando as “regras” anteriores cujo objetivo é evitar acidentes dentro do possível, o resto é escolha pessoal. O mais importante é que você curta pedalar a sua fixa. A opinião dos outros é irrelevante, desde que você não desconsidere os aspectos que possam por em risco a sua integridade física ou a dos outros quando você pedala na sua fixa. Boas Pedaladas a todos.
"BICICLETISTAS SELVAGENS"
02:22 PM, 19/4/2011
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Já havia mencionado a vontade do grupo, Farlley, João Carlos, Rafael e eu, de mudar o termo biker's, como um ato de brasilidade. Tudo aqui, para ser chique e bem visto tem que ter algum termo ou conotação estrangeira, principalmente dos EUA. Como brasileiros que somos, apaixonados pelo nosso País, estamos, então, em busca desta mudança, procurando algo que desce conotação mais brasileira para o nome do grupo. Eis que, em uma das trilhas que fizemos e ao entrar em Senador Canedo já de volta, Rafael e eu passando por um menino, os dois paramentados, o guri exclamou quase que espantado: -- Olha os "BICICLETISTAS"!!! Na hora o Rafael falou; -- Não queria um novo nome? Taí! Neste último passeio "desumano" combinamos que em homenagem à simplicidade daquela criança passaríamos a ser conhecidos como: "BICICLETISTAS SELVAGENS"
"DESUMANO!!!"
04:35 PM, 18/4/2011
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Este é o termo mais apropriado, "DE-SU-MA-NO", proferido pelo Gasparzinho, digo João Carlos, após quase vencer a primeira subida de volta de Bonfinópolis. Ao vencermos mais ou menos 2/3 da subida, o homem deu branquera e amontoou. Podia-se ver através dele... Somente após sentar e colocar a cabeça para baixo, tomar um pouco do guaraná que eu trazia na caramanhola, ele teve sua cor de volta. Tudo era festa. As 7:00 h da manhã do sábado, dia 16/04/11, já estava pronto esperando o Rafael que viria de Montana, para levarmos as bicicletas até Caldazinha, início da trilha até Bonfinópolis. O mapa, traçado no Google Earth, com o plano altimétrico, assustava, mas, saímos todos confiantes. Os primeiros 5 Km foram vencidos sem nenhum contratempo, apesar de ser em aclive, saindo de 865 m até o ponto mais alto deste primeiro trecho em 975 m. O declive em seguida é terrível: buracos, facões, muito cascalho e uma inclinação monstruosa. Nesta descida o Rafael descobre que o freio traseiro da sua bike não funciona... Tarde demais. Ele vinha me seguindo e se aproximando rápido e quando freei mais forte por causa de um buraco não deu outra. Tentou sair para não se chocar comigo e caiu. Pela velocidade (uns 40 Km/h) e pelo local ele teve muita sorte. Além do susto, um arranhão pequeno na coxa e mão esquerda, uma pancada no joelho direito, muita adrenalina, mas seguimos. Pensávamos que o desafio maior viria agora: sair de 868 m até o ponto mais alto do percurso com 1041 m, num aclive muito forte e com 2,78 km de comprimento. Mais uma vez, muito cascalho, lances de aclives bastante íngremes, falta de tração, mas, com paciência e as Mega Ranger's, conseguimos. Ao chegar ao platô da serra, a paisagem compensou a dificuldade. Ao ajeitar a bicicleta como base para uma foto o Rafael furou o pneu traseiro em dois lugares. Foi muito engraçado a cara que ele fez. Entrou em cena o mecânico (eu) da turma e com o material correto para a ocasião, imprevisto superado. Uma descida de 2,8 Km e estávamos em Bonfinópolis. A volta, como disse no início, começou com a branquera do João Carlos. Após vencermos a etapa, uma trégua da trilha e quase 2 Km de piso plano, uma "delícia". Aquela subida dura de 2,78 Km vira, agora, uma vertiginosa descida. Sinceramente: não sei, até agora, se o pior foi subir ou descê-la. Cheguei ao seu final com dores nos punhos, braços e ombros, tamanha a dificuldade em segurar a bicicleta na estrada. Buracos, cascalho, declives assustadores... Para escalar, aquela descida do tombo do Rafael, já cansados, foi um martírio. Paramos várias vezes e os 80 m finais foi empurrando a bicicleta. O Farlley subiu "de boa" e estava nos esperando há uns 10 minutos. O último comentário do Rafael foi: "isso era para ser diversão!!!" Agora em descida leve até Caldazinha e estávamos "salvos". Engano nosso. Bicicletas nos veículos e voltamos para Senador Canedo. No caminho o Rafael desviou de um buraco e caiu noutro entortando a quina da roda e esvaziando o pneu. Mais uma parada, mais força, mais cansaço. Chegamos, enfim, e o melhor de tudo é a história para contar, as besteiras para rir, e as fotos que não nos deixam mentir. BIKER'S SELVAGENS TRILHA QUASE NOVA
10:47 AM, 22/3/2011
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Neste domingo, sem a presença do João Carlos (mais desculpas esfarrapadas), Farlley, Mauro e Rafael iniciaram mais uma aventura domingueira (esta é boa, não é aquela do barulhão, bebidas, etc.). Quase nova porque fizemos, eu e Farlley, na quarta a tarde, uma descoberta muito legal: uma saída pelo Boa Vista que vai até a rua que liga o Jardim das Oliveiras e Matinha. Em lá chegando, despois de um pouco perdidos, descidimos que no domingo iniciaríamos por este caminho, iríamos até o final da Trilha do Batata pelo asfalto e por ela voltaríamos. O que não falamos ao Rafael é que, nesta primeira etapa, duas subidas de matar, uma ni início e outra chagando ao asfalto, farião a grande diferença. O Farlley, para variar, muito doidão (deve ter tomado chá de cogumelo antes de sair), não contente em subir uma vez, o fez por duas vezes, enquanto eu o Rafael tirávamos fotos. Vencido este primeiro desafio, partimos para o techo de asfalto até a entrada para a volta pela Trilha do Batata. A idéia é que seriam, mais ou menos, uns três quilometros que acabaram se tornando 5,3, segundo o Google Earth. Neste trecho passou por nós um speed biker, numa boa, em seu rítmo, nos cumprimentou e foi embora. 15 segundos e o Farlley passa por mim dizendo que isso não ia ficar assim e que iria alcançar o "desaforado" e meteu marcha na MTB. Ficamos no nosso rítmo e na entrada do caminho de volta, lá estava o Farlley. Quase rolamos de rir quando ele nos contou que ao se aproximar do biker e ele sentindo sua presença, foi descendo marcha e sumiu, deixando o nosso "chefe" com o cansaço do esforço em vão. Após um breve descanso, água e barra de cereais, tomamos o caminho de volta, iniciando por uma descida bem comprida. Alegria total, deixamos as magrelas a vontade estrada abaixo. Mais uma vez a sorte grande... No meio da descida, num corte da estrada, uma panela enorme... Farlley foi o primeiro, eu logo atrás e, por último Rafael. O tombo não aconteceu mesmo por sorte. A pancada deixou eu e o Farlley com as munhecas doloridas por quase todo o percurso de volta. Finalmente, a subidinha enjoada, aquela comprida e que não acaba nunca, chegada no asfalto e mais duas subidas e para amenizar as dores e o calor a descida que nos levaria até em casa. Missão mais uma vez cumprida, foi só correr pro banho relaxante e curtir o final do domingão. BIKER'S SELVAGENS PS.: POR MOTIVOS ALHEIOS A MINHA VONTADE O CELULAR, COM AS FOTOS DA TRILHA, FOI COLOCADO DE MOLHO JUNTO COM A CAMISA DE CICLISMO UTILIZADA NA ÚLTIMA TERÇA-FEIRA. ESTOU TENTANDO SECÁ-LO PARA VER SE CONSIGO "EXTRAIR" DELE AS BELAS FOTOS DAS TRÊS ÚLTIMAS TRILHAS. TRILHA DO CACHORRO BRAVO AO CONTRÁRIO
10:18 AM, 22/3/2011
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Primeiro, perdoem a grande ausência. Isto posto, fizemos a Trilha do Cachorro Bravo ao contrário. Saímos eu e Rafael de casa, no Bairro Alvorada já meio atrasados e encontramos Farlley e João na casa deste último. Eram aproximadamente 9:00 horas quando saímos para a trilha. Da primeira vez, o início se deu passando pelo prédio novo da Sec. de Saúde e a volta pela saída para Caldazinha, finalizando com aquela subidinha enjoada da pista de cross. Na verdade, "tanto para lá como para cá", o final da trilha é parecido: duas subidas que não são muito íngremes, mas, compridas e chatas de se vencer no final de 30 km de pedal. A grande diferença desta vez foi a presença do Rafael que parece ter "pegado" gosto definitivo, pelas trilhas e pelas companhias, o que para nós é muito gratificante... "MAIS UM BIKER SELVAGEM"... Como de costume no início tá tudo muito bom, tá tudo muito bem, mas, realmente... Tudo tranquilo até a descida de chegada da represa onde eu e Farlley tomamos banho da primeira vez. Desta vez, no início da trilha e com o tempo nublado, paramos somente para apreciar a paisagem, tomar uma aguinha e comentar sobre o susto que uma valeta enorme, no meio da descida, deu em todos nós. Tivemos sorte de ter escolhido o lado certo da estrada e passamos sem muita dificuldade por ela. Pensei que fazendo a trilha ao contrário não encontraríamos muitas dificuldades, pois não me lembrava de uma grande descida (agora uma subida encardida) para chegarmos a um córrego, aquele da tapera. Realmente difícil. No início dela fomos surpreendidos pela presença do Rubão e um amigo (me perdoe, mas, não lembro seu nome), que também se divertiam pedalando no domingo pela manhã. A mesma sorte que tivemos naquela valeta, o amigo do Rubão não teve: um tombão que lhe custou algumas dores e alguns arranhões... ossos do ofício. Mas, ele estava inteiro e pedalando bem. Papo vai, papo vem, troca de experiências (o Rubão tem muita), depois de uma descansadinha no meio do subidão, chegamos ao seu final. Pegamos um atoleiro em que poucos não meteram o pé na lama, passar pela "casa" do cachorro bravo no gás, para não dar tempo do "ataque" e chegamos no pé da subidinha enjoada no final da trilha. Já no asfalto, na entrada do Morada do Morro o Farlley se despede, na entrada do Bairro Alvorada eu e Rafael e descem para o grande final, João, Rubão e seu amigo. Domingo que vem tem mais... BIKER'S SELVAGENS PS.: POR MOTIVOS ALHEIOS A MINHA VONTADE O CELULAR, COM AS FOTOS DA TRILHA, FOI COLOCADO DE MOLHO JUNTO COM A CAMISA DE CICLISMO UTILIZADA NA ÚLTIMA TERÇA-FEIRA. ESTOU TENTANDO SECÁ-LO PARA VER SE CONSIGO "EXTRAIR" DELE AS BELAS FOTOS DAS TRÊS ÚLTIMAS TRILHAS. { Última Página } { Página 1 de 4 } { Próxima Página } |
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