poesia no fim do tunel | |
Rue Clément, St. Germain
12:05 AM, 16/11/2011
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Apeio do pesadelo como de um corcel negro de pelagem brilhante quase azul de tão preto
levo coices durante o tempo em que se bebe nas fontes na fronte, o rosto macerado marcado nas pedras dessa cidade
no chão o sangue como um baton carmim como um olhar negro cajal como um grito reprimido sem fim
e carros, sons, lenços, vozes, sons que ouço e não decoro a lembrança de sofrimentos atrozes onde não se podia chorar: choro
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