poesia no fim do tunel | |
TRIVIAL
01:32 AM, 21/4/2011
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Eu te bebo todos os dias como água limpa e fria que escorre por minha goela.
Eu te como todos os dias como gado fustigando a cria que foge da primeira sela.
Eu te navego sem riscos sem medos de tempestade, de vagas, maré e procelas.
Eu te rezo todas as noites como se rezar fosse açoite que se encontra nas capelas.
Por fim eu te adormeço sobre minhas penas e pernas fazendo da noite começo para o amor que se vela.
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