CREIO EM DEUS PAI…
· EM LOUVOR A SANTÍSSIMA TRINDADE: Pai Nosso / 3 Ave Maria e Glória.
Ó Providência Suprema , que abris as mãos de Deus para nos enriquecer de suas bênçãos celestiais, humildemente prostrados vos adoramos e suplicamos; sede-nos propícia em nossas tribulações, misérias e necessidades. Em vossas mãos vos entregamos; dirigi, pois, as nossas ações, para que se tornem agradáveis aos olhos de nosso Deus e Senhor. Em vós depositamos nossa confiança e vos pedimos a graça ……………se for para nosso proveito espiritual e temporal. Sim, com todo coração vos suplicamos: tende compaixão de nós e de nossa pobre alma, para que possamos amar-vos aqui na terra e depois gozar-vos no céu onde vos agradeceremos, bendiremos e louvaremos por todos os séculos. Assim seja!
Providência Santíssima, do Eterno Onipotente e misericordiosíssimo Deus, que tudo tendes providenciado e providenciareis para o nosso bem, providenciai em todas as nossas necessidades, assim creio, assim espero, seja sempre feita a vossa Santíssima vontade. Amém.
l.º Mistério
Coloquemos nossas necessidades nas mãos de Maria, Mãe da Divina Providência, Ela intercederá junto a seu Filho Jesus como nas Bodas de Caná……….
Deus Provê, Deus Proverá, sua Misericórdia não faltará….( 10 Vezes ).
Providência Santíssima, do Eterno Onipotente e misericordiosíssimo Deus, que tudo tendes providenciado e providenciareis para o nosso bem, providenciai em todas as nossas necessidades, assim creio, assim espero, seja sempre feita a vossa Santíssima vontade. Amém.
2º Mistério
Nossa Senhora da Divina Providência, providencie à nossa família a Unidade, o amor e a paz, que nunca nos falte o olhar misericordioso para com todos…..
Deus Provê, Deus Proverá, e sua infinita Misericórdia jamais faltará….( 10 Vezes ).
Providência Santíssima, do Eterno Onipotente e misericordiosíssimo Deus, que tudo tendes providenciado e providenciareis para o nosso bem, providenciai em todas as nossas necessidades, assim creio, assim espero, seja sempre feita a vossa Santíssima vontade. Amém.
3º. Mistério
Nossa Senhora Da Divina Providência, Providenciai à Nossa família os bens espirituais e materiais, bem como a todas as famílias do mundo inteiro.. . dá-nos o pão de cada dia…
Deus Provê, Deus Proverá, e sua infinita Misericórdia jamais faltará….( 10 Vezes ).
Providência Santíssima, do Eterno Onipotente e misericordiosíssimo Deus, que tudo tendes providenciado e providenciareis para o nosso bem, providenciai em todas as nossas necessidades, assim creio, assim espero, seja sempre feita a vossa Santíssima vontade. Amém.
4º Mistério
Nossa Senhora da Divina Providência, providenciai, cuidai de nossa saúde, (corpo, alma, psíquico, sistema nervoso…….)
Provê, Deus Proverá, e sua infinita DeusMisericórdia jamais faltará….( 10 Vezes ).
Providência Santíssima, do Eterno Onipotente e misericordiosíssimo Deus, que tudo tendes providenciado e providenciareis para o nosso bem, providenciai em todas as nossas necessidades, assim creio, assim espero, seja sempre feita a vossa Santíssima vontade. Amém.
5º Mistério
Nossa Senhora da Divina Providência, providenciai, animai a nossa vida de cristão(ã), de pregadores,……..
Deus Provê, Deus Proverá, e sua infinita Misericórdia jamais faltará…. ( 10 Vezes ).
Providência Santíssima, do Eterno Onipotente e misericordiosíssimo Deus, que tudo tendes providenciado e providenciareis para o nosso bem, providenciai em todas as nossas necessidades, assim creio, assim espero, seja sempre feita a vossa Santíssima vontade. Amém..
SENHORA DA DIVINA PROVIDÊNCIA, Damo-vos graças pela sua intercessão junto a Seu Filho Jesus, pelas nossas necessidades espirituais e temporais. Que possamos ser gratos a cada momento de nossa vida. Com amor vos saudamos:
Salve Rainha, Mãe de Misericórdia…
Pai Nosso/ Ave Maria e Glória ao Pai. -Pelas intenções do Santo Padre o Papa e pelas necessidades da nossa Igreja
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textos
"Mania de doença" Indique esse texto a um amigo...
Que medo de ficar doente! De sofrer! De morrer!
Parece haver uma ameaça constante e importante rondando permanentemente.
Uma vontade de localizar o sofrimento que é difuso, abstrato e que ninguém mais vê.
É comum dizer: “Antes ter uma doença física do que uma emocional”.
Há ainda muita desinformação e preconceito sobre todo o tipo de mal-estar que as pessoas banalizam e chamam de frescura.
E a pessoa fica mais desassistida ainda.
Precisará lutar contra o que lhe está afetando e contra o desinteresse alheio.
Isto lhe causa ainda mais dor.
Experimenta medo pela fragilidade que sente e angústia e ansiedade pelo quadro que se desenrola.
Fica superpreocupada com o mal que lhe está acometendo e decepcionada com todos.
É tudo invisível, imperceptível. Nada “quantificável” ou sério para quem está de fora.
Além disso, todos têm suas próprias preocupações.
Quando ouvem suas queixas, lhe fazem recomendações racionais e objetivas para um sofrimento que nada tem de racional e objetivo.
É inconsciente.
Reflexo de um sofrimento mais profundo que lhe transtorna e angustia a ponto de lhe parecer concreto e real.
Além disso, há a busca ansiosa e incessante por uma forma prática e direta que lhe solucione o problema: um remédio, uma saída!
E vem o banho de água fria. Indicação: psicoterapia.
Como parar para discorrer sobre o que mais lhe angustia mesmo sem se ter esta noção: a própria vida.
Além disso, há muita urgência.
Entretanto, é preciso dizer mais uma vez: temos que parar e rever nossa vida.
Mergulhar nela.
Rever conceitos, prioridades, crenças ....
Os outros não enxergam o que nos causa dor.
Nem mesmo nós o sabemos.
E cada um está ligado no seu próprio caminho.
Por isso, poucas vezes poderá ser sensível a nós.
Teremos, inclusive, que lidar com a natureza solitária deste caminho de crescimento e cura.
Aprender a olhar para as nossas coisas, lidar com elas....
Trabalhá-las.
As coisas não melhoram sozinhas.
Elas nos solicitam cuidados.
Mas como, se estamos convencidos de que é prático fazer tudo no esquema fast-food ?
Se o tempo é curto e as nossas responsabilidades nos assolam ?
Vemo-nos justificados em nossa pressa e estresse.
..... Mas isto tudo também nos deteriora, arruína.
Temos que ter “olhos para ver” ou seremos levados por ilusão a optar pelo que a massa prega até para não ficarmos de fora.
texto
Quem foi rejeitado . . . rejeita! Indique esse texto a um amigo...
Por incrível que pareça, quem viveu a rejeição acaba se tornando um rejeitador natural.
Rejeita sem nem mesmo perceber. Torna-se crítico, severo, uma pessoa muito angustiada e em busca de regras para se basear e para enquadrar os outros.
Quando alguém sofreu a sensação de ter sido preterido (e isto não precisa ter acontecido de fato, basta que assim o tenha interpretado) ou ter se sentido pouco cuidado, o que fica é uma sensação do tipo: “não gostam de mim do jeito que eu sou!”, “É preciso que eu me modifique caso contrário não serei aceito, não haverá lugar para mim.”
A partir daí é como se a pessoa naturalmente passasse a se esforçar incansavelmente para ser melhor do que ela é. É como uma rejeição. Sente que precisa ser diferente do que é.
“Ser apenas o que sou não é bom o suficiente ...não foi!”.
Esta situação será vivenciada com muito sofrimento e com um medo constante de falhar e de não AGRADAR!
Isto tudo torna o viver muito penoso, severo e exigente consigo mesmo e com todos. A pessoa com medo de novamente ser rejeitada priva-se de ser ela mesma.
Não relaxa ... corre atrás do prejuízo.
PRÉ-JUÍZO. Sente-se muito analisada, observada, sempre correndo o risco da exclusão.
Antecipa-se, corre na frente, explica-se para não ser mal interpretada novamente.
Vive com uma constante sensação de que não a conhecem e que ela sempre terá que tentar ser aquilo que esperam dela.
Não relaxa. Não pode!...tem medo.
Quer enquadrar os outros com o mesmo rigor que vive a sua vida.
Ansiedade, angústia, perfeccionismo, Síndrome do Pânico, irritabilidade, insatisfação e até amargura podem ser palavras que façam sentido para quem vive a rejeição ou para quem é vivido por ela.
É muito complexo.
Várias são as reações que podem ocorrer de forma incontrolável, inconsciente.
Ciúmes, sensação de injustiça, desânimo, pensamentos negativos, depressão.
Após muito sofrimento, há aquela vontade de acabar com o problema. A pessoa tem vontade de zerar tudo e se livrar de suas dificuldades e também liberar os outros de suas exigências.
Mas não é tão fácil assim.
Terá que romper com vários medos...
Há muito medo...medo de estar tomando o rumo errado e de ser punido.
Afinal quem ele pensa que é para almejar a tal da felicidade? É como se devesse se conformar com o que já conseguiu... “Tenho que ser bonzinho e muuito grato. Já tenho muito mais do que mereço!” Tudo isso para não desarrumar nada, nem chamar atenção. Medo.
Mas por quê tudo isso é assim difícil?
Porque nos tornamos os maiores rejeitadores de nós mesmos?
“Se me deram pouco é porque há algum problema comigo...”.
“Não devo merecer mais do que isso”...e tudo o que viver posteriormente passará, a princípio, por estas lembranças, ainda que inconscientemente.
Rejeita nos outros e em si próprio tudo em que se sente rejeitado.
Distancia-se de sua forma mais pura e espontânea de ser, visando o retorno tão esperado: o reconhecimento de seu valor pessoal.
Persegue a idéia de estar sempre de acordo; cumprir direitinho o que esperam dele e sofre com angústias ou culpas quando não o consegue.
Com isto enfraquece-se, pois já não será por inteiro. Tentará extirpar aquela sua parte que não teve aprovação.
Neste momento, sem perceber, estará se tornando capenga, pela metade, inseguro.
Dependente da apreciação externa, como criança eterna.
Desequilibrado, rejeita uma metade de si que, abandonada pelo meio do caminho, o tornará dependente da opinião externa, viciado em feedback.
E a sensação de amor, reconhecimento ou aprovação, como se dará?
O mais engraçado é que quando lhe derem o que aparentemente espera, ele nem acreditará.
Parecerá, de alguma forma, que isto tudo estará sendo dirigido a um personagem que criou. Que ninguém de fato sentiria o mesmo por ele se o conhecesse de verdade; se mostrasse aquilo que realmente é.
É difícil acreditarmos na gratuidade do amor, como é o amor de Deus por nós.
É como se por alguma razão achássemos que não o merecêssemos e que para isto tivéssemos que FAZER por merecer o tempo todo.
Como deveria ser fácil o amor...Entretanto, como é difícil nos sentirmos amados...
Como é importante amarmos e nos deixarmos amar sem tantas perguntas, desconfianças e condicionantes...
Arranjar tempo e espaço dentro de nós para passar nossa vida a limpo...
Fazer as pazes...descansar ...Pagar para ver!.
Rever com a devida atenção e discernimento, cada situação que possivelmente ficou registrada de maneira distorcida dentro de nós e que acabou ocasionando tanto sofrimento e distanciamento.
Que Deus nos ilumine e conduza para que um dia possamos chegar a viver plenamente o Amor.
O amor tudo cura, tudo vê com bons olhos.
“...O mal não é o que entra, mas o que sai da boca do homem”.
Preocupemo-nos mais com os inimigos internos do que com os que estão do lado de fora.. Mais com o mal que estamos fazendo a nós mesmos e aos outros, do que com o que os outros podem nos fazer.
“Vencer o mundo é fácil, difícil é vencer a si mesmo”.
Aquietar-se. Libertar-se.
Vencer aquilo que nos move e ao mesmo tempo nos detém.
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orac~çao/psicologia
O outro lado da depressão Indique esse texto a um amigo...
Não entrarei aqui no mérito das causas e tipos de depressão, mas sim na necessidade de quem está deprimido, em olhar para aquilo que está sentindo não como um paciente alheio à sua doença, mas como alguém que tenta entrar mais em contato consigo mesmo e perceber coisas a partir disto.
Ninguém gosta de se sentir deprimido nem relaxa esperando todo o incomodo passar. Mas também se perde muito quando se tenta apenas livrar da depressão.
Ela não desaparece num passe de mágica.
É claro que há que se avaliar o tipo de depressão.
Remédios podem ser indispensáveis.
Tudo deve passar por um criterioso diagnóstico inicial.
A depressão como um sintoma.
Geralmente pensamos na depressão como o problema a ser eliminado.
É inegável seu efeito devastador em nossas vidas.
Entretanto, precisamos pensar nela também como uma febre que sinaliza algo maior.
Há que tratarmos a depressão com o cuidado de entendermos aquele que sofre de depressão.
Não é igual para todo mundo.
Cada pessoa estará dizendo algo particular com esta dor que exibe... a sua depressão.
A busca por alívio.
Nenhum de nós gosta de sentir dor, ainda mais uma dor tão difusa e que muitas vezes, por ser pouco visível aos olhos dos outros, é considerada frescura ou exagero.
Mesmo assim é importante lembrar que a dificuldade da situação, nos propicia a possibilidade de avançarmos mais em relação ao ponto em que estamos na vida, começando pelo melhor entendimento desta dor que está sendo vivida no momento e que pede tratamento.
Quando a crise passa, em geral vamos tocando a vida sem maiores critérios, o que pode até nos levar a outros momentos difíceis, dada a provável acomodação em que entramos. Quando estamos sofrendo, ficamos voltados para o problema.
Quando melhoramos e sentimos que o pior já passou, não seguimos com o tratamento necessário.
Em geral somos muito imediatistas e não percebemos a proposta renovadora , o alerta que trás a depressão.
A depressão como um fator de renovação.
Se fossemos mais atentos não teríamos dúvida de que tudo tem sua função em nossas vidas, tudo pode ser aproveitado para o nosso crescimento pessoal.
Se olharmos para a depressão como uma auto-expressão nos enriqueceremos muito em conhecimento sobre nós mesmos e perceberemos os antídotos para esta “doença” em nós.
O tratamento é contínuo.
Quando melhoramos da depressão não devemos parar de nós cuidar e sim procurar melhorar sempre a nossa qualidade de vida, estender nossos limites, nossa capacidade de lidar com as coisas.
Precisamos buscar entrar em contato e lidar com o que está nos acontecendo naquele dado momento.
Não se deve relaxar achando que o pior já passou.
Há sempre algo a ser vencido ou entendido, por isso precisamos "exercitar nossos músculos”, caso contrário eles não estarão sendo preparados para as naturais exigências da vida e poderemos cair novamente em depressão.
As situações difíceis levam invariavelmente todos à depressão?
Não. Em uma pessoa pode levar a uma tristeza passageira, em outra à uma reação agressiva, que pode até ser um sintoma depressivo, etc.
Entretanto, para caracterizar depressão vários fatores devem coexistir.
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psicolodia
A Depressão: um estado de Ser.
A saída: a descoberta de um sentido Maior de Viver Indique esse texto a um amigo...
“A vida oferece tantas coisas que às vezes é tão fácil a gente se apegar. Mas tudo tem um começo e um fim tudo passa, tudo passará.
De que vale ao homem ganhar o mundo se vier a perder a sua vida?”
A proposta da Fé é sempre a da imagem do SALTO NO ESCURO, da entrega, do caminhar guiados por uma certeza interna, profunda, que contrasta fortemente com as seguranças e verdades absolutas que o mundo nos oferece a cada esquina.
TUDO PARECE FÁCIL, ACESSÍVEL E DEPENDENTE APENAS DO NOSSO ESFORÇO PESSOAL!!!
... e caímos nesta tentação.
O homem vive pelo mundo perambulando em busca de FELICIDADE.
Mas esta felicidade está pautada, em geral, em parecer bem sucedido.
Quando nascemos ingressamos em um mundo que só faz propaganda e valoriza seus próprios parâmetros.
E como fica a nossa alma?
Nascemos também com a semente do amor, de Deus em nós.
Mas e a propaganda? E o reforço para isso?
Claro que não é na mesma proporção, daí a importância de nos abrirmos e de buscarmos a Deus.
Será um caminho pessoal e muitas vezes solitário.
Tudo isto na esfera do livre-arbítrio.
Assim precisamos parar e pensar: como estamos encarando nossas vidas?
Se for pela ótica do mundo, quando estivermos deprimidos nos sentiremos apenas derrotados, doentes e desistentes...
Mas se conseguirmos contatar nossa espiritualidade e exercê-la, senti-la, aí então será a chance de reestruturarmos nosso viver.
Se enxergarmos o sentido do sofrimento, das limitações e dores humanas no Plano de Deus, assumiremos não mais o papel de vítimas mas de co-participantes de nossas “curas”.
Deus não quer o nosso sofrimento ou penar.
Ele quer que superemos de uma maneira profunda a tudo isto.
Quer que renasçamos para uma VIDA NOVA.
Por isso, nada que nos aconteça deve ficar alheio a nós.
Precisamos estar participando das coisas.
Afinal, é conosco, não é?
E nestes primeiros momentos o que importa não é saber como venceremos as coisas em nós, pois não sabemos todas as coisas, mas QUEREMOS QUERER, ou, pedir a Deus esta vontade de querer: eis aí o nosso SIM, que será o começo de tudo.
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psaicologia
A Depressão: um estado de Ser.
A saída: a descoberta de um sentido Maior de Viver Indique esse texto a um amigo...
“A vida oferece tantas coisas que às vezes é tão fácil a gente se apegar. Mas tudo tem um começo e um fim tudo passa, tudo passará.
De que vale ao homem ganhar o mundo se vier a perder a sua vida?”
A proposta da Fé é sempre a da imagem do SALTO NO ESCURO, da entrega, do caminhar guiados por uma certeza interna, profunda, que contrasta fortemente com as seguranças e verdades absolutas que o mundo nos oferece a cada esquina.
TUDO PARECE FÁCIL, ACESSÍVEL E DEPENDENTE APENAS DO NOSSO ESFORÇO PESSOAL!!!
... e caímos nesta tentação.
O homem vive pelo mundo perambulando em busca de FELICIDADE.
Mas esta felicidade está pautada, em geral, em parecer bem sucedido.
Quando nascemos ingressamos em um mundo que só faz propaganda e valoriza seus próprios parâmetros.
E como fica a nossa alma?
Nascemos também com a semente do amor, de Deus em nós.
Mas e a propaganda? E o reforço para isso?
Claro que não é na mesma proporção, daí a importância de nos abrirmos e de buscarmos a Deus.
Será um caminho pessoal e muitas vezes solitário.
Tudo isto na esfera do livre-arbítrio.
Assim precisamos parar e pensar: como estamos encarando nossas vidas?
Se for pela ótica do mundo, quando estivermos deprimidos nos sentiremos apenas derrotados, doentes e desistentes...
Mas se conseguirmos contatar nossa espiritualidade e exercê-la, senti-la, aí então será a chance de reestruturarmos nosso viver.
Se enxergarmos o sentido do sofrimento, das limitações e dores humanas no Plano de Deus, assumiremos não mais o papel de vítimas mas de co-participantes de nossas “curas”.
Deus não quer o nosso sofrimento ou penar.
Ele quer que superemos de uma maneira profunda a tudo isto.
Quer que renasçamos para uma VIDA NOVA.
Por isso, nada que nos aconteça deve ficar alheio a nós.
Precisamos estar participando das coisas.
Afinal, é conosco, não é?
E nestes primeiros momentos o que importa não é saber como venceremos as coisas em nós, pois não sabemos todas as coisas, mas QUEREMOS QUERER, ou, pedir a Deus esta vontade de querer: eis aí o nosso SIM, que será o começo de tudo.
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Pânico: o medo e seus efeitos restritivos Indique esse texto a um amigo...
Não basta se medicar, tem que se transformar.
Se mais atento, o ser humano perceberia que nada que lhe acontece é de se jogar fora, nem mesmo os sofrimentos.
Há é que se valer do alerta que a vida lhe dá - o sintoma - para buscar viver melhor...entender-se mais!
Medo?!
Viver pressupõe riscos. É um ato dinâmico, não pode ser controlado.
Ainda assim o ser humano busca a segurança e o controle ao longo da vida.
Quer fazer seguro de tudo...e o medo lhe vem de rebote.
Quanto mais medo sente, mais recursos têm que mobilizar para tranqüilizar-se.
Quanto mais tenta, mais experimenta o medo.
Tudo isso porque não vê a perda como um processo natural da vida.
Não quer passar por isso: fracasso, erros, etc...
Não entende a função do desapego como um caminho para o seu crescimento.
“Vencer ao mundo é fácil. Difícil é vencer a si mesmo”.
Só a vida lhe dará as situações adequadas para este ensinamento.
Mas como é duro!
Tudo o que se faz é tomar estas questões como situações a serem vencidas!
Mas “de que adianta ao homem vencer o mundo se vier a perder sua alma?”
Para onde estamos olhando?
O que estamos valorizando?
Estamos dispostos a ir mais além?
Abrir-nos ao que não conhecemos ou concordamos?
Ou apenas tentando nos defender?
Quando bebê, sente-se totalmente vulnerável e dependente.
Tem que contar com pessoas para cuidar de si.
Veio de uma outra condição: a de aparente perfeição.
O alimento vinha-lhe da maneira exata, a temperatura parecia criteriosamente regulada...enfim tudo lhe parecia perfeito.
Quando nasce, parece passar por um grande trauma: a separação, a mudança de vida.
Estranha, sente-se perdido.
Precisa de tempo e de ajuda para acostumar-se à nova realidade.
É dependente. Precisa de quem o ame e cuide.
Não se conhece e nem ao mundo.
Tudo o que sabe é o que sente.
Quer ser amado...importante.
Sua identidade se formará a partir do seu relacionamento prioritariamente com a mãe ou sua substituta e a partir dos valores que esta tiver e de suas percepções do mundo.
É certo que já nasce com características próprias e tendências, mas suas experiências afetivas com esta figura de ligação e sua respectiva ótica de mundo, influenciarão diretamente sua maneira de ver a si mesmo e a tudo...e terá toda uma vida para tentar compreender e ir além desta simbiose inicial, para tornar-se alguém com características próprias.
Como nada é perfeito na vida, herdará até o que não se gostaria: medos, dificuldades e inseguranças daquelas pessoas mais importantes em sua vida.
Tenderá a repetir seus comportamentos e sentimentos.
Além disso, sua forma de ser e estar no mundo serão em parte conseqüência de situações difíceis que tiver atravessado na infância (ou a sensação disso ter acontecido).
Exemplo: ameaças de separação ou perda podem gerar posteriormente um comportamento de ansiedade, fobias ou Síndrome de Pânico, a serem avaliados, é claro dependendo ao que estas lembranças estiverem associadas.
Estas experiências, uma vez registradas,ainda que não se perceba consciente e claramente, podem produzir uma conduta medrosa ou angustiada quando em contato com situações que lhe remetam de alguma forma àquelas vivenciadas.
Quanto mais dolorosa e difícil tiver sido a situação, maior a dificuldade de acessar e entendê-la livremente.
Podem surgir pesadelos horríveis, fobias ou outros casos mais complexos, a depender de como se tenha administrado estas dificuldades internamente.
Às vezes, sofre-se de problemas que nem se sabe o porquê.
São medos aparentemente ilógicos e inexplicáveis que aparecem como que do nada o deixando desesperado e com a sensação de impotência por isto lhe causar tanto sofrimento e estranheza e por não vislumbrar a saída para o problema.
Não se pode esquecer, é claro, que tudo isso valeria para qualquer situação de vida que se estivesse analisando. É preciso enfatizar também que as coisas não são tão esquematizadas e lógicas quanto possa estar parecendo.
Cada pessoa dará seu próprio tom ao que tiver vivido. Além disso, existem os fatores genéticos e tantos outros que devem ser considerados também para uma devida apreciação da situação. Contudo, é sempre válido exercitarmos nossa capacidade de reflexão. Não podemos apenas buscar nos medicar, como forma única e principal por esta exigir menos envolvimento com o processo que estivermos vivendo e seguir em frente sem atentar para os motivos mais inconscientes que estão determinando nossas escolhas ainda que estas possam estar parecendo às únicas cabíveis.
Muitas pessoas hoje em dia estão sofrendo da chamada Síndrome de Pânico.
É interessante notar que em geral são pessoas muito capazes, com personalidade do tipo independente que, em algum momento, começam a se sentir o contrário do que essencialmente são. Tornam-se limitadas, apavoradas...bloqueadas por seus medos. Buscam incessantemente as causas e nada parece estar associado a nada, o que lhes aumenta ainda mais o medo, inclusive o de não ficarem curadas.
Aumenta a ansiedade e com isto as chances de crises e estas lhes tornam cada vez mais temerosas e limitadas, Por quê? Por que será?!
Há que se analisar criteriosamente, mesmo porque várias podem ser as causas assim como as formas de tratamento.
Vale sempre lembrar o quanto vivemos longe de nós mesmos alienados...inconscientes.
Vivemos reagindo, ou seja, agindo não espontânea e livremente, mas em resposta a alguma coisa.
Como não paramos para pensar mais profundamente nas coisas que estão nos acontecendo, temos que dar respostas ao que está sendo proposto a cada momento.
Perdemos o contato com o nosso eu.
Há tanto o que fazer...Mas sempre dizemos não termos tempo para aquelas coisas que exigiriam mais de nós. Autoconhecimento? Não, a medicina está avançando tão rapidamente que logo teremos os remédios para estes desconfortos mentais e emocionais.
Até quando fugiremos deste momento? Por que é tão difícil parar? Por que continuamos achando alguém ou alguma coisa resolverá por nós a situação? Por que permanecemos alheios ao que nos acontece?
Somos responsáveis por nós mesmos, pela vida que estamos delineando...
Por que não buscamos mais? Por que não mergulhamos nas pistas que estão sendo dadas e usar a situação como um motivador para arranjar a força necessária para vencermos nosso comodismo e automatismo?!
Não adianta deixarmos na mão dos outros ou culpá-los pelo nosso sofrimento... Sempre devemos nos perguntar se estamos agindo ou apenas nos lamentando.
Como agir se temos medos que nos tornam tão restritos? Entrar em contato.
Fugir só aumenta a dimensão do problema e nos torna frágeis e vulneráveis.
Além disso, tememos muito o que não conhecemos ou dominamos. Mas nunca as coisas acontecem do nada. Por isso é preciso nos aproximar mais de nós mesmos, pois as respostas estarão neste lugar: o do inconsciente. Muita gente fica apavorada com isso pois não se sente capaz ou tem medo e muitas vezes optam por caminhos mais passivos, relativamente, como massagens, tratamento exclusivamente medicamentosos, hipnose, etc..."façam com que eu fique bem". Nada contra método algum e sim um alerta para o pensamento mágico ou medroso.
Precisamos crescer, buscar, escolher...questionar. Ninguém poderá viver a nossa vida por nós, resolver nossos problemas.
Temos muito medo de sofrer. Tememos até pensar no que possa nos acontecer...
É preciso perceber que o que nos chega deve ser por nós bem recebido.
Devemos nos abrir a vivenciar as situações com fé e sem desespero, na certeza de que se algo está se apresentando em nossas vidas deve ter alguma função importante.
Lutar contra, resistir, só tornará as coisas piores.
Nada de jogar a toalha ou pensarmos que merecemos sofrer. Devemos é lidar com a situação. Cultivar o firme propósito de viver! Combater em nós, tudo o que é contrário à opção pela vida, o desânimo, a preguiça, o negativismo e todo o tipo de ato que consciente ou inconscientemente nos leve à autodestruição...e nos deixar ensinar e moldar a cada momento, a cada situação, a cada tristeza, a cada vitória...
Ir em frente, lidar com o medo de viver e de ser o que se é.
...ser, amar, viver!
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texto
Ansiedade e seus efeitos no mundo moderno Indique esse texto a um amigo...
Ansiedade
· sensação difusa de perigo, algo que nos deixa em posição de alerta e nos faz gastar muita energia tentando nos defender ou adaptar
· Sentimento de insegurança indefinível
A ansiedade é uma situação inerente à vida. Algumas situações que são vividas ao longo da vida são comuns a todos nós e geram ansiedade pela novidade e pela necessidade de responder às mudanças que vão acontecendo, por exemplo, ir à escola , entrar para a faculdade, casar,etc. Outras vezes, entretanto, são condições que afetam de forma considerável as tarefas diárias e a vida das pessoas refletindo, por exemplo, situações traumáticas que foram vividas na infância.
É neste limite, entre a resposta natural do organismo e o excesso que perturba a vida habitual, que se encontram os transtornos da ansiedade.
Que relação há entre vazio e ansiedade?
VAZIO é uma das palavras-chave da questão.
Quando pensamos em vazio em geral sentimos o impulso de fazer algo, preencher.
É como se o vazio, o nada, nos criasse um incômodo, uma necessidade de agir, reparar a situação.
As mudanças também podem ser interpretadas como situações de vazio, uma vez que nos desestabilizam, nos tiram de nossas rotinas aparentemente seguras e cheias de sentido.
Vivemos em um mundo que valoriza o agir, o produzir e incentiva a competição.
O vazio, o nada, dá a idéia de fracasso, de escassez.
Não temos a tendência de valorizar a não-ação, o relaxamento ou a meditação, a não ser como forma necessária de tratamento.
Várias podem ser as idéias associadas à ansiedade, tais como:
Dificuldade em lidar com o vazio, em viver ao ritmo da vida; em lidar com as mudanças; de se entrosar; de temer pelo fracasso, pela crítica, por errar, por perder, se expor, ser rejeitado, sentir-se culpado, deixar de ser importante para alguém, ser comparado e não ser o escolhido, entre outras.
Por que é tão difícil para as pessoas ansiosas terem calma, aguardarem o momento certo, serem elas mesmas e deixarem os outros serem como são?
Estas situações podem lhe sugerir falta de controle da situação; aparente vulnerabilidade e sujeição o que pode estar relacionado a um nível mais profundo com vivências angustiantes e temidas por algum motivo específico.
É mais fácil terem a reação de saírem FAZENDO. Parar é muito difícil, SENTIR, mais ainda.
Por isso é que os comportamentos às vezes são muito impensados e automatizados.
Quais são as possíveis causas da ansiedade?
Existem várias teorias que variam da análise psicanalítica que englobam as circunstâncias vividas na infância, por exemplo, até aspectos psico-biológicos que envolvem transmissores existentes no cérebro.
Fatos traumáticos ocorridos no passado, tais como um parto difícil, uma doença grave que pôs em risco uma figura de vinculação, como a mãe por exemplo,ou a nós mesmos, uma situação financeira ou emocional complicada na família, etc., podem ter ficado marcados em nosso inconsciente como situações ameaçadoras de nossa segurança física ou emocional gerando posteriores comportamentos ansiosos.
É como se passássemos a ver o mundo e a responder a ele a partir daquilo que se estruturou dentro de nós, em decorrência das experiências vivenciadas. Isto não que dizer que tudo já esteja previamente traçado e definido. Mas devemos atentar para esta possibilidade e tendência e aprofundar nosso olhar para a vida assim como para a forma de buscar tratamento. O que acontece normalmente é que vamos vivendo a vida sem atentarmos para o que tem motivado nossas ações. É como se estivéssemos hipnotizados, movidos por algo que está fora do nosso controle...uma compulsão.
De que formas podem se apresentar a ansiedade ?
Através de diferentes situações e transtornos, tais como:
- Transtorno Obsessivo Compulsivo – caracterizado por idéias ou comportamentos persistentes e recorrentes estranhos à vontade da pessoa.
- Transtornos do Pânico
- Fobias
- Transtornos de estresse agudo
- Transtornos de estresse pós-traumático
- Transtornos em decorrência de condições médicas associadas
- Transtornos relacionados a substâncias como drogas ilícitas ou medicamentos
- Ansiedade Generalizada
- Depressão
- Transtornos alimentares
- Transtornos somatoformes – somatização, histeria, hipocondria
- Transtornos do sono
Quais são os sintomas de ansiedade ?
Inquietação, palpitações, taquicardia, ondas de calor ou frio, rubor, palidez, boca seca, diarréia, indisposição, náuseas, vômito, tonturas, dormências, opressão no peito, hipertensão, rigidez muscular, espasmos, dores de cabeça ou lombares, fraqueza, tremores, fadiga.
Além disso, sintomas como raiva e ciúme podem aparecer em resposta a problemas de ansiedade causados por comprometimentos na auto-estima, geradores de expectativas catastróficas e/ou inseguranças.
Por que às vezes é difícil se chegar ao diagnóstico correto?
Porque tanto as pessoas quanto os próprios médicos nem sempre valorizam a ansiedade como um transtorno importante, o que dificulta o diagnóstico e retarda o início do tratamento.
Como lidar com a ansiedade?
Em geral não é tão simples quanto às pessoas acreditam e dizem:
“Relaxe, não se preocupe, tudo vai terminar bem.”
Tudo isso soa vazio para quem sofre de ansiedade.
Não é tão simples quanto dizer que temos que nos livrar de nossos pensamentos negativos, ou observar que estas coisas não representam um problema tão grande.
Eles estão associados a vivências anteriores em que sofremos ou sentimos toda a possibilidade do sofrimento ocorrer e isto provavelmente nos tornou temerosos, esquivos...tímidos.
“Relaxe, não se preocupe...” PRÉ-OCUPAR-SE!
Outra palavra chave: PRÉ-OCUPAÇÃO. A pessoa teme o que possa lhe acontecer de catastrófico e então gasta um enorme tempo e energia tentando preparar-se para que tudo saia a contento...e terá que fazer isso sempre.
Mas, como relaxar, de uma hora para a outra, em um mundo que só valoriza a ação?
Não é tão fácil como apenas matricular-se numa turma de relaxamento.
É preciso conscientizar-se da necessidade de parar, refletir, repensar a vida.
Somos levados a agir de uma forma quase padronizada, que não aprecia nem acolhe as diferenças pessoais.
Resultado ? Sofrimento e conseqüente busca por aceitação.
Quando a ansiedade requer tratamento especializado?
Quando começa a transtornar a vida da pessoa tornando-lhe limitada por causa de seus medos e necessidades de evitação ou por comprometimentos físicos, tais como distúrbio do sono ou do apetite, somatizações, alterações da memória e outros.
Neste momento de comprometimento considerável do cotidiano da pessoa é hora de recorrer a uma ajuda profissional.
É possível que outros métodos associados, inclusive medicamentosos, dependendo do caso, sejam necessários para promover a tranqüilização, que o paciente tanto anseia.
Do ponto de vista psicológico, o que mais parece trazer o alívio efetivo, a paz, o relaxamento verdadeiro é a auto-aceitação ... vencer toda a ansiedade que está contida para algumas pessoas em serem o que são. É como se houvesse algum problema nisto e carregassem o medo de relaxarem, nos dois sentidos da palavra. Precisam ser acompanhadas neste processo terapêutico para vencerem a barreira do medo catastrófico, que as mantêm automatizadas e ao mesmo tempo alheias ao que lhes está acontecendo e dirigindo seu viver. Somente passando deste estágio poderá superar estes problemas que até para ele aparentam ser insuperáveis e ...ilógicos.
O tratamento terá que ter acompanhamento profissional próximo, pois conteúdos mais profundos serão de difícil acesso e geradores de mais ansiedade e sofrimento.
Medidas importantes não especializadas que podem ajudar:
- Exercícios físicos, como forma de relaxamento;
- Meditação e outras técnicas de relaxamento com o objetivo do aprofundamento sobre si mesmo - as técnicas de relaxamento terão que ser pesquisadas para saber qual a mais adequada a cada pessoa, o que pode variar também de acordo com o momento dela.
- Mudança de hábitos de vida – hábitos alimentares e do jeito de viver
... DESACELERAR. ANSIEDADE E SEUS EFEITOS NO MUNDO MODERNO
texto
Ansiedade e seus efeitos no mundo moderno Indique esse texto a um amigo...
Ansiedade
· sensação difusa de perigo, algo que nos deixa em posição de alerta e nos faz gastar muita energia tentando nos defender ou adaptar
· Sentimento de insegurança indefinível
A ansiedade é uma situação inerente à vida. Algumas situações que são vividas ao longo da vida são comuns a todos nós e geram ansiedade pela novidade e pela necessidade de responder às mudanças que vão acontecendo, por exemplo, ir à escola , entrar para a faculdade, casar,etc. Outras vezes, entretanto, são condições que afetam de forma considerável as tarefas diárias e a vida das pessoas refletindo, por exemplo, situações traumáticas que foram vividas na infância.
É neste limite, entre a resposta natural do organismo e o excesso que perturba a vida habitual, que se encontram os transtornos da ansiedade.
Que relação há entre vazio e ansiedade?
VAZIO é uma das palavras-chave da questão.
Quando pensamos em vazio em geral sentimos o impulso de fazer algo, preencher.
É como se o vazio, o nada, nos criasse um incômodo, uma necessidade de agir, reparar a situação.
As mudanças também podem ser interpretadas como situações de vazio, uma vez que nos desestabilizam, nos tiram de nossas rotinas aparentemente seguras e cheias de sentido.
Vivemos em um mundo que valoriza o agir, o produzir e incentiva a competição.
O vazio, o nada, dá a idéia de fracasso, de escassez.
Não temos a tendência de valorizar a não-ação, o relaxamento ou a meditação, a não ser como forma necessária de tratamento.
Várias podem ser as idéias associadas à ansiedade, tais como:
Dificuldade em lidar com o vazio, em viver ao ritmo da vida; em lidar com as mudanças; de se entrosar; de temer pelo fracasso, pela crítica, por errar, por perder, se expor, ser rejeitado, sentir-se culpado, deixar de ser importante para alguém, ser comparado e não ser o escolhido, entre outras.
Por que é tão difícil para as pessoas ansiosas terem calma, aguardarem o momento certo, serem elas mesmas e deixarem os outros serem como são?
Estas situações podem lhe sugerir falta de controle da situação; aparente vulnerabilidade e sujeição o que pode estar relacionado a um nível mais profundo com vivências angustiantes e temidas por algum motivo específico.
É mais fácil terem a reação de saírem FAZENDO. Parar é muito difícil, SENTIR, mais ainda.
Por isso é que os comportamentos às vezes são muito impensados e automatizados.
Quais são as possíveis causas da ansiedade?
Existem várias teorias que variam da análise psicanalítica que englobam as circunstâncias vividas na infância, por exemplo, até aspectos psico-biológicos que envolvem transmissores existentes no cérebro.
Fatos traumáticos ocorridos no passado, tais como um parto difícil, uma doença grave que pôs em risco uma figura de vinculação, como a mãe por exemplo,ou a nós mesmos, uma situação financeira ou emocional complicada na família, etc., podem ter ficado marcados em nosso inconsciente como situações ameaçadoras de nossa segurança física ou emocional gerando posteriores comportamentos ansiosos.
É como se passássemos a ver o mundo e a responder a ele a partir daquilo que se estruturou dentro de nós, em decorrência das experiências vivenciadas. Isto não que dizer que tudo já esteja previamente traçado e definido. Mas devemos atentar para esta possibilidade e tendência e aprofundar nosso olhar para a vida assim como para a forma de buscar tratamento. O que acontece normalmente é que vamos vivendo a vida sem atentarmos para o que tem motivado nossas ações. É como se estivéssemos hipnotizados, movidos por algo que está fora do nosso controle...uma compulsão.
De que formas podem se apresentar a ansiedade ?
Através de diferentes situações e transtornos, tais como:
- Transtorno Obsessivo Compulsivo – caracterizado por idéias ou comportamentos persistentes e recorrentes estranhos à vontade da pessoa.
- Transtornos do Pânico
- Fobias
- Transtornos de estresse agudo
- Transtornos de estresse pós-traumático
- Transtornos em decorrência de condições médicas associadas
- Transtornos relacionados a substâncias como drogas ilícitas ou medicamentos
- Ansiedade Generalizada
- Depressão
- Transtornos alimentares
- Transtornos somatoformes – somatização, histeria, hipocondria
- Transtornos do sono
Quais são os sintomas de ansiedade ?
Inquietação, palpitações, taquicardia, ondas de calor ou frio, rubor, palidez, boca seca, diarréia, indisposição, náuseas, vômito, tonturas, dormências, opressão no peito, hipertensão, rigidez muscular, espasmos, dores de cabeça ou lombares, fraqueza, tremores, fadiga.
Além disso, sintomas como raiva e ciúme podem aparecer em resposta a problemas de ansiedade causados por comprometimentos na auto-estima, geradores de expectativas catastróficas e/ou inseguranças.
Por que às vezes é difícil se chegar ao diagnóstico correto?
Porque tanto as pessoas quanto os próprios médicos nem sempre valorizam a ansiedade como um transtorno importante, o que dificulta o diagnóstico e retarda o início do tratamento.
Como lidar com a ansiedade?
Em geral não é tão simples quanto às pessoas acreditam e dizem:
“Relaxe, não se preocupe, tudo vai terminar bem.”
Tudo isso soa vazio para quem sofre de ansiedade.
Não é tão simples quanto dizer que temos que nos livrar de nossos pensamentos negativos, ou observar que estas coisas não representam um problema tão grande.
Eles estão associados a vivências anteriores em que sofremos ou sentimos toda a possibilidade do sofrimento ocorrer e isto provavelmente nos tornou temerosos, esquivos...tímidos.
“Relaxe, não se preocupe...” PRÉ-OCUPAR-SE!
Outra palavra chave: PRÉ-OCUPAÇÃO. A pessoa teme o que possa lhe acontecer de catastrófico e então gasta um enorme tempo e energia tentando preparar-se para que tudo saia a contento...e terá que fazer isso sempre.
Mas, como relaxar, de uma hora para a outra, em um mundo que só valoriza a ação?
Não é tão fácil como apenas matricular-se numa turma de relaxamento.
É preciso conscientizar-se da necessidade de parar, refletir, repensar a vida.
Somos levados a agir de uma forma quase padronizada, que não aprecia nem acolhe as diferenças pessoais.
Resultado ? Sofrimento e conseqüente busca por aceitação.
Quando a ansiedade requer tratamento especializado?
Quando começa a transtornar a vida da pessoa tornando-lhe limitada por causa de seus medos e necessidades de evitação ou por comprometimentos físicos, tais como distúrbio do sono ou do apetite, somatizações, alterações da memória e outros.
Neste momento de comprometimento considerável do cotidiano da pessoa é hora de recorrer a uma ajuda profissional.
É possível que outros métodos associados, inclusive medicamentosos, dependendo do caso, sejam necessários para promover a tranqüilização, que o paciente tanto anseia.
Do ponto de vista psicológico, o que mais parece trazer o alívio efetivo, a paz, o relaxamento verdadeiro é a auto-aceitação ... vencer toda a ansiedade que está contida para algumas pessoas em serem o que são. É como se houvesse algum problema nisto e carregassem o medo de relaxarem, nos dois sentidos da palavra. Precisam ser acompanhadas neste processo terapêutico para vencerem a barreira do medo catastrófico, que as mantêm automatizadas e ao mesmo tempo alheias ao que lhes está acontecendo e dirigindo seu viver. Somente passando deste estágio poderá superar estes problemas que até para ele aparentam ser insuperáveis e ...ilógicos.
O tratamento terá que ter acompanhamento profissional próximo, pois conteúdos mais profundos serão de difícil acesso e geradores de mais ansiedade e sofrimento.
Medidas importantes não especializadas que podem ajudar:
- Exercícios físicos, como forma de relaxamento;
- Meditação e outras técnicas de relaxamento com o objetivo do aprofundamento sobre si mesmo - as técnicas de relaxamento terão que ser pesquisadas para saber qual a mais adequada a cada pessoa, o que pode variar também de acordo com o momento dela.
- Mudança de hábitos de vida – hábitos alimentares e do jeito de viver
... DESACELERAR. ANSIEDADE E SEUS EFEITOS NO MUNDO MODERNO
2006 - Todos os Direitos Reservados
texto
Para sair da depressão: só entrando nela. Indique esse texto a um amigo...
É claro que estar em Depressão não é nada fácil, nada agradável.
Mas, por outro lado, é preciso “perder o medo da Depressão para de fato vencê-la.
Se não aprendermos com ela tudo será apenas sofrimento e uma prévia para a próxima crise depressiva.
Precisamos perder o medo de nos deprimir.
É claro que tudo isso precisará de cuidados médicos e psicoterápicos como suporte, mas o importante será a atitude daquele que sente o problema.
Também não se trata de “curtir estar mal”, mas não negar que se está mal.
Somente olhando de frente para os nossos problemas é que teremos chance de crescermos através deles e assim sermos modificados.
Caso contrário sempre estaremos amedrontados em recair nas mesmas tristezas.
O que normalmente acontece é que nos apavoramos, além de sentirmos todos os sintomas da Depressão e buscamos alguém que nos tire deste sofrimento.
É bem verdade também que a Depressão por si só já causa todo tipo de desinteresse que se possa imaginar.
Contudo é importante nunca deixarmos de nos perguntar:
Que sentido faz isto tudo em minha vida?
Que coisas eu venho adiando entrar em contato por todo este tempo?
E ainda, mesmo que eu não entenda o porquê do que está me acontecendo, o que eu posso fazer para encarar da melhor forma possível, já que aí está e eu não posso fazer de conta que não existe?!
Enfim, importa dizer que a saída para a Depressão vai mais além do que uma crise depressiva bem tratada.
A Depressão precisa ser vista como um sintoma, algo que a pessoa está expressando sobre aquele que está deprimido, sobre o que vai dentro dele e não como algo que precisa ser RESOLVIDO, quiçá, extirpado.
Precisa sim, ser pensado, entendido...
Usado para o nosso próprio benefício.
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Para sair da depressão: só entrando nela. Indique esse texto a um amigo...
É claro que estar em Depressão não é nada fácil, nada agradável.
Mas, por outro lado, é preciso “perder o medo da Depressão para de fato vencê-la.
Se não aprendermos com ela tudo será apenas sofrimento e uma prévia para a próxima crise depressiva.
Precisamos perder o medo de nos deprimir.
É claro que tudo isso precisará de cuidados médicos e psicoterápicos como suporte, mas o importante será a atitude daquele que sente o problema.
Também não se trata de “curtir estar mal”, mas não negar que se está mal.
Somente olhando de frente para os nossos problemas é que teremos chance de crescermos através deles e assim sermos modificados.
Caso contrário sempre estaremos amedrontados em recair nas mesmas tristezas.
O que normalmente acontece é que nos apavoramos, além de sentirmos todos os sintomas da Depressão e buscamos alguém que nos tire deste sofrimento.
É bem verdade também que a Depressão por si só já causa todo tipo de desinteresse que se possa imaginar.
Contudo é importante nunca deixarmos de nos perguntar:
Que sentido faz isto tudo em minha vida?
Que coisas eu venho adiando entrar em contato por todo este tempo?
E ainda, mesmo que eu não entenda o porquê do que está me acontecendo, o que eu posso fazer para encarar da melhor forma possível, já que aí está e eu não posso fazer de conta que não existe?!
Enfim, importa dizer que a saída para a Depressão vai mais além do que uma crise depressiva bem tratada.
A Depressão precisa ser vista como um sintoma, algo que a pessoa está expressando sobre aquele que está deprimido, sobre o que vai dentro dele e não como algo que precisa ser RESOLVIDO, quiçá, extirpado.
Precisa sim, ser pensado, entendido...
Usado para o nosso próprio benefício.
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O dia de hoje nos preocupa muito , mas o de amanhã nos preocupa mais ainda .
Indique esse texto a um amigo...
Vivemos sem saber o que há dentro de nós a nos mover nesta ou naquela direção e às vezes temos reações que achamos ser apenas o que todo mundo está sentindo: MEDO.
Medo da violência .
Medo da economia do país quebrar .
Mas , por viver situações que vivemos, e que foram muito importantes nos fazem ter um tipo de conduta ansiosamente medrosa e como não vemos razão achamos que tudo é fruto do momento sócio-econômico que estamos vivendo.
Todo este contexto agrava , mas não é causa de transtornos de ansiedade que alguns de nós vive.
Às vezes o fato de uma separação traumática pode levar uma criança a se tornar um adulto inseguro e cheio de médios .
... não se quer aqui julgar se a culpa é dos pais ou não , apenas dizer que fatos que abalam muito uma criança , predisposta a estas coisas , podem gerar um adulto com problemas sérios de ansiedade , chegando possivelmente a ser um perfeccionista, ou alguém que sofre de síndrome do pânico .
Como lidar com a vida como ela é?!
Isto não é fácil para ninguém , mas para algumas pessoas é especialmente mais difícil .
A vida nunca será como a gente quer e a gente tende a controlá-la já que algum dia ela pareceu ruir sobre nossas cabeças e tentamos inconscientemente prevenir estes momentos .
Podemos pensar aqui nas compulsões que também têm uma natureza compensatória quanto a toda uma gama de sentimentos desorganizados dentro do indivíduo .
A pessoa se alivia, dá um destino ao que ela sente através de um comportamento que sem controle e mesmo sem sentido , ela tem. Por exemplo : comer , lavar as mãos ....
Não adianta tentar explicar a alguém o mal que aquilo faz para ela , e como é fácil sair disso....
O dia de hoje nos preocupa muito , mas o de amanhã nos preocupa mais ainda .
Indique esse texto a um amigo...
Vivemos sem saber o que há dentro de nós a nos mover nesta ou naquela direção e às vezes temos reações que achamos ser apenas o que todo mundo está sentindo: MEDO.
Medo da violência .
Medo da economia do país quebrar .
Mas , por viver situações que vivemos, e que foram muito importantes nos fazem ter um tipo de conduta ansiosamente medrosa e como não vemos razão achamos que tudo é fruto do momento sócio-econômico que estamos vivendo.
Todo este contexto agrava , mas não é causa de transtornos de ansiedade que alguns de nós vive.
Às vezes o fato de uma separação traumática pode levar uma criança a se tornar um adulto inseguro e cheio de médios .
... não se quer aqui julgar se a culpa é dos pais ou não , apenas dizer que fatos que abalam muito uma criança , predisposta a estas coisas , podem gerar um adulto com problemas sérios de ansiedade , chegando possivelmente a ser um perfeccionista, ou alguém que sofre de síndrome do pânico .
Como lidar com a vida como ela é?!
Isto não é fácil para ninguém , mas para algumas pessoas é especialmente mais difícil .
A vida nunca será como a gente quer e a gente tende a controlá-la já que algum dia ela pareceu ruir sobre nossas cabeças e tentamos inconscientemente prevenir estes momentos .
Podemos pensar aqui nas compulsões que também têm uma natureza compensatória quanto a toda uma gama de sentimentos desorganizados dentro do indivíduo .
A pessoa se alivia, dá um destino ao que ela sente através de um comportamento que sem controle e mesmo sem sentido , ela tem. Por exemplo : comer , lavar as mãos ....
Não adianta tentar explicar a alguém o mal que aquilo faz para ela , e como é fácil sair disso....
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O dia de hoje nos preocupa muito , mas o de amanhã nos preocupa mais ainda .
Indique esse texto a um amigo...
Vivemos sem saber o que há dentro de nós a nos mover nesta ou naquela direção e às vezes temos reações que achamos ser apenas o que todo mundo está sentindo: MEDO.
Medo da violência .
Medo da economia do país quebrar .
Mas , por viver situações que vivemos, e que foram muito importantes nos fazem ter um tipo de conduta ansiosamente medrosa e como não vemos razão achamos que tudo é fruto do momento sócio-econômico que estamos vivendo.
Todo este contexto agrava , mas não é causa de transtornos de ansiedade que alguns de nós vive.
Às vezes o fato de uma separação traumática pode levar uma criança a se tornar um adulto inseguro e cheio de médios .
... não se quer aqui julgar se a culpa é dos pais ou não , apenas dizer que fatos que abalam muito uma criança , predisposta a estas coisas , podem gerar um adulto com problemas sérios de ansiedade , chegando possivelmente a ser um perfeccionista, ou alguém que sofre de síndrome do pânico .
Como lidar com a vida como ela é?!
Isto não é fácil para ninguém , mas para algumas pessoas é especialmente mais difícil .
A vida nunca será como a gente quer e a gente tende a controlá-la já que algum dia ela pareceu ruir sobre nossas cabeças e tentamos inconscientemente prevenir estes momentos .
Podemos pensar aqui nas compulsões que também têm uma natureza compensatória quanto a toda uma gama de sentimentos desorganizados dentro do indivíduo .
A pessoa se alivia, dá um destino ao que ela sente através de um comportamento que sem controle e mesmo sem sentido , ela tem. Por exemplo : comer , lavar as mãos ....
Não adianta tentar explicar a alguém o mal que aquilo faz para ela , e como é fácil sair disso....
por Antônio José Indique esse texto a um amigo...
Ao contemplarmos Cristo crucificado enxergamos “corpo e sangue” que se transformam em vida eterna.
Onde visivelmente só há morte, encontramos a fonte da vida.
É justamente na cruz que somos convidados, pelo próprio Cristo, a não contemplarmos a morte, mas a vida.
Foi na cruz que Cristo mais amou. Na cruz se deu o ápice do amor de Cristo pela humanidade.
Lá Cristo amou o bom ladrão: “Em verdade te digo; ainda hoje estarás comigo no paraíso”. Amou os seus algozes: “Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o fazem”. Amou o discípulo que caminhou até o fim com Ele, entregando-lhe aos cuidados de Nossa Senhora: “Eis aí tua mãe”. Amou a sua mãe, não lhe deixando desamparada: “Mulher, eis aí teu filho”. Amou o Pai confiando-lhe, como confiara sempre, o seu espírito: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”.
Entre esses que Cristo amou e amou até o fim, com qual você se identifica? Com o bom ladrão? Com o discípulo que o seguiu até o fim? Com os algozes? Ou com uma daquelas “santas” mulheres que estavam com Cristo aos pés da cruz?
Você consegue perceber que cada uma dessas pessoas teve um relacionamento muito peculiar com Jesus? Todos estiveram ao pé da cruz.
Alguns, os algozes, estavam por obrigação, por trabalho. Mas os outros estavam por amor à Jesus. Tinham tanto amor por Ele, que queriam ficar um pouco mais com o mestre, com o filho, com o Redentor.
Nós, por amor a Jesus, somos convidados, pelo próprio Jesus, a estarmos aos pés da cruz, todos os dias. E assim, como cada um daqueles que receberam de forma direta uma recompensa imediata, além da morada eterna, nós também só temos a ganhar se permanecermos aos pés da cruz de Cristo.
Devemos permanecer aos pés da cruz de Cristo ou devemos carregar a nossa própria cruz? São duas ações. Mas quando praticamos uma, estamos automaticamente praticando a outra. Ao permanecermos aos pés da cruz de Cristo, estamos também carregando a nossa própria cruz. E quando carregamos a nossa cruz, estamos firmes aos pés da cruz de Cristo. Mas, é evidente que, quando desistimos de permanecer aos pés da cruz de Cristo, estamos automaticamente desistindo de carregar a nossa própria cruz. E quando desistimos de carregar a nossa cruz estamos deixando de velar aos pés da cruz de Cristo.
Qual é a cruz que você estar carregando no momento?
Todos nós temos uma, ou várias para carregar. É a cruz do abandono? É a cruz do desemprego? É a cruz pela morte de um ente querido? É a cruz da traição do conjugue? Seja qual for a sua cruz, não peça a Cristo que a retire. Peça a Cristo que lhe dê força para suportá-la. Peça a Cristo que lhe dê perseverança para não desanimar na subida do Calvário. Não pergunte a Deus “porque” você tem que carregar tal cruz.
Cristo em momento algum fez tal questionamento ao Pai. Pergunte a Deus “para que” você tem que carregá-la. “Para que!” Essa é a pergunta que você deve fazer todos os dias e buscar, em meio aos sofrimentos, uma resposta. E acolhendo com carinho a reposta, você estará fazendo a vontade do Pai. E Ele há de derramar sobre você o bálsamo para aliviar o seu sofrimento. Acredite nisso!
Carregue sua cruz e colha os frutos que Jesus lhe concederá. Não tema, creia somente.
texto
Contemplando a Cruz
por Antônio José Indique esse texto a um amigo...
Ao contemplarmos Cristo crucificado enxergamos “corpo e sangue” que se transformam em vida eterna.
Onde visivelmente só há morte, encontramos a fonte da vida.
É justamente na cruz que somos convidados, pelo próprio Cristo, a não contemplarmos a morte, mas a vida.
Foi na cruz que Cristo mais amou. Na cruz se deu o ápice do amor de Cristo pela humanidade.
Lá Cristo amou o bom ladrão: “Em verdade te digo; ainda hoje estarás comigo no paraíso”. Amou os seus algozes: “Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o fazem”. Amou o discípulo que caminhou até o fim com Ele, entregando-lhe aos cuidados de Nossa Senhora: “Eis aí tua mãe”. Amou a sua mãe, não lhe deixando desamparada: “Mulher, eis aí teu filho”. Amou o Pai confiando-lhe, como confiara sempre, o seu espírito: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”.
Entre esses que Cristo amou e amou até o fim, com qual você se identifica? Com o bom ladrão? Com o discípulo que o seguiu até o fim? Com os algozes? Ou com uma daquelas “santas” mulheres que estavam com Cristo aos pés da cruz?
Você consegue perceber que cada uma dessas pessoas teve um relacionamento muito peculiar com Jesus? Todos estiveram ao pé da cruz.
Alguns, os algozes, estavam por obrigação, por trabalho. Mas os outros estavam por amor à Jesus. Tinham tanto amor por Ele, que queriam ficar um pouco mais com o mestre, com o filho, com o Redentor.
Nós, por amor a Jesus, somos convidados, pelo próprio Jesus, a estarmos aos pés da cruz, todos os dias. E assim, como cada um daqueles que receberam de forma direta uma recompensa imediata, além da morada eterna, nós também só temos a ganhar se permanecermos aos pés da cruz de Cristo.
Devemos permanecer aos pés da cruz de Cristo ou devemos carregar a nossa própria cruz? São duas ações. Mas quando praticamos uma, estamos automaticamente praticando a outra. Ao permanecermos aos pés da cruz de Cristo, estamos também carregando a nossa própria cruz. E quando carregamos a nossa cruz, estamos firmes aos pés da cruz de Cristo. Mas, é evidente que, quando desistimos de permanecer aos pés da cruz de Cristo, estamos automaticamente desistindo de carregar a nossa própria cruz. E quando desistimos de carregar a nossa cruz estamos deixando de velar aos pés da cruz de Cristo.
Qual é a cruz que você estar carregando no momento?
Todos nós temos uma, ou várias para carregar. É a cruz do abandono? É a cruz do desemprego? É a cruz pela morte de um ente querido? É a cruz da traição do conjugue? Seja qual for a sua cruz, não peça a Cristo que a retire. Peça a Cristo que lhe dê força para suportá-la. Peça a Cristo que lhe dê perseverança para não desanimar na subida do Calvário. Não pergunte a Deus “porque” você tem que carregar tal cruz.
Cristo em momento algum fez tal questionamento ao Pai. Pergunte a Deus “para que” você tem que carregá-la. “Para que!” Essa é a pergunta que você deve fazer todos os dias e buscar, em meio aos sofrimentos, uma resposta. E acolhendo com carinho a reposta, você estará fazendo a vontade do Pai. E Ele há de derramar sobre você o bálsamo para aliviar o seu sofrimento. Acredite nisso!
Carregue sua cruz e colha os frutos que Jesus lhe concederá. Não tema, creia somente.
2006 - Todos os Direitos Reservados
texto
Cristo: de santo se fez pecador para nos tornar santos
por Antônio José Indique esse texto a um amigo...
Muitos amam o Cristo milagroso. Outros amam o Cristo Bom Pastor. Outros, ainda, amam o Cristo que caminha sobre as águas. Eu confesso que toda vida de Cristo é bela e me encanta. Mas, o que mais me emociona e me santifica é o Cristo que sofre a agonia no Jardim das Oliveiras: “Ele entrou em agonia e orava ainda com mais instância, e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra”. O Cristo que é flagelado: “Pilatos mandou então flagelar Jesus”. O Cristo que é coroado com espinhos: “Os soldados teceram de espinhos uma coroa e puseram sobre a cabeça de Jesus”. O Cristo que carrega a cruz ao Calvário: “Ele próprio carregava a sua cruz para fora da cidade, em direção ao lugar chamado Calvário”. E por fim, o Cristo que é crucificado e morto na cruz: “Inclinou a cabeça e rendeu o espírito”.
Talvez você possa estar se perguntando: Mas e o Cristo ressuscitado, o Cristo glorioso não lhe encanta? Sim, me encanta. E é a essência, o valor de toda a nossa fé.
Se não crermos e não nos alegrarmos com a ressurreição de Cristo, vã é nossa fé.
Sou sim encantado pelo Cristo ressuscitado. Mas quero que no primeiro momento você perceba que a Ressurreição de Cristo foi a culminância de toda a sua vida e, principalmente, da crucifixão e morte na cruz.
Foi neste itinerário que Cristo mais amou os seus e toda a humanidade, porque foi por nós que Ele sofreu tudo isso. Foi para nos dá a vida eterna, que Ele de Rei se fez pobre. De Senhor se fez escravo. De santo se fez pecador. Tomou todo o nosso jugo, toda a nossa dor e transformou em vida eterna.
No segundo momento quero que você perceba que mesmo em meio ao sofrimento, Cristo não deixou de amar. Não deixou de fazer a vontade do Pai. Ao contrario, foi quando Ele mais amou. E quantas vezes muitos se desesperam e se voltam contra Deus quando estão passando por momentos difíceis.
Já ouvi muitas vezes frases do tipo: “Mas por que isso está acontecendo comigo, que vou sempre à Igreja?!” Ou “O que Deus está fazendo comigo é uma injustiça?” Veja, se nós, que somos santos e pecadores ficamos chateados e nos achando injustiçados com alguns problemas, imagine como deveria ter se comportado Jesus Cristo durante a subida ao Calvário e durante a sua crucificação?
Pelo fato de Cristo ter amado infinitamente aqueles que estavam com Ele aos pés da cruz é que muito me encanta e vejo isso como um convite para fazermos o mesmo. Vejo como um convite à santidade.
Amar o próximo e a Deus quando estamos felizes, quando não estamos passando por tribulações e provações, é fácil, porém não tão gratificante. Mas, quando amamos o próximo e a Deus nos momentos problemáticos é difícil, porém santificante.
Você é convidado diariamente a se espelhar em Cristo. Você é convidado a estar mais próximo e apaixonado por Deus nos momentos mais difíceis.
Faça essa experiência diariamente. E veja quantas bênçãos e graças você receberá. Não tenha medo, creia somente.
2006 - Todos os Direitos Reservados
texto
s são inesperados
por Sonia da S. Santos Indique esse texto a um amigo...
Era setembro de 2006... Fui surpreendida por um telefonema em uma noite de Sábado.
Uma amiga com quem eu já não jogava tênis há 20 anos me disse que uma família amiga nossa estava passando por um grande sofrimento originado pela queda do avião da Gol.
Ela, na verdade, falou de passagem sobre o caso e disse que o marido de sua amiga estava no vôo.
Então ela me ligou com o propósito de me pedir para que eu fosse a casa deles fazer uma oração no dia seguinte, pois achava que daria bastante força à família.
Em um primeiro momento me surpreendi com o pedido...
Mas logo a seguir senti que deveria ir até lá imediatamente para orar por eles.
A sensação foi muito clara e concreta. Eu estava sendo convocada.
Segui para lá imediatamente, sem pensar, mas me colocando nas mãos de Deus para que Ele me usasse conforme Sua vontade.
Posteriormente eu perguntei mais detalhes a esta amiga que me telefonou, pois queria entender como ela havia pensado em mim, já que ela só me conhecia do tênis... Nós não nos víamos há quase 20 anos, além do fato desta família não passar nem perto das quadras de tênis...
Acrescentei também que eu não imaginava que ela soubesse que eu os conhecesse das missas de domingo.
E ela respondeu totalmente surpreendida: “Não, eu nem sabia que vocês se conheciam, nem sequer de vista. Mas, inexplicavelmente, quando eu soube da notícia corri atrás de conseguir o seu telefone com os antigos amigos”.
Há dois ou três meses atrás ela e o filho me encontraram num restaurante e eu estava de muletas. Nesta ocasião testemunhei o que havia se passado comigo e, apesar dela não parecer se interessar por grupos de oração, eu a convidei para conhecer o grupo. Ela me disse que falaria com o filho, por ele gostar muito destas coisas... Acrescentou: “Sempre faz bem, não é?”.
Chegando à casa da família, a viúva me recebeu com satisfação. Era como se a atitude dela me mostrasse que tudo estava acontecendo para confirmar o chamado que eu havia recebido.
Havia umas 18 pessoas por lá.
Logo aquela amiga em comum foi arrumando as cadeiras em círculo e lá estava um espaço para a oração... Eu não acreditava no que estava acontecendo com tanta naturalidade...
Foi a primeira vez que fui chamada para orar.
Olhei para as pessoas e todas estavam chorando muito, perdidas e cada uma parecia ter um credo diferente...
Mas a viúva e seus três filhos eram meus amigos das missas de domingo.
Eles gostavam muito de mim e me agradeciam pela forma como eu ministrava a música... Eles falavam que eu facilitava o clima de oração.
Eu os havia chamado para o grupo nas duas últimas semanas... E ele me disse: “Soninha, não dá para nós, não: somos muito discretos pra estas coisas...”
E lá estava eu na casa deles à convite do próprio Senhor, já que aquela amiga não sabia de nada, apenas foi movida pelo Espírito Santo a me ligar.
Olhei para a viúva e perguntei a ela se havia na casa alguma imagem de Maria.
Ela imediatamente me trouxe a capelinha de Nossa Senhora, um crucifixo e uma vela. A oração aconteceu...
Nenhuma música me veio... Foi totalmente inesperado para mim. Logo eu, sem inspiração alguma de música... Coisas de Deus: Não é o que queremos, mas o que Deus quer.
Ao final senti que tudo foi importante para cada um de nós.
Não dormi naquela noite... Fiquei como se estivesse cantando para eles todas as músicas que na hora não apareceram.
Na missa, no dia seguinte, eu estava um caco! Parecia que eu ia desmaiar.
Pedi ao Senhor para me restaurar.
E o Senhor o fez, como Bom Pastor que Ele é.
Saí dali e passei na casa da família que estava passando por aquela tragédia.
Eles estavam saindo para votar e ela me disse: “Você trouxe muita paz pra nós, Sonia. Eu estou bem mais forte... Dormi até hoje de manhã”, disse-me a viúva.
Percebi que a minha mãe, que naquele momento estava comigo, ficou modificada. Ela estava arrasada e sem saber como se comportar (ela os conhecia e não acreditava que aquilo estivesse acontecendo), mas através da firmeza que a viúva demonstrou minha mãe ficou profundamente tocada. A viúva e o saudoso marido eram um o melhor amigo do outro. Muito simpáticos, amorosos... Simples.
Fomos embora e eu tentei conseguir o telefone daquela amiga para ficar sabendo notícias.
Foi quando ela mesma me ligou e disse: “Fantástica a oração ontem!” e daí pra frente ela ficou falando, do modo dela que “estas coisas” nesta hora são muito importantes...
Como Deus se serve de quem Ele quer, não é, inclusive de mim...
E ela me pediu duas coisas: “Tu podes ir lá agora de novo, eu já falei com ela e ela gostaria. E pediu que eu cuidasse do “ritual de passagem” do marido”.
Ou seja, esta amiga, que nem acredita, ou acredita do jeito dela, tinha certeza que era a mim que ela deveria pedir as coisas (Deus assim a conduziu a fazer).
Liguei para a mim mãe e desta vez ela topou ir comigo.
Chegando lá o clima estava bem menos denso a amiga ficou sabendo pela viúva que eu era da mesma missa que eles e que eu cantava e tocava.
“Violão, não é?”
Não, teclado.
Lá estavam outras tantas pessoas, muitas do meu passado de tenista.
Comecei a oração e desta vez cantei muuuito...
Enfim...
Quando eu estava saindo esta amiga me pegou e disse: “Não esquece de ver o padre... Mas também se não conseguir... Tu podes até... Com a música... Bem, pensa nisso.”.
Foi tudo isso que aconteceu.
Esta amiga foi o instrumento que Deus usou para ser a Marta desta situação.
Através da amizade, da solidariedade, da eficiência em gerenciar situações difíceis, ela uniu esforços de diferentes pessoas para que tudo alcançasse a maior paz possível. Deus se fez presente através da disponibilidade total dela.
E assim Deus proveu cada etapa destes dramáticos momentos com a Sua presença e com a Sua Palavra, do início ao fim. Até a missa foi cuidadosamente preparada (de uma hora pra outra), já que de um momento para outro tivemos a notícia de que o corpo do nosso amigo acabara de ser encontrado.
E Deus colocou também o Padre certo para celebrar aquela Eucaristia para cerca de 250 pessoas. Deus seja louvado!
Saibam que cada pedacinho deste ocorrido foi muito importante para perceber como Deus está inegavelmente conosco (Emanuel).
Ele age em nós, para nós, através de nós e tudo ao mesmo tempo, tudo dinamicamente.
É para todos ao mesmo tempo. Todos estão envolvidos... Todos são parte do Plano de Amor de Deus para as nossas vidas.
Basta que os nossos corações se abram para Ele.
Se nos disponibilizamos para Deus Ele age em nós.
E Ele escolhe QUEM Ele quer... E escolhe os mais simples e muitas vezes os mais fracos para confundir a lógica humana e para que percebamos que não será por mérito nosso, mas será de tal forma que o Seu plano de Amor aconteça no meio de nós.
É uma maravilha... Uma BENÇÃO presenciar tão claramente Deus agindo no meio de nós.
Que Deus nos abençoe e nos conduza a fazer SEMPRE a Sua vontade. Amém.
Amar é a melhor forma de Perdoar
por Antônio José Indique esse texto a um amigo...
Jesus, o mestre dos mestres, nos ensina com muita humildade e propriedade a arte de perdoar. Poderia mencionar várias passagens em que Ele exerce o ato do perdão, como uma forma de nos ensinar a fazermos o mesmo.
Hoje em dia quando participamos de uma festa, percebemos um clássico gesto: a pessoa homenageada, seja aniversariante, seja noiva, etc, parte o bolo e entrega o primeiro pedaço a quem ela mais gosta, a quem ela mais ama.
Talvez tenhamos herdado este singelo gesto da tradição judaica. Os judeus tinham o seguinte hábito: o dono da casa ou alguém que estivesse ao centro da mesa para conduzir a refeição, dava o primeiro pedaço de pão à pessoa mais querida que estivesse a mesa. E se quisesse demonstrar maior carinho, maior amor, partia o pão, embebia e o entregava a pessoa desejada.
Após Jesus ter lavado os pés dos discípulos e ter anunciado que um deles ia traí-lo, os discípulos espantados perguntaram-lhe quem ia praticar tal ação. Jesus respondeu: “É aquele a quem eu der o pão embebido. Em seguida, molhou o pão e deu-o a Judas Iscariotes”. (Jo 13,26). Jesus, neste momento, amou a Judas mais do que aos outros onze discípulos que estavam a mesa com Ele.
Quantas pessoas precisam receber de nossas mãos esse pedaço de pão embebido. Embebido de perdão, de amor, de carinho e de tantos outros bens que precisamos ter para com diversas pessoas.
Não sei se estou emitindo um juízo errado, mas para mim a pessoa que nos ofende merece muito mais do que o nosso perdão. Ela precisa urgentemente do nosso amor. Essa pessoa é digna de amor. Repito; do nosso amor. Judas precisou, mais do que nunca e mais do que ninguém, do amor de Jesus naquele momento. Certamente ele nunca tivera sido amado tão intensamente como Jesus o amou naquela hora.
Por que a pessoa que nos ofende precisa de amor, do nosso amor? Porque ela não sabe o que é isso. Ela não sabe o que é amar. E nós não podemos cobrar uma coisa de uma pessoa se ela não sabe o que é, e muito menos se ela não tem para retribuir. Não podemos cobrar que ela nos ame, se ela nunca experimentou o amor. Quem sabe amar, ama em todos os momentos, e principalmente, nos momentos mais difíceis. Cristo amou Judas mais do que os outros no momento em que, humanamente, era para não amá-lo. E aqui emito outro juízo, talvez Deus permita que algumas pessoas nos ofendam para que nós, com a graça de Deus, as amemos e as ensinemos a amar.
Quem sabe amar, ama o próximo mesmo sabendo que ele está errado, que não deveria proceder daquela forma. Mesmo sabendo que ele vai lhe entregar, vai lhe difamar. Lembremos aqui do momento em que Cristo na cruz perdoou os seus algozes.
Perdoe e ame! Ame sem medidas! E não tenha medo ou vergonha de entregar o pedaço de pão embebido, no amor, à pessoa que lhe fez mal. Ame-a e ensine-a a santificante arte de amar!
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