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A vida como a conhecemos é somente aqui.
O que conhecemos é um sistema constituído e em evolução
descifrado pelas ciências.
Mas há uma espécie de permanencia infinda que nos aguarda
após a falencia orgânica, e que de fato não conhecemos.
O que sobreviverá será esta essência instalada em nos, chamada alma.
Como cuidar dessa fragilidade mutante,
que reúne em si o efêmero e o eterno?
Este é o desafio e a beleza de viver.
Descobrir como viver para o além, para a morte.
Pensar a morte não é o suficiente,
pois para destinar-se positivamente
para ela é preciso bem viver o agora.
Ela, a morte; é o futuro inevitável e sempre próximo.
Viver tão somente centralizado no agora,
impõe limites à certas evoluções que aprimoram o mundo
a nós mesmos e aos que nos cercam.
É no equilíbrio das mortes e renascimentos cotidianos
que aprendemos os caminhos que conduzem
para o bom destino final da jornada.
E também não creio na concepção final de
merecimento para este "prêmio".
Pois de uma sutil maneira este merecimento pode
demandar suicídio no espírito em pequenas ou grandes coisas.
O suficiente a se saber, sobre o "aqui" e o "lá"
está na via do amor.
Este é o parâmetro e o propósito da vida,
seja em qual for a dimensão em ela se encontre.
"O amor é perfeito.
Converge simultâneo,
em um único movimento,
o eu o outro,
e ao próprio tempo ."
Com o amor do Senhor
"Deixe seu pedido de oração em comentários,vamos orar! Deus te ama."
12:27 PM - 30/3/2011 -
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