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A vaidade é muleta...
E muleta é “mula” pequena.
Jesus...
Gênio, sábio, ser sem igual.
Adentra Jerusalém, em uma “mulinha”...
recoberto pela glória popular.
Não o fez em um cavalo imponente
para gritar sua humildade ao mundo?
Não.
Acaso o mundo já não sabia que ali
havia apenas um carpinteiro de Nazaré?
Não nos esqueçamos,
trata-se do mestre, do libertador.
Tudo nele é alimento.
Há momentos em que a vaidade é libertária.
A vaidade, repare, foi amparo caridoso
do um calvário vislumbrados adiante.
Eis o rei da paz, da paz interior....
Senhor de si e de todas as compreensões humanas.
Deu-se, como devemos, todos nós;
o direito de “refugiar-se” em suma vaidade.
Ante o proprio holocausto.
Eis um eximio conhecedor do pender
da própria “balança interior”...
Quando nos depararmos com “tolos vaidosos”
quando formos tolos e vaidosos...
Relevemos..
Vislumbremos os calvários...
Recordemos o Senhor.
Vi tudo o que se faz debaixo do sol, e eis: tudo vaidade, e vento que passa.
(Eclesiastes 1,14)
"Deixe seu pedido de oração em comentários,vamos orar! Deus te abençõe."
12:13 AM - 16/2/2011 -
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