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Cada imagem destas nos provoca uma percepção.
Uma revela a perfeição da natureza,
da própria perfeição de seu criador, Deus.
A outra, a criação do homem, necessariamente exata.
Repare que a natureza é perfeita mais não é exata.
Ela é fractal, ou seja obedece uma lógica de acaso.
Criar...
Trazer a existência...
São ações inerentes a própria condição de ser.
Deus..Deus não existe...( o que existe tem início e fim)
Deus é aquele que é!
Ser o princípio e o fim é a sua natureza.
Não somos Deus...
Fomos feitos seus filhos, sua imagem; conforme a ação do
Espírito Santo atuando em nossa vida.
Somos criaturas criadoras.
Isso nos assemelha á Deus, criar.
Tirar isso da raça humana,
seria reduzir nossa condição a animais...
E se você compreender o que diz o evangelho,
descobrirá que, o que Jesus veio fazer foi,
devolver essa “herança”.
Para isso Ele transforma, cura, ressuscita, ele tornar filho...
Acredito que perversões como a ambição, a inveja, a cobiça;
quero dizer, todo movimento em relação a um outro ser
que não se estabelece de forma apreciativa mas, sim
de forma possessiva sobre de este,
se origine de uma “inviabilidade” potencial deste sobre aquele.
Traduzindo...
Imagine comigo:
Eu não sou engenheira; não detenho o poder de construir um prédio.
Não sou senhora dessa arte...
Mas admiro agradecidamente aos que ha possuem;
pela beleza, utilidade, etc...
E se eu gostar ao ponto de querer possuir vou até adquiri-lo uma habitação.
Dessa forma a posse sana o desejo pelo objeto apreciado.
Mas a pose não sana a plenitude de quem o projetou e executou.
Esse é o ponto...
Ser o que se é pois, Deus é aquele que é...
A apreciação,a criação, e a posse estão inerentes e são características aos seres.
Se o ser não descobre seu potencial criador não conhece a sua própria plenitude em si.
E se,se ha conhece, e não a executa , não permite sua própria realização.
Vai se equivocar achando que possuindo um prédio
deterá então a plenitude conquistada pelo engenheiro e sua dignidade.
Toda a vaidade , consumismo , fútilidades dessa nossa contemporaneidade
resultam dessa falta de descobreta de si mesmo, da falta da execussão dessa centelha de criação.
E se você conhecer-se vai exercer sua finalidade.
E apartir dela; nada te faltará...
Poderá adquirir coisas que aprecia ,todas as que aprecia, mas não as poderá fazê-las.
Então será inútil viver pela ambição material..
Essa plenitude em si ainda não me torna “conhecedor” de Deus.
E sim, a vivência da disciplina que me é proposta
É da natureza criadora, disseminar-se, dividir-se, revelar-se.
Mas é da natureza divina amar...
Amar não é somente criar, amar é dar se a si mesmo ao outro.
Contudo criar é dar se também.
Jesus disse:
“Nisto serão conhecidos como meus discipulos:
se amarem se uns aos outros.” (Mt 7:20)
"Deixe seu pedido de oração em comentários,vamos orar. Deus te abençõe."
06:19 PM - 27/7/2010 -
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