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Atos Missões Urbanas: Por que talvez você será a única bíblia que alguém vai conhecer.

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O envenenangelho - 09:56 PM, 21/4/2012

O envenenangelho

 




Cansei de ser “evangélico”! Sei que está em moda dizer isto, mas não digo por causa da moda, como quem vai sendo manobrado como massa, mas sim por causa do nó na garganta mesmo, do aperto no peito e da triste constatação do imenso engano que cegou a igreja evangélica espalhada por todos os lados. Graças a Deus nunca fui “gospel”, mas ser “evangélico” não diz mais o que deveria dizer e não representa tudo o que Deus me chamou para ser Nele em amor e Graça e que está para muito além das portas das igrejas [com “i” minúsculo]. Meu lugar, e o convite que recebi, é para ser do Reino e deste privilégio não abro mão.

O que digo certamente será combatido pelos “santos”, pelos “homens de ‘deus’”, por “pastores” e “gente da visão”. Serei chamado de “perturbador da fé”, “insubordinado”, “sem fé”, “sem aliança”, “sem cobertura”, dirão que estou causando escândalo ou coisas semelhantes a estas, mas assumo o que estou dizendo com a convicção de quem não vai pular do barco naufragando, mas que tem a vontade firme na rocha de ganhar a quantos conseguir, dentro e fora do barco, com minha pregação simples, sem arranjos, sem perversão e o mais sincera/verdadeira possível.

Estou enojado e farto de Atos [feiticeiramente] Proféticos, Teo-loteria da Prosperidade, declarações esquizofrênicas de autoridade, coberturas espirituais e recados dados por um “deus” que nunca cumpre o que promete e muda de idéia e direção como quem troca de sapato. Apóstolos, pastores e bispos que subiram no pináculo do templo e se fazem mediadores entre “deus” e os homens tentando fazer-se iguais a Deus, dizendo o que seu rebanho pode ou não pode fazer, julgando o servo alheio, sob a pena de não ordenar mais a bênção de “deus” aos seus discípulos através de sua autoridade. Campanhas de promoção barata e tentativas algemadas de lotar templos com gente que vem enganada e enganando-se, tentando frustradamente, de todos os jeitos, alcançar a inalcançável oração para a qual Deus não disse “amém”, mas que o “profeta” declarou que aconteceria. É gente que lê e ouve o Evangelho, mas leva pra casa e para o coração o envenenangelho.

Há lugar firme na rocha! Mas estes loucos teimam em construir suas casas/templos na areia. Negaram a cruz, afirmando não haver nela salvação suficiente, inventando quebras humanas de maldições hereditárias e uma santidade apenas moral/sexual/farisaica, sem ética e sem caráter, sem verdade de vida no Evangelho. Não crêem que a armadura de Deus, o capacete da salvação, o escudo da fé, a couraça da justiça, o cinturão da verdade e o calçado do evangelho da paz são equipamentos dados gratuitamente a todos os que crêem, até mesmo aos mais pequeninos na fé e não somente a uma “elite sacerdotal” detentora de uma “revelação nova”.

Denuncio estes lobos enganadores, raça de víboras, envenenadores do Evangelho que, não se contentando em mudar apenas uma vírgula ou til da revelação, perverteram todo o sentido da Palavra, ensinando doutrinas perversas que nada tem a ver com o Caminho/Boa Nova anunciada em Jesus, o Filho de Deus.

Não creio, de modo algum, em um “deus” que só age ou me livra do mau/mal se eu orar/verbalizar/declarar/profetizar meu pedido. Eu creio em um Deus que ouve minhas orações, sim! Todas elas. Muito antes delas me virem aos lábios. Ele me livra de vales da sombra da morte que eu nem imagino que se levantaram contra mim e vou andando em fé.

Meu Deus não se apresenta em “shows da fé”, não faz politicagem, não dá “jeitinho”, não me abençoa só porque sou fiel, mas em Graça e amor me reconciliou com Ele, sem merecimento algum, sem justiça própria, mas justificado mediante a fé Naquele que por mim se entregou mesmo sendo eu um pecador.

Os cantores de Deus não estão nos palcos das TVs, não lotam auditórios, nem ginásios, não são performáticos, mas estão cantando e louvando a Deus dentro das prisões, no silêncio do seu quarto louvando somente a Deus. Não buscam seu próprio interesse de vender mais CDs, não são idólatras de sua própria imagem.

É triste ver tantos amigos, colegas de ministério, gente querida e de Deus, mas que estão fascinados e tentados pela possibilidade de transformar as pedras em pães, de jogar-se do pináculo do templo e venderem suas almas ao principado deste século de sucesso, holofotes e aplausos. Minha oração é para que estes se arrependam e creiam no Evangelho. Abandonem o envenenangelho pregado por interesses pessoais, medidos em números e não na verdade de Deus produzida em amor. Por favor voltem ao Evangelho!

Há um lugar de liberdade e vida pacificada, plenificada, renovada todos os dias. Sem trocas, sem barganha, sem modificar ou acrescentar nada à Palavra revelada em Jesus, nem mesmo as novas interpretações e revelações exclusivíssimas que alguns falsos mestres e falsos apóstolos dizem ter recebido. O caminho antigo ainda é o Novo e Vivo Caminho em Deus. O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo é nossa garantia irrevogável que [todas] as nossas maldições e dores foram levadas sobre Ele. Está dito! Está escrito! Quem ouvirá? Quem vai crer em nossa pregação?


O Deus que disse “arrependam-se e creiam no Evangelho” te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!

 


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Pregando em meio ao pluralismo - 11:40 AM, 13/4/2012

Pregando em meio ao pluralismo
Um sacerdote muçulmano e eu estávamos em um debate, há alguns anos atrás, descrevendo a essência de nossas duas religiões para alguns alunos de uma faculdade. O muçulmano explicou que não há nenhum deus além de Deus e que a afirmação da divindade de Cristo era uma blasfêmia. Eu expliquei que essa afirmação é justamente o centro do Cristianismo: Jesus é Deus. Então um estudante se levantou e disse: “Eu não vejo nenhuma diferença entre as duas religiões”.
Eu e sacerdote muçulmano explicamos as diferenças novamente, mas não conseguimos convencer o rapaz de que, se um de nós estava certo, então o outro estava errado. O pluralismo religioso ensinou àquele estudante a nunca afirmar que uma religião é superior à outra. Esse tipo de afirmação deve ser rapidamente classificada como intolerante e exclusivista.
Logo após a tragédia do World Trade Center, muitas pessoas de Nova York que nunca pisaram em uma igreja começaram a procurar por alguma delas que pudesse responder a sua dor e seus questionamentos. A Redeemer Prebyterian Church parecia um adesivo mata-moscas: atraía e prendia aqueles que normalmente se manteriam afastados do Cristianismo.
Mesmo que céticos e descrentes sempre tenha sido uma parte significante da congregação da Redeemer, agora quase 30% de nossos congregados são não-cristãos. Muitos deles, ainda firmados no pluralismo religiosos e têm pouca paciência com afirmações de superioridade do Cristianismo.
Manter meu ministério com pessoas de cultura pluralista requer que eu pregue de tal forma que não comprometa a verdade do evangelho, mas que não afaste aqueles que acreditam na pluralidade das religiões.
Bem especial
Eu não afirmo diretamente que “o Cristianismo é uma religião superior”, e certamente não acuso outras religiões de não o serem. Ao invés disso, tento mostrar o que faz o Cristianismo especial.
O pastor do meu pai recentemente deu um exemplo vivo disso. Minha mãe sofreu um enfarto e meu pai estava precisando de apoio. Seu pastor sentou ao seu lado por horas no hospital, ministrando não com palavras profundas, mas simplesmente por estar lá.
Da mesma forma, o Cristianismo não oferece muitas soluções práticas para o problema do sofrimento, mas oferece a promessa de um Deus que nos acompanha totalmente quando sofremos. Apenas os cristãos acreditam em um Deus que diz “estou aqui ao seu lado. Eu já passei pelo mesmo sofrimento que você. Eu sei como é isso”. Nenhuma outra religião chega perto de oferecer tal coisa.
Depois da tragédia do WTC, entre 600 e 800 novas pessoas começaram a comparecer aos cultos na Redeemer. Esse fluxo repentino de pessoas procurava respostas para a pergunta “O que Deus tem para me oferecer em uma hora como essa?”.
Eu pregava: “O Cristianismo é a única fé que te diz que Deus perdeu um filho em um ato violento de injustiça. O Cristianismo é a única religião que te diz, portanto, que Deus sofreu como você tem sofrido”.
Isso são palavras cuidadosamente escolhidas para dizer “outras religiões te dizem muitas coisas boas, sim. Mas o Cristianismo é a única que te diz isso. Se você negar isso, você desperdiça uma grande experiência espiritual”.
Alguns pluralistas se chocam com isso, pois percebem que desejam essas características do Cristianismo – um Deus que conhece a dor humana, salvação pela graça e a esperança do céu – em tempos de necessidade.
Mas, ao mesmo tempo, estamos em Nova York. Eles sabem que quando eu digo “apenas o Cristianismo te afirma isso”, eu estou dizendo que ele é maior que as outras religiões. Então armam suas defesas. Como você se atreve a dizer que sua religião é superior a alguma outra?
É por isso que, de vez em quando, eu trato diretamente de algumas fraquezas das bases do pluralismo.
Pregando todo o elefante
Uma semana ou outra, eu enfrento noções pluralistas populares, não em um sermão inteiro, mas com um ponto aqui e outro ali.
Por exemplo: pluralistas dizer que nenhuma religião pode conhecer a totalidade da verdade espiritual, logo, todas as religiões são válidas. Se por um lado é bom reconhecer nossas limitações, por outro, esse dizer é, em si mesmo, uma grande afirmação sobre a natureza da verdade espiritual. Uma analogia comum a isso é a dos cegos tentando descrever um elefante. Um deles apalpa a cauda e diz que um elefante é fino e flexível. Outro sente a pata e diz que um elefante é grosso como um tronco de árvore. Um deles toca o corpo e afirma que um elefante é como uma parede. Supostamente, isso representa como as várias religiões entendem apenas uma parte de Deus, enquanto nenhuma delas pode realmente ver o quadro totalmente. Dizer ter total conhecimento sobre Deus, dizem os pluralistas, é arrogância.
Normalmente, quando falo sobre essa ilustração, vejo muitas pessoas balançando a cabeça como se concordassem.
Então eu as faço acordar: “O único jeito de essa parábola fazer algum sentido, entretanto, é se você já viu todo o elefante. Logo, quando você diz ‘cada religião vê apenas uma parte da verdade’, você está afirmando conhecer exatamente aquilo que nenhuma delas conhece. E você está demonstrando a mesma arrogância espiritual que você acusa os cristãos de ter”.
Simplesmente ser bom é ruim
O rapaz da discussão na faculdade insistiu que não há diferença entre o Cristianismo e o Islã porque, em suas palavras, “vocês dois dizem que deveríamos apenas tentar obedecer a Deus e viver uma boa vida”.
A pregação cristã acaba normalmente dando razão para os pluralistas enxergarem dessa forma.
No livro “Natureza da Verdadeira Virtude”, Jonathan Edwards demonstra que a maioria das pessoas que buscam uma boa moral tenta atingir padrões éticos principalmente por interesse próprio, orgulho e medo. Ele chamou isso de “moralidade comum”, em contraste à “verdadeira virtude”, que nasce de uma vida transformada pelo experimentar da graça de Deus. Edwards estava falando de um coração cheio de amor e alegria, que age não por superioridade ou medo das conseqüências, mas por prazer em Deus e pela sua beleza de sua glória.
Existem certas pregações que exortam as pessoas a um comportamento moral que não é motivado pela alegria da beleza de Deus ou da graça de Cristo. Quando é esse o caso, o pluralista não enxerga distinção entre o Cristianismo e as outras religiões. Minha pregação, então, busca mostrar um tipo de transformação que nem um pluralista pode negar.
Esse pensamento mudou o conteúdo dos meus sermões. Se eu tivesse pregado sobre mentir a 10 anos atrás, talvez eu tivesse dito: “Não minta. Diga a verdade porque Jesus é verdade. E se você mentiu, Jesus vai te perdoar”. O fim desse apelo é a mudança no comportamento exterior.
Hoje, possivelmente eu pregue: “Deixe-me te dizer por que você não é uma pessoa confiável. Eu normalmente minto para evitar a desaprovação dos outros. Se eu simplesmente parar de mentir, isso não vai funcionar, porque meu desejo de ser aprovador pelos outros se sobrepõe às minhas boas intenções. Eu permito que outras pessoas, e não Jesus, determinem o meu valor. Se você quer parar de mentir, você deve descobrir o que motiva o seu pecado – como a minha tendência de buscar afirmação nas outras pessoas – e substituir pela segurança que você só encontra em Jesus”.
O objetivo não é uma mudança, é uma transformação.
A queda do império
Depois do 11 de Setembro, eu li novamente o livro “A Cidade de Deus”,  de Agostinho. A Roma dos tempos de Agostinho estava passando por algo similar ao que Nova York passou. A cidade havia sido saqueada. Ela não tinha sido destruída; tinha sido violada. Foi como se os bárbaros tivessem atacado apenas para dizer “estão vendo o que nós podemos fazer?”. Todos em Roma, mesmo os cristãos, sentiram que os bárbaros realmente podiam fazer aquilo, e que nenhum lugar era mais seguro.
O que Agostinho disse foi que as pessoas estavam confundindo Roma com a Cidade de Deus. Estavam buscando segurança no lugar errado. Se os romanos pagãos estavam correndo e se escondendo – o que fazia sentido, sendo Roma um lugar agora tão perigoso – os cristãos deveriam ser diferentes. Como cidadãos da Cidade de Deus, não havia arma ou bomba que pudesse ameaçar a casa do cristão. Para os cristãos era ilógico, e até errado, fugir de Roma quando havia tantos deveres a ser cumpridos e nenhuma ameaça real à segurança dos cristãos.
Foi então que eu preguei cinco mensagens sobre o que significa ser cristão em Nova York. Existem razões muito boas para não-crentes fugirem dessa cidade. Mas os cristãos têm todas as razões para ficar. Essa é uma diferença que qualquer um pode ver.
Tim Keller

Tim Keller

Um sacerdote muçulmano e eu estávamos em um debate, há alguns anos atrás, descrevendo a essência de nossas duas religiões para alguns alunos de uma faculdade. O muçulmano explicou que não há nenhum deus além de Deus e que a afirmação da divindade de Cristo era uma blasfêmia. Eu expliquei que essa afirmação é justamente o centro do Cristianismo: Jesus é Deus. Então um estudante se levantou e disse: “Eu não vejo nenhuma diferença entre as duas religiões”.

Eu e sacerdote muçulmano explicamos as diferenças novamente, mas não conseguimos convencer o rapaz de que, se um de nós estava certo, então o outro estava errado. O pluralismo religioso ensinou àquele estudante a nunca afirmar que uma religião é superior à outra. Esse tipo de afirmação deve ser rapidamente classificada como intolerante e exclusivista.

Logo após a tragédia do World Trade Center, muitas pessoas de Nova York que nunca pisaram em uma igreja começaram a procurar por alguma delas que pudesse responder a sua dor e seus questionamentos. A Redeemer Prebyterian Church parecia um adesivo mata-moscas: atraía e prendia aqueles que normalmente se manteriam afastados do Cristianismo.

Mesmo que céticos e descrentes sempre tenha sido uma parte significante da congregação da Redeemer, agora quase 30% de nossos congregados são não-cristãos. Muitos deles, ainda firmados no pluralismo religiosos e têm pouca paciência com afirmações de superioridade do Cristianismo.

Manter meu ministério com pessoas de cultura pluralista requer que eu pregue de tal forma que não comprometa a verdade do evangelho, mas que não afaste aqueles que acreditam na pluralidade das religiões.

Bem especial

Eu não afirmo diretamente que “o Cristianismo é uma religião superior”, e certamente não acuso outras religiões de não o serem. Ao invés disso, tento mostrar o que faz o Cristianismo especial.

O pastor do meu pai recentemente deu um exemplo vivo disso. Minha mãe sofreu um enfarto e meu pai estava precisando de apoio. Seu pastor sentou ao seu lado por horas no hospital, ministrando não com palavras profundas, mas simplesmente por estar lá.

Da mesma forma, o Cristianismo não oferece muitas soluções práticas para o problema do sofrimento, mas oferece a promessa de um Deus que nos acompanha totalmente quando sofremos. Apenas os cristãos acreditam em um Deus que diz “estou aqui ao seu lado. Eu já passei pelo mesmo sofrimento que você. Eu sei como é isso”. Nenhuma outra religião chega perto de oferecer tal coisa.

Depois da tragédia do WTC, entre 600 e 800 novas pessoas começaram a comparecer aos cultos na Redeemer. Esse fluxo repentino de pessoas procurava respostas para a pergunta “O que Deus tem para me oferecer em uma hora como essa?”.

Eu pregava: “O Cristianismo é a única fé que te diz que Deus perdeu um filho em um ato violento de injustiça. O Cristianismo é a única religião que te diz, portanto, que Deus sofreu como você tem sofrido”.

Isso são palavras cuidadosamente escolhidas para dizer “outras religiões te dizem muitas coisas boas, sim. Mas o Cristianismo é a única que te diz isso. Se você negar isso, você desperdiça uma grande experiência espiritual”.

Alguns pluralistas se chocam com isso, pois percebem que desejam essas características do Cristianismo – um Deus que conhece a dor humana, salvação pela graça e a esperança do céu – em tempos de necessidade.

Mas, ao mesmo tempo, estamos em Nova York. Eles sabem que quando eu digo “apenas o Cristianismo te afirma isso”, eu estou dizendo que ele é maior que as outras religiões. Então armam suas defesas. Como você se atreve a dizer que sua religião é superior a alguma outra?

É por isso que, de vez em quando, eu trato diretamente de algumas fraquezas das bases do pluralismo.

Pregando todo o elefante

Uma semana ou outra, eu enfrento noções pluralistas populares, não em um sermão inteiro, mas com um ponto aqui e outro ali.

Por exemplo: pluralistas dizer que nenhuma religião pode conhecer a totalidade da verdade espiritual, logo, todas as religiões são válidas. Se por um lado é bom reconhecer nossas limitações, por outro, esse dizer é, em si mesmo, uma grande afirmação sobre a natureza da verdade espiritual. Uma analogia comum a isso é a dos cegos tentando descrever um elefante. Um deles apalpa a cauda e diz que um elefante é fino e flexível. Outro sente a pata e diz que um elefante é grosso como um tronco de árvore. Um deles toca o corpo e afirma que um elefante é como uma parede. Supostamente, isso representa como as várias religiões entendem apenas uma parte de Deus, enquanto nenhuma delas pode realmente ver o quadro totalmente. Dizer ter total conhecimento sobre Deus, dizem os pluralistas, é arrogância.

Normalmente, quando falo sobre essa ilustração, vejo muitas pessoas balançando a cabeça como se concordassem.

Então eu as faço acordar: “O único jeito de essa parábola fazer algum sentido, entretanto, é se você já viu todo o elefante. Logo, quando você diz ‘cada religião vê apenas uma parte da verdade’, você está afirmando conhecer exatamente aquilo que nenhuma delas conhece. E você está demonstrando a mesma arrogância espiritual que você acusa os cristãos de ter”.

Simplesmente ser bom é ruim

O rapaz da discussão na faculdade insistiu que não há diferença entre o Cristianismo e o Islã porque, em suas palavras, “vocês dois dizem que deveríamos apenas tentar obedecer a Deus e viver uma boa vida”.

A pregação cristã acaba normalmente dando razão para os pluralistas enxergarem dessa forma.

No livro “Natureza da Verdadeira Virtude”, Jonathan Edwards demonstra que a maioria das pessoas que buscam uma boa moral tenta atingir padrões éticos principalmente por interesse próprio, orgulho e medo. Ele chamou isso de “moralidade comum”, em contraste à “verdadeira virtude”, que nasce de uma vida transformada pelo experimentar da graça de Deus. Edwards estava falando de um coração cheio de amor e alegria, que age não por superioridade ou medo das conseqüências, mas por prazer em Deus e pela sua beleza de sua glória.

Existem certas pregações que exortam as pessoas a um comportamento moral que não é motivado pela alegria da beleza de Deus ou da graça de Cristo. Quando é esse o caso, o pluralista não enxerga distinção entre o Cristianismo e as outras religiões. Minha pregação, então, busca mostrar um tipo de transformação que nem um pluralista pode negar.

Esse pensamento mudou o conteúdo dos meus sermões. Se eu tivesse pregado sobre mentir há 10 anos, talvez tivesse dito: “Não minta. Diga a verdade porque Jesus é verdade. E se você mentiu, Jesus vai te perdoar”. O fim desse apelo é a mudança no comportamento exterior.

Hoje, possivelmente eu pregue: “Deixe-me te dizer por que você não é uma pessoa confiável. Eu normalmente minto para evitar a desaprovação dos outros. Se eu simplesmente parar de mentir, isso não vai funcionar, porque meu desejo de ser aprovado pelos outros se sobrepõe às minhas boas intenções. Eu permito que outras pessoas, e não Jesus, determinem o meu valor. Se você quer parar de mentir, você deve descobrir o que motiva o seu pecado – como a minha tendência de buscar afirmação nas outras pessoas – e substituir pela segurança que você só encontra em Jesus”.

O objetivo não é uma mudança, é uma transformação.

A queda do império

Depois do 11 de Setembro, eu li novamente o livro “A Cidade de Deus”,  de Agostinho. A Roma dos tempos de Agostinho estava passando por algo similar ao que Nova York passou. A cidade havia sido saqueada. Ela não tinha sido destruída; tinha sido violada. Foi como se os bárbaros tivessem atacado apenas para dizer “estão vendo o que nós podemos fazer?”. Todos em Roma, mesmo os cristãos, sentiram que os bárbaros realmente podiam fazer aquilo, e que nenhum lugar era mais seguro.

O que Agostinho disse foi que as pessoas estavam confundindo Roma com a Cidade de Deus. Estavam buscando segurança no lugar errado. Se os romanos pagãos estavam correndo e se escondendo – o que fazia sentido, sendo Roma um lugar agora tão perigoso – os cristãos deveriam ser diferentes. Como cidadãos da Cidade de Deus, não havia arma ou bomba que pudesse ameaçar a casa do cristão. Para os cristãos era ilógico, e até errado, fugir de Roma quando havia tantos deveres a ser cumpridos e nenhuma ameaça real à segurança dos cristãos.

Foi então que eu preguei cinco mensagens sobre o que significa ser cristão em Nova York. Existem razões muito boas para não-crentes fugirem dessa cidade. Mas os cristãos têm todas as razões para ficar. Essa é uma diferença que qualquer um pode ver


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A Responsabilidade Social da Igreja - 11:03 AM, 14/3/2012

A Responsabilidade Social da Igreja

 

“Vendo Pilatos que nada conseguia, antes, pelo contrário, aumentava o tumulto, mandando vir água, lavou as mãos perante o povo, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo; fique o caso convosco” Mt 27.24

Hoje, 82% da população brasileira vive na zona urbana, tanto nas grandes cidades como nas pequenas cidades do interior. As condições de vida dos pobres, seja nas cidades grandes, seja nas pequenas, são semelhantes no que se refere à atividade econômica, alimentação etc.

Em número absoluto, a Região Metropolitana de São Paulo lidera o ranking nacional de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza: 5.967.949 de crianças, adolescentes e adultos. Desses, 815.362 estão na faixa de indigentes. Na Grande Rio de Janeiro, os menos favorecidos somam 3.132.467 de pessoas, sendo 481.027 indigentes. Já no Nordeste, a Bahia tem 1.324.365 de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza na Grande Salvador. São 257.981 moradores na faixa da indigência.

O que cristãos têm a ver com estes números, com as estatísticas alarmantes da pobreza dos centros urbanos? Por que devem os cristãos se envolver com o social?

No final das contas, existem duas atitudes que eles podem adotar com relação ao mundo. Uma é a fuga, outra é o engajamento.

“Fugir” significa voltar as costas ao mundo em rejeição, lavar as mãos das coisas do mundo, mesmo sabendo, como Pilatos , que nem assim desaparece a responsabilidade, e endurecer o coração aos agonizantes gritos de socorro.

“Engajar-se”, por outro lado, significa voltar o rosto para o mundo em compaixão, sujar as mãos, sofrer e gastar-se a serviço deste e sentir no fundo do ser o comovente e incontido amor de Deus.

Viver dentro da igreja em comunhão uns com os outros é mais conveniente do que servir em um ambiente externo apático ou mesmo hostil.

Ao invés de tentarmos fugir à nossa responsabilidade social precisamos abrir os ouvidos e escutar a voz daquele que conclama seu povo em todo tempo a sair.

Missão é a nossa resposta humana à divina comissão. É todo um estilo de vida cristão, que tanto inclui evangelismo quanto responsabilidade social, sob a convicção de que Cristo nos envia ao mundo assim como o Pai a ele o enviou.

Por que devem os cristãos se envolver com a responsabilidade social?

1º. O Senhor é Deus tanto da justiça quanto da justificação

“que faz justiça aos oprimidos; que dá pão aos famintos. O SENHOR solta os encarcerados; o SENHOR abre os olhos aos cegos; o SENHOR levanta os abatidos; o SENHOR ama os justos; o SENHOR guarda os estrangeiros; ampara o órfão e a viúva, mas transtorna o caminho dos ímpios”. Sl 146.79

2º. O Senhor nos envia como o Pai O enviou – Jo 20.21

“Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele” At 10.38

Se a missão cristã é para ser modelada pela missão de Cristo, ela certamente implicará — assim como Ele o fez — penetrarmos no mundo das pessoas. Isto significa entrar no mundo dos seus pensamentos, da sua tragédia e solidão, a fim de compartilhar Cristo com eles lá onde eles estão.

Significa disposição para renunciar a conforto e à segurança de nossa própria formação cultural, a fim de nos doarmos em serviço a indivíduos de outra cultura, de cujas necessidades quem saber jamais tenhamos conhecimento ou experiência.

3º. Não se deve separar fé de amor

Ao caminharmos pelas Escrituras, podemos ver em todos os apóstolos a mesma ênfase na necessidade de obras de amor.

Tg 2.17,18 – fé sem obras é morta.

1 Jo 3.17 – aquele que tem recursos, deve repartir com quem não tem.

Tt 2.14 – somos um povo zeloso de boas

Ef 2.10 – Fomos criados para boas obras

Gl 5.6 – a única coisa que tem valor é a fé que atua pelo amor

Portanto, temos a surpreendente seqüência de fé, amor e serviço; a verdadeira fé se expressa pelo amor, o verdadeiro amor se revela através do serviço.

Fé salvadora e amor salvador caminham lado a lado; onde quer que um deles falte faltará também o outro. Nenhum deles pode subsistir sozinho.

Que faremos diante dos desafios das nossas metrópoles? Lavaremos nossas mãos como Pilatos, tentando nos isentar da responsabilidade frente a um mundo não apenas sem salvação, mas sem pão, sem roupas, sem casa, sem esperança?

Busquemos o equilíbrio bíblico em nossas igrejas – ofereçamos ao mundo perdido o Pão vivo que desceu do céu – JESUS, sem, no entanto nos esquivarmos da ordem de Jesus a multidão faminta – “dai-lhes vos mesmos de comer” (Lc 9).

Bibliografia – Stott, J. R. W. O cristão em um sociedade não cristã.


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Os novos modelos sociais de família - 05:07 PM, 10/2/2012

"O que passar disso, é pecado"



Os cientistas sociais afirmam que a dinâmica social é um fenômeno inegável, não importando se a visão de mundo se alicerça na cosmologia rígida (estruturada) ou na cosmologia maleável (estruturante) – conforme nos lembrou Pierre Bourdieu. Sabemos que tais mudanças ocorrem sob duas dimensões: a graça comum (que advém da providência divina) ou a depravação do gênero humano (que sofre certos bloqueios pela presença do povo eleito nesta terra). As mudanças são basicamente culturais, ou seja, da leitura que se faz do mundo e o comportamento decorrente. Neste contexto, dentre todas as reconfigurações sociais (para utilizar o termo de Norbert Elias), uma se destaca aqui em nossa reflexão: a noção de família.

A família, segundo a nossa Constituição Federal é uma “...união estável entre o homem e a mulher (...) devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”1. Ou seja, trata-se de um ajuntamento primário de pessoas de sexos diferentes unidas por casamento, descendência ou adoção. Nesse aspecto, são necessários um homem e uma mulher para que haja essa categoria social, tanto em seu início como em sua continuidade.

De acordo com a Palavra de Deus, família é originalmente a manifestação da ordem providente do criador ainda no início da existência deste planeta e, conseqüentemente, da raça humana em Adão e Eva. Família também manifesta contundentemente o pacto de Deus com o seu povo eleito, e é nela que encontramos o paradigma necessário para o Reino de Deus. Como um pequeno exemplo, digo que não foi sem propósito que Paulo, ao falar das qualificações do líder na igreja, utilizou a família como o espaço da manifestação das atitudes santas e como o pólo de observação por parte dos demais membros da igreja:

“É necessário, portanto, que o bispo seja esposo de uma só mulher, e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito, pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?”2

No mesmo sentido encontramos:

“[O presbítero deve ser] alguém que seja marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados.”3

Nesse sentido podemos perceber um grande contraste das novas construções da estrutura familiar que destoam daquilo que a Palavra de Deus nos ensina. O primeiro contraste é a chamada “produção independente” onde a mulher resolve conscientemente engravidar sem nenhum compromisso com o matrimônio. Muitas famosas da mídia agem assim, engravidam e colocam filhos no mundo sem o vínculo estreito com a paternidade. Mas não são apenas as famosas que agem assim. Basta ver como o número de mães solteiras tem aumentado significativamente no Brasil. Desde o final da década de 60 até hoje, o número de mulheres nessa condição já chegou aos cinco milhões, isso sem contar com os casos de viuvez ou gravidez fruto de violência sexual. Embora haja exceções, a maioria desses casos é fruto de uma vida onde o sexo é praticado fora do casamento formal.

O segundo contraste com o modelo das Escrituras inclui a união marital entre pessoas do mesmo sexo, prática conhecida como “homoafetividade”. Chamo esta união como uma nova configuração familiar porque recentemente o Supremo Tribunal Federal, por unanimidade, a reconheceu como tal. Aliás, creio que futuramente também ocorrerá a mudança em nossa Constituição em seu capítulo VII, §3º por estarem hoje (a decisão do STF e a própria Constituição) em desarmonia. Este reconhecimento inclui a possibilidade da criação de filhos vindos, em sua maioria, pela adoção.

O terceiro contraste (e este é o mais antigo de todos) é o divórcio. Muitas famílias hoje são formadas apenas por um dos cônjuges somado ao padrasto ou madrasta e enteados, grupo que vive numa junção muitas vezes traumática e lacerante pelo motivo aqui exposto. A separação conjugal existe por causa da dureza do coração humano que insiste em agir com base no egoísmo e no orgulho contra a perfeita Lei de Deus. É bom saber que esta separação não é solução, mas destruição cabal de um relacionamento adoentado. Hoje em dia o descompromisso matrimonial encontra no divórcio o legado para uma vida desleal e irresponsável. Claro que há casos em que um dos cônjuges pode ser considerado como a parte ofendida ou até vítima da deslealdade do outro, mas aqui trato o divórcio como uma prática em si que ocorre por causa da falta de perdão ou por causa da infidelidade ou por causa do egoísmo. Em outras palavras, trato o seu significado diante da definição de família encontrada nas escrituras

O quarto contraste contra o modelo de família encontrado no Evangelho é a poligamia ou apoliandria (tão antigos quanto o divórcio). São famílias apócrifas que vivem, na maioria dos casos, na clandestinidade como fruto ine

quívoco do adultério. São os filhos que não podem conviver livremente com o pai ou a mãe devido à situação diante da outra família vista como “oficial”. Esta situação traz a resignação como elemento “pacificador” do coração, todavia o que realmente impera no coração é a frustração amarga e a auto-estima rebaixada. Ainda assim, há pessoas que acreditam nesse tipo de modelo familiar e agem apenas para o prazer pessoal e auto-afirmação como pessoa ou gênero.

Não é difícil perceber que estas novas invenções sociais da família são uma constante em nosso país. Também não é difícil constatar que todas elas, sem exceção alguma, são fruto do pecado de acordo com a Lei bendita de nosso Deus. Lembremos que a fornicação, o homossexualismo, o divórcio e a poligamia são inequivocamente contrários à santidade requerida pelo Santíssimo Senhor de todas as coisas. Por exclusão lógica, o modelo de Deus para a família se nos é apresentado como tendo início no casamento entre um homem e uma mulher que devem viver juntos até que a morte os separe. Sua continuidade ocorre nos filhos (naturais ou adotivos). Claro que esta família pode também conter os avós, os irmãos, os tios, os primos etc. Todavia, o fulcro centralizador sempre será a união entre um homem e uma mulher unidos até a morte. O que passar disso, é pecado.

Sola Scriptura.

(1) Constituição Federal, Capítulo VII, § 3º. (2) 1 Timóteo 3: 2, 4, 5. (3) Tito 1: 6.


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Os Três Pecados da Liderança - 04:13 PM, 30/11/2011

“Ai deles! Porque prosseguiram pelo caminho de Caim, e, movidos de ganância, se precipitaram no erro de Balaão, e pereceram na revolta de Corá” (Judas 11).

Estamos assistindo a um festival de pecado perpetrado por pessoas que se consideram líderes da igreja brasileira. Eu estava refletindo sobre os pecados dos líderes da igreja –  pecados a que todos estamos sujeitos – e que nesses dias têm sido destaque da imprensa brasileira. Enquanto me exercitava, caminhando pelo bairro, deixei escapar um clamor a Deus, suplicando que me ajude a não cair em tentação; pois foi ele que nos ensinou a orar assim, e que me livre do Maligno.

O primeiro pecado é cometido intencionalmente. O pecado proposital. Este é o caso de Caim: ele pecou propositalmente. Deus o advertiu de antemão de que devia se desviar do mal e não cometer nenhum desatino. Esta a razão de sua oferta ser rejeitada e a de Abel aceita. Deus lhe disse: “Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo”. Nestas palavras de Deus a Caim encontramos a razão de sua oferta não haver sido aceita. Ele já planejava assassinar seu irmão.

Quando um obreiro alimenta desejos pecaminosos, cedo ou tarde cairá. O pecado não surge de repente – um momento de deslize – bem ao contrário, ele é alimentado todos os dias em seu coração, em seus pensamentos. Quando surge a oportunidade, lá está o homem de Deus pecando. Assemelha-se aquele comercial antigo: provoque a sede até não poder mais: depois é só beber. Os grandes pregadores televisivos dos Estados Unidos caíram desta maneira, e alguns dos famosos pregadores que circulam por mega-eventos denominacionais aqui do Brasil são suspeitos de adultério e prostituição. É o pecado de Caim.

O segundo pecado é o da rebelião, muito bem exemplificado na figura de Corá, que liderou duzentos e cinqüenta líderes de Israel num motim contra Moisés. Ele alegou que Moisés não era o único que ouvia de Deus; que Deus também os usava poderosamente no ministério. E Moisés não podia ser líder sozinho; o povo os reconhecia também como líderes espirituais. A impressão que se tem é que, quanto mais espiritual o líder, mais rebelde se torna; sim, porque a rebelião verdadeira costuma se esconder sob a capa da espiritualidade; sob o argumento de que também Deus fala com a pessoa; de que o povo os têm como líderes, etc.

E a rebelião é um princípio de Satanás. Muitas novas congregações ou igrejas têm surgido sob o princípio do diabo, com a alegação de que Deus está no controle de tudo. Afinal, dizem, somos homens (ou mulheres) de Deus e temos um compromisso com a verdade. Alegação justa, se não estivesse debaixo da cobertura da rebelião. Este o pecado de Corá.

O terceiro pecado que costuma afetar os líderes da igreja é o de Balaão. “Movidos de ganância”, diz Judas, esses líderes usam a espiritualidade, os dons de Deus, os dons espirituais, a capacidade de liderança para auferir ou obter lucros pessoais; para enriquecimento ilícito. À guisa de recolher dinheiro para se fazer a obra de Deus, usa-se dos recursos financeiros para enriquecimento pessoal. Temos que admitir: quando uma pessoa é usada poderosamente com os dons de Deus ela tende a ser famosa. E não existe nada de errado em ficar famoso; o problema é quando a fama não é bem administrada, e o obreiro passa a cobrar valores enormes para ministrar nas igrejas, a ponto de desprezar as igrejinhas menores que não podem arcar com as despesas do obreiro famoso.

Quase sempre, os famosos pregadores que conseguem se proteger do pecado de Caim, e não incorrem no pecado de Corá, acabam por cair no de Balaão, porque este pecado é muito sutil. Assim, os pregadores famosos do Brasil estão cobrando preços exorbitantes para ministrar em algum lugar, e quando não são convidados (porque o cachê é alto), arrumam uma maneira deles próprios fazerem suas conferências nas cidades, recolhendo ofertas, levando seu material (livros, fitas, vídeos, toda a livraria ambulante), dilapidando o povo com suas promoções e ofertas especiais. Promovendo-se por trás de jogadores de futebol famosos e de políticos. Com que argumentação? Argumentando que Deus os coloca entre os príncipes e reis para proclamar o reino de Deus! Mas acabam proclamando seu próprio reino!

O pecado de Balaão é sutil; porque o pregador Balaão continua fluindo nos dons de Deus – não foi assim que aconteceu com o verdadeiro Balaão? Ele só falou coisas divinas, corretas; falou diretamente do coração de Deus, mas levou a grana de Balaque, porque soube apontar ao rei o caminho que traria maldição sobre o povo de Deus.

É assim que os Balaões continuam ministrando: eles têm dons especiais; têm oratória, contam histórias, sabem trabalhar com a emoção das pessoas, e  conseguem se enriquecer rapidamente. Se o Ministério Público investigar, mais gente será processada e indo parar no xilindró.

Não sei se lamento pelo que aconteceu ao Estevan Hernandes e sua mulher, a bispa Sônia que já apareceu na revista Caras e aparece num CD com um casaco de pele de Marta. Até o momento, confesso, não consegui orar pela libertação deles; não que minha intercessão vá libertá-los da cadeia, ou de que eu seja tão importante diante de Deus que interfira a favor deles; mas gente, Deus tem que fazer uma limpeza na sua igreja. Eles – como tantos outros –  enriqueceram rapidamente e usam o ministério para ganhar dinheiro. Só faço uma oração: Que se arrependam de seus pecados. Que reconheçam seus erros. Que se humilhem diante de Deus, e que devolvam tudo para os pobres!

Faz pouco tempo que escrevi num artigo que quando Jesus terminasse de aprontar seu azorrague ia ser aquela correria! E que ponham a barba de molho os pregadores que estão todos os dias na televisão; que levantam ofertas pela tevê; que amealham recursos para comprar prédios – como se Deus deles precisasse. Até imagino qual deles será a “bola da vez”.

Esta pregação de que somos prósperos e ricos em Cristo é muito sutil. E, perdoem-me os amigos pregadores – eu também viajo por todo o país pregando o evangelho e promovendo avivamento – a prosperidade é só do lado de quem a prega. Existe uma prosperidade natural que vem pela prática do evangelho, mas ela não é repentina; ela vem com o progresso do evangelho e se reflete na prosperidade da nação. Se a nação melhora, todos melhoramos. Muitos dos novos cristãos grandemente aquinhoados com riqueza laboraram duramente para alcançar o status social que ostentam. Diferentemente de certos pregadores…

Mas, a maioria dos pregadores pode até se aposentar, porque enriqueceram rapidamente negociando com sabedoria e inteligência os dons que Deus lhes deu. Mas, não foi o que aconteceu com Balaão: ele morreu pelas mãos de Josué anos depois. Os que escaparem dos Josués modernos (O Ministério Público que caça os corruptos), irão cair debaixo do azorrague de Jesus. E não haverá escape: nesta hora de nada adianta levantar um clamor e gritar: “Espada do Senhor…”. A espada é do Senhor contra os que procedem erroneamente.

E o azorrague está pronto.

                                                  by Pr. João de Souza


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Covardia - 03:55 PM, 30/11/2011

Letra: Léa Mendonça

Um dos meus leitores me sugeriu ler a letra de Léa Mendonça. Copiei-a do site do Terra. Achei estranho o tipo de abordagem porque a autora se sobrepõe até a Deus quando afirma:

“No teu nome eu curei
No teu nome vidas restaurei
No teu nome muitos filhos
Como o pródigo arrependido
Devolvi as suas mãos
Transformei noites sombrias
Em alegres e doces manhãs
Em teu nome transportei
Das trevas pro teu reino multidões

Quem estava em guerra era eu.”

Não é Deus nem Jesus cantando.

Até aqui, imaginei que se tratava do próprio Jesus cantando, o que não é errado, já que o livro de Hebreus afirma que Jesus entoa louvores a Deus no meio da congregação ou da igreja (Hb 2.12). Existem muitos cânticos com teor profético em que Deus mesmo canta pro seu povo, como o cântico “Sou eu aquele o grande eu sou e onde estás também estou; não disse eu há muito já, pedi, pedi receberás; pedi com fé e com fervor e vos darei o Consolador” (H.C. 84). O cântico todo é Deus falando. Mas ao chegar nas frases seguintes do cântico percebe-se que não é Jesus quem profeticamente canta, mas a autora. Sim, ela mesma é a guerreira que sem Deus guerreia. Por que afirmo que ela guerreia sem Deus? Pelas duas últimas frases do cântico: “Agora quem vai fundo nessa guerra fria; pra acabar de vez com essa covardia é Deus.” É isso que dá entrar na batalha sem Deus, e só apelar pra ele quando se é derrotado!

Mas, ela mesma afirma que “quem estava em guerra era eu!” Pois é Léa Mendonça é isso que dá fazer guerra contra o diabo por conta própria. Felizmente no fim do seu cântico você se confessa derrotada e entrega suas guerras a Deus.

“Saqueando o inferno com o meu louvor a deus
Enquanto eu adorava o inimigo covardemente
Acertou um dos meus; Mas eu não me dei por vencido
Não pensei em pedir trégua nem paz
Não baixei a minha guarda, estava decidido
Levantar bandeira branca, jamais
Não me rendo, não me entrego
Não me quebro, não desisto
Continuo a serviço do rei
Não é chorando pelos cantos
Mas é de cabeça erguida
Que aguardo a providência de deus
Ai daquele que tocar nos bens de um ungido
Melhor seria ele não ter nascido
Agora quem vai fundo nessa guerra fria
Pra acabar de vez com essa covardia é Deus.

Pelo menos a autora da letra confessa que ao agir como guerreira sozinha foi derrotada sofrendo revezes do diabo. Agora, finalmente deixa que Deus lute suas guerras.

Por que as pessoas fazem letras assim?

1. Porque este é um estilo de melodia e letra que os cantores pentecostais – especialmente as cantoras – entoam. É aquela música acelerada em que as letras nem cabem no compasso, mas que emocionam as pessoas no culto a Deus. Emoção que vem mais pelo ritmo e letra do que pela mensagem bíblica.

2. Por desconhecer o que é batalha espiritual na Bíblia. Autores assim se põem a escrever letras que sejam populares sem se importarem se estão biblicamente corretas ou não.

3. Porque escrevem letras para agradar as pessoas e não para se manterem fieis ao que afirma as Escrituras.

Algumas dessas cantoras cantam com raiva, como se a raiva fosse sinônimo de garra. A garra está em se lutar, e não em se cantar como se estivesse agredindo o diabo, o povo e a Deus. Até o povo se sente agredido ao som da música e das letras que tais cantoras entoam.

Gostaria que a autora desta letra me escrevesse e eu lhe falaria abertamente o que aqui estou escrevendo.

 

                                                                                                    Posted by Pr. João de Souza


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"O APELO" - 11:22 AM, 19/10/2011

Geralmente me perguntam por que não fazemos “apelos” em nossos cultos. Assim como as pessoas que fazem essas perguntas, quase todas as igrejas na minha experiência pessoal  praticaram “apelos” na conclusão do sermão ou do culto. Eu as tenho visto fazer isso de uma forma muito pobre, e vi alguns pastores serem realmente claros a respeito do evangelho, arrependimento, fé, e do fato de que “ir à frente” não salva. A minha própria conversão aconteceu com a pregação de Êxodo 32, a qual terminou com um apelo.

Então, por que não praticamos “apelos”? Não acho que o pastor que faz um “convite” ao final está em pecado, mas talvez ele também não esteja sendo sábio. Esta lista de razões, elaborada pelo Pastor Ryan Kelly da Desert Springs Church (n.t.: Igreja Fontes no Deserto), é um resumo muito bom do meu pensamento.

  1. O apelo está simples e completamente ausente das páginas do Novo Testamento.

  2. O apelo é historicamente inexistente até o século 19 e o seu uso naquele tempo (via Charles Finney) foi baseado diretamente em uma má teologia e em uma metodologia antropocêntrica e manipulativa.

  3. O apelo facilmente confunde o ato físico de “ir à frente” com o ato espiritual de “ir a Cristo”. Esses dois atos podem ocorrer simultaneamente, mas muitas vezes as pessoas acreditam que ir a Cristo é ir à frente (ou vice-versa).

  4. O apelo pode facilmente iludir as pessoas sobre a realidade do seu estado espiritual e  sobre a base bíblica para segurança. A Bíblia nunca nos ofereceu segurança baseada no fato de termos “ido à frente”.

  5. O apelo parcialmente toma o lugar do batismo como pública profissão de fé.

  6. O apelo pode nos induzir ao erro de pensar que a salvação (ou qualquer resposta oficial à Palavra de Deus) acontece principalmente nos domingos, somente no final do culto e somente “lá na frente”.

  7. O apelo pode confundir as pessoas em relação a “coisas sagradas” e “lugares sagrados”, como também o nome apelo [no inglês, "altar call" =  “chamado ao altar” - N.T.] implica.

  8. O apelo não é sensível para com a nossa era relacional e cautelosa onde muitas pessoas chegam à fé após um período de tempo e muitas vezes com a interação de um bom amigo.

  9. O apelo é muitas vezes visto como “a parte mais importante do culto”, e isso tira a ênfase das partes verdadeiramente mais importantes do culto público que Deus prescreveu (pregação, oração, comunhão, cânticos).

  10. Deus é glorificado ao abençoar poderosamente as coisas que Ele prescreveu (pregação, oração, comunhão, cânticos) e não pelas coisas que nós inventamos. Devemos sempre desconfiar da inclusão de coisas novas às ordens de Deus para a Sua adoração.

Os números 1, 2, 3, 4, 5 e 10 da lista de Ryan são as razões mais convincentes na minha opinião. Essas devem ser objeções muito sérias para qualquer um que leva a sério a ideia de que a nossa vida cristã e nossas reuniões devem se conformar ao que o Novo Testamento ordena, modela, e proibe. Talvez eu deva acrescentar o 11º: o “apelo” ensina a congregação a avaliar o “sucesso” ou a “eficácia”  do ministério em resultados e ações exteriores e visíveis.

Além disso, a necessidade de ser pastoralmente cuidadoso e sensível com as almas dos homens que precisam se arrepender e crer não poderia ser mais urgente. Então qualquer coisa que obscurece a realidade do trabalho de Deus o Espírito Santo na conversão, ou que obscurece a necessidade de arrependimento e fé, deve ser considerado – na melhor das hipóteses – uma prática com potencial para prejudicar todo o trabalho em que estamos dando as nossas vidas.

As pessoas “respondem” à palavra de Deus nos nossos cultos? Sim. E damos a elas várias formas para que possam continuar no que ouviram, desde conversar com um presbítero ou um amigo cristão depois do culto, até marcar uma reunião durante a semana, ou nos deixar saber que gostariam de receber uma visita, e assim por diante. Uma coisa que aprecio na nossa abordagem é que nos permite encontrar, ouvir, perguntar, encorajar, ensinar e orar de uma forma muito mais cuidadosa. Pela graça de Deus estamos vendo pessoas se converterem e professarem a fé delas e serem batizadas conforme o Espírito Santo abre seus corações. Não somos perfeitos, de forma alguma. Mas eu espero que estejamos sendo fiéis aos mandamentos, exemplos e restrições das Escrituras.

O que você acha da lista de Kelly? Você é “a favor” ou “contra” e por quê? Você acrescentaria algo ou contestaria algo da lista?

Traduzido por Pedro Vilela | iPródigo | Original aqui.


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A Igreja está cheia de hipócritas? - 02:17 PM, 8/10/2011

por R.C. SproulHá 30 anos, meu colega e amigo íntimo Archie Parrish, que naquela época liderava o programa de Evangelismo Explosivo (EE) em Fort Lauderdale, veio até mim com um pedido. Ele percebeu que, nas centenas de visitas evangelísticas feitas pelas equipes do EE, havia um registro das respostas que as pessoas davam nas discussões sobre o Evangelho. Eles coletaram as questões e o

 

por R.C. Sproul

bjeções mais frequentes que as pessoas levantavam sobre a fé cristã, e agrupou essas perguntas ou questionamentos nas 10 mais frequentemente feitas. Dr. Parrish perguntou se eu poderia escrever um livro respondendo a essas objeções, para ser usado em sua missão. Esse esforço resultou no meu livro Objections Answered, agora entitulado Reason to Believe. Entre as 10 objeções mais levantadas estava a objeção de que a igreja está cheia de hipócritas. Naquela época, o Dr. D. James Kennedy a respondeu dizendo: “Bem, sempre há lugar pra mais um”. Ele alertou as pessoas que, caso encontrassem uma igreja perfeita, elas não deveriam congregá-la, pois  isso a estragaria.

O termo hipócrita vem do mundo do teatro grego. Era usado para descrever as máscaras que os atores usavam ao dramatizar certos papéis. Ainda hoje, o teatro é simbolizado pelas máscaras gêmeas da comédia e da tragédia. Na antiguidade, certos atores atuavam em mais de um papel, e eles identificavam seu personagem ao segurar uma máscara em frente ao rosto. Essa é a origem do conceito de hipocrisia.

Mas a acusação de que a igreja está cheia de hipócritas é claramente falsa. Embora nenhum cristão alcance a medida perfeita da santificação nesta vida, e que nós todos lutemos com o pecado constantemente, isto não justifica o veredito de hipocrisia. Um hipócrita é alguém que faz coisas que ele afirma não fazer. Observadores externos da igreja cristã veem pessoas que professam ser cristãs e veem que elas pecam. Uma vez que veem o pecado na vida dos cristãos, se apressam em julgar que, portanto, esses cristãos são hipócritas. Se uma pessoa diz não ter pecado e então se mostra pecadora, certamente essa pessoa é hipócrita. Mas o simples fato de um cristão demonstrar que é pecador não o condena como hipócrita.

 

Devemos abandonar as máscaras

Devemos abandonar as máscaras

Essa lógica invertida funciona mais ou menos assim: Todos os hipócritas são pecadores. João é um pecador; portanto, João é um hipócrita. Qualquer pessoa que conheça as leis da lógica sabe que esse silogismo não é válido. Mas se simplesmente mudarmos a acusação de “a igreja está cheia de hipócritas” para “a igreja está cheia de pecadores”, aí seríamos rápidos em nos declarar culpados. A igreja é a única instituição que eu conheço que exige o reconhecimento de ser pecador para alguém tornar-se membro. A igreja está cheia de pecadores porque a igreja é o lugar onde pecadores que confessam seus pecados encontram redenção de seus pecados. Então, neste sentido, simplesmente porque a igreja está cheia de pecadores não se justifica a conclusão de que ela está cheia de hipócritas. Novamente: toda hipocrisia é pecado, mas nem todo pecado é o pecado da hipocrisia.

Quando observamos o problema da hipocrisia na época do Novo Testamento, vemos mais claramente expresso nas vidas daqueles que clamavam ser mais justos. Os fariseus eram um grupo de pessoas que, por definição, se enxergavam como separados da pecaminosidade normal das massas. Eles começaram bem, procurando uma vida de piedade e submissão devotadas à Lei do Senhor. Entretanto, quando seu comportamento falhou em alcançar seus ideais, eles começaram a abraçar o fingimento. Eles fingiam que eram mais justos do que eles eram. Usavam uma fachada externa de justiça, o que servia simplesmente para mascarar a corrupção radical de suas vidas.

Embora a igreja não esteja cheia de hipócritas, não há dúvidas de que a hipocrisia é um pecado que não está limitado ou restrito aos fariseus do Novo Testamento. É um pecado que os cristãos devem combater. Um alto padrão de comportamento reto e espiritual foi proposto para a igreja. Nós frequentemente somos envergonhados por nossas falhas em alcançar esses objetivos altos, e somos inclinados a fingir que alcançamos um ponto mais alto de justiça do que realmente conseguimos. Quando fazemos isso, colocamos a máscara de hipócrita e estamos debaixo do julgamento de Deus sobre esse pecado em particular. Quando nos encontramos enrascados neste tipo de fingimento, um alarme deve tocar em nossas mentes, a fim de que corramos de volta para a cruz e para Cristo, e entendamos onde nossa verdadeira justiça reside. Devemos encontrar em Cristo não uma máscara que esconde nossa face, mas um verdadeiro guarda-roupas, que são a Sua justiça. De fato, é somente debaixo da veste que é a justiça de Cristo, recebida pela fé, que qualquer um de nós pode ter esperança de permanecer diante de um Deus santo. Vestir pela fé os trajes de Cristo não é um ato de hipocrisia. É um ato de redenção.

Traduzido por Josaías Jr


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palestras do Piper - 05:15 PM, 3/10/2011

  NÃO PERCAM

Espero que nesta altura do campeonato você já sabia que semana que vem terá a Conferência Fiel 2012: Evangelização & Missões. A Editora Fiel estará transmitindo todas as palestras ao vivo online (dias 3 a 7) e transmitirá também as palestras do Piper na Mackenzie/SP (dias 7 e 8) e no Juntos em Cristo/RJ (dia 9) [veja mais aqui].

www.editorafiel.com.br/aovivo

A programação completa pode ser vista abaixo. Então, programe-se.

 


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"EU CONFESSO...." - 10:43 PM, 30/8/2011

         PERDOEM-ME O DESGOSTO! .. ESTÁ INSUPORTÁVEL!

    PERDOEM-ME IRMÃOS... EU CONFESSO A TÃO AGUARDADA CONFISSÃO DE MINHA BOCA. SIM, EU CONFESSO QUE NÃO POSSO MAIS DEIXAR DE DECLARAR A MINHA ALMA. PARA MIM É QUESTÃO DE VIDA OU MORTE. PERDÕE-ME IRMÃOS, MAS É PRECISO CONFESSAR.

SIM! EU CONFESSO...

ESTÁ INSUPORTÁVEL. SE EU NÃO ABRIR A MINHA BOCA, MINHA ALMA EXPLODIRÁ EM MIM.
É INSUPORTÁVEL LIGAR A TELEVISÃO E VER O CULTO QUE SE FAZ AO MONTE SINAI, QUE GERA PARA A ESCRAVIDÃO. OS GÁLATAS SÃO O NOSSO JARDIM DE INFÂNCIA. NÓS NOS TORNAMOS PHDs DO RETROCESSO À LEI E OS SACRIFÍCIOS. PISA-SE SOBRE A CRUZ DE CRISTO EM NOME DE JESUS.

INSUPORTÁVEL! SEJA ANÁTEMA!

É INSUPORTÁVEL VER O CULTO À FÉ NA FÉ E TAMBÉM ASSISTIR DESCARADOS CONVITES FEITOS EM NOME DE DEUS PARA QUE SE FAÇAM NOVOS SACRIFÍCIOS, VISTO QUE O DE JESUS NÃO FOI O SUFICIENTE, E DEUS SÓ ATENDE QUEM FIZER VOTO DE FREQUÊNCIA AO TEMPLO, E DE DINHEIRO AOS SACERDOTES DO ENGANO E DA GANÂNCIA. INSUPORTÁVEL!

É INSUPORTÁVEL ASSISTIR AO SILÊNCIO DE TODOS OS DANTES PROTESTANTES E QUE ATÉ HOJE OFENDEM OS CULTOS AFRO-AMERÍNDIOS POR SEUS SACRIFÍCIOS, SENDO QUE ESTES AINDA TÊM RAZÃO PARA SACRIFICAR, VISTO QUE NÃO CONFESSAM E NÃO ORAM EM NOME DE JESUS ANTE O ESTELIONATO FEITO EM E DO NOME DE JESUS, QUANDO SE CONVIDA O POVO PARA SACRIFICAR A DEUS, TORNANDO O SACRIFÍCIO DE JESUS ALGO MENOR E DISPENSÁVEL. INSUPORTÁVEL!

É INSUPORTÁVEL VER O POVO SENDO LEVADO PARA DEBAIXO DO JUGO DA LEI QUANDO SE RESSUSCITAM AS MALDIÇÕES TODAS DO VELHO TESTAMENTO E QUE MORRERAM NA CRUZ, QUANDO JESUS SE FEZ MALDIÇÃO EM NOSSO LUGAR. INSUPORTÁVEL!

É INSUPORTÁVEL VER QUE PARA A MAIORIA DOS CRISTÃOS A LEI NÃO MORREU EM CRISTO, CONFORME A PALAVRA, VISTO QUE MANTÊM-NA VIGENTE COMO “MANDAMENTO DE VIDA”, MAS QUE APENAS EXISTE PARA GERAR CULPA E MORTE, TAMBÉM CONFORME A ESCRITURA. INSUPORTÁVEL!

É INSUPORTÁVEL VER E OUVIR PASTORES TRATANDO A GRAÇA DE DEUS COMO SE FOSSE UMA PARTE DA REVELAÇÃO, COMO MAIS UMA DOUTRINA, SEM DISCERNIR QUE NÃO HÁ NADA, MUITO MENOS QUALQUER REVELAÇÃO, SE NÃO HOUVER SEMPRE, ANTES, DURANTE, DEPOIS, TRANSCENDENTEMENTE E IMANENTEMENTE, GRAÇA E APENAS GRAÇA. MISERICÓRDIA!

É INSUPORTÁVEL VER A BÍBLIA SENDO ENSINADA POR CEGOS E QUE GUIAM OUTROS CEGOS, VISTO QUE NEM MESMO PASSARAM A BÍBLIA COMO LIVRO SANTO, DESCONHECENDO A REVELAÇÃO DA PALAVRA DA GRAÇA DO EVANGELHO DE DEUS. INSUPORTÁVEL TRISTEZA!

É INSUPORTÁVEL VER QUE OS CRISTÃOS “ACREDITAM EM DEUS”, SEM SABER QUE NADA FAZEM MAIS QUE OS DEMÔNIOS QUANDO ASSIM PROFESSAM, POSTO QUE NÃO ESTAMOS NESTA VIDA PARA RECONHECER QUE DEUS EXISTE, MAS PARA AMÁ-LO E CONHECÊ-LO. INSUPORTÁVEL DESPERDÍCIO!

É INSUPORTÁVEL ENXERGAR QUE A MENSAGEM DO EVANGELHO FOI TRANSFORMADA EM GUIA RELIGIOSO NO MANUAL DA VERDADE DOS CRISTÃOS, MAIS UMA DOUTRINA DA TERRA. INSUPORTÁVEL HUMILHAÇÃO!

É INSUPORTÁVEL VER OS QUE PENSAM QUE POSSUEM A DOUTRINA CERTA JAMAIS TEREM A CORAGEM DE TENTAR VIVÊ-LA COMO MERGULHO EXISTENCIAL DE PLENA CONFIANÇA, MAS TÃO SOMENTE COMO GUIA DE BONS COSTUMES E DE ELEVADOS PADRÕES MORAIS. INSUPORTÁVEL RELIGIOSIDADE!

É INSUPORTÁVEL VER GENTE TENTANDO ESTUDAR DEUS E ENSINAR AOS OUTROS A “ANATOMIA DO DIVINO”, OU A BUSCAR ANALISAR DEUS COMO PARTE DE UM PROCESSO, NO QUAL DEUS ESTÁ APRENDENDO JUNTO CONOSCO, NÃO SABENDO TAIS MESTRES QUE SÃO APENAS FABRICANTES DE ÍDOLOS PSICOLÓGICOS.INSUPORTÁVEL SUTILEZA!

É INSUPORTÁVEL VER QUE HÁ MUITOS QUE SABEM, MAS QUE NADA DIZEM; VÊEM, MAS NADA DEMONSTRAM; DISCERNEM, MAS EM NADA CONFRONTAM; CONHECEM, MAS TRATAM COMO SE NADA TIVESSE CONSEQUÊNCIAS... INSUPORTÁVEL!

É INSUPORTÁVEL VER QUE SE PREGA O MÉTODO DE CRESCIMENTO DE IGREJA, NÃO A PALAVRA; QUE SE CONVIDA PARA A IGREJA, NÃO MAIS PARA JESUS; E QUE CADA CINCO ANOS TODA A MODA DA IGREJA MUDA, CONFORME O QUE CHAMAM DE “NOVO MOVER”. INSUPORTÁVEL VAZIO!

É INSUPORTÁVEL VER PASTORES DIZENDO QUE O QUE VOCÊ DIZ É VERDADE, MAS QUE ELES NÃO TÊM CORAGEM DE BOTAR A CARA PARA APANHAR, MESMO QUE SEJA PELA VERDADE E PELA JUSTIÇA DO EVANGELHO DO REINO DE DEUS. INSUPORTÁVEL DISSIMULAÇÃO!

É INSUPORTÁVEL VER UM MONTE DE HOMENS E MULHERES VELHOS E ADULTOS BRINCANDO COM O NOME DE DEUS, POSANDO DE PASTORES, PASTORAS, BISPOS, BISPAS, APÓSTOLOS E APÓSTOLAS, SENDO QUE ELES MESMOS NÃO SE ENXERGAM E NÃO PERCEBEM O ESPETÁCULO PATÉTICO NO QUAL SE TORNARAM, E O RIDÍCULO DE SUAS ASPIRAÇÕES MESSIÂNICAS ESTEREOTIPADAS E VAZIAS DO ESPÍRITO. INSUPORTÁVEL JACTÂNCIA E LOUCURA!

É INSUPORTÁVEL VER JESUS SENDO TRATADO COMO “PODER MAIOR” E NÃO COMO ÚNICO PODER VERDADEIRO. INSUPORTÁVEL IDOLATRIA!

É INSUPORTÁVEL VER O DIABO SER GLORIFICADO PELA FREQUÊNCIA COM A QUAL SE MENCIONA O SEU NOME NOS CULTOS, SENDO QUE PAULO DELE FALOU MENOS DE UMA DÚZIA DE VEZES EM TODAS AS SUAS CARTAS, E AS ALUSÕES QUE JESUS FEZ A ELE FORAM MÍNIMAS. NO ENTANTO, ENTRE NÓS O DIABO ESTÁ ENTRONIZADO COMO O INIMIGO DE CRISTO E O SENHOR DAS CULPAS E MEDOS. E ASSIM PELA FREQUÊNCIA COM A QUAL ELE É MENCIONADO, ELE É CRIDO; E SEU PODER CRESCE NA ALMA DOS HUMANOS, A MAIORIA DOS QUAIS SABE APENAS DO MEDO DA LEI, E NADA ACERCA DA TOTAL LIBERTAÇÃO QUE TEMOS DA LEI E DO DIABO NA GRAÇA DE JESUS, QUE O DESPOJOU NA CRUZ. INSUPORTÁVEL CULTO!

É INSUPORTÁVEL VER SERES HUMANOS SENDO JOGADOS FORA DO LUGAR DO CULTO POR CAUSA DE COMIDA, BEBIDA, CIGARRO, ROUPA, SEXUALIDADE, OU CATÁSTROFES DE EXISTÊNCIA. ISTO ENQUANTO SE ALIMENTA O POVO COM MALDADE, INVEJA, MENTIRA, POLITICAGEM, FACÇÕES, E MALDIÇÕES.INSUPORTÁVEL É COAR O MOSQUITO E ENGOLIR O CAMELO!

É CHEGADA A HORA DO JUÍZO SOBRE A CASA DE DEUS!

DE DEUS NÃO SE ZOMBA, POIS TUDO QUE O HOMEM SEMEAR, ISTO TAMBÉM CEIFARÁ. A ETERNIDADE ESTÁ ÀS PORTAS. ENTÃO TODOS SABERÃO QUE NÃO MINTO, MAS FALO A VERDADE, CONFORME A PALAVRA DO EVANGELHO DE JESUS.

COM TREMOR E TEMOR, PORÉM CERTO DA VERDADE DE JESUS,

CAIO FÁBIO


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Versículos bíblicos que não existem... Usados em pregações. - 08:05 AM, 29/8/2011

24 Versículos bíblicos que não existem... mas que são usados em pregações.

 

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1. “Onde está seu coração, ali está o seu tesouro.”

Este “versículo” é tão usado pelos presbíteros, e citado pelos cristãos em geral, que é difícil encontrar alguém que identifique sua falsidade. De forma que podemos considerá-lo até como um “aspirante a versículo”. Na verdade, a maioria dos evangélicos acredita que, tão certo quanto o fato de Deus ser composto por três Pessoas, estas palavras são da própria Bíblia. A confecção deste texto inverídico deve ter sido feita após uma leitura desatenta do Sermão da Montanha, especificamente na parte em que o Mestre prega sobre o ajuntamento ilícito de riquezas na terra. Repare a diferença entre o trecho original e o texto distorcido pelos homens:

“Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.”
(Mt 6.21)

Os descuidados invertem o dito do Senhor Jesus: colocam “coração” onde está escrito “tesouro” e põe “tesouro” onde está escrito “coração”. Isso para que dê a aparência de que Cristo ensinava que não importa a quantidade de bens materiais que a pessoa possua: bastaria ela colocar o coração em Deus que estaria tudo resolvido.

O que Jesus disse, realmente, é que nós podemos saber onde está o coração de uma pessoa observando onde ela ajunta suas riquezas: no céu ou na terra.

Vale lembrar que isso não condena o enriquecimento material, defendido como uma bênção divina em toda a Bíblia (Ec 5.19; 1Tm 6.17). O Messias estava apenas usando um recurso semítico de linguagem, comum na Bíblia, onde o lado natural era enfraquecido para enfatizar o lado espiritual. Por exemplo:

a) "Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna..." (Jo 6.27)

Será que Jesus estava condenando o hábito de trabalhar pelo sustento material, ou Ele queria apenas dar importância ao ato de buscar as coisas de Deus? Outro exemplo do recurso semítico usado por Jesus é encontrado no Antigo Testamento, onde José diz:

b) "...não fostes vós que me enviastes para cá, e, sim, Deus…" (Gn 45.8)

Assim, poderíamos concluir que os irmãos de José não o mandaram para Egito. Mas, quatro versículos antes, ele havia dito: "Eu sou José, vosso irmão, a quem vendestes para o Egito." (vs. 4)
 

Pregando sobre a forma de amar aos semelhantes, o apóstolo João declara:

c) "Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade." (1Jo 3.18)

Fica claro que João não desejava proibir o uso de palavras no exercício do amor, mas somente afirmar que o amor não pode se limitar ao uso delas. De qualquer forma, não devemos e não podemos criar textos bíblicos para defender o ajuntamento de riquezas terrenas, pois a própria se encarrega de fazer tal defesa em inúmeras outras porções.

 

2. “A fé vem pelo ouvir, e ouvir a Palavra de Deus.”

Igual ao versículo anterior, esta frase é corriqueiramente declarada aqui e ali, sempre que o assunto tocado é fé. Ele é tão engenhosamente elaborado que muitos homens e mulheres de Deus o “soltam” de vez em quando, crendo piamente de que estão proferindo a Palavra de Deus. Na verdade, o que a Bíblia ensina é:

“De sorte que a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus.”
(Rm 10.17) [ARC]

O apóstolo dos gentios está afirmando que o “ouvir” é produzido pela Palavra de Deus, e que é por esse “ouvir” que vêm a fé. É bem diferente do que os descuidados fazem a Bíblia parecer ensinar, pois, conforme a “pérola” pseudo-escriturística que eles criaram, é o ouvir do homem que gera a fé. Para entender melhor a diferença entre as versões de Rm 10.17, veja o que diz a Revista e Atualizada:

“E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo.”

A palavra “ouvir”, empregada em várias traduções, tem o sentido de “entender”, “compreender” a mensagem do evangelho, por meio da pregação expositiva, e não ao mero ato de escutar.

 

3. “Os anjos queriam pregar o Evangelho, mas Deus reservou esta tarefa aos homens.”

É difícil entender de onde se originou esta tese teológica. Ela é tão espalhada pelas igrejas que se tornou quase um “adendo” popular à Bíblia, um versículo extraído da cartola mágica cada vez que se fala sobre a necessidade de levar as boas-novas aos perdidos. Apesar da raiz desta árvore infrutuosa não ser de tão fácil identificação, podemos sugerir que ela se encontra nas palavras de Pedro, o apóstolo dos judeus:

“A eles foi revelado que, não para si mesmos, mas para vós outros, ministravam as coisas que, agora, vos foram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho, coisas essas que anjos anelam perscrutar.” (1Pe 1.12)

Talvez alguém que não conhece o sentido do termo “perscrutar” tenha lido o texto e daí tirado uma falsa conclusão, imaginando que o pescador de homens teria escrito que as “coisas” que os anjos anelam perscrutar é a atividade da pregação, e que perscrutar significa “fazer”. Embora seja essencial conhecer o sentido dos termos usados na Bíblia, o indivíduo que fez o versículo “abíblico”, que estamos desmascarando, vir à luz, não precisava recorrer ao dicionário para interpretar adequadamente o escrito de Pedro.

Veja o que diz a Revista e Corrigida:

“..para as quais coisas os anjos desejam bem atentar.”

A tradução dos monges de Maredsous reza:

“Revelações estas, que os próprios anjos desejam contemplar.”

O que os seres celestiais desejam receber são as revelações proféticas de Deus, e não o encargo de levar o evangelho aos pecadores.

 

4. “E vi uma taça de ouro no céu. E perguntei: Que é isso, meu senhor? E me respondeu: Lágrimas de santos.”

Diferentemente das revelações divinas que os anjos queriam conhecer, as invenções humanas que vimos até aqui são pérolas baratas, recolhidas nas águas rasas do relaxo para com a Palavra de Deus. O pseudo-versículo transcrito acima foi citado duas ou três vezes por um querido pastor, a quem considero como grande pregador, e que possui uma igreja de tamanho médio, o que prova que ninguém está livre de soltar das suas “furadas” de vez em quando.

Este presbítero afirmou, com uma certeza tão segura quanto sua fé na auto-existência de Deus, que o diálogo acima foi tecido durante uma visão do apóstolo João, no livro de Apocalipse. Por incrível que pareça, ele não se preocupou em procurar este texto na Bíblia, quer antes de citá-lo, quer após, na repetição de seu erro. O mais próximo que lemos no livro das revelações ao que o referido pastor disse é o que segue:

“E, quando tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos.” (Ap 5.8)

“Um dos anciãos tomou a palavra, dizendo: Estes, que se vestem de vestiduras brancas, que são e donde vieram? Respondi-lhe: meu Senhor, tu o sabes. Ele, então, me disse: São os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro (...) E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima.” (Ap 7.13,14,17)

A junção desalinhada destes versículos deve ter resultado naquela prole híbrida que, infelizmente, foi apresentada no púlpito daquela congregação ao povo que ali estava, como sendo a Palavra de Deus. Resta saber quem foi o pai da criança, o qual não apareceu na apresentação da bastarda.

 

5. “Ficai em Jerusalém até que seja glorificado do alto”.

Igual ao versículo anterior, esta “muamba” é o resultado da fusão de dois textos inspirados. O que o torna mais abominável que todos os outros é que tem, em sua genealogia, um problema semelhante ao visto na distorção de 1Pe 1.12: a falta de compreensão acerca de uma determinada palavra.

“Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de águas vivas. Isto ele disse com respeito ao Espírito que haviam de receber os que nele cressem; pois o Espírito até aquele momento não fora dado, porque Jesus não havia sido ainda glorificado.” (Jo 3.37-39)

“E, comendo com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, a qual, disse ele, de mim ouvistes” (At 1.4)

Durante um estudo bíblico que ocorria em uma célula um certo rapaz, a quem estimo e tenho como um servo de Deus, disse que havia uma parte da Bíblia em que Jesus aconselhava seus apóstolos a ficarem em Jerusalém até que Ele fosse glorificado, ocasião em que o Espírito Santo desceria sobre eles. De acordo com aquele jovem, isso significava que Cristo ficou esperando que os discípulos o louvassem, glorificando-o, a fim de que o batismo no Espírito Santo fosse concedido a eles. Na realidade, o apóstolo do amor, em sua biografia de Jesus, não empregou a palavra “glorificado” com o sentido de “elogiado” ou “louvado”. Eles quis dizer que Jesus, como homem, ainda não havia sido “engrandecido”, ou “exaltado”, o que só ocorreria quando fosse levado à presença de Deus, a fim de se sentar ao lado do trono e ser reconhecido como Deus por Sua criação (Fp 2.9-11; cf. Is 45.23).

Confira o que a Bíblia na Linguagem de Hoje verte em Jo 7.39:

“Jesus estava falando a respeito do Espírito Santo, que aqueles que criam nele iriam receber. Essas pessoas não tinham recebido o Espírito porque Jesus ainda não havia voltado para a presença gloriosa de Deus.”

O apóstolo Pedro confirmou que Cristo foi glorificado por Deus, na ocasião de sua assunção e exaltação divina:

“Exaltado, pois, à destra de Deus, tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vedes e ouvis. (...) Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo.” (At 2.33,36)

 

6. “Toda a terra se encherá da glória do Senhor, como as águas cobrem o mar.”

Esta passagem fictícia é muito bonita – existe até uma canção que entoamos sobre ela em minha igreja – mas não faz parte dos escritos inspirados. Na realidade, o que a Bíblia afirma é:

“Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar.” (Is 11.9)

“Pois a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as águas cobrem o mar.” (Hc 2.14)

Como se vê, em momento algum se afirma que a terra se encherá da glória do Senhor. E isso para o desgosto dos que, mesmo com dezenas de anos de Evangelho nos ombros, tinham a frase supra-citada como sendo uma autêntica profecia divina.

 

7. “E Moisés disse: Que hei de fazer, Senhor? Pois eis que os egípcios se reúnem contra mim e contra este povo, a quem escolheste. E o Senhor disse a Moisés: Toca na águas.”

Deus não ordenou que Moisés tocasse no mar, e, realmente, não foi isso o que este profeta fez. Leia o relato singelo que se contrasta com a idéia exposta acima:

“Disse o Senhor a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem. E tu, levanta o teu bordão, estende a mão sobre o mar e divide-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar seco.(...) Então, Moisés estendeu a mão sobre o mar, e o Senhor, por um forte vento oriental que soprou toda aquela noite, fez retirar-se o mar, que se tornou terra seca, e as águas foram divididas.” (Êx 14.15,16,21)

Para quem possui dúvidas, basta atentar em que Moisés dividiu o mar não pelo toque de seu bordão na água do mar, mas pelo fato de estendê-lo sobre a água, fazendo com que um vento leste soprasse por toda a noite até dividir aquela massa líquida, que teria se juntado ao sangue hebreu caso Deus não houvesse intervindo com tal milagre (que, repetindo, não envolveu nenhum toque de vara).

Parece que há pessoas que não gostam do legislador de Israel, pois, como se não bastasse ele haver tocado na pedra para dela extrair água – desobedecendo à ordem de Deus para somente falar à pedra –, ainda querem fazê-lo incorrer em um delito de igual gravidade. Deste jeito, não era nem preciso esperar chegar nos limites de Canaã: nem mesmo da terra do Egito o escolhido de Deus teria passado. Tsc, tsc, tsc...

 

8. “Jovens, vós sois a força da igreja.”

A fim de defender a importância dos cristãos jovens, um querido e dedicado líder de igreja tinha por costume citar este “versículo”, a fim de dizer que eles seriam o motor do Corpo de Cristo. Isso é uma distorção grosseira e irresponsável da Palavra de Deus, que afirma algo muito diferente, porém também honroso acerca dos jovens convertidos do 1º século:

“Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o Maligno.” (1Jo 2.14c)

Oremos fervorosamente para que os jovens da Igreja Contemporânea também exibam estas três características, removendo e enterrando o que é velho (cf. At 5.5,6) para dar lugar às coisas novas do Senhor, uma nova porção do Espírito que caia como vinho fresco sobre a Igreja (Lc 5.37-39; Ef 5.18), abundando em conhecimento da Palavra (Mt 13.51,52; 1Jo 2.20,27), para que esta venha a ter cumprimento: “...e os jovens terão visões” (At 2.17).

 

9. “E, aconteceu que, subindo a arca do Senhor a Jerusalém, ao som da harpa, do alaúde e da cítara, Davi dançava no Espírito, com todas as suas forças.”

Hoje em dia, há pessoas que não aceitam o que a Bíblia ensina, em sua totalidade, acerca do louvor a Deus. Apesar de tão espirituais, elas são atingidas por uma “micalite aguda” (cf. 2Sm 6.20), que soa como um gongo pseudo-moralista toda vez que, numa reunião de culto, um crente se coloca a expressar sua gratidão e alegria ao Senhor usando todo o seu corpo, além dos lábios e das mãos. Para disfarçar essa mentalidade carnal, alguns afirmam que Davi – e também a profetiza Miriã –, dançou tomado pelo Espírito Santo, em uma ocasião única e inigualável, ignorando outras porções escriturísticas (Jz 21.19,20; Sl 149.3; 150.4; At 3.8).

É certo que o rei hebreu dançou mesmo no Espírito. Afinal, tudo o que os servos de Deus fazem é sob a direção Dele.

“Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito.” (Gl 5.25)

Se a dança davídica não fosse espiritual, o Senhor não teria se agradado dela, da mesma forma que Ele não se agrada quando alguém lhe entoa um cântico “na carne”, sem meios de render-lhe sacrifícios de louvor com os lábios (Hb 13.15).

Mas afirmar que o rei foi possuído por Deus enquanto levava a arca, dançando em estado de êxtase, é forçar o que está escrito e ir além da verdade – embora estas experiências fossem comuns entre os profetas daquele tempo.

 

10. “Tocava Davi sua harpa no palácio de Saul. E havia que, subindo sua adoração ao Senhor, o rei era liberto do espírito que o atormentava.”

Esse é um dos maiores mitos disseminados entre os evangélicos. As Escrituras não afirmam que Davi louvava a Deus perante o rei Saul, e tampouco que o demônio saía deste em razão da sua “adoração ungida”. Na verdade, os toques do jovem israelita, dedilhando as cordas de seu instrumento, acalmava a mente perturbada do monarca, causando-lhe um efeito terapêutico. Isso era meramente paliativo, pois o espírito voltava a atacar periodicamente, necessitando que Davi tocasse novamente para reverter o estado frenético em que o rei d’Israel ficava ao ser controlado por aquele demônio de loucura.

“E sucedia que, quando o espírito maligno, da parte de Deus, vinha sobre Saul, Davi tomava a harpa e a dedilhava; então, Saul sentia alivio e se achava melhor, e o espírito maligno se retirava dele.” (1Sm 16.23)

Isso revela que, muitas vezes, métodos humanos podem surtir efeitos benéficos sobre vítimas de espíritos de cegueira, epilepsia, mudez, transtornos mentais, e outros.

 

11. “Cristo virá, e os mortos ressuscitarão; num instante, num abrir e fechar de olhos, nós subiremos a ele, e para sempre estaremos com o Senhor.”

Creio que este seja um dos dez principais contrabandos, vendidos nas igrejas evangélicas, como autênticos versículos bíblicos. É de uma natureza tão torpe, que é triste averiguar a imensa popularidade que conquistou em todas as camadas, dos novos convertidos até os maiores mestres da Palavra. Veja por si mesmo o que ensina a Palavra divina:

“Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.” (1Co 15.51,52)

O que o ministro dos gentios está dizendo? Que o arrebatamento será tão rápido como um piscar d’olhos, ou que a transformação dos nossos corpos –de mortais a incorruptíveis– será assim? É claro que a segunda opção é correta.

Esta história de Jesus voltar e os cristãos serem transformados e transladados, num milésimo de segundo, conseguiu se entremear nas páginas bíblicas em razão da aceitação do dispensacionalismo, um sistema escatológico que ensina que a Igreja não passará pela Grande Tribulação. Como os crentes poderiam ser arrebatados sem que o mundo os visse subindo até o Senhor? A resposta está neste texto pseudo-escriturístico.

 

12. “Não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução; antes, embriagai-vos com o Espírito Santo.”

Esse é usado para defender as experiências de êxtase, nas quais os crentes balançam, caem, riem e fazem outras coisas mais. É uma tolice recorrer a uma invencionice tão descarada para embasar estas coisas. Há textos verídicos que abrem espaço para crermos que o Espírito Santo pode fazer as pessoas ficarem como ébrias. Para saber mais sobre isso, consulte o estudo “As Escrituras e os Êxtases Espirituais".

 

13. “Em verdade, em verdade vos digo: o diabo vem para matar, roubar e destruir. Mas eu vim para tenhais vida, e vida em abundância.”

“O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir. Mas eu vim para que tenhais vida, e vida em abundância.” (Jo 10.10)

Quem é o ladrão que mata, rouba e destrói? O contexto clarifica a identidade de tal personagem:

“Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não os ouviram.” (vs. 8)

No vs. 10, Cristo não está especificando uma pessoa em particular como “ladrão supremo”, que seria Satanás, mas afirmando um conceito genérico: uma pessoa que recebe o título de “ladrão” tem por ocupação a apropriação total do bem alheio, mesmo que isso inclua roubar, destruir e matar aos outros. Contrariamente a isso, Jesus não é ladrão, pois Sua obra é o oposto disso: trazer a vida abundante, que é a vida eterna, espiritual. Em momento algum o Mestre cita a existência ou atuação do diabo.

 

14. “Buscai, em primeiro lugar, o reino de Deus e a sua justiça, e todas as coisas vos serão acrescentadas.”

15. “Vós escolhestes a Saul sobre vós e vossos filhos, mas eu, o Senhor, não o escolhi; eis agora a Davi, homem segundo o meu coração, a quem tirei do aprisco de seu pai para reinar em Israel.”

16. “Irmãos, não desfaleçais; pois nos últimos dias virá o enganador, transfigurado em anjo de luz, o diabo e Satanás, que seduzirá a terra inteira. Ele surgirá como homem, falando e enganando a muitos, mas os escolhidos não lhe darão crédito.”

17. “E Sansão crescia em força e graça diante do povo de Israel; e era o varão mais forte de toda a terra, pois ninguém se igualava a ele entre os hebreus, os filisteus, os egípcios ou dos do lado da banda do oriente.”

18. “Aproveitando o sono de seu marido, Dalila foi e cortou-lhe as madeixas da cabeça, nas quais não passara navalha desde o nascimento; pelo que perdeu ele suas forças.”

19. “E, após os apóstolos terem visto o Senhor manifestado, chegou Tomé ao lugar em que estavam reunidos; contando-lhe os discípulos que o Senhor ressuscitara, e que havia aparecido a eles, não creu ele, pois era incrédulo, e duro de coração.”

20. “Vigiando em todo o tempo acerca do vosso falar e do vosso trato com os outros, pois Satanás anda em derredor, anotando nossas palavras; vede, portanto, que vossos dizeres não sejam usados para condenação, mas para glória no Dia do Senhor Jesus.”

21. “Acautelai-vos, pois Satanás, vosso inimigo, aguarda o momento de vosso desânimo para vos arrastar para o inferno, onde há pranto e ranger de dentes.”

22. “O diabo marca toda palavra que falamos.”

23. “E aconteceu que, com a pregação de Pedro, mais de três mil almas se converteram no dia de Pentecostes.”

Com certeza, muitos outros versículos “falseados” tem aparecido pelo mundo afora. Estes são os que conheci até hoje, sem contar as conclusões totalmente infundadas que alguns têm feito sobre textos bíblicos, tais como:

a) Pregar que Jesus levou nossas doenças físicas, baseando-se em Is 53.4,5, que é uma profecia do Antigo Testamento, que deveria ser interpretada à luz do Novo Testamento, em Mt 8.16,17 e 1Pe 2.24;
b) Ensinar que a prosperidade é um direito dos cristãos, com base nas promessas de Dt 28.1-14, enquanto as instruções sobre as guerras aos cananeus são espiritualizadas;
c) Declarar que a Igreja será arrebatada antes da Grande Tribulação, construindo um castelo de areia sobre 1Ts 5.9, em vez de ler este versículo à luz de Ap 14.10;
d) Isolar o texto de Dt 6.4 para negar a pluralidade de Pessoas na unidade de Deus, enquanto o Novo Testamento ensina que essa unicidade é formada por “o Pai, a Palavra e o Espírito Santo” (1Jo 5.7, Almeida), sendo que o próprio Antigo Testamento já deixa isso implícito (Gn 1.26 c.c. Is 44.24).

Além disso, ouvimos também as frases engraçadas, que são facilmente identificadas por qualquer conhecedor mediano das Escrituras:

“Se ajude, e Eu te ajudarei”.

“Quem pariu Mateus que o cuide”.

E por aí vai.

Autor: Rafael Gabas Thomé de Souza

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Ser Cristão em um mundo Louco - 05:33 PM, 23/8/2011

1Pedro 3.18

“ Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados,o justo pelos injustos,para levar-nos a Deus”


Estamos vivendo em um mundo louco,cheio de novidades,cheio de pessoas diferentes,cheio de coisas bizarras,onde nós queremos ser o centro do universo.
Imagino o que Jesus está pensando da sua igreja aqui na terra.
Estamos vivendo em um tempo na igreja de Jesus,em que é muito comum se achar em placas de varias igrejas a frase: JESUS CRISTO É O SENHOR.
A palavra diz que só podemos falar que Jesus é o Senhor, pelo seu Espirito.
Só que tomamos essa afirmação, e não damos sentido correto ao seu significado;vamos a igreja ,não mais como adoradores de verdade e sim como pedintes(mendigos da fé);entedemos que a frase: JESUS CRISTO É O SENHOR,não quer dizer que Ele é o Senhor e nós somos seus servos,e que devemos fazer a vontade Dele.E sim que Ele é o Senhor,então tudo que eu pedir ele fará, ele pode fazer tudo, pois Ele é o Rei dos Reis,dono da prata e do ouro,e assim por diante. E ainda declaramos versiculos bíblicos,como se estivessemos colocando Deus contra a parede, fazemos ameaças dizendo que se nossos desejos não forem atendidos sairemos da igreja.(kkk)

Com esse tipo de pensamento,enganamos a nós mesmos, pois esquecemos o real significado da cruz que nosso Senhor carregou pelos nossos pecados.
O real motivo de Jesus ter vindo a terra, foi para nos levar de volta para Deus-Pai.Estávamos separados de nosso Pai Celestial por causa de nossos pecados e alianças que quebrávamos, lembra?
Então Deus usou os profetas,mais de nada adiantou;sua última cartada foi entregar seu filho,seu filho unigênito,para nos resgatar de volta para os seus braços.
E o que não consigo entender é porque Jesus aceitou a proposta! Somos seres sujos, não mereciamos isso de jeito nenhum.

Que amor é esse que fez um Pai dar a vida de seu proprio filho,pra nos salvar?
Uma pena pensar que meu salvador teve de padecer,sofrer,para nos levar até Deus; teve de pagar com seu próprio sangue,para nos lavar de todo pecado,que é a única coisa que faz separação entre nós e Deus.

E hoje o que percebo dentro das igrejas, é que nós cristãos perdemos o real valor do sangue de Jesus,que foi a moeda que Deus usou para nos comprar das mão de Satanás.
Preferimos nos apegar as nossas fórmulas e nossos rituais;pois já estamos acostumados a fazer o que é de costume; a fazer o que dá certo e não o que é certo.
Deus não se coloca numa caixinha;não há nada mais importante que sua Presença.

Vivemos em um mundo “colorido”,cheio de novas culturas,filosofias,
doutrinas,leis. Onde tudo o que vale é o amor universal, tal amor que aprova homens casarem com homens, e mulheres com mulheres e coisas do tipo!
Indagamos que as coisas mudaram, que o mundo está moderno e que temos que nos adequar a ele,se não, somos caretas aos olhos alheios.
A permissividade tem se infiltrado dentro de nossas igrejas; o temor de Deus nem vale mais tanto assim.!
Sem falar que é fora de questão fazer a vontade de Deus,porque temos que renuciar de muitas coisas que somos apegados!
A Bíblia diz, que a vontade de Deus é boa,perfeita,e agradavél.

Será que já paramos para peguntar se estamos no centro da vontade Dele?
Concerteza NÂO!! Estamos ocupados demais com coisas mais importantes.!

Estamos colocando o mundo dentro da igreja (o que deveria ser o contrario),estamos colocando os costumes do mundo, as roupas,enfim, uma infinidade de coisas no nosso meio cristão. Não que eu seja contra se vestir bem,estar de acordo com a moda;mas vamos combinar que tem crente que vai pra igreja como se fosse para o baile funk.
Não podemos esquecer que somos exemplos para o mundo,senão como queremos ser santos diante de Deus? E outra, a Bíblia fala para não escândalizar-mos nossos irmãos em cristo.


E se, Jesus resolvesse voltar hoje?!!
O que ofereceriamos a Ele? A palavra fala que vamos prestar contas de nossas vidas a Deus no grande dia.
Será que vivemos segundo o seu coração?será que assim como Jesus, nós padecemos pelos nossos irmãos? Será que temos tido amor pelo proximo? Será que estamos preparados para ofertar ao senhor nossas vidas.?
Pois tudo que fazemos deve ser pra Glória de Deus. Tudo!!!

Amemos uns aos outros com o amor de Cristo por nós.
Deixemos de lado nossos desejos, nossas vontades, nossas cobiças. Que nossa maior cobiça seja a de ser um cidadão do céu!
Deixemos de lado nossas fórmulas, nossos rituais por amor a Cristo.
Olhemos para Deus, que está acima de tudo e de todos,olhemos pro seu ifinito amor, pois nada poderá nos separar desse amor que está em Cristo Jesus.

Vamos deixar o Espirito Santo nos revelar Jesus a maneira dele.
Paremos de buscar somente as bençãos de Deus, busquemos primeiramente a Ele, e o resto nos será acrescentado.
Somente quando compreendermos, o quanto Ele nos ama, é que vamos conseguir para de mendigar qualquer amor.

A única coisa que Deus deseja é intimidade,é ser nosso melhor amigo; é compartilhar de nossos sofrimentos e nossas alegrias , está ao nosso lado o tempo todo.
Deus tem fome, e a fome de Deus não é de adoração,não é de mais téologos,não é de mais cantores...
A fome de Deus, é de pessoas que amem a sua presença,é de pessoas que amem estar com ele, de pessoas que o adorem em espirito e em verdade. Deus tem fome de VOCÊ!

“acheguemo-nos a Deus e Ele se achegará a nós” (tiago 4.8)

Mediante a morte na cruz, Jesus deu a mim e a você, poder para estar diante de Deus,atraves do Espirito Santo. UMA OPORTUNIDADE ÚNICA!!

“ Precisamos de algo maior que uma religião, mais profundo do que uma filosofia e mais alto do que a compaixão pelas tribulações da existência humana.
Precisamos de alguem que partilhe de nossas lutas e sofrimentos.
Esse alguem tem nome,e se chama Senhor Jesus Cristo.”
David (Paul) Yonggi Cho


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O Jovem que prevalece - 05:21 PM, 23/8/2011

 "Eu escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e já vencestes o Maligno" I João 2:14

Ao estudarmos todo o contexto deste versículo, poderemos observar que a Palavra nos ensina sobre três níveis de maturidade espiritual: filhinhos, jovens e pais. Grande parte da primeira carta de João é direcionada aos filhinhos, com o objetivo de lhes fortalecer a fé, exortar a respeito do mundo e de seus prazeres, e lhes estimular a respeito da fé e do amor. Há também uma declaração sobre os pais, eles conhecem a Deus, não só de ouvir falar, mas de andar com Ele. São maduros espiritual e emocionalmente. Mas há também uma forte declaração sobre os jovens. E deles se diz que são fortes, tem a Palavra de Deus permanente em si e teêm vencido o maligno. Mas, será que nós jovens, nos encaixamos nesta palavra? Seja sincero! Você se considera um jovem forte no Senhor? A Palavra de Deus está sempre presente em todas as circunstâncias da sua vida? O diabo passa um 'cortado' com você ou é você quem passa um 'cortado' com ele? Quero compartilhar com você esta palavra, que tem despertado o coração de muitos jovens entre nós.

A primeira afirmação é que nós jovens, somos fortes. É certo que a força descrita aqui não se trata da força humana, carnal, mas sim de uma força divina, espiritual. E ninguém nasce com força, isto é algo que deve ser adquirido. Observe um halterofilista, quantos quilos ele não pode erguer com sua força?! Mas lembre-se, ele não nasceu assim, teve que exercitar muito, gastar muito tempo na academia. Assim também nós, no dia em que recebemos a Jesus, recebemos uma porção de força, e agora compete a nós desenvolvermos esta força. Você tem força, mas creia, ela tem um limite. Se o Senhor tem proporcionado situações e circunstâncias para você, situações e circunstâncias que você não se sente forte o bastante para suportar, creia que Ele estará com você. Enfrente a situação e você perceberá força sendo gerada, força sendo desenvolvida; Ele te dará uma porção maior de força. Esta é a academia de Deus, e assim nossas forças serão desenvolvidas plenamente. Mas tenha clareza de algo, ser forte no Senhor, não significa nunca cair. Mas ser forte no Senhor significa permanecer lutando.

A segunda afirmação é que nós jovens, temos a Palavra de Deus permanente em nós. O Verbo de Deus, ou, a Palavra de Deus, é Jesus Cristo. Ele é o Verbo vivo, a Palavra viva. Muitos dizem que estão cheios da Palavra porque leram um ou dois capítulos da Bíblia, e isso não está errado, mas o fato é que em tempos de provação e lutas, estes capítulos terão de funcionar, e da prova, terão que sair aprovados, e da luta, vencedores. Muitas vezes não é isso que acontece. Porque tomamos a Palavra apenas como 'Bíblia', e não como Palavra viva de Deus, Palavra revelada, alimento para nosso espírito. Creia, todos os jovens que tomam a Palavra de Deus desta forma, a terão permanente em si. Na prova, sairão aprovados, na luta, saíram triunfantes. Pois Jesus, a Palavra viva, foi tomado como vida e alimento para dentro de seu espírito, tornando-se assim a Palavra de Deus permanente em si. Porém, a permanência da Palavra em nós, dependerá de nossa permanência, constância e perseverança nela.

A terceira afirmação é que nós jovens, já vencemos o maligno. Talvez não esteja sendo esta sua experiência - vencendo o maligno. E pode até ser, que você esteja sendo vencido por ele. Vencer o maligno, fala de confronto, de guerra espiritual, de combate. Não combatemos o maligno sentados no sofá de casa, assistindo BBB e comendo pipoca, "mó down". Este com certeza, tem experimentado derrota. O Senhor Jesus venceu o maligno na cruz. Adivinha?! Nós só podemos vencer o maligno tendo uma vida de cruz. E a maneira mais prática para se viver vida de cruz, é nos relacionando. Afinal, cruz é preferir o outro em honra, é não visar seus próprios interesses, é sofrer o dano, e amar sem fingimento quem quer que seja.

Queremos vencer o maligno? Então vamos tomar nossa cruz e seguir as pisadas daquele que nos fez mais que vencedores - Jesus Cristo, nosso Senhor.

Que Deus abençoe sua vida!

                                  E você esta enganjado nesse ideal?

 


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Um milagre - 05:11 PM, 23/8/2011

 Tess era uma garotinha precoce de 8 anos, quando ouviu seu Papai e sua Mamãe conversando sobre seu irmãozinho, Andrew. Tudo que ela sabia era que ele estava doente e que eles estavam completamente sem dinheiro. Eles se mudariam para um apartamento num subúrbio no próximo mês, porque o seu Papai não tinha recursos para pagar as contas do médico e o aluguel do apartamento.

Somente uma intervenção cirúrgica muito cara poderia salvá-lo agora, e parecia que não havia ninguém que pudesse emprestar-lhes o dinheiro. Ela ouviu seu pai dizer à sua mãe chorosa, com um sussurro desesperado, "Somente um milagre poderá salvá-lo agora."

Tess foi ao seu quarto e puxou o vidro de gelatina de seu esconderijo no armário. Despejou todo o dinheiro que tinha no chão e contou-o cuidadosamente. Três vezes. O total tinha que estar exato. Não havia margem de erro. Colocando as moedas de volta no vidro com cuidado e fechando a tampa, ela saiu devagarzinho pela porta do fundo e andou 5 quarteirões até a Farmácia Rexall, com seu símbolo de Chefe de Pele Vermelha sobre a porta. Ela esperou pacientemente que o farmacêutico a visse e desse atenção, mas ele estava muito ocupado no momento. Tess esfregou os pés no chão para fazer barulho. Nada! Ela limpou a garganta com o som mais terrível que ela pôde fazer.
Nem assim! Finalmente ela pegou um níquel do vidro e bateu no vidro da porta. Finalmente!

"E o que você quer?" perguntou o farmacêutico com voz aborrecida..

"Estou conversando com meu irmão que chegou de Chicago e que não vejo há séculos", disse ele sem esperar resposta pela sua pergunta.

"Bem, eu quero lhe falar sobre meu irmão", Tess respondeu no mesmo tom aborrecido. "Ele está realmente doente... e eu quero comprar um milagre."

"Como?", balbuciou o farmacêutico atônito. "Ele chama Andrew e está com alguma coisa muito ruim crescendo dentro de sua cabeça e Papai diz que só um milagre poderá salvá-lo. "Então, quanto custa um milagre?"

"Não vendemos milagres aqui, garotinha. Desculpe, mas não posso ajudá-la", respondeu o farmacêutico, com um tom mais suave. "Escute, eu tenho o dinheiro para pagar. Se não for suficiente, conseguirei o resto. Por favor, diga-me quanto custa." O irmão do farmacêutico era um homem bem vestido. Ele deu um passo à frente e perguntou à garota. "Que tipo de milagre seu irmão precisa?"

"Não sei", respondeu Tess, levantando os olhos para ele. "Só sei que ele está muito mal e Mamãe diz que ele precisa ser operado. Mas Papai não pode pagar, então quero usar meu dinheiro."

"Quanto você tem", perguntou o homem de Chicago.

"Um dólar e 11 centavos", Tess respondeu quase num sussurro. "E é tudo que tenho, mas posso conseguir mais se for preciso." "Puxa, que coincidência", sorriu o homem. "Um dólar e 11 centavos - exatamente o preço de um milagre para seu irmãozinho." Ele pegou o dinheiro com uma mão e dando a outra mão à menina, disse " Leve-me até aonde você mora. Quero ver seu irmão e conhecer seus pais. Quero ver se tenho o tipo de milagre que você precisa."

Esse senhor bem vestido era o Dr. Carlton Armstrong, um cirurgião, especializado em neurocirurgia. A operação foi feita com sucesso e sem custo algum, e meses depois Andrew estava em casa novamente, recuperado. Sua mãe e seu pai comentavam alegremente sobre a seqüência de acontecimentos ocorridos. "A cirurgia", murmurou Mamãe, "foi um milagre real. Gostaria de saber quanto deve ter custado?" Tess sorriu. Ela sabia exatamente quanto custa um milagre... um dólar e onze centavos... mais a fé de uma garotinha.

Um milagre não é a suspensão de uma lei natural, mas sim o resultado de uma lei maior ...

                                                                  Você cre em milagres?


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A DENÚNCIA DO PROFETA - 01:54 PM, 23/8/2011

Gosto de ler o livro de Amós. É significativo evocar o profeta Amós, camponês que se tornou autor bíblico. "Sou vaqueiro e plantador de sicômoros", definia-se ele (7,14). Viveu há vinte e oito séculos, em Técua, num sítio próximo a Belém da Judéia.Israel era governado pelo rei Jeroboão II (786-746 a.C.), cuja política econômica consistia em aumentar a carga tributária, extorquindo sobretudo os assalariados e diaristas, para favorecer as importações, endividando o país. O Estado era rico e o povo, pobre. Pesquisas arqueológicas revelam que, quanto mais endinheirada a nobreza, mais suntuosos os palácios da Samaria, em contraste com a miséria dos casebres da população.  Versado em política e relações internacionais, graças ao trabalho de comercializar queijos, lã e couro nos principais mercados da região, Amós deixou o reino do Sul, onde vivia, e dirigiu-se ao Norte. Indignado frente a tanta desigualdade, denunciou os que "vendem o justo por dinheiro e o necessitado por um par de sandálias" (2,6), ou seja, juízes e fiscais que aceitavam subornos para aplicar multas que resultavam no confisco da terra dos camponeses."Pai e filho dormem com a mesma mulher" (2,7), vociferava o profeta contra os patrões que transformavam suas empregadas em prostitutas. Os governantes "em seus palácios entesouram violência e opressão, e não sabem viver com honestidade" (3,10).O tempo e os recursos que as mulheres ricas perdiam no cuidado da vaidade levaram Amós a apelidá-las de "vacas de Basã", que "vivem em casas de marfim nos montes da Samaria, oprimem os fracos e maltratam os necessitados" (4,1).As autoridades e os juízes "transformam o direito em veneno e atiram a justiça por terra" (5,7), "odeiam os que defendem o justo no tribunal e têm horror de quem fala a verdade" (5,10). Os trabalhadores "pagam pesados impostos, constroem casas de pedras lavradas nas quais nunca irão morar e plantam vinhas de ótima qualidade sem jamais saborearem o vinho" (5,11).   Primeiro profeta a assinar um livro da Bíblia, Amós não fazia rodeio com as palavras. Denunciava os abastados que "deitam-se em camas de marfim, esparramam-se em cima de sofás, comendo cordeiros do rebanho e novilhos cevados em estábulos, cantarolam ao som da lira, bebem canecões de vinho e usam os mais caros perfumes" (6,4-6). No comércio, "diminuem as medidas, aumentam o peso e viciam a balança" (8,6). Os agiotas, "no templo de seu deus bebem o vinho dos juros" (2,8).Ainda assim, a elite revestia-se de uma religiosidade exuberante. O profeta, entretanto, não se deixava iludir e Deus falava por suas palavras: "Detesto as festas de vocês, longe de mim o ruído de seus cânticos, nem quero escutar a música de suas liras. Eu quero, isto sim, é ver brotar o direito como água e correr a justiça como riacho que não seca" (5,21-24). 

    Amós criticava aqueles que enchiam a boca de discursos políticos e religiosos e, no entanto, permaneciam indiferentes ao sofrimento do povo. Para ele, tudo aquilo era "tão absurdo como arar o mar com bois ou encher de pedras a pista e esperar que os cavalos corram" (6,12). Como se vê, a mensagem do livro do Profeta Amós, continua atual.

 

     Extraido do Blog:http://juberdonizete.blogspot.com/

 

                                      E você o que pensa sobre isso?


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Você é um adorador? - 04:55 PM, 22/8/2011

 Série é Profundo Adorar em Espírito, e em Verdade 

O Verdadeiro Processo de Adoração a Deus 
Autor: Daniel da Silva 

 

Sinopse: 
A série “É Profundo”. Nesta primeira edição traz uma análise das palavras de Jesus em um dialogo com uma mulher Cananéia que não conseguia identificar qual era o verdadeiro processo de adoração ao Deus de seus pais durante sua peregrinação na terra de seus descendentes. Também uma análise interpretativa dos assuntos abordados no antigo testamento onde coloca a igreja de hoje como objeto de interpretação mediante a escritura sagrada. Numa perspectiva de ponto de fuga em meio ao que vivemos comparando tempos e épocas para que se traga uma hermenêutica correta e coerente com o assunto.

Clique no livro e veja o conteúdo

Uma oportunidade para você que quer publicar um livro

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As igrejas que se auto-denominam como inclusivas. - 01:48 PM, 22/8/2011

 

Igrejas Inclusivas: Conheça as igrejas gays que estão virando moda no Brasil  É notória a força e rapidez com que as chamadas igrejas inclusivas – que visam atender o grupo LGBTs – vêem crescendo cada vez mais no Brasil. Hoje dentre umas as mais destacadas estão a ‘Igreja para Todos’ , ‘Igreja Cristã Metropolitana’, ‘Comunidade Cidade Refúgio’ fundada por Lanna Holder , ‘Igreja Contemporânea Cristã’ por Marcos Gladstone e a ‘Comunidade Cristã Nova Esperança’ .

  As igrejas que se auto-denominam como inclusivas seguem um movimento de vertente que não tratam e nem vêem a homossexualidade como doença a ser curada. Esta segmentação que existe pouco menos que uma década, foi objeto de pesquisa do antropólogo Marcelo Natividade em sua tese de doutorado no Instituto de Filosofia e Ciências (IFCS/UFRJ).

Natividade afirma após a conclusão de sua pesquisa de campo que “ser gay dentro de uma igreja conservadora é uma impossibilidade, não há lugar para essa pessoa, a menos que ela venha a aderir à norma e se torne ex-homossexual, por exemplo. A diferença do movimento inclusivo para as outras igrejas é que nele o poder eclesial é concedido às pessoas LGBT, já que há uma proposta política de desconstrução da homofobia religiosa”.

Em contrapartida a este movimento vertente do meio evangélico, existem muitos cristãos e líderes que acreditam que as igrejas “inclusivas” ignoram o Evangelho que liberta e transforma o homem (I CO 6:11) e alguns ainda dizem que em sua igreja o homossexual é bem recebido, mas não é aceito como membro, porque está em pecado.

Embora hajam infinitas opiniões controversas baseadas biblicamente contra a visão das tais igrejas inclusivas, seu crescimento continua ainda em grande fluxo e um dos fatores de colaboraçãoic para que este venha acontecendo, segundo opiniões dos membros destas, é justamente o fato de que as tradicionais igrejas não aceitarem e o receberem como são.

Em 2002 veio dos EUA a primeira igreja para grupos gays inaugurada no Brasil, a ‘Igreja da Comunidade Metropolitana’ (ICM), completando 10 anos de existência no próximo ano. A ICM tem várias igrejas espalhadas no Brasil, assim como a Igreja Cristã Contemporânea:

Igrejas Comunidades Metropolitanas

  • Belo Horizonte – MG;

  • São Paulo – SP;

  • ICM Betel Rio de Janeiro – RJ;

  • Vitória – ES;

  • Fortaleza – CE;

  • Pacatuba – CE;

  • Maringá – PR;

  • Divinópolis – MG

Igreja Cristã Contemporânea

  • ICC Rio de Janeiro – Madureira;

  • ICC Rio de Janeiro - Lapa;

  • ICC Campo Grande;

  • Nova Iguaçu- RJ;

  • Niterói – RJ;

  • Duque de Caxias – RJ;

  • Belo Horizonte – MG.

Comunidade Cristã Nova Esperança:

  • CNNE São Paulo – Sede Internacionals/MA

  • CNNE Fortaleza/CE

  • CNNE Guarulhos/SP

  • CNNE Maceio/ AL

  • CNNE Nata/ RN Regional Nordeste

  • CNNE Osasco/ SP

  • CNNE Recife/PE

  • CNNE Rio de Janeiro/ RJ

  • CNNE Santo André/SP

  • CNNE São Luis/MA

A Igreja Comunidade Cidade de Refúgio possui apenas uma sede em São Paulo.

                                                         O que você acha disso?


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Bancada evangélica cria projeto de lei que proibe casamentos gay em igreja evangélicos - 11:29 PM, 10/5/2011

   Após o STF reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo, a bancada evangélica quer incluir na legislação um dispositivo para impedir que igrejas sejam obrigadas a celebrar cerimônias de casamento entre homossexuais. Para integrantes do movimento LGBT, a medida visa a tirar o foco da discussão sobre os direitos civis dos homossexuais.

O presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), diz que a proposta visa a evitar constrangimentos para a religião. Ele afirma que a intenção é evitar a existência de decisão judicial que obrigue a realização de cerimônia. “Seria bom tornar isso explícito para evitar que algum juiz preconceituoso, atendendo a alguma demanda específica, possa dar uma sentença impondo uma ação dessa a alguma igreja.”

Campos afirmou que em Goiânia houve uma decisão liminar obrigando uma igreja evangélica a realizar casamento de pessoas que não seguiam a igreja e isso poderia acontecer também no caso de homossexuais. A frente presidida por Campos conta com 76 deputados e 3 senadores.

“Desespero.” O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), homossexual, diz que a proposta quer desviar o foco da discussão sobre os direitos civis. “Isso é desespero para jogar a opinião pública contra o direito civil. O direito é público, a fé é privada. Nenhum homossexual quer casar em igreja”, reiterou.

Wyllyse defende a aprovação de uma proposta de emenda constitucional para garantir o direito dos homossexuais ao casamento civil. Com isso, ressalta o parlamentar, as pessoas não precisariam mais recorrer à Justiça para ter direitos como de pensão, hereditariedade, tributários, entre outros.

A bancada evangélica quer esperar o detalhe da decisão do STF para saber a sua abrangência. Evangélico, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirma que é preciso ver qual a extensão do reconhecimento feito pelo Supremo para daí entender quais direitos foram estendidos.

Uma das dúvidas é se a adoção de crianças está ou não no âmbito da decisão. “Ainda tem muito oba-oba. Temos de conhecer o detalhe da decisão, é isso que vai nortear a ação do Congresso. Houve a decisão política do Supremo, mas precisa ver a natureza jurídica disso. O julgamento sequer acabou.”

Fonte: Estadão

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“10 inimigos públicos dos gays” - 11:01 PM, 10/5/2011

Uma das mais conhecidas revistas gays do país divulga anualmente uma lista onde acusa  diversas personalidades de serem inimigos públicos do gays. O ranking é criado através da votação de 10 ativistas gays do Brasil. Nesse, assim como na última edição, a maioria dos listados são evangélicos.

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Segundo a lista criada pela revista gay “Lado A“, o ranking consiste nas “10 pessoas que mais se destacaram na mídia por destratar homossexuais e por barrar ações que elevem a igualdade de direitos da comunidade gay, ou ainda, que agiram com homofobia em suas palavras ou ações”. A publicação também afirma que os listados são “responsáveis por disseminar o preconceito, a ignorância, e colaborar para que a violência e discriminação contra a comunidade homossexual se perpetue no país”. São seis evangélicos indicados: pastor Silas Malafaia, senador Magno Malta, deputado federal Eduardo Cunha, vereador Carlos Apolinário, deputado estadual Édino Fonseca e o blogueiro Júlio Severo.

Para a publicação “a quantidade de políticos evangélicos mostra claramente que o entrave dos direitos homossexuais nasce de uma fonte única: o discurso intolerante, muitas vezes apoiado por um livro sagrado para seus seguidores”, afirmou a revista que não quis dizer a palavra Bíblia.

Evangélicos inimigos públicos dos gays

Segundo a “Lado A”, o Pastor Silas Malafaia, que foi eleito o segundo maior inimigo público dos gays no Brasil (mantendo a posição de 2010), possui um discurso que “pode ser identificado em diversos outros homofóbicos, inclusive em criminosos que cometeram assassinato de homossexuais”. Já o Senador Magno Malta, que no ano passado foi eleito o inimigo público dos gays número um, ficou em quinto lugar devido a sua luta contra a PLC 122.

Já o deputado e radialista carioca Eduardo Cunha ficou em sexto lugar devido a seu projeto de lei contra a heterofobia e por ser crítico ao Kit Gay do MEC. A revista ainda afirmou que Eduardo faria parte dos deputados que defendem que “(…) ofender homossexuais é um direito garantido pela liberdade de expressão e de culto, quando usado argumentos religiosos”. O vereador assembleiano Carlos Apolinário entrou na lista em sétimo lugar, entre outras coisas, por ser contra a distribuição de gel lubrificante na Parada Gay e por ter feito um projeto para que o evento seja retirado da av. Paulista, assim como a Marcha para Jesus foi, porém não teve sucesso.

O Pastor Edino Fonseca, deputado estadual pelo Rio de Janeiro, ficou em nono lugar entre os inimigos públicos dos gays por ter criado um projeto de lei, não aprovado, que visava auxiliar homossexuais que quisessem se tornar heterossexuais. Já Julio Severo, blogueiro evangélico e ativista pró-família, caiu cinco posições e foi listado em décimo lugar no ranking devido a suas idéias, publicações e crenças.

Em comparação com o ranking de 2010, deixaram de estar na lista os políticos ligados a Igreja Universal Walter Brito Neto e Marcelo Crivella, o Bispo Robson Rodovalho da Igreja Sara Nossa Terra e a psicóloga Rosângela Justino.

Ranking completo de maiores inimigos públicos dos gays 2011

  1. Deputado Jair Bolsonaro

  2. Pastor Silas Malafaia

  3. Jonathan Laudo Rodrigues – jovem que agrediu homossexuais em São Paulo

  4. Ministro Nelson Jobim

  5. Senador Magno Malta

  6. Deputado Federal Eduardo Cunha

  7. Vereador Carlos Apolinário

  8. Governador Beto Richa

  9. Deputado Edino Fonseca

  10. Blogueiro Júlio Severo

  11.  

 

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Deputado gay Jean Wyllys afirma que recebeu ameaças de cristãos - 07:21 PM, 23/3/2011

O deputado federal Jean Wyllys (Psol – BA) sofreu três ameaças de morte nesta sexta-feira (18) pelo Twitter. Professor e ex-participante do Big Brother Brasil, ele atribui os ataques a fanáticos religiosos que se opõem a ele por defender no Congresso a aprovação da união civil homossexual. Wyllys também e é a favor da distribuição de material didático anti-homofobia (chamado pejorativamente de “kit gay”) nas escolas.

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Uma das mensagens direcionadas ao deputado nesta tarde dizia: “é por ofender a bondade de Deus que você deve morrer”, conta Wyllys. A segunda ameaçava: “cuidado ao sair de casa, você pode não voltar”. E, por fim, outro recado na rede social afirmava que “a morte chega, você não tarda por esperar”. O baiano respondeu avisando que denunciaria os casos a delegacia de crimes virtuais.

Esta não é a primeira vez que o parlamentar – assumidamente homossexual – se envolve em polêmicas na internet. Ele já entregou a seu advogado material que conseguiu guardar de dois perfis do Twitter que defendiam o assassinato de gays. Um dos internautas defendia ideias neonazistas, relata. Outro misturava ataques com pregações evangélicas.

“São fanáticos, são pessoas doentes”, afirma. “Não posso minimizar a responsabilidade dos pastores evangélicos nisso, porque eles conduzem as pessoas demonizando minorias”.

Wyllys é favorável ao PLC 122, projeto de lei desarquivado pela senadora Marta Suplicy (PT – SP), que trata da união homoafetiva. Ele afirma que também foi alvo de críticas por conta de discursar a favor do polêmico “kit gay”. Esse foi o “apelido” dado pelo deputado evangélico Jair Bolsonaro (PP – RJ) a cartilhas e vídeos sobre preconceito e bulliyng que o Ministério da Educação quer distribuir em escolas públicas.

Exposição

Quando primeiro se envolveu com ofensas a homossexuais na internet ainda este ano, o deputado conta que não havia sido atacado diretamente. Ele nega, porém, que a atitude de levar os dois primeiros casos à polícia tenha provocado retaliações. “Só reagi porque estavam incitando a morte de homossexuais”. Wyllys acredita que tenha se tornado alvo fácil também pela status de “celebridade” conquistado com a participação no reality show da TV

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