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Hamilton Ribeiro Júnior

5. SOMOS TODOS OPERÁRIOS DA CIDADANIA

03:29 PM, 17/11/2011

 
* Profº Msc. Hamilton Ribeiro Junior
 
São 04h30min da manhã, do dia 03 de dezembro de 2008. Despertei-me do sono, e comecei a imaginar, o que poderia ilustrar exatamente a realidade da segurança pública no Brasil? Para ser refletido em sala de aula com alunos de segurança pública. Essa estória exemplifica o cenário que vem se descortinando, a cada dia, em nossa sociedade relacionada à área da segurança pública.
            “Um certo dia, um grupo de operários de uma grande indústria, se preparavam para seguir viagem até ao parque industrial de sua empresa. Ao chegar uma caçamba, os operários subiram na carroceria metálica, e foram se sentando no assoalho. O operário cidadão ao entrar, percebeu que haviam vários furos no assoalho da carroceria, e logo comentou com o motorista, dizendo: - É preciso que esse carro passe por uma reforma, para que a ferrugem não o corroa.
Quando todos operários estavam assentados em seus devidos lugares, o motorista daquele veículo deu a partida no carro, e seguiu a sua rotineira jornada de trabalho na condução dos operários. Após 3 h e 30 minutos de tempo pela estrada percorrida. O motorista num simples ato de ultrapassagem de um animal, que atravessava o autopista, por uma imprudência no trânsito, resolveu passar para o lado da contramão da estrada; não planejando a ultrapassagem considerando a eventualidade do surgimento de um outro veiculo na contramão. O motorista distraído na sua manobra foi subitamente surpreendido com o aparecimento de uma carreta carregada de lixo industrial, trazidos da indústria para onde se dirigiam, para serem jogados no aterro sanitário da cidade vizinha.
Devido à imprudência do condutor do veículo dos operários, pelo seu desvio inconsistente e intolerável, precipitou o acidente entre os dois carros, tanto o que levava os operários quanto o que trazia o lixo industrial. O forte impacto acidental levou imediatamente a morte dos motoristas dos dois veículos. Os operários que estavam na carroceria da caçamba foram surpreendidos e aterrorizados com o acidente, ficando totalmente soterrados pelo lixo industrial do outro veiculo colidido.                  
 A situação ocorreu de forma inusitada e inevitável, dentro das condições pré-existentes, fruto da infração da lei de trânsito por parte do condutor do veículo.
Os únicos sobreviventes ao acidente eram os operários soterrados. Porém, a sua sobrevivência estava condicionada a sua atitude pró-ativa, pois no lugar desértico, onde ocorreu o acidente, não havia um trânsito freqüente de veículos, somente os veículos de serviço do parque industrial, que no caso eram os dois veículos, ficando então a mercê dos próprios operários a iniciativa de salvar-se do iminente risco de morte por asfixia.
            A maioria dos operários esperava que a ajuda humanitária chegasse logo que os gerentes da indústria percebessem o atraso considerável. No entanto, essa espera de 30 minutos de inércia dos operários foi o suficiente para desfalecerem e morrerem.
            Alguns operários no desespero de sair daquela situação caótica e ameaçadora de morte súbita, começaram a gritar e tentar, com a força que lhes restava, escavar o lixo para chegar até a superfície, onde hipoteticamente encontrariam a solução do seu problema, e o ar voltaria a saciar o seu sistema respiratório. Porém, todo esforço destes, sucumbiu, levando-os a óbito, após alguns minutos de sua escalada aventura de sobrevivência.
            O operário cidadão ao ser confrontado pela eventualidade inóspita, logo planejou sua estratégia de ação de salvamento. As ações estratégicas seguiram os seguintes procedimentos: ele procurou localizar no assoalho da carroceria da caçamba um dos furos, ou seja, uma das brechas corroídas pela ferrugem. E, ao encontrar um dos furos através do movimento de sua perna direita, o ar passou a circular no micro canal de circulação, criado pelo movimento da perna, garantindo sua sobrevida até a chegada do socorro dos bombeiros. Porém, essa era a sua única alternativa imposta pela circunstância. No entanto, o operário cidadão, cobrado pela sua consciência, passou a movimentar os braços na direção dos seus companheiros de viagem. Após ele conseguir esticar toda a extensão de seu braço, pôde tocar na mão do primeiro operário, que por sua vez, só foi possível, pela sua iniciativa de encontrar ajuda no operário cidadão, esticando também os seus braços. Desta forma, criou-se um canal de circulação do ar, onde ambos garantiram sobrevida.
Experiência que lhes remeteram a repetir o procedimento com outros companheiros de viagem, tendo como resultado final o quantitativo de mais 5 operários salvos, fruto da ação participativa e altruísta de cada operário.
            Os sobreviventes desta tragédia na estrada da vida, foram apenas aqueles que foram capazes de planejar, um salvamento a partir de sua realidade, tomaram a iniciativa de se integrar aos outros companheiros de viagem, formando uma rede condutora de ar.”
           
Agora, são 06h15min da manhã, encerro esta estória, para refletir com você sobre a nossa História de Segurança Pública, tirando lições preciosas para garantir sobrevida nessa caçamba social que todos somos companheiros de viagem e operários da cidadania.
 
 
Curso de Formação de Docente do Instituto de Ensino de Segurança do Pará - IESP.

1. CRISE ECONÔMICA MUNDIAL: Premissas e Princípios Solucionadores

08:23 PM, 11/11/2011

CONSIDERAÇÕES ELEMENTARES
Consciência social Global
Inteligência Social
Amor ao Próximo
PERDÃO ECONÔMICO INTERNACIONAL
Perdão das dívidas pelo FMI e Banco Mundial das nações endividadas, com pagamento de “pena social“ ao Planeta e a Humanidade com a finalidade de gerar equilíbrio e eqüidade social.
PACTO DA ECONOMIA SOLIDÁRIA
Estabelecimento de teto de gastos supérfluos, desnecessários ou irrelevantes socialmente, às nações que receberão o perdão das dívidas, chamado Pacto da Economia Solidária. No caso de inobservância, o responsável legal da nação perderá o seu mandato governamental, sendo aplicado a qualquer sistema de governo.
Todas as nações que resistir ao Pacto e as medidas de estabilidade da economia mundial terão o direito de viver com sua economia sem qualquer retaliação econômica ou social, no entanto, não poderá desfrutar dos bônus da economia solidária, haja vista, que as medidas necessitarão de planejamento e consenso das Nações envolvidas.
Criação do Direito Econômico Internacional.
Consórcio Econômico Mundial
As nações que participarem do Consórcio Econômico Mundial terão voz e voto de igual valor. Sendo proibida a criação de mecanismo ou organização, que tenha o poder de controlar e ditar as ordens nos planos econômicos dos países. Cabendo aos representantes das nações respeitarem os pactos e acordos deliberados, sempre resguardando o princípio de soberania de cada nação.
PRIORIDADE DO INVESTIMENTO DAS NAÇÕES
Priorizar os investimentos para o Desenvolvimento e a Sustentabilidade do Planeta.
UNIÃO COM INDIVIDUALIDADE E LIBERDADE
União de forças e colaborações das Nações sem perder a individualidade.
Não será criado nenhum sistema unificador que pretenda universalizar a economia das Nações através de um mecanismo manipulativo e/ou opressivo;
DESPESAS DE GUERRA
Reduzir investimento em material bélico. Nenhum governante poderá gastar mais nas Guerras do que em cultura de Paz.
Criação de Cartório de Paz para tratar dos conflitos e guerras econômicas que frutos da intolerância e tirania econômica.
TETO PARA RIQUEZA INDIVIDUAL
Estabelecimento de teto máximo de riqueza que o indivíduo pode reunir em seu domínio. Garantindo, assim, uma maior distribuição das riquezas de uma pequena oligarquia mundial para a maioria da população.
EQUILÍBRIO SOCIAL: SUPER POPULAÇÃO
Programas de Prevenção contra a Natalidade precoce ou irresponsável.
GERAÇÃO DE EMPREGO
Criação de emprego solidário.
Reforma da Legislação trabalhista.
ENDIVIDAMENTO OU ROUBO DOS RECURSOS PÚBLICOS
Corrupção e crimes de improbidade administrativa, devolução dos bens aos cofres públicos e a pena máxima da justiça do país.
NACIONALIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO E DA RIQUEZA NACIONAL
Todas as empresas e projetos que fazem a extração das riquezas nacionais da nação devem ter como acionistas majoritários, ou o Estado, ou os cidadãos daquele país.
O lucro de exportação deverá ser transformado em benefícios sociais que garantam efetivamente a melhoria da qualidade de vida da população do entorno social. Será feita uma auditoria criada através de sorteio entre os cidadãos, sem a mínima condição de haver suborno ou manipulação no relatório dos mesmos.  
EMIGRAÇÃO SOLIDÁRIA POR COTA PLANEJADA ATRAVÉS DE PROJETOS DE RELEVÂNCIA SOCIAL APROVADOS PELOS CONSULADOS
A ocupação de novos espaços territoriais para formação de comunidades produtivas que geram divisas para a nova nação, como pátria solidária, será uma estratégia de emigração para equilibrar e maximizar as economias das nações hospedeiras com validação social pelo Estado.
 
 
 
“Para se resolver a crise econômica mundial, precisamos de:
Consciência Social Global, Inteligência Social e Amor ao Próximo
 
Ensaio Sócio-econômico do Teólogo Social Hamilton Ribeiro Júnior
 Palestrante no FÓRUM SOCIAL MUNDIAL
 

2. A DECADÊNCIA DAS PRINCIPAIS INSTITUIÇÕES SOCIAIS TEM GARANTIDO A PERPETUIDADE DA VIOLÊNCIA NO BRASIL

05:08 PM, 10/11/2011

 

 
A cidade tem sido o grande fenômeno do mundo moderno. E, devido a grande concentração populacional nas cidades, vem surgindo de forma acelerada grandes metrópoles e as chamadas Megalópoles. Dentre elas, destacam-se S. Paulo, Rio de Janeiro, Tóquio, Londres, N. Iorque, etc.
 
No Estado do Pará a Estatística da violência vem crescendo assustadoramente, e vem preocupando a sociedade paraense, que vive temerária e aterrorizada com tantas barbáries, com requintes de crueldade. A população clama por mais segurança, políticas que efetivamente garantam segurança pública a toda sociedade. Apesar de surgirem várias soluções na tentativa de solucionar a problemática da violência nas esferas do poder público, nenhuma até agora obteve pleno êxito. O Estado vem demonstrando assim, certa incapacidadepara atender todas as demandas desse complexo fenômeno da violência.
 
É preciso refletir seriamente, quais são os verdadeiros agentes causadores da
violência? E, em seguida, estabelecer os procedimentos inibidores destas práticas nocivas à sociedade em geral.
 
Têm surgido várias facetas ou modalidades de violência na sociedade, como aquelas que se fazem contra: a mulher, a criança, ao idoso, entre outras. No ranking de violência elaborado pela empresa inglesa Control Risks, que em uma escala de 1 a 7, classificou as cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo como nível 5 (crimes violentos acontecem em toda cidade, a qualquer hora e muitas áreas são extremamente perigosas e devem ser evitadas.)1. Existindo inclusive territórios delimitados que são denominados como “linha vermelha”.
 
Verifica-se que o Estado, enquanto poder público responsável pela gestão da segurança, vem se sentindo incapacitado de administrar o sistema de segurança pública. Em termos práticos, não tem conseguido garantir segurança plena da população e nem tem desenvolvido uma ação sócio-educativa da população carcerária, capaz de integrá-la a sociedade. A manutenção deste sistema penitenciário falido, têm transformado as penitenciárias no Brasil em verdadeiras “Universidades da Bandidagem” e “Quartel General do Crime Organizado”; e que por outro lado, a sociedade tem se tornado refém da violência, devido está sendo complacente e parceira da permanência deste sistema político deteriorado e deteriorador.
 
Os atos mais violentos em nossa sociedade, não são aqueles noticiados diariamente através da imprensa; e sim, o da negligência das decisões nos “gabinetes do poder público”, o da não revisão de suas bases sistêmicas, o da não significação de suas práxis. Levando a maioria da sociedade, a viver: sob tensão, medo, terror, pânico, insegurança. Tornando a sociedade vítima de atos criminosos hediondos, incentivados na maioria dos casos pela impunidade e as limitações quando da impotência do sistema judicial, devido a grande demanda processual jurídica oriunda das “agências de triagem da violência”, como delegacias especializadas e juizados especiais, caindo, por conseguinte, na morosidade burocrática e na tentação do suborno jurídico.
 
A maior violência é essa experiência política, da violência cometida contra a totalidade da sociedade, que traz a memória a pertinente reflexão de Platão, “Como ser justo e sábio nacidade entregue à violência dos interesses e das paixões?”. A solução não pode consistir em abandonar a cidade e fugir para o deserto. O ser humano é político, zoom politikón, e só na cidade pode realizar-se plenamente. Excluída a hipótese de fuga, resta a outra, a da reforma da cidade, a fim de que, na cidade reformada, de acordo com a razão, o filósofo possa viver, procurando a verdade, a justiça e a sabedoria. Compreende-se, assim, que a obra principal de Platão, “A República”, seja uma obra política, um projeto de reforma da cidade. Aqui encontramos um indicador filosófico de Platão que pode nos ajudar em nossa reforma dacidade, que é a reconstituição da história da humanidade, analisando, inclusive, as causas da grandeza e da decadência da cidade. Nos limites da Nação, o poder político é a instância máxima, que determina, articula e unifica as esferas da sociedade civil e as diversas formas em que se manifesta a vida racional. Por essa razão, o sujeito, ou o protagonista, do processo histórico tem sido o poder político, no qual se resumem todos os demais poderes.
 
A violência, segundo Eliene Percília “É um comportamento agressivo e transgressor derivado do convívio urbano, é determinada por valores sociais, culturais, econômicos, políticos e morais de uma sociedade”. Logo, é evidente que estes valores determinantes sãogerados, ou seja, gestados por quatros principais protagonistas na construção de sua cosmovisão antropológico-filosófico-teológico-social, a saber: a Família, a Escola e a Igreja e o Estado.
 
Portanto, a partir dessa premissa filosófica, ao se ter analisado toda nossa cosmovisão social, podemos concluir que somente com a reforma das instituições e re-significação dos modos operacionais de sua existência, é que poderemos paralisar o ciclo produtivo da violência. Enquanto, a família, a escola, a igreja e o Estado não forem “resignificados”, nossas comunidades diariamente serão: o palco e o gestor da violência em nossa sociedade. Estas principais instituições sociais são fundamentalmente as fábricas, ou seja, as indústrias da violência.
 
É, portanto, devido a essa decadência das principais instituições sociais, que tem garantido a perpetuidade da Violência em nossa sociedade. É essa a única garantia da permanência da Violência.
 
A decadência de uma Instituição, ao não cumprir eficazmente a sua missão, é a declaração tácita da urgência de uma reforma filosófica e estrutural de sua organização. E, portanto é o único caminho para se encontrar sentido em sua permanência.
 
Parafraseando, “Se uma organização não cumpre com sua finalidade institucional, ela não tem razão de existir”.
 
Assim sendo, a solução da violência deve perpassar pelas reformas das estruturas sociais.

 Msc. Teólogo Hamilton Ribeiro  Júnior

Palestrante Fórum Mundial de Teologia                                   

1. Folha de São Paulo, 1º de Dezembro de 2000.


 

3. MANIFESTO CRISTÃO

09:39 PM, 8/11/2011

 

Quem cala, consente!

Não podemos ficar calado, com tanta afronta ao cristianismo, como: injustiça social; impunidade; corrupção; improbidade administrativa; ineficiência do serviço público; propagandas midiáticas de uma cultura hedonista e alienante; crianças vítimas de violência, abusos e maus tratos; a juventude sendo destruída pelas drogas e prostituição; adultos sendo desrespeitados e excluídos; idosos sendo descartados e subutilizados; a maioria da população sendo tratada como massa de manobra pela maioria dos políticos; falta de postura ética e de compromisso dos políticos com a ordem e o progresso da nação brasileira; milhares de famílias se tornando incubadoras da delinqüência e da desordem social; as riquezas de nação sendo trocadas por um prato de assistencialismo paliativo.        

Será que nós, cristãos brasileiros, não estamos percebendo o que está acontecendo, com o Brasil?

Temos que repudiar toda e qualquer ação que tenha a intenção de subtrair os direitos constitucionais e os direitos humanos do povo brasileiro.

A Voz Profética da Igreja precisa ser ouvida por todos!

Devemos manifestar nossa indignação com a injustiça social e com o pecado.

Que realidade, você acha, que está sendo construída para ser

vivenciada por nossos filhos e netos?

Onde estão os nossos direitos de cidadania plena?  

Cadê o progresso da maioria dos brasileiros?

Que garantia de segurança sua família possui?

Quem está recebendo educação integral de qualidade?

Quem está recebendo atendimento de saúde pública satisfatoriamente?

Qual o profissional que está sendo valorizado, com um salário digno, no contexto da realidade econômica brasileira?

Quem está tendo direito à moradia?

Quem está tendo acesso ao ensino superior no Brasil?

O que Estado está fazendo com a nossa vocação profissional?

O que estão fazendo com a Amazônia brasileira?

Vamos deixar que o grito do Ipiranga de “independência ou morte” se transforme em utopia.

Onde estão os cientistas brasileiros?

Vamos continuar permitindo que a maioria dos programas na televisão brasileira esteja escamoteando a realidade e conduzindo o nosso povo a completa alienação?

Vamos continuar permitindo que a maioria dos partidos políticos no Brasil sejam feudos políticos?

Até quando, vamos deixar que o sistema carcerário no Brasil seja hotel e universidade da bandidagem, mantendo um baixo índice de recuperação e reintegração social?

 

Não podemos nos eximir da responsabilidade social cristã, justificando apenas em razão dos inevitáveis fatos escatológicos, que certamente ocorrerão na história da humanidade, conforme as profecias bíblicas. Porém, isso não nos isenta da nossa atuação como agentes de transformação social. 

 

Temos vários motivos para agirmos, em nossa pátria, em favor da nação e do Reino de Cristo, veja:

“O interesse de Deus pela justiça em toda a terra não é diminuído pela cruz, pela ressurreição e pela inauguração da nova era. Os cristãos continuam a viver no mundo embora sejam cidadãos dos céus (Fp.1.27). Como membros constituintes da sociedade e de estado político, eles devem exercer seus direitos  e responsabilidades de modo a aperfeiçoar ambos. Farão bem em proclamar a mais ampla e enfaticamente que possam que “a justiça exalta as nações, mas o pecado é opróbrio dos povos (Pv.14.34)”  Russel P. Shedd. “Justiça Social e a Interpretação da Bíblia”.

“Quando os justos lideram, o povo se alegra; quando os ímpios governam, o povo geme” Provérbios 29.2

O projeto de Deus é a restauração da nossa plena humanidade, o que implica em condições sociais adequadas.

A Bíblia fala de um Deus que toma a iniciativa, que busca a humanidade com amor e compaixão, que quer dá vida e singularidade a sua criação. Isso foi ilustrado de maneira extraordinária por Jesus, quando, em seu ministério terreno, manifestou o interesse de Deus por todos os tipos de pessoas e pela pessoa integral.

A REFORMA PROTESTANTE libertou o cristianismo da religião dogmática, as artes da cultura popular mundanizada, a filosofia cristã do pensamento medieval dogmático e a política do sistema social opressor.

O mandato social do cristão está claramente estabelecido na narrativa da criação. As relações sociais no Éden são marcadas por solidariedade, fazendo da convivência humana uma verdadeira comunidade sagrada, onde os valores humanos eram limitados pelo amor ao Criador e as criaturas. Onde a razão de viver chegava a plenitude da vida humana na comunhão divina do eterno Deus e na satisfação de uma vida plena de satisfação.

A vida eterna já começou, aqui e agora, em contraposição às forças e as formas desumanizantes que tentam destruir a vida completa que Cristo nos oferece

Não podemos esquecer a influência exercida na formação de alguns países por uma sadia teologia e ética reformada. Como exemplo, temos: Suíça, Escócia e outros.

 

Há três posições com respeito ao envolvimento dos cristãos na política:

1.Acomodação

2.Separação

3.Transformação

 

Jesus Cristo disse que somos: “O SAL da Terra e a LUZ do Mundo”

 

Qual a Missão Política da Igreja?

1.         Orar pelas autoridades

2.         Advertir as autoridades

3.         Tornar a defesa dos pobres e dos fracos contra os ricos e poderosos

4.         Recorrer à autoridade política na aplicação das sanções disciplinares

5.         Influenciar o Estado com a presença dos cristãos

André Biéler. “O Pensamento Econômico e Social de Calvino”.

 

A nação está decadente muita mais por causa da omissão da Igreja, do que, pela força dos opressores. Temos a nosso favor Deus e o nosso Direito Constitucional, portanto, façamos jus ao Cristianismo de Jesus Cristo, impedindo que o sistema opressor faça do nosso Brasil uma Babilônia Ocidental.

 

O Brasil clama por:

Igualdade de oportunidades, Justiça, Cidadania,

Moralização, Liberdade e Paz.

 

Jesus Cristo é a Solução e

o Cristão é agente de transformação!

4. MENSAGEM DO TEÓLOGO SOCIAL HAMILTON RIBEIRO JÚNIOR ENVIADA À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF SOBRE REUNIÃO DO G20

09:25 PM, 8/11/2011

Exmª Presidenta Srª. Dilma Rousseff, tua biografia revela tua luta contra a Ditadura Militar no Brasil. Lembre-se do apoio do FMI e do Banco Mundial às ditaduras militares em todo o mundo, conforme a crítica internacional. Na reunião do G-20, precisas lutar contra a Tirania Mundial. Não repitas a demagogia do grito do Ipiranga “Independência ou Morte”, pois, o que houve para os brasileiros foi a “Morte da Independência” tornando-se colônia econômica da oligarquia mundial.

 

O Brasil precisa de líderes que defendam a sua independência da ditadura econômica, imposta pela tirania globalizada, que mantém as nações refém do colapso financeiro desencadeado pelos planos econômicos.

 

O Brasil não precisa se submeter a esse sistema desumanizante.

 

Presidenta Dilma, o Brasil, dos brasileiros, precisa de “Independência e Dignidade”. Queremos Ordem para o Brasil e Progresso para os brasileiros. Nossas riquezas são suficientes para vivermos com dignidade e eqüidade, se não houver corrupção e politicagem.

 

A dignidade dos brasileiros não é moeda de troca. Não queremos um país, apenas, rico nos relatórios do Banco Central e miserável no Banco Social.

 

Por amor aos brasileiros, lute pelo bem de nosso povo.

 

Salmo 37:12-17 diz: "Trama o ímpio contra o justo e contra ele ringe os dentes. Rir_se_á dele o Senhor, pois vê estar_se aproximando o seu dia. Os ímpios arrancam da espada e distendem o arco para abater o pobre e necessitado, para matar os que trilham o reto caminho. A sua espada, porém, lhes traspassará o próprio coração, e os seus arcos serão despedaçados. Mais vale o pouco do justo que a abundância de muitos ímpios. Pois os braços dos ímpios serão quebrados, mas os justos, o Senhor os sustém."

 

                                                                    

Hamilton Ribeiro Júnior

Teólogo Social brasileiro