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HISTÓRIA SEM LIMITES

• 16/5/2012 - 1ª GUERRA - REVOLUÇÕES - REPÚBLICA BRASILEIRA

1ª GUERRA MUNDIAL

ARMAS

http://www.educacional.com.br/reportagens/armas/quimicas.asp

AS TRINCHEIRAS

Antes que a Primeira Guerra Mundial acontecesse, as várias nações envolvidas neste conflito se preparavam com uma opulenta tecnologia militar. Dessa forma, quando a “Grande Guerra” eclodiu, em 1914, o tempo de movimentação das tropas durou muito pouco tempo. Estava claro que ambos os lados eram belicamente poderosos e que o menor avanço territorial só aconteceria ao custo de milhares de vidas.

Dessa forma, os soldados de ambos os lados passaram a cavar trincheiras de onde tentavam, ao mesmo tempo, se proteger e atacar. Geralmente, uma trincheira era aberta pela tropa e contava com cerca de 2,30 metros de profundidade, por dois metros de largura. No ponto mais alto, eram colocados sacos de areia e arames farpados que protegeriam os soldados das balas e dos estilhaços das bombas. Além disso, um degrau interno chamado “fire step” permitia a observação dos inimigos.
Para que as tropas inimigas não conseguissem conquistar uma trincheira em um único ataque, os soldados tinham o cuidado de não construí-las em linha reta. Trincheiras auxiliares e perpendiculares também eram construídas para que o tempo de reação a um ataque fosse ampliado. Apesar da proteção, uma bomba certeira ou uma rajada de tiros oportuna poderia deixar vários soldados feridos. As mortes repentinas e os ataques inesperados eram constantes.
Além do poder das armas, a própria trincheira era outra inimiga para os soldados que se amotinavam naquele espaço insalubre. Os mortos que se acumulavam nas trincheiras eram um grande chamariz para os ratos que se alimentavam da carne pútrida dos corpos. Entre as doenças usualmente contraídas nas trincheiras se destacavam a “febre de trincheira”, reconhecida por fortes dores no corpo e febre alta; e o “pé de trincheira”, uma espécie de micose que poderia resultar em gangrena e amputação.

Entre duas trincheiras inimigas ficava a chamada “terra de ninguém”, onde arame farpado e corpos em decomposição eram bastante recorrentes. A presença naquele território era bastante arriscada e só acontecia pelo uso de frentes muito bem armadas. Geralmente, um soldado assumia várias funções no campo de batalha, tendo suas forças utilizadas para o combate, a manutenção das tropas, o apoio reserva e nos terríveis dias que passavam na própria trincheira.
Mais que uma simples estratégia militar, as trincheiras representavam intensamente os horrores vividos ao longo da Primeira Guerra Mundial. Submetidos a condições de vidas extremas, milhares de soldados morreram em prol de um conflito em que a competição imperialista era sua razão maior. Pela primeira vez, a capacidade dos homens matarem atingiu patamares que abalavam aquela imagem de razão e prosperidade que justificava o capitalismo monopolista 

Datei:Trincheiras La Lys.jpg

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REVOLUÇÃO RUSSA

OS ROMANOV

Em menos de um ano a dinastia Romanov, que governava há três séculos o Império Russo, foi posta abaixo e seus os derradeiros herdeiros fuzilados por um comando revolucionário. De março de 1917 a julho de 1918, todo o fantástico poder que Nicolau II (foto) possuía esboroou-se, desabando como se fora um castelo de cartas. O czar e sua família, aprisionados na cidade de Ekaterinburg, foram então sumariamente executados por ordem de Lenin.

"Assim o quero, logo assim deve ser! Esta fórmula manifestava-se em todos os atos daquele débil soberano que fez, unicamente por fraqueza, tudo o que caracterizou seu reinado: o derramamento constante de sangue mais ou menos inocente e, na maioria das vezes, absolutamente desnecessário."
 
 
LENIN - O TERROR

 

A formação da URSS

Após a revolução, foi implantada a URSS ( União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Seguiu-se um período de grande crescimento econômico, principalmente após a NEP ( Nova Política Econômica ).

A URSS tornou-se uma grande potência econômica e militar. Mais tarde rivalizaria com os Estados Unidos na chamada Guerra Fria. Porém, após a revolução a situação da população geral e dos trabalhadores pouco mudou no que diz respeito à democracia.

O Partido Comunista reprimia qualquer manifestação considerada contrária aos princípios socialistas. A falta de democracia imperava na URSS.

No final de 1922, foi formada a URSS (15 paises) que dourou aproximadamente uma decada (1917 a 1928).

Fundamentos do Socialismo

Fase transição entre a sociedade capitalista e a comunista Comunismo fase final e ideal, verdadeiro potencial individual e social Propriedade privada seria abolida e o estado controlado pelos trabalhadores, estado é para acabar com os vestígios do capitalismo Falhas o estado se tornou extremamente forte e proletariado não assumiu o poder; controle ideológico; mentiras de poder, culto a personalidades, censura à produção cultural e intelectual; perseguição política e execução aos opositores.

Final de 1928 – sistema socialista – planificação da economia – Gosplan (comissão do Plano Geral do Estado):

Estatizou meios de produção- cooperativas agrícolas (kolkozes) e fazendas estatais (sovkhozes), controlados pelo estado – metas a serem alcançadas e o tipo de produção, distribuição comercialização, investimentos.

Melhorou industria de base – extração e transformação de minérios, produção de maquinas e equipamentos industriais e a exploração de recursos energéticos.

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 BRASIL REPÚBLICA

 

REPÚBLICA VELHA

 

República da Espada

  Por Emerson Santiago

Foi denominado pela historiografia brasileira como “República da Espada” o período de 1889 a 1894 onde, o regime republicano, recém instalado no país, teve como presidentes dois militares: Marechal Deodoro da Fonseca e MarechalFloriano Peixoto

Um pequeno grupo de militares, insatisfeitos com a ação imperial, organizou um golpe que não foi prontamente identificado como tal. Muitos acreditavam que se tratava de uma parada militar. Assim, sem oferecer nenhuma resistência, Dom Pedro II  saiu do poder pelas mãos de um golpe discreto e inesperado. O alagoano Deodoro da Fonseca, apesar de sua grande amizade com o monarca deposto, acabou por liderar o movimento que instituiu a república em nosso país, a 15 de novembro de 1889. De líder da revolta republicana, Deodoro foi alçado à presidência do chamado Governo Provisório, que comandaria o país até que se realizassem eleições (diretas), a elaboração de uma nova Constituição e até mesmo uma consulta popular sobre qual regime o povo considera o melhor para o Brasil: República ou Monarquia (que, aliás acabou por ocorrer somente 104 anos após a proclamação da República).

Assim, nova Constituição  é promulgada em 1891, e apesar de seus dispositivos deixarem bem claro que as eleições presidenciais seriam diretas, ou seja, com a participação popular, em meio às disposições transitórias estava prevista a exceção de que o primeiro pleito se daria em forma indireta, ou seja, por escolha dos componentes do Congresso Nacional. Desta primeira eleição, saíram vitoriosos Deodoro da Fonseca como presidente eleito, e Floriano Peixoto como vice-presidente. Apesar disso, Deodoro havia acumulado forte tensão política desde sua administração no governo provisório, que aumentou com sua oficialização no cargo. A 3 de novembro de 1891, Deodoro fecha o Congresso e inicia um governo ditatorial. A crise econômica havia abalado a popularidade do presidente, e o Congresso tentou aprovar uma “Lei de Responsabilidade”, diminuindo seus poderes. Dias depois, ocorre a Revolta da Armada, que força Deodoro a renunciar, ameaçando bombardear o Rio de Janeiro. Deodoro cede, e entrega o poder ao vice, Floriano Peixoto, que assume a 23 de novembro de 1891.

No poder, Floriano iria ganhar a alcunha de “Marechal de Ferro”, pela dureza com que abafou a Revolta Federalista no Rio Grande do Sul e a Segunda Revolta da Armada. Seu governo terminaria de um modo mais bem sucedido que o de seu antecessor. Mas, o período da “República da Espada” já se encontrava no fim. A sua oposição, que estava entre as novas figuras de nossa elite econômica, desejava ampliar seus poderes através de um regime que concedesse maior autonomia às esferas regionais. Dessa forma, a República deixava a imagem de uma ideologia (positivista, no caso) para se transformar em simples instrumento de obtenção do poder.

A República da Espada significou um período de transição, onde o poder político fora preparado para as oligarquias. A partir desse momento, as novas figuras da elite nacional assumiram um regime que só se demonstrava liberal no campo das teorias. Na prática, a violência e a exclusão contra as camadas populares perpetuaram uma série de vícios e desmandos encontrados ainda hoje.

   

 

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CONSTITUIÇÃO DO BRASIL 1891

 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao91.htm

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OS PRESIDENTES

Clique aqui e confira todos os presidentes do Brasil desde 1889 até os nossos dias ! ! !

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O ENCILHAMENTO

O “encilhamento”. Na corrida de cavalos, a iminência da largada era indicada pelo seu encalhamento, isto é, pelo momento em que se apertavam com as cilhas (tiras de couro) as selas dos cavalos. É o instante em que as tensões transparecem no nervosismo das apostas. Por analogia, chamou-se "encilhamento" à poli­tica de emissão de dinheiro em grande quantidade que redundou numa desenfreada especulação na Bolsa de Valores.

Para compreender por que o Governo Provisório decidiu emitir tanto papel-moeda, é preciso recordar que, durante a escravidão, os fazendeiros se encarregavam de fazer as com­pras para si e para seus escravos e agregados. E o mercado de consumo estava praticamente limitado a essas compras, de modo que o dinheiro era utilizado quase exclusivamente pelas pessoas ricas. Por essa razão, as emissões de moeda eram irregulares: emitia-se conforme a necessidade e sem muito critério.

A situação mudou com a abolição da escravatura e a grande imigração. Com o trabalho livre e assalariado, o dinheiro passou a ser utilizado por todos, ampliando o mercado de consumo.

Para atender à nova necessidade, o Governo Provisório adotou uma política emissionista em 17 de janeiro de 1890. O ministro da Fazenda, Rui Barbosa, dividiu o Brasil em quatro regiões, autorizando em cada uma delas um banco emissor. As quatro regiões autorizadas eram: Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul. O objetivo da medida era o de cobrir as necessidades de pagamento dos assalariados - que aumentaram desde a abolição - e, além disso, expandir o crédito a fim de estimular a criação de novas empresas.

Todavia, a desenfreada política emissionista acarretou uma inflação* incontrolável, pois os "papéis pintados" não tinham como lastro outra coisa que não a garantia do governo. Por isso, o resultado foi muito diverso do espera­do: em vez de estimular a economia a crescer, desencadeou uma onda especulativa. Os especuladores criaram projetos mirabolantes e irrealizáveis e, em seguida, lançaram as suas ações na Bolsa de Valores, onde eram vendidas a alto preço. Desse modo, algumas pessoas fizeram fortunas da noite para o dia, enquanto seus projetos permaneciam apenas no papel.

Em 1891, depois de um ano de orgia especulativa, Rui Barbosa se deu conta do cará­ter irreal de sua medida e tentou remediá-la, buscando unificar as emissões no Banco da República dos Estados Unidos do Brasil. Mas a demissão coletiva do ministério naquele mesmo ano frustrou a sua tentativa.

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RESUMO

A República da Espada ( 1889 a 1894 )

 

 

Em 15 de novembro de 1889, aconteceu a Proclamaçãda República, liderada pelMarechal Deodorda Fonseca. Nos cincanos iniciais, o Brasil foi governadpor militares. Deodorda Fonseca, tornou-se Chefe dGovernProvisório. Em 1891, renunciou e quem assumiu foi o vice-presidente : FlorianPeixoto. O militar Floriano, em seu governo, intensificou a repressãaos que ainda davam apoià monarquia.

 

 

 

A Constituição de 1891 ( Primeira ConstituiçãRepublicana )

 

Após o inícida República havia a necessidade da elaboraçãde uma nova Constituição, pois a antiga ainda seguia os ideais da monarquia. A constituição de 1891, garantiu alguns avanços políticos, embora apresentasse algumas limitações, pois representava os interesses das elites agrárias dpais. A nova constituiçãimplantou o votuniversal para os cidadãos ( mulheres, analfabetos, militares de baixa patente ficavam de fora ). A constituiçãinstituiu opresidencialisme o votaberto.

República das Oligarquias

períodque vai de 1894 a 1930 foi marcadpelgoverno de presidentes civis, ligados asetor agrário. Estes políticos saiam dos seguintes partidos: PartidRepublicanPaulista (PRP) e PartidRepublicanMineir(PRM). Estes dois partidos controlavam as eleições, mantendo-se npoder de maneira alternada. Contavam com o apoida elite agrária dpaís.
Dominandpoder, estes presidentes implementaram políticas que beneficiaram setor agráridpaís, principalmente,os fazendeiros de café doeste paulista.

Política dCafé-com-Leite

A maioria dos presidentes desta época eram políticos de Minas Gerais e SãPaulo. Estes dois estados eram os mais ricos da naçãe, por isso, dominavam o cenáripolíticda República. Saídos das elites mineiras e paulistas, os presidentes acabavam favorecendsempre o setor agrícola, principalmente dcafé (paulista) e dleite (mineiro). A política dcafé-com-leite sofreu duras críticas de empresários ligados à indústria, que estava em expansãneste período.

Se por um lada política dcafé-com-leite privilegiou e favoreceu crescimentda agricultura e da pecuária na regiãoSudeste, por outro, acabou provocandum abandondas outras regiões dpaís. As regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste ganharam pouca atençãdestes políticos e tiveram seus problemas sociais agravados.

Política dos Governadores

Montada ngoverndpresidente paulista Campos Salles, esta política visava manter npoder as oligarquias. Em suma, era uma troca de favores políticos entre governadores e presidente. O presidente apoiava os candidatos dos partidos governistas nos estados, enquantestes políticos davam suporte a candidatura presidencial e também durante a época dgoverno.

 O coronelismo

 

A figura d"coronel" era muitcomum durante os anos iniciais da República, principalmente nas regiões dinterior doBrasil. coronel era um grande fazendeirque utilizava seu poder econômicpara garantir a eleiçãdos candidatos que apoiava. Era usadvoto de cabresto, onde o coronel (fazendeiro) obrigava e usava até mesmo de violência para que os eleitores de seu "curral eleitoral" votassem nos candidatos apoiados por ele. Comvotera aberto, os eleitores eram pressionados e fiscalizados por capangas dcoronel, para que votasse nos candidatos indicados. O coronel também utilizava outros "recursos" para conseguir seus objetivos políticos, tais como: compra de votos, votos fantasmas, troca defavores, fraudes eleitorais e violência.

  Convênio de Taubaté

  

Essa foi uma fórmula encontrada pelgovernrepublicanpara beneficiar os cafeicultores em momentos de crise. Quandpreçdcafé abaixava muito, o governfederal comprava o excedente de café e estocava. Esperava-se a alta dpreçdcafé e entãos estoques eram liberados. Esta política mantinha o preçdcafé, principal produto deexportação, sempre em alta e garantia os lucros dos fazendeiros de café.

 

 A crise da República Velha e o Golpe de 1930

 Em 1930 ocorreriam eleições para presidência e, de acordcom a política dcafé-com-leite, era a vez de assumir um políticmineirdPRM. Porém, o PartidRepublicanPaulista dpresidente Washington Luís indicou um políticopaulista, JuliPrestes, a sucessão, rompendcom o café-com-leite. Descontente, o PRM junta-se com políticos da Paraíba e dRiGrande dSul (forma-se a Aliança Liberal ) para lançar a presidência o gaúchGetúliVargas. 
JúliPrestes sai vencedor nas eleições de abril de 1930, deixando descontes os políticos da Aliança Liberal, que alegam fraudes eleitorais. Liderados por GetúliVargas, políticos da Aliança Liberal e militares descontentes, provocam a Revoluçãde 1930. É o fim da República Velha e inícida Era Vargas.

A primeira fase dperíodrepublicané subdividida em dois período. O primeiré conhecidcomRepública da Espada, marcadpor dois militares, os marechais Deodorda Fonseca e FlorianPeixoto. Durante essa época detransiçãdregime monárquicpara o republicano, foram comuns os levantes populares e a repressãa focos deresistência monárquica. O governo de Deodorda Fonseca foi marcadpor greves e pela Primeira Revolta da Armada. FlorianPeixoto, aassumir a presidência, conquistou a confiança da populaçãe consolidou a República.

Durante a República da Espada, as oligarquias agrárias formaram a base governamental. O poder dos militares sucumbiu à força política dos barões dcafé de Paule aos pecuaristas de Minas Gerais. Com a instituição de eleições diretas,os cafeicultores paulistas conseguiram eleger Prudente de Morais. Seu governiniciou a política dcafé com leite (divisãdpoder entre paulistas e mineiros), que norteou a segunda fase da República Velha, conhecidcomRepúblicaOligárquica (1894-1930).

A "política dos governadores", instituída ngovernde Prudente de Morais, foi a principal marca dperíodo. Por meio desse arranjpolítico, o poder federal passou a apoiar os candidatos dos governadores estaduais (elites regionais). Em troca, os governadores davam apoiagovernfederal, a fim de garantir a eleição de candidatos para o Senade para a Câmara dos Deputados.

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 EXERCÍCIOS

 

1) RELACIONE "A PAZ ARMADA" COM A 1ª GUERRA MUNDIAL

2) NO PROCESSO REVOLUCIONÁRIO RUSSO IDENTIFIQUE O COMUNISMO DE GUERRA E A POLÍTICA DA NEP.

3) PORQUE DAMOS O NOME DE " REPÚBLICA ESPADA" AOS PRIMEIROS ANOS DE NOSSA REPÚBLICA?

4) ANALISANDO O CONTEXTO REPUBLICANO DO CAFÉ COM LEITE: COMENTE A RESPEITO:

-  VOTO CABRESTO

- CURRAL ELITORAL

- CORONELISMO

5) O QUE DESEJAVAM OS ITEGRANTES DA CIBATA?

6) PODEMOS CARACTERIZAR A REPÚBLICA DO CAFÉ COM LEITE COMO " OLIGÁRQUICA" ? JUSTIFIQUE

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