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ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV

Escola Estadual Especial Maria Lusia de Oliveira

Local onde nosso grupo de Estágio Supervisionado IV: Eleuza, Simone e Vilma desenvolveu um projeto de intervenção artística onde os alunos de 4º e 5º ano (regulares e especiais) transformaram a fachada da escola

A fachada fora totalmente transformada pelas pinturas abstratas produzidas pelos alunos.

 

 


Postado em: 12:30 AM, 10/7/2011
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NEM ACREDITO QUE CONSEGUIMOS CHEGAR ATÉ AQUI...

7º PERÍODO... Vocês sabem o que significa isso pra alguém que chegou a pensar que nunca iria conseguir fazer uma graduação? É muito bom saber que, com a bênção de Deus, concluiremos nossa Licenciatura em Artes Visuais, na modalidade EaD, promovido pela UAB1, ainda neste ano...  

E pra aqueles que ainda insistem em ver com certa desconfiança este nosso curso EaD, fiquem sabendo que o curso é tão bom que nos tem dado base para aprovação em concursos públicos para contratação de professores de artes visuais. É isso mesmo... O material que temos é riquíssimo. Os professores são ótimos. A UFG é uma bênção. E acima de tudo, Deus é maravilhoso e me tem concedido alcançar muitas vitórias. Prestei o concurso da Secretaria de Educação do município de Goiânia e, adivinhem, fui aprovada em segundo lugar. Convocada para assumir o cargo, tive que pedir final de lista, visto que nossa formatura será somente no final deste ano. Mas imaginem minha alegria...

Fé e perseverança são receitas infalíveis para se conquistar inúmeras vitórias.

 


Postado em: 10:11 PM, 19/3/2011
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ATELIÊ DE POÉTICAS CONTEMPORÂNEAS E DIÁLOGOS INTERMIDIÁTICOS

INTERFACE DA INTERVENÇÃO ARTÍSTICA PEDAGÓGICA DESENVOLVIDA

 


Postado em: 10:57 PM, 2/12/2010
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ATELIÊS INTEGRADOS - VÍDEO DA INTERVENÇÃO ARTÍSTICA PEDAGÓGICA CRAS VILA CANAÃ

Este vídeo foi produzido baseado na arte digital do artista Gary Hill (1951) ,  utilizando as imagens da intervenção artística pedagógica desenvolvida no Centro de Referência em Assistência Social - CRAS VILA CANAÃ - PROJETO "RESGATANDO MEMÓRIAS E VALORES NA MELHOR IDADE".

www.youtube.com/watch


Postado em: 10:45 PM, 2/12/2010
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ATELIÊS INTEGRADOS - AVALIAÇÃO PROCESSUAL

AVALIAÇÃO DA PROPOSTA ARTÍSTICA PEDAGÓGICA EM ARTES VISUAIS PORTA DE ENTRADA: CRAS VILA CANAÃ

 

Projeto: Resgatando Memórias e Valores na Melhor Idade

 

 

 

Para chegar à conclusão da minha proposta artística pedagógica, muitos caminhos foram percorridos, muitos olhares foram transformados, percepções foram aguçadas, propostas foram construídas, desconstruídas e reconstruídas. Pois, assim como ocorre com as Artes, nada pode ser considerado definitivo, mas um universo de possibilidades abre-se a cada momento.

 

Assim, iniciei meu trajeto pelas ruas da cidade, sempre lançando um olhar novo, mais aguçado, mais sensível sobre as inúmeras possibilidades de realização de uma intervenção artístico-pedagógica. Se a princípio a insegurança me direcionava sempre a buscar espaços fechados, logo consegui quebrar essa barreira e percebi coisas que antes nunca tinha visto. Compreendi nesse trilhar, o conceito de uma Cidade Educadora. Mais que perceber, senti uma imensa necessidade de torná-la real, pois cada canto da cidade parecia clamar por uma ação educativa.

 

            Na primeira porta de entrada que encontrei aberta, não pude dar prosseguimento devido às orientações da realização desse estágio (tratava-se de uma Igreja). Então dei prosseguimento à minha busca. Encontrei uma nova possibilidade em um Centro de Referência em Assistência Social – CRAS, unidade da Secretaria Municipal de Assistência Social – SEMAS. Nesse local são atendidas pessoas da terceira idade que se encontram toda segunda-feira para aprenderem atividades manuais tais como: bordados, crochê, confecção de bijuterias, artesanatos, etc., além de participarem de passeios, palestras e ações direcionadas à melhoria da sua qualidade de vida.

 


 

Ao realizar a etnografia, percebi a necessidade de uma intervenção que pudesse possibilitar àquele grupo de idosos, um pouco mais de motivação, um resgate de valores, de memória e até mesmo da sua auto-estima. A proposta inicial foi de dar voz ao grupo para denunciar os maus tratos e descasos com que as sociedades em geral os têm tratado. Entretanto, seguindo as orientações da professora Rogéria Eller, no último presencial, o foco foi mudado (sempre há desconstruções) para que abordasse um tema que, ao invés de provocar-lhes sentimentos ruins, pudesse provocar emoções, alegrias, despertando-lhes lembranças de momentos agradáveis e que ainda consegue lhes causar algum prazer, apesar das dificuldades do dia-a-dia, tanto em relação ao passado, quanto ao presente.

 

 

Lembrei-me, então da metáfora da mola, com seus diferentes desenhos formados à medida que o foco de imersão às vezes pode se afunilar ou se ampliar nos momentos de escolha. A proposta consistia em realizar uma ação arte-educativa que funcionaria como um grito dos excluídos direcionado à comunidade, um despertar para a causa do idoso, o qual consistiria de um painel afixado na dependência do CRAS, onde serão expostos depoimentos, imagens das atividades desenvolvidas pelos idosos, além das fotografias de memórias e poéticas visuais artísticas relacionadas ao tema proposto. Além da produção de um vídeo baseado na arte digital do artista contemporâneo Gary Hill (1951), cuja escolha deveria fazer uma alusão à arte contemporânea que, através de recursos tecnológicos tem instaurado novas relações no sistema de arte, onde o artista tem buscado novos meios de expressão, novos suportes, novos materiais e novas técnicas que impõem uma série de desafios, ultrapassando as noções tradicionais de obra de arte, artista e público.

 

A intervenção pedagógica consistiria em dois momentos (ou seja: duas aulas) onde, no primeiro encontro os participantes do grupo foram orientados a trazer objetos ou fotografias que lhes trouxessem recordações agradáveis, algo que lhes causassem prazer; Haveria ainda, uma discussão sobre as transformações que com o passar do tempo tiravam o encanto do que para eles antes era motivo de alegria, incluindo aí as transformações pelas quais o meio ambiente vem passando.

 

 

Outra vez, tive que utilizar a metáfora da mola, ou seja: mudar os planos. Pois, como houve muitos feriados no período compreendido entre os primeiros contatos e o início da intervenção, muitos idosos acabaram se esquecendo de trazer o objeto solicitado e então tive que fazer algumas visitas em suas casas para fotografar suas escolhas e ainda colher depoimentos e oportunizá-los se expressarem sobre seus sentimentos em relação às fotografias e objetos escolhidos. Tudo foi filmado, para, no final do projeto ser produzido um vídeo.

 

 

 

Entre os primeiros contatos e a realização do projeto, correram quase dois meses, somente pude realizar o segundo encontro, concluindo a intervenção, no dia 29.11.10. Então, como planejado, montamos um painel artístico com as imagens e poéticas captadas no primeiro encontro, promovendo uma dinâmica onde um participante comentou a imagem/objeto do outro, associando-os às suas próprias memórias, promovendo uma total interatividade do grupo.

 

   

 

Percebi pontos muito positivos na intervenção realizada, visto que o grupo participou ativamente das atividades, demonstrando ter compreendido a proposta, se expressando através de suas escolhas e também por meio dos vários depoimentos colhidos, além da grande interação entre os participantes. Laços e vínculos afetivos foram reforçados e pude comprovar a alegria que os participantes sentiram ao verem, ao final do projeto, suas fotografias e frases ditas em depoimento, expostas num grande painel afixado nas dependências do CRAS. Para eles, motivo de orgulho ao se sentirem peças importantíssimas no desenvolvimento deste projeto, onde dessa vez suas vozes não só foram ouvidas, mas também transcritas, fotografadas, filmadas e expostas num grande painel artístico.

 


 

Finalizamos com a música Monte Castelo do grupo Legião Urbana, e assim que concluímos o painel, a coordenadora do CRAS, psicóloga e assistente social, acompanhadas da psicóloga da SEMAS vieram prestigiar a obra artística, tecendo muitos elogios e demonstrando total aprovação do projeto. Posteriormente o grupo deu uma salva de palmas destinada a todos os envolvidos na construção deste projeto.

 

Acredito ter alcançado meus objetivos iniciais, principalmente ao ouvir as palavras ditas pelas profissionais responsáveis pela Unidade do CRAS, as quais foram categóricas ao afirmar, após agradecimentos, que deixei uma contribuição muito grande para a Unidade.

 

Senti como a arte é importante para as pessoas, pois através dela as pessoas podem se sentir melhores, mais valorizadas, mais críticas, com a auto estima elevada e com grande capacidade e alegria ao se expressarem. Percebi que todos aprendemos algo uns com os outros e que ninguém é desprovido da capacidade de ensinar e nem da capacidade de aprender. Percebi, ainda, a grande possibilidade que um professor de artes tem de ajudar na construção de uma vida melhor, mais alegre, mais colorida, onde esperança, carinho e amor não são apenas palavras utópicas, mas perfeitamente capazes de existir.

 

 

 

 

 

 


Postado em: 04:38 PM, 2/12/2010
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ATELIÊS INTEGRADOS

Estas são as imagens da intervenção artística pedagógica desenvolvida no Centro de Referência em Assistência Social - CRAS Vila Canaã.

O Projeto Resgatando Memórias e Valores na Melhor Idade surgiu a partir da etnografia realizada junto ao grupo de idosos atendidos às segundas-feiras no CRAS da Vila Canaã, objetivando possibilitar ao grupo de idosos a oportunidade de se expressarem por meio de depoimentos aliados ao fazer artístico, buscando sensibilizar e conscientizar as pessoas sobre a importância de valorizarmos e respeitarmos as pessoas com idade mais avançada.

O Projeto Resgatando Memórias e Valores na Melhor Idade buscou promover, através da arte, o resgate da memória de valores perdidos ao longo dos tempos, oportunizando ao grupo de idosos do CRAS , relembrar ocasiões ou situações que lhes propiciaram momentos de profunda alegria e prazer, fazendo com que  pudessem viajar a uma época onde, contrária à atualidade, em que vivenciam inúmeras situações de descaso e desrespeito pela sua condição de idosos, ainda restou-lhes algo bom de se lembrar. O projeto se configurou numa oportunidade de dar-lhes vez e voz ao poderem falar sobre seus sentimentos e exporem ao grupo suas fotografias-lembranças, poesias e depoimentos. Tendo como objetivo a interatividade do grupo e a sensibilização e conscientização do público sobre a causa dos idosos, que precisam ser valorizados como legítimos construtores de nossa identidade cultural.

Os idosos trazem em sua memória uma imensa riqueza cultural que nos é transmitida quando lhes possibilitamos ter em vez e terem voz,  eles não hesitam em relatar em meio às suas angústias, uma grande alegria de viver, de poderem se reunir para conversarem e se interagirem, sentindo-se felizes ao executarem suas atividades manuais que posteriormente são transformadas em rendas; ou simplesmente por fazerem parte de um grupo onde alguém se interessa por eles.

Assim, o projeto Resgatando Memórias e Valores na Melhor Idade foi uma ação arte-educativa que funcionou como um grito dos excluídos direcionado à comunidade; um despertar para a causa do idoso, o qual encontra-se representado através de um painel afixado na dependência do CRAS, onde estão expostos depoimentos, imagens das atividades desenvolvidas pelos idosos, além das fotografias de memórias e poéticas visuais artísticas relacionadas ao tema proposto.

 

 

 


Postado em: 03:04 PM, 2/12/2010
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TRAILER PORTA DE ENTRADA - CRAS

TRAILER PORTA DE ENTRADA               Apresento-lhes o meu TRAILER da Porta de Entrada


Postado em: 12:38 AM, 16/10/2010
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ATELIÊ DE POÉTICAS CONTEMPORÂNEAS E DIÁLOGOS INTERMIDIÁTICOS

De minha autoria, eis a poética inspirada no trajeto em busca de uma porta de entrada:

POÉTICA DA CIDADE

(Eleuza Martins de Souza)

 

Uma cidade educadora

Ilusão ou utopia?

 Há quem diga que ela existe

Basta olhar no dia-a-dia


Passo a passo vou andando

Pelas ruas da cidade

Com um olhar bem aguçado

Busco possibilidades


Se a cidade nos educa

O que é que está faltando?

Pois em meu caminho vejo

O educar se deturpando


Onde estão tantos princípios

Que a carta das cidades prega?

Sei que regras têm exceção

Mas... a exceção tornou-se regra?


Está faltando educação

Posso ver o meio ambiente

Lixo entope ruas e bueiros

O respeito está ausente?


Jovens e crianças precisam

De uma boa formação

A cidade deve investir

E propiciar educação


Que ensine a preservar

Os recursos naturais

Resgatando a cidadania

Defendendo os ideais


Que promova os direitos humanos

Democratize o social

Desenvolvimento sustentável

Respeito ao multicultural


Que estimule e valorize a cultura

Atendendo à população

Conectando-se com o país e o mundo

Estimulando a inovação


Que planeje suas ações

Atendendo às necessidades

De todos os envolvidos

Construtores da cidade


Que o idoso seja tratado

De maneira desigual

Pois é parte integrante

Do patrimônio cultural


Ele é parte da memória

Foi-se o passado, veio o novo

Sua vida resgata a história

Identidade de um povo.


Postado em: 12:40 AM, 1/10/2010
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QUESTÕES MULTICULTURAIS DO ENSINO DE ARTE

O DEBATE SOBRE O MULTICULTURALISMO NO ENSINO DA ARTE

RESUMO UNIDADE 2 – TÓPICOS

 

  • Segundo Geertz (1983) o interessante da obra cultural não é tanto seu caráter prescritivo, que define um estilo de vida, mas a constante interação sistêmica com todas as áreas simbólicas que a compõe, sejam vindas do interior de seus personagens, como da incorporação de elementos daqueles contextos culturais e simbólicos, cujos significados não são familiares.
  • Não podemos dizer que há culturas fechadas, senão sistemas em contínua e fluente interação, em que se cruzam imaginários, gerando constantemente novos significados e renovando incessantemente as relações. Nesse ponto de vista é interessante as transgressões dos limites entre as culturas, ou seja, suas ressignificações.
  • Focar na construção de sentido, nas aplicações, mais que nos valores ou traços culturais. Compreender que, do ponto de vista educacional, as aplicações das essências culturais constantemente lhes atribui novos significados.
  • Questionar a origem dos valores ditos “essenciais” ou característicos de uma cultura, sobre a posição que ocupam seus defensores no jogo das hegemonias sociais, políticas e econômicas presentes em seus contextos culturais. Pois, “É necessário contemplar o objeto com os olhos do outro e sentir o desejo de compreender suas crenças e suas formas de pensar...” (Jacqueline Chanda, 2004).
  • Ao nos referirmos ao outro como sinônimo de outra cultura, devemos fazer perguntas muito críticas do tipo: Quais são os significados de uma cultura? De sues líderes? Dos especialistas? Dos produtores? Dos usuários? Quais são as vozes legitimadas de cada cultura e quais são os mecanismos que as legitimam?
  • Interessa-nos as transformações de sentido e suas razões, os jogos de poder e hegemonia que perpetuam ou transgridem. Assim, dizemos que as fronteiras interculturais estão indefinidas, porque, ao focarmos nesse jogo, percebemos que as mudanças de sentido não ocorrem necessariamente próximas aos limites tradicionais entre as culturas mas se dão com a mesma intensidade tanto no interior dessas fronteiras, como em seu contato com o que está fora delas.
  • A arte como experiência e relato aberto, vista com uma perspectiva crítica da educação podem articular diferentes estratégias metodológicas cujos fundamentos podem ser:

O enriquecimento das influências da experiência estética e de vida; O jogo dialético e a redescrição ironista; O reequilíbrio entre a análise e a emoção, através da prática de “leitura inspirada”.

  • Uma atitude ironista nos leva, entre outras coisas, a considerar escritores, filósofos ou artistas plásticos e suas obras, como exemplificações ou “abreviaturas de determinados dicionários modernos e das formas de crenças e desejos típicos de seus usuários” (Rorty,1989:97).
  • O estudo da arte ou da cultura visual deveria se transformar em uma maneira de fazer amizade com pessoas estranhas, com experiências distantes, que nos ajudem a rever e renovar as nossas.


Postado em: 07:55 PM, 26/9/2010
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ESTÁGIO SUPERVISIONADO III

Apresento aqui o mapa do meu percurso na escolha da porta de entrada onde possa desenvolver uma ação pedagógica.


Postado em: 07:45 PM, 22/9/2010
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ESTÁGIO SUPERVISIONADO III

REFLEXÕES SOBRE MEU TRAJETO E PORTA DE ENTRADA

 
Refletindo sobre a necessidade de desconstruir, quebrar paradigmas e lançar novos olhares em relação ao ensino de arte, o que lembra o pragmatismo filosófico, realizei uma visita à Igreja onde escolhi para ser minha porta de entrada... fiz umas filmagens e fotos.

Estava focada em espaços fechados, até minha mente estava fechada, fechada em relação aos espaços abertos. Pra mim era o fim ter que pensar uma ação pedagógica numa praça, por exemplo. Entretanto, ao escolher o local onde pretendia efetuar minha ação, uma Igreja, li a Unidade 2 da disciplina do Estágio III, e fui à visita. Aí, então minha mente se abriu... Observei o local escolhido e, na volta, pude observar coisas antes não vistas: muito lixo espalhado pelas ruas e calçadas, além de três bueiros quase que entupidos de tanto lixo dentro. Então me dei conta de que minha ação não pode ser entre quatro paredes, tenho que intervir, de alguma forma, para contribuir com a cidade educadora de que tanto temos falado ultimamente, ou seja: o que parecia pronto foi desconstruído para ser reconstruído, novos olhares...

Outro ponto que observei na minha talvez "ex-porta de entrada" foi que as paredes são limpas, brancas, sem nenhuma imagem e nada de arte. Acontece que os coordenadores da Igreja não aceitam que se coloque nada afixado nas paredes (para não estragar a pintura, imagino) e o pior: não têm mural. Assim, as crianças assistem às aulas de evangelização completamente alheias às imagens, a não ser a dos seus próprios livros... Achei tudo isso meio triste. Mas reforçou minha ideia de buscar trabalhar em espaços abertos...
Pensei em propor levar os alunos a uma praça próxima ao local, mas não sei se terei êxito.

Depois das imagens que fiz, mais do que nunca, acredito que temos que colaborar com uma cidade educadora... É preciso ensinar às nossas crianças a respeitarem o meio ambiente.
 

 

 


Postado em: 07:20 PM, 20/9/2010
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QUESTÕES MULTICULTURAIS PARA O ENSINO DE ARTES

RESUMO UNIDADE 1 – QUESTÕES MULTICULTURAIS PARA O ENSINO DE ARTES
TÓPICOS:

·        Atentar para o fato de que novos tempos exigem novos olhares, que não há um modelo pronto para se ensinar arte. De acordo com o contexto vivenciado é que podemos adotar ou não certas ideias que, no entanto, não devem se transformar em receitas.

·        Compreender que as soluções para os problemas do ensino de artes devem ser construídas e desconstruídas de modo circunstancial atendendo aos anseios de nosso tempo.

·        Uma visão pragmatista nos situa não como transmissores de certezas, mas como construtores de discurso, entrelaçadores de ideias e experiências.

·        Compreender as produções artísticas como relatos abertos à investigação criativa, como experiências sujeitas a infinitas interpretações, pois a essência e o valor da arte, mais do que no objeto artístico, está  no ato de experimentação pelo qual se criou a obra, além de sua observação e utilização.

·        Neutralizar o caráter elitista da obra de arte, descendo-a do pedestal, pois elas devem ser vivenciadas como exemplos de experiências estéticas aceitas pela maioria através de um consenso social.

·        Experimentar as produções artísticas em seu contexto histórico e cultural, aceitando suas re-significações advindas com as mudanças de hábitos e realidades que influenciam nossas experiências.

·        Buscar a continuidade da experiência estética, ampliando nosso campo de estudo para todos os produtos artísticos geradores de experiência, seja das belas artes, artes populares ou cultura visual.


Postado em: 07:14 PM, 20/9/2010
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ESTÁGIO SUPERVISIONADO 3 - Professora Raquel Melo

Olá, amigos, quero compartilhar com vocês as imagens e o áudio do meu trajeto em busca a uma porta de entrada para desenvolver a minha intervenção na cidade, uma ação pedagógica em espaço informal.

Basta clicar aqui abaixo - Não deixem de ler meu comentário sobre esta atividade.

MEU TRAJETO - ÁUDIO E VÍDEO



Postado em: 11:28 PM, 14/9/2010
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IMAGEM PRODUZIDA

 


Postado em: 12:29 AM, 1/9/2010
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ATELIÊ DE POÉTICAS VISUAIS CONTEMPORÂNEAS

 

Para produzir esta imagem, tomei como base a proposta contemporânea de JENNY HOLZER (1950) aliada à proposta da Carta das Cidades Educadoras. Certamente, Jenny Holzer é uma das artistas que, nas últimas décadas, conseguiu intervir no espaço público das cidades de maneira marcante. Sua visão pôde ir além das habituais intervenções que nada mais eram que simples campanhas publicitárias com fins comerciais, fazendo com que as pessoas pudessem se deparar também com mensagens escritas carregadas de forte carga poética, social e até mesmo política, provocando no observador reflexões, choque ou comoções, ou seja, uma proposta educadora. 

 

 

 

A artista usa um tom de autoridade anônima que acaba forçando as pessoas a parar, olhar e pensar. Mais do que isso, essa voz anônima assume-se como um gigantesco ‘dedo sobre a ferida’. E esse é um conceito admirável, uma vez que é uma intrusão violenta no espaço íntimo e secreto de cada indivíduo, forçando-os a um ‘olhar para dentro’ habitualmente desconfortável num espaço quotidiano de rotinas e impessoalidade que é o espaço urbano público.

 
 

"Vivemos num mundo de incerteza que privilegia a procura da segurança, que se exprime muitas vezes como a negação e uma desconfiança mútua. A cidade educadora, consciente deste fato, não procura soluções unilaterais simples, aceita a contradição e propõe processos de conhecimento, diálogo e participação como o caminho adequado à coexistência na e com a incerteza."

 
 

 "A cidade deverá promover a educação na diversidade para a compreensão, a cooperação solidária internacional e a paz no mundo. Uma educação que deverá combater toda a forma de discriminação. Deverá favorecer a liberdade de expressão, a diversidade cultural e o diálogo em condições de igualdade. Deverá acolher tanto as iniciativas inovadoras como as da cultura popular, independentemente da sua origem. Deverá contribuir para a correção das desigualdades que surjam então da promoção cultural, devido a critérios exclusivamente mercantis".

 
 

A técnica que utilizei na produção da minha imagem é a ARTE DIGITAL, onde me apropriei de uma fotografia do Centro Cultural Oscar Niemeyer, fazendo nela as intervenções necessárias através dos recursos digitais encontrados no programa Word e Microsoft Office Picture Manager.

 
Minha intenção, ao criar a frase “O que torna a sua existência mais útil que a minha?” foi justamente a de provocar reflexões no observador. Pois, todos nós criticamos a construção dessa obra feita pelo Governo do Estado de Goiás sobre uma esplanada de 26 mil metros quadrados, ao custo de R$ 60 milhões, inaugurada em 30 de março de 2006 e que se constitui num verdadeiro desperdício de verbas públicas, sem nenhuma utilidade. A reflexão é a seguinte: E nós, em nossa existência, temos sido mais úteis que aquela obra? Como? Em que sentido? Se fôssemos realmente úteis, não poderíamos fazer algo em relação à conclusão e utilização daquele espaço cultural???
 
Fontes de Pesquisa: Sites: http://entrelinhas.livejournal.com/69148.html (acesso em 29.08.10);
                                     http://www.pitangui.uepg.br/nep/documentos/Cartadascidadeseducadoras.pdf (acesso em 20.08.10)

 
 
 
 
 
 

Postado em: 12:17 AM, 1/9/2010
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ESTÁGIO SUPERVISIONADO 3 - Professora Raquel Melo

UNIDADE 1 - RESUMO
 
 
UNIDADE 1 – RESUMO EM FORMA DE TÓPICOS
 
 
A CIDADE E SUAS POSSIBILIDADES EDUCATIVAS
 
Experiências vivenciadas nos Estágios I e II: 
 
* Reflexões acerca das rotinas, conflitos e    saberes pedagógicos;
 
 
 
*  Possibilidade de vivenciar na prática os aprendizados teóricos, desconstruindo ou reconstruindo paradigmas a partir das nossas observações do contexto escolar, feitas através de uma olhar investigador e crítico;
 
 
* Realização, em espaço formal, de nossa primeira intervenção pedagógica.

 
Expectativas e desafios em relação ao Estágio  Supervisionado  III :
 
*  Possibilidade de ampliação de nossas experiências anteriores para além dos muros da escola, tendo nossa cidade como referência para a elaboração de projetos de ação educativa.
 
* Enfrentar o desafio de ver a cidade com um olhar diferente, com uma percepção mais aguçada, buscando ver coisas antes nunca percebidas em nosso cotidiano, coisas que sempre estiveram ali, mas que nunca havíamos percebido.
 
*  Pensar a cidade enquanto um organismo vivo, dinâmico, que produz sua cultura, que trás consigo toda uma história construída pelos seus habitantes ao longo dos tempos.
 
* Discutir a cidade como produção de espaço urbano, considerando a importância da superação do entendimento de organização do espaço para o entendimento de espaços produzidos. Além de considerar também as contradições na produção do espaço urbano e da cidade.
 
* Discutir a resistência às tendências de práticas individualistas na cidade, reforçando as noções de valores culturais/sociais, as práticas solidárias e a cidadania coletiva que transforma a cidade comum numa cidade educadora, pois: Todas as cidades educam, à medida que a relação do sujeito, do habitante, com esse espaço é de interação ativa [...]. (Cavalcanti, 2001, p.21)
 
 *  Buscar interpretar a arte local partindo de seu contexto, passando a compreender mais a arte em si, ao mesmo tempo em que possamos promover uma análise crítica do sistema de produção e dos valores nela refletidos. Pois assim, ocorre o perturbamento do familiar, onde o que nos parecia familiar torna-se estranho, e passamos a olhar mais e valorizar a arte e a cultura locais.
 
* Conseguir lançar um novo olhar para a cidade, olhar de poder, que desconstrói discursos caracterizados e imagens construídas, em busca de visualidades, territorialidades, espacialidades, em uma perspectiva multicultural crítica.
 
*  Compreender que todas as cidades formam, todas elas educam. Todas resultam de um processo cultural, histórico e social. Toda cidade pode ser educadora, pois fala de cada uma das pessoas que ajudou a formá-la.
 
* De posse desse novo olhar, investigativo, questionador, crítico, reflexivo, buscar possibilidades de um espaço onde, finalmente, possamos desenvolver nossa ação educativa de intervenção sobre a cidade.

 


Postado em: 07:33 PM, 25/8/2010
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ATELIÊ DE ARTE E TECNOLOGIA II

A IMPORTÂNCIA DO USO DA FERRAMENTA BLOG


Na atualidade nos deparamos com uma infinidade de recursos da era da informação criados para facilitar nossa vida. As crianças e jovens nascidos nessa era tecnológica, a era da internet, já estão afinadinhos com quase todas as novidades, daí fica difícil, para o professor que não se atualiza, conseguir acompanhar seus alunos, compreender suas linguagens e seus interesses.

 

 

 

Dentre tantos recursos, o blog destaca-se por tratar-se de uma espécie de “diário dos adolescentes”, um canal de expressão e comunicação responsável por promover o contato entre as pessoas de interesses comuns. É uma espécie de ferramenta utilizada para autoria e publicação on line que possibilita ao receptor colaborar na construção de seu conteúdo, além do leitor poder expor sua opinião nos conteúdos publicados por outras pessoas, enfim, são alguns dos atrativos que tanto seduzem nossos jovens.

 

 

Considero ser muito importante esta oportunidade que estamos tendo de aprender a utilizar o Blog, que até bem pouco tempo me causava arrepios, visto que não sabia nem como postar uma mensagem. Além do fato de que precisamos saber falar a linguagem de nossos alunos, há também algo mais a favor do Blog: como professores de arte, percebemos que, em termos de educação, ao utilizar os Blogs com objetivos didáticos e de forma participativa, estes nos oferecem muitas possibilidades, já que podem levar os alunos a se interagirem sobre assuntos diversos, proporcionando discussões e criações coletivas que por sua vez acabam levando à construção do conhecimento.

Postado em: 07:50 PM, 19/8/2010
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ATELIÊ DE POÉTICAS VISUAIS

 

O vídeo que escolhi, cujo tema é a natureza,  foi produzido pelas colegas Vere, Jana e Line do Polo de São Simão.

O link de acesso é:

http://videosearch.nifty.com/video/watch/3b081fabcb366eec?kw=artes&page=2&safe=0&chartype=

 

Filme escolhido: Pólo de São Simão – Sem título - Tema: Natureza

Criação dos acadêmicos: Vere, Jana e Line
 
O motivo pelo qual escolhi este vídeo foi pelo prazer que ele me causou ao ver a beleza das águas dos rios e cachoeiras. Logo na primeira cena vemos belas cachoeiras, a seguir um barco que percorre o rio revelando a exuberância de uma das grandes maravilhas da natureza, criação divina, a água...
 
Hoje fala-se tanto em preservação de nossos mananciais, fator essencial para a nossa sobrevivência. O desenvolvimento urbano é uma da maiores causas da degradação dos mananciais, pois os loteamentos clandestinos, não podendo ser atendidos pela infra-estrutura básica de saneamento, acabam despejando seus esgotos nos mananciais, trazendo materiais orgânicos, coliformes e agrotóxicos de plantações próximas dos mananciais. Desta forma, não só a qualidade mas a possibilidade de uso destas águas, ficam cada vez mais prejudicadas. Além disso, os recursos hídricos estão sendo comprometidos por desequilíbrios ambientais resultantes do desmatamento e uso indevido do solo. Precisamos salvar nossas águas, fonte de vida e saúde. Precisamos nos conscientizar que cada um de nós pode fazer um pouquinho em prol dessa luta pela vida.
 
O texto poético que escolhi fala das águas, trata-se de uma música lindíssima de Guilherme Arantes. Ela fala da importância de nossas águas para a vida da população, além de nos encher de prazer e vontade de mergulharmos em um banho refrescante e tomarmos um maravilhoso copo desse tesouro que tanto nos alegra: a água.
 
 
 

PLANETA ÁGUA (Guilherme Arantes)

 

Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...

Águas escuras dos rios
Que levam
A fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...

Águas que caem das pedras
No véu das cascatas
Ronco de trovão
E depois dormem tranqüilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos...

Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão...

Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris
Sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas
Na inundação...

Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra...

Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
  Terra! Planeta Água..

 


Postado em: 07:23 PM, 16/8/2010
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CARTA PRODUZIDA NO ENCONTRO PRESENCIAL


Postado em: 08:03 PM, 12/8/2010
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OLÁ! VOCÊ É MUITO BEM VINDO AO BLOG DE ELEUZA MARTINS

BLOG CRIADO PARA ATIVIDADES DO CURSO LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS - UABI-UFG- POLO APARECIDA DE GOIÂNIA-GO.

QUE ALEGRIA TER CHEGADO ATÉ AQUI...

Cada passo que dou em direção ao aprendizado é sempre uma grande vitória.

 

 


Postado em: 03:11 PM, 8/8/2010
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