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Feudalismo e Igreja Medieval

Cavaleiros e Classes sociais.

01:29 PM, 19/6/2013 .. 0 comentários .. Link

 



Comércio Medieval

08:36 PM, 17/6/2013 .. 0 comentários .. Link

 A revolução do setor comercial na Idade Média iniciada no século XI foi, essencialmente, uma revolução das técnicas comerciais, embora esta tenha sido muito lenta e não integral, porque nos finais do século XIII ainda coexistiam as velhas e as novas técnicas comerciais.



Transformações na sociedade Feudal

08:11 PM, 16/6/2013 .. 0 comentários .. Link

 Depois do auge do sistema feudal, a Europa, a partir do século XI, observou uma série de transformações que marcaram a chamada Baixa Idade Média. Uma das primeiras mudanças ocorridas esteve ligada com o aumento da produção agrícola, que graças ao incremento de novas técnicas, permitiu uma maior circulação de mercadorias pela Europa. Novas rotas terrestres e marítimas se instalaram chegando a integrar a Europa a outras regiões do Oriente. 

Entre os principais centros comerciais desta época destacavam-se as cidades italianas de Veneza e Gênova. A posição privilegiada destas duas regiões permitiu que a Península Itálica, ao longo do tempo, se transformasse em um entreposto entre as cidades comerciais do Oriente e do Ocidente. Ao mesmo tempo em que o comércio se desenvolvia, as ambições da classe mercante medieval veio a buscar o domínio de novas rotas dominadas pelos árabes e judeus. 

Além de contar com o controle de rotas comerciais, os árabes representavam uma ameaça à hegemonia da Igreja Cristã. Assim como no cristianismo, a fé muçulmana, praticada pelos árabes, pregava a expansão de suas crenças por meio de constantes investidas militares. Dessa forma, os líderes da Igreja incentivaram a criação de expedições militares que combatessem a expansão muçulmana na Europa. Convocando fiéis e buscando o apoio da classe nobiliárquica, formaram-se exércitos que lutaram pela Igreja. 

Utilizando em suas bandeiras e vestes o símbolo da cruz, esses combatentes ficaram conhecidos como cruzados. Ao longo dos séculos XI e XIII várias cruzadas partiram rumo ao Oriente. Algumas das cruzadas contaram com o apoio financeiro dos comerciantes italianos, que viam nessas lutas uma grande oportunidade de controle sobre rotas e feiras comerciais anteriormente dominadas por árabes e judeus. Sendo assim, a cada vitória dos exércitos católicos, novas terras e rotas de comércio eram monopolizadas pelos europeus. 

O incremento da produção agrícola, além de ampliar o comércio, também fez com que as populações medievais aumentassem. Os feudos, não mais suportando uma densidade populacional em plena ascensão, perderam muitos dos seus integrantes para as novas cidades medievais. A Idade Média, sendo um período marcado pelo medo dos infortúnios, concebeu cidades muradas, e protegidas com altas torres e pontes movediças. 

A expansão comercial e demográfica ampliou as cidades medievais para fora dos limites dos muros. O crescimento do comércio fez com que o eixo das principais atividades econômicas fosse deslocado do campo para as cidades. Os muros que protegiam as cidades e burgos perderam sua importância com a criação das fronteiras nacionais criadas com a ascensão da autoridade monárquica, marcando a transição da Idade Média para a Idade Moderna.



Comércio Medieval

07:54 PM, 16/6/2013 .. 0 comentários .. Link

No inicio da idade média a economia rural dominava, e a maioria dos latifundiários fabricavam por subsistência. As trocas se reduziram muito, e o que restou do comércio eram grupos de mercadores e abasteciam os ricos, vendendo produtos de luxo, e exploravam os pobres, cobrando altos preços nos tempos de fome e peste.

O verdadeiro ressurgimanto do comércio só ocorreu no século XI, quando terminaram as invasões normandas. Na Itália e em Flandres a vida ganhou vigor. Colônias comerciais latinas se estabeleceram em todo o Oriente. Venezianos, genovezes e pisanos controlavam o comércio exterior no Império Bizantino. O comércio gravitava em torno das feiras, que provocaram o surgimento de novas cidades.

 Em vez de viajar com suas mercadorias, os comerciantes passara, a dirigir seus negócios a partir dos escritórios, as técnicas mercantis se aperfeiçoaram; o uso de letra de câmbio, que dispensava o transporte de dinheiro, se generalizou. Surgiu a associacão de mercadores, similar às sociedades modernas. Os comerciantes descobriram métodos de aumentar a eficiência e reduzir os custos para sobreviverem.

Num aspecto, o comércio medieval diferia do comércio moderno. Hoje as mercadorias já estão vendidas antes de serem embarcadas. Na Idade Média os produtos eram enviados a longas distâncias na expectativa de serem vendidos a preços compensadores. Cada transação envolvia o elemento especulativo e o risco. Com o objetivo de reduzir esses riscos ( acidentes ou piratas no mar, bandidos ou tropas inimigas em terra ), os comerciantes medievais criaram uma infinidade de tipos de associações.

O seguro marítmo foi a primeira modalidade, da qual surgiram as demais. Em geral representavam um acordo feito para uma única viagem, usualmente um roteiro circular para o Oriente próximo, a Africa e a Espanha ou Provença.

 



As cidades Medieval

07:48 PM, 16/6/2013 .. 1 comentários .. Link

    As cidades medievais tem uma rede de ruas não menos irregular que a das cidades muçulmanas. Porém, as ruas são organizadas de modo a formar um espaço unitário, no qual sempre é possível orientar-se e ter uma idéia geral do bairro ou da cidade. As ruas não são todas iguais, mas existe uma gradação contínua de artérias principais e secundárias; as praças não são recintos independentes das ruas, mas largos ligados estreitamente às ruas que para elas convergem. Somente as ruas secundárias são simples passagens: todas as outras se prestam a vários usos: ao tráfego, à parada, ao comércio, às reuniões. As casas, quase sempre de muitos andares, se abrem para o espaço público e tem uma fachada que contribui para formar o ambiente da rua ou da praça.

 
Os espaços públicos e privados não formam, pois, zonas contíguas e separadas, como na cidade antiga: existe um espaço público comum, complexo e unitário, que se espalha por toda a cidade e no qual se apresentam todos os edifícios públicos e privados, com seus eventuais espaços internos, pátios ou jardins.
 
Este novo equilíbrio entre os dois espaços depende do compromisso entre a lei pública e os interesses privados. De fato, os estatutos comunais regulam minuciosamente os pontos de contato entre o espaço público e os edifícios privados, e as zonas em que os dois interesses se sobrepõem: as saliências das casas que cobrem uma parte da rua, os pórticos, as escadas externas, etc.
 
2.     O espaço público da cidade tem uma estrutura complexa, porque deve dar lugar a diversos poderes: o episcopado, o governo municipal, as ordens religiosas, as corporações. Assim, uma cidade bastante grande nunca tem um único centro: tem um centro religioso (com a catedral e o palácio episcopal), um centro civil (com o palácio municipal), um ou mais centros comerciais com as lojas e os palácios das associações mercantis. Estas zonas podem ser sobrepostas em parte, mas a contraposição entre o poder civil e religioso – que não existia na Antiguidade – é sempre mais ou menos acentuada.
 
Cada cidade é dividida em bairros, que tem sua fisionomia individual, seus símbolos e muitas vezes também sua organização política. No século XIII, quando as cidades se tornam maiores, formam-se nos bairros periféricos alguns centros secundários: são os conventos das novas ordens religiosas – os franciscanos, os dominicanos, os servitas – com suas igrejas e suas praças.
 
3.     A cidade medieval é um corpo político privilegiado, e a burguesia da cidade é uma minoria da população total, que cresce rápida e continuamente desde o início do século XI, até a metade do século XIV. Portanto, a concentração é sua lei fundamental: o centro da cidade é o local mais procurado; as classes mais abastadas moram nos centros, as mais pobres na periferiaa; no centro se constroem algumas estruturas muito altas – a torre do palácio municipal, o campanário ou os zimbórios da catedral – que assinalam o ponto culminante do perfil da cidade e unificam o seu cenário também na terceira dimensão.
 
Toda cidade deve ter um cinturão de muros para se defender do mundo exterior, e enquanto cresce deve construir muitos cinturões concêntricos; estes muros, que são a obra pública mais cara, tem quase sempre um traçado irregular e arredondado, o mais breve possível para circundar uma dada superfície.
 
A construção de um novo cinturão é adiada até que no velho não haja mais espaço disponível; portanto, os bairros medievais são compactos, e as casas se desenvolvem em altura. Somente os grandes muros construídos em fins do século XIII e no início do século XIV – em Florença, em Siena, em Bolonha, em Pádua, em Gand – se revelaram demasiado grandes quando a população, no século XIV, deixou de crescer ou diminuiu. Em seu interior ficaram grandes espaços verdes, que foram ocupados somente no século XIX.
 
4.     As cidades medievais que conhecemos receberam uma forma definitiva nos séculos seguintes, do século XV ao século XVIII, quando seu tamanho e sua aparelhagem já estavam estabilizados.
 
Nos séculos precedentes, quando estavam em pleno crescimento, seu aspecto devia ser muito mais desordenado. As igrejas e os palácios mais importantes eram canteiros cobertos de tapumes, cada nova obra era uma adição surpreendente. A unidade era garantida pela coerência do estilo, isto é, pela confiança no futuro, não pela memória de uma imagem passada. O gótico é justamente o estilo internacional que unifica os métodos de construção e de acabamento dos edifícios em toda a Europa, da metade do século XII em diante.
 


Cidades Medievais

09:28 PM, 12/5/2013 .. 0 comentários .. Link

 As cidades medievais - de entre os séculos XI e XV - dividem-se em diversas categorias: As cidades medievais - de entre os séculos XI e XV - dividem-se em diversas categorias: 

- as cidades de génese romana, que podem ter sido abandonadas em determinada época e depois reocupadas ou ainda, no declínio do Império Romano do Ocidente, ter decrescido; 

- as cidades que evoluíram a partir de aldeias; 

- as que têm na sua base um núcleo militar e que foram aceitando e implementando o comércio, chamadas normalmente de burgos; 

- as cidades novas; 

- e as denominadas cidades bastide, que surgiram no País de Gales, em Inglaterra e em França e se desenvolvem à volta de um castelo. 

 



Cidades Medievais

04:57 PM, 12/5/2013 .. 0 comentários .. Link

 As invasões germânicas e azprogressiva ruralização do Império Romano a partir dos séculos IV e V transformaram o comércio europeu numa atividade econômica secundária em relação à agricultura. A insegurança e a tendência à auto-suficiência dos domínios senhoriais diminuíram o ritmo e a quantidade das trocas. As antigas cidades romanas que sobreviveram às invasões perderam sua função mercantil e manufatureira e permaneceram apenas com função religiosa de sede de bispado, ou política, abrigando a corte de reis e condes.

 

 

 


Nessa época de inicio da Idade Media, o comércio era realizado por mercadores "sirios", designação que incluía todos aqueles provenientes da parte oriental do antigo Império Romano que ia da Grécia ao Egito, incluindo os judeus. Esses mercadores comercializavam produtos exóticos de luxo, como especiarias, perfumes, tecidos finos, couros trabalhados, papiros azeite, tâmaras e figos.

 

 


No período carolíngio, surgiram mercadores europeus e cristãos que se dedicavam ao comercio de gêneros agrícolas e Produtos artesanais como cereais e objetos de madeira e de ferro. Existiam também os mercadores, servidores especializados dos reis, condes, bispos e abades que percorriam os domínios comprando e vendendo a produção excedente e negociando os artigos orientais.

 

 


O comercio regional na Europa Medieval deu origem aos "portus” localizados ao longo das vias fluviais, utilizadas por serem mais rápidas e seguras que as péssimas e mal-conservadas estradas, e às "feiras", encontros periódicos de produtores e mercadores realizados numa data fixa a cada ano. "A feira junto à abadia de Saint Denis realizava-se em outubro, após a vindima'' (Duby). A atividade comercial era vista com desconfiança, apesar de ser reconhecida como importante e necessária para os reis, os nobres e o povo em geral.

 

A Igreja via o mercador como "um escravo do vicio... um amante do dinheiro", e portanto, um pecador. Na sociedade feudal, A riqueza não era para ser aumentada e somente era reconhecida como fruto da herança. 0 trabalho deveria ser suficiente para manter a condição em que cada um nascera. Assim, o lucro si não era condenável quando fosse "uma retribuição justa pelo trabalho que tinha dado". O comércio estava submetido ao controle dos soberanos. A legislação carolíngia proibia, por exemplo, todo comercio noturno, com exceção da venda de alimentos. Condes e bispos deveriam estar presentes quando das trocas de escravos, cavalos, artigos de ouro e prata, a fim de evitar a comercialização de artigos roubados. Os mercadores pagavam impostos em troca da proteção dos reis, que os consideravam seus vassalos.

O comércio medieval persistiu mesmo durante as invasões dos séculos IX e X, quando a pirataria árabe aumentou os riscos das trocas entre Ocidente e Oriente. Desenvolveu-se largamente a partir do século XI, em função do crescimento demográfico e agrícola da Europa Ocidental contribuindo Para a recuperação econômica das cidades e para o aumento do numero de mercadores, dando origem a uma classe social nova, a burguesia. As cidades italianas se especializaram na comercialização de produtos orientais de luxo que iam buscar em Bizâncio e Alexandria, para revender na Europa. 0 comercio com os árabes trouxe a prosperidade de Nápoles Bari, Salerno, Amalfi, Gaeta e principalmente Gênova e Veneza que se tornaram importantes centros comerciais, manufatureiros e bancários da Europa Medieval.




Conclusão

09:37 PM, 7/4/2013 .. 0 comentários .. Link

 
A religião cristã nasceu durante o Império Romano. Se expandiu, conquistando poder e grande número de adeptos.Obteve do governo liberdade de culto;e foi transformada em religião oficial do império.
O poder da igreja só se consolidaria com a conversão dos povos germânicos ao catolicismo. Com isso, a Igreja sobreviveria à desagregação do Império Romano do Ocidente, ao mesmo tempo que se transformava na mais poderosa instituição de seu tempo.
 
A Igreja católica garantia não só a unidade religiosa, mas também a política e a cultural. O controle da fé, ela ditava todas as formas de aspectos de vida no mundo medieval.
Fala também dos Servos que...                                                              
durante a Idade Média, os servos habitavam as terras dos senhores feudais. Em troca, eram obrigados a pagar taxas em forma de trabalho e mercadorias. As coisas que eles reproduzia quase tudo iam para as maos dos senhores feudais
 
 



Sites de consulta

08:12 PM, 7/4/2013 .. 0 comentários .. Link

 www.suapesquisa.com

www.brasilescola.com

www.sohistoria.com.br

www.historiadomundo.com.br

www.infoescola.com



O poder da igreja Medieval

07:38 PM, 7/4/2013 .. 0 comentários .. Link
A religião cristã nasceu durante o Império Romano. Por séculos se expandiu, conquistando poder e grande número de adeptos. Em 313 obteve do governo romano o direito á liberdade de culto; em 391 foi transformada em religião oficial do império.
 
Entretanto, o poder da igreja só se consolidaria com a conversão dos povos germânicos ao catolicismo. Com isso, a Igreja sobreviveria à desagregação do Império Romano do Ocidente, ao mesmo tempo que se transformava na mais poderosa instituição de seu tempo.
 
Em uma sociedade fragmentada, a Igreja católica garantia não só a unidade religiosa, mas também a política e a cultural. Com o controle da fé, ela ditava a forma de nascer, morrer, festejar, pensar, enfim, de todos os aspectos da vida dos seres humanos no mundo medieval.
 
 
Reprodução do quadro A Igreja e o Estado, pintado por Andréa de Firenze, serve  como ilustração da organização política do mundo medieval. O cenário de fundo é uma igreja. Ao centro, os dois vigários de Cristo; o papa e o imperador. De um lado, cardeal, arcebispo, padre; de outro, rei, conde, paladino. A seus pés, o rebanho de Cristo. No plano inferior, monges e freiras de um lado; fidalgos, burgueses e camponeses, de outro.
 

 



Servos

07:36 PM, 7/4/2013 .. 0 comentários .. Link

 Na época do feudalismo, durante a Idade Média, os servos (camponeses) habitavam as terras dos senhores feudais. Em troca, eram obrigados a pagar taxas em forma de trabalho e mercadorias. Quase tudo que produziam acabava indo para as mãos dos senhores feudais. Para os servos, sobrava apenas o pouco para a sobrevivência da família.

 
Talha 
 
Era uma obrigação pela qual o servo deveria passar, para o senhor feudal, metade de tudo que produzia nas terras que ocupava no feudo. Se colhesse 20 quilos de batata, 10 quilos deveriam ser separados para o pagamento da talha. 
 
Corvéia
 
Esta obrigação correspondia ao pagamento através de serviços prestados nas terras ou instalações do senhor feudal. De 3 a 4 dias por semana, o servo era obrigado a cumprir diversos trabalhos como, por exemplo, fazer a manutenção do castelo, construir um muro, limpar o fosso do castelo, limpar o moinho, etc. Podia também realizar trabalhos de plantio e colheita no manso senhorial (parte das terras do feudo de uso exclusivo do senhor feudal).
 
Banalidades
 
Esta obrigação correspondia ao pagamento pela utilização das instalações do castelo. Se o servo precisasse usar o moinho ou o forno, deveria pagar uma taxa em mercadoria para o senhor feudal.
 
Outras obrigações
 
Além da talha, da corvéia e das banalidades, os servos também deviam pagar outras taxas e impostos. Havia a mão-morta, que era uma espécie de taxa que o servo devia pagar ao senhor feudal para permanecer no feudo quando o pai morria. Havia também o Tostão de Pedro (10% da produção), que o servo devia pagar à Igreja de sua região.
 
 


Origem do Feudalismo

07:31 PM, 7/4/2013 .. 0 comentários .. Link

Origem

O feudalismo tem suas origens no século IV a partir das invasões germânicas (bárbaras) ao Império Romano do Ocidente (Europa).

Com a decadência e a destruição do Império Romano do Ocidente, por volta do século V d.C. (de 401 a 500), em decorrência das inúmeras invasões dos povos bárbaros e das péssimas políticas econômicas dos imperadores romanos, várias regiões da Europa passaram a apresentar baixa densidade populacional e ínfimo desenvolvimento urbano.

O esfacelamento do Império Romano do Ocidente e as invasões bárbaras, ocorridas em diversas regiões da Europa, favoreceram sensivelmente as mudanças econômicas e sociais que vão sendo introduzidas e que alteraram completamente o sistema de propriedade e de produção característicos da Antiguidade principalmente na Europa Ocidental. Essas mudanças acabam revelando um novo sistema econômico, político e social que veio a se chamar Feudalismo. O Feudalismo não coincide com o início da Idade Média (século V d.C.), porque este sistema começa a ser delineado alguns séculos antes do início dessa etapa histórica (mais precisamente, durante o início do século IV), consolidando-se definitivamente ao término do Império Carolíngio, no século IX d.C.

Em suma, com a decadência do Império Romano e as invasões bárbaras, os nobres romanos começaram a se afastar das cidades levando consigo camponeses (com medo de serem saqueados ou escravizados). Já na Idade Média, com vários povos bárbaros dominando a Europa Medieval, foi impossível unirem-se entre si e entre os descendentes de nobres romanos, que eram donos de pequenos agrupamentos de terra. E com as reformas culturais ocorridas nesse meio-tempo, começou a surgir uma nova organização econômica e política: o feudalismo.

 

 



Sociedade feudal

10:03 PM, 19/3/2013 .. 0 comentários .. Link

 

A sociedade feudal, é determinada estamental, pois fundamenta-se em tres grandes estamentos: Servos, Nobres e Clero.

O senhor feudal tinha a posse de terra - dono dos campos e do castelo -, detinha o poder politico, militar e judiciário dentro do seu feudo.O clero tinha grande importância no interior dos feudos nessa época. Sendo a única classe letrada do período, a Igreja tinha grande influência nos costumes e formas de agir do mundo medieval. Os clérigos eram divididos entre alto e baixo clero. O primeiro era composto por bispos, abades e cônegos que influenciavam fortemente as decisões políticas dos reis e senhores feudais. O baixo clero era composto por padres e monges que cuidavam diretamente da vivência religiosa das populações feudais ou viviam enclausurados em mosteiros. 


 

Os servos tinham obrigação de cuidar da terra.Presos à terra, entregavam-lhe parte de tudo o que produziam e davam-lhe certo período de trabalho gratuito.

Obrigações servis
Entre os senhores feudais e os servos estabeleciam-se relações de obrigação. Aos servos cabia uma série de obrigações, isto é, compromissos devidos e prestados ao seu senhor, em troca do uso de uma gleba de terra. Ao senhor cabia proteger o feudo e tudo que nele estivesse.
Vamos entender melhor! Observe:

Corveia: Dias da semana as quais o servo trabalhava a propriedade do senhor feudal. Geralmente, dois ou três dias por semana.

Talha: Parte da produção do servo entregue ao senhor feudal. Geralmente, a metade de tudo o que foi produzido.

Banalidades: Pagamentos que os servos efetuavam ao utilizar bens do senhor feudal; fornos, moinho, lagar.

Mão-morta: Quando da morte de um servo, sua família pagava um tributo ao senhor feudal para continuar a viver nas terras do feudo.

 



Introdução

11:01 AM, 9/3/2013 .. 5 comentários .. Link

 

O feudalismo tem inicio com as invasões germânicas (bárbaras), no século V, sobre o Império Romano do Ocidente (Europa). As características gerais do feudalismo são: poder descentralizado (nas mãos dos senhores feudais), economia baseada na agricultura e utilização do trabalho dos servos.

 

No ano de 391, a religião cristã foi transformada em religião oficial do Império Romano. A partir deste momento, a Igreja Católica começou a se organizar e ganhar força no continente europeu. Nem mesmo a invasão dos povos bárbaros (germânicos) no século V atrapalhou o crescimento do catolicismo.

 



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