
DE BRAÇOS ABERTOSSenhor dos mistérios, das profundezas, entre nós. Vosso olhar, no brilho do sol que lentamente vem. De todos os humanos, as diferentes chegadas até vós. Íris displicente em todo vivente, perpassai. Amém! Nos diferentes templos, onde vossa palavra se faz. Outros, em eternas buscas, porém, por vós acolhidos. Presença bendita, dentro de quem, busca o bem... Jaz. Nos palácios, nos montes, nos corações sofridos. Embrenhai-vos, em aparentes decepções, como luz. Facho nítido, devagar vai clareando, e refazendo. Nos deparamos, nos despertamos, e nos induz. A crer, que com as intempéries, estamos crescendo. Perfumes adocicados dos pomos, ar dos pomares. Onde as árvores frutificam de braços abertos. Á necessidade de tantos viventes, vossos olhares. A todos pertenceis, em piedade, em divisões certas. Voltados á Natureza, que possamos entender. As mesmas necessidades, sem riqueza e pobreza... Nenhuma injustiça ao corpo, faz alma fenecer... De vossa criação, sois justiça e grandeza!
08:59 PM - 5/4/2013 - comments {0} - post commentTALENTOA liberdade atiça o comando do coração. Como, aplaudir nossos eleitos, sem eleição. Que mora num recanto, triste, bem solitário. Luz de um talento, a beleza e o calvário. Preço exorbitante, não se pode comprar... O que a vida esconde, para depois mostrar? Os astros brilham no céu, moram no infinito. Dilapidam um lado tranqüilo, e um lado aflito. Entalhar a arte, se revelar num céu do futuro. Tal qual uma flor, sufocada num quarto escuro. Arestas aparadas, ideais soterrados a renascer. Numa passagem secreta, para ganhar e perder. Caminhos divididos, caminhos de todos também. Num jeito vestido, apenas o que lhe cai bem. O passado brinca na esquina, tão de repente. Acenando a quem riscou o infinito, eternamente.
06:03 PM - 13/3/2013 - comments {0} - post commentA FORMA QUE O AMOR TEMAmor, esse conhecido, que desconhece. Que se revela, como relva livre cresce. Sem pretensão, sem entender essa graça. A quem ama, o que ama, ao que se faça... A Natureza que se tomba em adorno. Veste-se de manhã espera do sol o retorno. Amor, fortaleza que desbanca domínio. No limiar do sorriso, no delicado fascínio. Poetizar amor é falar da pura poesia. Contorno de cada átomo da nostalgia. Amor, sempre vai além da presunção. Ao se entregar sem miséria, em mutirão... A conversa do olhar, bem acomodada. Na linguagem pelo amor assimilada... Num bem tão intenso que faz até doer. Consistir em lógico, sem se desprender. À distância encurtada no pensamento. Palavra usada, o pouco discernimento. Pois que amor é impoluto e singular. Verbo simples,mas difícil de conjugar. Em todos os tempos, inúmeros sujeitos. Repara caminhos tortos, floresce os direitos. Por não definir amor, vivo tentando, porém. Termo algum ilustra, a forma que o amor tem.
09:10 PM - 14/2/2013 - comments {0} - post commentBUARQUEANDOMeu guri cresceu na avenida. Contou história, e fez carnaval. O tempo girou numa roda estendida. Que teve começo,jamais terá final. A terra daqui, onde tudo se planta. Em dobro ofereceu um retorno. Letras musicadas, em muitas gargantas. Acordando o bem, denunciando suborno. Passa num quadro o guri gigante. Tamanho certo, de um grande país. Porém, esbarra fronteira, e vai adiante. E o mundo descobre, um guri mais feliz. Como presente para um céu azul. Um astro que vai com jeito singular. Buarqueando sempre, de norte a sul. Faz sorrir, faz chorar, faz sambar. Um povo que ganha com o estrelado. Poder compartilhar, pode dividir. O gênio da época, o santificado. Nas artes somou, sem subtrair...
03:07 PM - 12/2/2013 - comments {0} - post commentBUSCA INCESSANTESenhor da criatividade, dos segredos tantos... Que ainda permanecem sem serem desvendados. Em cada espécie, que vos sente como acalanto. Vidas, gerando vidas, nos seres por vós criados. Sois as impressões, encantadoras da Natureza. Que atraem nossos corações, e tocam a essência. Somos passíveis, dessas incalculáveis belezas. Serenamente nos põe, em graça e ambivalência. A nossa busca incessante dessa vossa paz. Faz-nos entendermos, de onde viemos. Vosso prado florido, em nossos anseios jaz. E parte dessa vossa pureza, nós fazemos. Guiai-nos para que possamos superar. Todos os pequenos empecilhos, pois certamente. Vossos desígnios são flores para se cuidar. Vossa força, nosso absolutismo permanente. Da verdade infinita, sois verdadeiro sentido. A vida seria um desencontro, sem vossa mão. Pois, que com vossa anistia somos redimidos. Sendo parte, de vossos mistérios, em ascensão.
03:06 PM - 11/2/2013 - comments {2} - post commentAMIZADEÉ plantar saudade, e comparar com acaso. Onde amizade se instala, é profundeza no raso. O casual que se descobre, pois amizade é arte. De quem se predispõe, desse mundo fazer parte. Solidão dói menos que a perfídia do amigo. A companhia sincera é estar de bem consigo. De poder compartilhar, os momentos dessa vida. Descobre-se amizade, numa afinidade contida. Com mútuo de respeito, mútuo calor humano. Amizade, luz conhecida,dentro desse plano. Amigos virtuais, também são apropriados. O caráter de cada um, aos poucos delineados. Trair ou decepcionar, melhor não ser amistoso. Não existe dor maior, nem fato mais doloroso. Do que sofrer decepção, por parte de quem ama. Melhor ao coração, apagar da amizade à chama. Envolver-se com alguém, exige uma fortaleza. Amizade vem da alma, faz mendigo ou nobreza. Riqueza material, não faz amigo de bem... O maior tesouro, é o caráter que o amigo tem.
06:53 PM - 10/2/2013 - comments {0} - post commentSEMBLANTE DE ESTRELASSentir o que é estar numa constelação. Parte dela tão pequena, quanto distante. Ser uma estrela que cabe em tua mão. Sem nenhum empecilho ao itinerante. Juntando as palavras, faz-se valer. Que pouco valha, em esquecimentos. Mas, o amor, ações frias vem derreter. Eternamente, lidera os sentimentos. Em cada esquina, um rosto estranho. Vira um número ambulante na cidade. O amor reveste com brilho tamanho. Diferença que irmana a disparidade. Laços que prendem os corações fortes. Guarda muitos, cada um no seu lugar. Amar é desprender-se, atirar-se á sorte. Pois que a sorte está, em poder amar. Quem ama multiplica-se ao confessar. Semblante de estrela resplandecente. Mesmo sofrendo muito, por amar... Simplesmente feliz quem amor sente.
08:12 PM - 3/2/2013 - comments {2} - post commentAMOR DE AMIZADEOs dias desfilam, acenam devagar. Como sol no topo da cidade, nasce e cresce. Eu te vejo na rua, solitário a caminhar... Uma estrela no céu, na noite, tão só aparece. Meu pensamento te faz, assim como quero. Então, me atenho a essa emoção. Tuas palavras no silêncio, eu as venero. Defino-te, como as linhas em minha mão. A fidelidade, a construção mais acertada. Tu me trazes tão livre, tu me soltas devagar. Tua imagem sincera, tudo sendo nada. Dias se completam, noites fazem lembrar. Tão sobressalente, sinto que preciso. No tempo alguma coisa, real e pura. O coração, mas da razão, também preciso. Em pétalas de rosas, ou pedra dura.
04:26 PM - 24/1/2013 - comments {0} - post commentAMBÍGUA CONDIÇÃOImportante na vida é a felicidade . Seja ela advinda de qualquer pessoa. Não importa julgamentos sem piedade. Tolos pensamentos,tão a toa. Sendo a beleza relativa,então. Em se tratando de alguém que ama. O tempo faz da beleza ilusão. Ela fica ou vai,ambígua condição. Felicidade abstração compactada. Num abraço,num aperto de mão. Uma florzinha toda amassada. Um desenho,uma canção. Um passeio pela rua á noitinha. Um assunto que desliza harmônico. Uma imagem que passa bem retinha. Um assoviar distraído e sinfônico.
04:18 PM - 24/1/2013 - comments {0} - post commentPOR AMORNem mais, nem menos...Nem tudo tão igual. Achei-me parecida comigo em teus braços. Perdi-me em mim,amor de vendaval... Intento ágil de invadir os teus espaços. Porém, coração ligeiro,aumenta sensação. De amar sozinha, carregando empecilhos. Que impedem a passagem, que esconde a mão. Recolhendo aos poucos, o amor desses trilhos. Não por maldade, tampouco por querer. Vives como passarinho, alça vôo á fugir. Coração feito gaiola vive a te prender. Sem amar-me, deixo-te, sozinho ir. Que teu olhar, esprema sensações. Como louca, sem se quer você notar. O tempo deixa rastro, enobrece corações. Quiçá, de repente, me entenda por amar.
04:17 PM - 24/1/2013 - comments {0} - post commentDIAS MEUSPrecioso e esperado momento brincam á praia. Dourado sol, sorriso de vento, no horizonte raia. Duna que a chuva visita, que lampeja estiagem. Escuna, que aguarda e fita, quão linda viagem. Mão que alisa as areias, luz de capim molhado. Sereno que perpassa as veias,mar, moço esperado. Único e lindo caminho, as canções passageiras. Escritas de pergaminho, belezas raras e inteiras. Expansão das colinas, fendas de vastos sorrisos. Jogadas liras esterlinas, tesouro feito granizo. E a vida acentua seu jeito, ajeita a bonança. Guarda dentro do feito, melindres da confiança. Um sol vai num risco, lustra e ilustra o verso. Dentro dum confisco, alongamento do imerso. Mares em doces nuancem, em plenas harmonias. Saudade exibe as chances, a alongar meus dias.
08:47 AM - 18/1/2013 - comments {0} - post commentFELICIDADE AMIZADENuvem muito clara, de algodão enevoado. Jóia rara,e apenas um brilhante delicado. Amizade é amor, cumplicidade despontando. Cada dia uma flor,e um jardim vai se formando. Sem lágrimas embutidas, sem solidão que dói. Sentido real da vida, amizade no amor constrói. De onde veio, de onde vem, cativar, criar laços. Amizade esse bem, confiança de vasto espaço. Ombros fortes, do abraço, aparando arestas. Amizade é sorte, adentrando nossas frestas. Um livro vivo, sonho raro, uma compensação... Memórias e seus arquivos, almas em evolução. Palavras em comunhão, em tudo caem tão bem. Delas cativos, respeito que nos mantêm. Ser amigo, ou amiga, sem precisar de mais nada. Palavra antiga,na felicidade cultivada.
09:19 PM - 17/1/2013 - comments {0} - post commentO QUE ME CAIBAO que não seria, ou o que seria então, Se de repente, só eu me vejo assim. Perdida num misto de pura ilusão. Sem saber, quem está perto de mim. Numa multidão vasta de conceitos. Que dentre eles, busco, o que me caiba. O que são valores e encaixes perfeitos? Cada um exibe o seu, sem que outro saiba. A sociedade, a moda, a mentira esperta. Que veste pessoas, que o foco enfocam. Mas, quem procura a resposta certa... Dos caminhos, esses desvios, sufocam. Quero perder meu olhar, junto do teu. E em atitudes coniventes, puras e sãs. Reparar esse amor, que a vida me deu. E escoar as tristezas,falsidades vãs.
04:26 PM - 4/1/2013 - comments {0} - post commentOS NOSSOS DIASSomos pobres, nem nada temos, por isso, Nada me cobres, desmanchemos o compromisso. De que a dor precisa nos visitar constantemente. Tão sem valor, tão mixo, tão infreqüente... Esse sentimento, que nada mais domina... Fútil, passageira, só faz ruir e descrimina. Os nossos dias, não foram feitos para nós. Nossas semelhanças, tão desiguais e sós. A fartura passeia distante, noutro lugar. Forte plano mirabolante veio para separar. Somos pobres de almas, somos infiéis também. Não eximo minha culpa. Aquela que só um tem. Mas aqui dentro de mim, tenho tudo guardado. Não dessa desse amor o fim, alguém será premiado. Enquanto aguardo, ainda lamento essa tua condição. És pobre de sentimento.És apenas uma ilusão.
04:31 PM - 26/12/2012 - comments {0} - post commentREPETINDO AÇÕESNão se cria, nasce nos pólos, todo acondicionado. Apagando a utopia, numa página promissora. Pronunciada num colo, em caráter renomado. Astúcia, não regalia, uma compra enganadora. Simplicidade, consensos, seres particularizares. Uma inovação, sem embuste, sem tudo camuflado. Inventam extensos, surtidos em duplos andares. Uma imagem, um incruste, num livro abandonado. Quem com letras de fino trato, mas, simples, porém. Engana tristeza, dribla a saudade que virou a esquina. Trata definição desse fato, em tudo que lhe advém. Do inverno calor e frieza, do verão, primavera também. Um esboço que segue rente, repetindo as ações. Aos olhos ainda pueris, comumente fortes marcaram. A notória e descendente, como lei das retribuições. Toda manhã cheira anis,quando os passos acertaram.
04:30 PM - 26/12/2012 - comments {0} - post commentPOESIA NATALINANosso pai divino, daí nos a definitiva cura. Enchei nossa vida paz, nosso coração de alegria. Tocai as pessoas,assim de corpo e alma puras. Onde as obras vos bendigam todos os dias. Não permitais, Senhor, que se interponha. Sois vitória banhada pelos que confiam. Junto deste Natal, abrolhar uma paz risonha. Em toda Terra,você vinda anunciam... Transbordai assim, para um mundo apinhado. De pessoas que se amam, e se respeitam. Sois o filho de Deus,o divino e santificado. Que todos o vejam, que todos o aceitam. E chegais no Natal, tão imaculado,tornais. O mundo de cada pessoa que vos recebe. Que de vossa presença abdiquemos jamais. A deleitar, do que vossa divindade concebe.
04:30 PM - 26/12/2012 - comments {0} - post commentNATAL EM FAMÍLIAJesus menino Deus, guardai nossa família. Dentro do caminho do bem, na integridade. Seguidores eternamente, escoltando a trilha. Que nos incumbistes, Senhor da verdade. Que nunca afugentamos nosso olhar... De onde vossa luz a chispar, seguramente. Não admitis, a boa apreensão nos faltar. Assim, bem-aventurados eternamente. Senhor do bem, das adequadas atitudes. Raiai em nosso coração, com vossa sabedoria. Que nunca nos percamos, em erros amiúdes. Que estejamos sempre,em vossa sintonia. Abrangendo que renasces firmemente. Deste, novas oportunidades, nos tocar... Jesus,que nesta noite, sois o maior presente. Sabemos que nossa família, vireis abençoar.
04:29 PM - 26/12/2012 - comments {0} - post commentARTIFICIAIS APENASEssas flores, quão pobres reservas, artificiais! Porém, eu as acho tão belas,e belas são demais! E quando o jardim sentir, do inverno, outro frio. As flores já murcharam,secaram em frente o rio. Esse caminho inseguro segura o tempo com ilusões. Outro, porém mais puro. Liberdade, sem seus arpões... Se, tudo tens, cuides bem da vida,apague seqüelas. Cicatrizes, não são feridas,são flores noutras janelas. Agitam ao vento trigueiro, o vento sempre sorri. Afago de travesseiro, levam-no longe daqui. Sem sentimentos, artificiais, vivem da triste solidão. Sempre buscando mais, mas nunca tocam o coração. Ás flores das passarelas, dadas á vida,com amor. Submissa, tais quais elas,oscilação que corta a dor. Se tempo tiveres, ame!Senão dele, nunca saberás. Á vida livre te esparrame! Lindas histórias contarás. Ilusão, a morrer como flores, que distraído destes. Foi, embora sem amores, mas teu jardim,fizestes. Que com apreço, sem preço, sem paga também. Certamente, sem endereço, das flores que ainda têm.
04:28 PM - 26/12/2012 - comments {0} - post commentALEGRIAS ETERNASUma linha que alcança, solta, os nós dos novelos. A amizade a trança, que laça distintos cabelos. Corações, junção das mãos,os segredos contêm... E por todos os vãos, os dias, as vidas os têm. Que rompe a distância, e toca os sentimentos. Harmonizam as ânsias, sanam sofrimentos. O céu mais doce, senão os bons não partiriam. Se assim não fosse, ás vidas, os devolveriam... Existem fatos,em que palavras não alcançam. Forte estrelato, quando as flores balançam. Rodopiam ventos intensos, e o silêncio nada diz. Em compromissos imensos,dum paraíso feliz. E quem, curou as feridas, assistiu alguém... Exata reação retribuída, que a recompensa vem. Alegrias eternas existem, bem no meio desse fim. Amizades insistem, em descobrirem perenes afins.
09:18 PM - 18/12/2012 - comments {0} - post commentIMPOSSÍVELBem lembrado então, “alguém” ponderou isso. Há muito tempo, e desse muito, toda grandeza. Mesmo assim, preferiu-se o eterno compromisso. Acumulando mil razões, para fugir da franqueza. Por este planeta, São Tomaz de Aquino, amor! Das vidas têm esquecido, só se vive dela, pois. Embalados por um colo imenso, nítido Criador! Aos nossos entes, como nossa oferenda, depois. Santuário sagrado, na luta pela permanência... Um novo sol ,só há vida,quando em diversidade. Quando se leva tudo, há um grito de inocência. Sacrifício horrendo, a dor da vulnerabilidade. Detritos se voltam, contra tudo, e contra todos. Terra mãe a refrear, lágrimas que tentam lavar. Os lixos que vêm transformar, jardins em lodos. A vida definha e torna-se impossível algo medrar.
11:38 AM - 24/11/2012 - comments {2} - post commentAO AMOR QUE SINTOAquelas tuas ruas, que me seguiam. Ficaram focadas nos pensamentos. Paisagens destas, me permitiam... Numa pintura, tão livre como vento. Então hoje, sem o medo de outrora. De abrir a porta, se a saudade vem. Nestas ruas passastes ao ir embora. Por elas voltastes, sorrindo também, O tempo me abriu um livro perfeito. Ao amor que sinto, sem mesmo querer. Não o elegemos, mas fomos eleitos. Fez-se claro assim, fiz-me entender. Jamais procurarei respostas feitas. Nem tampouco, disto me entristecerá. Para cada pergunta, sempre, uma receita.
05:54 PM - 20/11/2012 - comments {0} - post commentMARIACada Maria,tem no coração mar. Fertilizado de vidas posteriores. Têm a doce missão de honrar. Condimentar o sabor dos dissabores. Cada Maria tem a bulimia de ser. Uma rosa perpetuada dentro do lar. Ser Maria é optar por viver... E aprender a arte de amar. Cada Maria tem uma aspiração. E carrega a bandeira da esperança. Maria é o reverso da submissão. As glórias que essa palavras alcança. Maria que ainda é mulher alinhada. A aquilatar, dela, a pessoa. Que levanta de madrugada. É uma mulher,honrada e boa.
09:00 PM - 19/11/2012 - comments {0} - post commentALEGRIAS E AISVazio de ternura, qualquer sentimento. Que me entorna uma lágrima parada. Coisa parecida com chuva estagnada. Querendo desabar um forte tormento. Vivi tanto tua vida, que hoje nem sei. Como mudar os passos, sem ti ao lado. Tua mão segura, teu elo, meu amado... E de novo voltar e consertar onde errei. O teu sorriso, o teu forte desapego. Que seguindo em frente, apenas tu vais. Perdida num olhar, de alegrias e ais. A ver-te num lugar, aonde sempre chego. E meu coração, sabe bem me dizer... Que és o meu eterno amor, e ele sabe. Que nesses ritmos cadentes só cabe. A sensação de te amar, por isso viver. O teu olhar claro e tão profundo. Sempre me falaram de muito amor. Também divulgaram, tua imensa dor. Renunciar-te, por outros no mundo.
08:59 PM - 19/11/2012 - comments {0} - post commentCANÇÕES QUE A VIDA RECRIA [PARA HEBER]São meus, esses sonhos, enfim. Que nasceram quase do nada. Mas, moravam dentro de mim. Displicentes, sem hora marcada. Contagiante, a vida me deu. O presenciar, do meu legado. Quando em ternura, me recebeu. Pequeno mundo, e seu outro lado. Sem pressa, sem hora, portanto. No topo de minha sabedoria. Palavras vivas, que hoje acalanto. Em canções, que a vida recria. Para ser pai, eu simplesmente. Desdobrei-me em probabilidades. Fez-me avô, contudo presente. A perfilar-me, num vão de saudades. E o tempo rege lentamente. Com que amor, assim o faz. Mergulho minha alma, festivamente. Buscando as profundezas da paz. São as eras, que assim somadas. Em amor, me fizeram prevalecer. Depois, de minhas páginas grafadas. Docemente, as reescrever. Ser avô, minha pueril missão. Que me requer, amor dobrado. Alargar-me o coração... Expandir-me, por todo lado. Juntar de novo, meu passado. E para o futuro, mergulhar. Conjugar com faro apurado. Soletrando o verbo amar. No livro da família, meu lema. Escrever com meus pés cansados. Esquecer meus velhos problemas. Resolver os que nascem do lado. Eterno vínculo, que recriado. Nas entranhas do meu amor. Tentando se explicar calado... Na fala, de um pequeno orador.
08:08 PM - 31/10/2012 - comments {3} - post commentMIL RAZÕESVastidão dessa porta, estrelas soltas a vagar. Conduzidas á deriva. Abraçando a cercania. Sensação, de sentir tocá-las, posse de sonhar. Almas constituírem, e a paixão e nostalgia. Os amores abolidos, são apenas a solidão. Recatadas melodias. Sentimento recolhido. Limiares da esperança, ressurgir dessa emoção. Praças e cidades clamam, como elo perdido. Almas entrelaçam, os corpos que se prendem. Melodias que relatam, vínculo em comum. Revestidos de coragem, ao amor se rendem. E alçam livres vôos, presos á lugar nenhum. Amor é um achado, das almas, as essências. Apenas o amor vence. e repara as condições. Desse feito... Mil razões das permanências Aos limites inerência. Aos insolúveis, soluções.
08:27 AM - 28/10/2012 - comments {0} - post comment
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